Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

Continuar lendo...

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

[ARTIGO]: Como a IA e as redes sociais afetam o senso crítico?

São Paulo, por Kleber Patricio

Alexandre Pierro. Foto: Divulgação.

Por Alexandre Pierro — Soa improvável imaginar nossa sociedade vivendo suas rotinas sem o uso dos inúmeros recursos digitais que temos atualmente, entre os quais podemos destacar a inteligência artificial (IA) e as redes sociais. Seja para fins profissionais ou de lazer, essas tecnologias estão presentes em diversas tarefas do nosso dia a dia – e, por mais benefícios incontestáveis que tragam, também estão impactando, negativamente, o senso crítico das pessoas. Um efeito preocupante que pode gerar consequências ainda maiores se não for devidamente compreendido e combatido.

Ambos os recursos estão fortemente presentes em nosso país. Em 2024, como exemplo, dados do Datareportal identificaram que o Brasil contava com 144 milhões de usuários ativos em redes sociais, representando 66,3% da população total. Quanto ao uso da IA, o cenário não poderia ser diferente: três a cada quatro brasileiros utilizam essa tecnologia no trabalho, segundo uma pesquisa feita pela Opsos e pelo Google – considerada como algo crucial para lidar com informações complexas e encontrar soluções inovadoras para os desafios empresariais.

Nem toda tecnologia, contudo, apresenta apenas vantagens. Mesmo que amplamente utilizadas pela sociedade, a IA, como exemplo, apresenta um enorme desafio de ampliação no que diz respeito ao seu consumo energético. Estima-se que é necessário usar mais de 10 vezes energia para uma pesquisa em IA em comparação aos buscadores tradicionais. Nas redes sociais, o empecilho é quanto à disseminação e fake news, o que se mostra cada vez mais difícil no âmbito de polarização global.

Tanto em médio quanto longo prazo, há uma desvantagem mais preocupante quanto ao uso excessivo desses recursos, que poderá impactar, severamente, o foco e senso crítico das pessoas. Isso porque, todo dia, somos expostos a uma enxurrada de informações (pandemia de informação), cuja análise e verificação acaba se tornando um grande desafio sem a devida orientação de mecanismos seguros para isso.

Com o foco dos usuários gradativamente sendo prejudicado, esse senso crítico se torna cada vez mais difícil de ser aplicado. Afinal, em um mundo cada vez mais instantâneo, é complexo separar tempo de qualidade para aprofundar o tema e verificar se ele está correto ou não. Saber, em outras palavras, “minerar” e separar o “joio do trigo” no que tange as informações recebidas no dia a dia.

Indo além desse impacto na superficialidade nas informações, muitos estudos acadêmicos mostram uma correlação do aumento da ansiedade e depressão por conta da utilização massiva das redes sociais, além de correlação a outros distúrbios associados pelas diversas horas conectados e plugados em uma tela. Foi o que mostrou o Panorama da Saúde Mental 2024, realizado pelo Instituto Cactus em parceria com a AtlasIntel – o qual informou que 45% dos casos de ansiedade em jovens de 15 a 29 anos estão relacionados ao uso intensivo dessas plataformas.

No mercado, a falta desse senso crítico também tende a prejudicar a inovação, que é criada e investida, principalmente, para solucionar dores e problemas da sociedade. Uma das grandes “entradas” para gerar a inovação é o conhecimento sobre algo; porém, quando não entendemos esse algo e delegamos essa análise para uma tecnologia, muito se perde no processo, elevando o impacto na criação de novos produtos, serviços, processo e, consequente, na inovação.

Estamos em um cenário delicado em que é preciso conciliar, de forma saudável e inteligente, o uso dessas tecnologias em nosso cotidiano, sem que afetem nosso senso crítico e desencadeiem impactos severos para a população e todo o mercado. E, no que tange as empresas, a melhor forma de evitar ou mitigar esses problemas é a utilização de modelos de governança destinados a analisar cada um desses pontos e fornecer orientações mais precisas sobre como usufruir desses recursos da melhor maneira possível.

Um dos modelos que mais vem se destacando nesse sentido é a ISO de Inovação, metodologia recém-publicada que visa analisar todas as oportunidades e ameaças do mercado e de tecnologias para gerar a inovação dentro das organizações. Ela fornece as melhores diretrizes a serem seguidas por cada empresa, de modo a conquistar seus objetivos e aspirações de destaque competitivo.

Não há como eliminar a IA ou as redes sociais das nossas rotinas, o que exige uma alta responsabilidade de manuseá-las com inteligência, de forma que sejam aliadas benéficas, ao invés de tecnologias prejudiciais ao senso crítico da população. Com esse discernimento e o apoio de metodologias robustas nesse sentido, teremos em mãos soluções altamente eficazes para nossas tarefas.

Alexandre Pierro é mestre em gestão e engenharia da inovação, bacharel em engenharia mecânica, física nuclear e especialista de gestão da PALAS, consultoria pioneira na ISO de Inovação na América Latina.

(Com Nathalia Benintani/Informamidia)

Revolução de 1932: os símbolos da resistência que marcaram a história de São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Combatentes constitucionalistas de São Paulo, durante levante de 1932. Foto: Reprodução/Wikicommons.

No último dia 9 de julho, o estado de São Paulo homenageou a Revolução Constitucionalista de 1932, movimento que entrou para a história como a maior mobilização armada paulista contra o governo federal. A revolta, que durou cerca de três meses, tinha como principal objetivo exigir uma nova Constituição para o país, em um momento de instabilidade política sob a liderança de Getúlio Vargas.

Milhares de paulistas, entre civis e militares, aderiram à causa. Entre os símbolos desse levante estão os jovens Mário Martins de Almeida, Euclides Miragaia, Dráusio Marcondes de Souza e Antônio Camargo de Andrade, que deram origem à sigla M.M.D.C. Dois deles, Martins e Dráusio, foram sepultados no Cemitério da Consolação após serem mortos durante as manifestações em maio daquele ano. Posteriormente, na década de 1950, os restos mortais foram transferidos para o Obelisco Mausoléu do Ibirapuera, onde permanecem até hoje, junto a outros combatentes.

Cemitério da Consolação. Foto: Consolare.

O Cemitério da Consolação é um dos mais tradicionais da capital paulista e desempenha um papel relevante na preservação da memória da cidade. Além dos monumentos e jazigos de personalidades históricas, o espaço abriga importantes obras de arte tumular, assinadas por nomes consagrados.

A Consolare, concessionária que faz a gestão do local, oferece visitas mediadas ao público todas as segundas-feiras, às 14h, conduzidas por Francivaldo Gomes, conhecido como Popó. Há mais de duas décadas, ele apresenta aos visitantes histórias e curiosidades que conectam a arte funerária à história de São Paulo. “As visitas mostram que o cemitério é muito mais do que um lugar de despedida. É um espaço onde a história da cidade ganha vida, onde cada túmulo pode contar uma trajetória que ajuda a entender São Paulo e quem somos hoje”, afirma Popó.

Os passeios revelam ao público uma nova forma de olhar para os cemitérios, como espaços de memória, cultura e reflexão sobre a trajetória da cidade e de seus moradores.

Visitação mediada

Todas as segundas-feiras do mês ocorre uma visita mediada no cemitério da Consolação, os ingressos são disponibilizados de forma gratuita semanalmente.

Onde: Cemitério da Consolação (R. da Consolação, 1660 – Consolação, São Paulo)

Quando: todas as segundas-feiras

Quanto: Gratuito – Reservar ingresso no Sympla.

(Com Agatha Alves dos Santos/FSB Comunicação)

Livro conta história da Idade Média através das mulheres apagadas na “versão oficial”

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro.

A Idade Média é vista como uma época sanguinária de vikings, santos e reis – uma sociedade patriarcal que oprimia e excluía as mulheres no que ficou conhecida como a “Idade das Trevas”. Apesar disso, ao investigar um pouco mais a fundo, percebe-se que a realidade não era bem assim: diversas mulheres foram importantes e influentes nos mais diferentes campos. Em “Femina”, que chega às livrarias pelo selo Crítica da Editora Planeta, a historiadora e documentarista Janina Ramirez propõe uma nova versão do período que revela como as mulheres foram excluídas da história e por que isso ainda importa nos dias de hoje.

Ao analisar documentos históricos, a autora desenterrou os nomes de inúmeras mulheres influentes riscados com a palavra “femina” anotada ao lado. Ou seja, ao ordenar que livros fossem queimados, obras de arte destruídas e novas versões de mitos, lendas e registros fossem produzidos, os guardiões do passado manipularam a visão da história para apagar os vestígios e a importância dessas figuras femininas. Indo além dos registros oficiais, a obra de Ramirez revela o verdadeiro impacto de mulheres como Jadwiga, a única rainha mulher da Europa; Margery Kempe, que explorou sua imagem e história para garantir sua notoriedade; Hildegarda de Bingen, a maior sábia e polímata medieval; Birka, uma guerreira viking cujo esqueleto havia sido atribuído a um homem; entre outras.

“Não estou reescrevendo a história. Uso os mesmos fatos, números, eventos e evidências aos quais sempre tivemos acesso, combinados com avanços e descobertas recentes. A diferença é que estou mudando o foco. Agora são os personagens femininos, em vez dos masculinos, que estão enquadrados. Ambos atuam nas narrativas, e só podemos compreender verdadeiramente uns em relação aos outros. […] Abordar o passado por meio das vidas e histórias de mulheres nos oferece um prisma único, através do qual é possível encontrar perspectivas inovadoras e ignoradas”, escreve Janina Ramirez sobre seu trabalho em Femina.

FICHA TÉCNICA

Título: Femina

Autora: Janina Ramirez

Tradução: Ana Maria Fiorini

ISBN:

Páginas:

Preço livro físico: R$86,00

Selo Crítica, Editora Planeta.

SOBRE A AUTORA

Janina Ramirez é docente, pesquisadora, autora e apresentadora. Ela é pesquisadora de História da Arte no Harris Manchester College, da Universidade de Oxford, e professora visitante de Estudos Medievais na Universidade de Lincoln. Janina também é uma documentarista premiada, com 15 anos de experiência escrevendo e apresentando para a BBC, Sky Arts e Arte. Lecionou nas universidades de York, Warwick e Winchester, no Museu Vitória e Albert e na Universidade de Oxford. Ela também é membro da Royal Historical Society e da Royal Society for the Arts. Femina é seu primeiro lançamento pelo selo Crítica da Editora Planeta.

SOBRE O SELO CRÍTICA

Lançado na Espanha em 1976 e presente no Brasil desde 2016, o selo é referência em títulos de alta qualidade nas áreas de história, ensaios e divulgação científica. Com autores de renome internacional, como Niall Ferguson, Mary Beard e Noam Chomsky, também publica algumas das vozes mais influentes do pensamento brasileiro, incluindo Carlos Fico, Pedro Rossi, Tatiana Rossi e Marco Antonio Villa. Uma marca que combina excelência acadêmica com acessibilidade, trazendo ao público obras que informam, provocam e inspiram.

(Fonte: Editora Planeta)

Espetáculo “Aonde Está Você Agora?” estreia em São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Texto de Regiana Antonini inspirado em música do Legião Urbana estreia no dia 31 de julho. Fotos: Divulgação.

A peça “Aonde Está Você Agora?” chega aos palcos de São Paulo com estreia marcada para o dia 31 de julho e segue em cartaz até o dia 28 de agosto, sempre às quintas-feiras, às 20h30, na Casa de Artes SP. O texto é de Regiana Antonini, a direção, de Marinho Moraes e, no elenco, Felipe Camacho e Marcos Moraes. O espetáculo retrata o poder da amizade e da memória, com inspiração na música “Vento no Litoral”, da banda Legião Urbana.

A trama acompanha a trajetória de Pedro e Gabriel, dois garotos que apesar das diferenças sociais, desenvolvem uma profunda amizade, mas se separam na juventude, mantendo contato apenas através de memórias, pensamentos e um “Livro da Sorte”. A história se desenrola ao longo de sete anos, com passagens entre as cidades de Vila Velha, no Espírito Santo, e Nova Iorque, nos Estados Unidos, nas décadas de 80 e 90. Os flashbacks revelam momentos marcantes da juventude e os sonhos que os uniram.

Esta é a primeira vez que a autora Regiana Antonini, conhecida por seu olhar poético e delicado sobre as relações humanas, apresenta esta montagem na cidade de São Paulo, que já passou por diversas cidades brasileiras e algumas cidades no exterior. A produção também marca a estreia do diretor Marinho Moraes, que dirige sua primeira peça teatral, Marinho é conhecido por dirigir diversas novelas infanto-juvenis no SBT, como Cúmplices de um Resgate, Poliana e A Infância de Romeu e Julieta.

No palco, Felipe Camacho estreia no teatro dando vida ao personagem Gabriel. Natural de Niterói, o cantor e ator de 28 anos iniciou a carreira artística após atuar como jogador de futebol profissional. Hoje se divide entre a música e o teatro, com formação em instituições como CAL, Tablado e Escola de Atores Wolf Maya.

Marcos Moraes, 38 anos, dá vida ao personagem Pedro. Com uma carreira teatral e passagens pela TV, Marcos é formado pelo Teatro Escola Macunaíma e soma mais de 12 espetáculos no currículo, além de experiências como assistente de direção e diretor de curta-metragem.

A montagem tem duração de 60 minutos, com classificação livre e é uma realização da produtora Sonhos em Ação, em parceria com a empresa de assessoria MM Estratégia de Imagem. A primeira versão do espetáculo foi montada em 1995 e, desde então, a peça já ganhou 12 montagens diferentes, emocionando plateias de várias regiões do país.

Serviço:

Peça Aonde Está Você Agora?

Texto: Regiana Antonini

Direção geral: Marinho Moraes

Elenco: Felipe Camacho e Marcos Moraes

Curta temporada: 31/07 a 28/08

Dias: Quintas-feiras, às 20:30h

Duração: 60 minutos

Classificação: Livre

Produção: Sonhos em Ação e MM Estratégia de Imagem.

Local: Casa de Artes SP – Rua Major Sertório, 476, – Vila Buarque – São Paulo / SP.

Valor: À partir de R$ 40,00

Ingressos disponíveis em: Link

Cupom de desconto (10% OFF): AONDEESTAVOCEAGORA.

(Com Jefferson Jorge de Almeida Gomes/MM Estratégia de Imagem)

Nando Reis apresenta “Nando Hits” em outubro no Suhai Music Hall

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Carol Siqueira.

As composições de Nando Reis, um dos grandes nomes da música popular brasileira, atravessam gerações. Com mais de 40 anos de carreira, o artista criou canções que vão muito além do entretenimento: elas emocionam, despertam memórias e tocam a sensibilidade do público como poucos conseguem. A turnê “Nando Hits” revisita os principais sucessos de sua trajetória e já passou por diversas cidades no Brasil e no exterior, incluindo Nova York e Boston, nos Estados Unidos. Em outubro, será a vez do público paulista reviver esses clássicos na Suhai Music Hall, em São Paulo.

O roteiro do show parte da conexão pessoal de Nando com suas obras e inclui faixas como “Dois Rios”, parceria com Samuel Rosa e Lô Borges, “Onde Você Mora”, com Marisa Monte, e o clássico “All Star”.

A turnê conta ainda com a participação especial de Sebastião Reis, filho de Nando e integrante da banda COLOMY, que assume o violão e os vocais. Completam a formação: Eduardo Schuler (COLOMY) na bateria, Walter Villaça nas guitarras, Felipe Cambraia no baixo e Alex Veley nos teclados.

Foto: Felipe Maior.

Além dos sucessos que marcaram gerações, Nando segue ativo na criação de novas músicas. No ano passado, lançou o álbum quádruplo Uma Estrela Misteriosa Revelará o Segredo. Desafiando as tendências do mercado fonográfico, o cantor optou por lançar o projeto completo em um box especial em vinil, ao mesmo tempo em que disponibilizou suas quatro partes gradualmente nas plataformas de streaming, permitindo que o público absorvesse cada detalhe da obra com calma e atenção. Algumas dessas canções, como “Azul Febril”, também integram o repertório desta nova turnê.

Nando Reis se apresenta no dia 31 de outubro, às 22h, na Suhai Music Hall, em São Paulo. Os ingressos já estão disponíveis pelo link https://www.ticketstore.com.br/d/smh-nando-reis.  Mais informações no serviço abaixo.

SERVIÇO:

NANDO REIS – NANDO HITS

SUHAI MUSIC HALL

Av. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba, São Paulo – SP | Shopping SP Market

www.suhaimusichall.com.br | https://www.instagram.com/suhaimusichall/

DATA E HORA

31 de outubro (sexta-feira)

Abertura da casa: 20h

Show: 22h

Duração: 1h30 minutos

Classificação: Proibida a entrada de menores de 16 anos. Permitida a entrada de maiores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Ar-condicionado

Acessibilidade

INGRESSOS (ver valores abaixo)

Pelo link https://www.ticketstore.com.br/d/smh-nando-reis

CAPACIDADE

Mesas: até 3.774 pessoas

COMO CHEGAR

A Suhai Music Hall está localizada dentro do Shopping SP Market, com acesso direto pela Av. das Nações Unidas e ao lado da estação Jurubatuba da CPTM (Linha 9 – Esmeralda). O local também conta com entrada interna pelo shopping, fácil acesso à Marginal Pinheiros, além de pontos sinalizados para embarque e desembarque de aplicativos e táxis.

ESTACIONAMENTO

Mais de 3.000 vagas com segurança 24h
Para verificar valores, clique aqui.

INGRESSOS

Ticket Store (online): www.ticketstore.com.br

Pagamento via cartão de crédito, débito ou PIX.

SETOR                                             INTEIRA          MEIA-ENTRADA (50%)

VIP PLATINUM                                 R$ 440                 R$ 220

VIP GOLD                                            R$ 400                 R$ 200

PLATEIA CENTRAL                          R$ 340                 R$ 170

PLATEIA LATERAL 1                        R$ 250                 R$ 125

PLATEIA LATERAL 2                        R$ 250                 R$ 125

PLATEIA 3                                           R$ 200                 R$ 100

PISO 1 – CAMAROTE SETOR A      R$ 440                 R$ 220

PISO 1 – CAMAROTE SETOR B      R$ 420                 R$ 210

PISO 1 – CAMAROTE SETOR C      R$ 360                 R$ 180

PISO 2 – CAMAROTE SETOR A      R$ 440                 R$ 220

PISO 2 – MEZANINO ESQUERDO R$ 380                 R$ 190

PISO 2 – MEZANINO DIREITO 1   R$ 380                 R$ 190

PISO 2 – MEZANINO DIREITO 2   R$ 350                 R$ 175

PISO 2 – MEZANINO CENTRAL     R$ 280                 R$ 140

PISO 2 – CAMAROTE SETOR C      R$ 260                 R$ 130.

(Com Valentina Dewers/Agência TAGA)