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Exposição “Amazônicas: Poéticas femininas” chega ao CCBB RJ 

Rio de Janeiro, RJ, por Kleber Patricio

Vista geral da exposição em Fortaleza. Fotos: Micaela Mesant.

A Amazônia é um território historicamente marcado por mulheres protagonistas, pioneiras e fundamentais para a formação cultural do Brasil. Partindo desta ideia, a exposição “Amazônicas: Poéticas femininas” chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ) no dia 2 de setembro de 2026, apresentando a potência da arte contemporânea produzida por mulheres, de diferentes gerações, oriundas dos estados do Pará, Acre e Amazonas. A mostra será inaugurada na semana em que se comemora o Dia da Amazônia, instituído em 2007 e celebrado no dia 5 de setembro, reforçando a importância da Amazônia e estimulando a conscientização sobre sua preservação.

Idealizada pelo Museu das Mulheres (Museu DAS), a mostra, que tem curadoria e direção artística de Sissa Aneleh, reunirá 80 obras de 21 artistas contemporâneas da região Norte do país e ocupará todas as salas do segundo andar do CCBB RJ, depois de ter sido apresentada em Belém, Fortaleza e Brasília. Um espaço imersivo no metaverso, com realidade aumentada, ampliará a experiência do público, através de óculos 3D. A exposição foi aprovada na Seleção Petrobras Cultural e conta com patrocínio da Petrobras, via Lei Rouanet, com realização do Ministério da Cultura e apoio do CCBB. “Nesta exposição afirmamos que a Amazônia é o verdadeiro ventre do Brasil e do mundo. Para tanto, seguimos no reconhecimento deste território mágico, ancestral e poderoso, não apenas como motivo, tema ou suporte, mas como energia elementar da encantaria, da força estética e artística das mulheres”, afirma a curadora Sissa Aneleh, que há 16 anos pesquisa mulheres da arte amazônica.

Cristiane Martins – Série As Revoltosas.

A exposição apresentará um amplo panorama da arte produzida por mulheres da região amazônica, desde a década de 1970 até os dias de hoje. São trabalhos feitos em diferentes suportes, como pintura, escultura, fotografia, gravura, objeto, arte digital e videoarte, das artistas Auá Mendes, Bárbara Savannah, Cristiane Martins, Diná Oliveira, Elaine Arruda, Elieni Tenório, Keila-Sankofa, Lise Lobato, Lúcia Gomes, Maria Auxiliadora Zuazo, Nina Matos, Rafa Bqueer, Rafaela Kennedy, Rafaela Moreira, Renata Aguiar, Rita Huni Kuin, Rita Loureiro, Sanchris, Val Sampaio, Wɨra Tini e Yaka Huni Kuin.

Dividida em quatro núcleos temáticos – Materialidades Ancestrais, Gravura Feminina, Amazônia Pictórica e Performáticas –, a mostra traz trabalhos cujas temáticas abordam questões de gênero, regionalismo, identidade nacional e diversidade. “O conceito da exposição, com base temática e histórica, tece interpretação de gêneros das obras de arte demonstrando os estilos e as temáticas predominantes nas artes de mulheres que constroem historicamente a arte produzida no Norte do Brasil. A pluralidade das temáticas e narrativas abordam o artivismo, o corpo como obra, culturas amazônica-indígena-afrobrasileira, pré-história e tecnologias amazônicas, arte do afeto, biografias e ancestralidades femininas, completando-se com a História das Mulheres”, diz a curadora.

Elaine Arruda I – Retorno ao rio – casa fotografia 2023.

A exposição conta com recursos de acessibilidade, como obra tátil, audiodescrição de obras e intérprete de libras. Ao longo do período da mostra, serão realizadas visitas guiadas com a curadora e palestra com algumas artistas. Além disso, também será lançado o catálogo da mostra.

Experiência imersiva e obra coletiva

Ampliando a experiência do público, a exposição contará com o Espaço Petrobras Amazônicas, um cenário conceitual com realidade expandida (XR), realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR), no qual o público utilizará óculos 3D para vivenciar uma visitação espacial imersiva e assistir filme em realidade virtual. Será possível ter uma visão em 360 graus, cenário em realidade aumentada e visualizar algumas obras de forma totalmente imersiva e inovadora. 

Como parte da exposição, haverá, ainda, a obra coletiva em vídeo “Mensagem para a Amazônia”, que está sendo construída ao longo da itinerância da exposição com a participação do público. “É um convite para deixar uma mensagem do público sobre a importância da preservação ambiental”, diz a curadora. 

Núcleos em exposição

Keila Sankofa – Artefato Arqueológico do Agora – vídeo – 2025. Foto: Nailana Thiely.

A exposição estará dividida em quatro núcleos temáticos: Materialidades Ancestrais, Gravura Feminina, Amazônia Pictórica e Performáticas.

No núcleo “Materialidades Ancestrais” estarão obras nas quais a ancestralidade se manifesta por meio da matéria, como, por exemplo, nas cerâmicas táteis da artista Lise Lobato, que constroem um vocabulário simbólico que remete a ciclos de vida, nascimento, transformação e espiritualidade. Também neste núcleo estarão obras da série “Revoltosas”, de Cristiane Martins, que apresentam figuras escultóricas que dialogam com mitologias indígenas, feminilidade ancestral e forças simbólicas da floresta. “Neste núcleo, a arte se constrói como herança viva, onde cada material carrega história, cada forma carrega memória e cada obra se torna um elo entre passado e presente”, afirma a curadora Sissa Aneleh.

Gravura Feminina” reunirá obras que utilizam as técnicas da gravura como instrumento de expressão, memória e identidade das mulheres. As xilogravuras de Elieni Tenório dialogam com o corpo feminino, suas medidas simbólicas, seus limites e sua presença no espaço social. Já as obras de Maria Auxiliadora Zuazo constroem um imaginário poético onde feminino, natureza e liberdade se entrelaçam, criando figuras híbridas que transitam entre o humano e o simbólico. Também neste núcleo estarão gravuras de Elaine Arruda, que exploram texturas, densidades e abstrações que transformam a superfície em campo sensível de experimentação estética. “Neste núcleo, a imagem impressa se transforma em território de permanência, resistência, construção identitária e registro das técnicas artísticas usadas pelas mulheres que dominam a gravura no Brasil”, diz a curadora.

Keila Sankofa – Raiz e Patchouli, da série Autorretrato – fotografia – 2020.

A pintura se apresenta como linguagem central e imagética da experiência amazônica feminina no núcleo “Amazônia Pictórica”. As obras de Elieni Tenório exploram identidade, subjetividade e construção do feminino como experiência íntima e simbólica. Já as pinturas de Nina Matos constroem narrativas visuais que atravessam memória, deslocamento e afetividade. Haverá, ainda, obras de Sanchris, que criam paisagens simbólicas de reconstrução, memória e reinvenção existencial do corpo feminino diverso. Artistas como Rita Loureiro, Lise Lobato, Bárbara Savannah, Rafaela Moreira, Auá Mendes e Wɨra Tini ampliam esse território pictórico com narrativas que dialogam com cotidiano, território, espiritualidade, pertencimento e identidade amazônica. “Neste núcleo, a Amazônia não é paisagem: é experiência imagética, memória, símbolo e linguagem”, afirma Sissa Aneleh.

O quarto e último núcleo, “Performáticas”, apresenta o corpo como suporte e temática central da criação. Aqui estarão as fotoperformances de Renata Aguiar, que resgatam mitologias femininas, espiritualidades e narrativas ancestrais do território amazônico, assim como obras de Keila-Sankofa, que exploram identidade, memória, ancestralidade e corpo como arquivo vivo. Também neste espaço será apresentada a série “Mênstrua, Monstro, Monstra, Mostarda”, de Lúcia Gomes, que transforma o corpo feminino em território político, simbólico e discursivo, rompendo silêncios e tabus. As obras de Rafa Bqueer, Val Sampaio, Rafaela Kennedy e Wɨra Tini ampliam esse campo performático, onde o corpo se torna linguagem, gesto político, território de resistência e poética visual.

“Neste núcleo, a arte acontece no corpo, no gesto, na presença e na experiência”, ressalta a curadora.

Programações complementares

Sanchris – Persistência entre hecatombes e ocasos – técnicas variadas – 2024 – detalhe de obra. Foto: Micaela Mesant.

Como parte da exposição, serão realizadas oficinas presenciais de economia criativa, voltadas para o desenvolvimento profissional de mulheres em áreas técnicas e artísticas das artes visuais e plásticas. Além disso, também haverá uma programação formativa em economia criativa do programa Avanço das Mulheres do museu, que objetiva o desenvolvimento de carreira e mais atuação de mulheres no setor cultural nas áreas de produção executiva, projetos coletivos de arte e produção de exposições de artes visuais.

Haverá, ainda, uma programação educativa voltada para o público infanto-juvenil com a realização da atividade “Sons da Natureza”, para criação de memória sensorial, vivência lúdica com réplicas de esculturas da exposição inspiradas em sementes e sons de animais do Marajó. Durante toda a temporada, serão realizadas visitas mediadas para escolas públicas e privadas, grupos diversos e programação educativa inspirada no projeto. “Essas oficinas de economia criativa foram pensadas para o avanço das mulheres, ampliando a formação técnica e artística de quem está começando ou querendo começar uma carreira profissional no universo artístico e atuar em grandes projetos. Também oferecemos ao público infanto-juvenil atividades com esculturas sonoras inspiradas na natureza amazônica que podem ser tocadas e ouvidas, almejando outras formas sensíveis de conscientização ambiental por meio da arte com a Amazônia brasileira em suas mãos”, ressalta Sissa Aneleh. 

Sobre a Petrobras

O Programa Petrobras Cultural tem a brasilidade como eixo central, refletida nas temáticas, origens, curadorias e narrativas dos projetos apoiados em todo o país. A exposição tem patrocínio exclusivo da Petrobras e apresentação do Ministério da Cultura.

Sobre a curadora

Sissa Aneleh é fundadora e diretora do Museu das Mulheres, Mestra e doutora em Artes, historiadora de arte, diretora artística, curadora e produtora executiva. Trabalha há mais de 15 anos na área artística, dirigiu projetos aprovados pela Petrobras, CCBB, Caixa Cultural, Fundo de Apoio à Cultura do DF e Goethe Institut. Faz a direção executiva e artística da programação expositiva, audiovisual e educativa do museu, além da coordenação editorial da editora do Museu das Mulheres. Realizou a curadoria de mais de 17 exposições, incluindo 2 circulações internacionais de exposição do museu com artistas brasileiras na Alemanha, passando pelo Museu de Arte de Bochum, Centro de Cultura de Manheim, Bienal de Arte de Bochum e Festival de Berlim. Diretora Artística e Curadora da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará no CCBB São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro – 2025 a 2026. Possui pesquisas de arte voltadas para história da arte, mulheres artistas, arte brasileira, arte decolonial, cinema autoral feminino e poéticas curatoriais. 

Sobre o CCBB RJ

Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro marca o início do investimento do Banco do Brasil em cultura. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. São 35 anos ampliando a conexão dos brasileiros com a cultura com uma programação relevante, diversa e regular nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e ideias. Quando a cultura gera conexão ela inspira, sensibiliza, gera repertório, promove o pensamento crítico e tem o poder de impactar vidas. A cultura transforma o Brasil e os brasileiros e o CCBB promove o acesso às produções culturais nacionais e internacionais de maneira simples, inclusiva, com identificação e representatividade que celebram a pluralidade das manifestações culturais e a inovação que a sociedade manifesta. Acessível, contemporâneo, acolhedor, surpreendente: pra tudo que você imaginar.  

Sobre o Museu das Mulheres

O Museu das Mulheres (Museu DAS), sediado em Brasília, é o primeiro museu brasileiro dedicado a valorizar e dar visibilidade à produção artística, cultural e histórica de mulheres. Com execução de projetos diversos em espaços físicos no Brasil e no mundo, lança experiências em ambientes espaciais e interativos – com Realidade Expandida (XR), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – e, por extensão, tem salas expositivas no Metaverso. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, acervo e editora própria.

SERVIÇO:

Amazônicas: Poéticas Femininas

2 de setembro a 16 de novembro de 2026

Curadoria: Sissa Aneleh

CCBB Rio de Janeiro

Rua Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de Janeiro (RJ)

(21) 3808-2020 | ccbbrio@bb.com.br

De quarta a segunda, das 9h às 20h (fecha às terças).

Entrada gratuita.

Ingressos retirados no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria do CCBB

Classificação indicativa: Livre

Acesso para pessoas com deficiência

Mais informações em bb.com.br/cultura

Siga o CCBB nas redes sociais:

facebook.com/ccbb.rj | instagram.com/ccbbrj |tiktok.com/@ccbbcultura

Coordenação e produção do Museu das Mulheres

Patrocínio: Petrobras

Apoio: CCBB Rio de Janeiro

Realização: Ministério da Cultura

ATENÇÃO: Domingos, das 8h às 9h – horário de atendimento exclusivo para visitação de pessoas com deficiências intelectuais e/ou mentais e seus acompanhantes, conforme determinação legal (Lei Municipal nº 6.278/2017).

Inscrições e informações:

Instagram: @museudasmulheres

Site: www.museudasmulheres.com.br.

(Com Beatriz Caillaux/Midiarte Comunicação)

Gabriel Sater inicia turnê de seu novo álbum “25 Anos de Música”

Brasil, por Kleber Patricio

Fotos: Pedro Pinheiro.

Após encerrar em grande estilo a turnê “Pai e Filho”, ao lado de Almir Sater, o cantor, compositor, instrumentista, produtor musical e ator Gabriel Sater dá início a agenda de shows de seu novo álbum. Lançado em maio deste ano, o disco “25 Anos de Música” marca um momento emblemático na trajetória do artista, que celebra duas décadas e meia dedicadas à música, destacando não apenas sua evolução artística, mas também novas influências, encontros e histórias que construíram seu caminho ao longo dos anos.

A obra conta com oito faixas autorais e dois clássicos de outros compositores. Das dez faixas, duas são instrumentais. “Sinto esse trabalho como uma homenagem aos meus 25 anos de dedicação à música, uma forma de agradecer tudo que vivi, todos os profissionais que trabalhei, parceiros que muito me ensinaram e também o início de um novo ciclo repleto de novidades e sonhos a serem realizados nos próximos 25 anos. Rumo aos 50 anos de música”, diz Gabriel.

Capa do álbum.

Além de releituras e referências de sua trajetória, as faixas inéditas já apontam para uma nova fase em sua carreira, revelando novos caminhos e sonoridades. Mais do que uma retrospectiva, o projeto se apresenta como um registro de gratidão e, ao mesmo tempo, como o início de um novo ciclo.

“Sou apaixonado por aprender, estudar e evoluir todos os dias. A cada álbum me sinto mais maduro para cantar, tocar, compor, arranjar e produzir. O processo de gravação de cada álbum é único, desafiador e muito enriquecedor. Ao lado de João Gaspar, escolhemos um repertório com composições inéditas que apresentam novas cores, influências e estilos musicais que trabalhamos nos últimos anos, além de convidarmos novos artistas para participações especiais. Também selecionamos algumas composições lançadas há mais de uma década, que fizeram muito sentido serem revisitadas, arranjadas e produzidas neste momento”, destaca o músico.

A escolha do repertório está alinhada com o perfil do novo projeto: composições com estilos e ritmos que mostram a versatilidade musical desenvolvida por Gabriel ao longo destes anos. “25 Anos de Música” chega como um prelúdio hipnotizante e autêntico, já dando um gostinho aos fãs do artista sobre o que esperar deste novo ciclo musical.

Agenda de shows

10/10/26 – Abaeté/MG – Show “Noites Pantaneiras”

28/11/26 – Ribeirão Preto/SP – Show “Noites Pantaneiras” com Orquestra Paulistana de Viola

24/01/27 – Londrina/PR – “25 Anos de Música”

31/01/27 – Ponta Grossa/PR – “25 Anos de Música”.

(Fonte: Lupa Comunicação)

Moda de Rock lança “Electric Eye”, clássico do Judas Priest, como terceiro single de “Metal”

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Foto: Rita Perran.

A faixa “Electric Eye” é uma releitura de um dos grandes clássicos do heavy metal, originalmente gravado pelo Judas Priest e lançado em 1982 no aclamado álbum “Screaming for Vengeance”. Na versão do Moda de Rock, a viola caipira ganha novos contornos com a participação do pianista Adriano Grineberg, que acrescenta sofisticação e amplia as possibilidades sonoras da composição.

Metal terá ainda outras participações especiais nos próximos singles, previstos para os próximos meses. Entre os convidados estão Siba, na rabeca; Daniel Daibem, na guitarra; e Daísa Munhoz, nos vocais. O álbum também reúne faixas já lançadas, como “Be All, End All”, do Anthrax, com Andreas Kisser, do Sepultura, no violão de sete cordas, e “Orion”, do Metallica, com participação do violeiro português O Gajo na viola Campaniça.

Capa do single.

Em 2027, o Moda de Rock completa 20 anos de trajetória, marcada pela expansão dos caminhos da viola caipira e por sua inserção em universos musicais pouco explorados pelo instrumento. Ao longo desse período, Ricardo Vignini e Zé Helder lançaram quatro álbuns de estúdio, um DVD e um álbum ao vivo, que contou com participações de Pepeu Gomes e Kiko Loureiro, além de um EP ao vivo com Zeca Baleiro.

Para celebrar as duas décadas do projeto, a dupla prepara, além do novo álbum, uma turnê comemorativa em 2027.

Single “Electric Eye” – Álbum Metal  

Moda de Rock

Lançamento em 3 de setembro de 2026

Pre save: https://tratore.ffm.to/xq6vqxm

Ficha técnica

Gravação: Estúdio Bojo Elétrico, São Paulo

Mixagem e masterização: Estúdio Bojo Elétrico

Capa: Yuri Garfunkel

Lançamento: Folguedo

Distribuição: Tratore.

(Com Graciela Binaghi)

Projeto “Palcos: SP” leva grandes nomes do teatro brasileiro para apresentações gratuitas em São Paulo

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Ministério da Cultura Itaú apresentam o projeto “Palcos: SP”, iniciativa que democratiza o acesso à cultura e leva importantes espetáculos teatrais para apresentações gratuitas em teatros públicos de diferentes regiões de São Paulo. Com 20 apresentações, distribuídas por 6 teatros municipais da cidade de São Paulo, entre 3 de setembro e 3 de outubro, a iniciativa reúne produções como “Prima Facie”, com Débora Falabella; “Rita Lee – Balada da Louca”, com Lilia Cabral; “Ficções”, com Vera Holtz; “A Última Entrevista”, com Marília Gabriela; e “Dona Lola”, com Marcelo Médici.

Aprovado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), o projeto é realizado pelo Instituto Arlequim em parceria com a Prefeitura de São Paulo. “Os teatros públicos da cidade de São Paulo têm uma excelente estrutura e passaram por modernização recentemente, como o Teatro João Caetano, Cacilda Becker e Paulo Eiró. É uma alegria ter a programação de qualidade do projeto Palcos em teatros que estão além dos grandes centros. Democratizar a cultura em uma cidade como São Paulo é essencial”, afirma Totó Parente, secretário municipal de Cultura e Economia Criativa de São Paulo.

Palcos: SP é um movimento de circulação e descentralização cultural. Ao ocupar teatros públicos, o projeto não oferece apenas um ingresso gratuito, mas diminui distâncias econômicas, geográficas e simbólicas. Quando um importante espetáculo chega ao teatro de uma região, a relação muda: não é só o público que vai até a arte, é a arte que vai ao encontro do público. Confira mais informações sobre cada espetáculo:

PRIMA FACIE

Foto: Annelize Tozetto.

Sinopse | Em cena, Débora Falabella vive a bem-sucedida advogada Tessa, que tem acusados de violência sexual entre seus clientes. Vinda de uma família pobre, ela batalhou e venceu no complexo mundo da advocacia. Ao mesmo tempo em que experimenta o sucesso, ela precisa encarar uma crise que a obriga a rever uma série de valores e princípios, além de refletir sobre o sistema judicial, a condição feminina e as relações conturbadas entre diversas esferas de poder.

Classificação indicativa: 12 anos

Duração: 110 minutos

Ingressos: Os ingressos podem ser retirados na bilheteria do teatro 1 hora antes de cada apresentação.

Redes sociais: https://www.instagram.com/primafaciebrasil/.

A PARTILHA

Foto: Erika Almeida.

Sinopse | Sucesso responsável por marcar Miguel Falabella na história da dramaturgia mundial reencontra o público com time de protagonistas negras. 35 anos separam a estreia do espetáculo “A Partilha”, consagrado pelas mãos do ator, diretor e dramaturgo Miguel Falabella, dessa nova montagem. A peça, que se tornou um grande clássico dos palcos Brasileiros e levou mais de um milhão de pessoas ao teatro, teve várias temporadas, montagens e passou por 27 países até aqui. Este sucesso do teatro reencontra o público com nova roupagem. Nessa montagem “A Partilha” ganha um elenco de protagonistas negras. As personagens irmãs Maria Lucia, Regina, Selma e Laura, recebem o talento e brilhantismo de Iléa Ferraz, Adriana Lessa, Leticia Soares e Flávia dos Prazeres. A história gira em torno de quatro irmãs que, após o falecimento da mãe, se reencontram e discutem a partilha dos bens.

Classificação indicativa: 12 anos

Duração: 90 minutos

Ingressos: Os ingressos podem ser retirados na bilheteria do teatro 1 hora antes de cada apresentação.

Redes sociais: https://www.instagram.com/apartilha.oficial/.

A ÚLTIMA ENTREVISTA DE MARÍLIA GABRIELA

Foto: Adriano Doria.

Sinopse | Marília Gabriela sobe ao palco para uma última entrevista — desta vez, como entrevistada. E quem comanda a conversa é alguém bastante familiar: seu filho caçula, Theodoro Cochrane. A peça se passa durante um programa de entrevistas ao vivo, no teatro, onde ficção e realidade se confundem e o que parecia apenas uma conversa vira um jogo de tensão e revelações, explorando os arquétipos da relação entre mãe e filho. Feminismo, conflitos geracionais, etarismo e a fronteira entre o público e o privado atravessam o texto, que diverte e provoca. Sem a quarta parede, o público participa ativamente da montagem — e até responde ao clássico bate-bola, marca registrada de Marília Gabriela. Escrita por Michelle Ferreira e dirigida por Bruno Guida, a comédia dramática volta a São Paulo após passar por cidades como Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília e Belo Horizonte, somando mais de 32 mil espectadores. A Última Entrevista de Marília Gabriela é realizada por Rega Início Produções Artísticas, de Renata Alvim.

Classificação indicativa: 14 anos

Duração: 80 minutos

Ingressos: Os ingressos podem ser retirados na bilheteria do teatro 1 hora antes de cada apresentação.

Redes sociais: https://www.instagram.com/aultimaentrevista/.

OLEANNA

Foto: Caio Gallucci.

Sinopse | “Oleanna” narra o confronto entre John, um professor universitário no processo de obtenção de uma promoção, e Carol, uma de suas alunas com dificuldades no curso. Inicialmente, Carol procura John no seu escritório para pedir ajuda com o seu entendimento do material do curso. A dinâmica muda drasticamente quando Carol apresenta uma queixa formal contra John ao comitê de avaliação da universidade, acusando-o de sexismo, elitismo, comportamento inadequado e assédio sexual, com base nas suas conversas particulares e atitudes. Confrontado com a potencial perda da sua carreira, John tenta desesperadamente entender as acusações e convencer Carol a retirar a queixa, expondo a fragilidade da comunicação, as complexas relações de poder entre professor e aluno e as interpretações radicalmente divergentes dos mesmos eventos.

Classificação indicativa: 14 anos

Duração: 70 minutos

Ingressos: Os ingressos podem ser retirados na bilheteria do teatro 1 hora antes de cada apresentação.

Redes sociais: https://www.instagram.com/oleanna.teatro/.

HABITAT

Foto: KimIM Leekyung.

A jornalista Nádia entrevista o assassino confesso Adailton, que, por sua vez, acusa o executivo Tite de ser o mandante de um crime ocorrido dentro de um supermercado. A partir desse encontro, o caso ganha novas proporções nas mídias sociais e desencadeia uma série de desdobramentos inesperados. Inspirado em um fato real. Um incidente trágico que dá início a um intenso drama sobre preconceito, busca por justiça e a manipulação da verdade em uma sociedade marcada pela força da mídia e por julgamentos precipitados. Dirigido por Lavínia Pannunzio e Eric Lenate, indicado ao APCA de melhor dramaturgia 2026.

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 100 minutos

Ingressos: Os ingressos podem ser retirados na bilheteria do teatro 1 hora antes de cada apresentação.

Redes sociais: https://www.instagram.com/habitat_espetaculo/.

RITA LEE – BALADA DA LOUCA

Foto: Cauê Moreno.

Sinopse | Ao ser diagnosticada com câncer de pulmão, em 2021, Rita Lee decidiu escrever uma espécie de diário, que acabou se tornando o segundo volume de sua autobiografia. O livro, intitulado Rita Lee: Outra autobiografia, foi lançado em 2023. A obra agora se transforma em Rita Lee: Balada da Louca, um monólogo corajoso centrado nos últimos e desafiadores anos do grande ícone da MPB, com Lilia Cabral como a rainha roqueira, em um projeto idealizado e escrito por Guilherme Samora.
Assim como no texto original, a peça, dirigida por Beatriz Barros, traz as grandes marcas de Rita: a franqueza crua — ora chocante, ora irônica, ora sutil e amorosa.

Classificação indicativa: 12 anos

Duração: 60 min

Ingressos: Os ingressos podem ser retirados na bilheteria do teatro 1 hora antes de cada apresentação.

Redes sociais: https://www.instagram.com/ritaleebaladadalouca/.

FICÇÕES

Foto: Flavia Canavarro.

Sinopse | A partir do best-seller Sapiens, do escritor israelense Yuval Harari, FICÇÕES fala da capacidade humana de criar e acreditar em ficções: deuses, dinheiro, nações…o que foi ou não inventado? Mas, apesar dessa habilidade inédita e revolucionária que alçou nossa espécie à condição “donos” do planeta, seguimos inseguros e sem saber para onde ir. Você está satisfeito? Além de Vera Holtz, o espetáculo ainda conta com Federico Puppi, autor e performer da trilha sonora original, com quem divide o palco.

Classificação indicativa: 10 anos

Duração: 85 minutos

Ingressos: Os ingressos podem ser retirados na bilheteria do teatro 1 hora antes de cada apresentação.

Redes sociaishttps://www.instagram.com/ficcoesespetaculo/.

DONA LOLA

Foto: Thati Manzan.

Sinopse | Dona Lola é uma dona de casa que tem sua vida transformada ao se tornar um fenômeno das redes sociais com os vídeos postados pela sua neta. Após o inesperado sucesso, ela, incentivada por suas amigas mais próximas, decide se apresentar no teatro mesmo não sendo atriz, não tendo um espetáculo e muito menos sabendo o que dizer. Claro que as presenças mais aguardadas na plateia são as das amigas, mas, por motivos distintos, elas não comparecem à apresentação, o que resulta na ira de Dona Lola, que acaba expondo a vida de suas amigas e, de certa forma, dizendo muito sobre si mesma.

Classificação indicativa: 12 anos

Duração: 90 minutos

Ingressos: Os ingressos podem ser retirados na bilheteria do teatro 1 hora antes de cada apresentação.

Redes sociais: https://www.instagram.com/donalolateatro/.

INVENTÁRIO

Foto: Danilo Apoena.

Sinopse | Uma mulher se prepara para deixar o lugar onde vive. Durante a preparação ela estabelece um diálogo com Gioconda, uma figura misteriosa. Ela acessa suas memórias e busca compreender seu destino. O universo onírico e fantasmagórico revisita os últimos momentos da escultora francesa Camille Claudel.

Classificação indicativa: 12 anos

Duração: 70 minutos

Ingressos: Os ingressos podem ser retirados na bilheteria do teatro 1 hora antes de cada apresentação.

DEIXA COMIGO

Foto: Adriano Escanhuela.

Sinopse | Monólogo teatral que narra a trajetória de Lina, uma trabalhadora doméstica, cuja rotina se desenrola na cozinha de uma casa de classe média. Enquanto lava louças, Lina canta e compõe sambas, troca mensagens via WhatsApp e conversa com Athon, o cachorro moribundo de sua patroa, que ela cuida com amor desde pequeno. Importante destacar que não existe a presença física de nenhum animal na encenação. O cachorro é representado pelo público do espetáculo.

Classificação indicativa: 12 anos

Duração: 60 minutos

Ingressos: Os ingressos podem ser retirados na bilheteria do teatro 1 hora antes de cada apresentação.

Redes sociais: https://www.instagram.com/deixacomigo_espetaculo/.

TIP – ANTES QUE ME QUEIMEM EU MESMA ME ATIRO NO FOGO

Foto: Alle Vidal.

Sinopse | Durante a pandemia, uma jovem atriz sem perspectiva de trabalho encontrou numa webcam a única saída para sustentar a família. Por quase dois anos, criou um personagem, se trancou no quarto e realizou cerca de quinhentas apresentações eróticas online em troca de gorjetas — tips, em inglês. Agora, ela conta essa história no palco. “TIP — antes que me queimem eu mesma me atiro no fogo” é um monólogo de autoficção em que Milla Fernandez reconstrói, com humor ácido e sem filtro, as situações cômicas, constrangedoras e dolorosas que viveu como modelo de webcam em plataformas de conteúdo adulto. Entre clientes solitários, diálogos absurdos, privados improváveis e o medo constante de ser reconhecida, a peça vai muito além da exposição: toca em fracasso, meritocracia, saúde mental, relações familiares e no que significa viver para satisfazer os desejos alheios — em qualquer âmbito da vida. Não é uma confissão. É uma explosão.

Classificação indicativa: 18 anos

Duração: 1h45 minutos

Ingressos: Os ingressos podem ser retirados na bilheteria do teatro 1 hora antes de cada apresentação.

SERVIÇO:

PROGRAMAÇÃO DOS ESPETÁCULOS

Setembro – Outubro 2026 | Teatros da Prefeitura de São Paulo

TEATRO PAULO EIRÓ

A Partilha03/09, quinta-feira, às 20h;

Prima Facie05/09, sábado, às 20h, e 06/09, domingo, às 19h.

TEATRO ARTHUR AZEVEDO

A Última Entrevista de Marília Gabriela10/09, quinta-feira, às 20h, e 11/09, sexta-feira, 20h;

Oleanna12/09, sábado, às 20h, e 13/09, domingo, às 19h.

TEATRO JOÃO CAETANO

Habitat17/09, quinta-feira, às 20h, e 18/09, sexta-feira, às 20h;

Rita Lee – Balada da Louca19/09, sábado, às 20h, e 20/09, domingo, às 19h.

TEATRO ALFREDO MESQUITA 

Ficções25/09, sexta-feira, às 20h, e 26/09, sábado, às 20h;

Dona Lola27/09, domingo, às 16h e 19h.

TEATRO CACILDA BECKER

Inventário29/09, terça-feira, às 20h;

Deixa Comigo30/09, quarta-feira, às 20h;

A Partilha | 01/10, quinta-feira, às 20h;

TIP | 02/10, sexta-feira, às 20h, e 03/10, sábado, às 20h.

Sobre o Instituto Arlequim

Fundado em 2021, o Instituto Arlequim nasceu com um propósito claro: ampliar o acesso à cultura e criar caminhos para que mais pessoas possam fazer parte dela. Unindo arte, educação e tecnologia, o Instituto forma artistas, técnicos e criadores, abre espaço para novos talentos e trabalha para que pessoas que historicamente tiveram menos oportunidades possam desenvolver suas carreiras e encontrar seu lugar no mercado criativo.

Sua atuação acontece em três frentes que se complementam: educação e arte, promoção da cultura e pesquisa e inteligência. Por meio delas, criamos programas gratuitos de formação que unem conhecimento, tecnologia, prática e, principalmente, escuta. São projetos que chegam às periferias de São Paulo, aproximam pessoas e oportunidades e ajudam a preparar os criadores que vão construir a cultura brasileira das próximas décadas.

Em cinco anos, mais de 5.600 pessoas já participaram diretamente dessas iniciativas, que chegaram a 11 territórios da cidade de São Paulo e distribuíram mais de R$600.000,00 em premiações para projetos culturais. Na iniciativa mais recente, realizada em parceria com a Prefeitura de São Paulo por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), oferece 4.000 vagas gratuitas em formação para gestão de projetos culturais, alcançando artistas e agentes culturais de todas as regiões da cidade.

(Com Valentina Dewers/Agência Taga)

Festa MASP 2026 celebra América Latina e traz, pela primeira vez, uma atração musical internacional

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Cantora colombiana Aria Vega será a atração principal da Festa MASP 2026. Foto: Teograph.

MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand anuncia a 12ª edição da Festa MASP, que será realizada no dia 7 de outubro. Celebrando a América Latina, a noite beneficente terá como atração principal a cantora e compositora colombiana Aria Vega. O evento, que apoia a programação anual do museu, renova a parceria com a Gucci, patrocinadora principal da festa pelo segundo ano consecutivo. “A Festa MASP deste ano traz o calor e a diversidade da América Latina para a celebração, em sintonia com o ano curatorial Histórias latino-americanas no MASP. É um momento muito especial para a instituição, quando reunimos nossos apoiadores, parceiros e a comunidade artística para celebrar o MASP e, ao mesmo tempo, contribuir para a continuidade de seu trabalho e de sua programação”, afirma Paulo Vicelli, diretor de Experiência e Comunicação do MASP.

Nesta edição, a programação musical ganha mais espaço com apresentações ao longo de toda a noite. Um dos principais expoentes da música cubana e latina em São Paulo, a banda Quimbará, abre a festa com ritmos caribenhos, como salsa e cumbia, além de sucessos consagrados pelo Buena Vista Social Club. Criado em 2015, o grupo, formado por músicos brasileiros e cubanos, tem no repertório desde clássicos da música latina até hits contemporâneos.

Pela primeira vez no Brasil, a cantora Aria Vega trará ao palco da Festa MASP 2026 uma performance musical que celebra a efervescência e a diversidade da música latino-americana. Natural de Barranquilla, é reconhecida por fundir as raízes afro-caribenhas do seu país natal a elementos contemporâneos do pop, afrobeats e música urbana. Em 2026, foi destacada pela Billboard Latin como um dos principais nomes em ascensão da cena musical latino-americana.

A pista segue comandada pelo coletivo Do México para Baixo, tradicional bloco de carnaval de São Paulo, que fecha a noite conduzindo o público a uma celebração embalada por ritmos latino-americanos e pop brasileiro.

A Festa MASP é organizada em dois momentos. No primeiro, temos um jantar para 450 pessoas, começando às 19h, com coquetel e jantar servido pela Zest Cozinha Criativa inspirado nas comidas típicas de países latinos, incluindo o Brasil. Às 22h, a celebração se amplia com a abertura da pista de dança e do coquetel para mais de 450 convidados que adquiriram ingressos para curtir o show e a pista de dança.

Ao longo dos anos, a Festa MASP se tornou o evento mais sofisticado e disputado da cena cultural brasileira. Participam do evento: patronos, colecionadores, patrocinadores, artistas, celebridades e criadores. Aberto ao público, o evento oferece ingressos para o jantar e as apresentações ao vivo, disponíveis no site do MASP.

A 12ª edição da Festa MASP tem produção de Jacimar Silva, nome reconhecido no circuito de eventos de luxo; parceria com o florista Conrado Pedroso da Amorphophallus; e apoio de Stella Artois e Perrier Jouët.

Sobre a Gucci

Fundada em Florença, Itália, em 1921, Gucci é uma das principais marcas de luxo do mundo. Sob a liderança da CEO Francesca Bellettini e a direção artística de Demna, a maison continua a redefinir o luxo e a moda, celebrando a criatividade, o design italiano e a inovação. Gucci faz parte do grupo global de luxo Kering, que administra renomadas maisons nos setores de moda, artigos de couro, joias e óculos. O compromisso de longa data da Gucci com as artes se expressa por meio do financiamento de projetos, de colaborações com artistas contemporâneos e da preservação do patrimônio cultural, promovendo o diálogo entre a moda e diferentes formas de expressão artística. Descubra mais sobre a Gucci em: www.gucci.com.

Sobre o MASP

O MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand é uma instituição privada sem fins lucrativos fundada em 1947. O museu, composto por dois prédios e um vão livre, é reconhecido como um dos principais centros culturais do país. O edifício original (1968), ícone da arquitetura moderna, leva o nome de sua arquiteta, Lina Bo Bardi (1914–1992), enquanto o mais recente, inaugurado em 2024, homenageia o primeiro diretor artístico do museu, Pietro Maria Bardi (1900–1999). A coleção do MASP é considerada a mais importante de arte europeia no Hemisfério Sul. Com mais de 11 mil obras, abrange diferentes períodos históricos, origens e linguagens artísticas. Exposições, cursos e atividades culturais integram a programação do museu, que tem como missão ser diverso, inclusivo e plural. Saiba mais.

SERVIÇO:

Festa MASP 2026

Quarta-feira, 7.10

19h Coquetel | 20h30 Jantar

22h Abertura da pista de dança

2º subsolo, Edifício Lina Bo Bardi

MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

Entrada: Rua Carlos Comenale

Ingressos:

Mesas a partir de R$ 65 mil (10 lugares)

Jantar individual R$ 6.500

Pista individual R$ 1.000

Ingressos pelo site masp.com.br.

(Fonte: Assessoria de imprensa MASP)