Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Meio Ambiente & Responsabilidade Social

Ubatuba, SP

Instituto Argonauta auxilia baleia-jubarte emalhada em Ubatuba

por Kleber Patrício

A Equipe de desenredamento de grandes cetáceos do Instituto Argonauta para a Conservação Costeira e Marinha foi acionada para atender uma baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae) juvenil avistada emalhada nas proximidades da Ponta Grossa, em Ubatuba. O animal, conhecido como Lena, já havia sido registrado na região no ano passado e voltou a ser avistado neste ano […]

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Elementos da natureza confrontam humanidade em ficção

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Capa do livro. Foto: Divulgação/Selo Artêra/Appris.

O que a natureza diria se pudesse falar? Em “Quem és tu diante da Água? Um Esporro do Rio”JuKa Ladeira transforma Água, Fogo, Terra e Ar – além do próprio Planeta – em vozes narrativas para confrontar a arrogância humana e propor um deslocamento de perspectiva. Mais do que uma reflexão, a obra convida a aprender com os elementos outra forma de convivência, baseada em troca, interdependência e equilíbrio.

A trama se inicia quando a autora adentra o rio após uma cerimônia de Ayahuasca. Em luto pela partida de Ganesha, seu cão de cinco anos, ela pede para que os sentimentos negativos sejam levados junto ao fluxo. A resposta surpreende por chegar em forma de mensagem da Água, lembrando que ela não leva nada, mas ensina a deixar ir. Que basta observá-la para entender que o controle é apenas um delírio. Esse momento é a abertura para que cada força natural envie recados, capazes de confrontar o ser humano de diferentes maneiras.

Temas como ego, controle, paciência, transformação e igualdade atravessam as diferentes manifestações da natureza. A história amplia, assim, as indagações sobre como tratamos uns aos outros e o mundo que nos abriga. “Cada elemento inicia sua fala com um verdadeiro esporro à humanidade e, a partir daí, passa a justificar seu descontentamento por meio de explicações, questionamentos e provocações sobre a forma como tratamos uns aos outros e o planeta”, afirma a autora.

Eu sou todas as coisas, e mesmo assim tu me feres

Sou o corpo que te abriga e o limite que não sabes respeitar

Sou o berço e o túmulo, o ventre e o esquecimento

E ainda assim acreditas que pode me possuir.

(Quem és tu diante da Água, p. 89)

Ao longo de 130 páginas, o livro transita entre ciência, espiritualidade e ancestralidade para refletir sobre a espécie humana. A narrativa também dialoga com passagens presentes em tradições do cristianismo, budismo, hinduísmo, espiritismo, islamismo e religiões de matriz africana, enfatizando aquilo que diferentes livros sagrados e crenças reconhecem sobre a importância dos elementos.

Com inspiração em títulos como A Vida Secreta das Árvores (2015) e Mundos Internos, Mundos Externos (1997), a obra é reflexo dos estudos da autora em cosmologia, espiritualidade, ciência e filosofia, áreas que inspiram conexões entre distintas formas de compreender a existência. Ao integrar conhecimentos diversos, Quem és tu diante da Água? Um Esporro do Rio propõe olhar para a natureza não como cenário ou recurso, mas como mestra de convivência

FICHA TÉCNICA

Título: Quem és tu diante da Água?

Subtítulo: Um Esporro do Rio

Autor:  JuKa Ladeira

Editora: Selo Artêra / Appris

ISBN/ASIN: 978-65-250-5608-1

Páginas: 130

Preço:  R$ 46 (físico) e R$ 29 (e-book)

Onde comprar: Amazon.

Sobre a autora

Foto: Divulgação/JuKa Ladeira.

JuKa Ladeira é movida pela curiosidade e tem um olhar que busca as ligações entre astronomia, filosofia, psicologia, neurociência e espiritualidade. Além de Quem és tu diante da água? Um Esporro do Rio, tem outros projetos literários em desenvolvimento, entre eles um romance, uma comédia filosófica animista e uma coletânea de contos.

Instagram: @jukaladeira

Site: www.jukaladeira.com.

(Com Maria Clara Menezes/LC Agência de Comunicação)

Brunch by Lindt passa a integrar calendário permanente do Must Restaurant e estreia edição de inverno com cascata de chocolate Lindt

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Brunch de Inverno da Lindt no Must Restaurant. Fotos: Elvis Fernandes.

O que começou como uma edição especial se transformou em um dos encontros gastronômicos mais aguardados dos domingos paulistanos. A partir deste inverno, o Brunch da Lindt passa a fazer parte do calendário permanente do Must Restaurant, no Tivoli Mofarrej São Paulo, com edições temáticas que acompanharão as diferentes estações do ano e datas comemorativas, como primavera, Natal e outras ocasiões especiais.

A nova temporada, que começou no dia 12 de julho, marca mais um capítulo da parceria entre o restaurante e a tradicional chocolateria suíça, reconhecida mundialmente por sua excelência na produção de chocolates premium. Mantendo a estrutura que conquistou os frequentadores nas edições anteriores, o brunch apresenta agora uma seleção inédita de sobremesas criadas especialmente pelo chef executivo Danilo Brasil para os meses mais frios do ano.

Como novidade para a edição de inverno, os clientes encontrarão ainda uma cascata de chocolate Lindt e novas receitas de sobremesas desenvolvidas para a estação. Entre os destaques estão os delicados macarons de chocolate Lindt, a clássica Ópera com chocolate Lindt e o Concord Cake, elaborado com biscuit de chocolate, ganache, mousse de chocolate Lindt e suspiros de chocolate. A temporada traz ainda o Finger de Caramelo, que combina biscuit de chocolate, ganache, mousse de chocolate Lindt, cremoso de caramelo salgado e praliné de avelã, além da Charlotte de baunilha e manga e do Gianduiotto com chocolate Lindt.

As sobremesas servidas à mesa também ganham protagonismo com o brownie de frigideira preparado com Lindt Excellence 85% cacau, cookie de panela com calda Lindt, brigadeiro de chocolate Lindt, mousse de chocolate com avelã, o tradicional Pudim Tivoli e frutas laminadas da estação. “O brunch se tornou uma experiência muito querida pelos nossos hóspedes e pelo público da cidade. A decisão de torná-lo permanente nos permite explorar novos ingredientes, criar cardápios temáticos ao longo do ano e construir uma experiência que se renova a cada temporada”, afirma Danilo Brasil, chef executivo do Tivoli Mofarrej São Paulo.

Com edições que se renovam ao longo das estações, o Brunch Lindt passa a aceitar reservas durante todo o ano, permitindo que o público programe sua visita para qualquer domingo, independentemente da temática em cartaz. Além das novidades sazonais, o brunch mantém sua seleção de pratos quentes, estação de pães e viennoiseries, queijos e frios, saladas, opções à la carte e outras receitas que compõem a experiência gastronômica já conhecida pelos frequentadores do Must Restaurant.

SERVIÇO:

Brunch Lindt – Edição de Inverno

Local: Must Restaurant | Tivoli Mofarrej São Paulo

Data: a partir de 12 de julho de 2026

Quando: aos domingos, das 13h às 16h

Endereço: Alameda Santos, 1437 – Jardins, São Paulo

Valor: R$ 380 por pessoa (inclui 1 welcome drink) | R$ 620 por pessoa (inclui welcome drink, bebidas não alcoólicas, espumante, vinho branco e vinho tinto) | Criança de 06 a 12 anos: 50% do valor | Criança até 06 anos: cortesia. 

SERVIÇO:

Must Restaurant  

End.: Alameda Santos, 1437, Cerqueira César | São Paulo, Brasil

Horário Must: das 08h às 01h

Reservas: (11) 91635-3751 | (11) 3146-5922

E-mail: mustrestaurant.tspm@tivolihotels.com

Instagram: @TivoliMofarrej @MustRestaurant

Facebook: @TivoliMofarrej @MustRestaurant.

Sobre a Tivoli Hotels & Resorts

Fundada em 1933 em Portugal, a marca de luxo Tivoli Hotels & Resorts convida os hóspedes a abrandar o ritmo do dia a dia e a colecionar memórias que ficarão com eles muito depois da sua estadia. Através de serviços exclusivos e experiências autênticas, a Tivoli revela a alma secreta de cada destino aos seus hóspedes. O atual portefólio inclui cerca de 20 propriedades em Portugal, Brasil, Qatar, China, Holanda, Itália e Espanha, com futuros projetos na Europa e no Médio Oriente.

A Tivoli faz parte do grupo hoteleiro Minor Hotels e é membro do programa de fidelização Minor Discovery, parte do Gha Discovery.

Visite tivolihotels.com para mais informações e fique a par das novidades no FacebookInstagram e YouTube.

Sobre a Minor Hotels

A Minor Hotels é um grupo hoteleiro global que opera mais de 640 hotéis, resorts e residências em 59 países.  O grupo cria experiências inovadoras e inspiradoras através das suas marcas hoteleiras, incluindo Anantara, Elewana Collection, The Wolseley Hotels, Tivoli, Minor Reserve Collection, NH Collection, nhow, Avani, Colbert Collection, NH, Oaks e iStay, bem como um portfólio diversificado de restaurantes e bares, experiências de viagem e marcas de spa e bem-estar. Com mais de quatro décadas de experiência, a Minor Hotels constrói marcas mais fortes, promove parcerias duradouras e impulsiona o sucesso do negócio, concentrando-se sempre no que é mais importante para os nossos hóspedes, colaboradores e parceiros.

A Minor Hotels é um orgulhoso membro da Global Hotel Alliance (GHA), e reconhece os seus hóspedes através de um programa de fidelização unificado, o Minor Discovery, parte do GHA Discovery.

Descubra o nosso mundo em minorhotels.com e ligue-se à Minor Hotels no FacebookInstagramLinkedInTikTok e YouTube.

*A contagem de propriedades inclui propriedades operacionais, bem como empreendimentos comprometidos através de propriedade, joint ventures, arrendamentos e acordos de gestão.

(Com Letícia Jábali/Press Pass Comunicação & Marketing)

 

Texto de Padre Antônio Vieira usa humor e música para falar da injustiça social no Sesc Pinheiros

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

“Sermão de Santo Antônio aos Peixes” é um dos textos mais conhecidos da literatura em língua portuguesa; com humor e crítica ácida, espetáculo do século 17 toca em assuntos como desigualdade social, exploração econômica, corrupção e escravidão dos povos indígenas. Fotos: Nil Caniné.

De forma comunicativa e bem-humorada, além de uma ácida crítica à exploração dos povos indígenas e à ganância dos colonizadores, “Sermão de Santo Antônio aos Peixes”texto de Padre Antônio Vieira, de 1654, ganhou uma adaptação para os palcos e estreia dia 16 de julho no auditório do Sesc Pinheiros. A montagem conta com direção e dramaturgia de Moacir Chaves, que também está em cena com Márcio Vito, além da música ao vivo executada por Gustavo Corsi, responsável pela direção musical. A temporada é de 16 de julho a 8 de agosto.

O espetáculo parte do Sermão de Santo Antônio aos Peixes, de Padre Antônio Vieira, considerado por Fernando Pessoa o “Imperador da Língua Portuguesa”. No texto, os peixes são utilizados como metáforas para discutir a exploração do homem pelo homem, condenar a escravização dos povos indígenas e abordar temas como ganância, poder e corrupção. Em cena, dois atores e um músico apresentam o sermão por meio da interpretação, da música ao vivo e de recursos cênicos, revisitando um dos textos mais conhecidos da literatura em língua portuguesa.

“Padre Antônio Vieira é o nosso Shakespeare. Como o inglês, Vieira escreveu textos para serem falados, alcançou enorme sucesso popular e sua obra permanece viva e atual. Vieira era performático. É impossível ler seus sermões sem imaginar sua atuação cênica. O púlpito era seu palco, sempre diante de uma audiência numerosa. Suas palavras são inteligentes, curiosas, engraçadas e dialogam com o nosso tempo”, afirma o diretor.

Pregado em 13 de junho de 1654, em São Luís do Maranhão, durante as celebrações de Santo Antônio, o Sermão de Santo Antônio aos Peixes foi escrito em meio aos conflitos entre colonos e jesuítas em torno da escravização dos povos indígenas. Três dias após a pregação, Vieira embarcou para Lisboa para solicitar ao rei D. João IV a adoção de medidas que garantissem maior proteção aos indígenas diante da exploração promovida pelos colonos.

Sua atuação junto à Coroa portuguesa contribuiu para a criação de medidas voltadas à proteção dos povos indígenas. Além da atividade religiosa, Vieira exerceu funções diplomáticas e políticas. Seus sermões funcionavam como instrumentos de intervenção pública, abordando temas relacionados à organização social, à política, à religião e às relações humanas. Produzida ao longo do século XVII, sua obra discute intolerância, poder, conflitos e comportamento social, questões que permanecem presentes no debate contemporâneo.

Sermão de Santo Antônio aos Peixes realizou temporadas no Sesc Copacabana e no Centro Cultural Baukurs Botafogo, ambos no Rio de Janeiro. Nesta montagem, Moacir Chaves revisita a obra de Padre Antônio Vieira três décadas após sua primeira aproximação com o autor, quando dirigiu Sermão da Quarta-feira de Cinza, espetáculo protagonizado por Pedro Paulo Rangel (1948–2022).

Segundo o encenador, o texto de Vieira articula elementos lúdicos e críticos para discutir contradições humanas que permanecem atuais. “O público daquela época aceitava Cristo, mas o problema era viver de forma cristã, abrir mão dos próprios privilégios e enfrentar a desigualdade social, que acaba atravessando a história”, conclui.

FICHA TÉCNICA 

Texto: Padre Antônio Vieira. Direção, Concepção e Dramaturgia: Moacir Chaves. Elenco: Márcio Vito e Moacir Chaves. Composição e Música ao Vivo: Gustavo Corsi. Cenário: Sergio Marimba. Figurino: Inês Salgado. Iluminação: Aurélio de Simoni. Assistentes de Direção: Maria Clara Schwerdtner e Isis Pessino. Direção Técnica: Anderson Bispo. Fotos: Nil Caniné. Arte e Design Gráfico: Maurício Grecco. Assessoria de Imprensa: Renato Fernandes. Gestão e Conteúdo de Mídias: Sarah Marques. Produção Executiva: Flávia Primo. Direção de Produção: Ana Barroso e Monica Biel / BB Produções Artísticas.

Sinopse | Considerado por Fernando Pessoa como o Imperador da língua portuguesa, Vieira concebeu no Sermão de Santo Antônio aos Peixes um texto que revela a sua surpreendente imaginação, habilidade oratória e poder satírico, utilizando os peixes como símbolos de virtudes e vícios humanos. Neste espetáculo, dois atores e um músico se dirigem ao público, com muito humor, clareza e recursos técnicos, para compartilhar um dos mais belos e instigantes textos concebidos na nossa língua.

SERVIÇO:

Sermão de Santo Antônio aos Peixes

Local: Sesc Pinheiros – Teatro Paulo Autran – R. Paes Leme, 195 – Pinheiros, São Paulo, SP

Temporada: De 16 de julho a 8 de agostos. Quinta a sábado, às 20h30.

Dias 31/07 e 07/08 sessões às 16h e às 20h30.

Ingressos: R$ 50 (inteira), R$ 25 (meia entrada) e R$ 15 (credencial plena).
Vendas em sescsp.org.br, pelo aplicativo Credencial Sesc SP ou nas bilheterias de todas as unidades do Sesc SP.

Duração: 60 min | Classificação: 14 anos

Acessibilidade: Teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.

Nos dias 31/07 e 01/08, as sessões contam com tradução em Libras.

Sesc Pinheiros

Rua Paes Leme, 195, Pinheiros – São Paulo (SP)

Horário de funcionamento: Terça a sexta: 10h às 22h. Sábados: 10h às 21h. Domingos e feriados: 10h às 18h30

Estacionamento com manobrista

Como chegar de transporte público: 350m a pé da Estação Faria Lima (metrô | linha amarela), 350m a pé da Estação Pinheiros (CPTM | Linha Esmeralda) e do Terminal Municipal Pinheiros (ônibus).

Acessibilidade: A unidade possui rampas de acesso e elevadores, além de banheiros e vestiários acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida. Também conta com espaços reservados para cadeirantes.

(Com Gleice Nascimento/Assessoria de Imprensa Sesc Pinheiros)

Vive la France!: restaurantes para celebrar a Semana da França na capital paulista

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Imagem de u_nkq2bjcdwm por Pixabay.

Para celebrar o Dia da Queda da Bastilha, o dia nacional da França, comemorado em 14 de julho e símbolo da cultura e da história francesas, não é preciso atravessar o Atlântico. Em São Paulo, restaurantes franceses e casas de inspiração francófona transformam a data em uma verdadeira experiência gastronômica, com receitas clássicas, cartas de vinhos e ambientes que remetem aos tradicionais bistrôs de Paris. Em clima de liberté, égalité et fraternité, confira endereços onde é possível brindar à ocasião e saborear alguns dos grandes ícones da culinária francesa.

Blaise

Instalado no térreo do Rosewood São Paulo, o Blaise é inspirado nas brasseries contemporâneas. Guiado pelo conceito farm to table, o restaurante valoriza ingredientes no auge de sua sazonalidade e respeita os ciclos da terra, resultando em uma experiência que combina técnica e afeto. O menu traz pedidas como a Nossa Charcuterie (R$180), com a produção artesanal da casa ladeada por pão tostado, mostarda fermentada e picles de legumes; o Pithivier de Cordeiro (R$240), torta francesa de massa folhada servida com salada de folhas e jus de cordeiro; e o Frango Assado (R$340) e a Paleta de Cordeiro (R$495), que são servidos ao lado de molho de mostarda, destacam a suculência das carnes e a profundidade de sabores. As guarnições completam a experiência com equilíbrio entre textura e frescor, incluindo polenta frita com molho holandês, arroz de abóbora, legumes grelhados e mix de folhas.

Rua Itapeva, 435 – Bela Vista, São Paulo/SP – Fone (11) 3797-0502 | saopaulo.reservas@rosewoodhotels.com | www.rosewoodhotels.com/pt/sao-paulo | @rosewoodsaopaulo.

ICI Brasserie

Com clima descolado e ambiente versátil, a ICI Brasserie é ideal tanto para encontros como para almoços executivos ou mesmo reuniões entre amigos. Entre as pedidas clássicas, está a tradicional Sopa de Cebola gratinada com queijo gruyère (R$62), que pode ser apreciada com um bom vinho tinto; o Steak tartare (R$79, meia porção; R$93 inteira), carro chefe da ICI, feito com carne bovina crua e temperada, picada na ponta da faca, acompanhado de fritas e salada; e o clássico Boeuf Bourguignon (R$98), carne cozida lentamente no molho de vinho tinto, bacon, cenoura, mini cebola e cogumelo, vem acompanhado de purê de batatas.

3 unidades + Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 – Vila Olímpia, São Paulo/SP | Horário de funcionamento: segunda a quinta das 11h30 às 15h e das 17h30 às 23h, sexta das 11h30 às 23h, sábado das 12h às 23h, domingo das 12h às 22h. | Aceita VR | @icibrasserie.

Marie Cuisine

Inspirado na culinária parisiense, o restaurante traz à mesa o refinamento e a autenticidade que consagraram seu sucesso em Brasília, com menu totalmente voltado para as receitas francesas. A decoração combina o aconchego de um bistrô tradicional à sofisticação de uma casa contemporânea. Os pratos são assinados pelo chef Marcílio Araújo, responsável por conduzir a cozinha da nova casa, juntamente com o chef Raphael De Lucca. Para quem procura os clássicos da cozinha francesa, encontra a Soupe à l’oignon en Croûte Feuilletée (R$93), tradicional sopa de cebola em massa folhada; o Steak tartare, pommes frites et salade verte (R$129 pequeno; R$169 grande), um filet mignon cortado na ponta da faca, temperado, com batatas fritas e salada verde; e o Crème brûlée à l’orange au gingembre et à la vanille (R$59), crème brûlée de laranja com gengibre e baunilha.

Rua Barão de Capanema, 450 – Jardins, São Paulo/SP – Fone: (11) 94086-7900 | Horário de funcionamento: segunda a quarta das 12h às 16h e das 19h à 23h, quinta das 19h às 23h, sexta e sábado das 12h à 0h, domingo das 12h às 18h | @_mariecuisine.

Rendez-Vous

Comandado pela restauratrice Vavy Marigo, o Rendez-Vous é um dos bistrôs franceses mais tradicionais de Pinheiros. Desde 2016, a casa transporta os clientes para o clima dos cafés parisienses, com ambiente acolhedor e um cardápio que percorre do café da manhã ao jantar, valorizando receitas clássicas da culinária francesa. Para celebrar o Dia da Queda da Bastilha, data que marca um dos momentos mais emblemáticos da história da França, o restaurante apresenta um prato especial servido exclusivamente entre os dias 14 e 18 de julho. O destaque é o Arroz de Pato (R$119), preparado com arroz jasmine e coxa de pato confit, acompanhado de cenoura, ervilha e paio salteados. Para harmonizar, o Rendez-Vous também oferece uma carta de drinks cuidadosamente elaborada, complementando a experiência e reforçando a atmosfera charmosa que tornou o bistrô uma referência para quem busca os sabores da França em São Paulo.

Rua Fradique Coutinho, 179, Pinheiros | Telefone (11) 2539-8497 | Horário de funcionamento: de segunda, quarta, quinta e sexta, das 12h às 23h; terça, das 12h às 18h, aos sábados, das 9h às 23h; e aos domingos, das 9h às 18h30 | @rendezvous.bistro.

La Casserole

Fundado em 1954 e localizado no Largo do Arouche, o La Casserole é uma das mais tradicionais casas francesas de São Paulo. Comandada por Marie-France e Leo Henry, preserva clássicos da gastronomia francesa com incorporação de ingredientes e referências brasileiras. No cardápio, destacam-se clássicos como Moule et Frites (R$ 118), mexilhões com molho ao vinho branco e ervas e batatas fritas; os Escargots (R$ 99), servidos como na região de Borgonha, na manteiga de alho e ervas; e o Canard à l’orange (R$ 174), pato confitado ao molho de laranja servido com batatas “soufflées”. Para adoçar, o tradicional Crêpes Suzette (R$ 44), panqueca flambada com laranja, Grand Marnier e conhaque.

Largo do Arouche, 346 – Centro, São Paulo | (11) 3331-6283 | Horário de funcionamento: segunda, das 12h às 15h; terça e quarta, das 12h às 15h e das 19h às 23h; quinta e sexta, das 12h às 15h e das 19h à 00h; sábado, das 12h30 às 16h e das 19h às 00h; domingo, das 12h30 às 16h30 | lacasserole.com.br | lacasserole1954.

Le Freak

Ocupando um endereço tombado no Centro, o Le Freak parte de referências francesas para construir um cardápio livre, moderno e paulistano, sob comando do chef Juan Pablo Montes. A ideia da casa é reinterpretar clássicos da França a partir das lentes de São Paulo, a exemplo do The “Bikini” Pithivier (R$ 61), entrada de massa folhada recheada com queijo mussarela e presunto royale, finalizada com Jus (redução de caldo de ossos bovinos montada com manteiga e creme de leite); ou do Denver Steak au Poivre (R$ 128, para dois). Vale encerrar a refeição com o delicado Îles Flottantes (R$ 44), ovos nevados com creme inglês, frutas frescas e amêndoas laminadas.

Avenida São Luís, 282 — Centro, São Paulo | Horário de funcionamento: terça a sexta, das 19h à 00h; sábado, das 12h à 00h; domingo, das 12h às 17h | lefreak.menu | lefreak.menu.

(Com Ligia Prestes Fernandes/Comida Midia)

Exposição inédita “Território de passagem” leva ao MIS a primeira individual de Ruchita em São Paulo

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Com curadoria de Brunno Almeida Maia e direção de arte e expografia de Leandro Leão, mostra reúne videoartes e séries fotográficas, além de ativações e lançamento de um livro da artista multimídia curitibana. Foto: Divulgação.

Nascida em Curitiba e radicada em Florianópolis, a artista multimídia Ruchita inaugurou no dia 11 de julho de 2026 no MIS – Museu da Imagem e do Som a exposição “Território de passagem” – sua primeira individual na capital paulista. Com visitação gratuita até 24 de agosto, a mostra, que inclui o lançamento do livro “Todo momento de achar é um perder-se a si própria” e uma série de ativações, foi concebida especialmente para o MIS e apresenta oito obras produzidas entre 2017 e 2025. São videoartes e séries fotográficas que investigam as relações entre corpo, tempo e memória.

Com curadoria de Brunno Almeida Maia e direção de arte e expografia de Leandro Leão, a individual reafirma a proposta de levar ao público a linguagem da videoarte, articulando elementos performáticos, audiovisuais e fotográficos em uma proposta imersiva e não linear. A exposição inédita estabelece, ainda, um diálogo direto com o acervo de videoarte do MIS, referência nacional e na América Latina, com mais de 5 mil títulos produzidos e catalogados desde os anos 1970. Ao inserir a produção de Ruchita nesse contexto histórico, “Território de passagem” aproxima a pesquisa e a produção da artista a uma tradição experimental marcada por nomes como Walter Zanini, Letícia Parente, Hélio Oiticica, Lygia Pape e Arthur Omar.

“Existe ainda uma centralização forte na produção do eixo Rio-São Paulo, e artistas do Sul, do Norte, do Nordeste e do Centro-Oeste encontram barreiras de visibilidade. Fazer minha estreia em São Paulo, justamente no MIS, tem um significado importante para mim – e divido esse sentimento com outros artistas que são sub-representados – sobretudo porque meu trabalho multimídia tem foco no audiovisual”, comemora Ruchita. “O vídeo ainda enfrenta resistência institucional em comparação a outros suportes, como a pintura ou a escultura, mas não há como negar que a tecnologia tem atravessado cada vez mais a produção artística contemporânea. Nesse sentido, o MIS sempre teve um papel relevante de projeção e reconhecimento.”

Partindo de experiências pessoais traduzidas em performances para a câmera, Ruchita coloca seu próprio corpo como campo de experimentação artística e desenvolve trabalhos em fotografia, instalação e vídeo que evidenciam a transitoriedade entre retrato e autorretrato. Em “Território de passagem”, suas investigações são atravessadas por questões existenciais, psicológicas e simbólicas, articulando aspectos íntimos e coletivos da experiência humana.

Estruturada a partir de dois eixos curatoriais – “O Corpo Inacabado” e “O Corpo é Tempo” –, a exposição reúne obras que abordam temas como vulnerabilidade, transcendência, repetição, impermanência e dissolução. No primeiro eixo, a série “Não sou finito” (2018) documenta a ação performática de uma videoinstalação em duas telas que flagram o corpo da artista amarrado a uma árvore – representando amarras sociais e mentais – e a tentativa de alcançar o infinito puxando uma corda suspensa, gesto repetitivo que aproxima o corpo do intangível.

Já a série inédita “Alternar-se” (2025/2026) mergulha na experiência de convívio diário da artista com o diabetes. Utilizando mel e sangue como metáforas, Ruchita compõe um ensaio visual e sonoro que explora os altos e baixos de seu cotidiano. Em “Limiares”, a artista escreve com sangue sobre espelho um gráfico de oscilações de taxas de glicemia; em “Compasso”, um lenço vermelho traduz essa inconstância; em “Abismo”, o reflexo em uma poça de mel evoca uma dor corporalizada; em “Um corpo que me rodeia”, o mel escorre pelo corpo de Ruchita, evidenciando movimentos que escapam de nosso controle e nos atravessam.

“‘Alternar-se’ nasce de algo que atravessa meu corpo, minhas emoções e minha rotina”, afirma Ruchita. “Senti que era importante falar sobre esse tema porque os números seguem crescendo. Hoje, mais de 16 milhões de pessoas convivem com diabetes no Brasil e quase 600 milhões de pessoas no mundo. Então, essa obra funciona também como um convite para a observação do corpo e do cuidado cotidiano”, conclui.

As 23 fotografias de “Des-continuum” – registros de sangue e mel sobre papel, expostas sem moldura – rompem limites físicos e simbólicos. A obra “Um estado claro de ambiguidade” (2017-2018) completa o primeiro eixo da exposição. Nela, doze pessoas têm a visão obliterada por um espelho que reflete os olhos da artista. Ao lado da tela de exibição do vídeo, um autorretrato impresso de Ruchita é fixado diretamente sobre a parede, contendo o mesmo pedaço de espelho colado que sobrepõe seu olhar. Assim, os olhos do espectador estarão refletidos no lugar dos olhos da artista – uma reflexão sobre retrato, autorretrato, alteridade e um convite a se conectar à experiência do outro.

No segundo eixo, “O Corpo é Tempo”, a série “Face à impermanência” investiga duração e efemeridade em diálogo com a cultura japonesa do Wabi-Sabi (que defende que nada é acabado, permanente ou perfeito). O tríptico é composto de duas obras audiovisuais e uma instalação fotográfica. Em “Esse movimento perpétuo” (2018), uma videoinstalação registrada na praia de Naoshima e projetada sobre areia real depositada no chão exibe a imagem da artista, que surge e desaparece em sintonia com algas que se decompõem, simbolizando a fusão do indivíduo na natureza e o ciclo eterno de decomposição e reintegração. Já em “Estar sem estar” (2018), Ruchita permanece imóvel por horas no cruzamento de Shibuya, em Tóquio, enquanto a multidão passa em ritmo frenético – projetado em loop, o vídeo, de 8’09” e dimensões variáveis, foi filmado em câmera lenta para acentuar o paradoxo entre contemplação zen e velocidade urbana, um choque que também ecoa no cotidiano da metrópole paulistana.

“A performance sempre foi a base do meu trabalho. Meu processo criativo parte de experiências internas, de questões que eu tento externalizar por meio da imagem”, explica Ruchita. “Tudo surge dessa investigação pessoal, dessa busca existencial que me acompanha desde muito nova. O corpo acaba se tornando um lugar de percepção, experimentação e transformação. É a partir dele que tento criar conexões com o outro”, conclui a artista.

Trajetos livres de visitação

A expografia de “Território de passagem” foi concebida para evitar percursos lineares e estimular diferentes possibilidades de circulação do público. A partir de um prisma central e de planos inclinados que redesenham a espacialidade da Sala Maureen Bisilliat, o projeto assinado por Leandro Leão propõe uma experiência de deriva, aproximando corpo, imagem, som e arquitetura. Ao invés de uma sequência fixa de leitura, a exposição convida o visitante a construir seu próprio trajeto.

“A seleção das obras foi construída de forma muito cuidadosa para que diferentes períodos da produção da Ruchita dialogassem entre si dentro dos eixos da mostra”, afirma Almeida Maia. “A própria expografia procura traduzir isso espacialmente, criando relações entre vídeo, fotografia, arquitetura e deslocamento. A mostra também é marcada por atravessamentos de território e de gênero. No contexto institucional, a videoarte brasileira foi historicamente associada a uma produção masculina e concentrada entre Rio de Janeiro e São Paulo. Inserir uma artista mulher, vinda de fora desse eixo, é reconhecer e dar visibilidade a transformações importantes na arte contemporânea brasileira”, conclui o curador.

Além da exposição, “Território de passagem” contará com uma programação de ativações que inclui um bate-papo sobre videoarte contemporânea com Ruchita, o curador Brunno Almeida Maia e a videoartista e pesquisadora Márcia Beatriz Granero. O programa contempla ainda: visitas mediadas; oficina de experimentações em videoarte; ações de registro audiovisual para o acervo institucional do MIS; e o lançamento de “Todo momento de achar é um perder-se a si própria”, livro que compila a produção da artista entre 2017 e 2025. 

Sobre Ruchita

Artista multimídia nascida em Curitiba (PR, 1979), Ruchita cria obras que abrangem fotografia, instalações, vídeos e performances. Atualmente, vive e trabalha em Florianópolis (SC). Ao longo de sua trajetória, morou, estudou e trabalhou em Santiago (Chile), Bogotá (Colômbia), San Diego (California, EUA), Miami (Flórida, EUA) e Rio de Janeiro (Brasil). Graduou-se em Comunicação Audiovisual no International Fine Arts College de Miami. Inaugurou, em 2024, a exposição individual “Estou/Sou”, no Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica, no Rio de Janeiro. Apresentou, em 2023, a individual “Face à Impermanência”, no Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC). Entre 2019 e 2020, integrou as mostras coletivas “Le delicate storie dell’arte del cambiamento”, na PaviArt, em Pavia, Itália, e “Deus Ex Terra”, no Contemporary Art Observatorium, em Lavagna, Itália. Suas obras foram expostas também no Labora Photo Prix Madrid. Expôs na semana da ARCO na HYBRID – International fair for emerging Art, em Madri, e posteriormente na JustLX- Lisboa Contemporary Art Fairno Museu da Carris, Lisboa. Realizou doze exposições individuais em Santa Catarina entre 2017 e 2025. Participou, ainda, de cinco coletivas no Brasil, quatro exposições no exterior e 27 festivais internacionais, com premiação em nove deles. 

Sobre Brunno Almeida Maia

Brunno Almeida Maia é doutorando em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU–USP), onde desenvolve pesquisa sobre as relações entre moda e arquitetura. É mestre em Filosofia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e atua como curador, pesquisador e docente em diversas instituições culturais e acadêmicas. Destacam-se seus trabalhos de curadoria nas exposições e ciclos realizados na Casa Museu Eva Klabin, no Rio de Janeiro, Casa Museu Ema Klabin, em São Paulo, no Sesc Avenida Paulista e no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc–SP, bem como sua participação no Grupo de Práticas e Estudos em Curadoria (GPEC/FAU–USP). Foi residente do Núcleo de Estudos Contemporâneos do Museu da Imagem e do Som (NECMIS) e organizador da jornada em homenagem ao centenário de Gilda de Mello e Souza. Como educador, leciona em instituições como USP, IED, Senac, FAAP, Belas Artes, MASP, MAM-SP, MIS e Paço das Artes de SP, com foco nas intersecções entre moda, arte, literatura e cultura material. Publicou ensaios em revistas acadêmicas e culturais, como a Revista Zum (IMS), Revista Dissonância de Teoria Crítica da Unicamp, Fundação Bienal de São Paulo, a Revista do CPF-Sesc e Revista do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB-USP). É autor do livro “Moda, corpo e vestimenta” (2016), além de contribuir com capítulos em obras coletivas. Sua mais recente publicação é “Tempos de exceção: ensaios sobre o contemporâneo” (2025).

Sobre Leandro Leão

Leandro Leão é arquiteto e designer e doutorando em dupla titulação pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU–USP) e pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS-Paris). É mestre na área de História e Fundamentos da Arquitetura e do Urbanismo pela FAU-USP. Graduou-se em Arquitetura e Urbanismo na mesma instituição, com estágio em pesquisa pela EHESS-Paris. Tem especialização em Arquitetura da Paisagem pelo Centro Universitário Senac, em Gestão Pública Municipal pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e em Estilismo pela ESMOD-Paris. Foi professor convidado pelo Senac-SP nas áreas de Arquitetura e Desenho. Desenvolve pesquisas acadêmicas na área de História da Arte e História da Arquitetura desde 2009. Trabalhou como colaborador em destacados escritórios do Brasil, como Pedro Paulo de Melo Saraiva, Base Urbana e Artifício Arquitetura. Seus trabalhos receberam dezenas de reconhecimentos nacionais e internacionais, incluindo prêmios do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), do Latin America Design Award e do DNA Paris. É membro da Society of Architectural History e da European Architectural History Network.

SERVIÇO:

Exposição “Território de passagem”

Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS) – Espaço Maureen Bisilliat

Endereço: Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo

Data: de 11 de julho a 24 de agosto de 2026

Visitação gratuita: terças a sextas, 10h às 19h; sábados, 10h às 20h; domingos e feriados, 10h às 18h. Ativações gratuitas (sujeitas a lotação): visita mediada (20.8, 19h30); bate-papo (21.8, 19h30); oficina de experimentação em videoarte (22.8, 10h).

A programação é uma realização do Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo, e Museu da Imagem e do Som, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, ProAC e Promac. O MIS tem patrocínio institucional da Livelo, Vivo, Goldman Sachs, Ituran e Goodstorage e apoio institucional das empresas Delboni, EAÍ?! Marketing, Unisys, Volkswagen Caminhões e Ônibus, Unipar, Campari, Colégio Albert Sabin, PWC, Telium, Kaspersky, Gabriel e Play Audiovisual.

(Com Diego Andrade de Santana/Baobá Comunicação)