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Exposição global denuncia os graves problemas da produção industrial de ovos chega ao Brasil

São Paulo, por Kleber Patricio

Instalação visual contou com 37 banners, cada um com 2 metros de altura, formando um corredor que convidou os pedestres a uma experiência marcante. Fotos: Divulgação.

A organização Sinergia Animal levou às ruas de São Paulo a maior exposição fotográfica já realizada sobre a produção de ovos sobre galinhas em gaiolas. A instalação visual contou com 37 banners, cada um com 2 metros de altura, formando um corredor que convidou os pedestres a uma experiência marcante. Cada banner exibiu uma imagem real e chocante de galinhas presas em gaiolas, captadas em 37 diferentes países ao redor do mundo.

“Essa é a mais abrangente coleção global de imagens que documentam o sofrimento das galinhas poedeiras”, disse Carolina Galvani, diretora executiva internacional da Sinergia Animal. “É uma realidade chocante, mas necessária, e envia um recado claro às empresas de alimentos: as pessoas não querem crueldade escondida atrás da comida que consomem”. 

As fotos exibidas na instalação foram obtidas por membros da Open Wing Alliance, uma coalizão global que reúne mais de 90 organizações de proteção animal de diversos países. A Sinergia Animal contribuiu com imagens impactantes de vários locais. A exposição faz parte de uma campanha global pelo fim do uso das cruéis gaiolas em bateria, que confinam galinhas em espaços menores do que uma folha de papel.

Durante a exposição, os ativistas da Sinergia ofereceram fones de ouvido com um áudio narrativo descrevendo o que acontece com os animais nas gaiolas. A organização espera usar essa importante exposição para lançar luz sobre uma realidade cruel ligada a um alimento que muitos consumidores raramente param para refletir.

Uma iniciativa global contra promessas não cumpridas

No Brasil, cerca de 90% de todas as galinhas poedeiras passam toda a vida adulta confinadas em pequenas gaiolas onde mal conseguem caminhar ou abrir completamente as asas. Essa prática é considerada uma das formas mais cruéis de exploração animal da atualidade.

Mais de 2.000 empresas em todo o mundo já assumiram compromissos para adotar sistemas livres de gaiolas em suas cadeias de fornecimento, graças ao trabalho da Open Wing Alliance. No entanto, grandes empresas como o grupo hoteleiro Marriott International— dona das redes Renaissance, Sheraton e Westin— estão ficando para trás em suas promessas, falhando em cumprir prazos ou em divulgar publicamente a conclusão de seus processos de transição.

“Não podemos permitir promessas vazias”, afirmou Carolina da Sinergia Animal. “As empresas devem ser responsabilizadas. Cada ano de atraso representa milhões de galinhas presas em confinamento extremo. Essa é uma questão urgente de responsabilidade corporativa e de bem-estar animal”. Vídeos das granjas de ovos disponíveis aqui: https://investigations.openwingalliance.org/realcostofeggs/.

Sobre a Sinergia Animal | A Sinergia Animal é uma organização internacional de proteção animal que atua no Sul Global para acabar com as piores formas de crueldade animal nos sistemas alimentares. A organização é membro da Open Wing Alliance, uma coalizão dedicada a acabar com o uso de gaiolas para galinhas poedeiras em todo o mundo.

(Com Jéssica Amaral/DePropósito Comunicação de Causas)

Perigos digitais: nova campanha de ONG expõe ameaças disfarçadas de amizade na internet

Curitiba, por Kleber Patricio

Imagem: Divulgação/ChildFund Brasil.

Você sabe realmente quem está do outro lado da tela ou quem conversa com o seu filho(a) quando está conectado à internet? O ChildFund Brasil, organização que atua há quase 60 anos na promoção e defesa dos direitos de crianças, adolescentes e jovens, lançou a campanha “Os Monstros na Internet São Reais” em seis países da América Latina – México, Guatemala, Honduras, Equador, Bolívia e Brasil. A proposta é conscientizar famílias, educadores e a sociedade sobre os riscos crescentes no ambiente digital, como aliciamento, exploração sexual, cyberbullying e manipulações disfarçadas de brincadeiras ou laços de amizade.

A campanha foi construída a partir de relatos reais de adolescentes atendidos pela organização. Situações como perfis falsos, ameaças, chantagens e tentativas de contato por meio de jogos virtuais têm se tornado cada vez mais comuns. Em uma pesquisa realizada pelo ChildFund Brasil, por exemplo, o Mapeamento dos Fatores de Vulnerabilidade de Adolescentes Brasileiros na Internet, um dos participantes contou que foi abordado por um perfil falso que solicitou o envio de fotos. Mais tarde, descobriu que se tratava de um adulto se passando por adolescente. O relato também revela que ele passou a receber mensagens com ameaças de exposição caso não atendesse às exigências feitas. “A internet é uma ferramenta poderosa, mas também é um dos ambientes mais arriscados para crianças e adolescentes quando estão sozinhos e sem acompanhamento. Esta campanha tem um objetivo claro: entender como podemos proteger nossas crianças de agressores on-line, que utilizam diversas estratégias digitais para entrar em contato, manipular e violar novas vítimas todos os dias”, afirma Cristina Barrera, diretora regional do ChildFund nas Américas.

Por meio da metáfora dos “monstros”, a campanha personifica os perigos invisíveis da internet. Com três vídeos impactantes, materiais educativos e recursos gratuitos, o ChildFund oferece apoio a mães, pais, cuidadores e também diretamente a crianças, adolescentes e jovens. Os conteúdos ajudam a reconhecer ameaças, identificar sinais de manipulação e reforçar a importância do acompanhamento adulto na vida digital das crianças.

10 incidentes por segundo

Segundo o relatório ChildLight 2024, cerca de 302 milhões de crianças e adolescentes foram vítimas, no último ano, de captura, divulgação ou exposição não autorizada de imagens e vídeos com conteúdo sexual — o que corresponde a uma em cada oito crianças no mundo. Além disso, esses jovens também enfrentaram pedidos sexuais indesejados por parte de adultos ou outros menores. Os casos ocorrem em uma frequência alarmante: cerca de 10 incidentes por segundo, configurando uma “pandemia invisível” que exige atenção e ação imediata.

A campanha também é direcionada a toda a América Latina, região onde, segundo o estudo Plataformas globais, proteções parciais 2022, da Fairplay, os marcos legais e as ferramentas de proteção digital são menos rigorosos e menos acessíveis do que nos Estados Unidos e na Europa.

Metade dos adolescentes brasileiros já sofreu violência sexual on-line

Mais de 8 mil adolescentes de 13 a 18 anos, de todas as regiões do país — especialmente do Nordeste e Sudeste — participaram do Mapeamento dos Fatores de Vulnerabilidade de Adolescentes Brasileiros na Internet, conduzido pela organização. O estudo revelou que, com o aumento da idade, cresce também o tempo de uso da internet e a variedade de aplicativos acessados, elevando em até 1,3 vezes o risco de exposição à violência on-line entre jovens de 17 e 18 anos em comparação aos de 15. Em média, os adolescentes passam quatro horas por dia conectados, na maior parte pelo celular e fora do ambiente escolar.

A pesquisa também destacou a predominância do ambiente digital na rotina dos jovens, sendo que 79% dos hobbies mencionados por eles são on-line, como jogos e redes sociais, enquanto apenas 21% envolvem atividades offline, como desenhar, passear ou praticar esportes. Além disso, o estudo mostrou que 54% dos adolescentes brasileiros já sofreram algum tipo de violência sexual na internet, o que representa 9,2 milhões de jovens, com ou sem a interação direta de um agressor. “Buscamos promover campanhas que ampliem a consciência sobre a importância da proteção infantojuvenil. Nosso objetivo é estimular a reflexão da sociedade e mobilizar esforços coletivos para que toda infância seja respeitada e protegida”, comenta Mauricio Cunha, diretor de país do ChildFund Brasil.

O ChildFund Brasil convida escolas, empresas, meios de comunicação, autoridades e toda a sociedade a compartilhar essa mensagem e fazer parte ativa dessa rede de proteção. A campanha completa, com vídeos, orientações e formas de engajamento, está disponível em www.monstrosnainternetsaoreais.com.

Sobre o ChildFund Brasil

Fundado em 1966, o ChildFund Brasil é uma organização com sede em Belo Horizonte (MG) que integra a rede internacional do ChildFund International, presente em mais de 70 países e responsável por impactar positivamente a vida de mais de 24,3 milhões de crianças e suas famílias. No Brasil, a organização atua no desenvolvimento integral e na promoção dos direitos de crianças, adolescentes e jovens, especialmente em contextos de privação, exclusão e vulnerabilidade.

O trabalho é viabilizado com o apoio de pessoas físicas, por meio do apadrinhamento de crianças e campanhas como o Guardião da Infância, além de parcerias com empresas, institutos e fundações. Em reconhecimento à sua atuação, o ChildFund Brasil foi eleito uma das 25 melhores ONGs do país pela certificadora internacional The Dot Good em 2024 e já recebeu premiações como a de melhor ONG de assistência social do Brasil (2022) e melhor ONG para crianças e adolescentes em três edições do Prêmio Melhores ONGs (2018, 2019 e 2021). www.childfundbrasil.org.br.

(Com Jéssica Amaral/DePropósito Comunicação de Causas)

Aldeia Multiétnica 2025: Chapada dos Veadeiros recebe imersão indígena com vivências culturais e shows

Alto Paraíso de Goiás, por Kleber Patricio

Fotos: Bruno Jungmann.

A experiência da Aldeia Multiétnica chega em 2025 à sua 17ª edição como uma das principais oportunidades de se viver de perto um grande encontro de partilha de conhecimentos entre os povos indígenas, permitindo que não-indígenas conheçam de perto as culturas desses povos. A cada edição, cresce o número de presentes no evento, que no ano passado chegou a 5 mil pessoas, entre convidados e visitantes. Em 2025, indígenas de diferentes regiões do país se reúnem na Aldeia Multiétnica, localizada em Alto Paraíso de Goiás, no entorno do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, reconhecido como Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco.

Entre 11 e 19 de julho, diferentes povos apresentam seus saberes, modos de fazer e usos e costumes de diversas maneiras – cantos, dança, gastronomia, pinturas corporais e arte). Também compartilham as lutas por seus direitos originários e para manter suas culturas e territórios tradicionais. Aldeia Multiétnica também promove debates entre indígenas e não-indígenas sobre realidade nas aldeias, por meio de rodas de conversa e da convivência diária com os participantes.

Em cada dia, um povo realiza uma festa tradicional. As celebrações começam no amanhecer e vão até o início do próximo dia, quando o comando da Aldeia Multiétnica passa para outro povo. A programação preenche dias e noites, com apresentações culturais, rodas de conversa, oficinas, palestras, vivências artísticas e feira de artesanato tradicional. O tempo livre permite conversas ao pé da fogueira, reflexões, descanso nas redes e banhos de rio.

Em 2025, essa é a programação de festas dos povos:

Sábado, 12 de julho: Kayapó Mebengokre

Domingo, 13 de julho: Kariri Xocó

Segunda, 14 de julho: Xavante

Terça, 15 de julho: Krahô

Quarta, 16 de julho: Guarani Mbyá

Quinta, 17 de julho: Xingu

Sexta, 18 de julho: Fulni-ô

A programação completa está no site www.aldeiamultietnica.com.br.

A cada ano, nos dois últimos dias do evento, acontece o Encontro na Aldeia, com grandes shows de artistas indígenas e não indígenas. O festival integra a programação da Aldeia Multiétnica. Além disso, o visitante pode aproveitar o circuito de trilhas, cachoeiras e mirantes da região.

No sábado, 19 de julho, o público do Encontro na Aldeia poderá conhecer os trabalhos produzidos por artistas indígenas ao longo do evento, resultado do programa de residência artística promovido pela organização. Em seguida, a cantora e compositora indígena Tainara Takua sobe ao palco, seguida pelo rapper Owerá. A noite se encerra com o reggae brasileiro da Tribo de Jah, diretamente do Maranhão.

No domingo, 20 de julho, o Encontro na Aldeia apresenta o show da cantora indígena Djuena Tikuna. Também se apresenta o grupo Pé de Cerrado, do Distrito Federal. Quem encerra a noite é o cantor pernambucano Lenine, que participa da 17ª edição da Aldeia Multiétnica trazendo sua música como plataforma de apoio às causas indígenas, ao meio ambiente e à ancestralidade.

Os ingressos podem ser adquiridos aqui: https://oticket.com.br/event/7483/xvii-aldeia-multietnica.

Como participar

Vivência

É possível se inscrever para participar da vivência por meio da compra de pacotes de 4 a 9 dias, com hospedagem em camping, hospedaria ou pousada, disponíveis no site https://www.aldeiamultietnica.com.br/vivencias/xviialdeia/#comoparticipar.

É possível adquirir ingressos para visitação diária entre os dias 12 e 18 de julho. Não é necessário escolher a data da visita no momento da compra, e cada ingresso é válido para um dia de visitação. A entrada inclui acesso ao circuito de trilhas, cachoeiras e mirantes, além da participação na programação da Aldeia Multiétnica.

A opção de visitação diária também é válida nos dias 19 e 20 de julho, durante o Encontro na Aldeia, que marca os dois últimos dias da programação da Aldeia Multiétnica e conta com shows especiais. O ingresso diário inclui ainda o acesso ao circuito de trilhas, cachoeiras e mirantes.

É possível adquirir também um pacote de 3 noites (18 a 20 de julho) que garante hospedagem em camping + os shows do Encontro na Aldeia + programação da Aldeia Multiétnica + acesso ao circuito de trilhas, cachoeiras e mirantes.

A meia entrada é válida para PCD (pessoas com deficiência), PCT (povos e comunidades tradicionais), professores e estudantes com comprovação, moradores da Chapada dos Veadeiros com título de eleitor e idosos 60+. Crianças até 12 anos não pagam.

Onde acontece

A Aldeia Multiétnica está localizada em uma área de preservação ambiental do Cerrado de altitude com plantas endêmicas a 20 km de Alto Paraíso de Goiás (GO), no entorno do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, reconhecido como Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco.

No local há oito casas indígenas tradicionais construídas por representantes dos povos Kayapó/Mebengôkré (PA), Krahô (TO), Fulni-ô (PE), Guarani Mbyá (SC), Xavante (MT), Kariri Xocó (AL/DF), Alto Xingu (MT), Yanomami (AM) e Kalunga, do maior território quilombola do Brasil. Em 2019, a Xapono, casa tradicional Yanomami, foi construída no centro da Aldeia, tornando-se um lugar de trocas e encontros entre todos os povos. Ela foi desenhada por Davi Kopenawa, importante liderança, especialmente para a Aldeia Multiétnica.

Trilhas, mirantes e cachoeiras

A Aldeia Multiétnica oferece experiências únicas de imersão não só nas culturas indígenas, mas também na natureza exuberante da Chapada dos Veadeiros. São três cachoeiras dentro do território e que podem ser visitadas: Almécegas I, Almécegas II e Almécegas III.

O visitante também pode percorrer a Trilha Inicial, a Trilha da Anta, que leva à Almécegas II, ou o Caminho da Origem, onde irá conhecer a arquitetura de oito povos indígenas, onde cada casa revela histórias e saberes. Tem ainda a trilha que leva até o poço do Rio dos Couros e a que leva ao poço Almécegas I e ao Topo Almécegas I.

Ou seja, com um único ingresso diário, o visitante tem acesso a quatro trilhas exclusivas, às cachoeiras Almécegas I, II e III, ao Rio dos Couros e, claro, ao circuito cultural da Aldeia Multiétnica — composto por oito casas indígenas, onde é possível vivenciar a diversidade cultural de diferentes povos originários.

A Aldeia Multiétnica

Mais do que um evento, a Aldeia Multiétnica é um projeto sociocultural que desde 2007 atua no fortalecimento das culturas e lutas políticas de grupos de mais de 10 povos indígenas de todas as regiões e biomas brasileiros. Algumas delas: Kayapó/Mebêngôkré (PA); Avá Canoeiro (GO); Krahô (TO); Fulni-ô (PE); Guarani Mbyá (SC); Xavante (MT); Povos do Alto Xingu (MT); Kariri Xocó (AL/DF); e Karajá (TO).

Mais de 10 mil indígenas de todas as regiões do Brasil já participaram da Aldeia Multiétnica. A participação se estende a pesquisadores, indigenistas, biólogos e especialistas em diferentes áreas referentes aos povos indígenas e comunidades tradicionais, que agregam às discussões e proposições da programação do projeto. Fora o evento no mês de julho, a articulação junto aos povos participantes acontece ininterruptamente ao longo do ano na Chapada dos Veadeiros, em Brasília e nos territórios indígenas.

A Aldeia Multiétnica é realizada pela Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge em parceria com o Centro de Estudos Universais – AUM, entidades privadas sem fins lucrativos. Os preços dos pacotes da vivência são cuidadosamente calculados pela equipe, que organiza o evento desde 2007. Esses custos incluem alimentação para cerca de 300 pessoas, contratação de profissionais para todas as fases do evento, transporte e alimentação dos grupos indígenas de suas aldeias e manutenção da infraestrutura do espaço. As vendas dos pacotes e entradas diárias cobrem as despesas e garantem a continuidade do projeto.

Links úteis:

Página das vivências: https://www.aldeiamultietnica.com.br/vivencias/xviialdeia/

Canal do Youtube: https://www.youtube.com/c/encontrodeculturas

Perfil no Instagram: https://www.instagram.com/aldeiamultietnica/.

(Com Stephane Sena/De Propósito Comunicação de Causas)

Volume final da aclamada série “Ciclo de Avalon” chega ao Brasil com jornada épica de fantasia

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro.

Uma das mais importantes obras da fantasia internacional, “As brumas de Avalon” ganha seu último capítulo com o lançamento de “A espada de Avalon”, que chega às livrarias brasileiras pela Planeta Minotauro. Sétimo volume da série “Ciclo de Avalon”, focada na lendária Ilha Sagrada e nas personagens femininas que moldam a história do lugar e da Grã-Bretanha, o livro traz uma nova e fascinante aventura no universo de Marion Zimmer Bradley e Diana L. Paxson.

Em um cenário de grandes ameaças para a Grã-Bretanha, Mikantor, o “Filho de Cem Reis”, precisa passar por uma transformação para restaurar o equilíbrio do reino. Sob o nome de Pica-Pau, ele é protegido pela Senhora de Avalon, Anderele, até descobrir seu destino: derrotar o traidor Galid e unir as tribos da Grã-Bretanha sob seu reinado. Para isso, um ferreiro grego e a força de Avalon forjarão uma arma mágica, capaz de mudar o curso da história.

Contando com sete livros, o Ciclo de Avalon fica completo em edições nacionais com capa dura e identidade visual única. Os volumes que exploram a história da Grã-Bretanha mitológica podem ser lidos de forma independente, assim como em ordem cronológica ou de publicação.

A espada de Avalon é uma jornada épica de coragem, magia e sacrifício que vai cativar tanto fãs de longa data quanto novos leitores. Um clássico repleto de mitologia obrigatório para os amantes de fantasia histórica, a obra transporta leitores e leitoras para um mundo fascinante de mitos, lendas e mistérios, convidando aqueles que se aventuram por estas páginas a desbravarem o universo místico e lendário de Avalon.

Ficha técnica:

Título: A espada de Avalon

Autoras: Marion Zimmer Bradley e Diana L. Paxson

Tradução: Marina Della Valle

ISBN: 978-85-422-3650-7

384 páginas

R$109,90

Planeta Minotauro | Editora Planeta.

SOBRE A AUTORA

Marion Zimmer Bradley nasceu no estado de Nova York, Estados Unidos, em 1930. Começou sua destacada carreira como autora em 1961, com seu primeiro romance, A porta através do espaço. No ano seguinte, escreveu o primeiro livro da popular série Darkover, Sword of Aldones [Espada de Aldones], logo indicado ao Hugo Award. Seu romance A torre proibida também foi indicado ao Hugo, e A herança de Hastur, ao Nebula Award. As brumas de Avalon, primeiro livro do aclamado Ciclo de Avalon, foi a obra de maior sucesso da carreira de Bradley. Recebeu o Locus Award em 1984 na categoria Melhor Romance de Fantasia e está entre os mais vendidos da revista Locus há anos. Bradley morreu em 1999.

SOBRE A EDITORA

Fundado há 70 anos em Barcelona, o Grupo Planeta é um dos maiores conglomerados editoriais do mundo, além de uma das maiores corporações de comunicação e educação do cenário global. A Editora Planeta, criada em 2003, é o braço brasileiro do Grupo Planeta. Com mais de 1.500 livros publicados, a Planeta Brasil conta com nove selos editoriais, que abrangem o melhor dos gêneros de ficção e não ficção: Planeta, Crítica, Tusquets, Paidós, Planeta Minotauro, Planeta Estratégia, Outro Planeta, Academia e Essência.

(Fonte: Editora Planeta)

CAIXA Cultural São Paulo abre exposição gratuita voltada para crianças

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Maya (@maya.ph).

A CAIXA Cultural São Paulo apresenta, de 1º a 27 de julho, a exposição Criaturas Fantásticas – Uma vivência de arte com crianças. Com entrada gratuita, a mostra é um convite afetuoso para que todas as infâncias voltem a sonhar, oferecendo para os pequenos um ambiente repleto de dispositivos interativos, com recursos lúdicos, sensoriais e participativos.

Após passar por Curitiba, Paranaguá e Rio de Janeiro, a mostra interativa, que celebra a autenticidade e a criatividade das crianças, chega pela primeira vez ao público paulista e a programação inclui oficinas, palestra e propostas artísticas, com atividades de terça-feira a domingo, das 8h às 19h. 

Numa mistura de brincadeira e arte, a exposição celebra a autenticidade e proporciona um ambiente cuidadosamente planejado para promover a interação com uma cenografia que reúne dispositivos lúdicos e sensoriais e convidam o público a mergulhar na criatividade e no universo das criaturas fantásticas.

O espaço conta ainda com um ateliê de experimentação criativa, com brincadeiras e atividades lúdicas que valorizam o aprendizado e a sensibilidade dos pequenos e das suas famílias. Afinal, brincar é coisa séria.

Para a artista visual Flavia Milbratz, idealizadora da mostra, brincadeira e arte se entrelaçam. “Aqui, o olhar, a escuta e até mesmo o toque são permitidos. Promovemos experiências sensíveis que privilegiam o afeto e o acolhimento, favorecendo o encontro entre o real e o imaginário. O brincar, nesse contexto, destaca-se como a principal linguagem da criança, pois é por meio dele que ela constrói suas compreensões e atribui significados ao mundo e a si mesma”, pontua.

Oficinas em família:

A exposição Criaturas Fantásticas vai oferecer uma série de oficinas em família. Conduzidas com o público presente, sem necessidade de inscrição prévia, essas atividades criarão conexões entre os pequenos e os temas propostos, explorando diferentes técnicas, em atividades coletivas.

Estão previstas seis oficinas em família e duas visitas guiadas com acessibilidade. São elas:

12 de julho – Oficina em Família – Criando Criaturas Fantásticas com Audrey Hojda

13 de julho – Oficina em Família – Oficina para bebês com Marcela Chanan

16 de julho – Visita guiada – Exclusiva para público com TEA

19 de julho – Oficina em Família – Cores do Meu Afeto

20 de julho – Oficina em Família: Pintura Mural – Paisagens Internas

26 de julho – Visita guiada – Exclusiva para público surdo

27 de julho – Oficina em Família – Meu Poder Criativo Infinito

A programação da mostra também inclui o curso Oficinas em Família, do curso Cocriando com as infâncias, ministrado por Flavia Milbratz, e do curso de Formação de Atelierista, que propõe uma imersão teórico-prática na cultura do ateliê. Os participantes aprenderão a selecionar materiais com intencionalidade, organizar contextos investigativos em linguagens sortidas, documentar processos criativos e compreender o papel do atelierista na educação contemporânea. As turmas acontecem nos dias 16, 17 e 18 de julho, das 10h às 17h.

Todas as atividades são gratuitas e as inscrições para as Oficinas em família, curso Cocriando com as Infâncias e curso Formação de Atelierista abrem no dia 27 de junho, pelo link aqui.

SERVIÇO:

[EXPOSIÇÃO] Criaturas fantásticas – Uma vivência de arte com crianças

Local: CAIXA Cultural São Paulo, Praça da Sé, 111, próximo à estação Sé do Metrô)

Data: até 27 de julho de 2025

Visitação: terças-feiras a domingos, das 8h às 19h

Entrada franca

Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos

Informações: (11) 3321-4400 | caixaculturalsp | Site CAIXA Cultural SP

Acesso para pessoas com deficiência.

(Fonte: Assessoria de Imprensa da CAIXA)