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Paulo Ricardo e Seu Jorge apresentam “Sangue Bom”, parceria inédita que propõe reflexão sobre a violência contra mulheres e crianças

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Após mais de uma década de desenvolvimento e aprovação da família de Marvin Gaye, canção ganha versão em português e chega acompanhada de videoclipe. Foto: Bella Pinheiro.

Em um momento em que a violência contra mulheres e crianças segue entre os temas mais urgentes da sociedade, Paulo Ricardo e Seu Jorge unem suas vozes pela primeira vez em “Sangue Bom”. O novo single transforma um dos maiores clássicos da música mundial em uma reflexão contemporânea sobre empatia, respeito à vida, consciência coletiva e a construção de uma cultura de paz.

Disponível desde 23/09 em todas as plataformas digitais, a faixa chega acompanhada de videoclipe e marca a realização de um projeto desenvolvido ao longo de mais de uma década. A música nasceu a partir de “What’s Going On”, composição lançada em 1971 e reconhecida internacionalmente por sua relevância artística e cultural. Transformar a obra em uma versão oficial em português exigiu um longo processo de desenvolvimento, que incluiu a aprovação da família de Marvin Gaye, conhecida pelo rigor na preservação de seu legado. “O lançamento de ‘Sangue Bom’ representa a realização de um sonho antigo. Algumas versões chegam até mim de forma quase intuitiva, como se estivessem esperando o momento certo para existir. Foi exatamente o que aconteceu aqui. Desde a primeira demo até o lançamento, foram muitos anos de dedicação, cuidado e respeito à obra original”, afirma Paulo Ricardo.

A autorização concedida pelos herdeiros do artista norte-americano permitiu que a canção ganhasse uma nova interpretação para o público brasileiro, preservando a força de sua mensagem e ampliando seu alcance para novas gerações.

Capa do single.

Em “Sangue Bom”, Paulo Ricardo e Seu Jorge abordam questões que permanecem presentes no cotidiano contemporâneo, como violência, intolerância, empatia e valorização da vida. A interpretação dos dois artistas reforça o papel da música como instrumento de conscientização e diálogo, conectando arte e reflexão social em uma mensagem que permanece atual. “Essa canção sempre me emocionou pela forma como fala de assuntos tão profundos e universais. Décadas depois de seu lançamento, ela continua dialogando com o presente e provocando reflexões necessárias. Foi isso que me motivou a apresentar essa versão ao público brasileiro”, destaca Paulo Ricardo.

A gravação também concretiza um desejo cultivado por Paulo Ricardo e Seu Jorge ao longo de quase duas décadas de amizade. Entre encontros, conversas e momentos compartilhados pela música, surgiu a vontade de realizar um trabalho conjunto, que encontrou em “Sangue Bom” o projeto ideal. “Nos conhecemos há cerca de vinte anos e sempre existiu a vontade de fazer algo juntos. Quando chegou a hora certa, tudo aconteceu de maneira muito natural. Seu Jorge trouxe talento, personalidade e uma interpretação que elevou a canção a outro patamar”, comenta o artista.

A produção musical ficou sob o comando de Waldo Denuzzo, parceiro de Paulo Ricardo no álbum “Toquinho e Paulo Ricardo Cantam Vinicius”. Em busca do balanço e da identidade sonora que a faixa pedia, o produtor reuniu integrantes históricos do lendário Trio Mocotó, Nereu Gargalo e João Parahyba, referências fundamentais da música brasileira.

A gravação foi construída para valorizar o encontro entre os universos artísticos dos dois intérpretes, resultando em uma sonoridade sofisticada e contemporânea, reforçada pela mixagem de Lucas Nunes e Leo Marques.

Dirigido por Leo Liberti, o videoclipe acompanha o espírito colaborativo do projeto e registra momentos do processo criativo e das gravações. Parte das imagens foi captada durante encontros musicais que ajudaram a moldar a identidade da obra.

A dimensão artística de “Sangue Bom” também se reflete em sua identidade visual. A capa foi criada por Speto, um dos nomes mais influentes da arte urbana brasileira, reconhecido por incorporar referências da cultura popular nacional em trabalhos de forte impacto visual. O resultado é uma composição vibrante que dialoga diretamente com o conceito da canção.

Ao reunir dois grandes intérpretes da música brasileira em sua primeira colaboração, “Sangue Bom” transforma uma espera de mais de uma década em um encontro artístico de grande significado. Uma obra construída com tempo, respeito e admiração, que conecta diferentes gerações por meio de uma mensagem universal de consciência, solidariedade e amor. “Como costuma dizer o Seu Jorge, demorou, vai ser melhor. Nesse caso, valeu a pena esperar. Tenho muito orgulho de finalmente compartilhar essa música com o público”, conclui Paulo Ricardo.

O videoclipe de “Sange Bom” está disponivel em https://www.youtube.com/watch?v=YLP9zeUQb0c.

(Com Costabile Salzano Junior/The UltimateMusic PR)

Museu da Energia de São Paulo recebe exposição inédita sobre o cavalo reunindo mais de 100 obras

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Mostra pode ser visitada até 22/11 e percorre um arco que vai da Dinastia Han à produção contemporânea. Fotos: Denise Andrade.

O Museu da Energia de São Paulo, gerenciado pela Fundação Energia e Saneamento (FES), está com a exposição “O Cavalo na Arte Sino-Brasileira”, aberta ao público até 22 de novembro. A mostra, inédita no mundo, reúne mais de 100 obras de diferentes períodos e culturas. A iniciativa integra o “Brasinês: Festival Internacional Sino-Brasileiro” e é executada e patrocinada pela CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa no país e patrocinadora master do Museu da Energia de São Paulo, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Com curadoria de Anna Paola Baptista e Clay D’Paula, a exposição percorre diferentes períodos históricos, da Dinastia Han (206 a.C. a 220 d.C.) à produção contemporânea, reunindo trabalhos de artistas brasileiros e chineses. Realizado durante o Ano Cultural Brasil-China, o projeto tem como tema o Cavalo de Fogo, associado, na tradição chinesa, a movimento, transformação, energia e renovação.

A escolha do Museu da Energia, localizado no centro da capital paulista, estabelece uma relação direta com a proposta da mostra. Antes da eletricidade, o cavalo estava entre as principais forças de movimento utilizadas pelo ser humano, enquanto o fogo representa uma das primeiras formas de energia dominadas pela humanidade. A partir dessa conexão, a exposição investiga as diferentes representações do animal ao longo da história e sua associação com força, poder, beleza e transformação.

A realização também amplia a atuação do Museu como espaço de preservação, cultura e diálogo com diferentes públicos. Instalado em um antigo palacete histórico, o prédio passa a integrar uma experiência que aproxima patrimônio, artes visuais e referências culturais brasileiras e chinesas.

“Para o Museu da Energia de São Paulo, receber o festival é uma oportunidade de reafirmar o museu como um espaço vivo, de encontro, diálogo e produção de novas conexões. A aproximação entre as culturas brasileira e chinesa, por meio de diferentes linguagens artísticas e experiências, amplia nosso olhar sobre aquilo que nos une e sobre nossas diferenças”, afirma Salete da Hora, presidente do Conselho de Administração da FES.

Percurso expositivo

A exposição está organizada em cinco núcleos. “A Prática da Representação” aborda o cavalo como inspiração para a arte; “Poder, Glória e Serventia” trata da relação com força e poder; “Mitos e Símbolos” explora o imaginário fantástico; “Diversão e Alegria” destaca o aspecto lúdico; e “Confluências Culturais” aproxima referências brasileiras e chinesas, com destaque para o Cavalo de Fogo.

Entre os destaques estão obras de Djanira, Francisco Faria, Sofia Borges, Flávia Junqueira e Leandro Júnior, além de trabalhos do artista chinês Hua Tunan, apresentados pela primeira vez na América Latina. A seleção reúne, ainda, peças do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), Museu Oscar Niemeyer, Museu do Ipiranga e Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro, além de coleções privadas do Brasil e da China.

“A exposição procura abordar variadas facetas do tema a fim de destacar as características marcantes de um animal que combina potência e beleza, força e graça”, afirma Anna Paola Baptista. Para Clay D’Paula, a seleção revela a permanência do cavalo no imaginário artístico de diferentes sociedades. “É uma experiência estética singular. As obras revelam o fascínio atemporal que o equino exerce sobre a psique artística”, conclui.

Além da exposição, o Brasinês terá saraus de literatura, encontros de poesia, experiências gastronômicas que aproximam sabores brasileiros e chineses, além de atividades sensoriais e imersivas. O nome do festival é um neologismo formado a partir das palavras “brasileiro” e “chinês” e sintetiza a proposta de aproximar as duas culturas por meio de diferentes manifestações artísticas e culturais.

SERVIÇO:

Exposição “O Cavalo na Arte Sino-Brasileira”

Mostra integra “Brasinês: Festival Internacional Sino-Brasileiro”

Período: 23 de setembro a 22 de novembro de 2026

Patrocínio master: CTG Brasil

Local: Museu da Energia de São Paulo

Endereço: Alameda Cleveland, 601 – Campos Elíseos, São Paulo

Visitação: Terça a domingo. Fechado às segundas-feiras

Ingressos:

Terças-feiras, das 11h às 18h: gratuito; quarta a sexta-feira, das 10h às 18h: R$ 50 (inteira) – R$ 25 (meia); sábados e domingos, das 10h às 18h: R$ 60 (inteira) – R$ 30 (meia)

Ingresso família: R$ 80

Professores das redes pública e privada: gratuito todos os dias, mediante comprovação de vínculo.

Sobre o Museu da Energia de São Paulo

O Museu da Energia de São Paulo é uma unidade da Fundação Energia e Saneamento (FES), instituição sem fins lucrativos dedicada à preservação, pesquisa e difusão do patrimônio histórico e cultural relacionado à energia, ao saneamento, à tecnologia e ao desenvolvimento urbano e industrial. Inaugurado em 2005, o Museu está instalado em um casarão histórico construído entre 1890 e 1894, no Complexo Santos Dumont, em Campos Elíseos, região central de São Paulo. O espaço promove exposições, atividades culturais e ações educativas que convidam públicos de diferentes idades a conhecer a história da energia e suas relações com a transformação da cidade, além de estimular reflexões sobre sustentabilidade, cidadania e o futuro da energia.

(Com Lucas Machado/Betini Comunicação)

“Barulhos” volta aos palcos a partir dos sonhos de crianças de São Paulo

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Espetáculo do 28 Patas Furiosas transforma sons da cidade, memórias e figuras fantásticas em uma experiência cênica sobre sonho, luto e imaginação. Fotos: Helena Wolfenson.

O que as crianças de São Paulo sonham? Para criar “Barulhos”, o 28 Patas Furiosas foi ouvir crianças de 4 a 12 anos de diferentes regiões da cidade. Sirenes, ruídos urbanos, personagens da cultura pop, medos, fugas, encontros e situações impossíveis apareceram nos relatos e deram origem à dramaturgia de Tadeu Renato, construída em diálogo com o coletivo. Depois de uma temporada no Sesc Avenida Paulista no início do ano, o espetáculo retorna aos palcos entre 3 de outubro e 5 de dezembro, aos sábados, às 11h, no Teatro Anchieta do Sesc Consolação.

Com direção de Valéria Rocha, Barulhos acompanha Rosa, uma menina que vive com a mãe o luto pela morte da avó. Durante o sono, ela encontra uma garota misteriosa que procura sua casa perdida. A partir desse encontro, o mundo começa a se deslocar: um barulho estranho move o chão e arrasta todas as casas, enquanto uma onça falante, uma cabeça sem corpo e uma guia cientista aparecem pelo caminho.

A história construída pelo grupo parte de uma experiência cotidiana das crianças, mas não procura reproduzir seus sonhos literalmente. Os relatos coletados durante a pesquisa funcionaram como matéria para a criação de um universo cênico em que os sons da metrópole, as memórias e o imaginário infantil se misturam. A lógica do sonho também orienta a dramaturgia, que não segue necessariamente uma narrativa linear.

Pesquisa continuada do 28 Patas Furiosas

Esse modo de criação dá continuidade a uma investigação que o 28 Patas Furiosas desenvolve desde 2020 sobre o que sonha a cidade de São Paulo. A pesquisa passou por trabalhos como Parabólica dos Sonhos (2022) e Um Jaguar por Noite, e dialoga com saberes de povos originários, especialmente Xavante, Yanomami e Guarani, além dos estudos do neurocientista Sidarta Ribeiro sobre os sonhos e suas relações com a memória, as experiências e as emoções.

Em Barulhos, essa pesquisa chega pela primeira vez a uma criação especialmente voltada às infâncias. O grupo mantém, porém, procedimentos presentes em seu percurso artístico, como a investigação de materialidades, a relação entre teatro e artes visuais e a construção de dramaturgias que não dependem de uma narrativa convencional.

O luto pela morte da avó é o ponto de partida para a jornada de Rosa. No mundo dos sonhos, ela descobre que a garota misteriosa que procura sua casa é, na verdade, sua avó quando criança. Ao compartilhar o sonho com a mãe, as duas encontram uma possibilidade de conversar sobre a perda e sobre as lembranças que permanecem.

“O sonho e a memória, que por vezes insistem em trazer à tona angústias que preferiríamos esquecer, também se tornam espaços de entendimento e elaboração”, afirma Valéria Rocha. Para a diretora, o espetáculo procura abordar a morte a partir da relação com os sonhos, criando possibilidades para que crianças e adultos possam conversar e elaborar experiências que fazem parte da vida.

Análises críticas sobre Barulhos

A crítica também identificou em Barulhos uma continuidade com a pesquisa anterior do grupo. Para Ferdinando Martins, em texto publicado no site Deus Ateu, a peça se aproxima da lógica dos sonhos e aposta em uma estrutura que não precisa obedecer a uma narrativa linear. O crítico também observa a permanência, no trabalho dirigido às crianças, de inquietações e procedimentos estéticos presentes na produção do 28 Patas Furiosas.

Simone Carleto, em texto publicado no site Bob Sousa, destaca a relação do espetáculo com a capacidade de imaginar e reconstruir mundos internos e coletivos. A recepção da primeira temporada também chamou atenção para a transformação da cidade em matéria de sonho e para a combinação entre ruídos urbanos, memória e imaginação.

“(…) Trata-se de uma obra muito interessante do ponto de vista de estender a experiência das famílias e crianças no tocante à vivência teatral, constituindo-se em um novo referencial contemporâneo, ao respeitar o repertório imagético infantil, sem tratá-lo como único e massificado” – Simone Carleto, no site bobsousa.com.br.

Sobre o 28 Patas Furiosas

Criado em 2013, em São Paulo, o 28 Patas Furiosas desenvolve uma pesquisa continuada em teatro, artes visuais e performance, com foco em dramaturgias autorais e na investigação de diferentes materialidades e espaços cênicos. O grupo mantém o Espaço 28, no Bom Retiro, onde realiza apresentações, festivais, oficinas e outras atividades culturais.

Entre seus trabalhos estão lenz, um outro (2014), A Macieira (2016), PAREDE (2019), Parabólica dos Sonhos (2022) e Um Jaguar por Noite, que recebeu o Prêmio Shell de Teatro de 2025 na categoria Iluminação. Barulhos é a primeira criação do grupo especialmente voltada às infâncias.

Sinopse | Barulhos acompanha Rosa, uma menina que, enquanto enfrenta com a mãe o luto pela morte da avó, passa a encontrar nos sonhos uma garota misteriosa que procura sua casa perdida. Nesse mundo onírico, um barulho estranho faz o chão se mover e arrasta todas as casas. Rosa e a menina atravessam uma jornada com uma onça falante, uma cabeça sem corpo e um guia cientista, tentando recuperar aquilo que se desloca sem parar.

Ficha Técnica
Idealização e concepção: 28 Patas Furiosas

Direção: Valéria Rocha

Texto: Tadeu Renato

Elenco: Felipe Gomes, Gabriel Bodstein, Isabel Wolfenson, Jennifer Souza, Joy Catharina e Sofia Botelho

Luz: Dimitri Luppi e Wagner Antônio

Cenário: Wagner Antônio

Direção musical: Júlia Ávila

Figurino: Valentina Soares

Costureira: Sonia Limachi

Operação de som: Júlia Ávila

Operação de luz: Dimitri Luppi e Débora Pereira

Assistência de iluminação: Débora Pereira

Colaboração no processo criativo: Pedro Stempniewski

Fotos: Helena Wolfenson

Registro em Vídeo: Marcos Yoshi

Mídias Sociais: Jorge Ferreira e Mayhara Ribeiro

Assessoria de Imprensa: Canal Aberto Comunicação

Produção: Corpo Rastreado: Gabs Ambròzia.

SERVIÇO:

Barulhos, do 28 Patas Furiosas

Temporada: 3/10 a 5/12/2026.

Horários: Sábados, às 11h

Sesc Consolação – Teatro Anchieta (280 lugares)

Rua Dr. Vila Nova, 245. Vila Buarque, São Paulo – SP

Duração: 60 minutos | Classificação: Livre

Ingressos: R$ 40 (Inteira); R$ 20 (Meia-entrada) e R$ 12 (Credencial Plena). Gratuito para crianças até 12 anos.

Venda on-line: a partir de 22/09 (terça), às 17h, em centralrelacionamento.sescsp.org.br e App Credencial Sesc SP

Venda presencial: a partir de 23/09 (quarta), às 17h, nas bilheterias do Sesc São Paulo.

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Assessoria de Imprensa)

O que acontece no Le Cordon Bleu neste fim de ano?

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Meses de outubro, novembro e dezembro recebem novas turmas abertas para alguns dos principais cursos e eventos do instituto, em agenda variada destinada tanto para profissionais quanto para entusiastas da culinária. Foto: Gustavo Ferreira/Divulgação.

A programação do último trimestre de 2026 do Le Cordon Bleu já está a todo o vapor e o instituto se prepara para receber novos alunos para novas turmas de cursos destinados a todos os públicos. Com educação culinária de excelência em todas as frentes, o instituto oferece infraestrutura com salas equipadas e preparadas para aulas teóricas e práticas, aspecto essencial entre todo leque de opções de formação.

Adequado a todas as disponibilidades de tempo, Le Cordon Bleu oferece desde cursos extensivos de ensino profissionalizante até experiências curtas, como os Short Courses e jantares especiais promovidos no Culinary Village. Conheça, a seguir, parte da programação que vai tomar conta do Le Cordon Bleu nos próximos meses:

Certificado Básico de Cuisine: aprenda os fundamentos da cozinha clássica

Ponto de partida para os que desejam aprender as bases da cozinha clássica, o Certificado Básico de Cuisine abre novas turmas em outubro. Os alunos aprendem sobre a organização, higiene e segurança de uma cozinha profissional, ao mesmo tempo em que mergulham no estudo e fixação dos conceitos e técnicas essenciais que acompanharão todo o desenvolvimento de uma carreira na gastronomia.

O foco do módulo básico é consolidar os fundamentos, como manuseio e manutenção de facas, operação de equipamentos da cozinha, montagem de mise en place e introduções do preparo de bases de molhos, ovos, peixes, sopas, guarnições e vegetais.

As aulas são divididas entre parcelas demonstrativas, em que os alunos acompanham os preparos e ampliam o repertório de técnicas e conhecimentos a serem aplicados nos momentos práticos do curso.

Basic Cuisine

Data de início: 01/10/2026 (Regular) e 20/10/2026 (Intensivo);

Duração: aproximadamente 3 meses (Regular) e 1 mês (Intensivo);

Carga horária: 18 horas semanais (Regular) e 30 horas semanais (Intensivo);

Mais informações: link.

Certificado Básico de Boulangerie: aprenda os fundamentos da cozinha clássica

Os alunos inscritos no módulo básico de Boulangerie do Le Cordon Bleu entram em contato com os alicerces da panificação, aprendendo todos os aspectos do preparo básico de misturas de massa, produção de recheios, processos de laminação e fermentação, trabalho com cereais e massa sem glúten e métodos de assamento, bem como tópicos de organização e segurança alimentar.

Sem exigência de experiência prévia, o curso oferece uma base sólida para ingressar no mundo da boulangerie francesa e mundial e habilita o aluno a cursar o módulo avançado do curso, que expande as fronteiras para a operação comercial de uma padaria profissional.

Basic Boulangerie

Data: 03/11/2026 a 09/12/2026.

Carga horária: 120 horas.

Mais informações: link.

Diplôme Wine & Spirits: especialização em bebidas e harmonizações

Começando em outubro, o Diplôme Wine & Spirits é indicado para quem deseja se especializar em vinhos, bebidas alcoólicas e harmonizações. O curso oferece uma qualificação que pode ser aproveitada por iniciantes e pessoas que já trabalham com esses produtos no dia a dia.

Com aulas teóricas, dinâmicas práticas que objetivam a construção de repertório sensorial das bebidas e avaliações de degustação e harmonização, o curso vai além dos vinhos e abrange produtos como chás, cafés, gins, cervejas e cachaças.

A paixão dos alunos pelas bebidas é essencial para o programa, e o curso oferece um portifólio variado de terroirs de todo o mundo para explorar, entre os módulos práticos, teóricos e workshops conduzidos pela nossa equipe de sommeliers especializados.

Wine & Spirits

Data de início: 21/10/2026.

Duração: aproximadamente 8 meses.

Horários: 19h-22h, às quartas e quintas-feiras.

Mais informações: link.

Diplôme CordonTec: uma degustação guiada do universo da cozinha

Foto: Gustavo Ferreira/Divulgação.

Destinado a todos que se interessam pela gastronomia e querem seguir uma profissão nesse campo, o Diplôme CordonTec abrange as áreas de Cuisine, Pâtisserie, Boulangerie e Serviços para quem busca uma formação completa, provendo oportunidades de experimentar estudo e prática de todas as áreas de um ambiente profissional de gastronomia.

Com nova turma a partir do dia 9 de novembro plataforma digital exclusiva do curso conta com fóruns e vídeos gravados por chefs Le Cordon Bleu, que preparam o terreno para os módulos práticos. Sem abrir mão da excelência e rigor técnico, comum entre todos os cursos do Le Cordon Bleu, o Diplôme CordonTec oferece flexibilidade de tempo e local, entre seus componentes online, teóricos, e presenciais, que agregam as aulas práticas no instituto e 200 horas de estágio supervisionado em restaurantes, hotéis ou eventos parceiros.

O curso também é opção para quem deseja abrir um negócio – seja ele restaurante, bar, café, pizzaria, hotel ou qualquer outro tipo de empreendimento que tenha como uma de suas verticais a gastronomia – e queira conhecer mais sobre a operação, padrão de qualidade, processos técnicos e de segurança, até mesmo para aqueles que não pretendem trabalhar diretamente na operação da cozinha.

Diplôme Cordontec

Data: 09/11/2026 a 06/08/2027;

Horários: 07h – 10h (parcela presencial) às segundas e sextas-feiras;

Carga horária: 800 horas;

Mais informações: link.

Jantar harmonizado do Dia dos Mortos

Aberto ao público, o Le Cordon Bleu Culinary Village, espaço destinado aos eventos especiais do instituto, promoverá no dia 30 de outubro um menu harmonizado de nove etapas inspirado no feriado mexicano do Dia dos Mortos.

Às vésperas da comemoração, o evento conta com a presença dos tradicionais mariachis, ambientação personalizada e um cardápio de receitas tradicionais da culinária mexicana, que recebem o toque contemporâneo e criativo dos nossos chefs.

Pratos como um Aguachile de Camarão, Chile En Nogada e o Pastel Azteca de Cerdo fazem parte do cardápio da ocasião. Mais informações e formulário de reservas podem ser encontrados neste link.

Endereço: Rua Natingui, 862, Vila Madalena – 1° andar (Sala Le Cordon Bleu Culinary Village).

Data: 30 de outubro de 2026.

Horário: a partir das 19h.

Duração: aproximadamente 3 horas.

Preço: R$ 850/pessoa.

Reservas: disponíveis neste link ou pelo WhatsApp (11) 95473-1419.

Instagram: lecordonbleubrasil.

Shourt Courses: se aprofunde em técnicas específicas

Foto: Henrique Ribeiro/Divulgação.

Le Cordon Bleu também oferta ao público cursos de curta duração em várias das mais importantes técnicas da cozinha: culinárias de diferentes regiões, imersões no mundo da pâtisserie, boulangerie e viennoiserie e aprofundamentos em técnicas de chef profissional em aulas temáticas.

Os cursos de curta duração tem vagas limitadas e contam com dinâmicas demonstrativas e práticas, das quais o aluno leva para casa não apenas o conhecimento, mas também tudo o que produziram. Conheça abaixo alguns dos cursos disponíveis nos próximos meses:

Curso de Viennoiserie – 27 a 28 de outubro / 14 a 15 de dezembro

Cada vez mais em alta no mundo, os alunos aprendem as técnicas básicas da elaboração de croissant, brioches e folhados diversos da viennoiserie artesanal.

Data: 27/10/2026 a 28/10/2026 e 14/12/2026 a 15/12/2026;

Carga horária: 12 horas (6 em cada dia);

Endereço: R. Natingui, 862, Vila Madalena – 1º andar – Le Cordon Bleu.

Mais informações no link.

As vagas são limitadas.

Curso de Quiches e Saladas – 6 de outubro

Da massa e recheio ao acompanhamento perfeito: aprenda a preparar quiches com combinações equilibradas, consistentes e sofisticadas com os nossos chefs.
Dentro de cinco horas, os alunos aprendem a preparar quatro receitas de quiche com saladas correspondentes: a clássica quiche Lorraine com salada Mesclun au Vinaigrette Classique, um quiche de cogumelos com salada asiática, quiche de camarão com catupiry e brócolis com salada de endívias e romã e uma quiche de carne seca com abóbora defumada e queijo coalho, que será pareada com uma salada de maxixe com brotos de feijão e pupunha.

Data: 06/10/2026;

Carga horária: 5 horas;

Endereço: R. Natingui, 862, Vila Madalena – 1º andar – Le Cordon Bleu.

Mais informações no link.

As vagas são limitadas.

Sobre Le Cordon Bleu

Le Cordon Bleu é a principal rede global de institutos de artes culinárias e gestão de hospitalidade, com uma herança de 130 anos. A rede mantém presença global com 35 escolas em mais de 20 países, formando cerca de 20 mil alunos de mais de 100 nacionalidades diferentes todos os anos. As técnicas culinárias tradicionais francesas permanecem no coração do Le Cordon Bleu, mas seus programas acadêmicos são constantemente adaptados para incluir novas tecnologias e as inovações necessárias para atender às necessidades crescentes da indústria. Presente no Brasil desde 2018, possui unidades no Rio de Janeiro e em São Paulo, onde oferece programas de alta qualidade, como o Grand Diplôme, o Diploma de Cozinha Brasileira, o Diplôme de Wine & Spirits, Diplôme de Plant Based, entre outros.

(Com Luigi Di Fiori Di Dario/Le Cordon Bleu)

Exposição “Música Artesanal” entra na reta final com programação especial de encerramento no Museu A CASA do Objeto Brasileiro

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Mostra gratuita fica em cartaz até 24 de outubro e se despede com concerto especial reunindo Paulo Freire, Ricardo Herz, Alexandre Rodrigues, Yayá Massemba e Benjamin Taubkin. Fotos: Flavio Teperman.

A exposição “Música Artesanal”, em cartaz até 24 de outubro, entra na reta final de sua temporada. Para celebrar o encerramento da mostra – que investiga a construção artesanal de instrumentos da música popular brasileira –, o Museu A CASA do Objeto brasileiro promove uma apresentação musical especial das 16h às 18h no espaço de eventos da instituição.

O concerto reúne alguns dos principais expoentes dos instrumentos presentes na exposição — rabeca, viola caipira, pífano e atabaque — em apresentações solo, em duo, em trio e quarteto. A programação conta com os músicos Paulo Freire (viola caipira), Alexandre Rodrigues (pífano), Ricardo Herz (rabeca), além da participação especial do grupo Yayá Massemba, da Chapada Diamantina, Bahia. O pianista Benjamim Taubkin, curador da mostra, também estará presente no evento. O encontro musical celebra a atualidade e a permanência desses instrumentos tradicionais da cultura brasileira.

Quem ainda não visitou a exposição tem três semanas para conferir de perto os instrumentos, registros audiovisuais e achados da missão folclórica de Mário de Andrade, realizada em 1938, presentes na mostra.

Sobre os artistas

Paulo Freire é violeiro, escritor e contador de histórias. Autor de trilhas sonoras, canções, álbuns de viola, livros de causos, romances, biografias e obras infantis, é considerado um dos mais importantes violeiros e contadores de causo da atualidade.

Alexandre Rodrigues é multi-instrumentista, compositor, educador musical e luthier de pífanos. Líder dos grupos Pife Urbano e Alexandre Rodrigues Trio, foi premiado em festivais de frevo e tem atuado com grandes nomes da música brasileira, levando sua arte a palcos e oficinas no Brasil e no exterior.

Ricardo Herz é violinista, rabequeiro, compositor e arranjador. Formado pela Universidade de São Paulo, pela Berklee College of Music e pelo Centre des Musiques Didier Lockwood, viveu nove anos na França e já se apresentou em cerca de 14 países. Com 12 álbuns lançados e mais de duas décadas de carreira solo, desenvolveu uma linguagem própria para o violino e a rabeca, aproximando-os de ritmos brasileiros como choro, frevo, forró, samba e maracatu. Vencedor do Prêmio Profissionais da Música como Autor e Artista Instrumental, em 2021, e Artista Instrumental, em 2025.

Yayá Massemba é uma banda formada em 2018, na Chapada Diamantina (BA), composta por mulheres musicistas e compositoras que fundamentam sua pesquisa e criação na ancestralidade da cultura afro-brasileira, em especial o samba da Bahia. Ao longo de oito anos de trajetória, o grupo vem construindo uma atuação marcada pela produção autoral, pela valorização das tradições populares e pelo encontro entre diferentes gerações, territórios e sotaques do samba.

Sobre o Museu A CASA do Objeto Brasileiro

O Museu A CASA do Objeto Brasileiro é um espaço de referência na valorização do saber artesanal, atuando desde 1997 para proteger, difundir e atualizar suas tradições. Criado pela economista Renata Mellão, o museu fomenta a produção artesanal por meio de exposições, projetos, programação cultural e parcerias institucionais. Seu acervo inclui peças de Mestres Artesãos como Espedito Seleiro e de comunidades como os Baniwa e os ceramistas do Xingu.

Mais do que preservar, o museu atua ativamente na valorização do fazer manual como ferramenta de desenvolvimento social e econômico. Suas iniciativas incentivam a autonomia dos artesãos e artesãs, garantindo o reconhecimento de seus saberes e respeitando a identidade cultural de cada comunidade. Por meio de programas educativos, capacitações e pesquisas, o museu estabelece pontes entre tradição e inovação, fortalecendo a produção artesanal em diferentes territórios.

Ao longo de sua trajetória, o Museu A CASA consolidou-se como um importante polo de pesquisa e reflexão sobre o artesanato brasileiro. Suas exposições revelam a diversidade das práticas artesanais no país, abrangendo técnicas como a cerâmica indígena, as rendas, os trançados e a marcenaria. Além disso, promove iniciativas que aproximam artesãos, designers, pesquisadores e o público interessado na cultura material brasileira.

Desde 2008, o Museu A CASA realiza o Prêmio Objeto Brasileiro, um dos principais reconhecimentos do setor, voltado para a produção artesanal contemporânea. Com nove edições realizadas, o prêmio já recebeu quase duas mil inscrições, destacando a inovação e a excelência do fazer artesanal no Brasil.

Com um olhar atento à tradição e ao futuro do artesanato, o Museu A CASA segue impulsionando novas narrativas e promovendo o encontro entre diferentes gerações de criadores, pesquisadores e apreciadores do objeto brasileiro.

SERVIÇO:

Música Artesanal | Apresentação Musical

Data: 24 de outubro, sábado

Horário: das 16h às 18h

Local: Museu A CASA do Objeto Brasileiro (espaço de eventos)

(Av. Pedroso de Morais, 1216 – Pinheiros , São Paulo – SP, 05420-001)

Evento gratuito. Sujeito a lotação.

Exposição Música Artesanal

Data: prorrogada até 24 de outubro

Horário: de quarta a domingo, das 10h às 18h

Local: Museu A CASA do Objeto Brasileiro

(Av. Pedroso de Morais, 1216 – Pinheiros , São Paulo – SP, 05420-001)

Entrada gratuita.

Mais informações:

Tel: +55 11 3814-9711

E-mail| Site | Instagram

(Com Marina Souza/Agência Taga)