Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Arte & Cultura

Rio de Janeiro

Etc e Tal transforma “Dom Quixote” em uma experiência visual arrebatadora e reafirma a força da mímica brasileira no cenário contemporâneo

por Kleber Patrício

Uma das companhias mais importantes do teatro físico brasileiro, a carioca Etc e Tal apresenta Dom Quixote, espetáculo infanto-juvenil sem palavras que reinventa o clássico de Miguel de Cervantes por meio da mímica, da comicidade gestual e de uma sofisticada dramaturgia visual. A estreia acontece no dia 7 de março de 2026 no Teatro Glaucio […]

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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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“Entre gigantes: uma experiência no Museu Nacional” celebra os 207 anos da instituição

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Felipe Cohen.

O Museu Nacional/UFRJ e os parceiros do Projeto Museu Nacional Vive (cooperação técnica entre a UFRJ, a Unesco e o Instituto Cultural Vale) apresentam a programação especial “Entre Gigantes: uma experiência no Museu Nacional”.

A iniciativa convida o público a acessar temporariamente – pela primeira vez após o incêndio de 2018 – três ambientes internos da sede do Museu, o Paço de São Cristóvão, que está em obras. De 2 de julho a 31 de agosto, os visitantes vão apreciar os avanços no restauro do palácio; reencontrar um acervo icônico, o meteorito Bendegó; e conhecer uma conquista recente da instituição: o esqueleto de um cachalote, com 15,7 metros de comprimento, afixada na nova claraboia do edifício.

Foto: Diogo Vasconcellos.

“Esta é uma programação que evidencia a resiliência dos trabalhadores do Museu, a excelência das ações de restauro que estão em andamento e, claro, a relevância científica dos nossos acervos para ampliação do acesso ao conhecimento. É um momento histórico: poder, mesmo que por pouco tempo, abrir uma pequena parte do palácio para visitação. Toda a sociedade está convidada a participar dessa nova fase do Museu”, afirma Alexander Kellner, diretor do Museu Nacional/UFRJ.

Para Lucia Basto, gerente executiva do Projeto Museu Nacional Vive, “é ainda uma oportunidade para dialogar sobre as conquistas e os desafios desta reconstrução. Além da claraboia sobre a escadaria monumental, será possível apreciar também alguns elementos artísticos restaurados na sala do Bendegó que, mesmo antes do incêndio, estavam encobertos por camadas de tinta”, adianta.

A experiência sugere uma trilha que articula natureza, patrimônio e arte. O Bendegó – um gigante com mais de cinco toneladas – e outros exemplares da coleção de meteorítica são o ponto de partida. Neste primeiro momento, o visitante encontrará ainda obras de Gustavo Caboco, artista visual wapichana, que ressignificou o meteorito para produzir uma série de trabalhos artísticos em conjunto com sua família.

Foto: Felipe Cohen.

Já no pátio da escadaria monumental, a observação do cachalote é resultado de um trabalho especializado de restauro e preparação do material biológico que durou cerca de dois meses, e envolveu procedimentos como consolidação óssea, pintura e até reposição de algumas estruturas esqueléticas do cetáceo. Além do içamento e da afixação de peças, que somam cerca de três toneladas. O Museu está lançando uma campanha para que a população dê um nome ao cachalote, o maior da América do Sul a ser exibido.

A terceira e última sala é dedicada à história do Museu e à reconstrução do palácio, destacando aspectos arquitetônicos e de restauro, expondo acervos originais como duas esculturas de mármore de Carrara; originais e réplicas de ornamentos artísticos; e uma série de imagens sobre o cotidiano do trabalho na obra.

Foto: Felipe Cohen.

As visitas ao Museu acontecerão de terça a domingo, de 2 de julho a 31 de agosto, de forma gratuita, por meio de agendamento e retirada de ingressos na plataforma Sympla através deste link. 

Parceiros institucionais reafirmam a importância da programação

O Reitor da UFRJ, Roberto Medronho, destaca que “o Museu Nacional é uma instituição que orgulha o Brasil e que nem o incêndio de 2018 foi capaz de impedir a pesquisa, a produção e a divulgação de conhecimentos científicos, como demonstra esta experiência que lançamos agora”.

Para Mariângela Menezes, presidente da Associação Amigos do Museu Nacional (SAMN), “o diálogo com as diversas expressões da nossa cultura e o desenvolvimento de ações educativas como esta reafirmam a missão do Museu Nacional, que tem se fortalecido neste processo de reconstrução, marcado pela interação entre parceiros do poder público e da iniciativa privada”.

Foto: Felipe Cohen.

De acordo com a diretora e representante da Unesco no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto, a programação “reafirma o papel dos museus como um espaço de educação e diálogo. Além disso, alia a preservação do patrimônio a soluções arquitetônicas inovadoras, proporcionando ao público uma experiência ímpar, que valoriza o conhecimento científico e a riqueza cultural”.  

Já o diretor do Instituto Cultural Vale, Hugo Barreto, afirma que “a reconstrução do Museu é um dos maiores projetos culturais em atividade no país e que ações temporárias como esta, mesmo com o prédio ainda em obras, é sinal do compromisso de todos os envolvidos em manter viva a relação do nosso Museu mais emblemático com o seu público, e de devolver plenamente a instituição para a sociedade o quanto antes”.

Status da reconstrução do Museu Nacional/UFRJ

Concluídos:

Fachadas e coberturas dos blocos 1, 2 e 3 restauradas

80% dos telhados do Paço estão refeitos

75% das fachadas de todo o palácio restauradas

Claraboia sobre a escadaria monumental de mármore instalada

Esculturas centenárias de mármore de Carrara restauradas. Réplicas já instaladas no coroamento do palácio.

Centenas de réplicas de ornamentos artísticos e históricos produzidas

Projetos técnicos de arquitetura e complementares concluídos. Entre eles: Arquitetura e Restauro do palácio e seu prédio anexo; e recuperação dos jardins históricos. Estão em desenvolvimento os projetos de Museografia, Comunicação Visual e Acessibilidade Universal.

Em andamento:

Reforma e ampliação do prédio Alípio de Miranda Ribeiro (anexo ao palácio)

Reforço estrutural de vãos e consolidação de alvenarias nos blocos 2 e 3

Execução de lajes nos blocos 2 e 3

Instalação de sistemas de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) e captação de águas pluviais.

Orçamento:

O orçamento do Projeto Museu Nacional Vive é de 516,8 milhões de reais (sem considerar recomposição do acervo). Deste total, foram captados R$ 347,2 milhões (67% da meta). Resta captar: R$ 169,6 milhões (33% da meta).

Sobre o projeto Museu Nacional Vive

Foto: Felipe Cohen.

O Projeto Museu Nacional Vive é resultado de uma cooperação técnica entre a UFRJ, a Unesco e o Instituto Cultural Vale. Conta com apoio financeiro do BNDES, patrocínio platina do Bradesco e da Vale; patrocínio prata do Itaú; patrocínio bronze da Eletrobras e da Cosan; apoio da Rede Itaú, do Ministério da Educação (MEC), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Congresso Nacional e Governo Federal, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Saiba mais no site do Projeto.

(Com Ana Luisa da Rocha Lima/Trevo Comunicação)

Rua da Música: Pedreira Paulo Leminsky vai ganhar ampliação

Curitiba, por Kleber Patricio

Projeto Rua da Música. Imagens: Divulgação.

Considerada o maior espaço para shows ao ar livre da América Latina, a Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba (PR), se prepara para ampliar suas atividades neste mês de julho. O complexo vai inaugurar a Rua da Música, uma iniciativa da DC Set Group que vai integrar programação artística contínua, mirante, estúdio de gravação, área infantil, centros expositivos, ambientes de convivência e, claro, operações gastronômicas.

“O nascimento da Rua da Música e todas as novas atrações que traz consigo neste novo momento do Parque Jaime Lerner representam um marco histórico no coração da Pedreira Paulo Leminski e da Ópera de Arame. Curitiba acolhe, se reinventa e se projeta como referência no cenário cultural, do turismo e do entretenimento”, afirma Helinho Pimentel, CEO e sócio da DC Set no Parque.

Ernesto Music Hall.

Para oferecer uma opção de lazer e gastronomia única aos curitibanos e turistas, os restaurantes da Rua da Música, que terão capacidade para comportar, em média, 70 pessoas sentadas em cada, foram pensados para unir ritmos, sabores e design, potencializando a experiência no espaço que abrirá as portas no dia 18 de julho.

A ambientação de cinco das seis casas conta com assinatura do arquiteto André Henning, considerado uma das principais referências do Brasil na “arquitetura de negócios” e conhecido por projetos que unem arquitetura, cenografia, funcionalidade e narrativa. “Convidei o André depois de uma conversa em que ele apresentou o conceito e os 3Ds. Eu já havia gostado dos projetos, mas o resultado superou o que vimos na tela: uma entrega real, encantadora e acima das expectativas. Espero que essa parceria siga por muito tempo”, diz Helinho Pimentel.

Mustang Sally.

Nos restaurantes, o profissional propõe uma abordagem singular para o conjunto: cada restaurante foi pensado como uma extensão sensorial de um ritmo musical, materializando sons em formas, cores, texturas e experiências. “Cada casa tem uma personalidade e uma trilha sonora”, explica André Henning, que ficou também responsável pela ambientação externa da Rua da Música, desde o projeto de iluminação até o mobiliário do espaço.

Conheça os projetos

Começando nos embalos do jazz e R&B, a ambientação do Ernesto Music Hall, novo conceito de uma das mais relevantes marcas da gastronomia italiana curitibana, conta com atmosfera clássica, paredes revestidas com painéis monumentais, cortinas vermelhas, madeira envernizada e um piano ambientado no espaço. Já o Mustang Sally aposta no universo tex-mex, que domina seu cardápio, e do rock’n’roll, com uso de cores fortes, elementos metálicos, muitas curvas e referências ao emblemático diner norte-americano. Na sequência, o samba e o pagode ganham destaque no Bar CanaBenta, clássico da boemia curitibana, com luminárias instaladas em pandeiros, que foram desenhados especialmente para o espaço. O piso é de ladrilho hidráulico; os cobogós amarelos remetem à década de 1970; e as grades de ferro completam a estética de uma casa brasileira típica. “É um projeto que fala de memória afetiva e que celebra o nosso cotidiano com humor e identidade”, destaca o arquiteto.

CanaBenta.

Já o Olaria, que chega à Pedreira após muito sucesso no Parque Barigui, assume um tom mais suave: arquitetura leve, paleta terrosa e clima de final de tarde ao som de MPB. Por fim, o Rosso, bar inédito em Curitiba, surge como o grande representante do espírito de festival. Estrutura metálica aparente, tecidos esvoaçantes e um palco integrado compõem o ambiente pensado para receber apresentações musicais de diferentes estilos.

“Posso afirmar, sem medo de errar, que as operações da Rua da Música levam os projetos mais prazerosos da minha carreira. Foi muito satisfatório e gratificante trabalhar em algo tão grandioso, que em breve fará parte da história da cidade de Curitiba. Um espaço tão especial que une nomes como Paulo Leminski e Jaime Lerner, dois ícones brasileiros”, celebra André Henning.

Exposição Geração Pedreira

Rosso.

Além da Rua da Música, André Henning é responsável pela assinatura da arquitetura e ambientação da exposição permanente “Geração Pedreira”, que contará a história da Pedreira Paulo Leminski, passando pela inauguração, desativação e renascimento como um dos principais símbolos culturais da cidade. O museu terá fotos históricas, objetos de artistas e depoimentos de quem já passou pelo palco mais famoso da capital paranaense.

“O que mais me atrai nesse projeto é a possibilidade de construir uma memória viva. Mais um ‘pedacinho’ do Parque Jaime Lerner que eu terei a honra de contribuir diretamente. Não vejo a hora de ver o público usufruindo de toda essa estrutura que foi planejada nos mínimos detalhes”, completa o arquiteto.

(Com Fernanda Glinka/P+G Comunicação)

Theatro Municipal inaugura exposição em parceria com o Consulado do Uruguai

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Mercedes Davison – Entre el verde y el rosa – Óleo sobre tela – 60 x 80 cm.

No dia 1º de julho, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro inaugurou a exposição “Entre o Rio dos Pássaros Pintados e o Rio de Janeiro: Diálogos artísticos uruguaios e fluminenses no Theatro Municipal”, uma parceria com o Consulado do Uruguai no Rio de Janeiro.

A exposição ocupa os espaços do Foyer, Balcão Superior e Galeria, integrando o projeto Más que Arte, uma iniciativa sem fins lucrativos que promove o intercâmbio artístico e cultural entre Brasil e Uruguai. A mostra propõe um diálogo poético e visual entre os países, conectando paisagens, memórias e expressões artísticas.

Carlos Barrera – En El Parao – Acrílico sobre tela – 60 x 80 cm .

Quem quiser prestigiar a exposição, precisa assistir aos espetáculos no Theatro ou participar da visita guiada. O público terá acesso a partir do dia 2 de julho e poderá conferir até o dia 24 de agosto.

(Com Cláudia Tisato/Assessoria de imprensa TMRJ)

Público de exposição do Museu do Jardim Botânico já plantou mais de 800 jacarandás-da-bahia

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação MJB.

A exposição “Mata Atlântica: in-finitos encantos”, em cartaz no Museu do Jardim Botânico, localizado na zona sul do Rio de Janeiro, já gerou um importante impacto para a conservação ambiental: a germinação de mais de 800 sementes de jacarandá-da-bahia (Dalbergia nigra), árvore nativa da Mata Atlântica e ameaçada de extinção devido à intensa exploração de sua madeira.

As sementes, plantadas por visitantes entre março e junho deste ano, deram origem a mais de 560 mudas, atualmente em cultivo no Horto Florestal do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Em breve, essas jovens árvores serão doadas a organizações especializadas em reflorestamento da Mata Atlântica, contribuindo diretamente para a recuperação do bioma.

A partir deste mês, os visitantes poderão plantar sementes de papo-de-peru (Aristolochia gigantea), nova espécie nativa disponibilizada na exposição. A iniciativa reforça a importância da participação coletiva e da educação ambiental na preservação da biodiversidade, conectando cultura, ciência e sustentabilidade.

(Com Luisa Mattos/Alter Conteúdo)

Nova exposição da Japan House São Paulo apresenta transição da construção pré-fabricada japonesa e iniciativas de moradia sustentável

São Paulo, por Kleber Patricio

Construção pré-fabricada japonesa. Foto: Tomoyuki Kusunobe.

Pré-fabricação é um método construtivo em que parte ou todos os componentes de uma construção são produzidos em uma fábrica e, posteriormente, montados no local da obra. A construção de casa pré-fabricada japonesa, que alia o design à otimização dos materiais, possibilitou maior eficiência ao sistema de construção e contribui para uma maior qualidade de vida aos moradores e à comunidade. A partir de 1º de julho, a Japan House São Paulo traz exemplos dessa inovação nipônica para o andar térreo de sua sede na Avenida Paulista em “Anatomia pré-fabricada: um morar no Japão”. A exposição apresenta o universo das inovadoras construções pré-fabricadas japonesas atuais a partir de um modelo em tamanho real e maquetes. Também compõe a mostra uma linha do tempo com os principais marcos na história das construções pré-fabricadas no Japão, desde os anos 1950 até os dias atuais, desenvolvida especialmente para a JHSP por Yoshikuni Shirai, professor convidado especial da Faculdade de Meio Ambiente e Estudos da Informação da Universidade de Keio e Editor-chefe da revista Sustainable Japan Magazine by The Japan Times.

No espaço expositivo, a curadoria de Natasha Barzaghi Geenen, diretora cultural da JHSP, apresenta parte de uma casa, em escala real, criada pela Vuild. O modelo apresentado faz parte da série Nesting, na qual o próprio cliente consegue projetar sua casa a partir de modelos preestabelecidos que estão disponíveis em um aplicativo e, a partir da madeira processada por meio da fabricação digital, consegue montá-la em colaboração com sua família e amigos. Junto da casa, a exposição apresenta também suas peças, elementos construtivos, separadamente, como se decupasse essa construção, evidenciando sua anatomia.

Foto: Hayato Kurobe.

Além disso, a exposição traz também a maquete da Marebito no ie, outra iniciativa da Vuild que busca revitalizar regiões montanhosas com população em declínio, propondo a construção de alojamentos de propriedade compartilhada, visando a circulação contínua de pessoas nessas áreas, em um modelo de vida que vai além do turismo, mas que não chega a ser uma residência definitiva. O projeto, que utiliza tecnologia de fabricação digital, visa otimizar o uso de recursos florestais locais, utilizando a madeira dessas regiões para a construção da casa e de seus móveis, priorizando o uso da madeira lamelada cruzada (também chamada de madeira CLT), como alternativa ao concreto.

Como exemplo de inovações das casas pré-fabricadas com o foco na segurança, proteção e prevenção de desastres e conforto, a exposição também apresenta um modelo tátil que demonstra um tipo de sistema de isolamento térmico, que reduz a influência da temperatura externa, evita a condensação dentro das paredes e diminui os custos relativos aos sistemas de aquecimento e resfriamento, demonstrando a avançada tecnologia japonesa.

Foto: Hayato Kurobe.

“O objetivo é permitir que o público se familiarize com dimensões de alguns modelos de moradias contemporâneas do Japão, ao mesmo tempo em que pode refletir sobre como essas soluções podem ser adaptadas ao contexto brasileiro. Nossa proposta é fomentar o debate sobre novas formas de construir, incentivando parcerias entre Brasil e Japão para desenvolver modelos cada vez mais sustentáveis de habitação inteligente”, afirma a curadora Natasha.

Já no espaço externo da JHSP, o público é convidado a experimentar alguns elementos inspirados nas habitações tradicionais japonesas, como os cômodos com características flexíveis e personalizáveis, delimitados por portas de correr chamadas de “fusuma” e pisos cobertos por tatames. Crianças e adultos poderão brincar de reconfigurar os espaços com estruturas móveis como uma forma de aprender na prática sobre esses conceitos e vivenciar essa espacialidade. Ainda sobre a exposição, Natasha comenta: “Mais do que uma preocupação com recursos e design, nossa ideia é conectar os visitantes a esse senso de responsabilidade forte que os japoneses têm, de que são parte de um todo e que suas ações devem contribuir para uma melhor condição da sociedade. Esses modelos de habitação mostram a preocupação com o todo, com a comunidade e o meio em que vivem, indo muito além da estética e da mera empatia”. 

Detalhe de construção pré-fabricada japonesa. Foto: Hayato Kurobe.

Ao longo de todo o período expositivo, a JHSP ainda promoverá palestras, seminários e oficinas com temas diversos ligados à sustentabilidade, reuso de materiais e propostas alinhadas com a exposição Anatomia pré-fabricada: um morar no Japão. A mostra também integra o programa JHSP Acessível, oferecendo recursos táteis, audiodescrição e vídeo em libras para proporcionar acessibilidade a todos os visitantes.

Serviço:

Exposição Anatomia pré-fabricada: um morar no Japão

Período: 1º de julho a 12 de outubro de 2025

Local: Japan House São Paulo, térreo – Av. Paulista, 52 – São Paulo/SP

Horário de funcionamento: terça a sexta, das 10h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h

Entrada gratuita. Reservas online antecipadas (opcionais) no site.

Sobre a Japan House São Paulo (JHSP)

A Japan House é uma iniciativa internacional com a finalidade de ampliar o conhecimento sobre a cultura japonesa da atualidade e divulgar políticas governamentais. Inaugurada em 30 de abril de 2017, a Japan House São Paulo foi a primeira a abrir suas portas, seguida pelas unidades de Londres e Los Angeles. Estabelecida como um dos principais pontos de interesse da celebrada Avenida Paulista, a JHSP destaca em sua fachada proposta pelo arquiteto Kengo Kuma, a arte japonesa do encaixe usando a madeira Hinoki. Desde 2017, a instituição promoveu mais de 48 exposições e cerca de mil eventos em áreas como arquitetura, tecnologia, gastronomia, moda e arte, para os quais recebeu mais de 3,5 milhões de visitantes. A oferta digital da instituição foi impulsionada e diversificada durante a Pandemia de Covid-19, atingindo mais de sete milhões de pessoas em 2020. No mesmo ano, expandiu geograficamente suas atividades para outros estados brasileiros e países da América Latina. A JHSP é certificada pelo LEED na categoria Platinum, o mais alto nível de sustentabilidade de edificações.

Confira as mídias sociais da Japan House São Paulo:

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Instagram: https://www.instagram.com/japanhousesp

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(Com Bruna Janz/Suporte Comunicação)