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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Público de exposição do Museu do Jardim Botânico já plantou mais de 800 jacarandás-da-bahia

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação MJB.

A exposição “Mata Atlântica: in-finitos encantos”, em cartaz no Museu do Jardim Botânico, localizado na zona sul do Rio de Janeiro, já gerou um importante impacto para a conservação ambiental: a germinação de mais de 800 sementes de jacarandá-da-bahia (Dalbergia nigra), árvore nativa da Mata Atlântica e ameaçada de extinção devido à intensa exploração de sua madeira.

As sementes, plantadas por visitantes entre março e junho deste ano, deram origem a mais de 560 mudas, atualmente em cultivo no Horto Florestal do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Em breve, essas jovens árvores serão doadas a organizações especializadas em reflorestamento da Mata Atlântica, contribuindo diretamente para a recuperação do bioma.

A partir deste mês, os visitantes poderão plantar sementes de papo-de-peru (Aristolochia gigantea), nova espécie nativa disponibilizada na exposição. A iniciativa reforça a importância da participação coletiva e da educação ambiental na preservação da biodiversidade, conectando cultura, ciência e sustentabilidade.

(Com Luisa Mattos/Alter Conteúdo)

Nova exposição da Japan House São Paulo apresenta transição da construção pré-fabricada japonesa e iniciativas de moradia sustentável

São Paulo, por Kleber Patricio

Construção pré-fabricada japonesa. Foto: Tomoyuki Kusunobe.

Pré-fabricação é um método construtivo em que parte ou todos os componentes de uma construção são produzidos em uma fábrica e, posteriormente, montados no local da obra. A construção de casa pré-fabricada japonesa, que alia o design à otimização dos materiais, possibilitou maior eficiência ao sistema de construção e contribui para uma maior qualidade de vida aos moradores e à comunidade. A partir de 1º de julho, a Japan House São Paulo traz exemplos dessa inovação nipônica para o andar térreo de sua sede na Avenida Paulista em “Anatomia pré-fabricada: um morar no Japão”. A exposição apresenta o universo das inovadoras construções pré-fabricadas japonesas atuais a partir de um modelo em tamanho real e maquetes. Também compõe a mostra uma linha do tempo com os principais marcos na história das construções pré-fabricadas no Japão, desde os anos 1950 até os dias atuais, desenvolvida especialmente para a JHSP por Yoshikuni Shirai, professor convidado especial da Faculdade de Meio Ambiente e Estudos da Informação da Universidade de Keio e Editor-chefe da revista Sustainable Japan Magazine by The Japan Times.

No espaço expositivo, a curadoria de Natasha Barzaghi Geenen, diretora cultural da JHSP, apresenta parte de uma casa, em escala real, criada pela Vuild. O modelo apresentado faz parte da série Nesting, na qual o próprio cliente consegue projetar sua casa a partir de modelos preestabelecidos que estão disponíveis em um aplicativo e, a partir da madeira processada por meio da fabricação digital, consegue montá-la em colaboração com sua família e amigos. Junto da casa, a exposição apresenta também suas peças, elementos construtivos, separadamente, como se decupasse essa construção, evidenciando sua anatomia.

Foto: Hayato Kurobe.

Além disso, a exposição traz também a maquete da Marebito no ie, outra iniciativa da Vuild que busca revitalizar regiões montanhosas com população em declínio, propondo a construção de alojamentos de propriedade compartilhada, visando a circulação contínua de pessoas nessas áreas, em um modelo de vida que vai além do turismo, mas que não chega a ser uma residência definitiva. O projeto, que utiliza tecnologia de fabricação digital, visa otimizar o uso de recursos florestais locais, utilizando a madeira dessas regiões para a construção da casa e de seus móveis, priorizando o uso da madeira lamelada cruzada (também chamada de madeira CLT), como alternativa ao concreto.

Como exemplo de inovações das casas pré-fabricadas com o foco na segurança, proteção e prevenção de desastres e conforto, a exposição também apresenta um modelo tátil que demonstra um tipo de sistema de isolamento térmico, que reduz a influência da temperatura externa, evita a condensação dentro das paredes e diminui os custos relativos aos sistemas de aquecimento e resfriamento, demonstrando a avançada tecnologia japonesa.

Foto: Hayato Kurobe.

“O objetivo é permitir que o público se familiarize com dimensões de alguns modelos de moradias contemporâneas do Japão, ao mesmo tempo em que pode refletir sobre como essas soluções podem ser adaptadas ao contexto brasileiro. Nossa proposta é fomentar o debate sobre novas formas de construir, incentivando parcerias entre Brasil e Japão para desenvolver modelos cada vez mais sustentáveis de habitação inteligente”, afirma a curadora Natasha.

Já no espaço externo da JHSP, o público é convidado a experimentar alguns elementos inspirados nas habitações tradicionais japonesas, como os cômodos com características flexíveis e personalizáveis, delimitados por portas de correr chamadas de “fusuma” e pisos cobertos por tatames. Crianças e adultos poderão brincar de reconfigurar os espaços com estruturas móveis como uma forma de aprender na prática sobre esses conceitos e vivenciar essa espacialidade. Ainda sobre a exposição, Natasha comenta: “Mais do que uma preocupação com recursos e design, nossa ideia é conectar os visitantes a esse senso de responsabilidade forte que os japoneses têm, de que são parte de um todo e que suas ações devem contribuir para uma melhor condição da sociedade. Esses modelos de habitação mostram a preocupação com o todo, com a comunidade e o meio em que vivem, indo muito além da estética e da mera empatia”. 

Detalhe de construção pré-fabricada japonesa. Foto: Hayato Kurobe.

Ao longo de todo o período expositivo, a JHSP ainda promoverá palestras, seminários e oficinas com temas diversos ligados à sustentabilidade, reuso de materiais e propostas alinhadas com a exposição Anatomia pré-fabricada: um morar no Japão. A mostra também integra o programa JHSP Acessível, oferecendo recursos táteis, audiodescrição e vídeo em libras para proporcionar acessibilidade a todos os visitantes.

Serviço:

Exposição Anatomia pré-fabricada: um morar no Japão

Período: 1º de julho a 12 de outubro de 2025

Local: Japan House São Paulo, térreo – Av. Paulista, 52 – São Paulo/SP

Horário de funcionamento: terça a sexta, das 10h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h

Entrada gratuita. Reservas online antecipadas (opcionais) no site.

Sobre a Japan House São Paulo (JHSP)

A Japan House é uma iniciativa internacional com a finalidade de ampliar o conhecimento sobre a cultura japonesa da atualidade e divulgar políticas governamentais. Inaugurada em 30 de abril de 2017, a Japan House São Paulo foi a primeira a abrir suas portas, seguida pelas unidades de Londres e Los Angeles. Estabelecida como um dos principais pontos de interesse da celebrada Avenida Paulista, a JHSP destaca em sua fachada proposta pelo arquiteto Kengo Kuma, a arte japonesa do encaixe usando a madeira Hinoki. Desde 2017, a instituição promoveu mais de 48 exposições e cerca de mil eventos em áreas como arquitetura, tecnologia, gastronomia, moda e arte, para os quais recebeu mais de 3,5 milhões de visitantes. A oferta digital da instituição foi impulsionada e diversificada durante a Pandemia de Covid-19, atingindo mais de sete milhões de pessoas em 2020. No mesmo ano, expandiu geograficamente suas atividades para outros estados brasileiros e países da América Latina. A JHSP é certificada pelo LEED na categoria Platinum, o mais alto nível de sustentabilidade de edificações.

Confira as mídias sociais da Japan House São Paulo:

Site: https://www.japanhousesp.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/japanhousesp

YouTube: https://www.youtube.com/japanhousesp

Facebook: https://www.facebook.com/japanhousesp

LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/japanhousesp.

(Com Bruna Janz/Suporte Comunicação)

Chef Marco Espinoza lança livro “Manual do ceviche: uma viagem ao Peru guiada por sua receita mais famosa”

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Capa do livro.

O chef peruano Marco Espinoza lança seu primeiro livro, “Manual do ceviche: uma viagem ao Peru guiada por sua receita mais famosa” pela Editora Senac Rio. A obra, que já pode ser encontrada nas livrarias, é um mergulho na cultura e na gastronomia peruana, tendo o ceviche — prato-símbolo do país — como fio condutor dessa jornada afetiva, sensorial e saborosa. A sessão de autógrafos será realizada no dia 1 de julho, a partir das 19h, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon.

Radicado no Brasil desde 2013, Espinoza construiu uma sólida carreira à frente de restaurantes no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Entre as casas que comandam sua trajetória gastronômica estão o premiado Lima Cocina Peruana, além das marcas Taypá Sabores del Perú, Chaco parrilla argentina, Kinjo Nikkei, Meu Galeto e Cantón.

Movido pelo desejo de retribuir tudo o que a gastronomia de seu país lhe proporcionou, o chef idealizou o livro como forma de homenagear suas raízes e compartilhar com o público a riqueza da culinária peruana. Para isso, convidou o jornalista e amigo Bruno Agostini a colaborar no projeto. “Bruno e eu fizemos três viagens ao Peru. Visitamos cevicherias típicas, conhecemos chefs fundamentais na representação do ceviche, fizemos pesquisas e colecionamos momentos que foram essenciais para a construção do livro”, conta Espinoza.

As imagens que ilustram a publicação são assinadas pelo fotógrafo Tomás Rangel, que também acompanhou o grupo em duas dessas viagens.

Dividido em três partes, o livro de 160 páginas começa com um resgate da origem do ceviche e de sua importância na cultura peruana, destacando os grandes nomes que ajudaram a difundir o prato pelo mundo. Em seguida, conduz o leitor por um roteiro pelas principais cevicherias de Lima — uma verdadeira viagem multissensorial pela capital peruana. O capítulo final apresenta mais de 30 receitas, desde as versões mais tradicionais do ceviche até releituras contemporâneas criadas por Espinoza em seus restaurantes. “A ideia é inspirar o leitor com a história, despertar o desejo de conhecer o Peru e, por fim, permitir que ele leve o sabor do ceviche para dentro de casa”, explica Bruno Agostini.

Além das receitas de ceviche, a obra traz molhos-base versáteis, drinques típicos como o Pisco Sour e releituras criativas de clássicos, como o ceviche tartare e até uma versão peruana da caipirinha. Há ainda sugestões veganas e sobremesas tradicionais como o suspiro limeña.

Manual do ceviche: uma viagem ao Peru guiada por sua receita mais famosa é mais do que um livro de receitas, é um convite à descoberta de sabores, histórias e tradições que fazem do Peru um dos grandes polos gastronômicos do mundo.

Sobre o autor

Nascido no Peru e apaixonado pela gastronomia de seu país, Marco Espinoza é um dos grandes nomes da culinária latino-americana em atividade no Brasil. À frente de empreendimentos reconhecidos por sua autenticidade e criatividade, o chef tem como missão difundir a culinária peruana com respeito às raízes e olhar contemporâneo.
Formado pelo Instituto Argentino de Gastronomia, em Buenos Aires, Marco Espinoza tornou-se conhecido por seu trabalho na Embaixada do Peru. Nessa mesma época, o chef peruano montou o próprio restaurante.

Em 2010, Espinoza foi convidado para um festival de comida peruana, em Brasília, e se apaixonou pelo Brasil. Decidido a fixar residência, trouxe o projeto do Taypá para a capital do país.

Desde 2013, o autor vive com a família no Rio de Janeiro, onde abriu restaurantes. São Paulo e Brasília também abrigam empreendimentos do chef que, além do Lima Cocina Peruana, detém as marcas Taypá Sabores del Perú, Chaco parrilla argentina, Kinjo Nikkei, Meu Galeto e Cantón.

Sobre a Editora Senac Rio

A Editora Senac Rio já recebeu diversas indicações e teve cinco publicações vencedoras do Prêmio Jabuti; entre essas, Ecochefs: parceiros do agricultor, do Instituto Maniva, e Receitas do Favela Orgânica: aproveitamento integral de alimentos, de Regina Tchelly. Recentemente, Culinária brasileira, muito prazer: tradições, ingredientes e 200 receitas de grandes profissionais do país, de Roberta Malta Saldanha, também foi eleito Livro do Ano de 2024 na premiação Melhores da Gastronomia Prazeres da Mesa.

Desde a sua fundação, em 2000, a Editora Senac Rio publica obras que contribuem para o desenvolvimento de competências no mundo do trabalho. Com base na identificação de desafios e necessidades do mercado, busca sempre a excelência em conteúdos que promovam o aperfeiçoamento de aptidões gerenciais e técnicas de pessoas físicas e jurídicas, a fim de torná-las mais competitivas.  

Ficha técnica:

Título: Manual do ceviche: uma viagem ao Peru guiada por sua receita mais famosa

Autor: Marco Espinoza

Editora: Editora Senac Rio

Páginas: 160

Preço: R$ 110

ISBN: 9788577565405

Serviço:

Lançamento com sessão de autógrafos

Livraria da Travessa do Shopping Leblon

Av. Afrânio de Melo Franco, 290 / Loja 205 A

Data: 1º de julho | 19h.

(Com Adriana Cardoso de Menezes/Senac RJ)

Ronald Barata lança livro sobre as estruturas do poder global

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Fac-simile da capa.

Com uma trajetória marcada pelo ativismo sindical e político, Ronald Barata, aos 85 anos, lança o livro “Os Meandros do Poder Mundial” (Ed. Aquarius Produções Culturais), fruto de uma inquietação acumulada ao longo de décadas de vivência política. “Falo de um grupo de cerca de 300 abastados, liderados por 13 dinastias, organizados num chamado comitê que controla quase todos os bancos centrais do mundo e determinam a política econômica em diversos países”, explica Ronald. O lançamento aconteceu na sexta-feira, 27 de junho, na Taberna da Glória, no Rio de Janeiro.

Barata começou sua militância aos 14 anos no movimento estudantil e fundou em 1960 a primeira Delegacia do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, em Madureira. Participou da criação do Comando Geral dos Trabalhadores (CGT) em 1962 e, mesmo perseguido e preso durante a ditadura militar, seguiu atuando e foi eleito presidente do Sindicato dos Bancários em 1985, já na redemocratização.

Foto: Divulgação.

Foi um dos nomes presentes na fundação da CUT em 1983, integrando sua primeira Direção Nacional e exercendo funções importantes como secretário-geral e vice-presidente da CUT-RJ. Também participou de iniciativas culturais e políticas como a Casa da América Latina, a Associação Cultural José Martí e o PDT, de Leonel Brizola, onde compôs a Direção Nacional, a Estadual e o Conselho Político.

A obra revela, com linguagem acessível e dados contundentes, a atuação desses grupos financeiros e corporações multinacionais que influenciam governos, bancos centrais e organismos internacionais, tendo os Estados Unidos como centro operacional. Com prefácio inspirado por conversas com o advogado e defensor de presos políticos Antônio Modesto da Silveira, o livro une experiência de vida, análise política e denúncia estruturada. R$ 60 | 389 páginas.

(Fabio Dobbs/Dobbs Scarpa)

Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba abre as comemorações do centenário de Marina Caram com mostra retrospectiva

Sorocaba, por Kleber Patricio

Marina Caram – Esquisse Mendigo – Paris, 1952. Guache sobre papel.

No último dia 28 de junho, o Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (MACS) inaugurou a exposição Centenário Marina Caram, com curadoria de Tereza Cristina Ferreira Batista. A mostra marca o início das comemorações oficiais pelos cem anos de nascimento da artista reunindo recortes fundamentais de sua trajetória para reposicionar seu legado no contexto da arte brasileira do século XX. Pintora, escultora, desenhista e gravadora, Marina Caram (1925–2008) foi um dos nomes do expressionismo no país, com passagem por instituições como o MASP e seis edições da Bienal de São Paulo.

A exposição percorre mais de cinco décadas de produção, apresentando fases e séries que revelam a amplitude formal e temática da artista: Fase Inicial (1940–1951), Paris (1952–1953), Os Humilhados (1954), Salvador (1955–1956), Bolívia (1957), Orixás (1959–1960), Desenhos Casa do Artista Plástico (1963), O Homem e as Profissões (1967), O Homem e a Máquina (1969), Barroco Brasileiro (década de 1970), Carnaval (1970–1980), O Circo (1983) e Pinturas Independentes (1990). O conjunto oferece ao público um mergulho na construção de uma artista que tensionou, ao longo da vida, o lugar da arte na experiência humana.

Nascida em Sorocaba, Marina iniciou ainda adolescente sua produção artística, pintando caixas de bombons e aventais. Aos 14 anos, mudou-se para São Paulo, onde consolidaria sua formação e trajetória. Em 1951, foi apresentada a Oswald de Andrade, que, impressionado com a força crítica de sua obra, a indicou a Pietro Maria Bardi. No mesmo ano, Caram realizou sua primeira exposição individual no MASP, que lhe rendeu uma bolsa de estudos do governo francês para a Escola Superior de Belas Artes de Paris.

Marina Caram, São Paulo, 1948 – Desenho a carvão.

Após dois anos na França, retornou ao Brasil e apresentou as obras produzidas durante o período em nova mostra no MASP. Sua atuação se estendeu por diversos países da América do Sul — como Argentina, Bolívia e Uruguai — e da Europa — incluindo Inglaterra, Suíça, Bélgica, Alemanha e Iugoslávia.

Seu trabalho articula crítica social, espiritualidade, memória e imaginação, em imagens marcadas por expressividade e intensidade. “Eu pinto a essência. Recrio a realidade da maneira como ela bate em mim”, declarou a artista em 2005. O reconhecimento institucional veio por meio de prêmios como o da APCA, em 1985, categoria de Retrospectiva: 40 Anos de Pintura (1945 a 1985), pela Associação Paulista de Críticos de Arte.

Ao trazer à luz sua obra neste momento, o MACS reafirma o compromisso de revisitar trajetórias de artistas mulheres fundamentais para a história da arte brasileira. Mais do que uma celebração, o centenário de Marina Caram representa uma reparação simbólica — uma oportunidade de inscrever sua produção no debate contemporâneo.

Serviço:

Exposições Centenário Marina Caram

Curadoria: Tereza Cristina Ferreira Batista

Abertura: 28 de junho de 2025, às 10h

Período expositivo: de 28 de junho a 18 de setembro

Local: Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba – Avenida Dr. Afonso Vergueiro, 280 – Centro (ao lado da antiga Estação Ferroviária)

Visitação: terça a sexta-feira das 10h às 17h | sábados, domingos e feriados das

10h às 15h

Acessibilidade | Gratuito

Contato: WhatsApp (15) 99157-4522 | www.macs.org.br | @macsmuseu.

(Fonte: Agência Catu)