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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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xs CULPADXS, vencedora do Prêmio Shell 2023 como melhor dramaturgia, volta em temporada gratuita no Teatro Arthur Azevedo

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Mari Chama.

Uma família se muda para uma pequena cidade do interior e é vítima de um massacre após ser acusada de infectar os habitantes daquela localidade com uma doença fatal. Esse é o argumento do novo espetáculo adulto de Carlos Canhameiro, xs CULPADXS, que faz apresentações gratuitas no Teatro Arthur Azevedo de 10 a 27 de julho de 2025, com apresentações de quinta a sábado, às 21h, e aos domingos, às 19h. No elenco, estão Daniel Gonzalez, Marilene Grama, Nilcéia Vicente, Yantó, Rui Barossi e Paula Mirhan.

A dramaturgia, assinada por Canhameiro, nasceu em maio de 2020 e foi publicada pela editora Mireveja em 2022. “Minha intenção não era refletir sobre a pandemia de Covid-19, até porque ela ainda estava muito no começo, mas sim escrever uma espécie de thriller sobre o horror do desconhecido e ao mesmo tempo sobre as diversas formas de se fazer teatro, entre o drama, o épico e o pastelão”, comenta.

A peça xs CULPADXS acompanha a chegada de um casal com três filhos a uma pequena cidade. Aos poucos, o ambiente se torna tenso: a suspeita de que uma das filhas está gripada desencadeia o medo nos vizinhos, levando a uma série de acontecimentos trágicos. O que se segue é uma sucessão de mortes, tentativas frustradas de acalmar os ânimos e, por fim, uma onda de violência extrema que culmina na morte dos pais e de um dos filhos.

O público acompanha o andamento das investigações e como todos esses acontecimentos impactam os envolvidos e a vida das crianças sobreviventes. Em paralelo, vez por outra os atores assumem um certo papel de ombudsman e fazem comentários sobre as cenas, criticando as estruturas da peça. “Eu gostaria de mostrar como o teatro dramático não dá conta de retratar uma realidade tão complexa, como o de uma pandemia, por exemplo. Na verdade, mostrar como o teatro não precisa se render às representações de situações reais como uma forma de explicá-las”, diz o dramaturgo.

A culpa

No fim das contas, é um espetáculo centrado na culpa. Canhameiro sente-se culpado por escrever um drama, os policiais procuram um culpado para os assassinatos e os habitantes da cidade buscam um culpado pelas mortes que começam a ocorrer quando os novos vizinhos chegam.

E para embalar tanta culpa a escolha da trilha sonora executada ao vivo é por músicas sertanejas femininas que fazem sucesso desde a década de 1980. Tem canções de As Marcianas, as Irmãs Galvão, Roberta Miranda, Sula Miranda, Marília Mendonça, Simone & Simaria e outras.

“Há algo nessas músicas, no modo como elas são cantadas, nos tipos de culpa que apresentam: ciúmes, a acusação do outro pelo fim de um relacionamento, a infidelidade, o ressentimento… Há algo que embala uma maneira de ser, de se relacionar, de amar que me parece dialogar com a peça”, defende Canhameiro, que também dirige xs CULPADXS. “A música não é culpada de nada nessa peça, ela cria uma fricção entre as condições narrativas e suas autocríticas explícitas.”

O cenário de José Valdir Albuquerque é formado por dois andares. Na parte de cima estão os músicos, numa espécie de ambiente doméstico de aparência refinada, na parte de baixo há um bar dos anos 80, onde se desenrola todas as cenas dramáticas da peça. Atores e músicos transitam pelos dois ambientes. O bar, elemento constituinte da sociabilidade brasileira, vira palco para uma tentativa de confrontar o medo do que não se entende.

Sobre Carlos Canhameiro

Carlos Canhameiro é um artista múltiplo – ator, diretor, dramaturgo e escritor que trafega por diversas linguagens com desenvoltura. É integrante da Cia. LCT e da Cia. De Feitos, além de participar como artista convidado em diversos coletivos. Tem livros de poesia, dramaturgia, infantil publicados pela Editora Mireveja, 7Letras e Lamparina Luminosa. como diretor e dramaturgo, soma quase 20 anos de criações em São Paulo, com mais de 3o peças no currículo. www.carloscanhameiro.com

Sinopse | Em xs CULPADXS temos num primeiro plano a história de uma investigação sobre uma família da capital que ao se mudar para uma pequena cidade do interior é acusada pelos moradores de ser a responsável por levar uma doença contagiosa para lá, se desdobrando numa tragédia. E num segundo plano, as vozes narrativas questionam a força do drama e da estrutura dramática como contágio do pensamento corrente. Falas ressentidas em relação à estrutura de metanarrativas que dariam conta de explicar por ‘A+B’ porque estamos na situação atual. Como se o narrador, ao se deparar com sua infelicidade (ou no mínimo com a mediocridade de sua vida), tentasse culpar alguém ou a própria estrutura do drama. Tudo regado ao melhor da música sertaneja desde os anos 80.

Ficha Técnica

Encenação e dramaturgia: Carlos Canhameiro

Elenco: Daniel Gonzalez, Marilene Grama, Nilcéia Vicente, Yantó, Rui Barossi e Paula Mirhan

Trilha Sonora e música ao vivo: Paula Mirhan, Rui Barossi e Yantó

Cenário: José Valdir Albuquerque e Carlos Canhameiro

Figurinos: Bianca Scorza (acervo Godê)

Técnico de som: Pedro Canales

Técnico de luz: Cauê Gouveia

Produção: Corpo Rastreado

Assessoria de imprensa: Canal Aberto

Prêmio Zé Renato de Teatro – Prefeitura de São Paulo.

Serviço:

xs CULPADXS

Duração: 90 min | Classificação: 14 anos

Teatro Arthur Azevedo

Data: 10 a 27 de julho, quinta a sábado, às 21h e aos domingos, às 19h.

Endereço: Av. Paes de Barros, 955 – Alto da Mooca, São Paulo – SP

Ingressos: Gratuitos | Retirada com 1 hora de antecedência

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Comunicação)

[Artigo de opinião]: Caiçaras: a distância acabou com a cultura

Litoral de SãoPaulo, por Kleber Patricio

Foto: Pexels.

Por Regina Helena de Paiva RamosO que ocorreu com a população que vive no litoral do Estado de São Paulo, população designada “caiçara”, do início da colonização para cá? O que ocorreu foi o isolamento. E o esquecimento. Em alguns locais houve até tentativas de urbanização, embora precárias, e de envolvimento da população pela fé religiosa. Tudo fracassou.

Na praia de Barra do Una, São Sebastião, a curiosidade do industrial Oscar Munhoz, levou-o a pesquisar documentos de 1785 existentes na Ordem do Carmo, em Belo Horizonte, sobre a existência de um convento à beira do rio Una. Apenas velhos moradores – hoje falecidos – tinham visto o convento e relataram como ele era à desenhista levada pelo industrial. O convento desabara e, sobre suas velhas pedras, tinha sido erguida uma capela. Há uma descrição do convento, cujo desenho é única referência ao edifício existente: “Tinha um só corpo, tendo a porta da frente voltada para o rio Una, pequeno muro o separava do cemitério. Uma varanda lateral e telhado coberto por telhas de canal Sino da capela na parte posterior do prédio.” 

Sobre a forma de comunicação e comércio com Santos contam os velhos caiçaras: ia-se de canoa de voga, com vários remadores que levavam a Santos seus produtos – peixe, bananas, mandioca, farinha de mandioca, milho e arroz. Voltavam com querosene e velas.

A partir dos anos 60, começaram a chegar a essas praias – Barra do Una, Boracéia, Juquehy, Sahy, Baleia, Camburi, Maresias, Toque Toque – os primeiros turistas, que enfrentavam o caminho pelas praias, atravessando rios sem pontes. Aventureiros, entre os quais alguns médicos, que passaram a tratar a população, antes zelada apenas por “curandeiras”, que benziam, “tiravam” doenças, ministravam remédios caseiros e aparavam crianças.

A comunicação com a sede do município – São Sebastião – era igualmente penosa. Utilizavam as canoas de voga ou iam a pé, em caminhada de um dia. E costumavam, ainda, transpor a Serra do Mar até Salesópolis, no Vale do Paraíba. Não eram raros os namoros de moças de Salesópolis e pescadores do litoral.

Nos anos 70, fui a motorista que levou uma moça grávida, com vários dedos de dilatação, ao Hospital de São Sebastião, em um fusca verde. A parturiente era segurada pelo marido no banco de trás, enquanto o fusca enfrentava a estrada de terra cheia de pedregulhos e buracos. Num buraco maior, houve o desenlace: a criança gritando, a placenta derramando, o pai rezando um pai-nosso gritado e eu, desesperada.

Tão longe – 53 km de Juquehy ao centro – tão ruim a estrada, tão desprotegida a população que se estabeleceu em toda a região uma forma de falar que os prefeitos que se sucedem tentam – sem conseguir – eliminar. “Vou a São Sebastião”, dizemos todos, caiçaras ou não. “Vocês já estão em São Sebastião”, dizem, zangados, os prefeitos. “Aqui é o município!”. Mas não há jeito. O “ir a São Sebastião” se estabeleceu como verdade.

A estrada Rio-Santos chegou nos anos 80 trazendo o progresso, mas inaugurando uma nova era: a do esmagamento da cultura local. Danças, folguedos folclóricos, procissão e levantamento de mastros de santos, artesanato, lendas, histórias, remédios, costumes, rezas e a deliciosa gastronomia caiçara – da qual o “azul marinho” é o principal representante – foram sendo esquecidos.

A Rio-Santos fez isso. Nos seus primórdios, inundando a região de nordestinos que vieram com as famílias, costumes, gastronomia, hábitos e sotaque. Depois vieram os turistas. O litoral de São Sebastião paga o preço de estar perto de São Paulo e a poucos quilômetros do Vale do Paraíba, com cidades que progrediram muito em população e cultura. Essa gente toda inundou as praias paradisíacas e veio com seus estrogonofes, macarronada da mama, bacalhau, sushis, quibes, coalhada seca, camarões à grega e até peixe do rio Tocantins.

Resultado: etnias se cruzam, comidas desaparecem, a linguagem caiçara substituída (que tristeza!). As mocinhas já falam como as artistas da Globo e, em vez do “azul marinho”, nos servem “boeuf bourguignon”.

“Arrelá, que desacorço de não ber mais o palavreado dos tempos de minha abó”, diz a caiçara velha sentada na porta da casa.

*Regina Helena de Paiva Ramos é jornalista e autora do livro “Vento Endiabrado”, um romance que homangeia a cultura caiçara e retrata as feridas da costa brasileira. 

(Com Victoria Gearini/LC Agência de Comunicação)

Fundação Síndrome de Down realiza Festa Julina aberta ao público neste sábado (5/7)

Campinas, por Kleber Patricio

Foto de Katy Oikawa @abkphoto.art.

A Fundação Síndrome de Down promove na Praça Pedro Cané (ao lado de sua sede), em Barão Geraldo, no dia 5/7 a partir das 12h, sua tradicional Festa Julina. O evento é aberto para toda a comunidade e tem entrada gratuita. O objetivo da festa é promover a inclusão e quebrar barreiras, além de buscar constantemente aproximar a comunidade da instituição.

A festa contará com barracas de comidinhas, bebidas (churrasco, pastel, empada, cachorro quente e doces), artesanatos, brincadeiras (boca do palhaço, acerte a lata, argola e pesca), quadrilha coreografada pelo grupo de adultos da FSDown e aberta à participação de todos. O evento contará também com bingo, música ao vivo com Fernando Martins (que toca sertanejo e é pessoa com deficiência visual), além de contação de histórias na biblioteca Rubem Alves (que fica dentro da FSDown) com a fonoaudióloga Ingra Libanio da Silva.

Serviço:

Festa Julina da Fundação Síndrome de Down 

Dia 5 de julho, sábado, das 12h às 17h

Local: Praça Pedro Cané (ao lado da sede da Fundação Síndrome de Down – Rua José Antonio Marinho, 430, Barão Geraldo-Campinas).

(Com Marina Franco Assessoria de Imprensa)

Montblanc StarWalker PolarGreen: Um tributo ao mágico show de luzes da natureza

São Paulo, por Kleber Patricio

Montblanc continua sua jornada pelo cosmos com uma nova edição inspirada na beleza misteriosa da Aurora Boreal. Fotos: Divulgação/Monblanc.

Inspirada em um dos espetáculos naturais mais impressionantes do mundo, a nova coleção de instrumentos de escrita Montblanc StarWalker PolarGreen captura a energia hipnotizante e a fluidez da Aurora Boreal que ilumina o céu da Terra em regiões de alta latitude.

Com sua tampa luminosa e design inspirado nos espetáculos de luzes celestiais, esta coleção marca o próximo capítulo da linha Montblanc StarWalker, que celebra a maravilha da aventura espacial e o interesse humano por descobertas. A linha continua a explorar materiais inovadores e artesanato de alto nível com a mais recente coleção PolarGreen, unindo ciência, natureza e imaginação por meio de um design contemporâneo.

Pela primeira vez em uma linha principal da Montblanc, a cúpula na tampa da StarWalker foi aprimorada com partículas luminescentes, que brilham suavemente no escuro para evocar os rastros radiantes da luz polar. Aninhada sob uma cúpula transparente, essa nova característica confere uma qualidade onírica à experiência de escrita. Complementando o brilho, há um padrão dinâmico de ondas inspirado no movimento e na cor da Aurora, executado em resina preciosa verde fosca ou laca verde-escura translúcida sobre um padrão guilhochê, dependendo da edição.

A coleção de instrumentos de escrita Montblanc StarWalker PolarGreen consiste em três edições – cada uma oferecida como caneta-tinteiro, esferográfica e fineliner – que exibem um artesanato refinado e um apelo contemporâneo:

Edição Resina Preciosa: Feita em resina preciosa verde escuro fosca com padrão de ondas e acessórios revestidos em platina.

Edição Doué: Uma interação contrastante entre o corpo de resina verde escuro e a tampa de metal polido revestido de platina.

Edição Metal: Uma versão toda em metal com laca translúcida sobre uma base com padrão guilhochê gravado em ondas adicionando textura, profundidade e reflexo.

Todas as canetas-tinteiro apresentam uma pena sólida de ouro Au 585 e são equipadas com um conversor de pistão exclusivo da coleção Montblanc StarWalker, oferecendo flexibilidade entre tinta em frasco e cartuchos. Para acompanhar o lançamento, a Montblanc apresenta uma tinta verde em frasco de vidro e um par de abotoaduras de aço inoxidável com acabamento em resina preciosa verde-escuro e um efeito luminescente no emblema Montblanc — adicionando uma expressão elegante ao acessório.

Com Montblanc StarWalker PolarGreen, a Maison convida escritores a se conectarem com a história de uma maravilha natural — um lembrete luminoso de que algumas das maiores inspirações estão além do nosso mundo, lá no céu, esperando para serem escritas.

Montblanc StarWalker PolarGreen está disponível nas Boutiques Montblanc e online. Para mais informações, visite o link.

(Com Nilza Botteon/AgênciaNB)

Filha de Gisèle Pelicot, Caroline Darian conta sua versão de história familiar traumática em livro

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro. Foto: Divulgação/Editora Planeta.

“Ser filha da vítima e do algoz é um fardo terrível. Nos últimos anos, tenho tentado inventar uma nova existência, despojada de todas as certezas sobre as quais me construí. Em um instante, minha vida virou de cabeça para baixo. O passado foi varrido, mas para dar lugar a qual futuro?” – Caroline Darian

Em novembro de 2020, Caroline Darian recebeu uma ligação da polícia comunicando que seu pai havia sido preso. A apreensão de seus computadores revelou o impensável: desde 2013 e em diferentes momentos de suas vidas, ele drogava sua esposa antes de entregá-la, inconsciente, a homens de todas as idades. O julgamento de Dominique Pelicot, iniciado em 2 de setembro de 2024, atraiu a atenção do mundo inteiro. Vítimas desses crimes inimagináveis, Gisèle Pelicot, a esposa de Domique, e a filha do casal tiveram que reconstruir suas vidas a partir do zero. Em “Eu nunca mais vou te chamar de pai”, que chega às livrarias brasileiras pela Editora Planeta, Caroline Darian faz o seu relato sobre o colapso da família e o que experienciou desde então.

Com uma coragem impressionante, Caroline compartilha a chocante descoberta de que seu próprio pai, uma pessoa que amava e tinha como referência de vida, foi capaz de cometer tamanha crueldade. E o mais importante, ela conta a inspiradora história de sua mãe Gisèle, que seguiu em frente sem se deixar consumir pela dor, enquanto aprendeu a lidar com todas as descobertas feitas. A mulher ganhou reconhecimento mundial ao optar por um julgamento público – no qual Caroline também testemunhou –, virando a mesa: a vergonha agora não é mais das vítimas, mas finalmente direcionada aos agressores. Juntas, mãe e filha transformaram seu trauma pessoal em uma poderosa luta coletiva, revelando uma nova perspectiva sobre a violência contra a mulher.

Neste livro, o leitor poderá acompanhar de perto a história, numa espécie de diário que registra o dia a dia da autora desde a descoberta das acusações feitas contra Dominique e como isso escalou para a confirmação sobre os anos de abuso contra a sua mãe. Eventualmente, a própria autora começa a suspeitar de que pode ter sido mais uma vítima dos abusos provocados por aquele que um dia chamou de pai. “Como imaginar o que virá depois de o destino dar um golpe tão forte em sua vida? O colapso de nossa família é como um labirinto onde, por quase dois anos, cada passo abriu uma nova porta para outras revelações terríveis, fragmentos de casos anteriores ao nosso” – Caroline Darian.

Ficha Técnica

Título: Eu nunca mais vou te chamar de pai

Autora: Caroline Darian

Tradução: Caroline Donadio

ISBN: 978-85-422-3665-1

Páginas: 192

Preço livro físico: R$ 52,90

Editora Planeta.

Sobre a autora | Caroline Darian é executiva sênior em uma grande empresa e filha de Dominique Pelicot e Gisèle Pelicot. Seu pai foi julgado na França pelos terríveis crimes cometidos contra sua esposa. Desde a publicação de seu depoimento, Caroline fundou a associação #MendorsPas: Stop Chemical Submission: Don’t Put Me Under, com o objetivo de lutar por um melhor atendimento às vítimas de submissão química doméstica e por uma formação mais eficaz para os profissionais de saúde. Através de sua história pessoal e do trabalho com sua mãe, Gisèle, Caroline tem se tornado uma referência na luta contra a violência de gênero, utilizando sua experiência e influência para transformar seu trauma em uma força poderosa de transformação social.

Sobre a editora | Fundado há 70 anos em Barcelona, o Grupo Planeta é um dos maiores conglomerados editoriais do mundo, além de uma das maiores corporações de comunicação e educação do cenário global. A Editora Planeta, criada em 2003, é o braço brasileiro do Grupo Planeta. Com mais de 1.500 livros publicados, a Planeta Brasil conta com nove selos editoriais, que abrangem o melhor dos gêneros de ficção e não ficção: Planeta, Crítica, Tusquets, Paidós, Planeta Minotauro, Planeta Estratégia, Outro Planeta, Academia e Essência.

(Fonte: Editora Planeta)