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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Sesc Avenida Paulista recebe espetáculo de dança “A Bailarina Fantasma”, com Verônica Santos

São Paulo, por Kleber Patricio

Com encenação e instalação cênica de Wagner Antônio e dramaturgia de Dione Carlos, apresentações acontecem de 5 a 8 de fevereiro. Foto: Noelia Najera.

“A Bailarina Fantasma” é uma peça-instalação criada a partir da icônica e polêmica escultura francesa ‘A Bailarina de 14 anos’, do escultor Edgar Degas (1834–1917) em fricção com os relatos autobiográficos da bailarina brasileira Verônica Santos. Apresentações nos dias 5, 6, 7, e 8 de fevereiro, de quinta a domingo, no Sesc Avenida Paulista.

Com encenação e instalação cênica de Wagner Antônio e dramaturgia de Dione Carlos, o espetáculo revela um corpo fraturado por violências físicas e simbólicas e também por tentativas de apagamento da visibilidade de uma bailarina clássica negra. A obra propõe uma espacialidade imersiva na qual a performer e a dramaturga ritualizam um diálogo íntimo e, diante do público, elaboram um plano de vingança.

A Bailarina Fantasma foi indicada ao Prêmio Shell de Teatro (2024) na categoria de Melhor Cenário; ao Prêmio APCA (2024) nas categorias de Melhor Espetáculo e Intérprete; e foi vencedora na categoria de Melhor Espetáculo no XII Prêmio Denilto Gomes de Dança (2025), da Cooperativa Paulista de Dança. A obra também foi destaque na programação da Mostra Abril pra Dança (2025), da Secretaria de Cultura da cidade de São Paulo, e integrou o Festival Internacional Cena Contemporânea de Brasília e a Bienal Sesc de Dança 2025.

Saiba mais

A partir de um pensamento curatorial articulado por Fernando Gimenes, idealizador do projeto, A Bailarina Fantasma reúne artistas brasileiros com fortes traços autorais, como Dione Carlos na dramaturgia, Wagner Antônio na encenação, iluminação e criação da instalação cênica, Natália Nery na trilha sonora original executada ao vivo em piano e Rafael Costa na mediação artística-psicanalítica para o levantamento da biografia e composição da dramaturgia, além da própria Verônica Santos. O espetáculo revela, em uma ‘peça-instalação’ (conceito e pesquisa de longa data do encenador junto ao Grupo 28 Patas Furiosas), os bastidores do universo da dança clássica e da escultura que virou um marco na história da arte moderna.

Degas tinha grande interesse por bailarinas, tema de mais da metade de suas duas mil obras, em que retratava o corpo de balé da Ópera de Paris em palco, ensaios e momentos de descanso. Na Ópera, ele conheceu Marie van Goethem, uma estudante de balé de 13 anos, que posou para sua escultura “A Bailarina de 14 Anos”, exposta em 1881. A obra, inovadora ao usar cera, cabelo real e tecido, recebeu críticas por parecer estranha e animalesca, mas se tornou icônica, com 28 cópias em bronze em museus renomados como o Museu d’Orsay e o MASP.

Sobre as réplicas em bronze, como foram feitas em um material que escurece quando exposto à ação do tempo, muitas pessoas pensam que a bailarina real retratada na obra original era uma jovem negra. O que ao longo dos anos gerou diversos atos de cunho racista sobre a obra, chegando a nomearem como ‘A Pequena Macaca de 14 anos’.

Para Verônica, que cresceu em uma família preta e periférica, o balé foi uma oportunidade de educação, mas sua formação no ambiente foi desafiadora. “Passei anos em salas de balé, pois meus pais viam nisso uma chance de sociabilização”, afirma, ressaltando a busca por uma linguagem que represente suas vivências e subjetividade.

Para Dione Carlos, dramaturga de A Bailarina Fantasma, o espetáculo é um ritual de libertação do corpo. “Queremos mostrar uma mulher renascendo. E como tenho investigado o poder do erotismo, principalmente quando falamos em corpos subalternizados, tenho construído uma espécie de quilombo-erótico-místico nos meus projetos”, explica a dramaturga. Verônica e Dione dialogam e planejam uma vingança, mas contra o colonialismo, contra o sistema, contra o racismo. É um plano de vingança subjetivo e poético compartilhado com a plateia.

O público acompanha a cena de forma livre, sem lugares fixos. A intérprete e a equipe técnica guiam os espectadores por um ambiente imersivo que oferece uma atmosfera intimista na instalação de Wagner Antônio. “Para mim, essa bailarina fantasma também é a memória corporal da primeira diáspora da humanidade, que foi a saída de África. Com esse espetáculo eu gostaria de resgatar essa nossa vocação para a dança”, completa Dione.

Ficha técnica:

Idealização: Plataforma – Estúdio de Produção Cultural e Fernando Gimenes

Encenação e instalação cênica: Wagner Antônio

Atuação: Verônica Santos

Dramaturgia: Dione Carlos

Pianista: Natália Nery

Diretora Assistente: Isabel Wolfenson

Mediação Artística-Psicanalítica: Rafael Costa

Equipe técnica performativa: Lucas JP Santos e Guilherme Zomer

Desenho de som: Guilherme Zomer

Direção de Produção: Fernando Gimenes

Assistente de Produção: Bruno Ribeiro

Administração: Mava Produções Arísticas

Pesquisa de materiais: Micaela Wernicke

Maquiagem de Cena: Amanda Mantovani

Designer Gráfico: Murilo Thaveira

Fotos: Helton Nóbrega e Noelia Nájera

Redes Sociais: Jorge Ferreira.

Serviço:

Dança | A Bailarina Fantasma, com Verônika Santos 

Dias: 5, 6, 7 e 8 de fevereiro. Quinta, Sexta e sábados, às 20h. Domingos, às 18h.

Onde: Arte II (13º andar)

Duração: 75 minutos

Classificação indicativa: 16 anos

Ingressos: R$ 50 (inteira), R$ 25 (Meia) e R$ 15 (Credencial plena:)

Sesc Avenida Paulista

Avenida Paulista, 119, Bela Vista, São Paulo

Fone: (11) 3170-0800

Transporte Público: Estação Brigadeiro do Metrô – 350m

Horário de funcionamento da unidade:

Terça a sexta, das 10h às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30.

(Com Fernanda Porta Nova/Assessoria de Imprensa Sesc Avenida Paulista)

Exposição propõe encontro imaginário entre Tarsila e Sophie Taeuber-Arp

São Paulo, por Kleber Patricio

Caju laden Frame, 2024 – acrílica sobre tela, 120 x 150 cm. Fotos: Divulgação.

OMA Galeria abre sua programação de 2026 com a exposição “Dada Brasilis”, individual da artista Fernanda Figueiredo que propõe um encontro imaginário entre a brasileira Tarsila do Amaral e a artista suíça Sophie Taeuber-Arp. Com abertura em 7 de fevereiro e texto crítico de Daniela Labra, a mostra reúne cerca de dez pinturas inéditas no Brasil, desenvolvidas a partir de um projeto apresentado pela artista na Suíça, em 2024.

O eixo conceitual da série Dada Brasilis parte desse diálogo entre duas figuras centrais da arte moderna – do modernismo brasileiro e do dadaísmo europeu. Ao se apropriar de fragmentos de obras das artistas, Figueiredo compõe pinturas que relacionam seus diferentes contextos estéticos e culturais.

O procedimento empregado por Figueiredo se aproxima da noção de antropofagia formulada por Oswald de Andrade, entendida como uma estratégia de incorporação e transformação de referências externas. Ao inserir técnica e linguagem próprias em suas obras, a artista atualiza esse material histórico e levanta questões ligadas à autoria, à identidade e às fronteiras globais. Essas questões são centrais e recorrentes na trajetória de Figueiredo, desenvolvida entre o Brasil e Berlim, onde a artista vive e trabalha há mais de dez anos.

Carambola, 2025, acrilica sobre tela, 65 x 90 cm.

Entre os destaques da exposição está a pintura Dada Brasilis, apresentada pela primeira vez na exposição Stattdessenfarbe, no museu suíço Kulturhaus Obere Stube, em Stein am Rhein. Com seis metros de largura, o tríptico articula obras-chave de Tarsila, como Sol Poente e A Lua, às formas geométricas e ao vocabulário abstrato de Taeuber-Arp. A circulação internacional da série inclui ainda a aquisição da obra Manifesto Abacaxi pela Fundação Jakob und Emma Windler-Stiftung, responsável pela gestão do museu suíço, além da participação da artista na Spark Art Fair, na Áustria, em apresentação solo.

Dada Brasilis fica em cartaz na OMA até 28 de fevereiro.

Sobre Fernanda Figueiredo 

Fernanda Figueiredo é uma pintora e artista de apropriação que traduz os conceitos do metamodernismo em representações visuais. Sua prática se constrói a partir da tensão entre a pintura — um meio pré-moderno — e a arte da apropriação, entendida como uma estratégia pós-moderna. Temas como a oscilação entre sinceridade e ironia, o urbanismo, a reconstrução do pensamento ecológico, a política e a governança, o transculturalismo, bem como a busca por sentido e autenticidade em um mundo digitalizado, atravessam seu trabalho. 

Travesseirinho, 2025, acrílico sobre tela, 64 x 80 cm.

Seu trabalho foi apresentado em exposições individuais e coletivas em galerias no Brasil, Alemanha, Suíça e Estados Unidos. Entre as mostras individuais recentes, destacam-se Passado, Passado, Futuro, em São Paulo, e Stattdessenfarbe, na Suíça, que evidenciam sua investigação contínua sobre a interseção entre histórias pessoais e públicas. Suas obras integram importantes coleções públicas, como o MNBA – Museu Nacional de Belas Artes e o MAM – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, além do CICA Museum, na Coreia do Sul. Em diálogo constante com o cenário artístico contemporâneo, Fernanda Figueiredo também participa de publicações internacionais e feiras de arte. Em 2025, foi artista indicada ao Neuköllner Kunstpreis, em Berlim, e, em 2023, integrou a 4ª Industrial Art Biennial, na Croácia.

Sobre a OMA Galeria 

Ao longo de uma década, a OMA Galeria tem trilhado um caminho singular nos diversos espaços e circuitos da arte contemporânea, concentrando-se na representação de artistas jovens e emergentes. Originária de São Bernardo do Campo, desde o início esteve profundamente envolvida com o território, promovendo ações em diálogo direto com a comunidade local. Em 2022, a galeria passou a operar no bairro dos Jardins, em São Paulo. Reconhecendo o papel transformador da arte e do artista, a OMA expandiu sua atuação por meio da OMA Cultural e da OMA Educação, buscando alcançar um público mais amplo e atingir todos os setores da sociedade através de projetos como o Laboratório de Artes Visuais e o Edital de Curadoria.   

Serviço:

Exposição Dada Brasilis | Fernanda Figueiredo

Texto crítico: Daniela Labra

Abertura: 7 de fevereiro de 2026 (sábado) | 10h às 15h

Período expositivo: até 28 de fevereiro de 2026

Visitação: de quarta a sexta, das 12h às 19h e sábado das 10h às 15h

Local: OMA Galeria – Rua França Pinto, 1100, Loja 2 – Vila Mariana – São Paulo – SP

Entrada gratuita

Acessibilidade: O espaço possui acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida.

Mais informações: @omagaleria | www.omagaleria.com.br.

(Com Patricia Gil/OMA Galeria)

‘TINA’ – Tina Turner: Musical da Rainha do Rock chega ao Brasil em fevereiro

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação/Cena Musical.

“TINA – Tina Turner, o musical”, fenômeno da Broadway e do West End, indicado a 12 Tony Awards, incluindo o de Melhor Musical, estreia no dia 26 de fevereiro de 2026 no Teatro Santander, em São Paulo, e fará curta temporada até 12 de julho como parte da celebração dos 10 anos do teatro. Os ingressos já estão disponíveis pelo site (www.sympla.com.br) e na bilheteria oficial do Teatro Santander. O patrocínio é da Lorenzetti, líder nacional no segmento de duchas, chuveiros elétricos e aquecedores de água a gás.

Inspirado na trajetória da lendária Tina Turner, o espetáculo foi desenvolvido com a própria artista e já emocionou plateias em mais de dez países. A montagem brasileira é produzida por IMM e Stephanie Mayorkis em colaboração especial com Stage Entertainment, Tali Pelman e Tina Turner estate.

Na versão nacional, Analu Pimenta viverá a icônica cantora, enquanto César Mello interpretará Ike Turner, parceiro criativo e amoroso de Tina nos primeiros anos. Com uma trilha sonora repleta de clássicos como “The Best”“What’s Love Got To Do With It?”“Private Dancer” e “Proud Mary”, o musical promete uma experiência vibrante e emocionante.

TINA – Tina Turner, o musical é uma celebração da mulher que desafiou barreiras de idade, gênero e raça para se tornar um ícone global. Dirigido por Phyllida Lloyd e escrito pela vencedora do Olivier Award e do Pulitzer Katori Hall, com Frank Ketelaar e Kees Prins, o espetáculo reúne grandes nomes da cena internacional, como Anthony van Laast (coreografia), Mark Thompson (cenário e figurinos), Nicholas Skilbeck (supervisão musical) e Bruno Poet (iluminação).

O musical teve sua estreia mundial em Londres, em 2018, e desde então conquistou plateias na Broadway, na América do Norte, Alemanha, Austrália, Espanha e Holanda. Agora, chega ao Brasil para emocionar o público com uma montagem poderosa e inspiradora.

Serviço:

Tina – Tina Turner, O Musical

Estreia: 26 de fevereiro de 2026

Temporada: até 12 de julho de 2026

Dias e horários: Quartas a domingos (consultar horários no site oficial)

Local: Teatro Santander – Complexo JK Iguatemi

Endereço: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi, São Paulo (SP)

Classificação etária: Livre (menores de 12 anos acompanhados dos pais ou responsáveis legais)

Ingressos:

Internet (com taxa de conveniência): www.sympla.com.br

Bilheteria física (sem taxa de conveniência): Teatro Santander

Horário de funcionamento: todos os dias, das 12h às 18h. Em dias de espetáculo, até o início da sessão.

Totem de autoatendimento disponível 24h no local.

(Com Caroline Batista/Temp 7)

Ladies of Rock transforma Jundiaí em palco de rock

Jundiaí, por Kleber Patricio

Grupo feminino se apresenta no dia 30 de janeiro e reforça protagonismo da banda no rock nacional. Foto: Divulgação.

A banda Ladies of Rock se apresenta no dia 30 de janeiro, às 16h00, no Complexo Educacional e Cultural Argos em Jundiaí, em um show gratuito que evidencia a presença feminina no rock nacional. Formada por Quesia Nunes (vocais), Gabi Anias (guitarra) e Fabi Souza (bateria), o grupo entrega performances intensas, marcadas pelo repertório autoral.

Entre os nomes que compõem o grupo, a guitarrista Gabi Anias, de 19 anos, vem ganhando espaço no rock brasileiro. Iniciou seus estudos musicais na School of Rock, onde permaneceu por oito anos. Gabi atualmente cursa Faculdade de Música e se destaca pela versatilidade e domínio técnico da guitarra. Ao longo de sua trajetória, já dividiu o palco com artistas como Paulo Miklos, Bumblefoot, Fernando Quesada, Hugo Mariutti, Charles Gavin e Juliana Vieira, além de participar de festivais internacionais como o Rock in Rio Lisboa (2022) e o Summerfest (2023).

A trajetória da Ladies of Rock teve início em Jundiaí a partir de apresentações acústicas em um evento voltado às mulheres no rock. A resposta do público contribuiu para o crescimento e a consolidação do projeto. Mesmo durante os desafios da pandemia, as integrantes mantiveram a proximidade com o público por meio de lives e projetos especiais e, atualmente, seguem ampliando sua presença nos palcos com apresentações ao vivo.

No palco, a banda apresenta um show destacado pela sintonia entre as integrantes. Os vocais de Quesia Nunes, a energia precisa de Fabi Souza na bateria e o destaque técnico de Gabi Anias na guitarra constroem uma apresentação bem definida.

A apresentação em Jundiaí reforça o momento de afirmação da banda e evidencia o protagonismo feminino no rock, abrindo espaço para novas gerações ocuparem os palcos e ampliarem sua representação na cena musical.

Serviço:

Show da banda Ladies of Rock

Data: 30 de janeiro de 2026

Horário: 16h00

Local: Complexo Educacional e Cultural Argos

Entrada: Gratuita

Informações: Instagram @ladiesofrock.

(Com Isabelle Coelho/Tudo em Pauta)

Livro Pinacoteca de São Paulo – 120 anos chega às livrarias

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

Coordenado pela Act Arte, o livro Pinacoteca de São Paulo — 120 anos chega, ainda em janeiro, a livrarias e pontos de venda online. Reunindo aproximadamente 250 obras emblemáticas de seu acervo, a publicação articula diferentes tempos e narrativas, aproximando nomes centrais da arte brasileira, como Almeida Júnior e Tarsila do Amaral, a artistas contemporâneos como Dalton Paula e Alice Yura.

Após a primeira edição, lançada em 2025 e distribuída gratuitamente, o título retorna agora em uma versão que conta com capa inédita, apresentando detalhes da obra Canudos não se rendeu (2021), pintura monumental de Luiz Zerbini incorporada recentemente ao acervo do museu. A escolha da obra de Zerbini para a capa reforça o diálogo entre história e contemporaneidade, tema que atravessa não somente a publicação, mas também o legado da própria Pinacoteca de São Paulo.

Organizado por Jochen Volz e Ana Maria Maia, o volume conta com ensaios de Djamila Ribeiro, Clarissa Ximenes, Paula Zasnicoff, Renato Menezes, entre outros curadores e pesquisadores da Pinacoteca, que analisam criticamente o acervo, a arquitetura e os programas públicos da instituição, evidenciando o papel da Pinacoteca como espaço de reflexão, formação e debate.

Com projeto gráfico assinado por Felipe Chodin e edição de Marina Dias Teixeira e Yasmin Abdalla, a publicação de 400 páginas percorre, em organização alfabética, as múltiplas dimensões do museu — da Pina Luz à Pina Contemporânea. Para Jochen Volz, diretor-geral da instituição, “a Pinacoteca entende a arte como uma ferramenta de transformação social e educação. Não separada da vida cotidiana, ela nos ajuda a compreender o mundo, ampliar percepções e exercitar o olhar atento para o outro”.

Disponível ao público, o livro consolida-se como obra de referência sobre uma instituição em permanente movimento, capaz de tensionar passado e presente e de se reinventar a partir das urgências do seu tempo. Djamila Ribeiro, no posfácio em que reflete sobre os próximos 120 anos, complementa: “Pluralidade é o coração que move a Pinacoteca como um princípio estruturante, que redefine curadorias, públicos, programas educativos, acervo e modos de presença no território onde está localizada”, visão que reforça o papel educativo e inclusivo da instituição.

Fernando Ticoulat, diretor executivo da Act Arte, destaca: “É um projeto que sintetiza rigor editorial e pesquisa de fôlego desenvolvidos pela Act Arte, à altura de uma instituição que segue ampliando seu papel público e sua relevância no país”.

A publicação é uma realização da Pinacoteca de São Paulo, com apoio institucional do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Serviço:

Livro Pinacoteca de São Paulo 120 Anos

Produção/Editora: Act Arte

Instituição: Pinacoteca de São Paulo

Ano de lançamento: 2025

Formato: livro impresso

Número de páginas: 400 páginas

Idioma(s): português e inglês

Dimensões: 31,8 x 23,8 x 3,6cm

Número de obras reproduzidas: cerca de 250 obras

ISBN: 978-65-986161-6-8

Compre em: https://actarte.com/products/pinacoteca-120-anos.

(Com Victor Benevides/Cor Comunicação)