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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Orquestra Sinfônica Municipal apresenta dois grandes concertos com solistas e regente convidado em abril

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Ambos concertos passeiam por composições de diferentes eras da música: “Sombras e Redenção”, nos dias 10 e 11, terá a participação da pianista Sylvia Thereza; “Arquiteturas do Som”, nos dias 24 e 25, sob regência de Ricardo Bologna e com Paulo Álvares ao piano. Foto: Rafael Salvador.

A Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo apresenta dois grandes concertos durante o mês de abril. Nos dias 10, sexta-feira, às 20h, e 11, sábado, às 17h, a orquestra apresenta “Sombras e Redenção”, na Sala de Espetáculos, sob regência de Roberto Minczuk e a participação da pianista Sylvia Thereza. Os ingressos variam de R$13 a R$100, a classificação é livre e tem duração de 100 minutos, com intervalo.

O programa articula diferentes épocas e linguagens em um percurso de grande força expressiva: Nirai, de Misato Mochizuki, abre com uma atmosfera contemplativa; o Concerto para Piano nº 4, de Ludwig van Beethoven; Francesca da Rimini, de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, mergulha no romantismo ao retratar o amor trágico de Dante; e Der Zorn Gottes, de Sofia Gubaidulina, encerra com uma linguagem contemporânea.

Já nos dias 24, sexta-feira, às 20h, e 25, sábado, às 17h, a Orquestra Sinfônica Municipal apresenta “Arquiteturas do Som”, sob regência de Ricardo Bologna e com Paulo Álvares ao piano. O repertório reúne as seguintes obras: Peaux, da obra Pléïades, de Iánnis Xenákis; Concerto para piano e orquestra, de György Ligeti; Três Variações para Orquestra, de Olivier Toni; Orun, de Marcos Balter, e Concerto para orquestra, de Witold Lutosławski. Os ingressos custam de R$13 a R$100, a classificação é livre e a duração é de 100 minutos, com intervalo.

O programa é dedicado a alguns dos mais importantes autores do século XX e regido pelo percussionista e maestro Ricardo Bologna, especialista neste tipo de repertório. Iánnis Xenákis foi um engenheiro, teórico musical e compositor grego naturalizado francês. Entre suas obras mais importantes está Pleiades: Peaux, peça para seis percussionistas. Nela, Xenakis explora toda a riqueza tímbrica das membranas dos instrumentos, criando texturas rítmicas de grande densidade e energia. Outro especialista em obras do século XX é o solista do programa: o pianista mineiro Paulo Álvares, radicado na Alemanha. Ele interpreta o Concerto para Piano do húngaro György Ligeti, obra em cinco movimentos escrita ao longo da década de 1980.

SERVIÇO:

Sombras e Redenção

Sala de Espetáculos – Theatro Municipal de São Paulo

ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL

10 de abril, sexta-feira, às 20h

11 de abril, sábado, às 17h

Regência

Roberto Minczuk

Solista

Sylvia Thereza (piano)

Programa

Misato Mochizuki – Nirai

Ludwig van Beethoven – Concerto para Piano nº 4

Pyotr Ilyich Tchaikovsky – Francesca da Rimini

Sofia Gubaidulina – Der Zorn Gottes

Ingressos de R$ 13,00 a R$ 100,00

Duração de 100 minutos (com intervalo)

Classificação: Livre para todos os públicos

Arquiteturas do Som

Sala de Espetáculos – Theatro Municipal de São Paulo

ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL

24 de abril, sexta-feira, às 20h

25 de abril, sábado, às 17h

Regência

Ricardo Bologna

Solista

Paulo Álvares (piano)

Programa

Iánnis Xenákis – Peaux, da obra Pléïades

György Ligeti – Concerto para piano e orquestra

Olivier Toni – Três Variações para Orquestra

Marcos Balter – Orun

Witold Lutosławski – Concerto para orquestra

Ingressos de R$ 13 a R$ 100

Duração de 100 minutos (com intervalo)

Classificação: Livre para todos os públicos.

(Com André Santa Rosa/Assessoria de imprensa Theatro Municipal)

Mater Natura e ICMBio firmam parceria para restauração no Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange

Litoral do Paraná, por Kleber Patricio

Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange (PNSHL), que abriga diferentes formações florestais e uma alta diversidade de espécies. Foto: Gabriel Marchi.

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Mater Natura – Instituto de Estudos Ambientais firmaram um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) inédito para a restauração no litoral do Paraná. O acordo tem como foco o Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange (PNSHL), uma das áreas mais relevantes para a conservação da Mata Atlântica no sul do Brasil.

Com cerca de 24 mil hectares, o parque abriga diferentes formações florestais e uma alta diversidade de espécies, incluindo árvores ameaçadas de extinção. Foi a primeira Unidade de Conservação (UC) do país a ser criada pelo Poder Legislativo Federal, que completa agora 25 anos.

A parceria foi oficializada no DOU do dia 23 de março de 2026, com vigência de cinco anos e integra as ações do projeto “Estudos da Restauração – Pesquisa, Estruturação e Planejamento”, financiado pelo Programa Biodiversidade Litoral do Paraná (BLP).

Imagem obtida por armadilha fotográfica instalada no PNSHL para estudos de frugivoria. Imagem: Mater Natura.

“O Mater Natura precisou passar por um credenciamento preliminar junto ao ICMBio para essa parceria, que tem como eixo central a restauração ecológica em um Parque Nacional”, detalha o coordenador do projeto, Daniel Zambiazzi Miller.

Conservação, pesquisa e restauração

O plano de trabalho do acordo prevê um conjunto de ações integradas, como um levantamento florístico detalhado no parque, para ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade local e o estudo de espécies arbóreas raras e ameaçadas, voltado para ciclos de vida, produção de sementes, germinação e interações com a fauna. Esses dados ainda são escassos na literatura científica e são essenciais para orientar projetos de restauração.

Sementes coletadas pelo projeto “Estudos da Restauração” e mudas produzidas em conjunto com viveiros parceiros. Foto: Daniel Zambiazzi Miller.

Também será elaborado um Projeto de Restauração Ecológica para o PNSHL, incluindo estratégias para o manejo de espécies que ameaçam a biodiversidade da região, como pinus, braquiária e lírio-do-brejo. No entorno do parque, o plantio de espécies nativas e o enriquecimento florestal em propriedades parceiras deverá fortalecer a conectividade da paisagem.

Para a restauração, estão previstas a produção de mudas e sementes junto a viveiros parceiros. A coleta de sementes de espécies nativas, especialmente as ameaçadas, será intensificada para fortalecer programas e iniciativas de conservação de espécies em risco.

“Com o acordo, temos a possibilidade de realizar novos projetos e ações de médio prazo. Já iniciamos a coleta de sementes e produção de mudas com viveiros parceiros para plantio e enriquecimento no entorno. A restauração dentro do parque será o próximo passo, a partir dos estudos e planos que estão sendo elaborados”, detalha Daniel.

O acordo reforça a integração entre pesquisa científica, gestão de UCs e atuação em rede com diferentes parceiros. Esse esforço dialoga com outras ações já desenvolvidas pelo Mater Natura, como o uso de câmeras para estudar a fauna dispersora de sementes e iniciativas voltadas ao fortalecimento da cadeia produtiva da restauração no litoral do Paraná.

Segundo o analista ambiental responsável pela área de pesquisa do Núcleo de Gestão Integrada do ICMBio em Matinhos, Rodrigo Torres, a parceria com o Mater Natura, que já ocorre há anos, agora ganha um importante reforço com a assinatura deste acordo. “As ações planejadas aliam uma grande ampliação do conhecimento da biodiversidade local, a elaboração de um importante documento técnico para ações de restauração ecológica na área, ações práticas de plantio e enriquecimento florestal, que beneficiam tanto o parque como as comunidades do seu entorno, e ainda a colaboração com iniciativas regionais de restauração”.

Sementes coletadas pelo projeto “Estudos da Restauração” e mudas produzidas em conjunto com viveiros parceiros. Foto: Daniel Zambiazzi Miller.

O projeto “Estudos da Restauração – Pesquisa, Estruturação e Planejamento” é financiado pelo Programa Biodiversidade Litoral do Paraná (BLP) com recursos do Termo de Acordo Judicial (TAJ) celebrado entre o Ministério Público Federal, Ministério Público do Estado do Paraná e a Petrobras, sob interveniência do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Sobre o Mater Natura – Instituto de Estudos Ambientais

O Mater Natura – Instituto de Estudos Ambientais é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua há mais de 40 anos na conservação da biodiversidade e na defesa do meio ambiente no Brasil. Desenvolve projetos voltados à proteção de ecossistemas, estudo e conservação de espécies raras e ameaçadas, educação ambiental, adaptação à mudança do clima e fortalecimento de políticas públicas ambientais, com base em evidências científicas e atuação em rede. Para mais informações acesse maternatura.org.br. Contato para imprensa: (41) 99198-0004 – juliana@maternatura.org.br.

Sobre o Programa Biodiversidade Litoral do Paraná

Criado em 2021, o Programa Biodiversidade Litoral do Paraná promove a conservação, a pesquisa e o uso responsável dos recursos naturais, fortalecendo Unidades de Conservação e impulsionando o desenvolvimento sustentável do litoral paranaense. Financiado pelo Termo de Acordo Judicial (TAJ) firmado após o vazamento de óleo ocorrido em 2001, o Programa investirá mais de R$ 110 milhões em iniciativas estratégicas ao longo de dez anos. A governança do programa é compartilhada entre organizações da sociedade civil, instituições de ensino superior e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO), supervisionados pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Paraná. A gestão financeira e operacional do Programa é realizada pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FunBIO). Para saber mais, acesse www.biodiversidadelitorapr.com.br

(Com Jéssica Amaral/DePropósito Comunicação de Causas)

Viagem às origens do teatro guia espetáculo infantil com protagonismo negro no Sesc Pinheiros

São Paulo, por Kleber Patricio

Com Barracão Cultural, “Jogo de Imaginar” acompanha a jornada de um menino em busca de sua ancestralidade e convida o público a percorrer diferentes tradições cênicas. Foto: Sabre Fiorentino.

Sesc Pinheiros recebe, de 5 a 26 de abril, o espetáculo infantil “Jogo de Imaginar”, com sessões aos domingos, às 15h e às 17h, e no feriado do dia 21, terça, nos mesmos horários. A montagem propõe uma imersão lúdica na história do teatro a partir da trajetória de um menino negro em busca de suas origens.

Criado pela Barracão Cultural, o espetáculo acompanha Eulindo, que, ao tentar descobrir quem foi seu avô, acaba entrando em um teatro e atravessa diferentes tempos e linguagens cênicas. Ao longo dessa jornada, o público é convidado a explorar referências como a commedia dell’arte, o teatro de Shakespeare, a tragédia grega e o Teatro Experimental do Negro, de Abdias do Nascimento (1914-2011), além de manifestações culturais de diferentes povos.

A encenação, uma comédia, com linguagem de palhaçaria, amplia o olhar sobre as origens do teatro ao incorporar tradições como os griots africanos, expressões das Américas e narrativas que remontam aos primeiros agrupamentos humanos, deslocando a perspectiva exclusivamente eurocêntrica. A proposta destaca o teatro como espaço de encontro entre artistas e espectadores, onde imaginação e invenção se constroem coletivamente.

Estreado no Itaú Cultural em 2022, onde permaneceu em cartaz por oito meses, o espetáculo já circulou por diferentes espaços culturais e unidades do Sesc no estado de São Paulo. A montagem foi reconhecida com o Prêmio APCA e também recebeu destaque em premiações voltadas ao teatro infantil.

Ficha Técnica

Dramaturgia: Lucas Moura

Direção: Thaís Medeiros

Atuação: Caio Teixeira e Guilherme Wander

Trilha sonora e canções originais: Morris

Direção de Arte (cenografia, figurino e adereços): Eliseu Weide

Luz: Ayra Flores

Voz off: Eloisa Elena

Adereços de luz: Tetê Ribeiro

Coordenação Técnica: Maurício Mateus

Operação de som e luz: Maurício Mateus e Leor Carmona

Assistência de Produção: Alê Picciotto e Tetê Ribeiro

Concepção do projeto e coordenação geral: Eloisa Elena

Produção: Barracão Cultural.

Serviço: 

Jogo de Imaginar com Barracão Cultural

Dia: 5 de abril a 26 de abril de 2026. Domingos sessões às 15h e às 17h. Dia 21/4, terça, às 15h e às 17h.

Local: Sesc Pinheiros – Auditório – R. Paes Leme, 195 – Pinheiros, São Paulo, SP

Ingressos: R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia entrada) e R$ 12 (credencial plena). Crianças de até 12 anos não pagam. Vendas em sescsp.org.br ou na bilheteria de todas as unidades do Sesc SP.

Duração: 60 min | Classificação: Livre

Acessibilidade: Teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.

Sesc Pinheiros

Rua Paes Leme, 195, Pinheiros – São Paulo (SP)

Horário de funcionamento: Terça a sexta: 10h às 22h; sábados: 10h às 21h e, domingos e feriados, 10h às 18h30

Estacionamento com manobrista

Como chegar de transporte público: 350m a pé da Estação Faria Lima (metrô | linha amarela), 350m a pé da Estação Pinheiros (CPTM | Linha Esmeralda) e do Terminal Municipal Pinheiros (ônibus).

Acessibilidade: A unidade possui rampas de acesso e elevadores, além de banheiros e vestiários acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida. Também conta com espaços reservados para cadeirantes.

(Com Gleice Nascimento/Assessoria de Imprensa Sesc Pinheiros)

Casa Museu Ema Klabin discute passado e futuro de São Paulo em programação de abril

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

O mês de abril chega repleto de atrações culturais na Casa Museu Ema Klabin, no Jardim Europa, em São Paulo. A programação propõe discussões sobre o passado e o futuro da cidade de São Paulo, o show da série “O som e a poesia” com o Duo NeGruZZ e Natália Barros e a feira de artesanato Bazar da Cidade. O público ainda poderá conferir a exposição “Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana”, que foi prorrogada até 26 de abril. Confira a programação completa e programe-se para aproveitar cada experiência.

Caminhada resgata histórias negras no coração de São Paulo

Caminhada no centro de São Paulo destaca memórias negras invisibilizadas. Foto: Acervo Cartografia Negra.

O Coletivo Cartografia Negra realiza no sábado, 11 de abril, das 10h às 12h, a caminhada “Volta negra” pelo centro de São Paulo, uma experiência que propõe olhar a cidade a partir de histórias frequentemente silenciadas. Percorrendo três pontos emblemáticos do centro paulistano, a atividade oferece aos participantes uma vivência sensível e crítica, em que memória, território e narrativas negras se entrelaçam. A mediação será realizada pela antropóloga Raíssa Albano de Oliveira, pelo artista visual Pedro Vinicius Alves e pela pesquisadora Carolina Piai Vieira. Criado em 2017, o Coletivo Cartografia Negra desenvolve projetos de pesquisa, artísticos e educacionais baseados na cartografia afetiva e na história afrocentrada com o objetivo de ampliar e questionar as noções de território, memória e história em São Paulo.

O som e a poesia: Duo NeGruZZ e Natália Barros

No mesmo dia 11, às 16h, a Casa Museu Ema Klabin recebe o duo NeGruZZ, formado pelos artistas Rubi e Evandro Camperon, com a participação especial da multiartista Natália Barros. O encontro integra a série “O som e a poesia”, que propõe diálogos inéditos entre música e literatura. O duo NeGruZZ apresentará o repertório do espetáculo “Ouvidomundo”, que explora a plasticidade da diáspora africana e convida o público a refletir sobre a negritude a partir da música. Composições autorais do duo se misturam a clássicos de Luiz Melodia, Luiz Gonzaga e MC Bob Rum. A participação de Natália Barros traz intervenções poéticas, com sobreposição de versos e verbos, unindo música e poesia, voz e escrita em um diálogo sensível entre palavra e som.

Palestras sobre arquitetura e o futuro ambiental de São Paulo

Palestra online aborda arquitetura e paisagens urbanas. Na foto, a cidade de Trani, Itália. Crédito: Manoela Rufinoni.

Em abril, já estão com inscrições abertas duas palestras, uma online e a outra presencial. No dia 9, a pesquisadora Manoela Rossinetti Rufinoni ministra a palestra “Narrar o edificado: uma arqueologia da memória” (online, via Zoom, das 19h às 21h, R$ 10,00). Ela abordará a descrição de arquiteturas, lugares e paisagens urbanas combinando memória, estética e escrita, e propondo uma verdadeira arqueologia da memória. A partir de relatos de viagem e experiências de percurso, a palestra discute a importância desses escritos como fontes documentais que revelam formas de olhar, lembrar e atribuir sentido aos espaços urbanos.

Já no dia 18 de abril, o botânico e paisagista Ricardo Cardim apresenta “São Paulo: passado e futuro ambiental da metrópole” (presencial, das 11h às 13h, R$ 10,00). Premiado com o International Architecture Awards e criador da Floresta de Bolso, técnica de restauração de florestas nativas em ambientes urbanos e rurais, Cardim apresentará o território natural da cidade antes da construção da metrópole, explorando sua história ecológica pouco conhecida e resgatando a memória ambiental da região.

Bazar da Cidade: edição Dia das Mães

Nos dias 25 e 26 de abril, a partir das 11h, o Bazar da Cidade realiza sua edição especial de Dia das Mães, celebrando o design artesanal, a moda e a gastronomia. O público poderá conhecer peças exclusivas de artesãos e pequenos produtores de diversos estados, valorizar a produção em pequena escala e aproveitar uma experiência gastronômica diversificada, com pratos típicos brasileiros e especialidades internacionais, tudo com um toque artesanal. O evento ainda oferece momentos de lazer no jardim projetado por Roberto Burle Marx, perfeito para relaxar e curtir a tarde.

Exposição “Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana”

Com curadoria de Paulo de Freitas Costa e Paula Nishida, a mostra revela um território com cerca de 4 mil anos de ocupação humana, muito antes da fundação da vila colonial que originou São Paulo. O percurso expositivo articula ciência, história e imaginação para compreender a relação dos primeiros habitantes com a paisagem que hoje abriga a maior cidade do país, ampliando o olhar sobre sua memória e formação.

SERVIÇO:

09/04/2026

19h às 21h – Palestra online Narrar o edificado: uma arqueologia da memória com Manoela Rossinetti Rufinoni – R$10 – 95 vagas por ordem de inscrição.

11/04/2026 

14h30 às 16h – Volta Negra pelo Centro de São Paulo, com Coletivo Cartografia Negra – R$10 – 35 vagas por ordem de inscrição.

16h – O som e a poesia Duo NeGruZZ com participação de Natália Barros – gratuito, com sugestão de contribuição voluntária – 95 lugares por ordem de chegada.

18/04 de 2026

11h às 13h – Palestra presencial São Paulo: passado e futuro ambiental da metrópole com Ricardo Cardim. R$10 – 95 vagas por ordem de inscrição no site

25 e 26/04

11h às 20h – Bazar da Cidade: edição Dia das Mães – entrada gratuita

Até 26/04/2026 

Exposição Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana

Curadoria: Paula Nishida e Paulo de Freitas Costa

Visitas livres de quarta a domingo, das 11h às 17h, com permanência até as 18h; visitas mediadas de quarta a sexta, às 11h, 14h, 15h e 16h; sábado, domingo e feriado, às 14h.

R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) para estudantes, idosos, PCD e jovens de baixa renda; gratuidade para crianças de até 7 anos, professores e estudantes da rede pública.

Rua Portugal, 43, Jardim Europa, São Paulo.

Sobre a Casa Museu Ema Klabin

Casa Museu Ema Klabin. Foto: Nelson Kon/Arquivo Casa Museu Ema Klabin.

A residência onde viveu Ema Klabin de 1961 a 1994 é uma das poucas casas museus de colecionador no Brasil com ambientes preservados. A Coleção Ema Klabin inclui pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, obras do modernismo brasileiro, como de Tarsila do Amaral e Candido Portinari, além de artes decorativas, peças arqueológicas e livros raros, reunindo variadas culturas em um arco temporal de 35 séculos.

A Casa Museu Ema Klabin é uma fundação cultural sem fins lucrativos, de utilidade pública, criada para salvaguardar, estudar e divulgar a coleção, a residência e a memória de Ema Klabin, visando à promoção de atividades de caráter cultural, educacional e social, inspiradas pela sua atuação em vida, de forma a construir, em conjunto com o público mais amplo possível, um ambiente de fruição, diálogo e reflexão.

A programação cultural da casa museu decorre da coleção e da personalidade da empresária Ema Klabin, que teve uma significativa atuação nas manifestações e instituições culturais da cidade de São Paulo, especialmente nas áreas de música e arte. Além de receber a visitação do público, a Casa Museu Ema Klabin realiza exposições temporárias, séries de arte contemporânea, cursos, palestras e oficinas, bem como apresentações de música, dança e teatro.

O jardim da casa museu foi projetado por Roberto Burle Marx e a decoração foi criada por Terri Della Stufa.

Acesse o site e redes sociais:

Site: https://emaklabin.org.br

Instagram, Facebook e TikTok: @emaklabin

YouTube: https://www.youtube.com/c/CasaMuseuEmaKlabin

Google Arts & Culture: https://artsandculture.google.com/partner/fundacao-ema-klabin

Linkedin: https://www.linkedin.com/company/emaklabin/?originalSubdomain=br

Vídeo institucional: https://www.youtube.com/watch?v=ssdKzor32fQ

Vídeo de realidade virtual: https://www.youtube.com/watch?v=kwXmssppqUU.

(Com Cristina Aguilera/Mídia Brazil Comunicação Integrada)

Patagônia no outono: a temporada mais cênica do Chile

Patagônia, Chile, por Kleber Patricio

Com início da transformação das paisagens em tons de cobre e ouro, hotel oferece uma noite cortesia para viagens entre abril e maio de 2026. Fotos: Divulgação.

O outono na Patagônia Chilena é, para muitos fotógrafos e viajantes experientes, o segredo mais bem guardado da região. É quando o vento diminui, a vida selvagem fica mais ativa e as florestas de lengas tingem o horizonte de vermelho e dourado. Para celebrar este cenário efêmero, o hotel Tierra Patagonia acaba de anunciar uma oportunidade exclusiva para quem busca desconexão profunda antes da chegada do inverno.

A campanha “Noite Bônus” convida o viajante a desacelerar. Ao reservar uma estadia mínima de três noites até o próximo dia 24 de abril, para hospedagens entre 16 de abril e 2 de maio de 2026, recebe-se a quarta noite como cortesia, permitindo um dia extra para explorar as trilhas do Parque Nacional Torres del Paine ou relaxar no incrível Uma Spa, com vista panorâmica para o maciço granítico.

Luxo sustentável e imersão

Localizado na divisa do Parque Nacional, às margens do Lago Sarmiento e com vista para as famosas torres, o Tierra Patagonia é reconhecido mundialmente por sua arquitetura que se funde à estepe patagônica. Os meses de abril e maio oferecem a “luz perfeita”: dias com um brilho suave e pores do sol prolongados, ideais para capturar a essência do destino sem as multidões do alto verão.

A experiência Tierra inclui hospedagem, todas as refeições, open bar e excursões diárias com guias especializados. Mais informações no site www.beckons.com ou e-mail reserve.chile@beckons.com.

Sobre o Tierra Patagonia

O Tierra Patagonia integra a Beckons, nova marca global de hospitalidade de luxo experiencial que reúne os portfólios anteriormente operados pelas redes Baillie Lodges e Tierra Hotels, ambas com mais de 20 anos de trajetória e reconhecidas por oferecer uma proposta única, onde aventuras transformadoras combinam com hospedagens de alto padrão.

Este refúgio com 40 apartamentos está localizado na entrada do icônico Parque Nacional Torres del Paine, às margens do Lago Sarmiento, no Chile. Com arquitetura assinada que se funde à estepe patagônica, utiliza madeira sustentável e design panorâmico para dissolver os limites entre o conforto interior e a natureza selvagem.

Sua proposta de imersão combina uma gastronomia de origem baseada em ingredientes nativos, uma curadoria personalizada de excursões guiadas pela Reserva da Biosfera da Unesco e o premiado Uma Spa, um centro de bem-estar com terapias locais e piscina de borda infinita.

Sobre a Beckons

A Beckons nasce em torno de jornadas de descoberta para viajantes curiosos que buscam uma conexão mais profunda com o destino, a cultura e o mundo natural. Por meio de uma coleção em expansão de lodges localizados em alguns dos destinos mais raros e extraordinários do planeta, a marca é guiada por uma abordagem regenerativa ao luxo — que vai além da sustentabilidade, buscando gerar impacto positivo e duradouro para as paisagens, a vida selvagem e as comunidades que chamam esses lugares de lar.

Com presença global e uma média de 25 suítes por propriedade, garantindo experiência verdadeiramente personalizada, a Beckons reúne atualmente nove propriedades premiadas em quatro continentes e assume o compromisso de expansão nos próximos meses. São cinco na Austrália: Southern Ocean Lodge, na Ilha Kangaroo; Longitude 131°, em Uluṟu-Kata Tjuṯa; Capella Lodge, na Ilha Lord Howe; Silky Oaks Lodge, na Floresta Daintree; e The Louise, no Vale do Barossa; uma na Nova Zelândia: Huka Lodge, em Taupō; uma no Canadá: Clayoquot Wilderness Lodge, na Ilha de Vancouver; e duas no Chile: Tierra Atacama e Tierra Patagonia.

Da vastidão do Red Centre australiano à natureza selvagem da Ilha de Vancouver, passando pelas florestas ribeirinhas da Ilha Norte da Nova Zelândia e pelos picos e céus amplos da Patagônia chilena, cada lodge funciona como porta de entrada para as culturas e as comunidades que definem cada região. Mais informações no site www.beckons.com e no perfil de Instagram @beckonsjourneys.

(Com Ana Favini/AD Comunicação & Marketing)