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Estância turística de São Roque passa a ser cidade pet friendly 

São Roque, por Kleber Patricio

Foto: Adam Griffith/Unsplash.

A Mars Petcare, líder global em serviços de saúde, nutrição e bem-estar animal, e a Prefeitura da Estância Turística de São Roque, anunciaram nesta segunda-feira, dia 13 o lançamento do projeto São Roque Pet Friendly. A iniciativa faz parte do programa Better Cities for Pets (Melhores Cidades para os Pets), que busca tornar cidades, espaços públicos e privados cada vez mais amigáveis para os animais de estimação promovendo ambientes acolhedores e saudáveis para os pets e as pessoas.

Em dezembro de 2022, foram iniciadas as tratativas entre a Estância Turística de São Roque e a empresa Mars para a elaboração deste projeto visionário, fruto de uma jornada de colaboração e planejamento meticuloso entre a empresa e a administração são-roquense. Após uma série de reuniões entre representantes do Departamento de Turismo, Desenvolvimento Econômico, Esporte e Lazer e da empresa Mars, São Roque está agora pronta para dar um grande passo rumo à transformação em uma comunidade acolhedora para os animais de estimação.

“São Roque é uma cidade que se desenvolve a cada dia e isso significa levar bem-estar e acolhimento também aos nossos pets. Atualmente temos uma série de políticas públicas voltadas à causa animal, como a implantação de Parcões pela cidade, mas queremos ir além. Através desta nova e importante parceria, tenho certeza que São Roque será um exemplo de respeito e cuidado com os animais”, afirmou o prefeito de São Roque, Guto Issa.  ‎

Um estudo da Mars Petcare divulgado no início deste ano revelou que cerca de 35% dos gatos e cães vivem nas ruas ou estão atualmente em abrigos à espera de adoção. No Brasil, aproximadamente 30,2 milhões dos gatos e cães vivem em situação de abandono – o que representa 25% da população total desses animais. Deste número, 7.400 gatos e 177.600 cães vivem em abrigos, o que significa que mais de 30 milhões de animais vivem nas ruas. Uma realidade que contrasta com os mais de 70% da população que considera os pets como parte da família.

Diante desse cenário, é crescente também a atenção para iniciativas públicas que contribuam para as necessidades dos animais de estimação e dos seus tutores, visando garantir o bem-estar desses animais e a saúde pública. As ações do projeto São Roque Pet Friendly serão voltadas para boas práticas que promovam o desenvolvimento do município e tornem a cidade referência em turismo Pet Friendly no País; entre elas, censo animal, mapeamento de instituições protetoras dos animais, ampliação de espaços públicos e privados adequados para receber os pets e seus tutores, realização de cursos de capacitação e consultoria sobre o tema.

O Better Cities for Pets é uma iniciativa abrangente que visa melhorar a qualidade de vida dos animais de estimação e das pessoas, fortalecendo a conexão entre a comunidade e os animais.

“Para a execução do projeto, desenvolvemos campanhas de orientação e educação, não somente dos estabelecimentos, mas também dos tutores. Estamos elaborando também programas para incentivar as empresas a se adequarem às diretrizes do Pet Friendly, tornando os ambientes ideais para os pets, o que fomenta e possibilita a boa convivência entre todos”, comenta Sarah Bonadio, diretora de Assuntos Corporativos da MarsPetcare.

Conheça algumas práticas e políticas que tornarão a cidade de São Roque mais inclusiva para os pets:

Espaços Pet Friendly: estabelecimento e promoção de espaços públicos e estabelecimentos comerciais que acolhem animais de estimação, incentivando uma convivência harmoniosa entre as pessoas e seus pets.

Cadastro de veterinários: clínicas e prestadores de serviço para programas de castração e vacinação e criação de um calendário de eventos de adoção.

Parcerias locais: colaboração com empresas locais, organizações de proteção animal e criação de e-book sobre locais para visitar e rede de prestação de serviço (petshop, clínicas etc.).

Foto: Divulgação.

“Desde o primeiro contato com a Mars, em dezembro de 2022, nossa equipe vem estudando junto à equipe da Mars ações abrangentes para garantir que São Roque se torne um ambiente cada vez mais amigável para os pets, sejam dos nossos munícipes ou de nossos visitantes. Uma das primeiras etapas deste plano é o treinamento dos meios de hospedagem e alimentação locais. Por meio deste plano de capacitação do programa Better Cities For Pets, os empreendimentos serão preparados para oferecer um atendimento de qualidade e adequado às necessidades deste público especial. É importante destacar que além das necessidades de espaços qualificados para os Pets que vivem São Roque e seus tutores, pesquisas revelam que mais de 40% de donos de Pets, que estão em busca de um destino para viajar, têm sua decisão definida se o destino é Pet Friendly ou não”, afirmou o diretor do Departamento de Turismo, Desenvolvimento Econômico, Esporte e Lazer de São Roque, Luiz Américo Liza Junior.

Como participar do Better Cities for Pets | Para quem tiver interesse em aderir ao programa, o primeiro passo é preencher o formulário no site da Mars, com todas as informações necessárias para que a companhia conheça melhor o perfil do solicitante (estabelecimento comercial, condomínio, escritório, município, restaurante, shopping, entre outros) e poderá entrar em contato com a Divisão de Turismo da Estância Turística de São Roque para maiores informações sobre o Programa São Roque Pet Friendly – Better Cities For Pet.

(Fonte: Joana Ribas/Iccom)

Teatro Estrada recebe espetáculo ‘Janelas para uma mulher’, com Juliana Calligaris, no dia 25/5

Indaiatuba, por Kleber Patricio

O Teatro Estrada, em Indaiatuba – município da Região Metropolitana de Campinas (SP) – receberá no próximo dia 25 de maio, domingo, às 20 horas, o espetáculo ‘Janelas para uma mulher’, com a atriz Juliana Calligaris – que também assina a Dramaturgia – sob direção de Leticia Olivares, a partir do roteiro ‘Catadióptrico’, de Monalisa Vasconcelos. Os ingressos custam R$50,00 – ou R$25,00 na compra antecipada. A classificação etária é de 14 anos.

Sinopse

Pensamos habitar lugares, mas habitamos recortes no tempo. O dia e a noite. As fases da Lua. As estações do ano. O período letivo. A história da humanidade. A idade. Os meses. A duração do espetáculo. A grade de programação da TV. A gravidez e o parto. A reunião. A felicidade. O amor. O silêncio. Uma atriz reflete estados em que somos colocados perante o tempo – a sociedade, os nossos rituais, os nossos medos, os nossos ridículos, as nossas vontades. Busca-se transitar, no mínimo tempo, entre experiências sensoriais, sem uma narrativa linear, privilegiando as sensações provocadas pela própria natureza da ação física desenvolvida para dar conta de cada cena.

Ficha Técnica

Atuação: Juliana Calligaris

Direção: Leticia Olivares

Dramaturgia: Juliana Calligaris, a partir do roteiro Catadióptrico de Monalisa Vasconcelos

Ambientação Cênica e Adereço: Juliana Calligaris

Iluminação: Lawrence Garcia

Música Original: Presente em Marielle: Jéssica Miranda e Leo Richter

Figurino: Paulo de Moraes

Filmagem: Marcelo Araújo/Cine Maré e Deoveki Silva (Cinegrafismo)

Operador de Câmera: Bruno Carminatti

Pesquisa de Trilha Sonora: Juliana Calligaris e Leticia Olivares

Pesquisa de Arquivo Fotográfico: Leticia Olivares, Juliana Calligaris e Deoveki Silva

Preparação Corporal: Leticia Olivares

Intérprete de Libras: Dinalva Martins Andrade

Legendas: Daniel Bezerra

Produção Geral: Juliana Calligaris e Cia Trilhas da Arte – Pesquisas Cênicas.

Juliana Calligaris – autora e produtora

É atriz, professora e diretora. Integra a Cia Trilhas da Arte desde sua fundação, há 31 anos, e é atriz pesquisadora atuando hoje nos espetáculos Janelas Para Uma Mulher e O Corpo da Mulher como Campo de Batalha. Dirige o espetáculo com temática indígena com elenco indígeno-descendente, O Pequeno Senhor do Tempo e o vídeo-espetáculo PortaisMentais. Doutoranda Artes da Cena IA/Unicamp. Mestra em Linguística pelo IEL/Unicamp. Pós-graduada Latu Sensu em Simbologia Teatral pela ECA/USP. Licenciada em Filosofia pelo IFCH/Unicamp. Bacharel em Artes Cênicas pelo IA/Unicamp. Licenciada em Artes Visuais pelas Faculdades Mozarteum de São Paulo – SP.  Membro do Grupo de Pesquisa – Os Processos Criativos na Artes Cênicas e os Saberes da Prática (CNPq) e do Grupo de Pesquisa COGITES – Cognição, Interação e Significação (CNPq). Diretora, dramaturga e roteirista de Lua Negra, performance e filme de dança de Cibele Ribeiro, de Campinas-SP. Diretora e dramaturga de O Sonho de Dumont-Menino ou Como o Homem se Tornou mais Leve que o Ar, espetáculo solo de Ademir Apparício, de Ribeirão Preto – SP.

Leticia Olivares – diretora

Mestre em Artes Cênicas -ECA/USP. Possui graduação em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduação latu sensu em Dança e Consciência Corporal pela FMU. Atriz criadora do Coletivo Rubro Obsceno ao lado de Stella Fischer. Pesquisadora das áreas de Artes Cênicas, Educação e Filosofia, com trabalhos nas linhas de Técnicas Somáticas, Corporalidade, Metodologias do Intérprete, Transdisciplinaridade e Dança-Teatro. Atriz criadora na Cia Cênica Magna Mater. Preparadora corporal e diretora da Cia Trilhas da Arte Pesquisas Cênicas. Pesquisadora das Artes Cênicas, com diversas publicações. Tem experiência em cursos na Inglaterra (Laban Institute- Londres) e Dinamarca (Odin Teatret – Holstebro. Também atua no núcleo Arte Ciência no Palco.

Serviço:

Janelas para uma mulher, com Juliana Calligaris

Data: 25 de maio, às 29h

Local: Teatro Estrada – Rua Cinco de Julho, 1552 – Centro – Indaiatuba, SP

Ingresso: R$50 (na hora) | R$25 (antecipado – via Whatsapp 19 99248-7063).

Descarte correto de lâmpadas fluorescentes: compromisso com um agora mais sustentável

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Tom/Pixabay.

As mudanças climáticas são um dos maiores problemas enfrentados pela sociedade atual e a má gestão de resíduos também contribui com essa problemática causando a poluição atmosférica, hídrica e do solo, além de ocasionar danos à saúde das pessoas. Mas o que é gestão de resíduos?

De forma simples, é o processo pelo qual um resíduo passa desde sua geração até sua disposição final. Isso inclui atividades como coleta, transporte, tratamento, reciclagem e disposição final, seja de pessoas jurídicas ou pessoas físicas. O objetivo é garantir a proteção ao meio ambiente, a promoção da sustentabilidade e a minimização de impactos negativos para o meio ambiente e a sociedade.

Hoje, a gestão de resíduos enfrenta desafios complexos que exigem, entre outras ações, maior conscientização, integração, fiscalização e aumento na capacidade de coleta. Por outro lado, novas tecnologias e sistemas surgem rapidamente, permitindo que os processos sejam otimizados e modernizados, reduzindo a quantidade de resíduos que vão para aterros, estimulando a inovação, economizando energia e minimizando os impactos ambientais.

As entidades gestoras responsáveis por realizar a gestão de diversos tipos de resíduos como, por exemplo, eletrônicos, óleo de cozinha, pilhas e baterias de chumbo ácido, entre outros, têm o papel fundamental de garantir o cumprimento da legislação por todos os envolvidos no ciclo de vida do resíduo e garantir a sua coleta e destinação ambientalmente correta.

Quando se trata de lâmpadas fluorescentes, que contêm metais pesados como o mercúrio, o descarte inadequado pode levar à contaminação do solo, dos lençóis freáticos, do ecossistema dos rios e até mesmo prejudicar a saúde humana caso seja consumido algo contaminado.

Importância da destinação ambientalmente correta de lâmpadas fluorescentes

Redução da contaminação ambiental: As lâmpadas fluorescentes, quando descartadas no lixo comum ou coleta seletiva, podem ter seu destino final em algum lixão ou aterro inadequado para resíduos perigosos. O descarte ambientalmente correto é essencial e garante que todos os componentes sejam descontaminados, evitando a contaminação do meio ambiente.

Reaproveitamento de recursos: Quando descontaminados, os componentes da lâmpada, a depender das legislações estaduais, podem retornar à cadeia produtiva, evitando a extração de novos recursos naturais, além de promover a economia circular. O reaproveitamento de recursos, em conformidade com as devidas regulamentações, não apenas ajuda a proteger o meio ambiente, mas também garante a conformidade legal das empresas e organizações envolvidas no processo de reciclagem.

Prevenção de impactos negativos na saúde: Ao dar o destino certo para lâmpadas fluorescentes, evita-se a contaminação do solo, da água, do ecossistema, de alimentos e recursos que podem ser consumidos por pessoas. Os efeitos do mercúrio na saúde podem variar dependendo da quantidade e do tipo de exposição e incluem impactos no desenvolvimento infantil, problemas neurológicos e respiratórios, danos renais e problemas cardiovasculares entre outros.

A Reciclus, entidade gestora responsável pela logística reversa de lâmpadas com mercúrio no Brasil, atua na implementação de pontos de entrega para que pessoas físicas possam descartar suas lâmpadas gratuitamente. E, atualmente, conta com mais de 3,9 mil pontos em todo o país, localizados em estabelecimentos de fácil acesso para os consumidores, como lojas de materiais de construção, supermercados e lojas de iluminação. Os endereços podem ser consultados no site da entidade, clicando em ‘Onde Descartar’.

Camilla Horizonte, gerente de Operações e Marketing da Reciclus. Foto: Divulgação.

Segundo Camilla Horizonte, gerente de Operações e Marketing da empresa, além da logística reversa de lâmpadas, a Reciclus trabalha de forma contínua a educação ambiental por meio de suas campanhas, com grande foco nas crianças e jovens por meio do programa Reciclus Educa, que tem por objetivo oferecer gratuitamente materiais educativos para professores e alunos de escolas públicas e privadas.

Sobre a Reciclus | Desde 2017, a Reciclus – Associação Brasileira para a Gestão da Logística Reversa de Produtos de Iluminação – atua como entidade gestora da logística reversa de lâmpadas com mercúrio no Brasil. A organização operacionaliza a coleta segura, o transporte e a destinação adequada em parceria com recicladoras e transportadoras homologadas. Comprometida com a construção da Educação Ambiental, concentra esforços na produção e disseminação de conhecimento, especialmente para crianças e jovens. Desde o início de suas operações, foram coletadas mais de 40,5 milhões de lâmpadas fluorescentes nos mais de 3,9 mil pontos de coleta disponibilizados pela Reciclus.

Para mais informações, acesse:

Site: https://reciclus.org.br/

LinkedIn – https://www.linkedin.com/company/reciclusoficial/

YouTube – https://www.youtube.com/@ReciclusOficial/videos

Instagram – https://www.instagram.com/reciclus.oficial/

Facebook – https://www.facebook.com/Reciclus

TikTok – https://www.tiktok.com/@reciclus

Threads – https://www.threads.net/@reciclus.oficial.

(Fonte: Sing Comunicação)

Recuperação da dependência do álcool vai além da abstinência e compreende mudanças na relação com sofrimento

São Paulo, por Kleber Patricio

Pessoas relataram mudanças na relação consigo mesmo, com os outros, com o sofrimento e com o próprio álcool durante recuperação da dependência alcóolica. Foto: Priscila Du Preez/Unsplash.

Na recuperação da dependência do álcool, estratégias terapêuticas que explorem a relação do paciente consigo, com os outros e com o próprio sofrimento podem ser mais eficazes que a exclusiva tentativa de manter o paciente sóbrio. É a hipótese levantada por pesquisa realizada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, em colaboração com a Universidade de Fortaleza (Unifor) e com a Universidade de Oxford. Os dados, publicados na quinta (16), na revista científica “Psychopathology”, podem colaborar com a formulação de terapias focadas na qualidade de vida de pessoas em recuperação.

Para compreender como a recuperação na dependência do álcool é vivenciada, os pesquisadores entrevistaram oito indivíduos adultos que estão passando ou já passaram por esse processo. As entrevistas em profundidade foram feitas de forma online entre outubro de 2021 e fevereiro de 2022 e foram guiadas pela pergunta “como você vivenciou a recuperação da sua dependência de álcool?”. As respostas foram analisadas e categorizadas conforme iam se repetindo.

Todos os participantes descreveram a aceitação da dependência de álcool como um elemento crucial às suas experiências de recuperação, mas outras nuances também foram identificadas como partes relevantes do processo. A análise revelou cinco transformações vividas; entre elas, as mudanças na relação consigo mesmo, com os outros, com o sofrimento e com o próprio álcool. Os entrevistados descreveram que, durante a recuperação, desenvolveram a aceitação de quem são, a capacidade para lidar com conflitos interpessoais, a tolerância às frustrações da vida e habilidades para sustentar o sofrimento sem o recurso do álcool. O entendimento da recuperação como um processo contínuo e ininterrupto também foi uma das categorias que apareceram nos discursos dos entrevistados, que afirmaram estar se esforçando diariamente para se manter em recuperação.

Para Victor Monteiro, um dos autores do estudo, o método desta pesquisa, realizada durante seu mestrado na Santa Casa de São Paulo, também permitiu à equipe compreender que o uso do álcool possui um significado existencial para as pessoas com dependência. “Não é uma busca pelo álcool em si, mas pela experiência que o álcool fornece ao paciente. Ao beber, ele pode querer entorpecer um sofrimento, esquecer de algo, se sentir seguro, corajoso, contente, confiante”. Segundo o pesquisador, essa informação pode ser importante de ser considerada pelos profissionais de saúde durante os tratamentos de alcoolismo. “Apenas tirar esta experiência dele sem antes compreender o papel e o valor que o paciente lhe atribui pode ser pouco produtivo à recuperação”, completa.

Ao revelar as conexões que pessoas com dependência fazem com o álcool, o estudo abre caminho para se pensar em estratégias diferentes de auxílio de pacientes na recuperação da dependência alcoólica. Segundo Monteiro, muitas práticas em saúde mental usadas atualmente ainda estão centradas em estratégias de restrição ou ajuste do uso do álcool, algo que os autores do estudo consideram que necessita ser revisto.

Monteiro salienta que novos estudos são necessários para apoiar e ampliar os achados da pesquisa e que estudos qualitativos que se proponham a investigar a recuperação por meio de um acompanhamento dos pacientes – desde seu início até sua estabilização – podem ajudar cientistas e profissionais da saúde a compreender melhor este processo.

Ainda assim, ele é positivo quanto à contribuição dos resultados da pesquisa a práticas terapêuticas com pessoas dependentes do álcool. “Cremos que essas pessoas podem se beneficiar de intervenções clínicas que os ajudem a reconstruir suas perspectivas sobre si próprios, desenvolver uma relação de maior aceitação do sofrimento inerente à vida e elaborar novas formas de lidar com conflitos interpessoais sem o recurso exclusivo do álcool”, finaliza.

(Fonte: Agência Bori)

Projeto Leiturinhas leva interpretação dramática do livro “A menina do cabelo azul” ao Espaço Tápias

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Alunos de teatro do Espaço Tápias e do projeto social Engenho das Artes. Foto: Divulgação.

Os alunos do curso de Teatro do Centro Cultural Espaço Tápias e do Projeto Engenho das Artes, juntamente com o professor Marcelo Cavalcanti, promovem mais um momento para celebrar a leitura entre crianças – as que estão no centro do palco e as que estão na plateia. No próximo dia 19 de maio, às 15h, a quarta edição do Projeto Leiturinhas traz uma interpretação dramática imperdível do livro ‘A menina do cabelo azul’ (Zucca Books) para a Sala Maria Thereza Tápias com entrada gratuita. Escrita por Morena Cattoni e ilustrada por Luiza Viveiros de Castro, esta história cativante aborda os desafios de crescer e encontrar a nossa identidade única.

A jornada do crescimento é repleta de desafios e descobertas, especialmente durante a adolescência. O desejo de pertencer e se destacar surgem como questões fundamentais nesse processo. A menina de cabelo azul personifica essa dualidade: ela anseia por ser diferente das outras, mas, no fundo, apenas busca ser verdadeira consigo mesma. Esse percurso de autoconhecimento, muitas vezes requer a experimentação e a exploração de diferentes identidades.

“A história é mais do que uma história sobre aceitação e autenticidade. É um lembrete poderoso que diz: podemos ser quem quisermos ser”, diz a autora.

Sobre Morena Cattoni

É uma carioca multifacetada, tendo explorado diversos papéis na vida, desde atriz e diretora até dramaturga e professora. Sua paixão por palavras e narrativas é evidente em cada página deste livro. Além disso, a inspiração para esta história veio de sua própria família, especialmente de Letícia, sua enteada, que serviu de inspiração: aos 10 anos decidiu pintar os cabelos de azul, mostrando desde cedo sua determinação em ser ela mesma.

Projeto Leiturinhas

O Projeto Leiturinhas pretende desenvolver o interesse das crianças pela atividade da leitura e do conhecimento de novos autores. “Queremos colaborar com a formação de plateia de espetáculos culturais, não só de literatura, mas de várias linguagens artísticas. Em cada edição, a abordagem vai trazer atividades diferentes de acordo com o autor e a temática do livro. Além da leitura dramatizada, teremos inserções musicais do universo infantil”, destaca a diretora do Centro Cultural, a coreógrafa e bailarina Flávia Tápias.

Serviço:

Projeto Leiturinhas

Livro ‘A menina do cabelo azul’ – Leitura dramatizada

Local: Centro Cultural Espaço Tápias – Sala Maria Thereza Tápias

Endereço: Av. Armando Lombardi 175 – 2º andar – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro (RJ)

Data: 19 de maio – domingo

Horário: 15h

Duração: 40 minutos

Entrada gratuita

Classificação etária: Livre

https://www.sympla.com.br/produtor/espacotapias.

O Espaço Tápias conta com o patrocínio da Brasilcap e do Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

(Fonte: Alexandre Aquino Assessoria de Imprensa)