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Galatea expõe obras de Edival Ramosa em “Alfabeto Solare”

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Curada por André Pitol, seleção acompanha as passagens de Ramosa entre Brasil e Europa e seus desdobramentos na construção de sua linguagem visual. Fotos: Ding Musa.

Edival Ramosa fez da experimentação uma dimensão central de sua obra, retomando continuamente formas, materiais e procedimentos em uma trajetória marcada pela circulação entre o Brasil e diferentes países ao longo das décadas de 1960 e 2010. Esse aspecto é retomado em Alfabeto Solare, nova exposição da Galatea, com abertura em 28 de maio. Sob curadoria de André Pitol, a individual reúne pinturas, esculturas, objetos e desenhos produzidos ao longo dessas quase cinco décadas. Parte do conjunto apresentado integrou a 36ª Bienal de São Paulo, marco recente do processo de retomada crítica da obra do artista.

Resultado de uma pesquisa desenvolvida por André Pitol nos últimos anos, Alfabeto Solare resgata trabalhos que permaneceram por longo período espalhadas por diversas coleções, no Brasil e no exterior. O conjunto propõe uma leitura relevante da obra de Ramosa, aproximando trabalhos que periodizam as elaborações e interesses estéticos do artista: “Acompanhar como Ramosa pensava a geometria nos anos 1960 e ver como essa investigação retorna décadas depois, em situações completamente diferentes, nos permite perceber a continuidade dessa pesquisa que se aprofunda ao longo do tempo”, afirma o curador. A primeira etapa da pesquisa do curador foi apresentada na exposição A parábola do Progresso, no Sesc Pompéia em 2022. A exposição, que teve coordenação curatorial de Lisette Lagnado, apresentou o núcleo documental “Afropindorama”, dedicado à produção de Ramosa.

A obra de Edival Ramosa foi profundamente marcada pela vivência em diversos territórios intercontinentais, no continente africano e também europeu. Entre 1964 e 1974, viveu em Milão, trabalhou nos ateliês de Lucio Fontana, Arnaldo Pomodoro e Enrico Baj, realizando naquela cidade sua primeira individual, em 1965. A convivência com o ambiente industrial e experimental da cidade italiana aparece na incorporação de materiais como madeira, aço inoxidável e plexiglass marcaram seu percurso e sua prática artística, em construções escultóricas e objetuais e que aproximam geometria, cor e experimentações com uma gama complexa de materialidades.

Associado à abstração geométrica, o artista fluminense desenvolveu uma obra marcada pela experimentação e pela pesquisa contínua da forma. Entre madeira, acrílico, papel cartão, entre outras materialidades, se formam composições circulares, diagonais, que tonalizam um vocabulário ora harmônico ora contrastante, mas acima de tudo, profundamente colorido e solar, indicado no título da exposição. A atenção às cores e formas também aparece na expografia, que remete a um comissionamento que Ramosa fez para uma barbearia em Milão, expandindo sua linguagem para o espaço arquitetônico.

Ao retornar ao Brasil, após intensa temporada no continente europeu, o artista manteve circulação por cidades como Cuiabá, Belém, Ribeirão Preto, Brasília e Ubatuba. Nesse período, sua obra passa a incorporar também materiais orgânicos e referências ligadas às culturas afro-indígenas.

“É difícil pensar a obra de Edival Ramosa a partir de trabalhos isolados. São peças que se desdobram em séries e variações, como se cada uma abrisse caminho para novas possibilidades formais dentro de uma mesma busca”, comenta André Pitol. A repetição e transformação de determinados elementos geométricos, assim como o uso intenso da cor, aproximam trabalhos realizados em momentos bastante afastados entre si.

O título Alfabeto Solare deriva de referências recorrentes na obra do artista. Entre elas está a escultura Estudo para o Sol (1969), concebida durante sua estadia italiana, apresentada recentemente na 36ª Bienal de São Paulo e agora reunida entre as obras centrais da exposição. O título da exposição também faz referência ao livro homônimo do poeta e crítico Guido Balla, interlocutor próximo de Ramosa naquele período. A expressão sintetiza a complexidade de um vocabulário visual com formas geometrizantes que atravessa sua obra e a dimensão cromática e luminosa presente em suas esculturas, projetos, desenhos e objetos artísticos.

Em Alfabeto Solare, a constelação de trabalhos evidencia como Edival Ramosa retornava continuamente a imagens, materiais e procedimentos, reorganizando elementos de sua pesquisa em fases distintas de sua trajetória. Revisitar esse conjunto dez anos após sua morte permite perceber um percurso avesso à ideia de conclusão, em que cada retomada reabria sentidos e instaurava novas possibilidades de leitura. 

Sobre o artista

Edival Ramosa (1940, São Gonçalo, RJ — 2015, Niterói, RJ) foi um artista incontornável na produção abstrata geométrica, “nascido de mãe negra filha de índios e de pai filho de negra da África e de pai português”, como se autodefinia. Participou do Batalhão Suez, na Força de Paz da ONU que atuou na Ásia Ocidental, em 1962. A vivência na região mediterrânea e as viagens que realizou a partir de então a diferentes cidades do Norte da África e Europa influenciaram decisivamente o seu pensamento e prática artística. Entre 1964 e 1974 viveu em Milão, onde frequentou os ateliês de Arnaldo Pomodoro, Lucio Fontana e Enrico Baj e desenvolveu sua própria poética, e onde realizou, em 1965, sua primeira exposição individual.

A influência de correntes da arte europeia e norte-americana no pós-guerra se vê nas suas investigações em torno de um estilo construtivista, com jogos ópticos e referências à visualidade urbana no uso de materiais como madeira esmaltada, aço inoxidável e acrílico. Elementos como esferas, casulos, luas, cometas, sois e outros “objetos-forma”, como o artista descrevia muitas de suas peças, ocuparam lugar central em sua produção, variando entre gradações cromáticas e formas geométricas. A partir da década de 1970, integrou à sua prática referências da estética indígena e afro-brasileira, empregando materiais como palha, peles, plumagens, miçangas e bambus.

O artista integrou as principais exposições dedicadas à arte contemporânea ligadas à diáspora africana dos anos 1970 e 1980, como A Mão Afro-Brasileira (São Paulo, 1988) e Introspectives: Contemporary Art by Americans and Brazilians of African descent (Los Angeles/Nova York, 1989). Destacam-se outras mostras individuais e coletivas como Perpetuum Mobile (Roma, 1968), Bienal de Gravura da Liubliana (Iugoslávia, 1971), África-Brasil (Rio de Janeiro, 1971), Edival Ramosa: Homenagem aos Deuses Índios, Imitações Rituais, Reproduções Inventadas da Vida Indígena (Ferrara, 1974), I Bienal Latino-Americana de São Paulo (1978), Os Herdeiros da Noite: fragmentos do imaginário negro (Pinacoteca de São Paulo, 1994), entre outras.

A obra de Edival Ramosa vem sendo revisitada em razão da pesquisa conduzida há anos por André Pitol, que assina a curadoria de individuais recentes de Ramosa: Nova construção totêmica (coleção moraes-barbosa, 2024) e Edival Ramosa: alfabeto solare (Galatea, 2026) e dedicou ao artista um núcleo documental na exposição A parábola do Progresso (Sesc Pompeia, 2022). Pitol também atuou como co-curador adjunto da 36ª Bienal de São Paulo (2025), edição que incluiu Edival Ramosa entre os artistas participantes.

O artista possui obras em inúmeras coleções públicas e privadas, entre elas: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro — MAM Rio (Rio de Janeiro, Brasil); Museu Afro Brasil Emanoel Araújo (São Paulo, Brasil); coleção moraes-barbosa (São Paulo, Brasil); Pinacoteca do Estado de São Paulo (São Paulo, Brasil) e California African American Museum (Los Angeles, EUA).

Sobre o curador 

André Pitol é pesquisador, curador independente e professor, com doutorado pela Universidade de São Paulo. É docente da École Intuit Lab São Paulo e da especialização em Crítica e Curadoria da PUC-SP. Em 2024, foi contemplado com uma bolsa da Foundation for Arts Initiatives e participou de residências de pesquisa em Ljubljana e Casablanca.

Desenvolve prática de pesquisa documental e projetos de curadoria na intersecção entre fotografia, arquivo, artes e migrações, a partir de uma perspectiva afrotópica da história da arte. Escreveu artigos e ensaios para periódicos como e-flux, The Brooklyn Rail, Photographies, ARS, Modos, Mídia Ninja e Revista ZUM, entre outros. Foi curador adjunto de A parábola do progresso (2022) e curador de Edival Ramosa – Nova construção totêmica (2024). Em 2023, co-conceptualizou o programa itinerante Escola de Quilombismo, na Haus der Kulturen der Welt, Berlim. Foi co-curador adjunto da 36ª Bienal de São Paulo (2025) e curador de Edival Ramosa: alfabeto solare (2026).

Sobre a Galatea

Sob o comando dos sócios Antonia Bergamin, Conrado Mesquita e Tomás Toledo, a Galatea conta com dois espaços vizinhos na cidade de São Paulo: a unidade localizada na Rua Oscar Freire, 379 e a nova unidade localizada na Rua Padre João Manoel, 808. A galeria também tem uma sede em Salvador, na Rua Chile, 22, no centro histórico da capital baiana.

A Galatea surge a partir das diferentes e complementares trajetórias e vivências de seus sócios-fundadores: Antonia Bergamin, que foi sócia-diretora de uma galeria de grande porte em São Paulo; Conrado Mesquita, marchand e colecionador especializado em descobrir grandes obras em lugares improváveis; e Tomás Toledo, curador que contribuiu para a histórica renovação institucional do MASP, saindo em 2022 como curador-chefe.

Com foco na arte brasileira moderna e contemporânea, trabalha e comercializa tanto nomes consagrados do cenário artístico nacional quanto novos talentos da arte contemporânea, além de promover o resgate de artistas históricos. Idealizada com o propósito de valorizar as relações que dão vida à arte, a galeria surge no mercado para reinventar e aprofundar as conexões entre artistas, galeristas e colecionadores.

SERVIÇO:

Edival Ramosa – Alfabeto Solare

Curadoria: André Pitol

Local: Galatea Oscar Freire

Endereço:  R. Oscar Freire, 379 – Lj.01 – Jardins, São Paulo – SP

Período expositivo: 28 de maio a 25 de julho de 2026

Horários: Segunda a quinta: 10h às 19h | Sexta: 10h às 18h | Sábado: 11h às 17h

Ingresso: Gratuito

Mais informações: https://www.galatea.art/

Instagram: @galatea.art_

(Com Edgard França/Cor Comunicação)

Cirque du Soleil visitará São Paulo e Curitiba com “Alegría” em nova versão do espetáculo mais amado da cia. canadense

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Cirque du Soleil. Fotos de Anne-Marie Forker.

Cirque du Soleil volta ao Brasil com ‘Alegría’ em uma novíssima versão ousada de sua produção mais icônica. Em 2026, a partir de 20 de agosto até 8 de novembro, em São Paulo, e de 19 de novembro a 13 de dezembro, em Curitiba, o público será convidado a entrar sob a Grande Tenda (Big Top) para vivenciar toda a magia do clássico atemporal do Cirque du Soleil, reinventado para uma nova geração.
Os ingressos para o público em geral já estão à venda nas bilheterias físicas oficiais em cada cidade e online (www.eventim.com.br/cirquealegria). Clientes EQI Investimentos possuem benefício exclusivo de 10% de desconto durante toda a venda para o público em geral.

Parceiros Oficiais

Cirque du Soleil agradece a seus parceiros oficiais no Brasil:

– Apresentação: EQI Investimentos

– Patrocínio Master, Shell

– Patrocínio Gold, Zurich Seguros e Pátio Batel

– Rede de Hotéis Oficial, ALL Accor

– Cerveja Oficial, Blue Moon

– Vinho Oficial, World Wine

– Café Oficial, Ritual Cafés Especiais

– Realização, IMM.

Sobre o show

Alegría volta ao Brasil em uma extraordinária releitura do clássico do Cirque du Soleil — um dos espetáculos mais amados da companhia, que ajudou a forjar seu estilo característico ao encantar mais de 14 milhões de espectadores em 255 cidades ao redor do mundo, entre 1994 e 2013. Tão icônica quanto a própria montagem ao vivo, a trilha sonora de Alegría — com sua faixa-título de grande sucesso — recebeu uma indicação ao Grammy após seu lançamento, em 1995, e continua sendo, até hoje, o álbum mais comprado e reproduzido do Cirque du Soleil. Em turnê pelo Brasil entre 2006 e 2007, Alegría estabeleceu um vínculo inquebrável entre o Cirque du Soleil e o público brasileiro, abrindo caminho para outras sete produções que passaram a circular pelo país desde então.

Ao redefinir a narrativa original e a direção de cena, renovar os números acrobáticos e adotar uma estética contemporânea, Alegría apresenta uma criação surpreendente em uma nova versão moderna que reacende as emoções e a magia do clássico espetáculo, celebrando os pilares do sucesso do espetáculo: suas melodias inesquecíveis, temas atemporais e um universo barroco imersivo, repleto de lirismo e nostalgia.

Uma ode acrobática à força da esperança, Alegría explora a disputa de poder entre a velha ordem e a juventude que anseia por renovação, no coração de um reino outrora glorioso que perdeu seu rei. Enquanto o bobo da corte tenta, desajeitadamente, assumir o trono, um desejo crescente de mudança emerge das ruas para desafiar o status quo e devolver a alegria a um mundo em decadência.

Como é tradição no Cirque du SoleilAlegría surpreende com uma fusão poderosa de acrobacias emocionantes, trilha sonora ao vivo de arrepiar, figurinos exuberantes, cenários inovadores e um humor irresistível — transformando a Grande Tenda (Big Top) em um reino imaginário onde a revolução paira no ar. Com um elenco de 54 artistas de diversas partes do mundo, o clássico reinventado já encantou mais de 3,5 milhões de espectadores em sete países desde sua estreia em 2019.

Para mais informações, acesse: cirquedusoleil.com/alegria

Siga #Alegria nas redes sociais: Facebook | Instagram

Siga #cirquedusoleil nas redes sociais:  FacebookInstagram | YouTube.

SERVIÇO:

Cirque du Soleil: Alegría

SÃO PAULO

Local: Parque Villa-Lobos

Endereço: Av. Queiroz Filho, 1.315 (Bolsão B), Vila Hamburguesa, São Paulo, SP

Temporada: de 20 de agosto a 8 de novembro de 2026

Sessões e horários: Quarta e quinta-feira, às 20h; sexta-feira, às 16h e às 20h; sábado, às 16h e às 20h (*há sessão extra às 12h em datas específicas) e, domingo, às 15h e às 19h

Abertura do local: 30 minutos antes do show

Capacidade: 2.525 lugares

Duração: 2h15, com 25 minutos de intervalo

Classificação: Livre. Menores de 12 anos de idade somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais. Sujeito a alteração por decisão judicial ou por determinação de autoridade competente

Acesso para deficientes: Acesso e assentos disponíveis.

SETORES E PREÇOS – 1º lote

VIP EXPERIENCE BY EQI Investimentos: R$ 1.430,00 (inteira) | R$ 960,00 (meia)**

VIP EXPERIENCE BY EQI Investimentos (visão parcial): R$ 1.430,00 (inteira) | R$ 960,00 (meia)**

PREMIUM: R$ 940,00 (inteira) | R$ 470,00 (meia)

PREMIUM (visão parcial): R$ 940,00 (inteira) | R$ 470,00 (meia)

GOLD: R$ 790,00 (inteira) | R$ 395,00 (meia)

GOLD (visão parcial): R$ 790,00 (inteira) | R$ 395,00 (meia)

PLATINUM: R$ 620,00 (inteira) | R$ 310,00 (meia)

PLATINUM (visão parcial): R$ 620,00 (inteira) | R$ 310,00 (meia)

SILVER: R$ 480,00 (inteira) | R$ 240,00 (meia)

SILVER (visão parcial): R$ 480,00 (inteira) | R$ 240,00 (meia)

Mobilidade reduzida GOLD: R$ 415,00 (meia)

Mobilidade reduzida SILVER: R$ 252,50 (meia)

Cadeirante + acompanhante: R$ 252,50 (meia)

(**) Neste setor, é necessário contratar o serviço adicional por R$490,00, além do valor do ingresso (meia-entrada ou inteira), para um número limitado de assentos de acordo com disponibilidade no ato da compra. O serviço não está sujeito à meia-entrada.

Serviço VIP Experience by EQI Investimentos – Na compra do ingresso para o Setor VIP EXPERIENCE BY EQI está incluso Setor Premium + um adicional de serviços, onde o espectador terá uma experiência especial e diferenciada, reservada para aproximadamente 400 pessoas. O cliente assistirá ao espetáculo nos melhores assentos da arena. Além disso, irá usufruir de todos os benefícios citados abaixo:

– Estacionamento;

– Serviço de coquetel com menu especialmente acompanhado de bebidas alcoólicas e não alcoólicas (servido uma hora antes do show e durante o intervalo);

– Ambiente decorado;

– Equipe exclusiva para atendê-lo;

– Assentos privilegiados;

– Credencial de acesso exclusiva;

– Brinde exclusivo;

– WI-FI;

– Banheiros privativos.

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE SERVIÇO

Até 16/08 – Shopping Vila Olímpia

Endereço: R. Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo – SP

De segunda a sábado das 10h às 22h, domingo e feriado das 14h às 20h

De 17/08 a 08/11 – Bilheteria Parque Villa-Lobos

Endereço: Av. Queiroz Filho, 1315 – Vila Hamburguesa – São Paulo – SP

Diariamente, das 11h às 19h

VENDAS ONLINE – COM TAXA DE SERVIÇO

Através do sitwww.eventim.com.br/cirquealegria

MEIA-ENTRADA

Em conformidade com a legislação vigente no Estado e Município específico onde o evento for realizado. Obrigatória apresentação do documento comprobatório da condição de beneficiário, no ato da compra e no acesso ao evento.

VENDA A GRUPOS

Atendimento para grupos em grupos-entretenimento@immbr.com 

CURITIBA

Local: Expotrade

Endereço: Rod. Dep. João Leopoldo Jacomel, 10454 – Vila Amelia, Pinhais – PR

Temporada: de 19 de novembro a 13 de dezembro de 2026

Sessões e horários: Quarta e quinta-feira, às 21h; sexta-feira, às 16h e às 20h; sábado, às 16h e às 20h (*há sessão extra às 12h30 em datas específicas) e, domingo, às 15h e às 19h

Abertura do local: 30 minutos antes do show

Capacidade: 2.525 lugares

Duração: 2h15, com 25 minutos de intervalo

Classificação: Livre. Menores de 12 anos de idade somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais. Sujeito a alteração por decisão judicial ou por determinação de autoridade competente

Acesso para deficientes: Acesso e assentos disponíveis.

SETORES E PREÇOS DE 2º LOTE*

VIP EXPERIENCE BY EQI Investimentos: R$ 1.475,00 (inteira) | R$ 982,50 (meia)**

VIP EXPERIENCE BY EQI Investimentos (visão parcial): R$ 1.475,00 (inteira) | R$ 982,50 (meia)**

PREMIUM: R$ 985,00 (inteira) | R$ 492,50 (meia)

PREMIUM (visão parcial): R$ 985,00 (inteira) | R$ 492,50 (meia)

GOLD: R$ 830,00 (inteira) | R$ 415,00 (meia)

GOLD (visão parcial): R$ 830,00 (inteira) | R$ 415,00 (meia)

PLATINUM: R$ 650,00 (inteira) | R$ 325,00 (meia)

PLATINUM (visão parcial): R$ 650,00 (inteira) | R$ 325,00 (meia)

SILVER: R$ 505,00 (inteira) | R$ 252,50 (meia)

SILVER (visão parcial): R$ 505,00 (inteira) | R$ 252,50 (meia)

Mobilidade reduzida GOLD: R$ 415,00 (meia)

Mobilidade reduzida SILVER: R$ 252,50 (meia)

Cadeirante + acompanhante: R$ 252,50 (meia) 

(*) O 2º lote de ingressos, ora anunciado, será o último lote. Os ingressos podem ser adquiridos mediante disponibilidade.

(**) Neste setor, é necessário contratar o serviço adicional por R$490,00, além do valor do ingresso (meia-entrada ou inteira), para um número limitado de assentos de acordo com disponibilidade no ato da compra. O serviço não está sujeito à meia-entrada.

Serviço VIP Experience by EQI Investimentos – Na compra do ingresso para o Setor VIP EXPERIENCE BY EQI está incluso Setor Premium + um adicional de serviços, onde o espectador terá uma experiência especial e diferenciada, reservada para aproximadamente 400 pessoas. O cliente assistirá ao espetáculo nos melhores assentos da arena. Além disso, irá usufruir de todos os benefícios citados abaixo:

– Estacionamento;

– Serviço de coquetel com menu especialmente acompanhado de bebidas alcoólicas e não alcoólicas (servido uma hora antes do show e durante o intervalo);

– Ambiente decorado;

– Equipe exclusiva para atendê-lo;

– Assentos privilegiados;

– Credencial de acesso exclusiva;

– Brinde exclusivo;

– WI-FI;

– Banheiros privativos.

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE SERVIÇO

Até 15/11 – Pátio Batel

Endereço: Av. do Batel, 1868 – Batel, Curitiba – PR

De segunda à sábado das 10h às 22h, domingo e feriado das 14h às 20h

De 16/11 a 13/12 – Bilheteria Expotrade

Endereço: Rod. Dep. João Leopoldo Jacomel, 10454 – Vila Amelia, Pinhais – PR

Diariamente, das 11h às 19h

VENDAS ONLINE – COM TAXA DE SERVIÇO

Através do sitwww.eventim.com.br/cirquealegria 

MEIA-ENTRADA

Em conformidade com a legislação vigente no Estado e Município específico onde o evento for realizado. Obrigatória apresentação do documento comprobatório da condição de beneficiário, no ato da compra e no acesso ao evento.

VENDA A GRUPOS

Atendimento para grupos em grupos-entretenimento@immbr.com.

(Com Danielle Monteiro/Agência Taga)

20ª Mostra Anual de Fotojornalismo da ARFOC ocupa Centro de São Paulo

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Foto: Amanda Perobelli.

De 16 de maio a 28 de junho, a Praça Dom José Gaspar, a Biblioteca Mário de Andrade, a Galeria do Edifício Zarvos e a Galeria ARFOC sediam a 20ª Mostra Anual de Fotojornalismo da ARFOC-SP, evento organizado pela Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos no Estado de São Paulo (Arfoc-SP), que apresenta um amplo panorama visual do Brasil e do mundo contemporâneo. Em sua edição comemorativa, a exposição celebra duas décadas de produção fotojornalística e de videorreportagem no país, ocupando simultaneamente espaços culturais e públicos no centro de São Paulo e propondo uma experiência imersiva, acessível e democrática.

A proposta curatorial articula memória e reconhecimento, organizada em quatro núcleos expositivos: Profissional do Ano, Retrospectiva 20 anos, Homenageado do Ano e Categorias (Individuais e Ensaios). Ao todo, a mostra reúne 272 fotografias e 13 vídeos, distribuídas em quatro locais expositivos, em formato interno e a céu aberto, formando um corredor que ocupa o Centro da cidade, colaborando com a retomada de espaços públicos pelo público.

A distribuição das obras evidencia a abrangência da mostra: são 86 fotografias na categoria Individual, 123 em Ensaios, 27 dedicadas ao Profissional do Ano, 16 ao Homenageado do Ano e 20 imagens na retrospectiva “20 anos em 20 imagens”. “Num cenário de excesso e ruído, o fotojornalismo tem o papel de devolver nitidez ao real.  A imagem é onde o tempo respira. Esta mostra é um espaço de pausa, onde a imagem resiste e nos reposiciona diante do mundo. O fotojornalismo é uma forma de permanência em um tempo que insiste em passar rápido demais”, diz Toni Pires, presidente da ARFOC São Paulo.

Um dos destaques desta edição especial, a mostra paralela “20 anos em 20 imagens: A Seta do Tempo” revisita o acervo das exposições anuais da ARFOC-SP entre 2006 e 2025. O recorte propõe uma leitura sensível da passagem do tempo, reunindo imagens que ajudam a compreender as transformações sociais, políticas e ambientais das últimas duas décadas. Foi selecionada uma foto por ano, mas quem quiser se aprofundar terá a oportunidade de ver todas as imagens que fizeram parte de todas as edições. Ao lado de cada foto, um QR Code direciona para o site onde está o acervo completo.

Foto: Maria Isabel Oliveira.

Mais do que uma retrospectiva, a exposição propõe um encontro direto com o fotojornalismo. Ao ocupar o espaço urbano, convida o público a desacelerar e a confrontar imagens que não apenas informam, mas provocam. São registros que revelam um mundo em tensão, atravessado por crises políticas, desigualdades sociais, mudanças climáticas e resistências cotidianas.

Na categoria Individuais, o fotojornalismo expõe fissuras do cotidiano e recusa o conforto, exigindo presença e atenção. Entre política, cultura, esporte, meio ambiente e conflitos, o trabalho de cada fotógrafo se apresenta como um fragmento potente da realidade, um gesto de escolha que ilumina e, ao mesmo tempo, questiona.

A exposição também reconhece trajetórias fundamentais do fotojornalismo brasileiro. O prêmio “Profissional do Ano” é concedido à fotojornalista Amanda Perobelli. Finalista do Prêmio Pulitzer em 2022, seu trabalho se destaca pela capacidade de revelar o mundo com rigor e sensibilidade. De coberturas como as enchentes no Rio Grande do Sul — sequência premiada no World Press Photo 2025 na categoria História Regional (América do Sul) — aos bastidores históricos do conclave no Vaticano, suas imagens constroem uma narrativa visual potente sobre o presente, ampliando perspectivas e reafirmando a presença feminina no campo.

A Mostra presta ainda homenagem ao fotojornalista Juca Martins pelo conjunto de sua obra. Cofundador da agência F4, criada em 1979, Juca construiu uma carreira marcada pelo compromisso com a verdade e os direitos humanos. Ao longo de mais de quatro décadas, suas imagens documentaram conflitos, desigualdades e transformações sociais no Brasil e na América Latina, consolidando um legado fundamental para o fotojornalismo documental.

Além da exposição, a organização ainda oferecerá ao público um programa educativo com visitas mediadas, debates, oficinas práticas e masterclasses. Acompanhe a programação no site da ARFOC-SP na página https://arfocsp.org.br/expos/  .

Sobre a ARFOC SP

O fotojornalismo é uma janela com vista para o mundo. É com esse olhar que se define a Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos no Estado de SP, coletivo de jornalistas de imagem que pretende levar a um novo patamar as possibilidades de narrativas visuais. A entidade representa a elite do fotojornalismo brasileiro, que ao longo de sua existência tem promovido o fortalecimento profissional e o desenvolvimento de uma das ferramentas mais importantes para a democracia, o jornalismo, com o objetivo de inspirar e transformar por meio da fotografia e do conhecimento. Sempre aberta, a entidade pretende ampliar o acesso à informação de uma forma inclusiva e dialogando com seu tempo. Acesse o site da Arfoc.

SERVIÇO:

20ª Mostra Anual de Fotojornalismo da ARFOC-SP

De 16 de maio a 28 de junho.

Locais e horários:

Biblioteca Mario de Andrade – Rua da Consolação 94, República. Horários de funcionamento: de segunda a sexta das 9h às 21h, e finais de semana e feriados das 9h às 18h

Condomínio Conjunto Zarvos – Galeria – Entradas por Rua da Consolação 222 ou Avenida São Luís 258, República. Horários de funcionamento: de seg a sexta das 09 às 21h. Sábados das 09 às 16h

Galeria ARFOC SP – Avenida São Luís 258, loja 11, República. Horários de funcionamento: segunda a sexta das 10h às 17h

Roteiro

Link Maps: https://maps.app.goo.gl/rRe8NSw7f2E9RYtu5.

(Com João Vitor Braga/Atomicalab)

Le Cordon Bleu transforma Dia dos Namorados em experiência inesquecível

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Alunos em Short Course no Le Cordon Bleu. Foto: Gustavo Ferreira.

O Le Cordon Bleu propõe transformar o Dia dos Namorados em experiência inesquecível. Em vez de apenas reservar uma mesa em um restaurante, a proposta do Short Course de Dia dos Namorados é preparar um jantar a quatro mãos. Neste curso, os participantes aprendem três receitas selecionadas pelos chefs Le Cordon Bleu, em uma aula prática realizada nas cozinhas da unidade de São Paulo, na Vila Madalena.

É uma experiência para compartilhar tempo, descobrir sabores e viver o prazer de cozinhar juntos. Tudo em um ambiente elegante, acolhedor e descontraído, pensado tanto para quem já gosta de gastronomia quanto para quem simplesmente quer viver algo especial ao lado da pessoa amada. Não é necessário ter experiência prévia na cozinha.

Com vagas limitadas, o Short Course de Dia dos Namorados se torna também uma forma original de presentear e surpreender.

SERVIÇO:

Short Course – Dia dos Namorados

Data: 13 junho de 2026 (sábado)

Horário: 9h às 14h

Endereço: R. Natingui, 862, 1º andar – Le Cordon Bleu – Vila Madalena, São Paulo – SP

As vagas são limitadas.

Inscreva-se no link.

Sobre o Le Cordon Bleu

O Le Cordon Bleu é a principal rede global de institutos de artes culinárias e gestão de hospitalidade, com uma herança de 130 anos. A rede mantém presença global com 35 escolas em mais de 20 países, formando cerca de 20 mil alunos de mais de 100 nacionalidades diferentes todos os anos. As técnicas culinárias tradicionais francesas permanecem no coração do Le Cordon Bleu, mas seus programas acadêmicos são constantemente adaptados para incluir novas tecnologias e as inovações necessárias para atender às necessidades crescentes da indústria. Presente no Brasil desde 2018, possui unidades no Rio de Janeiro e em São Paulo, onde oferece programas de alta qualidade, como o Grand Diplôme, o Diploma de Cozinha Brasileira, o Diplôme de Wine & Spirits e Diplôme de Plant Based, entre outros.

(Com Julianne Gouvea/Le Cordon Bleu)

Porque viajar na baixa temporada pode ser tão (ou ainda mais) especial quanto na alta

Cairu, BA, por Kleber Patricio

Farol de Morro de São Paulo oferece uma vista panorâmica do mar e da vila, sendo um dos melhores pontos da ilha para contemplar o pôr do sol, uma experiência imperdível. Fotos: Alex Lemoni.

O litoral baiano abriga alguns dos destinos mais desejados do Brasil, especialmente no arquipélago de Cairu, onde estão paraísos como Morro de São Paulo, Boipeba, Garapuá e Moreré. Durante todo o ano, as ilhas recebem visitantes de diferentes partes do Brasil e do mundo, atraídos pelas paisagens naturais, pela gastronomia e pelas experiências únicas da região.

Mas porque viajar na baixa se torna tão especial? Isso acontece porque, justamente na baixa temporada, o destino revela um charme ainda mais especial e se torna ideal para quem busca descanso, exclusividade e conexão genuína com a natureza e a cultura local. A seguir, a Associação Comercial e Empresarial de Cairu (ACEC) destaca cinco benefícios de visitar a região fora dos períodos mais movimentados:

1 – Praias mais tranquilas e contato intenso com a natureza

Viajar na baixa temporada significa encontrar cenários paradisíacos com menos movimento e mais sossego. Praias como a Quarta Praia, em Morro de São Paulo, as piscinas naturais de Moreré e a extensa faixa de areia de Cueira, em Boipeba, proporcionam uma experiência mais relaxante, perfeita para desacelerar e aproveitar cada detalhe da paisagem.

2 – Experiências mais exclusivas

Igreja de Nossa Senhora da Luz, em Morro de São Paulo, é um dos marcos históricos mais importantes da ilha. Localizada no centro da vila, a construção em estilo barroco começou a ser erguida em 1628 e foi concluída em 1845, preservando relíquias dos séculos XVII e XVIII, como altares de cedro e imagens sacras. Além da importância histórica e religiosa, o local chama atenção pela vista privilegiada do entorno e pela atmosfera tranquila das ruas sem carros, cercadas por pousadas e restaurantes. Uma curiosidade é que o chão da igreja possui antigas lápides de sepultamentos, tradição comum na época para que os fiéis estivessem “mais próximos de Deus”. Uma das lápides mais antigas data de 1869. A visitação é gratuita.

Com menor fluxo de turistas, passeios, hospedagens e restaurantes conseguem oferecer experiências ainda mais intimistas e personalizadas. É o momento ideal para explorar trilhas ecológicas, fazer passeios de lancha entre as ilhas, conhecer a Praia da Ponta dos Castelhanos ou contemplar o pôr do sol no Forte de Morro de São Paulo com mais privacidade.

3 – Valores mais competitivos e oportunidades de promoção

Outro atrativo importante da baixa temporada é o excelente custo-benefício. Hospedagens, passeios e serviços costumam apresentar tarifas mais acessíveis e promoções especiais, permitindo ao visitante prolongar a viagem ou investir em experiências diferenciadas, como hospedagens “pé-na-areia”, passeios privativos ou roteiros gastronômicos pela culinária local.  

4 – Atendimento mais personalizado

Com uma demanda equilibrada, os empreendimentos turísticos conseguem dedicar ainda mais atenção aos visitantes durante a baixa. Restaurantes, pousadas, receptivos e comércios locais oferecem um atendimento mais próximo e acolhedor, seja em experiências gastronômicas à beira-mar em Garapuá ou em hospedagens boutique espalhadas pelas ilhas.

5 – Vivência autêntica da cultura local

A Segunda Praia, em Morro de São Paulo, é uma das faixas de areia mais movimentadas e conhecidas da ilha, reunindo mar cristalino, boa infraestrutura e uma atmosfera vibrante ao longo do dia. Cercada por bares, restaurantes e pousadas, a praia atrai visitantes em busca de lazer, esportes aquáticos e vida noturna. Durante a maré baixa, piscinas naturais se formam próximas à areia, criando um cenário ideal para banho e contemplação. O local também é conhecido pelos sunsets animados e pelo clima descontraído que marca a experiência em Morro de São Paulo.

Fora dos períodos de maior movimento, é possível conhecer Cairu de maneira mais genuína, observando o cotidiano das comunidades, a gastronomia regional, o artesanato e as tradições locais com mais proximidade. O visitante consegue vivenciar com calma a rotina dos vilarejos, experimentar pratos à base de frutos do mar frescos e conhecer manifestações culturais típicas da região. “Para muitos, o novo luxo é viajar sem multidão e aproveitar os períodos de lazer e descanso. Viajar na baixa temporada é uma tendência cada vez mais valorizada por quem busca experiências mais exclusivas, tranquilidade e conexão verdadeira com o destino. Em Cairu, esse período permite descobrir um arquipélago ainda mais autêntico, com praias paradisíacas, atendimento acolhedor e experiências únicas em contato com a natureza e a cultura local”, destaca Flávio Costa, vice diretor secretário da Associação Comercial e Empresarial de Cairu (ACEC).

Como chegar ao destino

Chegar ao arquipélago baiano de Cairu é mais simples do que muitos imaginam. O acesso pode ser feito a partir de Salvador, com diferentes opções de trajeto que combinam transfer terrestre e marítimo, além de voos regionais e catamarãs regulares. Uma das formas é o traslado semi-terrestre, que une trecho de carro e travessias de lancha, com duração média de 3h a 4h. O mais rápido é o catamarã direto, saindo do Terminal Náutico da Bahia, que leva cerca de 2h30 a 3h, proporcionando uma chegada ao destino com a possibilidade de contemplar belas paisagens do litoral baiano.

Para quem parte de outras regiões do Brasil, o Aeroporto Internacional de Salvador concentra os principais acessos ao destino, tornando Cairu uma opção prática para quem deseja vivenciar praias paradisíacas, clima tropical e experiências autênticas em um dos cenários mais encantadores da Bahia.

(Fonte: Inefável PR)