Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Arte & Cultura

Rio de Janeiro

Etc e Tal transforma “Dom Quixote” em uma experiência visual arrebatadora e reafirma a força da mímica brasileira no cenário contemporâneo

por Kleber Patrício

Uma das companhias mais importantes do teatro físico brasileiro, a carioca Etc e Tal apresenta Dom Quixote, espetáculo infanto-juvenil sem palavras que reinventa o clássico de Miguel de Cervantes por meio da mímica, da comicidade gestual e de uma sofisticada dramaturgia visual. A estreia acontece no dia 7 de março de 2026 no Teatro Glaucio […]

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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Sons do Mundo reúne produção musical de diferentes culturas no Sesc Bom Retiro durante todo o mês de junho

São Paulo, por Kleber Patricio

Lenna Bahule e Tiganá Santana, uma das atrações do Sons do Mundo no Sesc Bom Retiro. Fotos: divulgação.

Entre os dias 6 e 29 de junho acontece o Sesc Sons do Mundo, uma mostra da produção musical criada a partir do encontro entre artistas de diferentes culturas e nacionalidades. A edição reúne intérpretes do Brasil e diferentes continentes e regiões globais, entre cantores e instrumentistas. Ao todo são 12 shows, com apresentações no teatro e na praça de convivência do Sesc Bom Retiro, além de atividades formativas em bate-papos, oficinas e uma Feira de Saberes musicais, trabalho e imigração. Entre as atrações, estão Lena Bahule em show com Tiganá Santana, o grupo Mawaca com a participação de Otis Selimane e Djuena Tikuna, da Orquestra Mundana Refugi, e outros.

A tônica do evento é o encontro no palco entre músicos de tradições e legados diferentes, com apresentações voltadas a espectadores de todas as idades, num cruzamento entre saberes e gerações musicais. Os bate-papos contam com a mediação da antropóloga, música, arranjadora e pesquisadora musical Magda Pucci, e a programação de oficinas contempla a música africana e a musicalidade árabe.

Os ingressos para os espetáculos no teatro custam R$18 (Credencial Plena), R$30 (Meia) e R$60 (Inteira), e podem ser adquiridos a partir das 17h de 27 de maio, de acordo com a agenda dos shows, on-line via aplicativo Credencial Sesc SP ou no site sescsp.org.br/sescbomretiro, e nas bilheterias das unidades do dia 28 em diante.

Ratnabali.

Ao reunir um elenco diverso em formatos originais, o projeto Sons do Mundo traz um olhar especial para a música de raiz e o cancioneiro popular marcado pela interculturalidade desdobrada por diferentes processos migratórios. Essa também é uma característica presente na região central da cidade de São Paulo, especialmente no território do Bom Retiro e cercanias, local reconhecido pelo acolhimento e convivência de pessoas das mais diversas nacionalidades. Nesse processo, que é marcado pela alteridade e coletividade, as potências criativas de cada artista são compartilhadas, multiplicando práticas e conhecimentos ancestrais por meio da música.

Todo Lugar é Aqui – Artista sul-africana de origem zulu, Nduduzo Siba apresenta o show de lançamento do álbum ‘Mdali’, termo que significa ‘criador’, em zulu. O trabalho é o resultado de uma jornada artística numa síntese de vivências e experiências de vida após mais de uma década vivendo no Brasil. A apresentação traz elementos da música tradicional africana e influências contemporâneas, oferecendo uma experiência sonora que reflete a diversidade cultural da artista. O álbum promove o diálogo cultural entre a África e a América Latina por meio da música, abordando temas universais como amor, dor, ancestralidade, espiritualidade, liberdade e deslocamento; e apresenta composições originais que carregam profundidade emocional e intelectual.

No show Todo Lugar é Aqui, a Orquestra Mundana Refugi, grupo formado por vinte e dois músicos imigrantes, refugiados de dez nacionalidades e brasileiros, sob a direção musical de Carlinhos Antunes, apresenta um repertório repleto de diversidade musical que reflete as culturas de seus integrantes, com instrumentos que vão do kanun ao acordeom, passando pelo piano, Kemanche, cítara chinesa, bouzouki, alaúde, ronroco, derbak, djembe, doudouk e tantos outros.

Tony Lee.

Para celebrar 30 anos de jornada musical, o grupo Mawaca lança o show ‘Canto dos Sonhos’, reunindo canções inéditas e sucessos marcantes de sua trajetória. O show é inspirado no poder universal do canto como expressão de histórias, mitos e memórias. O título convoca as ‘linhas de canções’ como caminhos simbólicos que guiam a humanidade através das tradições orais e dos sonhos coletivos. Neste espetáculo, o palco é transformado em um mapa sonoro global, convidando o público a embarcar em uma jornada de descobertas, emoções e conexões culturais. Celebrando a pluralidade e a riqueza das tradições musicais, o Mawaca reafirma sua missão de ser um elo entre diferentes mundos, usando a música para dar vida aos sonhos que unem a humanidade. O show conta com a participação do percursionista, baterista, cantor, compositor e educador Otis Selimane e também da jornalista e cantora índigena do Amazonas, Djuena Tikuna.

Conhecida pelo seu alcance vocal e pelos sons rítmicos que misturam sonoridades tradicionalmente indígenas com os sons de sua Moçambique natal e de outras culturas afro, Lenna Bahule vem a cada ano ganhando notoriedade e reconhecimento com um trabalho que une línguas africanas e imaginárias às experiências imersivas de corpo, mente e alma. O disco de estreia, Nômade, 2016, foi seguido de Taubkin & Bahule, colaboração com João Taubkin, de 2018, além de um álbum com canções populares moçambicanas para crianças e famílias chamado Memórias Daqui – Cantares e Outros Sons, de 2020. As apresentações contam com a participação do cantor e multi-instrumentista Tiganá Santana, num encontro que celebra a amizade musical. Os artistas se conheceram em 2018 e aos poucos perceberam suas afinidades com relação a música, fortalecendo o vínculo criativo.

Shows gratuitos – Uma intensa programação de shows gratuitos acontece na Praça de Convivência do Sesc Bom Retiro durante o Sons do Mundo. Trazendo canções e ritmos místicos e do folclore da Ucrânia e da região dos Balcãs, além de canções autorais conectadas aos rituais e tradições locais, Valentina Levchcenko apresenta sua fusão de melodias dos cantos eslavos, povos balcânicos, tsigans e judeus, de onde vinham as músicas dos seus ancestrais. Já a cantora Ratnabali traz repertório clássico e popular da música indiana com instrumentos tradicionais, como harmônio, sitar e tabla. No show o público entra em contato com a música e cultura do leste da Índia e com o estilo de dança Odissi, demonstrado pela dançarina Andréa Prior.

No show O Sheng e a Música Tradicional Chinesa, Tony Lee, acompanhado da Banda das Flores, apresenta em destaque o instrumento musical de sopro sheng, composto de 14 ou mais tubos de metal numa cabaça, semelhante a um órgão portátil, ou um aerofone de palheta livre. O Trio Terra Batida, projeto dos músicos João Oliveira, Jota Erre e Kabé Pinheiro, transita entre as tradições musicais brasileiras como samba e jongo aliados ao instrumental contemporâneo, em apresentação acompanhados da cantora angolana Jéssica Areias e da cantora catalã Maria Tuset. O show promove um mergulho profundo na história da música popular de Brasil, Angola e Cuba, apresentando diversas influências musicais do mundo na música brasileira.

Formado por Reiko Nagase e Erika Yazaki, divulgadoras da música japonesa em São Paulo, o Duo Koto toca música do século VII e contemporâneas recorrendo a este popular instrumento tracional japonês, o koto. Já a música tradicional árabe comparece com a banda Nahawand, fundada há dez anos e composta pela palestina Oula Al Saghir, pelo tunisiano Raouf Jemni a cargo do qanun, instrumento de setenta e oito cordas típico do Oriente Médio; pelo palestino Yousef Saif, multi-instrumentista que toca o buzuk, instumento tradicional iraquiano; e pelo brasileiro de descendência libanesa Maurício Mouzayek, responsável pelo riq, um tipo de pandeiro oriental. No repertório, uma viagem sonora ao universo da música árabe com canções típicas do Egito, da Síria, da Palestina, do Iraque e de diversas outras regiões. Formada por onze musicistas de países como Cuba, Chile, Venezuela e Brasil, a banda La Caravana Orquestra é fruto do multiculturalismo paulistano e, em sua música, reverencia as tradições afro-caribenhas das grandes orquestras, tocando ritmos como mambo, cha-cha-cha, cumbia e bolero, mantendo a tradição da salsa na capital. Para o show Viva Latinoamérica, o grupo apresenta um repertório especial calcado em vozes icônicas da música latino-americana, como Célia Cruz, Omara Portuondo e Leonor Gonzalez Mina, além de clássicos e pérolas escondidas em uma verdadeira viagem sonora pela América Central.

A partir de um grupo formado por 44 pessoas, a Magnífica Orchestra de Músicas do Mundo, dirigido pelo músico Gabriel Levy (Mawaca e Mutrib) e a cantora Rita Braga (Mawaca), traz para a cena paulistana um repertório étnico e eclético, fazendo uma imersão nas linguagens sonoras de diversos países, como Índia, Japão, China, Congo, Macedônia, Sérvia, Turquia, Líbano, Bulgária, Grécia, Brasil, entre outros.

Atividades formativas – Além da programação de shows, o público contará também com bate-papos, oficinas e uma feira sobre música, cultura e migração. Com o título Os Sons do Mundo no Cenário Brasileiro, Hamilton de Holanda conversa com o público sobre a produção musical global e seus pontos de contato com a música brasileira, entre estilos, técnicas e histórias que marcaram a sua trajetória musical.

A jornalista e cantora Djuena Tikuna participa do bate-papo A Influência da Música dos Povos Indígenas no Mundo, sobre a história e características de alguns estilos musicais dos países que compõem a América Latina e sobre as diversas sonoridades presentes entre os povos indígenas no Brasil. A mediação é de Magda Pucci.

Lena Bahule, com mediação também de Magda Pucci, participa do bate-papo A influência da Música Africana no Mundo, sobre como os ritmos e tradições de países da África e países da América Latina influenciaram a música global e continuam a inspirar gêneros como o samba, o jazz, o reggae, entre outros.

A cantora multiartista e arte-educadora Lenna Bahule desenvolve a oficina Memórias Daqui – Cantares e Outros Sons, uma vivência musical em forma de perfomance interativa que leva o público a viajar pelos sons, ritmos e cantorias do cancioneiro popular de Moçambique e africano. Por fim, outra oficina aberta aos interessados é Ritmos da Música Árabe, na qual serão apresentadas as bases para conhecer e experimentar a música árabe clássica e contemporânea com demonstração de instrumentos e ritmos. A atividade será conduzida por Anas Obaid e Yousef Saif, do Coletivo Ponto Zero.

Sons e Trabalhos do Mundo | A Feira Sons e Trabalhos do Mundo é uma ação cultural que tem por objetivo a criação de um espaço de referência para todos aqueles que desejam encontrar um lugar para conhecer diferentes culturas e iniciativas empreendedoras, promovendo o desenvolvimento da autonomia da pessoa migrante e em situação de refúgio. A feira reúne um grupo de expositores de culturas e origens diversas que apresentam seus trabalhos em diferentes áreas. Para essa ocasião, o tema da feira será o projeto Sons do Mundo.

Anote na agenda:

SHOWS NO TEATRO

Nduduzo Siba (ZAF)

Show de lançamento do álbum Mdali

8/6, domingo, às 18h.

Ingresso: R$18 (Credencial Plena), R$30 (Meia) e R$60 (Inteira).

Local: Teatro (291 lugares). 10 anos.

Orquestra Mundana Refugi (BRA)

Show Todo Lugar é Aqui

15/6, domingo, 18h.

Ingresso: R$18 (Credencial Plena), R$30 (Meia) e R$60 (Inteira).

Local: Teatro (291 lugares). 10 anos.

Mawaca, Otis Selimane e Djuena Tikuna (BRA, MOÇ, BRA)

Show Canto dos Sonhos

20/6, sexta, 20h.

Ingresso: R$18 (Credencial Plena), R$30 (Meia) e R$60 (Inteira).

Local: Teatro (291 lugares). 10 anos.

Lenna Bahule e Tiganá Santana (MOÇ, BRA)

21 e 22/6, sábado e domingo

Sábado, 20h; domingo, 18h.

Ingresso: R$18 (Credencial Plena), R$30 (Meia) e R$60 (Inteira).

Local: Teatro (291 lugares). 10 anos.

SHOWS NA PRAÇA DE CONVIVÊNCIA

Valentina Levchenko (UCR)

Show Canções da Estepe e da Floresta

7/6, sábado, 17h. Local: Praça de Convivência. Livre. Grátis.

Ratnabali Trio e Andréa Prior (IND, BRA)

Show Surasangam da Música e Canção Indiana

8/6, domingo, 16h. Local: Praça de Convivência. Livre. Grátis.

Tony Lee e Banda das Flores (CHI, BRA)
Show O Sheng e a Música Tradicional Chinesa
13/6, sexta, 19h. Local: Praça de Convivência. Livre. Grátis.

Jéssica Areias, Maria Tuset e Terra Batida (ANG, BCN, BRA)

Show Terra Batida

14/6, sábado, 17h.Local: Praça de Convivência. Livre. Grátis.

Duo Koto com Reiko Nagase e Erika Yazaki (JAP, BRA)

Show com música tradicional e contemporânea do Japão

19/6, quinta, 16h. Local: Praça de Convivência. Livre. Grátis.

Oula Alsaghir e Nahawand (PAL, SIR, TUN, BRA)

Show com música tradicional árabe para brasileiros

20/6, sexta, 16h. Local: Praça de Convivência. Livre. Grátis.

La Caravana Orquestra
Show Mucho Bambo
21/6, sábado, 16h.Local: Praça de Convivência. Livre. Grátis.

A Magnífica Orchestra de Músicas do Mundo (BRA)

Show Viagem ao Mundo da Música

29/6, domingo, 16h. Local: Praça de Convivência. Livre. Grátis.

ATIVIDADES EDUCATIVAS

Os Sons do Mundo no Cenário Brasileiro

Com Hamilton de Holanda

7/6, sábado, 18h30. Local: Praça de Convivência. Livre. Grátis.

Ritmos da Música Árabe

Com Anas Obaid e Yousef Saif do Coletivo Ponto Zero

20/6, sexta, 18h30. Local: Praça de Convivência. Livre. Grátis.

A Influência da Música dos Povos Indígenas no Mundo

Com Djuena Tikuna, mediação de Magda Pucci

21/6, sábado, 12h. Local: Praça de Convivência. Livre. Grátis.

A Influência da Música Africana no Mundo

Com Lenna Bahule, mediação de Magda Pucci

26/6, quinta, 19h. Local: Teatro. Livre. Grátis – Retirada de convites com 1h de antecedência.

Memórias Daqui – Cantares e Outros Sons

Com Lena Bahule

27/6, sexta, 18h30.

Local: Praça de Convivência. Livre. Grátis.

Ação para a cidadania

Feira Sons e Trabalhos do Mundo

20 e 21/6. Sexta e sábado. Das 13h às 19h30.

Local: Praça de Convivência. Livre. Grátis.

Serviço:

Sons do Mundo

Concertos e atividades educativas

Quando: 7 a 29 de junho de 2025.

Onde: Sesc Bom Retiro

Ingressos shows no teatro – R$60 (inteira), R$30 (meia-entrada) e R$18 (Credencial Plena).

Venda de ingressos disponíveis pelo APP Credencial Sesc SP, no site sescsp.org.br/bomretiro, ou nas bilheterias, em toda a rede Sesc São Paulo.

Atividades educativas e shows na praça: ingressos gratuitos.
Classificação indicativa: a partir de 10 anos, para shows no teatro e livre para shows na praça.

Estacionamento do Sesc Bom Retiro – (vagas limitadas)

O estacionamento do Sesc oferece espaço para pessoas com necessidades especiais e bicicletário. A capacidade do estacionamento é limitada. Os valores são cobrados igualmente para carros e motos. Entrada: Alameda Cleveland, 529.

Valores: R$8 a primeira hora e R$3 por hora adicional (Credencial Plena). R$17 a primeira hora e R$4 por hora adicional (Outros). Valores para o público de espetáculos: R$ 11 (Credencial Plena). R$ 21 (Outros). Horários: Terça a sexta: 9h às 20h. Sábado: 10h às 20h. Domingo: 10h às 18h.

IMPORTANTE: Em dias de evento à noite no teatro, o estacionamento funciona até o término da apresentação.

Transporte gratuito: O Sesc Bom Retiro oferece transporte gratuito circular partindo da Estação da Luz. O embarque e desembarque ocorre na saída CPTM/José Paulino/Praça da Luz. Consulte os horários disponíveis de acordo com a programação no link https://tinyurl.com/3drft9v8

Fique atento se for utilizar aplicativos de transporte particular para vir ao Sesc Bom Retiro! É preciso escrever o endereço completo no destino, Alameda Nothmann, 185, caso contrário o aplicativo informará outra rota/destino.

Sesc Bom Retiro

Alameda Nothmann, 185. CEP 01216-000.

Campos Elíseos, São Paulo – SP. Telefone: (11) 3332-3600

Siga o @sescbomretiro nas redes sociais:

Facebook, Instagram, Youtube /sescbomretiro.

(Com Flávio Aquistapace/Assessoria de imprensa Sesc)

Coeur Saint Valentin do Le Cordon Bleu: amor em forma de chocolate

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Le Cordon Bleu São Paulo.

 

No Le Cordon Bleu Café e Kofi & Co, a confeitaria ganha forma de coração com o Coeur Saint Valentin — uma charmosa peça feita inteiramente de chocolate, que guarda em seu interior bombons artesanais com fragrâncias e sabores únicos: ganache de chocolate com laranja, caramelo salgado e ganache de gergelim. Criado especialmente para a data pelo chef executivo de pâtisserie e boulangerie Salvador Lettieri, o doce combina estética, técnica e emoção em uma criação que promete surpreender quem você ama. Disponível sob encomenda no café do Instituto, o Coeur Saint Valentin é uma ótima escolha para presentear com delicadeza, sofisticação e, claro, sabor.

Serviço:

Presente de Dia dos Namorados – Coeur Saint Valentin

Onde: Le Cordon Bleu Café e Kofi & Co – São Paulo

Endereço: Rua Natingui, 862 – 1º andar – Vila Madalena, São Paulo

Disponibilidade: Mediante encomendas antecipadas

Preço: R$ 164,00

Peso: 210 g

Reservas.

(Com Guilherme Messina/Le Cordon Bleu São Paulo)

Fantasia no universo da mitologia grega traz heroína jovem em jornada ao lado dos Argonautas

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro.

Após inúmeros sucessos da literatura que reinterpretaram o universo da mitologia grega em narrativas contemporâneas, a estreante A. S. Webb propõe um mundo de fantasia ambientado entre os doze olimpianos em seu Filha do Caos’, que chega às livrarias brasileiras pelo selo Minotauro da Editora Planeta. Na obra, o leitor acompanha as aventuras da jovem grega Danae ao descobrir poderes mágicos e partir em direção a uma profecia que pode salvar a humanidade – isso enquanto encontra alguns famosos heróis, como Hércules e os demais Argonautas.

Na Grécia Antiga, os mortais vivem sob o jugo cruel dos deuses, arriscando suas vidas para satisfazer os caprichos dos Doze. Na ilha de Naxos, Danae, filha de um pescador, descobre que possui poderes misteriosos ligados a uma árvore mágica que dá frutos dourados. Expulsa de sua vila, ela parte em busca de respostas no oráculo de Delfos, mas encontra apenas mais perguntas. Determinada a entender seu papel na profecia que pode libertar a humanidade, a jovem se une ao lendário Hércules e aos argonautas. Juntos, eles enfrentam monstros e deuses em uma perigosa jornada até os confins do mundo.

Nessa versão reimaginada da mitologia grega, o leitor que é fã deste universo vai se deparar com nomes conhecidos: Hércules, Teseu, Ariadne, Fedra, Atalanta e as Amazonas são alguns dos personagens que cruzam o caminho de Danae em busca de seu destino. Até lá, a história conta com uma jornada de autodescoberta da protagonista e aborda a rebelião contra o autoritarismo das figuras de poder – nesse caso, os deuses do Olimpo. O conceito de escolhas e livre-arbítrio também aparece bastante, além de uma pitada de romance.

Filha do Caos é o primeiro livro de uma nova série e tem tudo para conquistar tanto os fãs de fantasia épica quanto os leitores que se apaixonaram por obras como Percy Jackson e os Olimpianos, Circe; A canção de Aquiles, Ariadne, Mythos e outros livros que partem da rica mitologia grega para construir suas próprias histórias.

FICHA TÉCNICA

Título: Filha do caos

Autora: A. S. Webb

Tradução: Solaine Chioro

ISBN: 978-85-422-3416-9

Editora Planeta | Selo Planeta Minotauro

SOBRE A AUTORA

A.S. Webb é escritora e vive em Londres. Graduada em Literatura Inglesa e Estudos de Teatro pela Universidade de Leeds, ela se inspira em narrativas enraizadas na história e na mitologia, que exploram os limites da imaginação e nos fazem refletir sobre o que significa ser humano. Filha do caos é seu romance de estreia.

SOBRE O SELO PLANETA MINOTAURO

Uma das marcas de maior sucesso do Grupo Planeta, o selo Planeta Minotauro chegou ao Brasil em 2018 para apresentar títulos de ficção especulativa, que engloba ficção científica, fantasia e horror. O selo equilibra clássicos do gênero, como As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley, Em busca de Watership Down, de Richard Adams, a coleção História Universal, de Isaac Asimov, e A Metamorfose, de Franz Kafka, com novas tendências desse gênero, como O poder, de Naomi Alderman e A canção de Aquiles, Circe e Galateia, de Madeline Miller. Os livros da coleção oferecem uma experiência de leitura ampliada, a partir da inclusão de títulos adaptados para o audiovisual, como os do Grishaverso, de Leigh Bardugo, e Mickey7, de Edward Ashton. A série O Empyriano, fenômeno mundial de Rebecca Yarros, também é publicada no Brasil pelo selo.

SOBRE A EDITORA

A Editora Planeta Brasil, criada em 2003, é o braço brasileiro do Grupo Planeta. Com mais de 1.500 livros publicados, a Planeta Brasil conta com nove selos editoriais, que englobam o melhor dos gêneros ficção e não ficção: Academia, Crítica, Essência, Outro Planeta, Paidós, Planeta, Planeta Estratégia, Planeta Minotauro e Tusquets. A Planeta Brasil lança cerca de 150 livros todos os anos. Em faturamento, está entre as cinco maiores editoras do Brasil.

(Fonte: Editora Planeta)

Sesc 24 de Maio recebe espetáculo ‘A Força da Água’

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Artur Bluz.

Nos dias 14 e 15 de junho, sábado e domingo, o Sesc 24 de Maio recebe o espetáculo ‘A Força da Água’, nova encenação do Grupo Pavilhão da Magnólia com dramaturgia e direção de Henrique Fontes. A peça propõe um mergulho crítico e poético na história da seca no Ceará, abordando desde as promessas imperiais de Dom Pedro até os campos de concentração e os tempos atuais, marcados pela desigualdade no acesso à água potável. As apresentações fazem parte da programação do projeto Palco Giratório 2025, em cartaz de 5 a 29 de junho em 14 unidades do Sesc na capital, Grande São Paulo e interior do estado. Mais informações: sescsp.org.br/palcogiratorio.

Com linguagem documental e humor ácido, o espetáculo lança luz sobre episódios apagados da história brasileira, conectando passado e presente ao revelar os interesses por trás da chamada “indústria da seca”. Em cena, relatos e documentos históricos revelam os mecanismos que perpetuam a negação do direito à água de qualidade. “Até quando aceitaremos? Quando deixaremos nossas águas transbordarem?”, questiona a montagem.

Sobre o Grupo Pavilhão da Magnólia

Criado há mais de 18 anos por jovens das periferias de Fortaleza (CE), o grupo soma 18 espetáculos e 12 esquetes em seu repertório, com mais de 900 apresentações realizadas em mais de 50 cidades brasileiras. Reconhecido pela potência cênica e pelo engajamento político de suas obras, o coletivo propõe uma arte pulsante, enraizada nas vivências do povo nordestino.

Sobre o Palco Giratório

Lançado em 1998, o Palco Giratório já contou com a participação de 412 grupos artísticos de todas as regiões brasileiras, oferecendo cerca de 10 mil apresentações a um público estimado em mais de 5 milhões de espectadores. É reconhecido no cenário cultural brasileiro como um importante projeto de difusão e intercâmbio das Artes Cênicas, que intensifica a formação de plateias a partir da circulação de espetáculos dos mais variados gêneros. Saiba mais em sesc.com.br/palcogiratorio.

Ficha técnica:

Elenco: Denise Costa, Eliel Carvalho, Jota Junior Santos, Nelson Albuquerque e Silvianne Lima

Dramaturgia e Direção: Henrique Fontes

Pesquisadora-colaboradora: Cydney Sergman

Direção de Movimento: Ana Claudia Viana

Oficina Rasaboxes: Julia Sarmento

Desenho de luz: Wallace Rios

Operação de luz: Jão Rios

Cenografia: Rodrigo Frota

Adereços: Beeethoven Cavalcante

Figurino: Ruth Aragão

Assistência de Figurino: Wendy Mesquita

Sonoplastia: Ayrton Pessoa Bob e Eliel Carvalho

Preparação Vocal: Thiago Nunes

Ilustrações: Raisa Christina

Designer Gráfico: Carol Veras

Fotos: Luiz Alves

Fotos projetadas e Edição de vídeo (DeepFake): Allan Diniz

Produção executiva: Som e Fúria Produções

Coordenação de Produção: Jota Jr. Santos e Silvianne Lima.

Serviço:

A Força da Água com Grupo Pavilhão da Magnólia

Datas: 14 e 15/6, sábado, às 19h e domingo, 18h

Local: Sesc 24 de Maio, Rua 24 de Maio, 109, São Paulo – 350 metros da estação República do metrô

Classificação: 14 anos

Ingressos: sescsp.org.br/24demaio ou através do aplicativo Credencial Sesc SP e nas bilheterias das unidades Sesc – R$60 (inteira), R$30 (meia) e R$18 (Credencial Sesc).

Duração: 70 min

Serviço de Van: Transporte gratuito até as estações de metrô República e Anhangabaú. Saídas da portaria a cada 30 minutos, de terça a sábado, das 20h às 23h, e aos domingos e feriados, das 18h às 21h.

Acompanhe nas redes:

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sescsp.org.br/24demaio

Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo

350 metros do metrô República

Fone: (11) 3350-6300.

(Com Meyre Vitorino/Assessoria de imprensa Sesc 24 de Maio)

São Paulo Companhia de Dança realiza apresentações no Teatro Sérgio Cardoso

São Paulo, por Kleber Patricio

O Lago dos Cisnes – II Ato, por Mario Galizzi – Crédito: Silvia Machado | Autorretrato, de Leliane Teles – Crédito: Iari Davies | dos SANTOS, de Alex Soares. Fotos: Iari Davies.

A São Paulo Companhia de Dança (SPCD) volta ao palco do Teatro Sérgio Cardoso para sua tradicional temporada de apresentações na casa. O espaço – que também é um equipamento cultural da Secretaria, gerido pela Amigos da Arte – receberá três programas distintos, que serão apresentados de 19 a 22 e de 26 a 29 de junho, e 3 a 6 de julho, compostos por obras que vão do clássico ao contemporâneo, e mostram a versatilidade do repertório da SPCD.

Além dos espetáculos, a programação inclui as já conhecidas atividades educativas, com espetáculos gratuitos, palestras e ações de acessibilidade, com audiodescrição das obras e intérprete de libras durante as palestras aos sábados. Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos a partir de R$ 30 pelo site: https://spcd.com.br/ingressos/.

Programação 2025

Intitulada ‘Todos os mundos em nós’, esta temporada foi inspirada pelo poema de Adélia Prado ao celebrar a intensidade do ser humano, suas pluralidades e o equilíbrio entre profundidade emocional e criatividade.

“Eu sou composta por urgências: minhas alegrias são profundas; minhas tristezas, torrenciais”. (Adélia Prado – Poema Composição)

“Somos compostos por urgências, como Adélia Prado nos diz. Nossas alegrias profundas e tristezas torrenciais nos levam a explorar quem somos e o que carregamos dentro de nós. Nesta temporada, cada semana é parte do mosaico que revela a intensidade da existência humana – um convite a olharmos para dentro e encontrarmos os mundos que habitam em nós. A cada semana, “os mundos” que nos compõem se desdobram no palco, revelando as urgências da existência e a autenticidade de cada expressão artística”, conta Inês Bogéa, diretora artística da São Paulo Companhia de Dança.

Cada Olhar, de Henrique Rodovalho. Foto: Iari Davies.

As apresentações têm início em junho, quando a SPCD sobe ao palco do Teatro Sérgio Cardoso com três programas diferentes. De 19 a 22 de junho, o público confere O Lago dos Cisnes – II Ato’, por Mario Galizzi, a partir de Marius Petipa (1818-1910) e Lev Ivanov (1834-1901); Cada Olhar’, de Henrique Rodovalho; e a estreia de ‘be yourself – everyone else is already taken’, de Michael Bugdahn e Denise Namura.

Esta última propõe uma reflexão sobre identidade em um mundo globalizado. A coreografia explora a dualidade entre abundância e escassez, destacando a infinidade de informações acessíveis contrastada com a crescente escassez de recursos naturais e o enfraquecimento das relações humanas. A velha questão “De onde viemos e para onde vamos?” permanece relevante. A fusão de gêneros, o trânsito entre culturas e a construção de conexões fazem parte da identidade artística dos dois coreógrafos, que demonstram uma sensibilidade singular ao indivíduo e à poesia do cotidiano. Voltados para a dimensão humana da vida e da arte, eles propõem uma reflexão profunda sobre a existência e suas múltiplas facetas.

Já o segundo ato de O Lago dos Cisnes é um dos mais aclamados balés do mundo. Este ato mostra o encontro do príncipe Siegfried e da princesa Odete, na floresta. Da meia noite ao amanhecer, ela é a princesa da noite, uma criatura mágica e delicada, que o príncipe deseja amar e proteger. Durante o dia, a rainha dos cisnes: frágil, amedrontada e, ao mesmo tempo, corajosa e protetora do seu grupo. O feiticeiro Rothbart é um nobre e um pássaro. O príncipe que sai para caçar com seus amigos tem a elegância da nobreza. Essa obra marca a história da arte e encanta todas as gerações pelo seu tema e pela ligação entre a dança e a música.

Por fim, em Cada Olhar, Henrique Rodovalho traz o olhar de cada uma das sete bailarinas em palco, como cada uma se sente e se apropria diante deste singular momento de movimentos e música, construído, inicialmente, pelo olhar do coreógrafo. E a partir dessa construção, provocar o olhar de cada espectador, convidando-o a fazer suas próprias escolhas e criar suas impressões genuínas sobre este instante efêmero e intenso, que se desdobra diante dos seus olhos, diante de cada olhar.

Na semana seguinte, de 26 a 29 de junho, o público pode assistir a Autorretrato’, de Leilane Teles; dos SANTOS’, de Alex Soares e a estreia de ‘A Vingança do Flamingo’, de Carlos Pons Guerra.

Em sua primeira criação para a São Paulo Companhia de Dança, em A Vingança do Flamingo o espanhol Carlos Pons Guerra traz ao centro do palco uma história sobre beleza, resistência e desequilíbrio ambiental. Vistosos flamingos dominam a cena para expor, com ironia e lirismo, as tensões entre espetáculo e natureza. Inspirado por memórias da infância nas Ilhas Canárias, o coreógrafo transforma o palco em um espaço onde a vida selvagem performa para nos entreter — enquanto silencia, esgota e adoece.

“Quando Inês me convidou para pensar sobre a crise climática, voltei à minha infância, onde assistia a shows de flamingos — aves lindas, trazidas da África, treinadas para entreter humanos. Eles andavam de bicicleta, tocavam piano. Mas eu só conseguia pensar que eles deveriam estar voando. Isso me fez refletir sobre como estamos transformando o mundo natural em um circo — um espetáculo que nos serve, mas que tem consequências sérias”, conta o coreógrafo.

Com figurinos de Fernanda Yamamoto que evocam texturas e volumes inspirados nas plumagens, iluminação de Wagner Freire que alterna brilhos e sombras, e trilha sonora que flutua entre lirismo, vaudeville e exuberância, A Vingança do Flamingo é uma obra performática e profundamente sensível, que confronta a crueldade velada por trás do espetáculo e convida à empatia — com o planeta, com os animais, com tudo o que ainda pode resistir.

Autorretrato, de Leilane Teles – SPCD. Foto: Iari Davies.

Autorretrato – segunda criação de Leilane Teles para a São Paulo Companhia de Dança – é uma coreografia que reflete sobre a identidade brasileira e nossas influências ancestrais e foi inspirada em obras do acervo do pintor Cândido Portinari. A trilha sonora e o figurino complementam a narrativa, que contou com a consultoria indígena de Cristiane Takuá e Carlos Papá.

dos SANTOS, primeira obra de Alex Soares para a SPCD, é inspirada em uma cantiga do Brasil Colonial chamada ‘Matais de Incêndio’, uma canção simples e alegre associada a festividades religiosas cujo autor é desconhecido, datada por volta de 1700. A obra move, cruza e questiona identidades que ao longo do tempo ajudaram a lapidar a nossa rica e diversa cultura.

O terceiro e último programa, de 3 a 6 de julho, apresenta Les Sylphides (Chopiniana), por Ana Botafogo, a partir da obra de 1909 de Mikhali Fokine (1880-1942); Casa Flutuante, de Beatriz Hack e a estreia de Ataraxia, de George Céspedes.

Ataraxia é a primeira obra de Céspedes para uma companhia brasileira. Reconhecido por seu estilo singular, que combina dança com elementos geométricos e matemáticos, o coreógrafo — um dos grandes nomes da dança contemporânea global — desenha no palco grandes formas por meio do movimento coordenado de grupos de bailarinos, adicionando contrastes dinâmicos e emocionais à narrativa.

O nome da obra, Ataraxia, é uma palavra de origem grega que significa ausência de perturbação. No estoicismo, representa um conceito central: a dor não está na mudança, mas na resistência a ela. Busca-se, assim, um estado de serenidade imperturbável, no qual a mente se mantém equilibrada diante das adversidades. A iluminação enfatiza a precisão dos movimentos e intensifica as atmosferas criadas, amplificando as emoções. Já os figurinos, inspirados na moda urbana, dialogam com a contemporaneidade, proporcionando liberdade de movimento e expressão individual, além de reforçar o caráter vibrante e dinâmico da obra.

Les Sylphides (Chopiniana), por Ana Botafogo. Foto: Charles Lima.

O clássico Les Sylphides (Chopiniana) evoca a era romântica do balé para retratar o encantamento de um poeta sonhador pela dança das sílfides, seres mágicos que habitam as florestas. Sob o luar, elas materializam o ato poético em seus movimentos e desenham o palco com arabescos, resultando em uma obra de grande beleza contemplativa.

Por fim, Casa Flutuante revela diferentes conceitos de ‘casa’ e suas impermanências na cena. Conduzidos por uma trilha sonora eclética, o elenco flutua entre os gestos propostos pela coreógrafa e desenvolvidos a partir da experiência pessoal de cada um. Os movimentos individuais e de grupo exploram as relações humanas e interpessoais.

Atividades Educativas

Quarenta e cinco minutos antes dos espetáculos, o público interessado em se aprofundar nas histórias e nos bastidores das criações poderá conversar com a diretora da Companhia, Inês Bogéa, em palestras gratuitas sobre os processos criativos das obras. As conversas têm duração de cerca de 30 minutos e, aos sábados, contará com a presença de intérpretes de libras.

A temporada da São Paulo Companhia de Dança é realizada pelo Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas e São Paulo Companhia de Dança via Lei de Incentivo à Cultura Lei Rouanet, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução. Patrocínio Itaú.

Serviço e Fichas Técnicas:

Teatro Sérgio Cardoso

Endereço: R. Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01326-010

Horários: quinta, sexta e sábado às 20h | domingo às 16h

Capacidade física: 827 lugares

Acessibilidade: Sim

Ingressos: balcão – R$ 60 (inteira), plateia lateral – R$ 70 (inteira) e plateia central – R$ 80 (inteira) | à venda via Sympla ou pelo site https://spcd.com.br/ingressos/

Programa 1: de 19 a 22 de junho

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Classificação: Livre

O Lago dos Cisnes – II Ato (2017)

Coreografia: Mario Galizzi, a partir de Marius Petipa (1818-1910) e Lev Ivanov (1834-1901)

Música: Piotr I. Tchaikovsky (1840-1893)

Iluminação: Wagner Freire

Figurino: Tânia Agra

Perucas: Emi Perucas

Adereços: Robson Rui

Assistente de coreografia: Sabrina Streiff

Cada Olhar (2024)

Coreografia e Iluminação: Henrique Rodovalho

Música: Obatalá, escrita por Kiko Dinucci, interpretação e produção de Metá Metá

Figurino: Fábio Namatame

be yourself – everyone else is already taken (2025)

Concepção, Dramaturgia e Coreografia: Michael Bugdahn e Denise Namura

Figurino: Fabio Namatame

Iluminação: Caetano Vilela

Programa 2: de 26 a 29 de junho

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Classificação: Livre

Autorretrato (2024)

Coreografia: Leilane Teles

Músicas: Grupo krahó, de Indios Krahó, interpretada por Marlui Miranda; Pasha Dume Pae, de Amazon Ensemble; Canto da liberdade, de Akaiê Sramana, interpretada por Akaiê Sramana; Tchori Tchori feat. Uakti, de Marlui Miranda e Índios Jaboti de Rondônia, interpretada por Marlui Miranda, Rodolfo Stroeter, Uakti; Mae Inini (The Power of the Earth), de Amazon Ensemble; Tamburim, de Josy.Anne; Kworo Kango, de Canto Kaiapó, interpretada por Berimbaobab Brasil. 

Produção Musical: Fernando Leite

Figurino: André von Schimonsky

Iluminação: Gabriele Souza

Assistente de Figurino: Wellington Araújo

Aderecista: Satie Inafuku

Consultores para Assuntos Indígenas: Cristiane Takuá e Carlos Papá Mirim Poty

dos SANTOS (2024)

Coreografia: Alex Soares

Músicas: Matais de incêndios, anônimo, interpretado por Vox Brasiliensis e Ricardo Kanji; Partita for 8 voices, No.4 Passacaglia, Caroline Shaw, interpretada por Brad Wells e Roomful of Teeth; Final Parade, Felix Rösch; Obstacle Course, Christophe Zurfluh

Figurino: Cassiano Grandi

Iluminação: Wagner Freire

A Vingança do Flamingo (2025)

Coreografia: Carlos Pons Guerra

Músicas: Tanga, Álbum: A man & his music: El Padrino | Intérprete: Machito | Compositor: Mario Bauza; La familia de Glória, Álbum: Almodóvar Early Films (Original Motion Picture Soundtrack) | Intérprete: Bernardo Bonezzi by Altafonte | Compositor: Bernardo Bonezzi; Ilariê, Albúm: Xuxa em Espanhol | Compositor: Cid Guerreiro, Dito, Ceinha; Bachianas brasileiras No. 5, W 389: I. Ária, Álbum: Villa-Lobos: Bachianas brasileiras No. 5, W 389: I. Ária –  Sibélius: Lounnotar,  Op. 70 – Ravel: Shéhérazade ℗ Sony Classical | Intérprete: Carl Stern, Leonard Bernstein, Netania Davrath, New York Philharmonic | Compositor: Heitor Villa-Lobos Manuel Bandeira Ruth Valadares Corréa; Chancha Via Circuito  – Ilaló (Ft. Mateo Kingman), Álbum: Bienaventuranza  | Intérprete: Chancha Vía Circuito · Mateo Kingman ℗ 2018 | Compositor: Pedro Canale; Herbie MannMachito & His Afro Cubans, Álbum: Mozamba | Intérprete: Herbie MannMachito & His Afro Cubans | Compositor: Herbie Mann;Lamento Borincano, Intérprete: Chavela Vargas | Compositor: Rafael Hernandez; Arrastran el cadáver (From “Volver”), Albúm: Volver (Banda Sonora Original) | Intérprete: Alberto Iglesias | Compositor: Alberto Iglesias; Los Pastores, Álbum: Bienaventuranza  | Intérprete: Chancha Vía Circuito · Mateo Kingman ℗ 2018 | Compositor: Pedro Canale

Figurino: Fernanda Yamamoto

Iluminação: Wagner Freire

Programa 3: de 3 a 6 de julho

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Classificação: Livre

Les Sylphides (Chopiniana) (2021)

Coreografia: Ana Botafogo, a partir da obra de 1909 de Mikhail Fokine (1880-1942)

Assistência de Remontagem: Duda Braz e Teresa Augusta

Professora de Interpretação: Vivien Buckup

Música: Frédéric Chopin (1810-1849)

Iluminação: André Boll

Figurino: Tânia Agra

Cenografia: Fábio Namatame

Visagismo: Augusto Sargo

Casa Flutuante (2024)

Coreografia: Beatriz Hack

Músicas: Boi nº1, Foli Griô Orquestra com Cacau Amaral; Nordavindens Klagesang, de Vàli; Giardini Di Boboli, de Manos Milonakis feat. Jacob David e Grégoire Blanc; Encruzilhada, de Tulio; e Marie, de Cristobal Tapia De Veer – mixagem por Renan Lemos.

Figurinos: Balletto

Ataraxia (2025)

Coreografia: George Céspedes

Assistência de Coreografia: Aymara Rodrigues

Músicas: Trilha original de George Céspedes; Count To Six And Die (The Vacuum Of Infinite Space Encompassing), de Marilyn Manson e John Lowery, The Golden Age Of Grotesque, de Brian Warner e Tim Skold, ambas interpretadas por Marilyn Manson; Candil De Nieve, de Raúl Torres, interpretada por Pablo Milanés.

Figurino: Marco Lima

Iluminação: André Boll

*Atenção: a obra apresenta cena com efeito estroboscópico que pode afetar espectadores fotossensíveis.

(Com Rafaela de Carvalho Eufrosino/Associação Pró-Dança)