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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Livro “Desmistificando o Autismo” de Letícia Sena propõe reflexão sobre inclusão e cuidado humanizado

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro. Fotos: Divulgação.

Chega em agosto às plataformas físicas e digitais o livro “Desmistificando o Autismo”, da editora Literatura Books International, com coordenação editorial da fonoaudióloga, analista do comportamento, pesquisadora e fundadora da Clínica Instituto Índigo Letícia Sena, reunindo informação técnica, relatos e um olhar humanizado sobre o espectro autista. Com lançamento marcado para o dia 25 de agosto, às 19h, na Livraria da Travessa do Shopping Iguatemi São Paulo, a obra se baseia em evidências científicas e em vivências práticas, além de propor uma reflexão sobre temas que impactam o dia a dia de pessoas autistas, suas famílias e profissionais da saúde e da educação.

“O objetivo é promover a conscientização ampla, e construção de ambientes verdadeiramente inclusivos e respeitosos. Entre os temas discutidos, estão os desafios da inclusão escolar, o suporte às famílias e a importância de um olhar ético e humanizado nas terapias, no dia a dia das pessoas autistas”, comenta Letícia, destacando que o livro conta, ainda, com contribuições de terapeutas, médicos, advogados e familiares, com o intuito de romper mitos e preconceitos ainda presentes na sociedade.

A capa traz uma homenagem especial, uma composição feita pela artista Juna a partir de desenhos feitos por crianças autistas com diferentes níveis de suporte, que expressam, desde o primeiro olhar, a diversidade que o livro se propõe a representar.

A publicação também dá espaço a depoimentos reais, como o de Priscila, mãe de Gabriel, uma criança com nível 3 de suporte. Ela compartilha sua trajetória de descobertas, superação desde o diagnóstico do filho até o impacto transformador da comunicação aumentativa e alternativa e do atendimento especializado. Outro relato é de Mariana, mãe de Violeta, autista com nível 1 de suporte, que reflete sobre os desafios invisíveis da maternidade atípica e a importância de acolhimento adequado.

Para Letícia, escrever sobre o autismo é, antes de tudo, enfrentar realidades pouco discutidas. “Falar sobre o autismo é sempre um desafio, pois envolve dar visibilidade às lutas por direitos básicos, acesso a tratamentos e reconhecimento. Este livro nasceu do desejo de desmistificar ideias equivocadas e oferecer um olhar mais humano, sensível e fundamentado”, conclui.

Serviço:

Lançamento do livro “Desmistificando o Autismo”

Data: 25 de agosto, segunda-feira

Horário: 19h

Local: Livraria da Travessa – Shopping Iguatemi São Paulo (Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232, piso superior, Jardim Paulistano).

Sobre Letícia Sena

Fonoaudióloga e doutoranda pela Universidade Federal de São Paulo, Letícia é analista do Comportamento Aplicada ao Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) e desenvolvimento atípico, com formação pelo Instituto Par – Centro de Ciências e Tecnologia do Comportamento, é especialista em Comunicação Aumentativa e Alternativa e especialista em Terapia da Aceitação e do Compromisso pelo Centro Brasileiro de Ciência Comportamental e Contextual. Letícia, é certificada nos métodos Prompt, PECS, PODD, CoreWords e contribui com publicações, inclusive internacionais, sobre autismo e empreendedorismo feminino.

Letícia é fundadora da Clínica Instituto Índigo e realiza a gestão, supervisões e orientações parentais, incluindo o acompanhamento de casos e clínicas em diferentes estados do Brasil e fora do Brasil.

Instagram: @fga_leticiasena

Facebook: Fonoaudióloga Letícia Sena

LinkedIn: Letícia Sena

Sobre o Instituto Índigo

Clínica multidisciplinar referência no atendimento a crianças e adolescentes autistas, síndromes genéticas raras, transtornos de aprendizagem, da fala, alimentação e atrasos no desenvolvimento. Atua com fonoaudiologia, psicologia, terapia ABA, terapia ocupacional, fisioterapia, psicomotricidade, psicopedagogia, neuropsicologia e educação física. Os tratamentos são personalizados, com supervisão estruturada, registros diários, orientação parental e treinamento escolar, com atendimento presencial em consultório, em domicílio e consultorias a distância. Conta com a UniÍndigo, universidade voltada à formação de terapeutas na área e professores da rede regular de ensino e investe em inovação, como o desenvolvimento de um agente de inteligência artificial próprio.

(Com Bartira Betini/Betini Comunicação)

Cia. de Ballet Dalal Achcar apresenta espetáculos “Tal Vez” e “Triple Bill” em curta temporada no Teatro Sérgio Cardoso

São Paulo, por Kleber Patricio

Triple Bill. Fotos: Marcia Ribeiro.

Uma das principais companhias de dança do país, a Cia de Ballet Dalal Achcar retorna a São Paulo, no Teatro Sérgio Cardoso, para apresentar dois espetáculos: Tal Vez e Triple Bill, em curta temporada entre os dias 17 e 21 de julho. As apresentações contam com patrocínio master do Instituto Cultural Vale e produção da Aventura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).

Espetáculo Tal Vez

Depois de uma temporada de sucesso em 2022, Tal Vez reestreia na capital paulista, em três únicas apresentações – dias 17, 19 e 20 de julho. A montagem, com direção artística da renomada Dalal Achcar e coreografia de Alex Neoral, reúne 20 bailarinos no palco e apresenta a técnica clássica do ballet com movimentos mais aéreos e verticais, com a linguagem contemporânea, com coreografias no chão, mais fluidez e liberdade. Os figurinos são de João Pimenta (Romeu & Julieta ao som de Marisa Monte), o visagismo de Fernando Torquatto, o cenário de Natalia Lana (A Cor Púrpura) e a iluminação de Paulo Cesar Medeiros. A trilha sonora foi escolhida especialmente por Alex Neoral. As canções são inspiradas em trilhas de filmes de cineastas como o espanhol Pedro Almodóvar, o italiano Ettore Scola e o americano Woody Allen, que vão fazer a plateia viajar no enredo de “Tal Vez”.

Tal Vez.

“Tal Vez”, jogo de palavras que brinca com ‘talvez’ e ‘aquela vez’, dá nome à produção com coreografias baseadas em encontros marcados que geram desencontros e mostram como esses momentos da vida podem resultar em novas experiências. Além do conceito, as cenas serão compostas também pelo movimento de desconstrução dos figurinos em camadas ao longo do espetáculo.

Espetáculo Triple Bill

O espetáculo “Triple Bill” será encenado pela primeira vez em São Paulo, com apresentações nos dias 18, 19 e 21 de julho. Composto por três coreografias — Cardinal, Paradise Garden e FugA Technic@— o espetáculo promete encantar o público com uma apresentação cheia de emoção. A proposta de “Triple Bill” é oferecer uma experiência envolvente, reunindo diferentes estilos de dança e música em uma única noite.

Sob a direção da renomada Dalal Achcar, o espetáculo traz a assinatura de três grandes nomes da dança: a própria Dalal, Vassili Sulich e Eric Frederic. Cada coreografia revela uma identidade própria, explorando desde a tradição até a inovação, num diálogo harmonioso entre o clássico e o contemporâneo.

No palco, 20 bailarinos dão vida às obras, desafiando seus limites técnicos e emocionais, e entregando ao público interpretações que transbordam paixão, precisão e beleza. Para os artistas, é uma oportunidade de mergulhar em diferentes linguagens coreográficas, para o público, um convite para se emocionar e se surpreender com a versatilidade da dança.

Sobre a Cia de Ballet Dalal Achcar

Patrocinada pelo Instituto Cultural Vale, via lei federal de incentivo à cultura, a Cia de Ballet Dalal Achcar baseia sua trajetória em mais de 50 anos de história ligada à dança de sua fundadora a diretora e coreografa Dalal Achcar e a Associação de Ballet do Rio de Janeiro. No trabalho de sua companhia, pináculo do projeto “A Dança Como Poder de Transformação”, Dalal une a técnica e arte com personalidade, emoção e identidade, acreditando que todo processo na humanidade passa pelo afeto. Afeto em sua forma ampla infiltrando, despertando e levando as pessoas a aventurar-se nessa grande viagem que é a fruição.

A Cia é formada por 20 bailarinos profissionais das mais variadas origens que trazem em sua bagagem amor pela dança e muitas histórias para compartilhar e dançar. O repertorio é trabalhado de forma universal com clássicos e contemporâneos, criados por renomados coreógrafos nacionais e internacionais, sem esquecer do trabalho experimental que traz o futuro, o novo.

Bailarinos

Beatriz Loureiro, Camila Lino, Debora Gomes, Gabriela Sisto, Lais Lourenço, Lívia de Castro, Luana Gali, Mariana Rodrigues, Thais Cabral, Julia Pera e Sophia Temis, Fernando Mendonça, Gustavo Ventali, Jean Pires, João Luis da Matta, Matheus Benevides, Matheus Brito, Mirosmar Ribeiro, Luiz Machado e Vinícios Olivieira.

Ficha Técnica – Tal Vez

Coreografia e trilha sonora: Alex Neoral

Figurinos: João Pimenta

Cenografia: Natalia Lana

Iluminação: Paulo César Medeiros

Visagismo: Fernando Torquatto

Ficha Técnica – Cia de Ballet Dalal Achcar

Diretora Artística: Dalal Achcar

Diretora Técnica: Mariza Estrella

Maitre de Ballet: Éric Frédéric

Ensaiadora, remontadora e Professora: Cristiane Quintan

Coordenadora de Produção: Sonja Figueiredo

Professoras Cia – Convidadas: Cristina Martinelli, Marcia Jaqueline, Nora Esteves e Norma Pinna.

Pianista: Eduardo Neves

Coordenadora Técnica: Gláucia Avanzini

Assistente de Produção: Luana Vieira

Camareiras: Graziele de Freitas e Rosimary Ferreira

Instituto Cultural Vale

O Instituto Cultural Vale acredita que a cultura transforma vidas. Por isso, patrocina e fomenta projetos em parcerias que promovem conexões entre pessoas, iniciativas e territórios. Seu compromisso é contribuir com uma cultura cada vez mais acessível e plural, ao mesmo tempo em que atua para o fortalecimento da economia criativa.

Desde a sua criação, em 2020, o Instituto Cultural Vale já esteve ao lado de mais de 1.000 projetos em 24 estados e no Distrito Federal, contemplando as cinco regiões do país. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, patrocinados via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Onde tem Cultura, a Vale está. Visite o site do Instituto Cultural Vale: institutoculturalvale org. 

Aventura

Fundada em 2008, e liderada por Aniela Jordan, diretora artística e produção e geral, e por Luiz Calainho, diretor de marketing e negócios, a Aventura é referência na produção de espetáculos de altíssima qualidade, que tornou o mercado de teatro musical um dos principais segmentos da economia criativa no Brasil. A empresa se estabeleceu como uma grande aliada da multiplicidade artística, fundamental para o desenvolvimento social, econômico e cultural. A sua missão é transformar grandes ideias em realidade, criando fortes conexões entre marcas e projetos. São mais de 40 produções, de espetáculos inéditos e de versões da Broadway, como “Elis, a musical”, “A Noviça Rebelde”, “Sete”, “O Mágico de Oz”, “SamBRA”, “Chacrinha, o musical”, “Romeu & Julieta, ao som de Marisa Monte”, “Merlin e Arthur, um sonho de liberdade” e o infantil “Zaquim”.

Em 2022, a produtora inovou com o primeiro musical em formato de série do país, o “Vozes Negras – A Força do Canto Feminino”, e com o musical “Seu Neyla”, apresentado em dois palcos com o uso da internet para criar uma experiência diferenciada no espectador, além de estrear uma parceria com a Disney – Pixar com o espetáculo “Pixar in Concert”. Com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, criou a Cia Stone de Teatro, projeto de teatro itinerante no interior do Brasil e é a responsável pela produção da Cia de Ballet Dalal Achcar. Ao todo, foram mais de 3,8 mil apresentações e cerca de 4,5 milhões de espectadores, números que não param de crescer.
Serviço:

Cia de Ballet Dalal Achcar – “Tal Vez” e “Triple Bill”

Local: Teatro Sergio Cardoso – Sala Nydia Lícia

Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista – São Paulo, SP

Tels: 11 – 3882-8080

Dias: 17, 18, 19, 20 e 21 de julho de 2025

Horários:

Dia 17/7, quinta-feira, às 20h: Tal Vez

Dia 18/7, sexta-feira, às 20h: Triple Bill

Dia 19/7, sábado: Sessão às 16h: Triple Bill | Sessão às 20h: Tal Vez

Dia 20/7, domingo, às 16h: Tal Vez

Dia 21/7, segunda-feira, às 20h: Triple Bill

Classificação: Livre

Duração: Tal Vez – 70 minutos (sem intervalo) | Triple Bill – 60 minutos

Ingressos: Sympla.

(Com Carolina Feital/MNiemeyer Assessoria de Comunicação)

“Entre gigantes: uma experiência no Museu Nacional” celebra os 207 anos da instituição

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Felipe Cohen.

O Museu Nacional/UFRJ e os parceiros do Projeto Museu Nacional Vive (cooperação técnica entre a UFRJ, a Unesco e o Instituto Cultural Vale) apresentam a programação especial “Entre Gigantes: uma experiência no Museu Nacional”.

A iniciativa convida o público a acessar temporariamente – pela primeira vez após o incêndio de 2018 – três ambientes internos da sede do Museu, o Paço de São Cristóvão, que está em obras. De 2 de julho a 31 de agosto, os visitantes vão apreciar os avanços no restauro do palácio; reencontrar um acervo icônico, o meteorito Bendegó; e conhecer uma conquista recente da instituição: o esqueleto de um cachalote, com 15,7 metros de comprimento, afixada na nova claraboia do edifício.

Foto: Diogo Vasconcellos.

“Esta é uma programação que evidencia a resiliência dos trabalhadores do Museu, a excelência das ações de restauro que estão em andamento e, claro, a relevância científica dos nossos acervos para ampliação do acesso ao conhecimento. É um momento histórico: poder, mesmo que por pouco tempo, abrir uma pequena parte do palácio para visitação. Toda a sociedade está convidada a participar dessa nova fase do Museu”, afirma Alexander Kellner, diretor do Museu Nacional/UFRJ.

Para Lucia Basto, gerente executiva do Projeto Museu Nacional Vive, “é ainda uma oportunidade para dialogar sobre as conquistas e os desafios desta reconstrução. Além da claraboia sobre a escadaria monumental, será possível apreciar também alguns elementos artísticos restaurados na sala do Bendegó que, mesmo antes do incêndio, estavam encobertos por camadas de tinta”, adianta.

A experiência sugere uma trilha que articula natureza, patrimônio e arte. O Bendegó – um gigante com mais de cinco toneladas – e outros exemplares da coleção de meteorítica são o ponto de partida. Neste primeiro momento, o visitante encontrará ainda obras de Gustavo Caboco, artista visual wapichana, que ressignificou o meteorito para produzir uma série de trabalhos artísticos em conjunto com sua família.

Foto: Felipe Cohen.

Já no pátio da escadaria monumental, a observação do cachalote é resultado de um trabalho especializado de restauro e preparação do material biológico que durou cerca de dois meses, e envolveu procedimentos como consolidação óssea, pintura e até reposição de algumas estruturas esqueléticas do cetáceo. Além do içamento e da afixação de peças, que somam cerca de três toneladas. O Museu está lançando uma campanha para que a população dê um nome ao cachalote, o maior da América do Sul a ser exibido.

A terceira e última sala é dedicada à história do Museu e à reconstrução do palácio, destacando aspectos arquitetônicos e de restauro, expondo acervos originais como duas esculturas de mármore de Carrara; originais e réplicas de ornamentos artísticos; e uma série de imagens sobre o cotidiano do trabalho na obra.

Foto: Felipe Cohen.

As visitas ao Museu acontecerão de terça a domingo, de 2 de julho a 31 de agosto, de forma gratuita, por meio de agendamento e retirada de ingressos na plataforma Sympla através deste link. 

Parceiros institucionais reafirmam a importância da programação

O Reitor da UFRJ, Roberto Medronho, destaca que “o Museu Nacional é uma instituição que orgulha o Brasil e que nem o incêndio de 2018 foi capaz de impedir a pesquisa, a produção e a divulgação de conhecimentos científicos, como demonstra esta experiência que lançamos agora”.

Para Mariângela Menezes, presidente da Associação Amigos do Museu Nacional (SAMN), “o diálogo com as diversas expressões da nossa cultura e o desenvolvimento de ações educativas como esta reafirmam a missão do Museu Nacional, que tem se fortalecido neste processo de reconstrução, marcado pela interação entre parceiros do poder público e da iniciativa privada”.

Foto: Felipe Cohen.

De acordo com a diretora e representante da Unesco no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto, a programação “reafirma o papel dos museus como um espaço de educação e diálogo. Além disso, alia a preservação do patrimônio a soluções arquitetônicas inovadoras, proporcionando ao público uma experiência ímpar, que valoriza o conhecimento científico e a riqueza cultural”.  

Já o diretor do Instituto Cultural Vale, Hugo Barreto, afirma que “a reconstrução do Museu é um dos maiores projetos culturais em atividade no país e que ações temporárias como esta, mesmo com o prédio ainda em obras, é sinal do compromisso de todos os envolvidos em manter viva a relação do nosso Museu mais emblemático com o seu público, e de devolver plenamente a instituição para a sociedade o quanto antes”.

Status da reconstrução do Museu Nacional/UFRJ

Concluídos:

Fachadas e coberturas dos blocos 1, 2 e 3 restauradas

80% dos telhados do Paço estão refeitos

75% das fachadas de todo o palácio restauradas

Claraboia sobre a escadaria monumental de mármore instalada

Esculturas centenárias de mármore de Carrara restauradas. Réplicas já instaladas no coroamento do palácio.

Centenas de réplicas de ornamentos artísticos e históricos produzidas

Projetos técnicos de arquitetura e complementares concluídos. Entre eles: Arquitetura e Restauro do palácio e seu prédio anexo; e recuperação dos jardins históricos. Estão em desenvolvimento os projetos de Museografia, Comunicação Visual e Acessibilidade Universal.

Em andamento:

Reforma e ampliação do prédio Alípio de Miranda Ribeiro (anexo ao palácio)

Reforço estrutural de vãos e consolidação de alvenarias nos blocos 2 e 3

Execução de lajes nos blocos 2 e 3

Instalação de sistemas de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) e captação de águas pluviais.

Orçamento:

O orçamento do Projeto Museu Nacional Vive é de 516,8 milhões de reais (sem considerar recomposição do acervo). Deste total, foram captados R$ 347,2 milhões (67% da meta). Resta captar: R$ 169,6 milhões (33% da meta).

Sobre o projeto Museu Nacional Vive

Foto: Felipe Cohen.

O Projeto Museu Nacional Vive é resultado de uma cooperação técnica entre a UFRJ, a Unesco e o Instituto Cultural Vale. Conta com apoio financeiro do BNDES, patrocínio platina do Bradesco e da Vale; patrocínio prata do Itaú; patrocínio bronze da Eletrobras e da Cosan; apoio da Rede Itaú, do Ministério da Educação (MEC), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Congresso Nacional e Governo Federal, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Saiba mais no site do Projeto.

(Com Ana Luisa da Rocha Lima/Trevo Comunicação)

Rua da Música: Pedreira Paulo Leminsky vai ganhar ampliação

Curitiba, por Kleber Patricio

Projeto Rua da Música. Imagens: Divulgação.

Considerada o maior espaço para shows ao ar livre da América Latina, a Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba (PR), se prepara para ampliar suas atividades neste mês de julho. O complexo vai inaugurar a Rua da Música, uma iniciativa da DC Set Group que vai integrar programação artística contínua, mirante, estúdio de gravação, área infantil, centros expositivos, ambientes de convivência e, claro, operações gastronômicas.

“O nascimento da Rua da Música e todas as novas atrações que traz consigo neste novo momento do Parque Jaime Lerner representam um marco histórico no coração da Pedreira Paulo Leminski e da Ópera de Arame. Curitiba acolhe, se reinventa e se projeta como referência no cenário cultural, do turismo e do entretenimento”, afirma Helinho Pimentel, CEO e sócio da DC Set no Parque.

Ernesto Music Hall.

Para oferecer uma opção de lazer e gastronomia única aos curitibanos e turistas, os restaurantes da Rua da Música, que terão capacidade para comportar, em média, 70 pessoas sentadas em cada, foram pensados para unir ritmos, sabores e design, potencializando a experiência no espaço que abrirá as portas no dia 18 de julho.

A ambientação de cinco das seis casas conta com assinatura do arquiteto André Henning, considerado uma das principais referências do Brasil na “arquitetura de negócios” e conhecido por projetos que unem arquitetura, cenografia, funcionalidade e narrativa. “Convidei o André depois de uma conversa em que ele apresentou o conceito e os 3Ds. Eu já havia gostado dos projetos, mas o resultado superou o que vimos na tela: uma entrega real, encantadora e acima das expectativas. Espero que essa parceria siga por muito tempo”, diz Helinho Pimentel.

Mustang Sally.

Nos restaurantes, o profissional propõe uma abordagem singular para o conjunto: cada restaurante foi pensado como uma extensão sensorial de um ritmo musical, materializando sons em formas, cores, texturas e experiências. “Cada casa tem uma personalidade e uma trilha sonora”, explica André Henning, que ficou também responsável pela ambientação externa da Rua da Música, desde o projeto de iluminação até o mobiliário do espaço.

Conheça os projetos

Começando nos embalos do jazz e R&B, a ambientação do Ernesto Music Hall, novo conceito de uma das mais relevantes marcas da gastronomia italiana curitibana, conta com atmosfera clássica, paredes revestidas com painéis monumentais, cortinas vermelhas, madeira envernizada e um piano ambientado no espaço. Já o Mustang Sally aposta no universo tex-mex, que domina seu cardápio, e do rock’n’roll, com uso de cores fortes, elementos metálicos, muitas curvas e referências ao emblemático diner norte-americano. Na sequência, o samba e o pagode ganham destaque no Bar CanaBenta, clássico da boemia curitibana, com luminárias instaladas em pandeiros, que foram desenhados especialmente para o espaço. O piso é de ladrilho hidráulico; os cobogós amarelos remetem à década de 1970; e as grades de ferro completam a estética de uma casa brasileira típica. “É um projeto que fala de memória afetiva e que celebra o nosso cotidiano com humor e identidade”, destaca o arquiteto.

CanaBenta.

Já o Olaria, que chega à Pedreira após muito sucesso no Parque Barigui, assume um tom mais suave: arquitetura leve, paleta terrosa e clima de final de tarde ao som de MPB. Por fim, o Rosso, bar inédito em Curitiba, surge como o grande representante do espírito de festival. Estrutura metálica aparente, tecidos esvoaçantes e um palco integrado compõem o ambiente pensado para receber apresentações musicais de diferentes estilos.

“Posso afirmar, sem medo de errar, que as operações da Rua da Música levam os projetos mais prazerosos da minha carreira. Foi muito satisfatório e gratificante trabalhar em algo tão grandioso, que em breve fará parte da história da cidade de Curitiba. Um espaço tão especial que une nomes como Paulo Leminski e Jaime Lerner, dois ícones brasileiros”, celebra André Henning.

Exposição Geração Pedreira

Rosso.

Além da Rua da Música, André Henning é responsável pela assinatura da arquitetura e ambientação da exposição permanente “Geração Pedreira”, que contará a história da Pedreira Paulo Leminski, passando pela inauguração, desativação e renascimento como um dos principais símbolos culturais da cidade. O museu terá fotos históricas, objetos de artistas e depoimentos de quem já passou pelo palco mais famoso da capital paranaense.

“O que mais me atrai nesse projeto é a possibilidade de construir uma memória viva. Mais um ‘pedacinho’ do Parque Jaime Lerner que eu terei a honra de contribuir diretamente. Não vejo a hora de ver o público usufruindo de toda essa estrutura que foi planejada nos mínimos detalhes”, completa o arquiteto.

(Com Fernanda Glinka/P+G Comunicação)

Theatro Municipal inaugura exposição em parceria com o Consulado do Uruguai

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Mercedes Davison – Entre el verde y el rosa – Óleo sobre tela – 60 x 80 cm.

No dia 1º de julho, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro inaugurou a exposição “Entre o Rio dos Pássaros Pintados e o Rio de Janeiro: Diálogos artísticos uruguaios e fluminenses no Theatro Municipal”, uma parceria com o Consulado do Uruguai no Rio de Janeiro.

A exposição ocupa os espaços do Foyer, Balcão Superior e Galeria, integrando o projeto Más que Arte, uma iniciativa sem fins lucrativos que promove o intercâmbio artístico e cultural entre Brasil e Uruguai. A mostra propõe um diálogo poético e visual entre os países, conectando paisagens, memórias e expressões artísticas.

Carlos Barrera – En El Parao – Acrílico sobre tela – 60 x 80 cm .

Quem quiser prestigiar a exposição, precisa assistir aos espetáculos no Theatro ou participar da visita guiada. O público terá acesso a partir do dia 2 de julho e poderá conferir até o dia 24 de agosto.

(Com Cláudia Tisato/Assessoria de imprensa TMRJ)