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Casa Triângulo recebe mostra ‘Jardim Flamejante’, de Rafael Chavez, inspirada na força criativa da caatinga paraibana

Indaiatuba, por Kleber Patricio

A dança dos vaga-lumes, 2025. Foto: Filipe Berndt/Cortesia Casa Triângulo.

A artista plástica autodidata Rafael Chavez, natural de Santa Luzia, no Vale do Sabugi – território reconhecido por sua importância arqueológica, com mais de 25 sítios catalogados pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) – inaugura em 24 de janeiro de 2026 sua nova exposição, ‘Jardim Flamejante’, a primeira individual da artista na Casa Triângulo, reunindo obras que revelam a potência sensorial, espiritual e política do sertão nordestino. A mostra tem texto crítico de Walter Arcela. O projeto articula matéria, território, memória e cosmologia, inscrevendo o trabalho de Chavez em um campo no qual técnica, rito e imaginação se tornam indissociáveis.

Criada em meio à paisagem singular da caatinga, Rafael Chavez desenvolveu uma trajetória artística marcada pela experimentação contínua. Pintura a óleo, acrílica, aquarela, pintura digital, animação, escultura, videoarte e música compõem o repertório que sustenta sua pesquisa visual, sempre movida pela inquietação e pelo desejo de expandir linguagens.

Em seu texto crítico, Walter Arcela destaca que, nas pinturas, Chavez desenvolve uma espacialidade que desloca a lógica clássica da pintura como janela. Em vez de organizar o mundo a partir de um ponto de vista estável, suas imagens sugerem cavidades, interiores e campos que se confundem com o horizonte, dissolvendo a distinção entre dentro e fora. O espaço pictórico emerge como extensão do próprio território, onde o corpo que pinta não se coloca diante da paisagem, mas dentro dela. Muitas obras, de orientação vertical, se lançam como troncos tensionados, soldando chão e céu num mesmo eixo cósmico.

As pinturas de Chavez são uma gramática expositiva do chão que ecoa a aridez e o mistério do sertão a céu aberto. A territorialidade é reforçada por meio da mistificação sem recorrer a obviedades arquetípicas. As obras, majoritariamente verticais, se lançam para cima como troncos tensionados, conectando o plano telúrico ao etéreo. Há nelas uma tentativa constante de soldar céu e chão, como se a forma buscasse alinhar o olhar humano com um eixo mais amplo, cósmico.

As esculturas cerâmicas – botijas, totens, casulos e receptáculos – vieram diretamente do Sertão paraibano, e carregam em suas superfícies uma luminosidade quase corpórea, como se cada uma fosse um campo de radiação de calor e de sentidos. As botijas insinuam volumes que parecem capturar a própria chama, uma luz pela memória arqueológica da caatinga. Os totens que se dobram tornam-se portais; recipientes se oferecem como abrigos densos, onde a luz parece habitar cada dobra da matéria.

Nas obras de Rafael Chaves, o sertão deixa de ser cenário para tornar-se corpo vivo: território de memória, energia e presença. Chavez articula elementos da paisagem sertaneja, da espiritualidade local e das possibilidades arqueológicas da mata da caatinga, criando composições que transcendem a representação figurativa e se aproximam de dimensões simbólicas e afetivas.

A expressão de corpos queer e desviantes é um eixo fundamental de seu trabalho, tensionando normas de identidade e autenticidade. Ao trazer essas corporalidades para o centro de sua produção, a artista desafia estereótipos historicamente associados ao sertão, ressignificando-o como espaço múltiplo, diverso e pulsante.

As obras apresentadas funcionam como portais para reflexões contemporâneas sobre existência, resistência e transformação. A arte de Rafael Chavez celebra as complexidades da vida sertaneja e da experiência humana em toda sua diversidade, convertendo-as em uma euforia vibrante que convoca o público a repensar limites, normatividades e leituras hegemônicas sobre o Nordeste.

A exposição reafirma a relevância de Chavez como uma das vozes mais instigantes da produção artística contemporânea surgida do sertão paraibano, revelando camadas de um território rico, ancestral e profundamente atual. O conjunto configura um jardim ardente, no qual paisagem, cor e calor se condensam em corpos de intensidade.

Assim define Arcela: cinco pontas flamejantes de uma estrela apresentam um trabalho que não separa cosmologia, território e técnica, no qual a arte se afirma como prática material e sensível de ligação entre o humano, o telúrico e o cósmico. 

SERVIÇO

Jardim Flamejante – Rafael Chaves

Texto crítico: Walter Arcela

Abertura: 24 de janeiro de 2026 |14h às 18h

Período da exposição:24 de janeiro a 14 de março
Horário de funcionamento: de terça a sexta das 10h às 19h e sábado das 10h às 17h

Casa Triângulo

Endereço: Rua Estados Unidos 1324, Jardins – São Paulo

Telefone: (11) 3167-5621 | www.casatriangulo.com | info@casatriangulo.com

Entrada gratuita.

(Com Bernadete Druzian/A4&Holofote Comunicação)

Theatro Municipal de São Paulo abre Temporada de Óperas em fevereiro com a remontagem de “O Amor das Três Laranjas”

São Paulo, por Kleber Patricio

Montagem O Amor das Três Laranjas (L’Amour des Trois Oranges) encenada em 2022. Foto: Rafael Salvador.

Em fevereiro, iniciando uma nova temporada de óperas, o Theatro Municipal de São Paulo abre as cortinas com a remontagem de  “L’Amour des Trois Oranges” (O Amor das Três Laranjas), ópera em quatro atos de Sergei Prokofiev, com libreto do próprio compositor baseado na peça homônima de Carlo Gozzi, com participação da Orquestra Sinfônica Municipal e do Coro Lírico Municipal. O mês ainda conta com concertos do Quarteto de Cordas e do Coral Paulistano.

No dia 7, sábado, às 11h, acontece a Lavagem da Escadaria no Theatro Municipal. A Lavagem da Escadaria é uma celebração cultural que dialoga com as tradicionais lavagens que ocorrem na Bahia, como a Lavagem do Bonfim, e na Fran Madeleine, ligadas aos movimentos culturais tradicionais. O evento contará com o ritual de lavagem da escadaria, apresentação de Bloco de Afoxé Ọmọdé Ọba e baianas. Os ingressos são gratuitos, distribuídos com uma hora e meia de antecedência, a classificação é livre e a duração de 240 minutos, sem intervalo.

Lavagem da Escadaria em janeiro de 2025. Foto: Fernanda Stavich.

Coral Paulistano celebra 90 anos de trajetória com o concerto de aniversário Paulistano 90 Anos: Memórias, no dia 12 de fevereiro, às 20h, na Sala do Conservatório. Sob regência de Maíra Ferreira, o programa revisita a história do grupo por meio de obras de compositoras e compositores brasileiros que marcaram sua atuação, estreando mundialmente o Auto de Todo Mundo e Ninguém, de Camargo Guarnieri. Os ingressos custam R$50, a classificação é livre e a duração de 60 minutos, sem intervalo.

No dia 26, quinta-feira, às 20h, o Quarteto de Cordas convida Nelson Ayres na Sala do Conservatório. Formado por Betina Stegmann e Nelson Rios nos violinos, Marcelo Jaffé na viola e Rafael Cesario no violoncelo. O repertório apresentado pelo grupo a ser anunciado. Os ingressos custam R$50 e a classificação é livre.

Encerrando o mês e estreando a Temporada de Óperas, o Theatro Municipal de São Paulo apresenta a remontagem de O Amor das Três Laranjas (L’Amour des Trois Oranges), ópera em quatro atos de Sergei Prokofiev, com libreto do próprio compositor baseado na peça homônima de Carlo Gozzi.

Coral Paulistano. Foto: Rafael Salvador.

Estrondoso sucesso em 2022, a obra retorna ao palco da Sala de Espetáculos entre 27 de fevereiro e 7 de março, em uma temporada que combina humor, fantasia e inventividade musical. A ópera conta a história de um príncipe melancólico, que após ter seu estado de constante preocupação curado, acidentalmente pela Fada Morgana, que o amaldiçoa condenando-o a uma extensa jornada em busca de três laranjas que abrigam uma princesa em cada uma delas. Os ingressos custam R$290, com classificação de 12 anos e duração de 135 minutos, com intervalo.

A Orquestra Sinfônica Municipal e o Coro Lírico Municipal participam da montagem, com Roberto Minczuk na direção musical, Hernán Sánchez Arteaga na regência do Coro Lírico, e Ronaldo Zero na direção cênica, a partir da concepção do ator e diretor Luiz Carlos Vasconcelos, que imprime à ópera referências do circo, das máscaras e da commedia dell’arte.

Quarteto de Cordas. Foto: Larissa Paz.

O elenco reúne nomes como Giovanni Tristacci, Lídia Schäffer, Gabriella Pace, entre outros. Com uma narrativa que flerta com o surrealismo fantástico e uma partitura espirituosa, célebre pela icônica marcha. A remontagem reafirma o caráter único e encantador desta obra, convidando o público a curar, com humor e imaginação, toda e qualquer melancolia.

(Com Letícia Santos/Assessoria de imprensa do Theatro Municipal)

Temporada das Ninfeias no Jardim Botânico de São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Flores, que já foram inspiração para grandes artistas, hoje encantam os visitantes durante o verão paulistano. Fotos: Divulgação.

Janeiro chega a São Paulo com calor intenso, céu aberto e uma recompensa silenciosa para quem desacelera o passo: a temporada das ninfeias no Jardim Botânico. Sobre o espelho d’água formado pelas nascentes do Riacho do Ipiranga, as flores – que surgem em tons de rosa, amarelo e azul – transformam o Lago das Ninfeias no ponto mais “instagramável” do parque.

Maior lago da área de visitação, o espaço concentra um dos momentos mais delicados do verão paulistano. As cores vibrantes das flores contrastam com o verde fechado da mata e criam uma cena que convida à contemplação.

As ninfeias não crescem para fora da água. Vivem sobre ela. Sem caule, desenvolvem-se a partir de rizomas submersos e se abrem com a luz do sol, logo ao amanhecer. Durante a tarde, recolhem-se. As folhas largas flutuam e formam um tapete contínuo, imagem que lembra uma “prima” da região amazônica – a vitória-régia (Victoria amazonica).

No lago do Jardim Botânico convivem três espécies: a ninfeia-amarela (Nymphaea mexicana), a azul (Nymphaea caerulea) e a rosa (Nymphaea odorata). Ao redor delas, libélulas, peixes, borboletas e aves aquáticas – como jaçanãs, biguás, garças e saracuras – completam o cenário, em diálogo com as estufas, o Jardim de Lineu e o Jardim dos Sentidos. Com sorte, também é possível observar bugios, pequenos primatas de pelo avermelhados que vivem livres nas árvores e trilhas.

Inspiração de Monet

As mesmas flores que hoje encantam os visitantes foram a obsessão de Claude Monet por três décadas. O pintor francês produziu mais de uma centena de obras inspiradas nas ninfeias de seu jardim em Giverny, num exercício contínuo de luz, reflexo e cor. Monet morreu em 1926 – dois anos antes da inauguração do Jardim Botânico de São Paulo. Quase um século mais tarde, as ninfeias continuam ali, repetindo seu ritual diário.

Todo mundo paga meia no mês de janeiro

Janeiro também trouxe promoções imperdíveis para todas as atrações do complexo do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (PEFI). Confira:

– Jardim Botânico – ingresso avulso antecipado por R$19,95, válido para todos os dias da semana. O valor no dia é de R$39,90

– Zoológico de São Paulo – ingresso avulso antecipado por R$49,95, válido para todos os dias da semana. O valor no dia é de R$99,90

– Simba Safari – ingresso avulso antecipado por R$59,95, válido de segunda à sexta-feira. Ingresso avulso antecipado nos finais de semana por R$89,90. O valor no dia é de R$119,90 (necessário agendar o horário de visita)

– Combo com quatro atrações – Zoo SP, Jardim Botânico, Simba Safari e Mundo Dino – de R$319,60 por R$129,90, na compra antecipada. O valor no dia é de R$ 139,90

– Combo com cinco atrações – Zoo SP, Jardim Botânico, Simba Safari, Mundo Dino e Acqua Zoo – de R$359,50 por R$119,90 na compra antecipada. O valor no dia é de R$149,90.

Serviço:

Funcionamento dos parques a partir do dia 20 de dezembro:

Zoo São Paulo: aberto todos os dias das 8h30 às 17h30 (visitação até às 18h30);

Jardim Botânico: aberto todos os dias das 9h às 17h (visitação até às 18h);

Simba Safari: aberto todos os dias das 8h às 17h30 (visitação até às 18h30).

Site para compra de ingressos – Zoo SP e Simba Safari

Endereços: Zoológico de São Paulo: Av. Miguel Estefno, 4241 – Água Funda.

Jardim Botânico de São Paulo: Av. Miguel Estefno, 3031 – Água Funda.

(Fonte: Zoológico de São Paulo)

Semana do Piano Brasileiro acontece de 26 a 31 de janeiro em Sorocaba

Sorocaba, por Kleber Patricio

Lucas Thomazinho. Foto: José Luiz de Souza.

A 12ª Temporada de Música Clássica de Sorocaba inicia 2026 com a Semana do Piano Brasileiro, uma programação especial que articula formação e performance, tendo o piano como fio condutor da música clássica produzida no Brasil. A Semana acontece de 26 a 31 de janeiro e envolve três oficinas e três recitais – tudo gratuito.

As oficinas, que são abertas a todos os públicos e acontecem na Unesp Sorocaba, são conduzidas pelo Prof. Dr. Sergio Molina, compositor e pesquisador referência nos estudos sobre música brasileira. Os encontros propõem uma escuta aprofundada do piano, conectando tradição europeia, modernidade e matrizes populares brasileiras a partir de obras de Beethoven, Villa-Lobos, Tia Amélia e Ernesto Nazareth. As atividades são gratuitas e não exigem conhecimento prévio.

Inscrições gratuitas: WhatsApp MdA International – (15) 3211-1360 ou diretamente pelo link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe5uwA3WekuYExVgM-EiV9Qoet4ljfion7PUx0MBs7MASv46g/viewform.

PROGRAMAÇÃO OFICINAS

26 de janeiro (segunda-feira) | 19h

BEETHOVEN: Sonata para Piano nº 23 em Fá menor, Op. 57, “Apassionata” [1806]

O sentido de unidade na música instrumental

27 de janeiro (terça-feira) | 19h

VILLA-LOBOS: Prelúdio e Ária das Bachianas Brasileiras No.4 [1930]

O diálogo das encruzilhadas: música moderna, música clássica e música popular

28 de janeiro (quarta-feira) | 17h

TIA AMÉLIA: Jaboatão [1953] e ERNESTO NAZARETH: Escorregando [1923]

Matrizes rítmicas africanas e harmonias europeias no piano brasileiro no século XX

Local das oficinas: Unesp Sorocaba – Av. Três de Março, 511.

RECITAIS | Teatro do Sesi Sorocaba

R. Gustavo Teixeira, 369

Entrada gratuita – Os ingressos para os recitais estarão disponíveis a partir de 16 de janeiro, gratuitamente, pelo site do SESI.

A programação artística acontece no Teatro do Sesi Sorocaba, com três recitais de pianistas de destaque nacional e internacional. Lucas Thomazinho apresenta um repertório que dialoga entre o clássico europeu e a música brasileira; Clélia Iruzun, pianista brasileira radicada em Londres, traz sua reconhecida atuação internacional e a defesa do repertório nacional, e Cristian Budu encerra a semana com um programa inteiramente dedicado ao piano brasileiro, reunindo obras e compositores fundamentais.

PROGRAMAÇÃO RECITAIS

29 de janeiro (quinta-feira) | 20h

Lucas Thomazinho, piano

30 de janeiro (sexta-feira) | 20h

Clélia Iruzun, piano

31 de janeiro (sábado) | 20h

Cristian Budu, piano

A 12ª Temporada de Música Clássica de Sorocaba é apresentada pelo Ministério da Cultura, com patrocínio da Vitafor, em parceria com o Sesi Sorocaba e a Unesp Sorocaba. Conta com direção artística e produção executiva de Marco de Almeida, produção da MdA International e é realizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).

(Com Beatriz Deboni/MdA Assessoria)

Tóquio lidera crescimento entre brasileiros em 2025 e se consolida como tendência de viagem para 2026

São Paulo, por Kleber Patricio

Tóquio é o destino que mais cresce entre brasileiros, e passeio ao Monte Fuji lidera vendas na cidade. Fotos: Divulgação/Civitatis.

O comportamento do viajante brasileiro segue em constante transformação e os dados de 2025 já ajudam a antecipar as grandes tendências para 2026. Um levantamento da Civitatis, plataforma de reservas de visitas guiadas e experiências turísticas presente em mais de 160 países, revela os destinos que registraram o maior crescimento percentual em reservas no último ano e que devem continuar em alta nos próximos meses.

O ranking é liderado por Tóquio, que confirmou a tendência e registrou crescimento de +346%, seguida especialmente por destinos do centro e leste europeu, com Zurique, na Suíça alemã (+212,9%); Viena, capital da Áustria (+115,7%); e a polonesa Cracóvia (+114,0%) na lista.

Para Alexandre Oliveira, Country Manager da Civitatis Brasil, o movimento reflete um viajante mais curioso, conectado e disposto a explorar destinos além do óbvio. “Os dados e a presença de passeios como o Museu Belvedere, em Viena, e Auschwitz, na Polônia, entre os mais vendidos mostram que o brasileiro está cada vez mais aberto a experiências culturais profundas, cidades que misturam tradição e modernidade e destinos que oferecem boa infraestrutura com vivências autênticas. Esse crescimento ajuda a antecipar o que estará no radar em 2026”, afirma.

Destinos clássicos, hype nas redes sociais, leste europeu e Auschwitz

Auschwitz é o passeio mais vendido de Cracóvia, na Polônia, colocando o país no ranking de destinos que mais crescem entre brasileiros.

O hype nas redes sociais ajuda a explicar o ranking. Destinos como Tóquio e Seul (+107,9%) ganham força impulsionados por conteúdos virais ligados à cultura pop oriental, gastronomia e tecnologia, além de destinos de natureza, como na Excursão ao Monte Fuji, o passeio mais reservado por brasileiros na capital japonesa.
No centro e leste europeu, Zurique surpreendeu na segunda colocação, com destaque para a excursão para os vilarejos pitorescos de Interlaken e Grindewald, ao passo que Viena viu o Ingresso para o Museu Belvedere ser o passeio mais vendido para brasileiros, colocando o destino na quarta colocação. Cracóvia, na Polônia, é a grande surpresa na lista, impulsionada pelo passeio para Auschwitz.

Alguns clássicos entre os brasileiros também surpreenderam com crescimento expressivo, como Orlando (+199,7%), que voltou ao centro das atenções com a abertura do Universal Epic Universe, novo parque da rede e passeio mais vendido da Civitatis na cidade, e San Andrés (+111,7%), no Caribe colombiano, que segue atraindo viajantes com praias de águas cristalinas e clima agradável durante todo o ano, com passeios como a Excursão a Johnny Cay.

Em oitavo na lista aparece a Cidade do Panamá (+109,3%), que se consolida como escala estratégica para destinos do Caribe e da América do Norte, combinando atrativos de natureza, compras e cultura urbana. Completam o top 10 a cidade de Cairo, capital do Egito, e Oranjestad, capital de Aruba.

Ranking: os 10 destinos que mais cresceram em reservas de brasileiros em 2025

1 – Tóquio (+346,0%)

2 – Zurique (212,9%)

3 – Orlando (+199,7%)

4 – Viena (+115,7%)

5 – Cracóvia (+114,0%)

6 – San Andrés (+111,7%)

7 – Cidade do Panamá (+109,3%)

8 – Seul (+107,9%)

9 – Cairo (+102,6%)

19 – Oranjestad (+100,9%).

(Fonte: Civitatis)