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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Lançamento do romance “Sob o céu de Isaías” reúne nomes da literatura contemporânea no Rio

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Capa do livro.

O romance “Sob o céu de Isaías”, primeiro livro de ficção de Vítor Kappel, chega ao Rio de Janeiro, depois de uma estreia especial em São Paulo, no dia 3 de julho, às 19h, na Livraria Janela, no Jardim Botânico, na Zona Sul.

O evento contará com uma mesa literária inédita com a presença especial de dois nomes em destaque na cena literária atual: o escritor Alex Andrade, semifinalista do Prêmio Oceanos 2023, e o professor e criador de conteúdo literário Marco Medeiros, responsável por um dos perfis mais ativos na divulgação de autores contemporâneos brasileiros.

Sob o céu de Isaías narra, com leveza e inteligência, o amadurecimento de Isaías, um jovem às voltas com o fim do ensino médio em uma cidade pequena que lhe parece cada vez mais apertada. Apesar de ser visto como um aluno responsável e exemplar, Isaías se envolve em episódios imprevisíveis, incluindo a descoberta de uma rede criminosa local, que colocam à prova sua visão de mundo e seus planos para o futuro.

“O livro é uma comédia dramática única na literatura brasileira, com matizes agridoces, culminando num desfecho tocante, que ressoa em quem já entendeu que buscar a própria identidade é se agarrar a uma linha fina no novelo do caos”, conta Vítor Kappel.

Com humor sutil e um olhar sensível sobre os dilemas da juventude, o autor constrói uma trama ágil e tocante sobre o desejo de partir, os laços de pertencimento e as pequenas revoluções que nos transformam.

Vítor Kappel nasceu em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, em 1986. Formado em engenharia, trabalhou por anos com projetos de inovação, pesquisa e audiovisual. Nos últimos tempos, tem se dedicado à escrita literária. Sob o céu de Isaías, lançado pela Editora Patuá, é seu romance de estreia.

Serviço:

Lançamento de Sob o céu de Isaías, romance de Vítor Kappel (@vitor_kappel_)

Local: Livraria Janela – Rua Maria Angélica, 171, loja B, Jardim Botânico, Rio de Janeiro – RJ

Data: 3 de julho

Horário: 19 h

Participação: Marco Medeiros (@pegaumlivroevai) e Alex Andrade (@alexdeandrade)

Entrada gratuita

Compre online: https://www.editorapatua.com.br/sob-o-ceu-de-isaias-romance-de-vitor-kappel/p?srsltid=AfmBOorzKV_uhPjIXPaAh_rZy0K7rXneNG_jexhKsGlbT5kH05QIuxSg.

(Com Amanda Galdino/DR Comunicação)

Sucesso de crítica e público no Rio de Janeiro, “Claustrofobia” tem temporada paulistana no Sesc Pinheiros

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Nil Canindé.

O monólogo “Claustrofobia”, de Rogério Corrêa, chega a São Paulo para uma temporada no Auditório do Sesc Pinheiros, de 5 de junho a 12 de julho, com apresentações de quinta a sábado, sempre às 20h. A peça tem direção de Cesar Augusto e atuação de Márcio Vito, que celebra seus 35 anos de carreira.

O espetáculo fez duas temporadas de sucesso no Rio de Janeiro e, desde então, foi vencedor do Prêmio Shell 2025 na categoria de melhor cenário – assinado por Beli Araújo e Cesar Augusto -, no qual também concorreu na categoria de Melhor Ator; e ainda disputa pelo Prêmio APTR em três categorias: ator (Márcio Vito), direção (Cesar Augusto) e iluminação (Adriana Ortiz).

A trama acompanha três personagens: um ascensorista, uma executiva ambiciosa e um porteiro que sonha em ser policial. Pressionados pelo sistema, os três se cruzam dentro de um prédio empresarial no centro de uma metrópole brasileira.

Através de três vidas que se entrelaçam, a peça expõe o isolamento e a alienação da vida urbana atual. O prédio onde se passa a história é um microcosmo das relações trabalhistas, humanas e sociais do país. O espetáculo parte de uma circunstância em que essas questões são não apenas a base das relações interpessoais, mas até definitivas para como os personagens enxergam a si próprios e julgam o outro. “O texto põe uma lupa nos pensamentos e preconceitos que separam as personagens em classes às quais eles julgam pertencer, que realmente são diferentes entre si, mas eles apenas se imaginam mais distantes uns dos outros do que de fato estão”, diz Márcio Vito.

Desdobrando-se entre os três personagens, o ator ilustra a realidade com um humor ácido, característico da dramaturgia de Rogério Corrêa. O trio está comprimido entre o elevador e a portaria de um prédio de escritórios. Imigrante do interior do Brasil, Marcelino é tímido, introvertido e trabalha como ascensorista para mandar dinheiro para casa. Ele passa seus dias enclausurado, descendo e subindo, dentro de uma caixa metálica. Stella é uma executiva ambiciosa, uma espécie de coach de si mesma, que está começando em um novo emprego. O porteiro Webberson controla tudo da portaria, até mesmo a música que toca no elevador. Ele sonha em ser policial e ter em mãos uma arma que lhe traga poder.

“Esses três personagens se esbarram num mesmo contexto arquitetônico, que é um prédio típico de centro empresarial. Se nos aprofundarmos um pouco mais, as situações acontecem em torno do ascensorista, que está dentro do elevador. São representações de um sistema traduzido pela arquitetura de um prédio. A partir daí vamos entendendo as humanidades”, diz Cesar Augusto.

Idealizador do projeto, o autor Rogério Corrêa faz sua estreia no Rio de Janeiro como dramaturgo em espetáculo presencial. Radicado em Londres há 30 anos, já teve seus textos encenadas no formato on-line, em São Paulo e na Inglaterra. Afeito a temas políticos e polêmicos, ele teve a ideia de escrever Claustrofobia em 2009, durante uma temporada no Rio. “Neste período no Brasil, percebi como ainda tem muito ascensorista trabalhando. Descobri que, para mim, aquele trabalho era uma metáfora da alienação do capitalismo, do trabalho contemporâneo”, diz Rogério.

Ficha Técnica

Elenco: Márcio Vito

Dramaturgia: Rogério Corrêa

Direção: Cesar Augusto

Cenografia: Beli Araújo e Cesar Augusto

Figurino: Beli Araújo

Iluminação: Adriana Ortiz

Trilha Sonora Original: André Poyart

Direção de Movimento: Andrea Maciel

Assistente de direção: João Gofman

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Redes Sociais: Rafael Teixeira

Programação Visual/ Mídias: Rita Ariani

Produção São Paulo: Pedro de Freitas/Périplo

Diretora de Produção: Malu Costa.

Sinopse | Um ascensorista, uma executiva ambiciosa e um porteiro que sonha em ser policial. Pressionados pelo sistema, os três se cruzam dentro de um prédio empresarial no centro de uma metrópole brasileira. Através de três vidas que se entrelaçam, a peça expõe o isolamento e a alienação da vida urbana atual.

Serviço:

Claustrofobia, de Rogério Corrêa

Temporada: 5 de junho a 12 de julho de 2025

De quinta a sábado, às 20h, e feriados às 18h

Sesc Pinheiros – Rua Paes Leme, 195, Pinheiros

Estacionamento com manobrista: Terça a sexta, das 7h às 21h30; sábados das 10h às 21h

Ingressos: R$50 (inteira), R$25 (meia-entrada) e R$15 (credencial plena)

Vendas online em Link

Classificação: 14 anos

Duração: 60 minutos

Capacidade: 100 lugares

Acessibilidade: Teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida

Nas redes sociais: claustofobia.teatro.

(Com Gleice Nascimento/Assessoria de Imprensa Sesc Pinheiros)

Conservatório de Tatuí promove curso gratuito de percussão popular brasileira

Tatuí, por Kleber Patricio

Maria Carolina Simões à frente da bateria do Blogo Pagu. Foto: Sofia Colucci.

O Conservatório de Tatuí abre inscrições para o curso “Ritmos e Ecos de um Cortejo: Percussão Popular Brasileira para todos”, que será ministrado pela musicoterapeuta e percussionista Maria Carolina Simões. Com 12h de duração, a formação presencial é uma iniciativa da instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo – considerada a maior escola de música e artes cênicas da América Latina, gerida pela Sustenidos Organização Social de Cultura – e promove em sua aula de encerramento o desfile de abertura para a 30ª edição do FETESP, que vai agitar as ruas da Capital da Música. As inscrições podem ser feitas online por meio do formulário até 26 de junho. Confira.

No curso Ritmos e Ecos de um Cortejo: Percussão Popular Brasileira para todos, a turma terá contato com a grande diversidade rítmica do país; entre eles, o ijexá, samba, baião e outros. A docente Maria Carolina mostrará um pouco da importância cultural da percussão nas festas populares brasileiras e a dinâmica para a construção de um bloco percussivo. Ao longo das aulas, estudantes conhecerão alguns dos principais instrumentos, como o surdo, caixa, tamborim, agbê, agogô, ganzás e outros. A partir de exercícios lúdicos para o desenvolvimento de ritmo e coordenação motora, as pessoas participantes serão preparadas para a realização de um cortejo que sairá às ruas no evento de abertura do 30º FETESP – Festival Estudantil de Teatro do Estado de São Paulo.

Maria Carolina Simões é mestre em psicologia clínica, musicoterapeuta, especialista em educação e percussionista popular. Atua como docente na graduação em Musicoterapia e pós-graduação em Arteterapia Analítica, ambas da FMU, e é supervisora clínica da Clínica-Escola de Musicoterapia FMU. Entre suas frentes de pesquisa, Maria Carolina estuda a relação entre mulheres, tambores e bem-estar psicológico. Na vivência de cortejos populares, é mestra regente e responsável pelos arranjos rítmicos do bloco carnavalesco feminino Pagu, fundado em 2016. Também na área percussiva, é regente e criadora da oficina Marabrilhosas de percussão para mulheres.

As inscrições podem ser feitas por meio do formulário online de forma gratuita. Acompanhe este e outros cursos por meio do site do Conservatório de Tatuí.

Período do curso: 5 a 19 de julho de 2025

Aulas presenciais: dias 5 e 12, das 10h às 13h, e 19 de julho, das 14h às 17h

Local: Sede Tatuí (Rua São Bento, 415 – Tatuí)

Carga horária: 12h

Total de Participantes: 20

Público-alvo: Músicos, estudantes de música, teatro e interessados em geral

Pré-requisitos: Não há

Critério de seleção: Ordem de inscrição

Prazo de inscrição: Até 26 de junho de 2025

Ficha de inscrição: https://conservatoriodetatui-ps.softwaregeo.com.br/seletivo/inscricaoCursoLivre?editalId=155

O Conservatório de Tatuí e a Sustenidos Organização Social de Cultura agradecem aos patrocinadores que apoiam as atividades por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Patrocinadores do Conservatório de Tatuí: Instituto CCR, Zanchetta, Cipatex, Drogal, Marquespan, Sicoob.

Sobre o Conservatório de Tatuí: Fundado em 11 de agosto de 1954, o Conservatório de Música e Teatro de Tatuí é uma das mais respeitadas escolas de música e artes cênicas da América Latina, importante equipamento de formação e difusão artística da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo. Oferece mais de 100 cursos regulares, livres e de aperfeiçoamento, todos gratuitos, nas áreas de Artes Cênicas, Música Erudita, Música Popular e Educação Musical. Atende cerca de 3.000 estudantes anualmente, vindos(as) de todas as regiões do Brasil e, também, de outros países, como Argentina, Chile, Coreia do Sul, Equador, Estados Unidos, Japão, México, Peru, Portugal, Síria, Uruguai e Venezuela. É considerado uma das mais bem-sucedidas ações culturais do Estado, oferece ensino de excelência, com a missão de formar instrumentistas, cantores, atores, regentes, educadores e luthiers de alto nível. Sua importância no cenário musical é tão acentuada que garantiu à cidade de Tatuí o título de Capital da Música, aprovado por lei em janeiro de 2007. A instituição é gerida pela Sustenidos Organização Social de Cultura.

(Fonte: Sustenidos)

Instituto Tomie Ohtake apresenta Casa Sueli Carneiro em residência

São Paulo, por Kleber Patricio

Residentes e Mentoras no jardim da Casa Sueli Carneiro. Fotos: @casasuelicarneiro.

O Ministério da Cultura, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, e o Instituto Tomie Ohtake apresentam “Casa Sueli Carneiro em residência”, exposição com o patrocínio do Nubank, mantenedor do Instituto Tomie Ohtake, e correalização da Casa Sueli Carneiro. Sob curadoria de Luanda Carneiro Jacoel, diretora do Legado da Casa Sueli Carneiro, a mostra ficará em cartaz de 13 de junho a 3 de agosto de 2025, paralelamente às exposições Teatro Experimental do Negro nas fotografias de José Medeiros, Manuel Messias – Sem limites e Manfredo de Souzanetto – As Montanhas. A exposição integra também a programação do IV Festival Casa Sueli Carneiro, que acontece entre os dias 24 e 29 de junho, com o tema “Memória Negra e Reparação em Afluência”.

A mostra é resultado de um processo formativo e coletivo, realizado ao longo de 2024, dentro de uma residência voltada exclusivamente a pessoas negras na Casa Sueli Carneiro. Os participantes receberam acompanhamento curatorial, participaram de oficinas, encontros teóricos, vivências, além de acesso exclusivo ao acervo da Casa, conjugando pesquisa, memória e experimentação a partir das contribuições do pensamento de Sueli Carneiro, do feminismo negro brasileiro e das diásporas africanas.

Liliane Braga em sua apresentação da primeira partilha da Residência Casa Sueli Carneiro.

O programa foi orientado pelas pesquisadoras Luanda Carneiro Jacoel, Taina Silva Santos e Ionara Lourenço e compreendeu os seguintes eixos: História Negra e Feminismos Negros, Artes e Documentação. A experiência propôs um intercâmbio entre diferentes campos do saber e modos de criação, incentivando a articulação entre legado, linguagem, arte e justiça social.

Serão apresentados sete projetos nas áreas de artes visuais, performance, literatura, audiovisual, educação e memória que tensionam temas como feminismos negros na América Latina, a atuação política das mulheres negras na cultura brasileira, ancestralidade e corpo, racismo estrutural e encarceramento, pedagogias decoloniais e estratégias de resistência a partir da arte. São eles:

Aparicências, instalação sonora de Liliane Braga (Ndembwemi), propõe uma fabulação entre vozes ancestrais e o acervo, ativando a oralidade como eixo da epistemologia negra.

Gẹ̀lẹ́dẹ́ – o drama e o cultivo de micro sociedades agrícolas, de Olaegbé (Jéssica Nascimento), apresenta uma máscara cerimonial africana em diálogo com imagens e dramaturgia sobre a fundação do Geledés – Instituto da Mulher Negra.

Jogo do Bem-Viver, de Agnis Freitas e Carolina Melo, convida o público a refletir sobre tecnologias políticas de mulheres negras por meio da ludicidade.

Entre a esquerda e a direita, continuo sambando, documentário experimental de Maria Júlia Petronilho, investiga o protagonismo das mulheres negras nas escolas de samba paulistanas.

O Brigue de Bracuí, documentário dirigido por Thiago Fernandes, Mario Guetto Groove e Fael Miranda, tensiona a história da escravidão a partir de registros e narrativas contra-hegemônicas.

Lançamento do Minidicionário Teórico Negro Brasileiro do Pensamento de Sueli Carneiro, de Gilvaneide de Sousa Santos, com ilustrações de Alice Guedes, propõe uma ferramenta pedagógica para aplicação das leis 10.639/03 e 11.645/08.

Exposição virtual Racismo estrutural e políticas públicas, de Daruê Zuhri, apresenta reflexões visuais e textuais sobre desigualdades raciais no Brasil contemporâneo.

Gilvaneide Santos em sua apresentação da terceira partilha da Residência Casa Sueli Carneiro.

A mostra traz ainda uma seleção de livros e documentos que integram o Acervo Sueli Carneiro, sob curadoria de Ionara Lourenço, coordenadora de acervos da Casa, dispostos em diálogo com a biblioteca circulante da Casa Sueli Carneiro, disponível temporariamente para o público na exposição. A colaboração acontece também no âmbito do projeto Experiências Negras, criado em 2018 pelo Instituto Tomie Ohtake com o objetivo de evidenciar a atuação de profissionais negras e negros nas instituições culturais e fomentar políticas de inclusão por meio de mapeamentos, publicações, debates e ações formativas.

Programa Público

A esta exposição soma-se um programa público de encontros, oficinas e vivências. No dia 28 de junho, da 16h às 18h, ocorre a conversa com Leda Maria Martins e Aldri Anunciação. No dia 5 de julho serão três eventos, começando pela conversa com William Santana Santos e Guilherme Diniz, com mediação de Mari Per, das 16h às 18h, seguida por uma palestra com Samuel Titan sobre José Medeiros, das 18h às 18h30 e, encerrando a programação do dia, uma performance com Verônica Santos, das 18h30 às 19h30. No dia 19 de julho, das 16h às 19h, ocorre uma sessão do filme de Daniel Solá Santiago seguido de debate com Mari Queen e Heitor Augusto. Uma performance com Malu Avelar no dia 2 de agosto, das 16h às 18h, encerra a programação. A programação é atualizada pelo site e redes sociais do Instituto ao longo do período expositivo.

Amigo Tomie

O Programa de Amigos do Instituto Tomie Ohtake quer aproximar o público de um dos espaços de arte mais emblemáticos da cidade de São Paulo. Além de apoiar, o Amigo Tomie fará parte de uma comunidade conectada à arte, contará com benefícios especiais e experiências únicas. São três categorias de apoio, contribuindo com novas exposições, programas educativos, orçamento anual e manutenção do Instituto.

Serviço:

Casa Sueli Carneiro em residência

Abertura: 12 de junho, às 19h

Em cartaz de 13 de junho a 3 de agosto de 2025

De terça a domingo, das 11h às 19h – entrada franca

Instituto Tomie Ohtake

Av. Faria Lima, 201 (Entrada pela Rua Coropé, 88) – Pinheiros, SP

Metrô mais próximo: Estação Faria Lima/Linha 4 – Amarela

Fone: (11) 2245-1900

Site: institutotomieohtake.org.br

Facebook: facebook.com/inst.tomie.ohtake

Instagram: @institutotomieohtake

Youtube: https://www.youtube.com/@tomieohtake.

(Com Martim Pelisson/Instituto Tomie Ohtake)

Exposição “Corpo de Imagem” inaugura na Kobbi Gallery

São Paulo, por Kleber Patricio

Com curadoria de Fabrício Reiner, exposição reúne nomes consagrados da fotografia contemporânea brasileira. Foto: Antonio Freitas.

A Kobbi Gallery apresenta a exposição “Corpo de Imagem”, propondo ao público uma imersão nas possibilidades sensoriais e conceituais da fotografia. Com curadoria de Fabrício Reiner, a mostra reúne obras de Antonio Freitas, Antonio Saggese, Christiana Carvalho, Eidi Feldon, Helô Mello, Jorge Bodanzky, Juliana Naufel, Luiz Aureliano, Maurício Paranhos e Sheila Oliveira.

Partindo da provocação de Roland Barthes sobre o poder espectral da imagem fotográfica – aquilo que persiste, que assombra, que permanece como vestígio – a exposição se constrói como um campo de tensão entre presença e ausência, corpo e representação. Em vez de capturar um instante estático, as obras presentes reorganizam a percepção, interferem no olhar do espectador e expandem os limites do espaço expositivo.

A exposição Corpo de Imagem é uma reflexão sobre o lugar da imagem no mundo contemporâneo: seu poder de evocação, sua instabilidade, sua capacidade de provocar deslocamentos sensíveis e simbólicos.

A exposição propõe ao visitante uma experiência que vai além do visual, questionando: o que resta do corpo quando ele é transformado em imagem?

A exposição está disponível na Kobbi Gallery até 16 de agosto.

Serviço:

Exposição Corpo de Imagem

Curadoria: Fabrício Reiner

Local: Kobbi Gallery – São Paulo

Artistas: Antonio Freitas, Antonio Saggese, Christiana Carvalho, Eidi Feldon, Helô Mello, Jorge Bodanzky, Juliana Naufel, Luiz Aureliano, Maurício Paranhos, Sheila Oliveira

Exposição de 14 de junho a 16 de agosto.

(Fonte: MD Assessoria)