Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Musical “O Mágico de Oz”, com direção de Billy Bond, leva versão repaginada à Vibra São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Bianca Tatamiya.

Para celebrar os 22 anos da primeira montagem no repertório da Black & Red Produções, o clássico musical “O Mágico de Oz” – Versão 2025, dirigido por Billy Bond, retorna em grande estilo a São Paulo. A megaprodução terá apenas duas apresentações especiais, no dia 9 de julho, às 11h e 15h (com audiodescrição e libras), no palco da Vibra São Paulo, uma das principais casas de shows e espetáculos do país. No papel da icônica Dorothy, a talentosa Paula Canterini conduz o público por essa viagem mágica repleta de emoção e fantasia.

A montagem volta à capital paulista também presta homenagem ao centenário de Judy Garland, atriz que eternizou Dorothy no cinema e se consagrou como uma das maiores artistas de todos os tempos. Completados em 2022, os 100 anos de nascimento de Garland são celebrados nesta peça que reforça seu legado como cantora, atriz e ícone da cultura mundial.

Os ingressos custam a partir de R$19,80 e estão à venda em uhuu.com e pontos autorizados. Mais informações no serviço abaixo.

O Mágico de Oz, dirigido por Billy Bond, foi um dos primeiros grandes musicais a chegar ao Brasil, com estreia realizada em setembro de 2003, na Via Funchal. Naquele tempo, o espetáculo já contava com mais de 40 pessoas em cena, cenários rotativos e figurinos elaborados. Os personagens principais do espetáculo ganharam quatro capas da Revista Veja. Nessa trajetória, entre os atores que interpretaram o personagem-título estão Carlos Capeletti, Diego Luri e Felipe Tavolaro. O Homem de Lata foi vivido pelo ator argentino Franco Masine (hoje na série Rebelde, da Netflix), em Buenos Aires, em 2019.

O musical transporta para o palco a obra de L. Frank Baum, de 1900, criador de um dos mais populares livros escritos na literatura americana infantil. Trata-se da história de Dorothy e seu cãozinho Totó, que são levados por um terrível ciclone de uma fazenda no Kansas, nos Estados Unidos, até o Mundo de Oz. Uma terra mágica e distante, além do arco-íris.

O filme, de mesmo título, é conhecido como um dos primeiros no cinema a usar bem as cores, em uma época onde quase tudo era preto e branco. Foi também considerado o melhor filme musical de todos os tempos, pelo American Film Institute.

Italiano naturalizado argentino, Billy Bond é um dos mais talentosos diretores de musicais em atividade no Brasil, responsável por produções como Les Miserables, Rent, O Beijo da Mulher Aranha, Um Dia na Broadway, além de espetáculos que encantam famílias há anos, como Cinderella, Alice no País das Maravilhas, Peter Pan, Natal Mágico, A Bela e a Fera, entre outros.

Superprodução

Com diálogos e músicas cantadas em português, criadas especialmente para esta versão, o musical é rico em efeitos especiais, como o vento produzido por ventiladores de grandes dimensões que fazem o público se sentir como a menina Dorothy: no interior de um ciclone.

Entre os recursos cênicos que transportam o espectador para o interior da cena, destaque para os telões de led de altíssima resolução e projeções de videomapping, além de equipamentos em 4D, usados para envolver e encantar a plateia, como efeitos especiais que simulam folhas secas de papoulas caindo. O público vai sentir também o perfume das flores e os aromas da floresta.

A produção do musical conta com 200 profissionais, entre eles 50 atores e técnicos. O espetáculo reúne mais de 100 figurinos, trocas de cenários, cinco toneladas de equipamentos e efeitos visuais.

Sobre Billy Bond 

O diretor é um dos mais importantes encenadores de musicais para a família em atividade no Brasil. Nome de destaque no cenário do showbizz, o artista italiano naturalizado argentino fez carreira no Brasil. É responsável também por produções como Peter Pan, Branca de Neve, After de Luge, Rent, Les Miserables e O Beijo da Mulher Aranha, entre outras. Hoje, à frente da Black & Red Produções, descobriu uma nova fórmula para produzir e dirigir musicais de sucesso que arrebatam cerca de 900 mil espectadores pelo Brasil.

Ficha Técnica

Adaptação: Billy Bond e Lilio Alonso.

Direção de Cena: Marcio Yáccof.

Assistentes de Produção: Paula Canterini, Luana Marthin e Ítalo Rodrigues.

Coreografia: Ítalo Rodrigues.

Direção Vocal: Thiago Lemmos.

Direção Musical: Bond e Villa.

Figurinos: Carlos Alberto Gardin.

Realização de Figurinos: Anna Cristina Cafaro Driscoll, Benedita Calistro, Hilda de Oliveira, Israel Alves.

Caracterização e Maquiagens: Beto França.

Perucas e postiços: Inês Sakai, Eurico Sakai.

Camareiras de Figurinos: Meire Serra, Miriane Serra, Dilu Carvalho.

Cenários e Adereços: Silvio Galvão.

Transporte de Figurino: Amilton Rodrigues de Carvalho e Caio Bragha.

Efeitos especiais: Gabriele Fantine.

Filmes e animações: George Feller e Lucas Médici.

Mappings: Nicolas Duce.

Fotos: Bianca Tatamiya

Diretor técnico: Isaac Tibúrcio

Direção de Produção: Andréa Oliveira.

Direção Geral: Billy Bond.

Serviço:

São Paulo

Espetáculo musical O Mágico de Oz – versão 2025

ProNAC 2310173

Lei Federal de Incentivo à Cultura

Apresentado por: Youse Seguros

Produção: Black & Red Produções

Realização: Opus Entretenimento e Ministério da Cultura, Governo Federal – Brasil, União e Reconstrução

Data: 9 de julho (terça-feira)

Local: Vibra São Paulo

Endereço: Av. das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida, São Paulo

Sessões: 11h e 15h (com libras e audiodescrição)

Classificação: LIVRE

Duração: 120 minutos

Setores:

Cadeira Vip: a partir de R$ 100,00+ taxas

Cadeira Setor 1: a partir de R$ 80,00+ taxas

Cadeira Setor 2: a partir de R$ 70,00+ taxas

Poltrona Central: a partir de R$ 60,00+ taxas

Poltrona Lateral: a partir de R$ 50,00+ taxas

Camarote Central: a partir de R$ 70,00+ taxas

Camarote Lateral: a partir de R$ 60,00+ taxas

Plateia Sup 1: a partir de R$ 19,80+ taxas

Plateia Sup 2: a partir de R$ 19,80+ taxas

Ingressos online: uhuu.com

Pontos de venda:

A Uhuu é o canal oficial de vendas deste evento. Não nos responsabilizamos por ingressos adquiridos fora dos canais oficiais.

Bilheteria Vibra São Paulo • Sem incidência de Taxa de Serviço

Avenida das Nações Unidas 17955 • Vila Almeida • São Paulo – SP.

Horário de funcionamento bilheteria Vibra SP – Segunda-feira a Sexta-feira 12h às 15h e das 16h às 19h.Sábados, domingos e feriados – FECHADO, salvo em dias de show com horário das 14h até o início do show.

Bilheteria do Teatro Bradesco • Sem incidência de Taxa de Serviço

3º Piso do Bourbon Shopping São Paulo

Rua Palestra Itália, nº 500 • Loja 263 • 3° Piso I Perdizes • São Paulo • SP

Horário de funcionamento: segunda-feira a domingo das 12h às 15h e das 16h às 20h. Em dias de evento o funcionamento será a partir das 12h até o final do evento.

Bilheteria do Teatro Sabesp Frei Caneca • Sem incidência de Taxa de Serviço

7º Piso do Shopping Frei Caneca

Rua Frei Caneca, nº 569 • 7° Piso I Consolação • São Paulo • SP

Horário de funcionamento: terça-feira a domingo das 12h às 15h e das 16h às 19h e segunda-feira bilheteria fechada.

Formas de pagamento:

Internet: Pix e Cartões Visa, Master, Diners, Hiper, Elo e American.

Bilheteria: Dinheiro, Pix, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo,

Parcelamento no cartão de crédito: até 1x sem juros, de 2x até 12x com juros

Os ingressos e-Ticket em arquivo .PDF são entregues automaticamente ao e-mail do titular do pedido em até 30 minutos após o recebimento da confirmação de compra. Apresente no acesso do evento. Caso não tenha recebido o e-mail, verifique também sua caixa anti-spam.

Descontos:

50% Idosos: (com idade igual ou superior a 60 anos): Lei Federal nº 10.741/2003 (Estatuto do Idoso) – obrigatória apresentação de identidade ou documento oficial com foto que comprove a sua condição;

50% Estudantes: Os estudantes terão direito ao benefício da meia-entrada mediante a apresentação da CIE no momento da aquisição do ingresso e na portaria ou na entrada do local de realização do evento. Podendo ser emitida por entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos, mesmo que estas entidades não estejam filiadas a ANPG, UNE e Ubes.  Consulte também: www.documentodoestudante.com.br.

50% para pessoas com deficiência e acompanhante quando necessário: Conforme a Lei Geral da Meia-Entrada (Decreto nº 8.537/15, que regulamenta a Lei 12.933/13), mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.

50% Professores da rede pública estadual e das redes municipais de ensino: carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto, conforme a Lei Estadual nº 14.729/12.

50% Diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes estadual e municipais: Conforme a Lei Estadual nº 15.298/14, mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto.

50% jovens pertencentes a famílias de baixa renda, com idades de 15 a 29 anos

Conforme a Lei Geral da Meia-Entrada (Decreto nº 8.537/15, que regulamenta a Lei 12.933/13), mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.

50% APOSENTADOS – Apresentar documento de identidade oficial com foto e cartão de benefício do INSS que comprove a condição. Conforme Lei Municipal SP n°12.325/1997.

O benefício de meia-entrada é assegurado para 40% do total de ingressos disponíveis para cada evento, conforme o Decreto nº 8.537/15.

Demais descontos:

40% de desconto para Sócios Clube Opus, limitado a 02 ingressos por sócio, limitado a 5% por setor. Confira a disponibilidade de setores. Válido para compras através do site e bilheteria, mediante a informação do CPF no ato da compra. Desconto não acumulativo. Ainda não é sócio? Cadastre-se já através do site e garanta seu ingresso com desconto! Maiores informações em clubeopus.com consulte eventos disponíveis

Atenção:

– Os descontos não são cumulativos, devendo ao beneficiário optar pelo desconto de sua preferência, mediante a apresentação de documentos que comprovem o direito.

– Os documentos para validação de descontos deverão ser apresentados no ato da compra e no dia da sessão adquirida, na portaria do evento. Nas compras feitas através da internet, a apresentação do(s) documento(s) de comprovação será exigida no acesso ao evento.

– Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no acesso ao evento, será exigido o pagamento da diferença de valor dos mesmos.

Estacionamento VIBRA São Paulo:

Para maior comodidade, os clientes podem adquirir o estacionamento conveniado no local de forma antecipada através do link https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/estacionamento-vibra-sao-paulo-12536.

Objetos proibidos: cigarro eletrônico; câmeras fotográficas ou filmadoras profissionais, Go-Pro (ou similares); cartazes de qualquer tipo; bandeiras e faixas com mastro; guarda-chuvas; bebidas alcoólicas; materiais ou objetos que possam causar ferimentos; armas de fogo ou branca de qualquer espécie; fogos de artifício; copos de vidro ou qualquer outro tipo de embalagem; papel em rolo, jornais e revistas; capacetes de motos ou similares; correntes, cinturões e pingentes; roupas ou acessórios com partes pontiagudas que podem machucar; drogas ilegais, substâncias tóxicas, medicamentos sem receita médica ou produtos compartilhados com outras pessoas por motivos médicos (*quem precisar levar os medicamentos, deve apresentar receita médica em seu nome); desodorante, cosmético ou perfume em recipientes com volume superior a 90 ml; materiais destinados à fabricação de bombas ou que possam causar incêndios; lasers, walkie-talkie e drones; pistolas de água, cadeiras, panfletos e adesivos; utensílios de armazenagem; cadeiras ou bancos; bastão para tirar foto; buzinas de ar; mochilas ou bolsas maiores do que 20x30cm; outros objetos que possam causar riscos, dano ou importunação, sujeitos ao critério da produção, segurança e policiamento no local.

(Com Costábile Salzano/Opus Entretenimento)

Brasil recicla 410 mil toneladas de embalagens PET

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Erik Mclean/Unsplash.

O Brasil reciclou 410 mil toneladas de embalagens PET pós-consumo em 2024, um volume 14% superior às 359 mil toneladas registradas em 2022, de acordo com a 13ª edição do Censo da Reciclagem do PET no Brasil. As informações foram divulgadas em março, em São Paulo, pela Associação Brasileira da Indústria do PET (ABIPET).

O Censo também mostra que a indústria da reciclagem do PET manteve a sua solidez, com um faturamento da ordem de R$ 5,66 bilhões, ou 32% de todo o faturamento do setor, representando forte geração de renda para a base da pirâmide social: aproximadamente 40% desse total permanece com catadores, cooperativas e sucateiros.

O volume de reciclagem e o faturamento são consequência de investimentos em capacidade instalada e do desenvolvimento de demanda para o material reciclado, a partir de um trabalho feito a pelo menos três décadas pela indústria. O setor, no entanto, vive um desafio. A falta de uma política pública consistente de coleta seletiva está impedindo que as embalagens descartadas pelos consumidores tenham uma destinação correta. “As empresas recicladoras chegam a atuar com uma ociosidade média de 23%, chegando a picos de até 40%”, afirma Auri Marçon, presidente executivo da ABIPET. “Com isso, a indústria de reciclagem do PET está chegando no seu limite, por não ter a matéria-prima necessária para seus processos produtivos, ao mesmo tempo em que toneladas de embalagens são destinadas aos aterros comuns ou descartadas incorretamente no meio ambiente.”

Circularidade em alta: de uma garrafa para outra

A embalagem PET também continua intensificando uma imagem de grande circularidade. Em 2024, o principal destino da resina reciclada – 37% do total – foi a fabricação de uma nova embalagem (preformas e garrafas), utilizadas principalmente pela indústria de água, refrigerantes, energéticos e outras bebidas não alcoólicas, dentro do sistema bottle to bottle grau alimentício. No último levantamento, esse segmento de mercado já havia chegado à liderança, com um índice de 29%. “Esse crescimento decorre da demanda de grandes usuários da embalagem PET, que confiam nas qualidades e características do material e mantiveram o seu compromisso com a sustentabilidade, mesmo em um período em que a resina reciclada é comercializada por um valor acima do produto virgem”, afirma o presidente executivo da ABIPET.

O setor têxtil vem em segundo lugar entre os maiores usuários, com um consumo de 24% de todo o material reciclado, seguido pela indústria química (13%), lâminas & chapas (13%), fitas de arquear (10%) e outras aplicações que somam 3% do total.

Design pela reciclagem e pelo meio ambiente

Um memorando inédito firmado nesta segunda-feira (24/3) também buscará incentivar o desenvolvimento de embalagens PET com alto valor para a reciclagem, dentro do princípio de “design for environment”, ampliando a circularidade do produto, gerando renda para a base da pirâmide. Participam desse acordo a própria ABIPET, a Associação Brasileira das Indústria de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas (ABIR), a Associação Brasileira da Indústria do Óleo Vegetal (ABIOVE) e a Associação Nacional dos Catadores (ANCAT).

A ABIPET fez a atualização das Diretrizes para a Reciclabilidade da Embalagem PET, com o apoio das demais entidades empresariais, que também ficarão responsáveis pela sua divulgação e sensibilização de seus associados. A ação busca evitar o desenvolvimento e a produção de embalagens mal projetadas, que não são aproveitadas pelos catadores e recicladores e acabam virando resíduos que são direcionados aos aterros comuns.

A ANCAT será responsável por identificar, junto às cooperativas associadas, quais são as embalagens sem atratividade para reciclagem – e suas respectivas marcas – para que sejam buscadas soluções para o problema. “Sabemos que a reciclabilidade da embalagem começa no seu projeto, uma vez que as características do corpo, rótulo e tampa influenciam diretamente no reaproveitamento pós-consumo. O lançamento da nova edição das Diretrizes tem o objetivo de colaborar e alertar os profissionais ligados a essa fase do processo sobre as consequências de suas escolhas, mesmo antes da embalagem chegar ao mercado”, afirma o presidente executivo da ABIPET, Auri Marçon.

Luz científica no debate sobre sustentabilidade

O Censo da Reciclagem do PET no Brasil e o relançamento das Diretrizes para a Reciclabilidade da Embalagem PET fazem parte de um amplo trabalho desenvolvido pela ABIPET, para jogar luz científica sobre a discussão da circularidade, a sustentabilidade e o impacto ambiental das embalagens.

Nesse sentido, a Associação já havia colocado à disposição do mercado o estudo de Avaliação de Ciclo de Vida do PET (ACV do PET), lançado no final de 2024, que mostra a ampla vantagem do ponto de vista ambiental do PET em relação às embalagens de vidro, alumínio e aço. Pela primeira vez no Brasil, um trabalho como este foi realizado com base no Inventario do Ciclo de Vida, considerando dados primários de toda cadeia produtiva no Brasil.

Além disso, contou com ampla validação técnica e científica externa, do Centro de Tecnologia de Embalagens, do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL/CETEA), ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, além do apoio da participação ativa da Associação Brasileira da Indústria de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas (ABIR) e da Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (ABIOVE), além de importantes contribuições de empresas destes setores.

Os dados ainda foram submetidos à revisão crítica feita por especialistas de grandes universidades brasileiras, a fim de assegurar que os resultados para as afirmações comparativas estejam de acordo com os requisitos de qualidade da norma ABNT NBR ISSO 14040:2009 e ABNT NBR ISSO 14044:2006.

Conferência Internacional em São Paulo

Os anúncios feitos pela ABIPET são feitos durante a edição 2025 do PETtalk – Conferência Internacional da Indústria do PET, que reúne nesta segunda-feira (24/3) as mais importantes empresas do mercado de embalagens PET, do Brasil e do mundo, e alguns dos seus mais relevantes executivos e especialistas. O evento traz informações mercadológicas e palestras focadas em inovação, sustentabilidade, tendências e novidades do setor.

O PETtalk é reconhecido internacionalmente como espaço para a troca de informações atualizadas e a apresentação das mais modernas tecnologias aplicadas pelo setor. Esta edição também conta com a participação das associações internacionais – a norte-americana NAPCOR e a europeia PETCORE – que trazem uma visão do mercado de embalagens PET nos Estados Unidos, Canadá, México e Comunidade Europeia.

O PETtalk conta com o patrocínio das maiores empresas globais do setor – Alpek, Amcor, Engepack, Indorama Ventures, Valgroup, Cirklo, Husky, Krones e Polymetrix – além do apoio da Coca Cola, uma das maiores usuárias da embalagem PET para envase de seus produtos, com importantes projetos ligados à reciclagem e práticas ESG. O evento também conta com o apoio institucional das principais entidades representativas do setor.

Sobre a Abipet

Fundada em 1995, a Associação Brasileira da Indústria do PET (ABIPET) é uma entidade sem fins lucrativos que reúne a cadeia produtiva do setor de PET: fabricantes de resina, embalagens, equipamentos e recicladores de PET. A Entidade representa aproximadamente 80% da indústria no Brasil e é a maior do segmento em toda a América Latina. Tem como objetivos promover a utilização e reciclagem das embalagens de PET, incentivar o desenvolvimento tecnológico, aplicações para o material reciclado e divulgar as ações do setor. Saiba mais sobre a ABIPET e a reciclagem do PET no Brasil em www.abipet.org.br.

(Com Adriane do Vale/Oboé Comunicação)

Amor no espectro: Os desafios e encantos do namoro entre pessoas autistas

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

No Dia dos Namorados, quando o amor ganha vitrines, propagandas e timelines coloridas, um tipo de relacionamento ainda é pouco compreendido — e muitas vezes invisibilizado: o namoro entre pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Ao contrário do que muitos pensam, pessoas autistas amam, se apaixonam, desejam conexão e buscam vínculos afetivos reais. Mas, por trás de cada casal autista ou relacionamento misto (entre uma pessoa neurodivergente e uma neurotípica), existem nuances emocionais, desafios de comunicação e preconceitos sociais que ainda precisam ser superados.

Para quem está no espectro, expressar sentimentos pode ser diferente. Gestos românticos, sutilezas, ou “jogos de conquista” nem sempre fazem sentido — e isso, longe de ser um obstáculo, pode tornar os vínculos mais autênticos, diretos e profundos. A comunicação, muitas vezes mais literal e transparente, pode gerar estranhamento, mas também honestidade rara nos relacionamentos amorosos. “A sociedade ainda olha para o autista como alguém eternamente infantilizado, como se fosse incapaz de viver um romance. Isso é desumanizador. O amor está presente em todas as fases da vida, inclusive no espectro”, explica a Dra. Gesika Amorim, pediatra, pós-graduada em Neurologia e Psiquiatria, com especialização em Tratamento Integral do Autismo e Neurodesenvolvimento.

Além disso, o namoro autista envolve acordos únicos. Questões sensoriais, rotina, toques físicos e ambientes sociais são discutidos de forma aberta, o que favorece o respeito mútuo. Por outro lado, a pressão para “performar” um relacionamento dentro dos moldes tradicionais pode causar sofrimento psíquico, ansiedade ou até isolamento.

Apesar de todas essas particularidades, o namoro entre pessoas com TEA é tão real e significativo quanto qualquer outro. E, como qualquer casal, o que sustenta a relação são afeto, respeito, admiração e comunicação — mesmo que em códigos diferentes. “Em datas românticas, a melhor forma de celebrar o amor é expandindo o olhar e reconhecendo que o romantismo no espectro não precisa se encaixar em padrões. Ele apenas precisa ser compreendido”, finaliza Dra. Gesika Amorim.

(Com Mateus Machado/ADIM)

A Esquina que Neva: um palacete centenário, calor nos pratos e magia no centro de Curitiba

Curitiba, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

Em pleno centro histórico de Curitiba, onde prédios centenários contam histórias em cada detalhe da fachada, a tradição acaba de ganhar um toque de encanto inédito: está nevando na esquina da Dr. Muricy com a Augusto Stelfeld. Não é exagero — é a Cantina Baviera, um restaurante que tem nome alemão, alma italiana e um toque francês, que há mais de 50 anos celebra a cultura, a gastronomia e os invernos curitibanos — e que agora convida a cidade a reviver a magia das raras nevascas que marcaram sua memória.

Instalada em um palacete europeu de 1928 (ano da maior nevada já registrada na cidade) a Baviera trouxe um sistema que simula neve com realismo impressionante. Os flocos caem suavemente, criando um cenário que transporta os visitantes para as ruas de Milão ou para as montanhas do norte da Itália — sem sair da capital mais fria do país.

É mais que um efeito. É um resgate do orgulho curitibano de vestir casacos pesados, respirar o ar gelado e transformar o inverno em poesia urbana. A cada floco que cai, um convite: sinta, celebre, aqueça-se com sabor e memória.

E enquanto a neve dança lá fora, dentro da velha cantina um dos fornos a lenha mais antigos de Curitiba acolhe os visitantes com um calor que é quase um abraço. As massas artesanais, o tradicional filé do patrão, o parmegiana com farofa de ovos, o calzone e a famosa sopa de cebola são servidos da mesma forma há 53 anos.

Porque o frio, em Curitiba, pode ser delicioso — e vivido com elegância.

Serviço:

Cantina Baviera

Av. Dr. Muricy, esquina com Augusto Stelfeld

Almoço: segunda a sexta, das 11h30 às 14h30

Neve ativada diariamente nos horários de pico

Ideal para fotos, encontros e momentos de inverno

@cantinabaviera.

(Com Jana Fogaça/Agência Descomplica)

O destino de uma família marcado pela máfia

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro. Foto: Divulgação/LC Design & Editorial.

Bruno é um trabalhador humilde e honesto, e junto com sua família mantinha uma vida pacata e comum até ser envolvido na máfia siciliana de forma repentina. Protagonistas de “O Capo da Máfia: Destino Marcado”, escrito por Marcelo Voigt Bianchi, eles precisam encontrar maneiras de sobreviver quando se deparam com uma teia complexa de assassinatos, crimes, corrupção e conflitos entre pessoas poderosas.

Após um evento trágico que impacta a vida de todos, os personagens se refugiam em Nova Iorque, onde descobrem que o perigo continua perto. Ainda com os traumas dos eventos passados, confrontam a opressão do “Dono do Bairro” onde moram, a violência das gangues juvenis e um sindicato corrupto. Tudo isso enquanto vivenciam as dificuldades de comunicação em um idioma distinto, os percalços da adaptação a um novo contexto cultural e a busca por ressignificar a vida após grandes mudanças.

Com personalidades marcantes, cada um dos Graziani ganha destaque na trama e se conecta com os leitores por enfrentar dilemas essencialmente humanos. Bruno é o patriarca, que luta por uma vida digna para a família, e Isabel é a matriarca, cuja sensibilidade é imprescindível nos períodos de tensão. Já os filhos são Rute, Geovani, Maria, Domênico e Vincenzo – os dois últimos eventualmente assumem as rédeas da família.

A investida do Don era uma intimação e não uma simples pergunta. Bruno pensou muitas coisas enquanto o Don proferia o seu pequeno discurso. Sabia que seu ex-patrão já havia empregado alguém no seu lugar, e, na Sicília, emprego era uma coisa rara no ano de 1911. Tudo o levava a crer que estaria desempregado se não aceitasse aquela proposta. Além disso, nunca soube que Vitório Panagio era dono daquelas terras e os demais moradores daquelas redondezas também não. A única coisa que sabia era que corria perigo a partir daquele momento. (O Capo da Máfia: Destino Marcado, p. 16)

Ao longo do livro, a narrativa se divide em três vertentes para aumentar o suspense: a descoberta de Mazza, o dono do bairro, sobre o passado dos Graziani na Sicília; as retaliações da gangue juvenil com Domênico; e o risco à vida deles quando o chefe do Sindicato dos Portos decide reprimir os trabalhadores. Entre capítulos curtos, a obra se desenrola com diversos cliffhangers para envolver o público na busca por mais informações sobre o que acontecerá nas páginas seguintes.

Com um extenso embasamento histórico, O Capo da Máfia: Destino Marcado retrata os principais problemas da Europa e dos Estados Unidos na década de 1910, como a Primeira Guerra Mundial. Compromissado com os fatos, Marcelo Voigt Bianchi também discorre sobre as condições sociais da população na época e mostra os detalhes da formação de regiões como a Sicília. Em uma viagem ao passado, a publicação conduz os leitores por um mundo repleto de conflito no qual os personagens ousam encontrar motivos para continuarem vivos apesar da constante batalha pela sobrevivência.

FICHA TÉCNICA

Título: O Capo da Máfia

Subtítulo: Destino Marcado – parte 1

Autor: Marcelo Voigt Bianchi

ISBN: 978-65-5278-129-1

Páginas: 248

Preço: R$ 65,88 (físico) | R$ 19,99 (e-book)

Onde comprar: Amazon | Clube de Autores.

Foto: Divulgação/Marcelo Voigt Bianchi.

Sobre o autor: Empresário contábil e co-fundador da ATLAS Contabilidade, que está há mais de 30 anos no segmento, Marcelo Voigt Bianchi é grande referência no setor. Com formações pela Fundação Getúlio Vargas e pela ISCTÈ – Instituto Universitário de Lisboa, ele é mentor, conselheiro empresarial e de entidades, palestrante e filantropo. Em paralelo, investe na carreira de escritor e publicou O Capo da Máfia: Destino Marcado – parte 1, primeiro livro de uma trilogia. O volume 2 da série está previsto para ser lançado no segundo semestre de 2025 e abordará a chegada do poder pelos fascistas na Itália e a perseguição à Máfia, a Lei Seca e o crescimento radical da Ku Klux Klan nos Estados Unidos.

Redes sociais do autor:

Instagram: @marcelovbianchi | @ocapodamafia

LinkedIn: /mvoigtbianchi

Facebook: /mvoigtbianchi

Sites do livro: https://www.ocapodamafia.com.br/.

(Com Maria Clara Menezes/LC Agência de Comunicação)