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Titãs levam turnê “Cabeça Dinossauro” a São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Pedro Dimitrow.

Em 2026, um dos álbuns mais icônicos e provocadores da música brasileira completa 40 anos. “Cabeça Dinossauro”, lançado pelos Titãs em 1986, transformou a banda e o próprio rock nacional ao romper padrões, desafiar o conservadorismo e traduzir, em som e fúria, o espírito de um país em transição. O Brasil tentava reaprender o significado de liberdade depois de duas décadas de censura e autoritarismo, e o álbum virou o retrato cru de uma geração inconformada. Quatro décadas depois, em um país novamente atravessado por polarização e intolerância, o grito de Cabeça Dinossauro volta a soar necessário e atual. É essa força de expressão — de resistir, de questionar e de pensar o presente — que os Titãs Branco Mello, Sérgio Britto e Tony Bellotto pretendem reacender com a turnê “Titãs – Cabeça Dinossauro 40 anos”, que acontecerá no dia 28 de março de 2026, em São Paulo, no palco do Espaço Unimed, em uma realização da 30e, maior companhia de entretenimento ao vivo do país, e apresentado pelo Itaú.

Cabeça Dinossauro marcou a nossa carreira e a história do rock nacional, não há como negar. Inventamos ali o nosso vocabulário — riffs fortes, vocais gritados, letras sintéticas e precisas etc. Isso, somado à temática das canções, deixou uma marca profunda na nossa trajetória”, conta Sérgio Britto. Tony Bellotto comemora o acontecimento: “É emocionante celebrar um álbum que permanece atual depois de 40 anos”. “‘Cabeça Dinossauro, Pança de Mamute, Espírito de Porco’. Dessa pequena e poderosa letra composta em 1986 nasceu o título de um dos álbuns mais lembrados e celebrados da nossa história. Cabeça Dinossauro está fazendo 40 anos e é com imenso prazer que comemoraremos com nosso público essa data tão especial”, completa Branco Mello.

Lançado em meio ao processo de redemocratização do Brasil, Cabeça Dinossauro foi um divisor de águas. O país tentava se reencontrar após duas décadas de ditadura, enfrentando uma crise econômica e social profunda. Em um cenário em que a democracia ainda era uma promessa frágil, os Titãs lançaram um álbum que abordava censura, fé, violência e poder com uma crueza inédita. Com faixas como “Polícia”, “Igreja”, “Bichos Escrotos” e “AA UU”, a banda confrontou a hipocrisia e o autoritarismo de uma sociedade em busca de identidade. Produzido por Liminha, Vitor Farias e Pena Schmidt, o trabalho se destacou pelo som agressivo, pela estética minimalista e pelas letras que ecoavam o grito de uma juventude que queria ser ouvida.

A recepção da crítica foi explosiva. Cabeça Dinossauro foi descrito como “violento”, “áspero” e “revolucionário” por jornais e revistas da época. Adjetivos que, longe de reduzir sua potência, o consagraram como um marco da cultura nacional. Décadas depois, o álbum figura em praticamente todas as listas dos maiores álbuns da história do rock brasileiro e permanece atual em sua mensagem de inconformismo. “Construímos um forte vínculo com todos os músicos durante a turnê Titãs Encontro, que revolucionou o mercado de entretenimento ao vivo no Brasil. E não poderíamos deixar passar um marco tão importante da música brasileira: as quatro décadas do álbum Cabeça Dinossauro. Foi então que nos reunimos com os Titãs Branco Mello, Sérgio Britto e Tony Bellotto para pensar em uma celebração à altura do álbum”, afirma Alexandre Wesley, VP Global Music Promoter da 30e.

O espetáculo terá direção de Otávio Juliano, profissional renomado que também assinou o show do Titãs Encontro e trabalhou com nomes importantes da música brasileira, entre eles Caetano Veloso e Maria Bethânia.

SERVIÇO:

Data: 28/03/2026

Cidade: São Paulo – SP

Local: Espaço Unimed

Endereço: R. Tagipuru, 795

Horário: 21h

Link de vendas: https://www.eventim.com.br/event/titas-cabeca-dinossauro-40-anos-espaco-unimed-21104364/.

(Com Ana Prado/Perfexx)

Caça aos ovos de Páscoa começa em março na Galeries Lafayette

Paris, por Kleber Patricio

Ovo Coupole Galeries Lafayette de Vincent Salur.

Na Galeries Lafayette, a Páscoa não se limita ao calendário: ela ocupa vitrines, pop-ups e a imaginação de alguns dos maiores nomes da confeitaria francesa e europeia. A tradicional loja de departamentos parisiense antecipa a celebração com uma curadoria de criações desenvolvidas especialmente para a ocasião por chefs consagrados.

A partir de março, a Lafayette Gourmet se transforma em cenário de uma verdadeira caça aos ovos — oficialmente celebrada em 5 de abril — onde esculturas comestíveis em forma de galinhas, pintinhos e coelhos dialogam com técnicas refinadas e matérias-primas de excelência. Mais do que doces, são objetos de desejo pensados para marcar a temporada.

A seleção reúne tanto chefs estrelados quanto casas históricas da confeitaria francesa. Ladurée, L’Éclair de Génie, Pierre Marcolini, Philippe Conticini, Louis Fouquet e Yann Couvreur também assinam criações concebidas exclusivamente para a Galeries Lafayette, reforçando o espírito da data.

Entre os destaques, o ovo “La Ruche”, criado por Julien Dugourd, chef pâtissier do Mandarin Oriental Paris, propõe um diálogo entre a cidade e a natureza. Inspirado no mel produzido pelas colmeias urbanas instaladas no telhado do hotel, o chocolate abriga um caramelo de mel de notas florais e quentes, equilibrado por uma praliné cremosa de avelã e a crocância precisa de avelãs caramelizadas. Disponível na pop-up Julien Dugourd by Mandarin Oriental, de 11 de março a 29 de abril.

Ovo La Ruche de Julien Dugourd pour le Mandarin Oriental.

Já Vincent Salur presta homenagem à arquitetura parisiense com o ovo “Coupole Galeries Lafayette”, que reproduz em chocolate os vitrais da emblemática cúpula da loja Haussmann. No interior, uma miniatura da Lafayette Gourmet surge em chocolate ao leite e pralinê de avelã. À venda até 6 de abril.

Alain Ducasse, por sua vez, opta por uma abordagem mais gráfica com a Tablette Poussin: uma barra de chocolate amargo decorada com pintinhos e recheada com praliné de amêndoa e avelã, além de fragmentos de amendoim e caramelo, pontuados por uma discreta nota salgada.

Jean-Paul Hévin brinca com contrastes em seu pintinho no ovo, no qual o chocolate ao leite envolve um ovo de chocolate amargo recheado com confeitos e pequenos ovos de praliné, criando camadas de textura e intensidade.

Fechando a seleção, Yannick Alléno apresenta uma leitura contemporânea da Páscoa com seu Toque de Ouro, combinação de chocolate ao leite e cevada torrada. No interior, pequenas guloseimas revelam notas de cereais e pipoca — uma assinatura inesperada que traduz o espírito inventivo do chef.

Galinha de chocolate da Eclair de Génie.

Na Galeries Lafayette, a Páscoa se apresenta como um exercício de estilo: menos tradição literal, mais interpretação. Um convite para provar, observar e — inevitavelmente — escolher.

Sobre Galeries Lafayette

Com mais de 130 anos de tradição, a Galeries Lafayette foi inaugurada em 1894 no Boulevard Haussmann. Hoje, é uma marca de notoriedade mundial, sinônimo de estilo parisiense e de elegância à francesa. Primeira loja de departamentos da Europa e com 70.000 m2 de espaços de venda dedicados à art de vivre à la française, incluindo um edifício inteiramente dedicado à gastronomia, recebe, atualmente, cerca de 100.000 visitantes/dia. Internamente, são mais de 5 mil colaboradores de 42 diferentes nacionalidades. A todos os clientes oferece serviços sob medida de alta qualidade, que inclui personal shoppers e atendentes que falam português, salões privativos, entrega de compras no hotel e orientação no serviço de reembolso de impostos. Mais informações, acesse haussmann.galerieslafayette.com/pt-br/.

(Com João Jacques/Baobá Comunicação)

Projeto Nova Fotografia 2026 do MIS recebe exposição individual de Lucia Lang

São Paulo, por Kleber Patricio

Lucia Lang – Régis, Cadê Você?

A fotógrafa Lucia Lang inaugura sua exposição individual no Museu da Imagem e do Som, após ser selecionada pelo projeto Nova Fotografia 2026. O Museu é reconhecido por mapear e impulsionar a produção contemporânea em fotografia. O programa contempla até seis séries inéditas, destacadas por sua originalidade técnica, estética e conceitual.

Na mostra, Lucia apresenta a série “Régis, Cadê Você?”, um ensaio construído a partir de longas caminhadas pelo centro de São Paulo. Com olhar atento e sensível, a artista percorre ruas, becos e zonas de sombra da cidade em uma busca que é, ao mesmo tempo, urbana e existencial. O trabalho parte da procura quase infrutífera por alguém que partiu para revelar um centro em transformação, marcado pela diminuição do fluxo de pessoas, pelo esvaziamento afetivo e por mudanças profundas no tecido social.

A curadora Helena Rios destaca que Lucia, caminhando sozinha pelas vias do centro, parece sentir-se em casa. “Nos traz de lá sopros de uma beleza crua, singela, sincera. Uma beleza que nasce em seus olhos, em sua maneira peculiar de ver as ruas – e a vida – com a densidade daquilo que é genuinamente necessário e belo.”

Longe de registros meramente documentais, as imagens constroem paisagens urbanas associadas a um estado de alma. A cidade deixa de ser pano de fundo e passa a atuar como agente ativo, influenciando sentimentos, percepções e modos de estar no mundo. O centro de São Paulo surge, assim, como um organismo vivo, marcado por desalento, memória, perda e resistência.

Graduada em Química pela Universidade de São Paulo (USP), Lucia Lang descobriu a fotografia autoral em 2014, após realizar cursos na Escola Panamericana de Artes e a Capacitação Profissional no Instituto Internacional de Fotografia (IIF). Desde então, sua produção tem como eixo central a investigação do entorno como forma de compreender a própria existência, explorando as relações de afetação entre indivíduo e meio. Suas fotografias abordam temas como pertencimento, deslocamento, memória e permeabilidade ao mundo.

Ao longo de sua trajetória, realizou os ensaios “Vibe” e “Tudo Flui”, voltados à experiência urbana, além de “Palavras Perdidas” e “Travessia”, de caráter mais íntimo e autobiográfico. Em 2025, lançou o fotolivro “Travessia”, selecionado para a Lisbon Photobook Fair e para o Ephemere Photo Fest, em Tóquio.

A partir de 2020, seu trabalho passou a receber amplo reconhecimento, com destaque para a condição de finalista no Miami Street Photography Festival, com exposição coletiva no History Miami Museum, além das mostras “Fluxus”, “Outras Fronteiras” e “Dualidades”, todas com curadoria de   Juan Esteves. Lucia também teve portfólio selecionado no 1º Festival de Fotógrafas Latino-americanas, foi finalista do Paraty em Foco 2024 e, agora, integra o Nova Fotografia 2026 com sua primeira exposição individual no MIS.

A exposição reafirma o compromisso do MIS com a valorização da fotografia contemporânea brasileira e convida o público a um mergulho sensível e crítico na cidade de São Paulo, observada não apenas como espaço físico, mas como experiência emocional, histórica e humana.

Sobre o programa

O Nova Fotografia é um projeto anual do MIS – instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo – que seleciona, através de convocatória aberta ao público, seis novos fotógrafos para uma exposição individual no museu. A seleção fica a cargo do Núcleo de Programação, com supervisão e coordenação da curadoria geral do MIS. São selecionadas séries fotográficas inéditas, de profissionais que se destacam por sua originalidade técnica e estética. Após o período em exposição, as séries escolhidas passam a integrar o acervo do MIS.

SERVIÇO:

Abertura: 10/2/26, às 19h até o dia 10/4/26

Ingresso: gratuito

Local: Espaço expositivo térreo do MIS | Av. Europa, 158, Jd. Europa – São Paulo – SP
+55 (11) 2117-4777.

(Com Gretha Rossini/Tag&Line Comunicação)

[LIVROS]: “Complexo de Princesa Isabel e outros ensaios antirracistas” reposiciona o debate sobre racismo no Brasil contemporâneo

São Paulo, por Kleber Patricio

Publicado pela Emó Editora, o livro “Complexo de Princesa Isabel e outros ensaios antirracistas”, do historiador e jornalista Prof. Adriano Viaro, chega ao mercado como um ensaio de leitura acessível sobre o racismo no Brasil e seus desdobramentos no cotidiano, nas relações e na formação da identidade nacional. Sem recorrer ao jargão acadêmico, Viaro articula observação, pesquisa histórica e análise social para produzir um texto que convoca o leitor à escuta e à autocrítica — duas práticas frequentemente ausentes em um país que fala muito sobre racismo, mas raramente o enfrenta.

A obra parte da desconstrução do mito da “Princesa Isabel redentora”, que atribui a abolição da escravidão a um gesto de benevolência branca. Segundo Viaro, essa narrativa ajudou a consolidar uma forma específica de racismo simbólico: ao transformar a abolição em um “presente”, apaga o protagonismo negro, dilui a violência histórica e desloca a responsabilidade coletiva pelo enfrentamento do racismo estrutural. Esse enredo — ensina o autor — ainda reverbera no imaginário, moldando comportamentos, discursos e expectativas sociais.

Mais do que um exame histórico, o livro se dedica ao antirracismo contemporâneo, discutindo como pessoas e instituições reproduzem o racismo mesmo quando se percebem como antirracistas. Viaro identifica mecanismos afetivos e sociais que sustentam práticas excludentes — da “branquitude benevolente” ao silêncio confortável — e desmonta a ideia de que basta repudiar o racismo para deixar de operá-lo. Para o autor, o antirracismo exige revisão de privilégios, coragem diante do conflito e abertura para escutar dores e pautas que não são as próprias.

Com texto fluido e contundente, a obra aproxima a discussão de leitores que desejam compreender o racismo para além do evidente. Não se trata de um manual, nem de um discurso acusatório, mas de um convite à complexidade. A presença de relato pessoal — atravessada pela trajetória do autor, filho da periferia de Alvorada (RS), que retomou os estudos aos 30 anos — adiciona profundidade à análise, conectando vivência e teoria.

Para a Emó Editora, o livro amplia a linha do catálogo dedicada a autores e obras que tensionam a realidade social. “A obra de Viaro propõe reflexão e deslocamento. Ela implica o leitor. Isso tem valor literário e político”, afirma a equipe editorial.

Complexo de Princesa Isabel e outros ensaios antirracistas já está disponível para compra no site da editora e segue em circulação para resenhas, clubes de leitura, podcasts e entrevistas com o autor.

Serviço:

Link de venda: https://loja.emoeditora.com.br/sociologia/complexo-de-princesa-isabel-e-outros-ensaios-antirracistas.

(Com Vivian Roberta Borges Batizelli Koqui/Emó Editora)

Banda Cucamonga une jazz e brasilidade no álbum “Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim”

São Paulo, por Kleber Patricio

Banda Cucamonga lança álbum unindo jazz com brasilidade. Fotos: José de Holanda.

Uma produção que traduz em música a mistura vibrante entre o jazz tradicional de New Orleans e a brasilidade rítmica e festiva. Assim é “Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim”, primeiro álbum da Banda Cucamonga, de São Paulo, disponível em todas plataformas de streaming pelo link.

Formada há 13 anos por Mesaac Brito (trompete), Marcos Lúcio (clarinete), Fernando Thomé (banjo), José Renato (tuba/souzafone), Ricardo Reis (washboard), a Banda Cucamonga tem a missão de levar ao público música e alegria com improviso e muita criatividade.

E a proposta pode ser conferida no álbum Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim, composto por faixas autorais e inéditas e dois bônus, gravado em 2025 no Estúdio Arsis, com produção musical e direção artística da própria banda, em um processo 100% intuitivo e colaborativo; ou seja, onde cada faixa soa como se estivesse sendo tocada ao vivo, de forma orgânica, no meio da rua, em algum ponto imaginário.

O processo criativo da Banda Cucamonga fundamenta-se na articulação entre os pressupostos estético-musicais do jazz tradicional — em especial o Dixieland — e matrizes rítmicas e expressivas da música brasileira. “Isso ocorre por meio da improvisação coletiva, entendida não apenas como recurso performativo, mas como método composicional estruturante. Nesse contexto, a improvisação assume papel central na geração, desenvolvimento e organização do material musical, operando como dispositivo de interação, escuta ativa e construção colaborativa”, detalha o trompetista Mesaac Brito.

A incorporação de elementos da música brasileira, como samba, choro, baião, maracatu e marchinhas, ocorre de maneira transversal, influenciando aspectos como acentuação rítmica, condução do pulso, articulação fraseológica e organização formal. “O caráter aberto dos arranjos e a centralidade da improvisação conferem às obras da Banda Cucamonga um elevado grau de variabilidade interpretativa. Cada performance atualiza o material composicional, estabelecendo uma relação direta com o espaço, o contexto sociocultural e a interação com o público, reafirmando a música como prática processual, situada e em constante transformação”, afirma Brito.

Para celebrar o lançamento do álbum Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim, a Banda Cucamonga promoveu a partir de setembro de 2025, uma turnê por São Paulo, com apresentações gratuitas na capital, litoral e interior. Ao vivo, o público presenciou o espírito do álbum no palco, com figurinos irreverentes, interações e performances de alta energia, fazendo dos shows uma extensão viva do disco.

A gravação do álbum e os shows das turnês foram viabilizados por editais do Programa de Ação Cultural (ProAC) e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB). Conheça a Banda Cucamonga:

Instagram: @bandacucamonga

Youtube: https://www.youtube.com/@bandacucamongaoficial

As faixas do álbum:

Corjass

Dona Siriema 

Brues com R 

Oito, 4 ou meia 

Melgreen

Chegança  

Gui 

Corda Bamba

Mr. Guga  

Tupiniquim 

Faixas Bônus:

Circus 

St. Inês 

FICHA TÉCNICA 

Álbum: Banda Cucamonga – Jazz Dixieland com Sotaque Tupiniquim

Ano de gravação: 2025

Local de gravação: Estúdio Arsis

Produção viabilizada pelo: PROAC – PNAB

Produção Musical: Banda Cucamonga

Composição e Arranjos: Banda Cucamonga

Direção Artística: Banda Cucamonga

Gravação e Mixagem: Adonias – Estúdio Arsis

Masterização: Adonias – Estúdio Arsis

Coordenação de Produção: João Gomes de Sá e Banda Cucamonga

Design Gráfico/Capa: Raro de Oliveira

Fotografia: José de Holanda

Banda Cucamonga

Trompete – Mesaac Brito

Clarinete – Marcos Lúcio

Banjo – Fernando Thomé

Tuba/ Souzafone – José Renato

Washboard: Ricardo Reis

Letras – João Gomes de Sá

Coro de vozes – Banda Cucamonga.

(Com Ellen Fernandes/EBF Comunicação)