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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Onde há fumaça, há dragões – e uma princesa disposta a arder por eles

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro. Fotos: Divulgação/VR Editora.

No reino de Imirath, dragões não eram vistos desde os tempos em que os deuses caminhavam entre os mortais. Até que cinco ovos considerados fósseis eclodem diante da princesa Elowen Atarah, selando um vínculo mágico e inquebrável entre ela e as criaturas. Temeroso pelo novo poder da filha, o rei tenta destruir essa conexão, mas provoca a morte da rainha e condena a garota ao cativeiro. Aprisionada por anos no castelo, longe dos dragões, ela é resgatada em uma fuga ousada. Agora adulta, está pronta para voltar e se vingar de quem a feriu.

Escrito pela autora best-seller Olivia Rose Darling, “A Fúria das Chamas” traz uma história de coragem, desejo e redenção. Nesta romantasia, Elowen retorna a Imirath determinada a derrotar o próprio pai, resgatar os dragões que considera sua verdadeira família e salvar seu povo da fome. Para isso, a protagonista se vê obrigada a unir forças com Cayden Veles, comandante do reino de Vareveth e homem mais intimidador do continente. Mas o que começa como uma aliança estratégica se transforma lentamente em um relacionamento intenso, cheio de tensão e envolvimento emocional, com cenas hot e química de tirar o fôlego.

Acho que o amor nem sempre se mostra deixando a pessoa amada ir embora; às vezes se revela a seguindo até os confins do mundo, por mais traiçoeira que possa ser a jornada. (A fúria das chamas, p. 304)

Com ritmo envolvente, personagens complexos e uma ambientação rica da alta fantasia, este lançamento mergulha o leitor em um universo onde o poder se conquista com sangue e o amor pode ser mais perigoso que a guerra. Repleta de momentos de ação, diálogos afiados e erotismo, a narrativa aborda temas como vingança, lealdade, traições, busca por justiça, traumas familiares e conflitos políticos. A autora também não poupa passagens de violência física e psicológica, mas trata isso com responsabilidade e foco no empoderamento de Elowen, uma mulher disposta a tudo para proteger e libertar aqueles que ama.

A partir das tropes literárias forced proximity, slow-burn e enemies-to-lovers, Olivia Rose Darling entrega um romance arrebatador entre aliados relutantes que se apaixonam em meio ao caos. Uma prova de que as relações mais importantes são aquelas construídas com os companheiros de batalha, e nem sempre pelos laços sanguíneos. Este é o primeiro volume da duologia Fear the Flames, que chega para leitores brasileiros pela Plataforma21 em edição especial de pintura trilateral.

Ficha técnica:

Título: A fúria das chamas

Título original: Fear the flames

Autora: Olivia Rose Darling

Editora/selo

ISBN do livro físico: 978-65-5008-052-5

ISBN do e-book: 978-65-5008-053-2

Edição/ano: 1ª/2025

Gênero: Romantasia

Público-alvo: A partir de 18 anos

Número de páginas: 284

Preço: R$ 89,90

Onde encontrar: Amazon | Plataforma21 – E-commerce | Principais livrarias do Brasil.

Sobre a autora | Olivia Rose Darling passou a infância entre Nova York e Manchester, nos Estados Unidos. Desde pequena, desenvolveu uma paixão pela escrita – estava sempre rabiscando poemas e contos em todos os lugares, desde guardanapos a cadernos escolares. Olivia se formou em Inglês com especialização em Escrita Criativa na Pace University. O Senhor dos Anéis, sua série de filmes favorita na juventude, despertou sua obsessão por fantasia. Tornar-se autora e ter uma vida repleta de palavras e magia sempre foi seu sonho. A fúria das chamas, seu romance de estreia, é a realização desse desejo. Instagram: @itslivdarling

Sobre a editora | A Plataforma21 é o resultado do carinho da VR Editora pelos jovens leitores. E tudo começou com a publicação do best-seller Maze Runner. São 8 anos oferecendo o que há de melhor em aventura, romance, fantasia e cultura pop na literatura de entretenimento.
Instagram: @plataforma21_ / @VReditorabr | TikTok:  @plataforma21_.

(Com Gabriela Cuerba/LC Agência de Comunicação)

Cláudio Lacerda e Rodrigo Zanc fazem tributo a Pena Branca e Xavantinho no CCSP

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Adriano Rosa.

No dia 14 de agosto de 2025 (quinta-feira), às 19h, com entrada gratuita, o Centro Cultural São Paulo — ao lado da estação Vergueiro do Metrô — será palco de um emocionante espetáculo em homenagem à inesquecível dupla Pena Branca e Xavantinho, ícones da música caipira. O show marca o lançamento do EP Tributo a Pena Branca e Xavantinho, projeto dos cantores e compositores Cláudio Lacerda (@claudiolacerdaoficial) e Rodrigo Zanc (@rodrigozanc), que se unem para reviver a essência da música de raiz brasileira, e convidam o público a uma viagem musical cheia de poesia, memória e afeto — celebrando a vida no campo, os sons do interior e a riqueza da nossa cultura.

O repertório traz releituras de clássicos eternizados por Pena Branca e Xavantinho que compõem o EP: “Vaca Estrela e Boi Fubá” (Patativa do Assaré), “Chuá Chuá” (Pedro Sá e Ari Pavão), “Triste Berrante” (Adauto Santos), “Bandeira do Divino” (Ivan Lins e Victor Martins) e “Jardim da Fantasia” (Paulinho Pedra Azul). E inclui ainda canções que tocam na alma brasileira, como: “Cio da Terra” (Milton Nascimento/Chico Buarque), “Vide, Vida Marvada” (Rolando Boldrin), “Romaria” (Renato Teixeira), “Cuitelinho” (Paulo Vanzolini), “Cálix Bento” (D.P. adapt. Tavinho Moura) e “Você Vai Gostar” (Elpídio dos Santos).

Claudio Lacerda e Rodrigo Zanc. Foto: Adriano Rosa.

O tributo é um gesto de carinho e respeito à memória de uma das duplas mais importantes da música caipira. Com sensibilidade, autenticidade e a mesma paixão pelo Brasil rural que guiava Pena Branca e Xavantinho, Cláudio e Rodrigo mantêm viva essa herança, em um espetáculo marcado por histórias, causos, ritmos e melodias que refletem a beleza do interior do nosso país.

O projeto nasceu de forma simbólica: a última apresentação de Pena Branca em vida, no dia 25 de janeiro de 2010, foi ao lado justamente de Cláudio e Rodrigo, em uma roda de violas no Teatro do SESC Pompeia. Dias depois, o cantor faleceu. O que era para ser uma nova proposta de turnê em trio transformou-se, por respeito e afeto, neste Tributo a Pena Branca e Xavantinho, que desde então percorre os palcos do Brasil.

Cláudio Lacerda, com mais de 20 anos de carreira, é conhecido por defender com paixão a cultura caipira. Idealizador do projeto ConSertão, que une orquestra sinfônica à música sertaneja de raiz, ele já dividiu palco com mestres como Rolando Boldrin, Dominguinhos, Renato Teixeira e o próprio Pena Branca.

Rodrigo Zanc, violeiro e cantador de alma brasileira, tem seu trabalho profundamente enraizado na tradição oral e musical do interior do país. Com dois discos lançados e participação constante em festivais e programas de TV, como o “Sr. Brasil”, Zanc é referência na nova geração da música regional. Informações: www.instagram.com/claudiolacerdaoficial e www.instagram.com/rodrigozanc.

Serviço:

Tributo a Pena Branca e Xavantinho – Com Cláudio Lacerda e Rodrigo Zanc

Quando: 14 de agosto de 2025 (quinta-feira), às 19 horas – Duração: 90 minutos.

Onde: Centro Cultural São Paulo – CCSP – Sala Adoniran Barbosa – Rua Vergueiro 1000, Paraíso, São Paulo/SP Não possui estacionamento. Capacidade: 400 pessoas. Classificação Livre – Grátis.

Ficha Técnica – Músicos: Bruno Bernini (percussão), Cláudio Lacerda (violão e voz), Ricieiri Nascimento (Contrabaixo) e Rodrigo Zanc (viola caipira e voz). Assessoria de imprensa: Luciana Gandelini. Produção: Cantoria Produções Artísticas Ltda.

(Com Luciana Gandelini Assessoria de Imprensa)

Embaixada do Reino Unido celebra arquitetura e design britânicos em exposição na Praça dos Três Poderes

Brasília, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

A Embaixada do Reino Unido celebra a arquitetura e o design britânicos em exposição na Praça dos Três Poderes. Aberta ao público de 25 de julho a 29 de setembro, a mostra poderá ser visitada no Espaço Lúcio Costa — localizado na Praça dos Três Poderes — de terça a domingo, das 10h às 18h

A mostra é financiada pela Campanha GREAT Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, uma iniciativa global que convida o mundo a ver as coisas de forma diferente e mostra o que torna o Reino Unido único e influente no cenário global. A exposição conta com a colaboração de renomados parceiros, como os escritórios Foster + Partners, Heatherwick Studio, Elsie Owusu Architects e o Royal Institute of British Architects (RIBA), reunindo fotografias e maquetes de obras icônicas de quatro dos mais influentes nomes da arquitetura britânica: Norman Foster, Thomas Heatherwick, Zaha Hadid e Elsie Owusu.

Sobre a chegada da exposição ao Brasil, a Embaixadora do Reino Unido, Stephanie Al Qaq, destaca: “As indústrias criativas são um motor essencial para o crescimento econômico, e temos orgulho em promover esse intercâmbio entre o Reino Unido e o Brasil. Convidamos todos a explorar esse percurso que une engenhosidade, criatividade e inovação arquitetônica.”

A exposição apresenta marcos do design urbano britânico contemporâneo, reconhecido mundialmente pela liderança na criação e adaptação de espaços inovadores. Os projetos expostos mostram como a arquitetura transforma a relação entre as pessoas e o ambiente urbano, estabelecendo novos paradigmas para as cidades do século XXI. Os quatro arquitetos selecionados trazem propostas que respondem a desafios sociais e ambientais, combinando arte, tecnologia e sustentabilidade para criar espaços que rompem com o convencional e redefinem a interação entre forma e função.

Destaques da mostra:

Norman Foster (Reino Unido, 1935), fundador do Foster + Partners, é referência mundial em arquitetura sustentável. Entre seus projetos emblemáticos está o arranha-céu 30 St. Mary Axe (“The Gherkin”), em Londres (2003), conhecido por sua eficiência energética e uso estratégico da luz natural.

Thomas Heatherwick (Reino Unido, 1970), designer e fundador do Heatherwick Studio, busca humanizar o ambiente urbano com obras que convidam à interação. Seu destaque na mostra é o Vessel, mirante em forma de colmeia localizado em Nova York (2019), que oferece novas perspectivas do rio Hudson.

Zaha Hadid (Iraque/Reino Unido, 1950–2016), fundadora do Zaha Hadid Architects, foi pioneira no design paramétrico, explorando formas fluidas e ousadas. Entre seus projetos mais reconhecidos estão o One Thousand Museum, em Miami (2019), e o Centro Aquático de Londres (2012), inspirado no movimento das ondas.

Elsie Owusu (Gana/Reino Unido, 1953), diretora do Elsie Owusu Architects, destaca-se por incorporar cultura local, acessibilidade e sustentabilidade em seus projetos. A restauração da Suprema Corte do Reino Unido (2009) é um exemplo notável dessa abordagem.

Aberta ao público de 25 de julho a 29 de setembro, a mostra poderá ser visitada no Espaço Lúcio Costa — localizado na Praça dos Três Poderes — de terça a domingo, das 10h às 18h.

A exposição conta com o apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e da Secretaria de Relações Internacionais do Distrito Federal — uma parceria que reforça o diálogo internacional e valoriza os patrimônios arquitetônicos local e global.

Sobre a Campanha GREAT Grã-Bretanha e Irlanda do Norte

A Campanha GREAT Grã-Bretanha e Irlanda do Norte (“GREAT”) aprimora a reputação internacional do Reino Unido e impulsiona o crescimento econômico em todo o país, incentivando o público internacional a visitar, estudar, fazer negócios, investir, viver e trabalhar no Reino Unido.

De educação de alto nível e inovação de ponta a experiências de viagem de tirar o fôlego e oportunidades de negócios, o Reino Unido é um polo de criatividade, diversidade e ambição. Seja para visitar, investir, estudar ou colaborar, a campanha GREAT apresenta o melhor que o Reino Unido tem a oferecer, abrindo portas para novas possibilidades e conexões globais. Saiba mais.
(Com Michelle Horovits/Embaixada do Reino Unido)

Cine Dom José, no centro, é palco para “Sinfonia Capital – em tempos de segunda mão”, obra inspirada no livro “O Fim do Homem Soviético”

São Paulo, por Kleber Patricio

Cena do espetáculo. Foto: Cia. LCT.

Celebrando 20 anos de atuação na cidade de São Paulo, o grupo teatral Cia. LCT e o quarteto à Deriva estreiam o espetáculo “Sinfonia Capital – em tempos de segunda mão”. A temporada acontece no Cine Dom José, entre os dias 31 de julho e 31 de agosto, com sessões de quinta a domingo, às 20h, totalizando 20 apresentações. O ponto de encontro com o público é na Galeria Olido (R. Dom José de Barros, 312 – República).

A peça é livremente inspirada no livro “O Fim do Homem Soviético” (2013), da escritora bielorrussa, vencedora do Nobel de Literatura de 2015, Svetlana Alexijévich. A dramaturgia foi construída por Carlos Canhameiro, que está em cena ao lado de Beto Sporleder, Daniel Gonzalez, Daniel Muller, Guilherme Marques, Michele Navarro, Paula Mirhan, Rodrigo Bianchini e Rui Barossi.

Para explorar os escombros afetivos e ideológicos do pós-socialismo, a montagem recria, dentro do cinema, uma típica cozinha soviética, transformando o espaço íntimo em um território também político, onde vozes, memórias e fantasmas dividem o pão com o presente. O cenário é assinado por José Valdir Albuquerque e aposta na cor vermelha, inspirado na obra “Desvio para o Vermelho”, de Cildo Meireles. Ao longo do espetáculo, o grupo prepara conservas de tomate ao vivo, em referência à tradição russa; ao final, os potes podem ser adquiridos pelo público.

Em funcionamento desde 1976, o Cine Dom José é um conhecido cinema adulto. “Estamos hospedados no Cine Dom José desde 2009, e realizar uma peça dentro da sala de cinema é um sonho antigo. Acredito que, para o público, será um encontro inusitado entre linguagens artísticas distintas — arquitetura, teatro, música, cinema — além de gerações e histórias quase esquecidas”, comenta Canhameiro.

Sobre a encenação

A narrativa do espetáculo se organiza como uma sinfonia em quatro movimentos — ideia que, inclusive, inspirou o título da obra. Nesse contexto, a música não serve apenas como trilha, mas conduz a encenação. “Uma sinfonia costuma ser composta por quatro movimentos. Seguimos essa estrutura para criar a peça, variando os temas presentes no livro de Svetlana. Há um prólogo, seguido por movimentos que exploram a cozinha política — espaço de conspiração e reflexão soviética —, o amor, a cultura e, por fim, um réquiem”, explica o dramaturgo.

A Cia. LCT e o quarteto À Deriva mantêm uma parceria criativa há 13 anos, e em Sinfonia Capital é a música que estrutura a dramaturgia da peça. A montagem explora as características estéticas do quarteto — com ênfase na improvisação sonora — em diálogo com a voz da cantora Paula Mirhan, combinando canções experimentais e atmosferas que transitam entre o épico e o intimista. Neste contexto, o cinema se transforma também em palco para um concerto musical.

Definida como uma ficção documental, “Sinfonia Capital” investiga o que resta após o colapso do mundo soviético e de um modo de vida – e o que ainda resiste a desaparecer. A cada movimento da sinfonia, tensionam-se as fronteiras entre política, intimidade e arte.

Com esse mosaico de vozes, a Cia. LCT e o quarteto À Deriva reforçam a ideia de que a memória coletiva se constrói, sobretudo, a partir das experiências individuais e dos relatos de pessoas comuns — mais do que pelos grandes acontecimentos históricos. “Svetlana desenvolve em seus livros um trabalho minucioso de escuta e reconstrução da memória e do passado. Como seria inviável levar todos os depoimentos do livro O fim do homem soviético para o palco, buscamos compreender o método da autora e criar nossa própria experiência cênica, partindo da ideia de que o fim, na verdade, é uma ilusão”, explica Canhameiro.

O trabalho conta com interlocuções cênicas de Maria Thaís, Jé Oliveira e Janaina Leite. O projeto foi contemplado pela 43ª Edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura.

Atividade paralela – Cine Conserto

A Cia. LCT também se destaca por suas produções audiovisuais em parceria com a Brutaflor Filmes. Como parte das comemorações de seus 20 anos, a companhia exibirá gratuitamente quatro obras cinematográficas na sala de cinema do Cine Dom José.

As exibições contarão com trilha sonora ao vivo do quarteto À Deriva e intervenções cênicas dos atores e atrizes da companhia. As obras escolhidas são o documentário Medusa in Conserto e as videoartes Música para Poltronas Vazias, in.verter à deriva e omuroreverorumo. Cada título terá três sessões, sempre às segundas, terças e quartas-feiras, às 20h, ao longo do mês de agosto. O ponto de encontro com o público será na Galeria Olido. Entrada gratuita.

Sinopse

Sinfonia Capital – em tempos de segunda mão é a nova criação da Cia. LCT com o quarteto À Deriva, celebrando 20 anos de trajetória conjunta. Livremente inspirada em O fim do homem soviético, de Svetlana Aleksiévitch, a peça ocupa o Cine Dom José, transformado em cozinha soviética, e propõe uma sinfonia em quatro movimentos onde música e memória constroem a cena. Entre ruínas afetivas e ecos históricos, a peça é uma elegia documental sobre o que resiste a desaparecer em tempos de vidas de segunda mão.

Ficha Técnica

Encenação: Cia. LCT & quarteto À Deriva

Dramaturgia: Carlos Canhameiro a partir do livro O fim do homem soviético, de Svetlana Aleksiévitch

Elenco: Beto Sporleder, Carlos Canhameiro, Daniel Gonzalez, Daniel Muller, Guilherme Marques, Michele Navarro, Paula Mirhan, Rodrigo Bianchini e Rui Barossi

Criação musical e música ao vivo: quarteto À Deriva e Paula Mirhan

Iluminação: Daniel Gonzalez

Cenário: José Valdir Albuquerque

Figurinos: Anuro e Cacau Francisco

Interlocução cênica: Janaina leite, Jé Oliveira e Maria Thaís

Pensamento Corporal: Andreia Yonashiro

Preparação vocal e canto: Yantó

Videocenografia: Vic von Poser

Técnico de som: Pedro Canales

Técnico de luz: Cauê Gouveia

Produção: Mariana Pessoa

Assistência de produção: Leonardo Inocêncio

Estagiária: Beatriz Guelfi

Estudos teóricos: Elena Vassina, Jean Tible, Marcela Morgana e Mario Ramos Francisco

Apoio: FJ Cines

Este projeto foi contemplado pela 43ª Edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura.

Serviço:

Sinfonia Capital – em tempos de segunda mão

Data: 31 de julho a 31 de agosto, de quinta a domingo, às 20h

Local: Cine Dom José – ponto de encontro: Galeria Olido (entrada lateral)

Endereço: Rua Dom José de Barros, 312 – República, São Paulo – SP

Atenção – Ingressos reservados somente pela Sympla. Não há bilheteria física no local e não poderá entrar após o início do espetáculo. A meia-entrada é R$20; a inteira R$40

Duração: 90 minutos

Classificação: 14 anos

Capacidade: 50 lugares

Acessibilidade: o espaço não conta com infraestrutura acessível para pessoas com dificuldade de locomoção.

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Assessoria de Imprensa)

Casa Pacheco Leão apresenta Duo Quintes & Lima com voz, violão e poesia

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Marco Lima.

A Casa Pacheco Leão recebe neste sábado (26) o duo de câmara Quintes & Lima, formado pela cantora Alessandra Quintes e o violonista Marco Lima. O concerto acontece nos jardins da Casa, localizada no Jardim Botânico do Rio, em dois horários, às 11h e às 15h, e é gratuito. O repertório transita por diferentes épocas e culturas, e traz a delicadeza da música de câmara como ambientação por entre ervas, sabores e aromas.
“Pensamos em um repertório que criasse uma ponte entre culturas e emoções. A delicadeza do chá nos inspirou a escolher músicas que também convidam à pausa, à contemplação e à escuta sensível. Queremos que o público sinta a poesia de cada nota, como se fosse um aroma que se espalha no ar”, destaca a cantora.

O duo apresentará obras que vão do Renascimento ibérico ao século XX, passando por canções de Manuel de Falla, temas folclóricos de Benjamin Britten e o romantismo do século XIX com os lieder de Franz Schubert. Além disso, Alessandra também interpreta peças que fazem parte do cancioneiro brasileiro de compositores como Heitor Villa-Lobos, César Guerra-Peixe e Waldemar Henrique. “Mais do que uma apresentação, essa é uma experiência para os sentidos. A música, assim como o chá, tem o poder de aquecer, acolher e conectar. É esse encontro que queremos proporcionar ao público”, conclui Alessandra.

Sobre os artistas

Foto: Felipe Felizardo.

Natural de São Gonçalo e criada em Niterói, a atriz e mezzo-soprano Alessandra Quintes atuou em montagens premiadas e passou por palcos consagrados como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Sala Cecília Meireles, Teatro João Caetano, entre outros. Além disso, a bacharel em Canto pela UNIRIO se apresentou ao lado de importantes orquestras sinfônicas e é também preparadora vocal em produções teatrais e televisivas.

O violonista Marco Lima, também niteroiense, possui trajetória internacional, com formação na Alemanha e doutorado em Música pela UFRJ. Premiado em concursos nacionais e internacionais, já se apresentou em diversos países da Europa e integra importantes formações camerísticas, além de manter colaborações com nomes relevantes da música erudita.

Serviço:

Música na Casa Pacheco Leão – Duo Quintes & Lima

Data: sábado, 26 de julho

Horários: 11h e 15h

Gratuito (não é preciso adquirir ingresso para o arboreto)

Jardim Botânico do Rio de Janeiro – Rua Jardim Botânico, 1008.

(Com Fernanda Misailidis/Mis Comunicação)