Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

Uma viagem pela tradição têxtil da Malásia

Malásia, por Kleber Patricio

Peças, tecidos e técnicas artesanais revelam histórias de intercâmbio, identidade e transformação. Fotos: Divulgação/Tourism Malaysia.

Há destinos que podem ser descobertos por seus monumentos, paisagens ou gastronomia. Na Malásia, a história também está presente em algo muito mais cotidiano: as roupas. Tecidos, cores, bordados e silhuetas refletem a formação de um país marcado pelo encontro entre culturas malaias, chinesas, indianas e indígenas.

De uma peça de baju kurung usada em celebrações aos elaborados desenhos de um songket, a indumentária tradicional malaia vai além da estética. Ela expressa valores culturais e formas de pertencimento e, ao mesmo tempo, continua se transformando para acompanhar a vida contemporânea.

Baju kurung: elegância da tradição malaia

Um dos trajes femininos mais representativos da cultura malaia é o baju kurung, composto por uma blusa longa e solta, geralmente até os joelhos ou abaixo deles, combinada a uma saia longa. Presente há gerações nas comunidades malaias, sua silhueta permite uma ampla variedade de cores, estampas e tecidos.

O baju kurung faz parte do cotidiano, mas ganha destaque em celebrações como o Hari Raya Aidilfitri, quando as famílias se reúnem para celebrar o fim do Ramadã. Nessas ocasiões, as peças podem ser confeccionadas com tecidos mais sofisticados e combinadas a acessórios tradicionais.

Sua permanência também mostra como uma vestimenta tradicional pode acompanhar os novos tempos. Atualmente, há versões com cortes, estampas e materiais contemporâneos, sem perder as características que identificam a peça.

Kebaya: uma peça que revela o intercâmbio cultural

A kebaya é outra das vestimentas femininas mais emblemáticas do Sudeste Asiático. É uma blusa de corte ajustado, tradicionalmente usada sobre uma saia ou sarongue, que pode apresentar bordados, rendas e outros detalhes ornamentais.

Sua história reflete a natureza multicultural da região. Influenciada ao longo dos séculos pelo comércio e pelo intercâmbio entre diferentes povos, a kebaya foi adotada e reinterpretada por diversas comunidades, incluindo malaias e peranakan (baba-nyonya), dando origem a diferentes versões regionais.

Na Malásia, sua presença é especialmente significativa em locais onde diferentes culturas e rotas comerciais se encontraram. A peça se torna também um registro dos intercâmbios que conectaram diferentes partes da Ásia ao longo da história.

Sari: a herança da comunidade indiana

A diversidade cultural da Malásia também está presente nas vestimentas da comunidade indiana. O sari, uma longa peça de tecido que envolve o corpo e é tradicionalmente combinada a uma blusa, é uma das roupas mais reconhecidas da cultura indiana.

Cores intensas, bordados, estampas e detalhes têxteis fazem de cada sari uma peça singular. Sua presença no país reflete a importância histórica da comunidade indiana na formação da sociedade malaia e mostra como diferentes tradições convivem no cotidiano.

Durante celebrações como o Deepavali, o Festival das Luzes, é comum ver os saris acompanhados de joias, cores vibrantes e outros elementos tradicionais.

Batik: arte que se veste

Entre os tecidos mais associados à cultura da Malásia está o batik. Mais do que uma estampa, trata-se de uma técnica artesanal que utiliza cera aplicada sobre o tecido antes do tingimento, criando desenhos e padrões característicos.

Flores, folhas, formas geométricas e elementos inspirados na natureza aparecem com frequência. Embora o batik tenha raízes compartilhadas com outras regiões do Sudeste Asiático, a Malásia desenvolveu características e estilos próprios.

Hoje, o batik está presente em camisas, vestidos, saias, lenços e outras peças, sendo também uma das formas mais acessíveis de levar consigo um pouco da cultura malaia.

Songket: das cortes reais às celebrações atuais

Outro destaque da tradição têxtil do país é o songket, tecido artesanal conhecido pelos motivos decorativos criados com fios metálicos, tradicionalmente de ouro ou prata. O brilho desses fios conferiu à peça, ao longo do tempo, uma associação com prestígio, artesanato e ocasiões solenes.

Historicamente, o songket era associado a sultões, membros da realeza e da nobreza, representando riqueza e status social. Com o passar do tempo, essas restrições foram diminuindo, enquanto o uso de fios metálicos modernos tornou o tecido mais acessível. Atualmente, o songket é usado tanto pela realeza quanto pelo público em geral, especialmente em casamentos, festividades, cerimônias e ocasiões formais.

Sua produção exige habilidade e paciência, e os padrões carregam conhecimentos artesanais transmitidos entre gerações. Para o viajante, encontrar um songket em um mercado local significa entrar em contato com uma tradição que continua fazendo parte do patrimônio cultural da Malásia.

Mercados: onde a cultura ganha vida

Uma das melhores maneiras de conhecer essa riqueza têxtil é visitar os mercados locais, onde os tecidos fazem parte do cotidiano.

Em Kota Bharu, os mercados reúnem artesanato, tecidos, gastronomia e objetos tradicionais, oferecendo um contato próximo com a cultura local. Em Perlis, é possível conhecer outras expressões da produção e do artesanato regional. Já a Petaling Street, em Kuala Lumpur, apresenta uma experiência de compras marcada pela influência da comunidade chinesa e pela diversidade comercial da capital.

Em Kuala Terengganu, os mercados também são uma boa oportunidade para encontrar artesanatos e tecidos ligados às tradições da costa leste da península. Percorrer esses espaços permite observar como os produtos são produzidos, comercializados e incorporados à vida cotidiana.

Para o viajante, escolher um lenço de batik, uma peça de songket ou uma vestimenta tradicional pode ser mais do que uma lembrança da viagem: é também uma maneira de valorizar o trabalho dos artesãos locais.

Da tradição ao design contemporâneo

A moda malaia não ficou restrita ao passado. Designers contemporâneos reinterpretam silhuetas tradicionais e incorporam tecidos como batik e songket a peças pensadas para o guarda-roupa atual.

Assim, as vestimentas tradicionais continuam presentes em casamentos, festivais, cerimônias e outras ocasiões importantes, ao mesmo tempo em que inspiram novas criações. Na Malásia, elas não são apenas heranças de outras gerações, mas manifestações vivas de cultura e criatividade que continuam evoluindo.

Para descobrir mais sobre a Malásia, acesse: https://www.malaysia.travel/.

Sobre a Tourism Malaysia

O Conselho de Promoção Turística da Malásia, também conhecido como Turismo da Malásia, é uma agência do Ministério do Turismo, Artes e Cultura da Malásia (MOTAC). Seu foco é promover a Malásia como um destino turístico preferencial e, desde a sua criação, tem desempenhado um papel significativo no fortalecimento da presença e competitividade do país no cenário turístico global.

A campanha “Visite a Malásia 2026-2027” (VM2026-2027) destaca o compromisso da Malásia com o desenvolvimento do turismo sustentável, em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas. A campanha visa apresentar as diversas atrações naturais do país, o rico patrimônio cultural e a vibrante oferta turística, promovendo, ao mesmo tempo, o crescimento inclusivo e o valor a longo prazo para as comunidades locais e as partes interessadas do setor.

Para mais informações, visite as redes sociais do Turismo da Malásia no Facebook, Instagram, YouTube e TikTok.

Sobre a TM Americas

Empresa de marketing de turismo, é especializada em destinos e atrações de classe mundial. Conta com uma equipe de profissionais trilíngues especializados em diferentes áreas: marketing, vendas, comunicação, marketing digital e posicionamento de marca. Sediada na Flórida, está presente no Brasil, Colômbia, México, Argentina e Canadá, abrangendo 18 países.

(Fonte: TM Americas)

Osesp MASP tem segundo concerto da temporada em diálogo com obra de Ingres

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Jean-Auguste Dominique Ingres, Angélica Acorrentada, 1859 – Óleo sobre tela – Acervo MASP. Foto: João Musa.

O MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand e a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp apresentam, neste segundo semestre de 2026, a 11ª edição do projeto Osesp MASP, que combina artes visuais e música no palco do auditório do museu. O segundo concerto da temporada tem como referência a pintura Angélica Acorrentada (1859), de Jean-Auguste Dominique Ingres, que integra o acervo do museu desde 1958.

A apresentação é conduzida pelo Quarteto Poesis, formado por músicos da Osesp Carolina Kliemann, violino; Maria Angélica Cameron, viola; Maria Luísa Cameron, violoncelo; e Fernando Tomimura, piano. O programa reúne Três Romances para violino e piano, Op. 22, de Clara Schumann, e o Quarteto para piano nº 1 em Sol menor, Op. 25, de Johannes Brahms. A apresentação tem duração aproximada de 1h30, com entrada gratuita.

Promovido pelo MASP e pela Osesp desde 2015, o projeto é uma realização do Ministério da Cultura e, nesta edição, conta com apoio do escritório de advocacia Lefosse. “O Lefosse reafirma, com o apoio ao projeto Osesp MASP, seu compromisso com iniciativas que aproximam a sociedade da arte e da música. Iniciativas como essa têm um papel fundamental no acesso à cultura e no fortalecimento do diálogo entre diferentes linguagens artísticas”, afirma Rodrigo Junqueira, managing partner do Lefosse.

PROGRAMA

Clara Schumann

Três Romances para violino e piano, Op. 22, I. Andante molto

3 min

Johannes Brahms

Quarteto para piano nº 1 em Sol menor, Op. 25

I. Allegro: 14 min

II. Intermezzo, Allegro ma non troppo: 8 min

III. Andante con moto: 9 min

IV. Rondo alla zingarese, Presto: 8 min

39 min

OBRA COMENTADA

Jean-Auguste Dominique Ingres, Angelica in Chains, 1859. Acervo MASP.

SERVIÇO:

Concerto 2 | Osesp MASP

30/9/26 | quarta-feira, às 20h

Capacidade: 344 lugares

Sujeito a lotação

Classificação: Livre

Duração do espetáculo: 1h30

Entrada gratuita: ingressos distribuídos uma hora antes no Vão Livre do MASP.

MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

Avenida Paulista, 1578 — Bela Vista 01310-200 São Paulo, SP

Telefone: (11) 3149-5959

www.masp.org.br

Facebook | Instagram

www.osesp.art.br

Facebook | Instagram | Tik Tok.

(Fonte: Assessoria de Imprensa MASP)

Coletivo Êxodo adapta “Amores Surdos”, de Grace Passô

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Texto de 2006 trata de uma família em conflito, põe em cena um hipopótamo e atores que transitam entre ficção e realidade. Fotos: Luisa Gastaldi.

Uma família vive confinada em uma casa onde faltam dinheiro, espaço e, principalmente, diálogo. A mãe tenta manter o cotidiano sob controle enquanto cada um dos três filhos encontra uma maneira própria de lidar com aquilo que não consegue dizer. Do lado de fora, vizinhos observam, comentam e também interferem nessa dinâmica. É nesse ambiente que o Coletivo Êxodo, dirigido por Luize e orientado por Pedro Haddad, apresenta sua adaptação de “Amores Surdos”, dramaturgia de Grace Passô escrita em 2006. A montagem faz temporada no Teatro Reynuncio Lima, do Instituto de Artes da Unesp, nos dias 30 de setembro, 1º e 2 de outubro, e na Casa Farofa – Sala Teatro da Vertigem, nos dias 6, 7 e 8 de novembro de 2026, com entrada gratuita.

A montagem, dirigida e adaptada por Luize, chega ao palco 20 anos depois da criação do texto original, sem transportar a história integralmente para o presente. A proposta é investigar o que permanece reconhecível na estrutura familiar criada por Passô e, a partir dela, acrescentar procedimentos, linguagens e questões que surgiram durante o processo de criação universitário. O resultado reúne quatro atores e dois músicos em cena, com música original executada ao vivo, dança, partituras corporais, projeções e momentos em que os intérpretes deixam os personagens para falar diretamente com o público.

Sobre a montagem

Em cena, a família central é formada pela mãe, Joaquim, o Pequeno e Graziele. O quarto filho está ausente e sua presença é estabelecida pela comunicação por telefone. Cada personagem desenvolve uma estratégia para não encarar os conflitos da casa. Joaquim assume responsabilidades que ultrapassam seu lugar de filho; o Pequeno se recusa a crescer; Graziele se refugia na música para não ouvir o que acontece ao redor; e a mãe tenta sustentar sozinha uma estrutura familiar marcada por ausências e segredos.

A situação financeira da família também aparece menos nas falas do que nas ações e rubricas da dramaturgia original, aspecto que o grupo decidiu enfatizar na montagem. Caixas espalhadas pelo cenário sugerem a possibilidade de despejo, enquanto objetos domésticos pendurados compõem uma casa que parece estar sempre prestes a se desfazer. Uma porta vermelha, quadros vazios, panelas e caixas completam a cenografia de Gustavo Feitosa.

A montagem também amplia uma presença que, no texto original, permanece fora de cena: os vizinhos. Dois músicos ocupam outro espaço do palco e assumem simultaneamente a função de músicos e personagens. Associados a uma família de perfil elitista e conservador, eles observam e comentam a família que vive abaixo deles. A escolha também estabelece uma relação de opressão pelo som, já que a música da família vizinha atravessa fisicamente o espaço dos protagonistas.

“Amores Surdos: O Balde de Lama e o (Ch)amado Silêncio” ganha, assim, música ao vivo composta especialmente para o espetáculo por Caos Nicioli. Além da sonoridade erudita, utiliza-se também de músicas e ritmos populares para costurar a narrativa. A trilha não funciona apenas como acompanhamento: acompanha as ações e contribui para a construção dos climas da narrativa. A presença dos músicos também nasceu de uma característica do próprio espaço do Teatro Reynuncio Lima, que possui diferentes patamares ao redor da área cênica, permitindo que os vizinhos sejam vistos em outro plano.

A adaptação mantém a estrutura fundamental da dramaturgia de Grace Passô, mas incorpora cenas e situações criadas pelo próprio coletivo a partir das rubricas e dos conflitos identificados no texto. Uma dessas mudanças está na relação entre ator e personagem. Os intérpretes não permanecem o tempo inteiro dentro da ficção: em determinados momentos, apresentam-se como atores, recebem o público, comentam acontecimentos e depois entram novamente na narrativa. O procedimento estabelece uma distância em relação à história e reforça a dimensão política da encenação.

A montagem também preserva a presença do absurdo, característica da dramaturgia de Grace Passô. O hipopótamo que aparece no texto é tratado pelo grupo como uma imagem que permite diferentes interpretações: pode ser um animal concreto ou representar aquilo que a família esconde e que cresce até não poder mais ser ignorado. Para o coletivo, essa combinação entre cotidiano e fantasia está relacionada à própria escrita da dramaturga, que constrói situações familiares reconhecíveis atravessadas por acontecimentos que deslocam a realidade.

Coletivo Êxodo

Criado no segundo semestre de 2025, o Coletivo Êxodo reúne estudantes vindos de diferentes regiões do Brasil e de São Paulo que se encontraram no curso de Artes Cênicas da Unesp. O grupo surgiu do interesse em experimentar o fazer teatral de maneira coletiva e horizontal, permitindo que seus integrantes ocupem diferentes funções artísticas e técnicas ainda durante a graduação. “Amores Surdos: O Balde de Lama e o (Ch)amado Silêncio” inaugura essa pesquisa, que articula formação acadêmica, experimentação de linguagem e criação teatral.

A temporada integra um projeto de extensão universitária contemplado em edital da Unesp e prevê apresentações gratuitas na universidade e na Casa Farofa, na Sala Teatro da Vertigem, ampliando a circulação da produção realizada no ambiente universitário para outros espaços e públicos.

Ficha Técnica

Direção e adaptação: Luize

Assistente de direção e iluminação: Dafne Ohana

Elenco: Débora Oliveira, Pedro Urbano, Lorena Rodrigues e Helena Bechara Nacarato

Músicos: Caos Nicioli e Caetano Nicioli

Composição musical: Caos Nicioli

Produção fonográfica: Adelmo Henrique

Cenografia: Gustavo Feitosa

Produção: Annaís Ballaminut

Coreografia: Giovanna Gomes

Assistente de coreografia: Maria Vintana

Fotos: Luísa Gastaldi e Thaina Tibana

Figurino: Anna Madrid

Confecção de Figurino: Rafaela Aventurato

Divulgação: Lorena Rodrigues e Helena Bechara

Designers: Luiza Latorre e David Horeglad

Orientação: Pedro Haddad

Provocação Vocal: Sofia Vilasboas Slomp.

SERVIÇO:

Amores Surdos: O Balde de Lama e o (Ch)amado Silêncio

Duração: 60min | Classificação: 12 anos

Datas: 30 de setembro, 01 e 02 de outubro

Teatro Reynuncio Lima – Instituto de Artes da Unesp

Rua Jornalista Aloysio Biondi, 120, Barra Funda, São Paulo, SP

Horário: Quarta a sexta, às 20h

Entrada: gratuita, com ingressos via Sympla

Datas: 6, 7 e 8 de novembro de 2026

Casa Farofa – sala Teatro da Vertigem

Rua Treze de Maio, 240 – 1º Andar

Horário: Sexta a domingo, às 19h

Entrada: gratuita, com ingressos via Sympla.

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Comunicação)

Copacabana Palace apresenta o Lumio, uma nova ponte entre o sul da Itália e o Brasil

Rio de Janeiro, RJ, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação/Copacabana Palace.

O Copacabana Palace, A Belmond Hotel, Rio de Janeiro apresenta o Lumio, um novo restaurante do chef Nello Cassese, com abertura em novembro de 2026 no Edifício Piscina. Moldado pela década em que Cassese viveu e cozinhou no Brasil, o Lumio apresenta uma experiência contemporânea de menu degustação italiano que reúne a sensibilidade mediterrânea, ingredientes brasileiros e a visão da Belmond do slow luxury por meio da excelência culinária.

Onde a luz encontra o mar, de Nápoles ao Rio

No Copacabana Palace, a luz há muito molda o ritmo do dia. É essa relação duradoura entre o mar, a paisagem e a cultura que inspira o Lumio.

Para o chef Nello Cassese, o conceito também se inspira em outra costa: o Sul da Itália. Conectando o Rio de Janeiro e Nápoles por meio de sua relação compartilhada com a luz, o mar e o ritual culinário, o Lumio explora o que dois territórios separados por um oceano ainda podem ter em comum.

Situado ao redor da piscina, o Lumio junta-se aos destinos gastronômicos do hotel, ao lado do novíssimo Bar do Copa, do Mee e do Pérgula, contribuindo para um ritmo social renovado no Copacabana Palace.

Um novo capítulo para Nello Cassese

Quando Cassese chegou ao Copacabana Palace em 2016, começou a desenvolver uma interpretação contemporânea da culinária italiana no Ristorante Hotel Cipriani. Ao longo dos anos seguintes, ele o estabeleceu como um dos principais destinos para jantares italianos fora da Itália, conquistando uma estrela Michelin e reconhecimento no prestigiado rank The 50 Best Restaurants Latin America, além de ter sido eleito o Melhor Restaurante Italiano do Mundo Fora da Itália, pelo 50 Top Italy em 2025 e 2026. Na mesma edição de 2026, Cassese também foi nomeado Chef do Ano.

Agora, o Lumio nasce dessa evolução: italiano em sua essência e influenciado pelo lugar, pelas viagens e pelo intercâmbio. “Durante muito tempo, minha missão foi apresentar a Itália no Rio de Janeiro. Continuo fazendo isso, mas hoje entendo que essa história ficou maior. O Rio me fez revisitar minhas próprias origens de um jeito que eu não esperava. Lumio nasce dessa descoberta, ainda um restaurante italiano na essência, mas com tudo que aprendi nos últimos dez anos entre viagens, produtores e cozinhas diferentes“, afirma Nello Cassese.

Slow luxury servido com intenção

Desenhado em torno de um único menu degustação para apenas 38 convidados por noite, o Lumio oferece uma experiência gastronômica íntima e imersiva. O formato reflete uma abordagem mais calma da hospitalidade, convidando os hóspedes a se envolverem plenamente com a jornada do menu.

A experiência inclui três opções de harmonização de vinhos e uma adega com mais de 400 rótulos, com curadoria do Head Sommelier Ed Arruda. A Mesa do Chef da Dom Pérignon será um dos assentos mais exclusivos do restaurante, reforçando a estreita conexão entre cozinha e salão que define o trabalho de Cassese. Ele continua sendo o único chef na América do Sul a fazer parte da Dom Pérignon Society. “O Copacabana Palace sempre evoluiu preservando o que o tornou um símbolo da cidade. A transformação do Edifício Piscina segue esse mesmo compromisso: olhar para o futuro sem romper com sua própria história, incorporando o espírito Belmond de Slow Luxury. O Lumio faz parte desse movimento, um restaurante italiano que só poderia existir neste momento da história do hotel, unindo o caminho que o Nello construiu na última década, a identidade do Rio de Janeiro e a compreensão da hospitalidade pela Belmond”, diz Ulisses Marreiros, diretor geral do Copacabana Palace.

O Lumio inaugura enquanto o Copacabana Palace escreve um novo capítulo em sua história. Unindo a jornada culinária de Nello Cassese, a identidade do Rio de Janeiro e a abordagem de hospitalidade da Belmond, o restaurante marca um novo momento para um dos endereços mais icônicos da cidade. Lumio será revelado em novembro de 2026.

Siga o Lumio no Instagram
lumio.rio.

Sobre o Copacabana Palace, A Belmond Hotel, Rio de Janeiro

O Copacabana Palace, A Belmond Hotel, Rio de Janeiro é um dos ícones da cidade há mais de um século, emoldurando a mundialmente famosa Praia de Copacabana desde 1923. Carinhosamente conhecido como “Copa”, o hotel recebeu, ao longo dos anos, inúmeras festas e personagens lendários, de Princesa Diana e Ava Gardner a Nelson Mandela e Mick Jagger, consolidando sua reputação como o cenário do glamour e da grandiosidade, além de ser, todos os anos, o coração pulsante do Carnaval e do Réveillon do Rio. Uma obra-prima arquitetônica, com localização incomparável e a piscina mais atraente do Rio, alguns dos seus 208 quartos e suítes oferecem uma vista privilegiada da paisagem dramática da cidade. A história do hotel remonta à década de 1930, quando foi inaugurado o Golden Room, que recebeu grandes espetáculos de figuras lendárias como Josephine Baker e Nat King Cole. Hoje, os hóspedes podem desfrutar da elegante gastronomia pan-asiática do MEE, restaurante estrelado pelo Guia Michelin; de clássicos da culinária italiana com um toque contemporâneo, sob o comando do chef executivo Nello Cassese, nascido em Nápoles, em um novo restaurante italiano que será inaugurado em breve; e da culinária brasileira no Pérgula. O Teatro Fernanda Montenegro, no Copacabana Palace é um sofisticado refúgio de elegância e dramaticidade, com uma programação excepcional de apresentações.

Belmond.com | Instagram

Visite o Media Hub.

(Com Giovanna Cavalieri Longo Firmato Glória/FSB Comunicação)

Espetáculo “Cinderella”, estrelado por Oksana Bondareva e Leonardo Di Checchi, chega a São Paulo no Mês das Crianças

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Superprodução europeia de balé clássico passará por 18 cidades brasileiras e promete encantar público de todas as idades. Fotos: Divulgação.

Em outubro, a magia de “Cinderella” chegará a São Paulo, com uma montagem inédita da The Moscow Ballet. A grandiosa produção será estrelada por dois nomes consagrados da cena internacional: Oksana Bondareva, solista do lendário Teatro Mariinsky e reconhecida por sua expressividade e presença magnética no palco, e o italiano Leonardo de Checchi, aplaudido por sua técnica refinada e pelas conquistas em competições de prestígio mundial. Ambos foram laureados com o Capri Danza International 2025, um dos prêmios mais respeitados da dança europeia, e chegam ao País para encantar o público ao lado de um elenco de 18 grandes bailarinos russos e italianos. As apresentações serão nos dias 06 e 07, às 20h, no Teatro Bradesco.

Com figurinos luxuosos, cenários encantadores e coreografias de alto nível técnico e artístico, Cinderella apresenta ao público um universo mágico. Além da delicadeza e do virtuosismo da dança, a plateia se surpreenderá com a atuação cênica dos bailarinos. “Criamos esta montagem levando em consideração as habilidades e características dos nossos artistas. Conseguimos revelar a individualidade de cada bailarino, mostrando, em alguns momentos, a técnica de balé e, em outros, o talento para a atuação. O espetáculo é muito teatral, com muitos momentos divertidos e emocionantes. Também existe uma história de amor — a verdadeira história de Cinderella e do príncipe”, conta Oksana Bondareva, que também assina a direção artística do espetáculo junto a Andrey Lyapin.

Entre os pontos altos do espetáculo, Oksana Bondareva destaca a cena do baile, que reúne todo o elenco em um dos momentos mais grandiosos da montagem. A sequência combina dinamismo, humor e emoção e, segundo a bailarina, ganha ainda mais força na transição para a “meia-noite”, quando a passagem do tempo é traduzida de maneira especialmente criativa pelos artistas. O momento em que Cinderella precisa deixar o baile reserva, assim, uma das surpresas cênicas da produção.

Para Oksana, é uma grande oportunidade e sorte poder apresentar Cinderella ao público brasileiro neste mês tão especial. “Queremos que as crianças acreditem nos contos de fadas, no amor e que saibam distinguir o bem do mal. E que vivam sempre com fé em seus corações. E que, cada pessoa, depois de assistir ao espetáculo, saia do teatro com o coração maior, cheio de amor, alegria e calor humano”, define a bailarina.

Inspirada no clássico conto de Charles Perrault, a produção mantém como trilha sonora a genial música de Sergei Prokofiev, composta especialmente para o balé Cinderella, apresentado pela primeira vez em 1945, no Teatro Bolshoi, com a grande Galina Ulanova no papel da princesa.

A história de Cinderella vem, ao longo dos séculos, despertando fascínio em pessoas de todas as idades. “Todos nós queremos acreditar em contos de fadas, até mesmo os adultos. Todos esperamos da vida uma recompensa por nosso trabalho árduo ou por nossos sofrimentos. E Cinderella nos permite sonhar com um milagre, em qualquer uma de suas formas. Ela nos dá esperança de que, depois de todo o esforço e trabalho, seremos recompensados com felicidade e amor”, conclui Oksana.

Com produção de alto nível e uma proposta artística sofisticada, Cinderella transporta o público para um mundo encantado inspirado no clássico conto de fadas que atravessa gerações, sendo uma experiência inesquecível para toda a família.

O espetáculo será apresentado, de primeiro de outubro a primeiro de novembro, em Ribeirão Preto, São Paulo, São Bernardo do Campos, Piracicaba, Campinas, Belo Horizonte, Cascavel, Florianópolis, Maringá, Chapecó, Jaraguá do Sul, Criciúma, Novo Hamburgo, Lajeado, Caxias do Sul, Porto Alegre, Juiz de Fora, Rio de Janeiro.

SERVIÇO:

Cinderella – The Moscow Ballet

Data: 06 e 07/10/2026

Horário: 20h

Local: Teatro Bradesco – Bourbon Shopping São Paulo – R. Palestra Itália, 500 – 3° Piso – Perdizes, São Paulo – SP

Classificação Etária: Livre (menores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsáveis)

Ingressos: a partir de R$90

Vendas na Uhuu:
https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/the-moscow-ballet-cinderella-16670

Produção: 3LM Entretenimento.

(Com Shirley Costa/Agência Frigg)