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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Pilotos e Comissários podem se aposentar com 20 anos de contribuição

Curitiba, por Kleber Patricio

Foto: Getty Images/Unsplash+.

Uma porta se abriu para que pilotos e comissários de voo possam se aposentar com vinte anos de contribuição, economizando 12 anos no caminho da aposentadoria se ingressando antecipadamente com o processo pode economizar até três anos e meio de tramitação na justiça. Quem alerta são as advogadas Ana Carolina da Silva Castro e Amanda de Melo Rezende Campos, do Escritório Silva Castro & Campos Advocacia e Consultoria, especialista em direto previdenciário. Isso graças a uma sentença inovadora proferida em 10 de março desse ano pela 17ª Vara de Curitiba reconhecendo o direito à aposentadoria especial para aeronautas com apenas 20 anos de contribuição e com isso criou-se um importante precedente judicial.

Segundo as advogadas, a decisão fundamenta-se no Decreto 83.080/79, que em seu anexo estipulava que aeronautas expostos à pressão atmosférica anormal poderiam ter direito à aposentadoria especial com apenas 20 anos de contribuição. Essa tese reflete o Princípio da Proibição do Retrocesso Social, garantindo que conquistas sociais dos trabalhadores não sejam reduzidas, especialmente quando envolvem saúde e integridade física.

Antes da reforma previdenciária de 2019, os aeronautas precisavam comprovar apenas 25 anos de trabalho em condições especiais para terem direito à aposentadoria especial, sem requisito de idade mínima. Este cenário mudou drasticamente com a reforma previdenciária. Pela nova norma, além dos 25 anos de trabalho em condições especiais, é necessário cumprir um dos seguintes requisitos adicionais: atingir 60 anos de idade ou alcançar 86 pontos na soma de idade e tempo de contribuição, dependendo da regra de transição aplicável ao caso concreto.

O Princípio da Proibição do Retrocesso Social é uma das bases mais importantes para a defesa da Tese dos 20 anos. Este princípio assegura que conquistas sociais, especialmente aquelas ligadas à proteção da saúde e da integridade física do trabalhador, não possam ser suprimidas por alterações legislativas posteriores.

No caso dos aeronautas, este princípio justifica a aplicação das normas mais benéficas, considerando os riscos inerentes à profissão e o direito à aposentadoria proporcional a estes riscos.

Mas Ana Carolina e Amanda advertem que quanto mais cedo os profissionais entrarem com o processo de aposentadoria pela via judicial, sem esperar completar os 20 anos, asseguram a possibilidade de se aposentar por esse precedente e economizar até três anos e meio de tramitação processual.

Sobre o Silva Castro & Campos Advocacia e Consultoria

Amanda Rezende Campos e Ana Silva Castro. Foto: Divulgação.

Formadas em PUC de Belo Horizonte as advogadas Ana Carolina da Silva Castro e Amanda de Melo Rezende Campos são especialistas em Direito Previdenciário com larga experiência no assunto. Amanda também é pós-graduada em direito contratual e trabalhista, autora do livro A responsabilidade civil dos pais por abandono afetivo dos filhos e orientadora no Instituto Brasileiro de Planejamento Patrimonial. Possui 12 anos de experiência como advogada, atendendo grandes empresas como a locadoras de veículos Unidas e mais de 1000 transportadoras no estado de Minas Gerais, além de ter atendido redes de Shopping Centers como a Multiplan. Hoje, junto com sua sócia, está focada no planejamento previdenciário estratégico e assessoria junto ao INSS.

(Com Jair Italiani)

Uma fusão gastronômica entre São Paulo e Ceará acontece em julho no Makena Hotel

Icaraizinho de Amontada, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação/Makena Hotel.

Reconhecida como o principal polo gastronômico da América Latina, São Paulo une a multiculturalidade em sua culinária devido às tradições de imigrantes ao redor do mundo. E quando essa criatividade encontra os sabores autênticos do litoral cearense, nasce uma experiência única à mesa. É essa troca cultural, que valoriza ingredientes frescos, sabores e técnicas de diferentes regiões, que movimenta a cozinha do Makena Hotel no dia 12 de julho. O hotel, referência em hospitalidade em Icaraizinho de Amontada, recebe o chef Dorival Ribas, do renomado restaurante paulistano Loup, para um jantar de 6 tempos em mais uma edição do “Makena Convida”.

O evento, destinado aos hóspedes e aqueles que fizerem reserva antecipada, mergulhará nos pratos de mais destaque do restaurante paulistano que se inspira nas cozinhas do mundo e prioriza ingredientes de qualidade. O jantar começa com as entradas, entre elas a famosa croqueta de jamón, lula recheada com farofa de migas e atum em crosta de ervas selado com purê de wasabi. Já para os pratos principais, os escolhidos foram peixe yemanjá com farofa de castanha de caju e arroz de pato à portuguesa com linguiça curada e azeitona pretas. Para finalizar, uma deliciosa sobremesa à base de pão de ló de amêndoas, com crème légère e morangos frescos, coberto de tuiles de merengue e calda de morango com gotas de óleo de manjericão.

Baiano de Cocos e radicado em São Paulo desde 1998, o chef Dorival Ribas construiu sua carreira em cozinhas renomadas como Crab, Capim Santo, Grupo Fasano e Cantaloup. Desde 2018, comanda o Loup Restaurante, no Jardim Paulistano, onde assina um menu sem fronteiras, que une técnicas da alta gastronomia, ingredientes de excelência e influências de diferentes culturas, sempre com olhar atento à essência brasileira. Já o Loup Restaurante tem como objetivo oferecer uma gastronomia sem fronteiras, com influência das mais variadas regiões do mundo. Sua culinária criativa o fez entrar para a lista de restaurantes recomendados pelo Guia Michelin em 2025.

Chef Dorival Ribas.

O Makena Hotel conta com apenas 13 acomodações espaçosas e projetadas para oferecer o máximo conforto ao hóspede, com experiências personalizadas. A região também é propícia para a realização de esportes aquáticos, como o kitesurf. O restaurante NUI é focado na culinária contemporânea com toques regionais, para valorizar ainda mais a cultura local.

As reservas, mediante a disponibilidade, podem ser feitas pelo telefone (85) 8134-2202. Mais informações também estão disponíveis no Instagram do hotel @makenahotel ou pelo site www.makenahotel.com.br.

Serviço Makena Hotel

Endereço: R. Joaquim Alves Parente – In, Amontada – CE

Telefone: (85) 98124-2202

Instagram: @makenahotel

Site: www.makenahotel.com.br.

(Com Cíntia Banús/CB PR & Mkt)

Miguel Nicolelis lança novas edições revisadas de suas obras mais conhecidas

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

O neurocientista, professor e pesquisador Miguel Nicolelis é um dos nomes mais respeitados do mundo em sua área. Para divulgar seu trabalho e disseminar a ciência com linguagem fácil e fluida, o autor escreveu livros como “Muito além do nosso eu”, que explora o potencial transformador da neurociência, e “Made in Macaíba”, sobre a história da implementação do Campus do Cérebro no interior do Nordeste. Agora, as duas obras ganham novas edições com projeto gráfico atualizado pelo selo Crítica da Editora Planeta.

No best-seller Muito além do nosso eu, Nicolelis reúne a base de seu estudo e explica como o cérebro cria o pensamento e por que aposta que o culto ao corpo será substituído pelo culto ao cérebro. Ele argumenta que, ao combinar essa visão com os avanços tecnológicos na decodificação do funcionamento neural, a neurociência poderá expandir a capacidade humana de maneiras quase inimagináveis, ultrapassando as limitações do corpo e do senso de eu. Recheado de gráficos e fotos, o livro aponta para os avanços nas pesquisas em neurociências que estão revolucionando o mundo. E que irão mudar para melhor o modo como vivemos.

Made in Macaíba é uma lição de vida e de empreendedorismo de quem continua acreditando no Brasil, narrando o retorno do cientista ao país decidido a ensinar e fazer ciência em uma das áreas mais pobres do Nordeste. Nicolelis não só concebeu o Campus do Cérebro, que mudou o cenário de uma enorme comunidade carente, mas também tem incentivado milhares de crianças a estudar e a acreditar que as oportunidades existem para todos. Resgatando a história, desde figuras como Oswaldo Cruz, Carlos Chagas, Alberto Santos Dumont, Lampião e José Praxedes, ele conta neste livro como isso é possível.

As duas reedições fazem parte de trilogia de não ficção completa com de O verdadeiro criador de tudo. Os livros podem ser lidos separadamente, juntos contam a história da teoria sobre a interface homem-cérebro e brainets.

FICHA TÉCNICA

Título: Muito além do nosso eu

Autor: Miguel Nicolelis

ISBN: 978-85-422-3329-2

Páginas: 496 p.

Preço livro físico: R$109,90

Selo Crítica, Editora Planeta

FICHA TÉCNICA

Título: Made in Macaíba

Autor: Miguel Nicolelis

ISBN: 978-85-422-3328-5

Páginas: 304 p.

Preço livro físico: R$81,90

Selo Crítica, Editora Planeta

SOBRE O AUTOR

Miguel Nicolelis é um dos neurocientistas mais respeitados no mundo. Professor Emérito da Universidade Duke, nos Estados Unidos, e fundador do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra e, mais recentemente, do Nicolelis Institute for Advanced Brain Studies, Nicolelis pesquisa há 40 anos os mistérios do cérebro humano. Durante a carreira, suas pesquisas foram capas das maiores revistas científicas, bem como dos maiores jornais do mundo. Usando uma de suas invenções, a interface cérebro‑máquina, um jovem paraplégico brasileiro, Juliano Pinto, desferiu o chute de abertura na Copa do Mundo do Brasil em 2014.

SOBRE O SELO CRÍTICA

Lançado na Espanha em 1976 e presente no Brasil desde 2016, o selo é referência em títulos de alta qualidade nas áreas de história, ensaios e divulgação científica. Com autores de renome internacional, como Niall Ferguson, Mary Beard e Noam Chomsky, também publica algumas das vozes mais influentes do pensamento brasileiro, incluindo Carlos Fico, Pedro Rossi, Tatiana Rossi e Marco Antonio Villa. Uma marca que combina excelência acadêmica com acessibilidade, trazendo ao público obras que informam, provocam e inspiram.

(Fonte: Editora Planeta)

Musical ‘Tim Maia – Vale Tudo’ volta aos palcos em 2025 em nova montagem

São Paulo, por Kleber Patricio

O musical “Tim Maia – Vale Tudo” volta aos palcos em 2025 em nova montagem, com linguagem mais moderna e dinâmica, e transforma o palco em uma grande celebração. A estreia acontece no Teatro Claro MAIS SP em outubro.

A primeira montagem da peça, de 2012, conquistou público e crítica, tornando-se um dos maiores sucessos do teatro musical brasileiro. A nova versão faz um tributo ao artista e promete emocionar tanto os fãs de longa data quanto uma nova geração que segue descobrindo o legado inesquecível de Tim Maia.

Baseada no livro homônimo de Nelson Motta – e com curadoria de Carmelo Maia –, a peça percorre a trajetória de Tim Maia desde a juventude no Rio de Janeiro, às amizades com artistas do calibre de Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Elis Regina, Jorge Ben etc., até a consagração como um dos maiores nomes da música brasileira.

Permeado por sucessos atemporais, como “Não Quero Dinheiro (Só Quero Amar)”, “Azul da Cor do Mar”, “Vale Tudo”, “Gostava Tanto de Você”, “Acenda o Farol” e tantos outros que compõe a trilha do espetáculo (no total são 20 hits que o público, certamente, saberá cantar do começo ao fim), a obra recria momentos emblemáticos da carreira do nosso “rei do soul”.

‘Tim Maia – Vale Tudo – o musical’ é apresentado por BB Seguros e tem patrocínio de Livelo. A produção fica a cargo de Del Claro Produções, Grupo Live e Carmelo Maia. A coprodução é de Seroma Produções e Edições Ltda. e Vitória Régia Discos Ltda. A realização é do Ministério da Cultura e do Governo Federal por meio da Lei de Incentivo à Cultura.

Mais informações sobre venda de ingressos e elenco serão divulgadas em breve.

Redes sociais:

@valetudotimmaia

@delclaroproducoes

@carmelomaia.

(Com Guilherme Oliveira/Agência Taga)

Espetáculo “Felizarda” reflete sobre a hiperprodutividade e os abismos da comunicação

São Paulo, por Kleber Patricio

Elenco de “Felizarda”. Foto: André Nicolau.

Ser a ‘felizarda’ por conseguir a vaga de emprego. Trabalhar. Ter colegas de mesa. Mas para qual função? Para fazer o quê? Em um mundo cada vez mais voltado à produtividade sem descanso, o novo espetáculo, dirigido por Beatriz Barros com idealização das atrizes Bella Camero e Louise D’Tuani, foi escrito por Cecilia Ripoll e reflete sobre tais impactos na vida em sociedade. “Felizarda” faz uma temporada de estreia gratuita no TUSP Maria Antonia (R. Maria Antônia, 294 – Vila Buarque, São Paulo) até dia 29 de junho, com sessões de quinta a sábado, às 20h, e, aos domingos, às 18h.

O projeto começou com a vontade de as atrizes Bella e Louise trabalharem juntas. A partir desse encontro, procuraram a escritora e dramaturga Cecília Ripoll, que apresentou algumas ideias e possibilidades de texto. “Buscávamos algo para montarmos, que fosse atual e falasse da sociedade hoje, sem perder o humor. Acho que conseguimos desenvolver junto essa peça”, coloca Louise D’Tuani.

Na trama, uma pessoa começa a trabalhar em uma empresa cujo produto ela desconhece. Enquanto tenta incessantemente descobrir o que, afinal, está vendendo, a protagonista precisa lidar com as mais variadas neuroses e histerias típicas do nosso tempo. Sintomas psíquicos brotam ao ritmo frenético da hiperprodutividade e dos abismos da comunicação, apresentando um retrato tragicômico da sociedade contemporânea.

Os personagens não têm nomes. “Queremos mostrar que, pela lógica do mundo corporativo, somos todos facilmente substituíveis. Por isso, os atores e as atrizes são designados apenas como: Vizinho de Mesa, Mentora, Felizarda e Esposa da Felizarda”, conta a atriz Bella Camero. Em cena também estão Louise D’Tuani, Sidney Santiago Kuanza e Sol Menezzes. A direção de movimento e a preparação corporal são de Ariel Ribeiro.

Sobre a encenação

Na encenação, situações profissionais e pessoais se misturam a todo o momento. O trabalho passa a ocupar cada vez mais aspectos da vida, eliminando a fronteira entre os dois universos. Por esse motivo, a cenografia de Pedro Levorin é formada por elementos que evocam tanto a empresa quanto a casa da Felizarda. A luz assinada por Wagner Antônio segue o mesmo caminho. Nesse contexto opressivo, construir vínculos torna-se um grande desafio. “Cada personagem tem a sua forma de expressão, seus trejeitos, um vocabulário muito bem estabelecido. Essa foi uma maneira de falarmos sobre nossa dificuldade de comunicação e como isso impacta as relações”, comenta a diretora Beatriz Barros.

Esses aspectos também se refletem na trilha sonora de Dani Nega. Inspirada pelo improviso do jazz, a artista criou linhas melódicas específicas para os personagens, como se a cada um fosse atribuído um instrumento musical próprio.

Ariel Ribeiro, responsável pelo figurino, com sua pesquisa Zootomia, desenvolveu para cada personagem peças que mostram os corpos contemporâneos e os possíveis colapsos que podem reverberar em sociedade.

Felizarda questiona a facilidade com que entramos na lógica do sistema, sem problematizar absolutamente nada. Nenhum dos colaboradores sabe o que a empresa faz, mas ninguém assume isso. Nem mesmo a personagem-título tem a coragem de dizer isso para a esposa.

Felizarda: Amor, tenho duas notícias. Uma boa e uma ruim. A boa é que fui contratada pra vaga com o melhor salário. A ruim é que a vaga é um pouco vaga / Não / Amor, tenho duas notícias. Uma boa e uma ruim. A boa é: consegui o emprego. A ruim é: não sei qual é o emprego / Não…Amor, uma ótima notícia!

Esposa: Eu também tenho!

Felizarda: O quê?

Esposa: Uma ótima notícia.”

Trecho da dramaturgia de Felizarda, de Cecilia Ripoll

“Estamos tão focados em provar que podemos ser eficientes e produtivos 24 horas por dia que nos alienamos. Não nos conectamos mais nem com os nossos sentimentos e nem com as outras pessoas. Assim, ficamos cada vez mais sozinhos”, defende Louise.

Apesar do tema denso, o texto é permeado por muita ironia e humor. De acordo com Beatriz, o trabalho é definido como uma distopia contemporânea não situada no tempo, ou seja, não existem elementos muito característicos de um período histórico. A narrativa se encaixaria bem no passado, no presente ou no futuro.

Sinopse | Felizarda é contratada por uma empresa, mas não sabe exatamente para quê. Enquanto tenta entender qual é sua função, vê-se cercada por neuroses e angústias típicas de um mundo hiperprodutivo, onde a comunicação falha e o trabalho invadem todas as esferas da vida. A partir de situações absurdas e cotidianas, o espetáculo traça um retrato tragicômico da alienação contemporânea.

Ficha Técnica

Elenco: Bella Camero, Louise D’Tuani, Sidney Santiago Kuanza, Sol Menezzes

Direção: Beatriz Barros

Idealização: Bella Camero e Louise D’ Tuani

Assistência de Direção: Castilho

Texto: Cecilia Ripoll

Direção de Movimento e preparação corporal: Ariel Ribeiro

Cenografia e projeto gráfico: Pedro Levorin

Figurino: Elias Kalleb

Assistente de figurino: Brun Pereira

Luz: Wagner Antônio

Assistência de iluminação: Marina Meyer

Trilha original: Dani Nega

Operação de som: Abismo de Bibi

Fotos: André Nicolau

Assessoria de Imprensa: Canal Aberto – Márcia Marques, Daniele Valério e Flávia Fontes

Produção: Corpo Rastreado | Gabs Ambròzia.

Serviço:

Felizarda

Data: até 29 de junho, de quinta a sábado, às 20h, e, aos domingos, às 18h

Local: TUSP Maria Antônia – R. Maria Antônia, 294 – Vila Buarque

Ingressos: gratuitos | Retirada 1h antes na bilheteria

Telefone: (11) 2648-5222

Duração: 90 minutos

Classificação: 14 anos.

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Assessoria de Imprensa)