Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

São Paulo Escola de Dança oferece R$11 mil para Residência Artística

São Paulo, por Kleber Patricio

Atividades da Residência Artística ocorrem em agosto. Foto: Welington Severiano/Acervo SPED.

A São Paulo Escola de Dança abre processo seletivo para selecionar um grupo ou companhia de dança para uma Residência Artística de três semanas na SPED. O selecionado deverá compartilhar seu método de criação com os estudantes dos Cursos Regulares e receberá uma bolsa-artística de R$11 mil. As inscrições são direcionadas apenas para artistas ou companhias com Pessoa Jurídica e são feitas pelo site da instituição até 31 de julho.

Com atividades de 11 a 29 de agosto, essa será a 3ª Residência Artística de 2025 na São Paulo Escola de Dança. O último dia da Residência, 29 de agosto, será reservado para duas apresentações abertas ao público. O projeto visa mostrar aos estudantes em processo de profissionalização novas perspectivas do fazer dança. Ao mesmo tempo, a escola também dá a oportunidade da companhia ou artista se aprofundarem em sua pesquisa em um local equipado e preparado para recebê-lo.

A seleção é realizada por avaliação da proposta, do histórico do proponente e da viabilidade do plano. “Esta é uma maneira de fomentar trabalhos que dialogam com o presente, mostrando a potência da arte para refletir nosso mundo. Não só queremos aproximar os estudantes dessas criações, como também incentivar artistas e mostrar nossa escola como espaço de compartilhamento de saberes”, ressalta Inês Bogéa, diretora artística e educacional da São Paulo Escola de Dança.

Serviço:

3ª Residência Artística 2025

Inscrições: até 31 de julho, pelo site da SPED

Período: 11 a 29 de agosto, duas apresentações abertas ao público no último dia.

SÃO PAULO ESCOLA DE DANÇA

Criada por meio do Decreto Estadual nº 66.412/2021, a São Paulo Escola de Dança é uma instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, gerida pela Associação Pró-Dança e dirigida por Inês Bogéa, doutora em artes, bailarina, documentarista, escritora e professora. A SPED é uma instituição comprometida em dar voz e espaço consistente para a reflexão, o aprendizado e a troca de saberes a partir da especificidade da dança interligada com todas as linguagens artísticas com foco na valorização da pluralidade. Seu objetivo é o de proporcionar a construção do conhecimento no campo da dança, entendendo a diversidade de corpos e estéticas como premissas da formação e profissionalização dos estudantes a fim de ampliar a possibilidade de sua inserção no mercado de trabalho. A estrutura pedagógica tem 4 eixos de atuação: Cursos Regulares, que têm como objetivo oferecer formação em caráter técnico; Cursos Livres, que promovem o acesso à linguagem da dança para a população em geral; Cursos de Extensão Cultural, que contribuem para a criação, produção e discussão da dança; Oportunidades e Projetos Especiais, que possibilitam ações afirmativas e de permanência a estudantes de baixa renda e/ou em vulnerabilidade social.

(Com Brenda Anjos/Associação Pró-Dança)

Museu Forte Defensor Perpétuo recebe exposição “Território do zumbido”, de João Machado

Paraty, por Kleber Patricio

Na mostra, arte e ciência se entrelaçam para apresentar a riqueza sonora das abelhas nativas do Brasil. Foto: João Machado.

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) inaugura, a partir de 26/7, durante a FLIP 2025, a mostra “Territórios do Zumbido”, sobre a bioacústica das abelhas nativas, do artista e meliponicultor João Machado, em que arte e ciência se entrelaçam para apresentar a riqueza sonora das abelhas nativas do Brasil. A mostra apresenta a pesquisa do artista, com curadoria de Arasy Benítez, e ocupa o interior do museu com obras sonoras e audiovisuais centradas na biofonia das abelhas sem ferrão — um patrimônio natural que compõe a paisagem sonora dos ecossistemas brasileiros. No jardim, duas obras ampliam a experiência de arte e ecologia: entre elas, a escultura viva “Arquitetura para Abelha Jataí III” que abriga uma colmeia de abelha jataí e que será incorporada ao acervo permanente do museu.

A abertura da exposição, no dia 26 de julho de 2025 (sábado), a partir das 11h, contará com a apresentação da performance sonora “Zumbido”, idealizada por João Machado em colaboração com os músicos Daniel Magnani e Rodrigo Netto. A obra transforma os sons dos enxames em música experimental ao vivo, por meio de improvisações com mesa de mixagem e manipulação eletrônica. Em seguida, acontece uma roda de conversa entre público, artistas e a curadora.

Foto: João Machado.

Como parte da programação pública, o artista também conduz as “Derivas de mapeamento de abelhas nativas” nos arredores do museu — caminhadas coletivas voltadas à localização, identificação e observação sensível dessas espécies no espaço urbano. Já no dia 01 de agosto de 2025 (sexta-feira), a partir das 10h, será realizada uma intervenção de arte e meliponicultura, com a transferência de um enxame de abelha jataí de uma caixa racional para uma escultura cerâmica — gesto que reafirma o vínculo entre prática artística e cuidado com a biodiversidade, afinal, cuidar de abelhas nativas representa o cuidado coletivo do meio ambiente.

Sobre o artista

João Machado é artista visual, cineasta e meliponicultor, nascido no Rio de Janeiro em 1977. Formado em Belas Artes em Cinema pela Art Center College of Design (EUA), vive desde 2013 em Bocaina de Minas, onde iniciou uma intensa pesquisa com abelhas nativas sem ferrão. Seu projeto Geoprópolis reúne instalações, vídeos, oficinas e ações educativas que conectam arte, ciência e ecologia. Suas obras já foram apresentadas em espaços como o Complexo Cultural Funarte (SP), Casa de Cultura do Parque, Instituto Plantarum e Sesc Bom Retiro. É cofundador do espaço cultural Mandaçaia Projetos, onde desenvolve atividades gratuitas voltadas para arte, meio ambiente e formação de público em âmbito rural.

Sua prática rejeita a dicotomia entre natureza e cultura, propondo vínculos sensíveis entre humanos e não humanos. https://www.joaomachado.art

Serviço:

Exposição Territórios do Zumbido

Artista: João Machado

Curadoria: Arasy Benítez

Local: Museu Forte Defensor Perpétuo de Paraty – Paraty, RJ. Endereço:

Av. Orlando Carpinelli, 440 – Pontal, Paraty – RJ, 23970-000

Telefone: (24) 98142-0081

Site: https://www.gov.br/museus/pt-br/museus-ibram/museu-forte-defensor-perpetuo

Período de visitação: 26 de julho a 8 de dezembro de 2025

Visitação: Quarta a sexta, das 10h às 17h; sábado e domingo, das 10h às 14h

Entrada gratuita – Classificação Livre

Programação:

Performance sonora Zumbido – Abertura

26/7 (sábado), de 11h às 11h30

Abertura da exposição com apresentação da performance Zumbido, idealizada por João Machado em colaboração com os músicos Daniel Magnani e Rodrigo Netto. A obra transforma os sons captados de colmeias de abelhas nativas em música experimental ao vivo, por meio de improvisações com mesa de mixagem.

Roda de conversa com os artistas e a curadora

26/7 (sábado), de 11h30 às 13h

Após a performance, o público é convidado a participar de uma conversa com o artista João Machado, os músicos envolvidos na criação de Zumbido e a curadora Arasy Benítez. Um momento de troca sobre arte, natureza e escuta como prática estética e política.

Derivas de mapeamento de abelhas nativas

27/7 (domingo), de 10h às 11h30 | 30/7 (quarta-feira), de 10h às 11h30

31/7 (quinta-feira), de 10h às 11h30 | 2/8 (sábado), de 10h às 11h30 Caminhadas coletivas conduzidas por João Machado nos arredores do Museu do Forte. A atividade propõe a localização e identificação das abelhas nativas urbanas, estimulando a observação atenta, o reconhecimento das espécies e o cuidado com a biodiversidade.

Intervenção arte e meliponicultura – Transferência do enxame de abelhas à escultura

1/8 (sexta-feira), de 10h às 11h30

Ação pública em que o artista transfere um enxame de abelha jataí, desde uma caixa racional até uma escultura cerâmica no jardim do museu. Um gesto simbólico e ecológico que une prática artística e cuidado interespécies, transformando a escultura em morada viva.

Redes sociais

João Machado @joaomachadoarte

Arasy Benítez @_arasybenitez

Daniel Magnani @daniel.audio

Rodrigo Netto @r.netto_

Museu Forte Defensor Perpétuo de Paraty @fortedefensorperpetuo.

(Com Erico Marmiroli/Marmiroli Comunicação)

Baleia-jubarte é resgatada pela segunda vez em Ubatuba após novo enredamento em rede de pesca

Ubatuba, por Kleber Patricio

Baleia salta após se desvencilhar de rede. Fotos: Instituto Argonauta. Fotos: Instituto Argonauta.

Uma baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae) foi resgatada na manhã de quarta-feira (17), após ficar presa em uma rede de pesca nas proximidades da Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP).

A equipe de desemalhe do Instituto Argonauta recebeu o alerta por volta das 9h40 e logo em seguida já estava no local iniciando os procedimentos de abordagem. Ao chegar ao local, a equipe – composta pelos biólogos Beto Chagas, Danilo Camba, Carlos Vinicius Sarde e Felipe Domingos – percebeu que se tratava do mesmo indivíduo que já havia sido libertado em uma operação anterior, realizada em 30 de junho.

A bordo do bote de ataque, fizeram as imagens necessárias para avaliar o grau de enredamento. A rede, ancorada por poitas, envolvia a cabeça da baleia, com extremidades estendidas para ambos os lados. Apesar de conseguir mergulhar e retornar à superfície para respirar, o animal permanecia preso na mesma área.

Com a boa visibilidade da água, foi possível localizar a rede a cerca de 7 metros de profundidade. Com os procedimentos precisos conseguiram efetuar os cortes que permitiram que a baleia se movimentasse e se desvencilhasse da rede, encerrando mais uma operação de resgate bem-sucedida. “Essa ação não é apenas sobre salvar um indivíduo, mas também sobre alertar para que tenhamos uma convivência mais saudável com o oceano. Que este resgate inspire mais pessoas a cuidar de nossos mares e da vida marinha”, ressalta Danilo Camba, da equipe do Instituto Argonauta.

A ação seguiu protocolos internacionais de segurança e desenredamento, desenvolvidos pelo Center for Coastal Studies (EUA) e adaptados ao contexto brasileiro por meio de treinamentos promovidos pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Marinha do Sudeste e Sul (CMA/ICMBio) e pelo Ibama.

Baleia-jubarte é resgatada pela segunda vez em Ubatuba após novo enredamento em rede de pesca.

A equipe do Instituto Argonauta é composta por profissionais capacitados de acordo com a Portaria Conjunta MMA/Ibama/ICMBio nº 3, de 8 de janeiro de 2024, que regulamenta oficialmente as ações de desenredamento de grandes cetáceos no Brasil. As operações são realizadas por duplas operacionais, com apoio logístico em terra e em embarcações de suporte. O Instituto Argonauta, responsável por essas ações de resgate e conservação marinha, é uma organização fundada pelo Aquário de Ubatuba, referência em educação ambiental e preservação da vida marinha no litoral norte paulista, e desenvolvem em parceria, entre outras ações, o Projeto de Avistagem e Monitoramento de Mamíferos Marinhos Argonauta.

Importante: em casos de baleias enredadas ou em situação de risco, a recomendação é não intervir. Mantenha distância, evite cercar o animal com embarcações e acione imediatamente as autoridades ambientais ou o Instituto Argonauta.

Canais de contato do Instituto Argonauta: (12) 3833-4863 | (12) 3834-1382 | (12) 99785-3615.

Sobre o Instituto Argonauta

O @institutoargonauta foi criado em 1998 pela Diretoria do Aquário de Ubatuba (@aquariodeubatubaoficial) e, em 2024, foi reconhecido como entidade de Utilidade Pública Municipal. Com a missão de promover a conservação do meio ambiente, com foco nos ecossistemas costeiros e marinhos, o Instituto atua no desenvolvimento e apoio a projetos de pesquisa, resgate e reabilitação de fauna marinha, educação ambiental e gestão de resíduos sólidos no ambiente marinho, entre outras iniciativas. Essas ações reforçam o compromisso do Instituto em preservar a biodiversidade e sensibilizar a sociedade para a importância da proteção dos oceanos.

Seja um Argonauta

Venha conhecer o Museu da Vida Marinha @museudavidamarinha, na Avenida Governador Abreu Sodré, 1067, Perequê-Açu, Ubatuba/SP, aberto diariamente. Para acionar o serviço de resgate de mamíferos, tartarugas e aves marinhas, vivos debilitados ou mortos, entre em contato pelos telefones 0800-642-3341 ou diretamente para o Instituto Argonauta: (12) 3833-4863 ou 3833-5789/ (12) 3834-1382 (Aquário de Ubatuba) e (12) 99785-3615 – WhatsApp. Também é possível baixar gratuitamente o Aplicativo Argonauta, disponível para os sistemas operacionais iOS (APP Store) e Android (Play Store). No aplicativo, o internauta pode informar ocorrências de animais marinhos debilitados ou mortos em sua região, bem como informar ainda problemas ambientais nas praias, para que a equipe do Argonauta encaminhe a denúncia para os órgãos competentes. A base do Instituto está situada na Tv. Baitacas, nº 20, bairro Perequê-Açu, Ubatuba/SP – CEP 11680-000.

(ComLuanna Chaves/Assessoria de Imprensa Instituto Argonauta)

Expoente portuguesa da fantasia lança livro ambientado no Brasil

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro. Fotos: Divulgação.

“Aquorea: Inspira”, da escritora portuguesa M. G. Ferrey, é uma das apostas de 2025 da editora Galera Record. A obra, que convida o leitor a uma jornada imersiva e emocionante, conta a história de Arabela Rosialt, uma jovem de 17 anos que, após a misteriosa morte de seu avô, viaja para o Brasil e se depara com segredos de família e um chamado irresistível do oceano.

No início da trama, Ara é despertada por sonhos eróticos recorrentes. A notícia da morte de seu avô Anadir a abala profundamente. Ele desapareceu após sair de barco e deixar uma carta enigmática. Intrigada e buscando respostas, a garota viaja com a família para a casa do avô no Brasil.

A chegada à casa da família revela um lugar mágico e cheio de lembranças. No entanto, a busca pela verdade sobre a morte de Anadir leva Ara a descobrir segredos obscuros e perigosos, que a conectam a um mundo subaquático misterioso e à lenda de Aquorea. A narrativa se aprofunda quando ela e seu amigo Colt se envolvem em uma investigação que revela laços entre sua família e esse reino aquático, repleto de seres fantásticos e disputas de poder.

M. G. Ferrey, criadora da saga “Aquorea”, é uma autora que cativa leitores com sua escrita envolvente e rica em detalhes. Com uma habilidade notável para construir mundos mágicos e personagens complexos, Ferrey já conquistou um público fiel em Portugal e agora busca expandir seu alcance no Brasil. Sua paixão pela fantasia e mitologia se reflete em cada página de “Aquorea”, tornando a leitura uma experiência única e imersiva.

M. G. Ferrey.

“Aquorea: Inspira” é mais do que uma simples história de fantasia. A obra convida o leitor a refletir sobre temas como a busca pela identidade, o poder dos laços familiares e a importância de aceitar o desconhecido. Através da jornada de Ara, M. G. Ferrey nos lembra que, muitas vezes, as respostas que procuramos estão escondidas em nosso interior e que o amor e a coragem podem nos guiar mesmo nos momentos mais sombrios.

(Com Marcelo Boeiro/Aspas & Vírgulas)

Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira anuncia Cazuza como grande homenageado da edição 2026

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Cazuza. Foto: Divulgação.

O Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira anuncia que Cazuza será o grande homenageado da sua 33ª edição, que acontecerá em 2026. A decisão foi tomada durante a mais recente reunião do Conselho do Prêmio, realizada em junho no Rio de Janeiro. O anúncio foi feito à família do artista em um telefonema conjunto dos conselheiros à mãe de Cazuza, Lucinha Araújo, que recebeu a notícia com entusiasmo.

A escolha de Cazuza foi aprovada por unanimidade pelos conselheiros presentes na reunião: Zé Mauricio Machline, Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Zélia Duncan (que participou pela primeira vez como nova integrante do Conselho), Karol Conká, Antônio Carlos Miguel e Giovanna Machline. “Celebrar Cazuza é celebrar a coragem, a liberdade e a potência de uma obra que segue viva e necessária. Sua música e sua poesia atravessaram gerações e continuam a ecoar nas vozes e nos sentimentos de milhões de brasileiros”, destacou Zé Mauricio Machline, criador e diretor do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira.

Autor de canções que fazem parte do imaginário da música brasileira como “Exagerado”, “O Tempo Não Para”, “Codinome Beija-Flor” e “Brasil”, Cazuza é reconhecido não apenas por sua contribuição à música, mas também por seu impacto na sociedade, sua postura artística combativa e autêntica. Sua trajetória será o fio condutor do espetáculo de 2026, que promete reunir diferentes gerações de artistas para novas leituras de seu repertório, além de premiar os músicos brasileiros que mais se destacaram no ano.

Gilberto Gil e Zélia Duncan em reunião que escolheu Cazuza como homenageado da 33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira. Foto: PMB.

Gilberto Gil comenta a importância do conselho do Prêmio na valorização da música brasileira. “Me sinto muito bem fazendo parte deste Conselho. A música sempre esteve no centro da minha vida, e estar ao lado de pessoas tão envolvidas e conscientes da responsabilidade que temos com a cultura brasileira é uma honra. São amigos, colegas, nomes que já fizeram parte dessa história e outros que estão chegando agora. Depois do Zé, sou o mais antigo por aqui, e é comovente ver como esse grupo continua unido pelo compromisso de reconhecer e celebrar a música do Brasil”, afirmou.

Zélia Duncan fala sobre o processo de escolha do homenageado. “É um processo deliciosamente democrático, uma conversa em que cada um traz sua experiência, seu gosto, sua visão. Aqui é assim: é sobre música, a opinião de cada um, a experiência, o gosto, a visão e, finalmente, saber ouvir. Estou muito feliz com a escolha do Cazuza. Acho que é um ano importante, seu nome e obra merecem ser cada vez mais valorizados. E o Prêmio vai realizar exatamente isso, que a gente bote o Cazuza no colo”. 

A 33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira seguirá com o mesmo propósito de valorizar a diversidade e a riqueza da produção musical do país, promovendo encontros inéditos e apresentando ao público um panorama da música brasileira em suas múltiplas vertentes e sonoridades, através da obra imortal de Cazuza.

Sobre o Prêmio

Estabelecido em 1987, o Prêmio da Música Brasileira (PMB) é uma das mais importantes celebrações da riqueza e diversidade da música nacional. O Prêmio homenageia artistas, compositores, produtores e todos os profissionais que contribuem para a excelência da música brasileira. Dedicado a preservar e promover nossa herança cultural, o PMB celebra a história da música enquanto investe em seu futuro, oferecendo uma plataforma de soluções envolvendo a promoção da música brasileira.

Conselho reunido: Zé Mauricio Machline, Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Zélia Duncan, Antonio Carlos Miguel e Karol Conká, em reunião que escolheu Cazuza como homenageado da 33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira. Foto: PMB.

Além de sua renomada premiação anual, o Prêmio também se dedica à produção de programas como “Por Acaso” e “Casa PMB”, que oferecem experiências musicais únicas e aproximam artistas e público. Por meio desses e de outros projetos, o PMB continua a enriquecer o cenário musical brasileiro, promovendo a criatividade e a inovação, e fornecendo uma ampla plataforma de soluções para a produção de formatos e apresentação musical.

Desde sua criação, o PMB tem sido um palco para celebrar talentos consagrados e emergentes. Cada nova edição visa não apenas reconhecer a excelência artística, mas também fomentar diálogos e oportunidades para os criadores. Junto a parceiros estratégicos, como uma referência na indústria musical, o PMB trabalha continuamente para inspirar e promover um ambiente vibrante para criadores e amantes da música. 

(Com Pedro Franco/Lupa Comunicação)