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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Rica gastronomia e belezas naturais: conheça mais sobre os atrativos turísticos da Comunidade Quilombola Povoado do Moinho

Alto Paraíso de Goiás, por Kleber Patricio

Com aproximadamente 500 habitantes, o local é um retrato da diversidade de um povo que aprendeu a fazer da sua história uma fonte alternativa de renda, oferecendo hospitalidade, cultura e comida farta aos visitantes. Foto: Arquivo MTur.

Situado no coração do Cerrado, na Chapada dos Veadeiros (GO), o Povoado Quilombola do Moinho, em Alto Paraíso de Goiás é um roteiro cultural que encanta os visitantes com suas paisagens exuberantes e rica herança histórica. Ao explorar o Povoado do Moinho, os turistas têm a oportunidade única de vivenciar o que há de melhor na gastronomia, artesanato e hospitalidade daquele povo.

Ao chegar no local, os visitantes são convidados a explorar a rica história do povoado. Com aproximadamente 500 habitantes, a comunidade foi fundada em um antigo moinho de água do século XVIII, e mantem tradições de práticas agrícolas sustentáveis, preservando conhecimentos sobre plantas medicinais e tornando-se guardiãs do cerrado nativo. “Esta é uma comunidade que existe há mais de 250 anos e, depois da certificação da Fundação Zumbi dos Palmares, em 2014, as pessoas têm nos procurado para conhecer mais sobre as histórias do que nossos pais faziam, nossos avós faziam e o que a gente aprendeu; então hoje poder trabalhar e tirar renda do que a gente faz no dia a dia é gratificante e o Projeto tem um cuidado muito grande com isso”, destacou o presidente da Associação Quilombola Povoado do Moinho, Lucas Moura.

Ao acordar, quem visita a comunidade pode ter sua primeira experiência com um café com prosa. Em uma mesa repleta de variedades feitas pela anfitriã, Dona Irany, o turista saboreia as delícias enquanto ouve as ricas histórias do Moinho e da sua família. Então se prepare para saber tudo sobre o povoado e sua gente.

Depois da refeição reforçada, chega a hora de conhecer as paisagens do cerrado em um passeio a cavalo. No caminho, é possível apreciar mirantes, percorrer riachos e até mesmo parar para um refrescante banho de cachoeira.

O paladar é aguçado a cada experiência. Caldo de cana de açúcar, leite e temperos se misturam em uma receita que dá forma ao “Tijolo”: doce tradicional da comunidade. Os amantes de doce podem, ainda, serem recebidos na varanda da Dona Conceição e do Sr. Domingos, que dão as boas-vindas aos visitantes para a preparação e degustação do doce de leite cortado. Uma delícia.

Já é meio-dia, hora do almoço, e a parada obrigatória é na Dona Conceição. Por lá, os visitantes encontram uma saborosa comida caseira – frango ensopado e carne de panela são os principais pratos servidos. Para a sobremesa, nada melhor que a Rapadura do Moinho, uma herança cultural da comunidade.

Ao longo do dia, outros encantos fazem parte do roteiro, como o legado dos trançados com a fibra de bananeira, que é uma tradição trazida pelo Sr. Donato, marido da Dona Flor, raizeira e parteira no Moinho. Na oficina, os visitantes aprendem o processo básico da elaboração de esteiras de fibra de bananeira tecidas no tear. Outros trabalhos manuais também fazem parte das experiências, como a confecção de tapetes no tear da varanda de Dona Santina.

Para o lanche da tarde, opções não faltam, como o Pão de Queijo do Moinho. Nesta oficina, os visitantes conhecem uma receita do alimento feita pela Dona Irany, que aprendeu com sua avó. Outra opção é o Sucoco Lanches, que se encontra em local privilegiado, em frente a uma bela floresta do Cerrado, no caminho para as cachoeiras dos Anjos e dos Arcanjos, ou as delícias da Dona Cici, com a oficina de chips de banana, batata doce e mandioca.

Para fechar o dia, é chegada a hora de relembrar as memórias da infância. No Moinho, as Bonecas Quilombolas têm uma história de luta e resistência. Muitos anos atrás, as meninas da comunidade brincavam com espigas de milho imaginando as bonecas. Hoje, elas são fontes de renda para a comunidade local.

Além de sua riqueza cultural, o Povoado do Moinho está localizado nas margens do Rio São Bartolomeu, entre as serras imponentes do Paranã e da Água Fria. Cercado por rios cristalinos, cachoeiras e colinas, o local oferece uma paisagem única para deixar qualquer turista com vontade de vivenciar esse Brasil Original.

O projeto

Experiências do Brasil Original visa fortalecer o mercado turístico interno e o turismo de base comunitária para que roteiros turísticos em territórios indígenas e quilombolas passem a compor a oferta competitiva e inovadora de produtos e serviços turísticos do Brasil. “Espera-se, com isso, oportunizar o desenvolvimento econômico nas comunidades indígenas e quilombolas por meio do projeto Experiências do Brasil Original, na formatação de experiências turísticas geradoras de fontes alternativas de renda e trabalho, contribuindo para a valorização da cultura, costumes e modo de vida dessas comunidades e, ainda, para a conservação da sociobiodiversidade”, destacou a coordenadora de Produção Associada ao Turismo do MTur, Anna Modesto.

Aliado a isso, o projeto oferece ao turista a oportunidade vivenciar práticas significativas por meio das tradições, saberes, sabores, culturas e histórias, presentes nesses territórios.

Assista aqui o vídeo sobre a comunidade

Assista aqui o vídeo depoimento dos participantes da comunidade

Acesse aqui o catálogo da experiência

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(Fonte: Ministério do Turismo – Governo do Brasil)

Osesp e Maestro Thierry Fischer convidam chinês Wu Wei, expoente do instrumento sheng, nos concertos da semana

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Íris Zanetti.

O ano de 2024 marca as celebrações dos 70 anos da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp, além dos 30 anos de atividades do Coro da Osesp e dos 25 anos da Sala São Paulo – a casa da Osesp, dos Coros e de seus Programas Educacionais, inaugurada em 1999 no edifício onde antes funcionava a Estrada de Ferro Sorocabana.

A segunda semana da Temporada acontece entre quinta-feira (14) e sábado (16), quando a Osesp e seu Diretor Musical e Regente Titular, Thierry Fischer, fazem as estreias latino-americanas de “Hymn for everyone”, de Jessie Montgomery, e de “Concerto para sheng – Šu”, de Unsuk Chin – esta, com o músico chinês Wu Wei como solista. A Segunda Sinfonia de Brahms completa o programa e o concerto de sexta-feira (15) será transmitido ao vivo no canal da Osesp no YouTube a partir das 20h30.

Foto: Íris Zanetti.

E a música feita nos dias de hoje também abre a agenda de concertos camerísticos no domingo (17), às 18h, com integrantes da Osesp tocando obras de Rafael Borges Amaral (com Wu Wei como convidado), Felipe Lara, Clarice Assad, Marcos Balter, David Lang, Steve Reich e Reinaldo Moya. O repertório contará também com o Quarteto de cordas em Sol Maior, de Haydn, e o Choros nº 2, de Villa-Lobos.

Sobre o programa

Nas palavras da compositora norte-americana Jessie Montgomery (1981-), “Hino para todos é baseada em um hino que escrevi na primavera de 2021, uma reflexão sobre os desafios pessoais e coletivos enfrentados naquele momento. Até então, estava relutante em compor peças que respondessem à pandemia e às reviravoltas sociopolíticas em curso e atravessava um bloqueio criativo intenso. Um dia, porém, depois de voltar de uma longa trilha, esse hino simplesmente me veio — um acontecimento raro. A melodia atravessa diferentes “coros” orquestrais enquanto o resto do grupo realiza o acompanhamento. É uma espécie de meditação para orquestra que, a cada repetição da melodia, explora diversas paletas de cores e timbres”.

O concerto para o instrumento sheng Šu, composto pela sul-coreana Unsuk Chin (1961-), é baseado numa estrutura formal e harmônica rígida: notas principais formam o alicerce harmônico da obra, atravessando um círculo ao longo dela de forma a se redefinir contínua e reciprocamente. Outros recursos na organização temporal são proporções numéricas, com o número sete atuando de maneira significativa. O seguinte motivo aparece com bastante frequência: um compasso é dividido em 4 + 3 unidades e espelhado num compasso correspondente. Até o momento, Chin havia evitado compor para instrumentos de culturas tradicionais não europeias: os perigos do exotismo musical lhe pareciam demasiadamente ameaçadores. Mudou de ideia apenas depois de ouvir o virtuose do sheng Wu Wei. Músico prolífico, à vontade em diversos estilos musicais, Wei contribui como ninguém para a popularização do sheng, órgão de boca chinês, fora de seu país de origem.

Wu Wei. Foto: Felix Broede.

Johannes Brahms (1833–1897) estava então na cidade de Pörtschach, Áustria, à beira de um lago tranquilo, num ambiente repleto de natureza e paz, quando compôs sua Sinfonia nº 2, frequentemente caracterizada como serena e ensolarada. O próprio artista, que descrevera a sua primeira sinfonia como desprovida de charme, se referia à segunda, jocosamente, como um “novo monstro encantador”. E certamente ela tem grandes momentos de plenitude. Mas como em toda a música de Brahms, existe sempre uma sombra que paira sobre a felicidade, uma ameaça velada à espreita. Esse traço, tão característico da própria personalidade do compositor, um melancólico convicto, ao invés de toldar o clima alegre reinante, lhe dá ainda mais realce: é como se a música nos instasse a aproveitar a vida ao máximo, exatamente por sabermos que ela é finita e frequentemente breve.

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp

A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp é um dos grupos sinfônicos mais expressivos da América Latina. Com 13 turnês internacionais e quatro turnês nacionais realizadas, mais de uma centena de álbuns gravados e uma média de 120 apresentações por temporada, a Osesp vem alterando a paisagem musical do país e pavimentando uma sólida trajetória dentro e fora do Brasil, obtendo o reconhecimento de revistas especializadas como Gramophone e Diapason e relevantes prêmios, como o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Clássica de 2007. A Orquestra se destacou ao participar de três dos mais importantes festivais de verão europeus, em 2016, ao se tornar a primeira orquestra profissional latino-americana a se apresentar em turnê pela China, em 2019, e ao estrear em 2022, no Carnegie Hall, em Nova York, apresentando um concerto na série oficial de assinatura da casa e o elogiado espetáculo ‘Floresta Villa-Lobos’. Desde 2020, Thierry Fischer ocupa os cargos de Diretor Musical e Regente Titular, antes ocupados por Marin Alsop (2012-19), Yan Pascal Tortelier (2010-11), John Neschling (1997-2009), Eleazar de Carvalho (1973-96), Bruno Roccella (1963-67) e Souza Lima (1953). Mais que uma orquestra, a Osesp é também uma iniciativa cultural original e tentacular que abrange diversos corpos artísticos e projetos sociais e de formação, como os Coros Sinfônico, Juvenil e Infantil, a Academia de Música, o Selo Digital, a Editora da Osesp e o Descubra a Orquestra. Fundada oficialmente em 1954, a Orquestra passou por radical reestruturação entre 1997 e 1999 e, desde 2005, é gerida pela Fundação Osesp.

Thierry Fischer

A Sala São Paulo. Foto: Mariana Garcia.

Desde 2020, Thierry Fischer é diretor musical da Osesp, cargo que também assumiu em setembro de 2022 na Orquestra Sinfônica de Castilla y León, na Espanha. De 2009 a junho de 2023, atuou como diretor artístico da Sinfônica de Utah, da qual se tornou diretor artístico emérito. Foi principal regente convidado da Filarmônica de Seul [2017-20] e regente titular (agora convidado honorário) da Filarmônica de Nagoya [2008-11]. Já regeu orquestras como a Royal Philharmonic, a Filarmônica de Londres, as Sinfônicas da BBC, de Boston e Cincinnatti e a Orchestre de la Suisse Romande. Também esteve à frente de grupos como a Orquestra de Câmara da Europa, a London Sinfonietta e o Ensemble Intercontemporain. Thierry Fischer iniciou a carreira como Primeira Flauta em Hamburgo e na Ópera de Zurique. Gravou com a Sinfônica de Utah, pelo selo Hyperion, Des Canyons aux Étoiles [Dos Cânions às Estrelas], de Olivier Messiaen, selecionado pelo prêmio Gramophone 2023, na categoria orquestral. Na Temporada 2024, embarca junto à Osesp para uma turnê internacional em comemoração aos 70 anos da Orquestra.

Wu Wei

O Coro da Osesp, além de sua versátil e sólida atuação sinfônica e de seu repertório histórica e estilisticamente abrangente, enfatiza em seu trabalho a interpretação, o registro e a difusão da música dos séculos XX e XXI e de compositores brasileiros. Destacam-se em sua ampla discografia os álbuns Canções do Brasil (Biscoito Fino, 2010), Aylton Escobar: Obras para Coro (Selo Digital Osesp, 2013) e Heitor Villa-Lobos: Choral Transcriptions (Naxos, 2019). Em sua primeira turnê internacional, em 2006, apresentou-se para o rei da Espanha, Filipe VI, em Oviedo, na entrega do 25º Prêmio da Fundação Príncipe de Astúrias. Em 2020, cantou, sob a batuta de Marin Alsop, no Concerto de Abertura do Fórum Econômico Mundial, em Davos, Suíça, feito repetido em 2021, quando participou de um filme virtual que trazia também Yo-Yo Ma e outros artistas e grupos de sete países. Junto à Osesp, estreou no Carnegie Hall, em Nova York, em 2022, se apresentando na série oficial de assinatura da casa e integrando o elogiado espetáculo Floresta Villa-Lobos. Fundado em 1994 como Coro Sinfônico do Estado de São Paulo, por Aylton Escobar, foi integrado à Osesp em 2000, passando a se chamar Coro da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Entre 1995 e 2015, teve Naomi Munakata como coordenadora e regente, funções que, entre 2017 e 2019, foram desempenhadas por Valentina Peleggi, que contou com a colaboração de William Coelho como maestro preparador, posição que ele ainda ocupa.

PROGRAMAS

WU WEI, O GÊNIO DO SHENG

ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO

THIERRY FISCHER REGENTE

WU WEI SHENG

JESSIE MONTGOMERY Hymn for everyone [Hino para todos] [ESTREIA LATINO-AMERICANA]

UNSUK CHIN Concerto para sheng – Šu [ESTREIA LATINO-AMERICANA]

JOHANNES BRAHMS Sinfonia nº 2 em Ré Maior, Op. 73

GRUPOS DE CÂMARA DA OSESP E A MÚSICA DO NOSSO TEMPO

WU WEI SHENG

RAFAEL BORGES AMARAL VIOLÃO

GHEORGHE VOICU VIOLINO

CRISTIAN SANDU VIOLINO

DAVID MARQUES VIOLA

DOUGLAS KIER VIOLONCELO

JOSEPH HAYDN Quarteto de cordas em Sol maior, Op. 77, nº 1, Hob.III:81

RAFAEL BORGES AMARAL Quarteto de cordas e sheng [ENCOMENDA, ESTREIA MUNDIAL]

SORAYA LANDIM VIOLINO

ADRIANA HOLTZ VIOLONCELO

CLAUDIA NASCIMENTO FLAUTA

GIULIANO ROSAS CLARINETE

FERNANDO TOMIMURA PIANO

RICARDO BOLOGNA PERCUSSÃO

RUBÉN ZÚÑIGA PERCUSSÃO

MARCOS BALTER Ligare

CLARICE ASSAD Emotiva

STEVE REICH Marimba phase [Fase de marimba]

HEITOR VILLA-LOBOS Choros nº 2

DAVID LANG Stuttered chant [Canto gago]

REINALDO MOYA Polythene sonata product [Produto-sonata de polietileno].

Serviço:

14 de março, quinta-feira, às 20h30

15 de março, sexta-feira, às 20h30 (Concerto Digital)

16 de março, sábado, às 16h30

17 de março, domingo, às 18h [Grupos de câmara]

Endereço: Sala São Paulo | Praça Júlio Prestes, 16

Taxa de ocupação limite: 1.484 lugares

Recomendação etária: 7 anos

Ingressos: Entre R$39,60 e R$271,00 [Osesp] e entre R$39,60 e R$132,00 [Grupos de câmara] (valores inteiros)

Bilheteria (INTI): neste link

(11) 3777-9721, de segunda a sexta, das 12h às 18h

Cartões de crédito: Visa, Mastercard, American Express e Diners

Estacionamento: R$28,00 (noturno e sábado à tarde) e R$16,00 (sábado e domingo de manhã) | 600 vagas; 20 para pessoas com deficiência; 33 para idosos

*Estudantes, pessoas acima dos 60 anos, jovens pertencentes a famílias de baixa renda com idade de 15 a 29 anos, pessoas com deficiências e um acompanhante e servidores da educação (servidores do quadro de apoio – funcionários da secretaria e operacionais – e especialistas da Educação – coordenadores pedagógicos, diretores e supervisores – da rede pública, estadual e municipal) têm desconto de 50% nos ingressos para os concertos da Temporada Osesp na Sala São Paulo, mediante comprovação.

A Osesp e a Sala São Paulo são equipamentos do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerenciadas pela Fundação Osesp, Organização Social da Cultura.

(Fonte: Fundação Osesp)

Anavitória e Nando Reis apresentam “Turnê dos Namorados” em Campinas

Campinas, por Kleber Patricio

Anavitória. Fotos: Divulgação.

Seis anos depois do grande sucesso da primeira turnê que realizaram juntos, Anavitória e Nando Reis retornam aos palcos com a turnê especial dos namorados – três vozes que se unem e se entrelaçam para cantar o amor no mês que celebra uma data muito especial. A cidade de Campinas, interior do Estado de São Paulo, terá o privilégio de receber o primeiro show da turnê, dia 2 de junho. A apresentação vai acontecer no Royal Palm Hall. Os portões abrem às 18h. A realização é da Oceania Eventos.

Estarão disponíveis para o público três tipos de ingressos: Cadeira Mesa Ouro, Cadeira Mesa Prata e Cadeira Mesa Bronze. Os ingressos podem ser adquiridos pelo site da Alpha Tickets, na Livraria Leitura do Parque Dom Pedro Shopping ou na bilheteria do local. A censura é de 16 anos.

Turnê dos Namorados

Nando Reis.

De um lado, a doçura e leveza de Ana Caetano e Vitória Falcão, o duo Anavitória, que conquistou o mundo com um talento único e diferenciado. Do outro, a elegância e experiência de Nando Reis, que há mais de 40 anos é referência e parte importante da história da música brasileira. Serão apenas 12 apresentações pelo país: a “Turnê dos Namorados – Palavras iguais dizendo coisas tão diferentes” passará por várias cidades do Brasil com muito romantismo e sucessos que transcendem gerações.

Num misto de sucessos que passeiam por “De janeiro a janeiro”, “Ai, amor”, “Pra você guardei o amor”, “Trevo”, “Relicário” e muito mais, o show terá aproximadamente 90 minutos de duração e um infinito de emoções compartilhadas entre artistas e público.

A “Turnê dos Namorados – Palavras iguais dizendo coisas tão diferentes” é mais um projeto que enaltece e evidencia um dos sentimentos mais nobres da existência do ser: o amor.

Serviço:

Show Anavitória e Nando Reis

Data: 2 de junho – Horário de abertura: 18h

Local: Royal Palm Hall – Rua Monsenhor Luís Fernandes de Abreu, 311 – Jardim do Lago Continuação – Campinas/SP

Mais informações.

(Fonte: Estrategic Assessoria e Comunicação)

Aria Social volta aos palcos com espetáculo “Capiba, pelas ruas eu vou”

Recife, por Kleber Patricio

Espetáculo “Capiba, pelas ruas eu vou”. Fotos: Alícia Cohim.

O espetáculo “Capiba, pelas ruas eu vou”, do projeto Aria Social, volta aos palcos recifenses neste mês de março. Visto por mais de 10 mil espectadores desde 2022, o musical, que conta a história do compositor pernambucano Lourenço da Fonseca Barbosa (1933–1997), abre a temporada de 2024 no Teatro RioMar no dia 14 e segue com apresentações no Teatro de Santa Isabel de 20 a 24 de março. Em abril, estará em cartaz no Teatro do Parque. Até julho, o público poderá escolher entre 14 sessões já confirmadas nesses três teatros recifenses.

Em cena, 45 bailarinos-cantores do Aria Social e 19 músicos apresentam a história de Capiba num espetáculo vibrante e envolvente que une música, dança, canto, teatro, fotografia e cinema. “Capiba é o maior compositor de frevos pernambucanos, mas sua obra vai muito além desse ritmo, com valsas, choros, maracatus, sambas, marchas e música erudita, chegando a mais de 200 composições; entre elas, a ópera ‘Missa armorial’, uma obra-prima. É isso que mostramos no espetáculo: a multiplicidade e a riqueza do legado de Capiba”, lembra a bailarina Cecília Brennand, presidente do Aria Social e diretora-geral do musical. A direção musical e a regência do espetáculo são da maestrina Rosemary Oliveira, vice-presidente do Aria Social, e a concepção, direção artística e coreografia são de Ana Emília Freire.

Concebido a muitas mãos com o objetivo de valorizar a rica e plural cultura pernambucana, “Capiba, pelas ruas eu vou” estreou em 13 de outubro de 2022 e marcou os 30 anos do Aria Social. O projeto atende mais de 400 crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social transformando vidas por meio da arte, com aulas de dança e música no bairro de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, zona sul da Região Metropolitana do Recife.

Durante cerca de uma hora, o musical apresenta a trajetória do menino nascido em Surubim, no Agreste pernambucano, em 28 de outubro de 1904, filho de um mestre de banda, que antes de aprender a ler já lia partituras. Morou na Paraíba e veio para o Recife aos 26 anos, tendo se tornado funcionário do Banco do Brasil. Cursou a Faculdade de Direito do Recife, mas nunca exerceu a profissão. Sua primeira composição foi “Valsa verde”, em 1931.

Os frevos dos anos 30, as valsas apaixonadas, os sambas, maracatus, ciranda, marchas e ópera são alinhavados em exibições de dança, teatro e música ao vivo – incluindo uma orquestra de câmara – entrelaçadas por projeções de cinema e fotografias que fazem o público imergir no espetáculo. Seguindo o princípio do Aria Social, de educação pela arte, parte das sessões marcadas são exclusivas para escolas públicas.

O espetáculo também terá apresentações agendadas em São Paulo no mês de julho. “Capiba, pelas ruas eu vou” tem figurino de Beth Gaudêncio; direção audiovisual e videografia de Max Levoy; design de luz e operação de Cleison Ramos; design de som e operação de Isabel Brito; e projeção de Gabriel Furtado. Os ingressos custam a partir de R$25,00.

TEMPORADA 2024

Teatro RioMar – 14/3/2024 – 20h

Teatro de Santa Isabel

21/3/2024 – 16h (escola) e 19h30

22/3/2024 – 19h30

23/3/2024 – 19h

24/3/2024 – 17h

Teatro do Parque

20/4/2024 – 19h

21/4/2024 – 17h

Teatro RioMar – 6/6/2024 – 20h

Teatro de Santa Isabel

13/6/2024 – 19h30

14/6/2024 – 19h30

15/6/2024 – 19h

16/6/2024 – 17h

Teatro RioMar – 4/7/2024 – 20h

Para comprar os ingressos para o RioMar, acesse este link

Para comprar ingressos para os teatros de Santa Isabel e do Parque, acesse este link.

Sobre o Aria

O Aria Espaço de Dança e Arte foi criado em 1991 pela bailarina Cecília Brennand com o objetivo de abrigar e integrar todas as artes e contribuir para sua democratização cultural. Em 2004, foi transformado em Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), tipo de instituição sem fins lucrativos, e passou a se chamar Aria Social. Com ênfase na formação completa de bailarinos-cantores, na introdução ao universo musical e ao empreendedorismo, o Aria Social produziu 16 espetáculos e já garantiu a 10 mil crianças, jovens e seus familiares acesso a oportunidades com grande potencial de transformar suas vidas.

O projeto tem como missão promover a transformação humana por meio da arte-educação, oferecendo a formação e profissionalização na música e na dança a 588 crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social. Além de apoiar as famílias desses alunos, oferecendo capacitação em técnicas de artesanato e fomentando o empreendedorismo social a 140 mães artesãs por meio do projeto Casa de Maria, fundado em 2017.

(Fonte: Coreto Comunicação e Conteúdo)

Alok volta a Sorocaba com show que promove experiência multissensorial

Sorocaba, por Kleber Patricio

Apresentação autoral já passou pela Europa e Estados Unidos, misturando elementos cênicos e telões de alto resolução. Fotos: Divulgação.

Considerado o artista brasileiro mais ouvido no Spotify mundial, atingindo mais de 22,4 milhões de ouvintes mensais em 2023, Alok volta a Sorocaba no próximo dia 23 de março com o seu show ‘Alok Infinite Experience’ e promete surpreender o público com uma experiência multissensorial. O espetáculo, que já passou por Nova Iorque e Londres, é totalmente autoral e mistura elementos cênicos e telões gigantescos e de alta resolução, promovendo uma experiência única para o público.

Inovação é uma marca nos shows do artista, que sempre busca trazer ao público novas sensações durante as apresentações. Alok já quebrou o recorde de número de lasers utilizados em um único show no país e trouxe para uma live, em 2020, a mesma tecnologia 4D interativa do filme Star Wars. O público que marcar presença no evento vai poder conferir de perto um setlist preparado pelo próprio artista, com sucessos como ‘Hear Me Now’, ‘Deep Down’, ‘2 Much 2 Handle’, ‘Headligth’ e ‘Let’s Get Fkd Up’, entre outras.

O show ‘Alok Infinite Experience’ faz parte das comemorações de dois anos da Uzna. A casa, considerada a maior arena coberta do país, já trouxe para a cidade shows de renome nacional e internacional, colocando Sorocaba em destaque no cenário musical. Ao longo de mais de 730 dias, a Uzna já promoveu apresentações de mais de uma centena dos maiores artistas, recebendo mais de 200 mil pessoas de várias regiões do estado. Além disso, a casa proporciona mais de 700 vagas de trabalho, diretas e indiretas, que, somadas à movimentação hoteleira e do setor de serviços impactados pela presença do público, movimentam a economia sorocabana.

Parte destes números expressivos que a Uzna atingiu nestes dois anos se deve ao layout da casa. O espaço possui um palco 3D, com tecnologias que intensificam a experiência audiovisual. Outros destaques são o lounge para descanso, área gastronômica e a visibilidade do palco, permitindo ao público assistir os artistas em todos os cantos da casa.

O show ‘Alok Infinite Experience’ será no próximo dia 23 de março, a partir das 20h. Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos aqui.

Serviço:

‘Alok Infinite Experience’ no aniversário da Uzna

Data: 23 de março

Horário: a partir das 20h

Local: Rodovia Senador José Ermírio de Moraes, km 5 – Sorocaba/SP

Ingressos online: site oficial

Informações: (15) 99666-9999.

(Fonte: Maktub Consultoria)