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Espetáculo e exposição “Re-Circo, o Maior Espetáculo Sustentável da Terra” combinam arte circense e sustentabilidade n’O Mundo do Circo SP

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Espectadores são transportados aos anos de 1920 a 1940 com números clássicos em uma roupagem bem moderna. Fotos: Sandra Souza.

O circo tradicional é o protagonista do espetáculo e da exposição “Re-Circo, o Maior Espetáculo Sustentável da Terra”, que ocupam o Parque da Juventude entre os dias 2 de julho e 2 de agosto de 2026. Duas lonas são montadas n’O Mundo do Circo, uma para cada atração. As entradas são gratuitas e feitas por ordem de chegada.

Após a estreia, em 2 de julho, a temporada segue com apresentações às quartas e quintas, às 11h e às 15h; às sextas, às 15h; e aos sábados e domingos, às 15h e às 17h. Já a exposição pode ser conferida de terça a sexta-feira, das 10h às 17h, e, aos sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h.

Iniciativas da Atena Entretenimento e da STR Produção e Marketing Cultural, as atividades misturam clássico e moderno, aproveitando para conscientizar os espectadores sobre a importância da Educação Ambiental. “Estamos propondo um retorno ao período de 1920 a 1940, trazendo números clássicos, como tecido, trapézio, palhaçaria, malabarismo e equilibrismo; ao mesmo tempo em que temos uma trilha sonora e uma ambientação bem contemporâneas”, comenta o produtor Sergio Tadeu, que pertence à quinta geração de uma família circense tradicional.

No espetáculo Re-Circo, 18 artistas mostram suas habilidades enquanto contam uma história sobre como as práticas sustentáveis podem ser incorporadas de forma criativa e divertida no dia a dia. Há uma banda ao vivo, composta por baixo, guitarra, bateria, teclado, saxofone, flauta e dois cantores, tocando canções circenses tradicionais e composições próprias. Efeitos visuais e sonoros complementam o trabalho.

O cenário contribui para a imersão. No começo da encenação, o espaço remete a uma cooperativa de catadores decorada com lixo reciclável e não reciclável. Conforme a narrativa avança, o local se transforma em um grande picadeiro. Da mesma maneira, o figurino é feito com tecido de papel, papelão, plástico, materiais de reuso, metal e lacres de latinhas. “Nossos projetos sempre unem sustentabilidade e cultura. E falar de reciclagem é deixar esse conceito mais tangível. Quando pensamos em práticas sustentáveis, pode parecer algo muito amplo e difícil de incorporar ao cotidiano, mas reciclar é incentivar a economia circular, evitando desperdício e excesso de lixo de um jeito bem simples”, defende o produtor Ivan Carratu.

Exposição

A exposição Re-Circo conta a história dessa arte de um jeito lúdico. Ao entrar na tenda, os visitantes voltam ao início do século 20, pois a cenografia remete às lonas coloridas e artesanais comumente usadas entre as décadas de 1920 e 1940.

Durante cerca de 15 minutos, o público contempla peças artesanais de papel machê, ferro e madeira que remetem aos números e técnicas circenses. Elas se movimentam ao som de uma trilha sonora de época.

Para uma vivência ainda mais completa, ficam presentes no local quatro monitores e quatro orientadores. Assim, é possível tirar dúvidas e entender ainda mais como funciona esse universo que encanta tantas gerações.

O projeto Re-Circo é viabilizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocinado pela Tetra Pak.

Ficha técnica

Produção Executiva: Ivan Carratu e André Begueldo

Direção Artística: Alessandra Brantes

Coreografa e Diretora de Movimento: Giu Mallen

Produção Artística: Fabi Proença e Célia Guimarães

Fotos: Sandra Souza

Artes e Comunicação: SEA – Soluções em Anúncios – Luíz de Souza

Elenco

Márcio Coleta MC – Gabriel Alvim

Baguncinha – Carolina Esteves

Confusão – Matheus Barreto

Reciclone – Rique Vieira

Reciclina – Aline Centeno

Equilibrista – Robert Marcos

Tecido Aéreo – Samantha Marques

Tranca – Lincoln Martins

Músicos

Guitarra: Luy D’Souza

Baixo: Johnny Weldell

Bateria: Rod Selmo

Teclados: Suelen Arcanjo

Sax e Flauta: Jussie Regis

Cantores: Lilian Rodrigues e Fábio Bracioli

Direção musical: Luy D’Souza

Arranjos vocais: Lilian Rodrigues

Ballet

Criss Willam

Aline Centeno

Rique Vieira

Lucci LC

Yasmin Rochz

Equipe Técnica

Operador de Guincho – Everton Máximo

Sonoplasta – Thomás Sampaio

Contra regra – Sérgio Cooker

Cenógrafo e Figurinista – Wagner Pavarim

Assessoria de Imprensa: Canal Aberto

Roteiro e Direção: Sérgio Tadeu

Realização: Ministério da Cultura, STR Produção e Marketing Cultural e Atena Entretenimento

Apoio: APAA e Mundo do Circo

Patrocínio: Tetra Pak.

SERVIÇO:

Re-Circo, o Maior Espetáculo Sustentável da Terra

Data: 2 de julho a 2 de agosto de 2026

Local: O Mundo do Circo SP – Parque da Juventude – Av. Cruzeiro do Sul, 2630 – Carandiru

Espetáculo Re-Circo, o Maior Espetáculo Sustentável da Terra

Estreia: 2 de julho, quinta-feira, às 20h

Temporada: até 2 de agosto, às quartas e quintas, às 11h e às 15h; sextas, às 15h; e sábados e domingos, às 15h e às 17h

* 09/07 (feriado): às 15h e às 17h

* ⁠15 e 16/07 (Recreio dos CEU’s): às 11h e às 14h

Entrada gratuita

Não haverá distribuição de ingressos. A entrada será por ordem de chegada.

Capacidade: 600 lugares

Duração: 60 minutos

Classificação: Livre

Exposição Re-Circo

Data: 2 de julho a 2 de agosto, de terça a sexta-feira, das 10h às 17h, e, aos sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h

Entrada gratuita

Duração: 15 a 20 minutos

Capacidade: 30 pessoas por vez

Como chegar

Ônibus: 042, 107T-10, 179X-10, 2032-10, 2033-10, 271A-10, 271A-51, 271M-10, 337, 500 e 566

Metrô: ao lado da estação Carandiru – Linha 1 Azul.

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Comunicação)

Emirates apresenta novos kits de amenidades da Bulgari para passageiros

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

A Emirates apresentou sua mais recente coleção de kits de amenidades da Bulgari para passageiros da Primeira Classe e da Classe Executiva, dando continuidade a uma parceria de mais de 16 anos com a marca italiana.

A nova coleção Primavera/Verão marca a 18ª edição dos conjuntos exclusivos oferecidos pela companhia e será introduzida gradualmente em rotas selecionadas de longas distâncias ao longo do ano. Desenvolvidos para complementar os interiores recém-modernizados das aeronaves, os novos kits reúnem materiais e fragrâncias da marca.

Kits da Primeira Classe

Para os passageiros da Primeira Classe, foram disponibilizados quatro novos modelos de nécessaires, divididos entre o público feminino e masculino.

Feminino: modelos em couro sintético metálico na cor champanhe com interior em rosa claro. Incluem o perfume Le Gemme Sahare (30 ml), loções hidratantes corporais, um protetor labial, espelho de bolso dourado e itens básicos de higiene, como kit dental, toalha umedecida, desodorante, lenços de papel e uma escova de cabelo dobrável.

Masculino: modelos em couro sintético na cor chocolate com forro vinho. Incluem o perfume Le Gemme Yasep (30 ml), loções hidratantes corporais, um protetor labial e itens de higiene.

Kits da Classe Executiva

Os clientes da Classe Executiva também receberão novas nécessaires com materiais refinados e novas combinações de cores.

Feminino: confeccionados em couro sintético creme com detalhes em rosa. Acompanham a fragrância Omnia Crystalline em frascos de 5 ml, loções hidratantes, protetor labial e um espelho duplo e itens de higiene.

Masculino: produzidos em tecido marrom-chocolate com forro cinza. Incluem o perfume Bulgari Man Rain Essence (5 ml), além de loções hidratantes, um protetor labial e um kit de higiene padrão.

Foco em materiais reciclados

Como parte das iniciativas de fornecimento responsável da companhia, parte dos elementos que compõem os kits de amenidades foi desenvolvida com materiais sustentáveis. As nécessaires de ambas as classes utilizam tecidos com conteúdo reciclado, assim como acessórios selecionados, incluindo a escova de cabelo dobrável e o pente. Outras medidas contemplam o uso de papel kraft preto nas embalagens dos kits dentais, além de espelhos duplos e capas feitas a partir de materiais reaproveitados em unidades da Classe Executiva.

Sobre a Emirates
A Emirates foi fundada em 1985 e hoje é uma das maiores e mais reconhecidas companhias aéreas internacionais do mundo. Com sede em Dubai, a Emirates opera uma frota moderna com mais de 260 aeronaves, que atendem a mais de 140 destinos em seis continentes. A companhia aérea é reconhecida por seu compromisso de oferecer serviço excepcional ao cliente e seu foco em inovação, incluindo experiências a bordo e projetos de sustentabilidade. Como pioneira na indústria da aviação, a Emirates constantemente integra tecnologias avançadas e práticas sustentáveis para aprimorar suas operações e reduzir seu impacto ambiental. A companhia aérea desempenha um papel fundamental no posicionamento de Dubai como um hub de aviação global, além de promover iniciativas de sustentabilidade alinhadas à visão dos Emirados Árabes Unidos de um futuro mais verde.

(Com Luiz Otolini/Assessoria de imprensa Emirates)

“Reparação” traz reflexão sobre violência, memória e justiça em temporada no Sesc Belenzinho

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

“Reparação”. Foto: Mariana Chama.

De 10 a 26 de julho, o Sesc Belenzinho apresenta o espetáculo “Reparação”, obra inspirada em um caso real ocorrido no interior de São Paulo na década de 1980. A montagem parte de depoimentos de moradores e pessoas ligadas ao episódio, combinando documentos, ficção e drama para refletir sobre as marcas da violência e as possibilidades, ou limites, da reparação.

A narrativa acompanha a trajetória de uma jovem violentada por dois colegas de escola que, após engravidar, é obrigada pela família a deixar a cidade para ter o filho longe dos olhares da comunidade. Seis anos depois, ela retorna com a criança para apresentar o filho ao pai. O reencontro faz emergir memórias, silêncios e conflitos que atravessam o tempo, conduzindo a história entre a tragédia e a possibilidade de reconstrução.

A dramaturgia preserva trechos dos depoimentos coletados pelo autor em transcrições fiéis, aproximando o público das vozes que inspiraram a criação da obra. Esses relatos se entrelaçam a cenas ficcionais, ampliando a discussão sobre violência de gênero, memória coletiva e os impactos duradouros de acontecimentos que permanecem inscritos na vida de indivíduos e comunidades.

Integrando a Trilogia da Cor Local, ao lado de Agamenon 12h e xs CULPADXS, “Reparação” também investiga a relação entre espaço, cultura e identidade. Nesta montagem, a ação acontece em um salão de beleza típico dos anos 1980, recriado em cena como um ambiente de convivência, confidências e transformação. Mais do que um elemento cenográfico, o espaço torna-se parte da narrativa ao evocar um aspecto marcante da sociabilidade brasileira da época e evidenciar como histórias íntimas se entrelaçam às dinâmicas sociais.

Ao longo da trilogia, diferentes espaços cotidianos da periferia brasileira servem como ponto de partida para discutir memória, pertencimento e desigualdades. Em “Reparação”, o salão de beleza revela-se um território simbólico onde passado e presente se encontram, convidando o público a refletir sobre as permanências da violência e os caminhos possíveis para sua elaboração.

FICHA TÉCNICA

Encenação e dramaturgia

Carlos Canhameiro

Elenco

Daniel Gonzalez

Fábia Mirassos

Luiz Bertazzo

Marilene Grama

Nilcéia Vicente

Yantó

Manicure em cena

Maria França

Cabelo e maquiagem em cena

Rosa De Carlos

Trilha sonora e música ao vivo

Yantó

Cenário

José Valdir Albuquerque

Carlos Canhameiro

Iluminação

Gabriele Souza

Figurinos

Bianca Scorza (Acervo Godê)

Videografia

Vic Von Poser

Técnico de som

Pedro Canales

Técnico de luz

Finnick Fernandes

Técnico de vídeo

Ana Lopes

Cenotécnicos

Cesar Bournier

Marcelo Andrade

Produção

Mariana Pessoa.

SERVIÇO:

Reparação

De 10/07 a 26/07, sexta e sábado às 20h, domingo 18h30

Valores: R$ 50 (inteira), R$ 25 (meia-entrada), R$ 15 (Credencial Plena – Sesc).

Ingressos à venda no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc.

Limite de 2 ingressos por pessoa.

Local: Sala de Espetáculo I (120 lugares). Classificação: 16 anos. Duração:  90 min.

Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.

Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700

sescsp.org.br/Belenzinho

Transporte público: Metrô Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

Estacionamento: De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 10,00 a primeira hora e R$ 4,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 20,00 a primeira hora e R$ 5,00 por hora adicional.

Sesc Belenzinho nas redes: Facebook | Instagram | @sescbelenzinho.

(Com Andressa Santiago/Sesc Belenzinho)

Com 600 anos, Cappella Musicale Pontificia “Sistina” vem pela primeira vez ao Brasil

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Com grande influência na história da música, Coro da Capela Sistina é a instituição de canto coral mais antiga do Mundo. Grupo é responsável pela música das principais celebrações no Vaticano. Fotos: Divulgação.

A instituição coral mais antiga do mundo chega ao Brasil em julho de 2026. A Cappella Musicale Pontificia “Sistina” – que tem suas origens no século VI e é responsável por moldar decisivamente o desenvolvimento da música vocal no Ocidente — realiza sua primeira viagem à América Latina. Com apresentações em São Paulo e Brasília financiadas via Lei Rouanet, a turnê terá concertos extras em Campinas, Curitiba e Rio de Janeiro. Todas as performances terão acesso 100% gratuito.

Responsável pela música nas principais celebrações do Vaticano, o grupo é conhecido informalmente como “O Coro do Papa” e destaca-se em atuações na Basílica de São Pedro, Capela Sistina e, mais recentemente, em momentos históricos como os funerais do Papa Francisco.

As origens da Cappella Musicale Pontificia “Sistina” remontam aos séculos VI e VII, numa época em que a Europa ainda não tinha orquestras, óperas nem conservatórios. Entretanto, o marco que projetou o conjunto ao centro da vida musical europeia ocorreu em 1471, quando o Papa Sisto IV reorganizou e ampliou a instituição, que desde então carrega seu nome. A partir desse momento, a Cappella Musicale Pontificia “Sistina” tornou-se o principal polo de atração e formação musical do continente. Por seus quadros passaram alguns dos maiores nomes da história da composição: Guillaume Dufay (c. 1397–1474), Josquin des Prez (c. 1450–1521) — considerado por muitos o maior compositor antes de Bach —, Giovanni Pierluigi da Palestrina (c. 1525–1594), Cristóbal de Morales (c. 1500–1553), Luca Marenzio (c. 1553–1599), Costanzo Festa (c. 1485–1545), Jacob Arcadelt (c. 1505–1568) e Gregorio Allegri (1582–1652), entre dezenas de outros. Vários deles compuseram obras exclusivamente para esse coro — peças calibradas para a acústica única da Capela Sistina e que se tornaram a referência técnica e estética da polifonia coral para toda a Europa. Quando os compositores passaram a escrever para conjuntos vocais em qualquer parte do mundo, tinham em mente o modelo da Sistina.

O Miserere de Allegri: uma obra composta para existir apenas ali e a história com Mozart

Entre as obras criadas especificamente para a Cappella Sistina, o Miserere de Gregorio Allegri — composto por volta de 1638 para um cantor do próprio coro — ocupa um lugar singular. A peça foi escrita para ser executada naquele espaço, por aquelas vozes, com uma técnica de ornamentação que os cantores da Cappella desenvolveram ao longo de gerações e que não estava registrada em partitura: era transmitida oralmente, de cantor para cantor, como um segredo de ofício.

Essa dimensão intransmissível é o que torna o Miserere um caso único na história da música: uma obra cujo poder dependia não apenas das notas escritas, mas de uma tradição de interpretação viva, preservada dentro do coro. Em 1770, o jovem Wolfgang Amadeus Mozart, então com 14 anos, assistiu a uma execução na Semana Santa e realizou uma transcrição da obra — episódio registrado em carta por seu pai Leopold e que, menos de três meses depois, levou o Papa Clemente XIV a receber Mozart e lhe conceder a Ordem da Espora de Ouro, uma das mais altas distinções pontifícias. A transcrição foi publicada no ano seguinte em Londres pelo historiador Dr. Charles Burney, encerrando definitivamente o monopólio da obra.

Miserere é hoje uma das peças de corais mais gravadas e executadas do mundo. Mas a versão que chegou até nós — incluindo o célebre Dó agudo, uma das notas mais reconhecíveis do repertório coral — é ela mesma produto de camadas de transcrição, reinterpretação e até de um erro tipográfico incorporado ao cânone no século XIX. O que a Cappella Sistina preserva e executa é a versão do Códice Sistino de 1661, o registro mais próximo da obra original — anterior a todas essas transformações.

Da Renascença aos streamings: gravações pela Deutsche Grammophon

No século XX a tradição do coro da Sistina encontrou o registro sonoro. O conjunto realizou gravações para o selo Deutsche Grammophon — a mais antiga e tradicional gravadora de música em atividade no mundo, responsável pelo catálogo de nomes como Herbert von Karajan, Leonard Bernstein e Maria. Esses registros documentam um repertório de profundidade e extensão únicos, e levaram ao público global o som de um conjunto que acompanhou, e em grande medida protagonizou, mais de quinze séculos de história musical.

O grupo já se apresentou em países como Japão, Coreia do Sul, Hungria, Alemanha, Estados Unidos e Canadá. A turnê brasileira inaugura um capítulo inédito: é a primeira vez que o coro se apresenta na América Latina e ao sul do Equador.

O programa no Brasil – Canto gregoriano e clássicos do Renascimento e outros

O coro que vem ao Brasil é composto por 24 cantores adultos e cerca de 30 Pueri Cantores — os meninos cantores que constituem a seção das chamadas vozes brancas do conjunto – caracterizadas pela sonoridade pura, precedente à puberdade. “O programa preparado para as apresentações brasileiras abrange quinze séculos de repertório coral, do canto gregoriano à música do século XX, incluindo uma obra de um compositor brasileiro”, afirma Monsenhor Marcos Pavan, maestro e diretor musical atual do grupo.

Os concertos incluirão, entre outras obras, peças como o antífona gregoriana Factus est repente; obras de Palestrina (incluindo o Credo da célebre Missa Papae Marcelli) e Tomás Luis de Victoria — dois dos maiores polifonistas do Renascimento e ex-membros do próprio coro; peças de Lorenzo Perosi e Domenico Bartolucci — ambos ex-maestros diretores da Cappella Sistina e o Choral varié sur le thème du ‘Veni Creator’ de Maurice Duruflé para órgão solo.

Brasileiro, o primeiro maestro não italiano no cargo em 600 anos

Nascido em São Paulo, Monsenhor Marcos Pavan realizou estudos musicais na capital paulista, especializando-se em técnica vocal e canto gregoriano, e obteve o Fellowship Diploma em Regência Coral pelo National College of Music and Arts de Londres. Após carreira no Brasil como cantor lírico e regente, transferiu-se para a Itália em 1991. Em 1998, foi nomeado Maestro dos Pueri Cantores da Cappella Sistina, participando das gravações do coro para a Deutsche Grammophon e a Paulus. Em 2020, o Papa Francisco o nomeou Maestro Diretor — tornando-o o primeiro não italiano a ocupar o posto desde que o cargo foi criado, no século XIX.

Uma turnê histórica pelo Brasil — entradas 100% gratuitas

A vinda da Cappella Musicale Pontificia “Sistina” ao Brasil é realizada com patrocínio via Lei Rouanet do Grupo Mix, Itaú, Mobifácil, Iguatemi S.A. e Empório do Bem. Conta com apoio da Catedral da Sé de São Paulo, Pastoral do Menor da Arquidiocese de São Paulo, UBRAJUC e UJUCASP. Realização. Estúdio Centro, São Paulo Schola Cantorum, Museu de Arte Sacra de São Paulo, Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e Ministério da Cultura do Governo Federal.

A classificação etária geral é Livre (AL).

CONCERTOS REALIZADOS A PARTIR DA LEI ROUANET

Brasília – Catedral de Brasília  |  09 de julho 19:00 horas.

Entrada gratuita. Retirada de ingressos via Sympla. 4.000 lugares.

São Paulo – Sala São Paulo  |  14 de julho de 2026  |  20:30 horas

Entrada gratuita | Retirada de ingressos a partir de 7/7/2026, nos canais online e presencialmente na Sala São Paulo – 1388 lugares.

Todas as apresentações contarão com acessibilidade física, tradução simultânea em LIBRAS e Audiodescrição. Além de disponibilização de abafadores de ruído para pessoas com necessidades especiais.

APRESENTAÇÕES EXTRAS / CONCERTOS

Curitiba — Capela Santa Maria Espaço Cultural  |  6 de julho | 19:30

Rio de Janeiro — Igreja Nossa Senhora da Paz em Ipanema |  10 de julho  | 19:30 horas

Além dos concertos acima, o grupo realizará concerto para convidados em comemoração aos 80 anos da PUC-SP, no TUCA.

(Com Maria Clara Moura/Agência Amigo)

Primavera selvagem: a estação em que Torres del Paine revela uma Patagônia mais silenciosa e cheia de vida

Patagônia, Chile, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação/Beckons.

Há uma Patagônia que muitos viajantes ainda conhecem pouco. Antes da alta temporada, quando os dias começam a ficar mais longos e a paisagem desperta do inverno, o icônico Parque Nacional Torres del Paine, no extremo sul do Chile, ganha outro ritmo: mais silencioso, mais contemplativo e especialmente interessante para quem busca observar a natureza com calma.
A primavera transforma o parque em um dos momentos mais delicados do ano. É quando os filhotes de guanaco, conhecidos como chulengos, começam a aparecer; a avifauna se torna mais ativa; os vales recuperam tons de verde e cor; e os lagos, em dias mais calmos, refletem as montanhas como espelhos naturais.

É também uma época em que as trilhas de caminhada tendem a estar mais tranquilas, favorecendo um contato mais profundo com a paisagem. Para quem deseja ir além da visita clássica, a estação permite uma leitura mais lenta do destino, com tempo para caminhadas, contemplação, observação de fauna e atividades desenhadas de acordo com o perfil de cada viajante.

Nesse contexto, o hotel Tierra Patagonia, que até a temporada passada funcionava de outubro a abril, antecipou sua abertura 2026 para 15 de setembro e criou a proposta A Wild Reward, voltada a hóspedes que desejam permanecer três noites ou mais durante a primavera. A ideia é incentivar estadias mais longas, com uma curadoria privada de atividades e um crédito adicional para enriquecer a viagem.

A condição, válida para hospedagens até 20 de outubro deste ano, inclui US$ 1.000 por apartamento para atividades, além das inclusões habituais do hotel: todas as refeições, open bar com vinhos da casa e destilados, duas excursões de meio dia ou uma excursão de dia inteiro por dia, traslados de ida e volta ao aeroporto de Puerto Natales em conexão com voos regulares e uso das instalações do lodge.

O crédito pode ser usado para ampliar a programação no destino, de acordo com disponibilidade e perfil da viagem. Entre as possibilidades estão atividades especiais como um safári para tentativa de observação de pumas e a navegação no Lago Grey, que devem ser reservadas com antecedência.

As reservas devem ser feitas até 15 de julho. Mais informações em tierrapatagonia.com e beckons.com.

Sobre a Beckons

A Beckons nasce em torno de jornadas de descoberta para viajantes curiosos que buscam uma conexão mais profunda com o destino, a cultura e o mundo natural. Por meio de uma coleção em expansão de lodges localizados em alguns dos destinos mais raros e extraordinários do planeta, a marca é guiada por uma abordagem regenerativa ao luxo — que vai além da sustentabilidade, buscando gerar impacto positivo e duradouro para as paisagens, a vida selvagem e as comunidades que chamam esses lugares de lar.

A coleção Beckons reúne cinco propriedades premiadas na Austrália: Southern Ocean Lodge, na Ilha Kangaroo; Longitude 131°, em Uluṟu-Kata Tjuṯa; Capella Lodge, na Ilha Lord Howe; Silky Oaks Lodge, na Floresta Daintree; e The Louise, no Vale do Barossa. Do outro lado do Mar da Tasmânia, na Nova Zelândia, está o centenário — ainda jovem em espírito — Huka Lodge, em Taupō. Nas Américas, as experiências incluem o Clayoquot Wilderness Lodge, na Ilha de Vancouver, no Canadá, além das paisagens selvagens do Tierra Atacama e do Tierra Patagonia, no Chile. Mais informações no site Link e no perfil de Instagram @beckonsjourneys.

(Fonte: AD Comunicação & Marketing)