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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Família Gordon leva show de jazz para o teatro do Sesc

São Paulo, por Kleber Patricio

Tony, Izzy e Will Gordon se apresentam no Sesc Belenzinho no dia 7 de fevereiro. Foto: Acervo Pessoal.

No dia 7 de fevereiro, o Sesc Belenzinho recebe a família Gordon: Tony, Izzy, e Will Gordon apresentam show no teatro. Os ingressos vão de R$ 18 (Credencial Sesc) a R$ 60 (inteira).

A Família Gordon é formada por 3 grandes vozes da música brasileira: Tony Gordon, Izzy Gordon e Will Gordon. Os três vem de uma família essencialmente musical. Tony e Izzy são sobrinhos da eterna Dolores Duran e filhos de Dave Gordon, renomado cantor de jazz da cena musical brasileira. Com toda essa influência vívida nos encontros familiares, era natural que a música se tornasse o fio condutor na vida desses grandes artistas que se juntam para um momento muito especial. Neste show, o trio promete encantar o público presente com uma emocionante releitura de grandes artistas e composições próprias.

Tony Gordon é um cantor brasileiro com mais de 38 anos de carreira e uma história fascinante na música. Tony tem uma trajetória artística marcada pelo comprometimento com a arte e com sua entrega emocional em cada performance.

Em 2019, um destaque na carreira do artista veio com sua participação no programa The Voice Brasil, onde conquistou a vitória e recebeu visibilidade nacional. Essa conquista não apenas lhe rendeu reconhecimento, mas também amplificou a sua carreira e potencializou a realização de novos projetos musicai. Versátil, Tony tem explorado diferentes estilos, sempre demonstrando sua habilidade de transitar entre gêneros musicais.

Izzy Gordon, depois de muitos anos de carreira se apresentando nos melhores palcos do Brasil e do mundo, empresta sua alma de intérprete emocionada a esses clássicos da nossa música e surpreende até ouvintes mais assíduos acostumados ao seu suingue em discos sacolejantes. Com trinta anos de carreira, quatro discos lançados e uma história de vida familiar dedicada à música, traz samba-jazz, blues, ragtime, bossas, sambas e afins, em um tratado musical com a música negra que contagia todo o público.

Will Gordon, também cantor da banda Jamz, mostrou ao brasil a sua maturidade ganhando evidência, a princípio, com autênticas releituras de hits nacionais e internacionais após ser finalista do reality musical superstar.

Ganhador do prêmio Multishow e do prêmio da Música Brasileira, com shows em grandes palcos como Rock in Rio, Planeta Atlântida e 2 indicações ao Grammys latino, se firma como um cantor em uma das bandas mais interessantes da nova safra da música brasileira com suas raízes no Soul, Rock e R&B, mistura que o faz ser tão interessante de se ver e ouvir.

Serviço:

Tony, Izzy e Will Gordon

Dia 7 de fevereiro de 2026, sábado, 21h

Local: Teatro (374 lugares)

Valores: R$ 60 (inteira); R$ 30 (Meia entrada), R$ 18 (Credencial Sesc)

Ingressos à venda no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc

Classificação: 12 anos

Duração: 90 minutos

Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700 | sescsp.org.br/Belenzinho

Estacionamento:

De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 8,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 17,00 a primeira hora e R$ 4,00 por hora adicional.

Transporte Público: Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

Sesc Belenzinho nas redes: Facebook | Instagram | YouTube: @sescbelenzinho.

(Com Priscila Dias/Assessoria de Imprensa Sesc Belenzinho)

Reservas de brasileiros na China crescem 91% em 2025

China, por Kleber Patricio

Tour guiado em Pequim em português, disponível na Civitatis, inclui a Cidade Proibida e é o terceiro passeio mais reservado da plataforma. Fotos: Divulgação/Civitatis.

A China entrou de vez no radar do viajante brasileiro. Dados da Civitatis, plataforma global de experiências turísticas presente em mais de 160 países, mostram que as reservas de brasileiros no destino cresceram 91% em 2025, impulsionadas pela isenção de visto para estadias de até 30 dias, por roteiros guiados em português e pelo aumento da visibilidade do país nas redes sociais. “A China deixou de ser um destino ‘difícil’ para o brasileiro. Quando você reduz burocracia e dá mais previsibilidade, com experiência guiada, idioma e praticidade, o país vira uma opção muito mais acessível para quem quer ir além do óbvio”, afirma Alexandre Oliveira, Country Manager da Civitatis no Brasil.

Isenção de visto e conectividade aérea impulsionam o interesse

Um dos principais gatilhos para a disparada de viagens à China foi a facilitação de entrada. Desde 1º de junho de 2025, brasileiros podem viajar à China sem necessidade de visto prévio para estadias de até 30 dias, em uma política temporária que foi estendida até dezembro de 2026. Essa medida reduziu custos, eliminou fricções no planejamento e conferiu mais previsibilidade à viagem. Na prática, o país deixou de ser visto como um destino “difícil”. “Quando a burocracia cai, o destino se torna muito mais acessível para quem quer ir além do óbvio”, observa Alexandre.

A melhora da conectividade aérea também ajuda a impulsionar a recente alta e tornar a distância entre Brasil e China um pouco menor – ao menos em número de horas de voo. A Air China, por exemplo, voltou a operar voos entre Brasil e Pequim em 2024, com escala para abastecimento, hoje já opera 13 voos mensais e comunicou uma expectativa de fechar 2025 com 200 mil passageiros em viagens de ida e volta entre os dois países. Já em junho do ano passado, a companhia chinesa Hainan Airlines e a Air Europa firmaram uma parceria de codeshare em voos integrados operando de Madri para cidades da América Latina – entre elas, São Paulo.

Passeios guiados e em português lideram as reservas

Tour privado por Hong Kong com guia em português é o sexto passeio preferidos dos brasileiros.

Em 2025, os passeios mais reservados por brasileiros na China na Civitatis reforçam a preferência por passeios guiados, tanto em clássicos de Pequim quanto em experiências urbanas em Hong Kong, mas, principalmente, passeios em português – dos seis passeios mais reservados por brasileiros na China em 2025 na Civitatis, três contavam com acompanhamento de guias fluentes no idioma, como a Excursão Privada na Grande Muralha da China e o tour guiado completo de um dia em Pequim“A China é intensa, diferente e cheia de detalhes logísticos. O guia em português reduz a insegurança, ajuda a aproveitar melhor o tempo e deixa a experiência mais fluida, especialmente em atrações muito concorridas e onde é importante entender com profundidade sua história, como a Cidade Proibida e a Grande Muralha”, explica o country manager da Civitatis.

Os 6 passeios mais reservados por brasileiros na China em 2025 são:

– Excursão à Grande Muralha da China de Mutianyu – 1º lugar

– Excursão privada a Grande Muralha da China com guia em português – 2º lugar

– Top 3 de Pequim em um dia privado, com guia em português – 3º lugar

– Ingresso da Disneyland Hong Kong – 4º lugar

– Visita guiada pela Cidade Proibida – 5º lugar

– Tour privado por Hong Kong com guia em português – 6º lugar

Relação Brasil-China fortalece o turismo entre os dois países 

Excursão à Grande Muralha da China lidera reservas de experiências por brasileiros na Civitatis.

O crescimento do interesse dos brasileiros pela China em 2025 acontece em sintonia com um movimento mais amplo de aproximação cultural e diplomática entre os dois países. Em julho, o Ministério do Turismo do Brasil e a Embaixada da China firmaram um acordo para fortalecer a cooperação no setor de turismo, com ações voltadas à promoção de destinos, intercâmbio cultural e campanhas conjuntas.

Um dos marcos dessa parceria foi a oficialização de 2026 como o “Ano da Cultura Brasil-China”, que contará com eventos temáticos nos dois países e esforços para estimular o fluxo turístico bilateral. Também estão em discussão iniciativas voltadas à criação de rotas turísticas integradas entre países dos BRICS, incluindo Brasil e China, como forma de ampliar o acesso a novos mercados e diversificar os destinos procurados por viajantes.

(Com Leonardo Moura Civitatis)

Coleção Miscigenação, de Gisela Pedroso, investiga a arqueologia da identidade por meio da cerâmica contemporânea

São Paulo, por Kleber Patricio

Mostra tem como ponto de partida o conceito de “Arqueologia da Identidade” – campo que investiga como a cultura material e os vestígios do passado são usados para construir, manter e negociar identidades individuais e coletivas. Fotos: Giselle Capri.

A ceramista Gisela Pedroso apresenta a Coleção Miscigenação, um conjunto de obras que propõe uma reflexão sensível e profunda sobre identidade, território e memória cultural. Com trajetória marcada pela conexão entre arte, natureza e ancestralidade, a artista reafirma, nesta nova série, a cerâmica como uma linguagem potente para traduzir histórias coletivas e individuais por meio de formas, texturas e grafismos.

Tendo como ponto de partida o conceito de “Arqueologia da Identidade” – campo que investiga como a cultura material e os vestígios do passado são usados para construir, manter e negociar identidades individuais e coletivas – a coleção se ancora também no contexto cultural e espiritual da “escrita na pele por meio da terra”. Para isso, Gisela utiliza pigmentos minerais e naturais, como ocre, argila e outros elementos extraídos diretamente do solo, reforçando a relação íntima entre matéria, território e memória.

Por meio da técnica do sgraffito, processo em que camadas são riscadas para revelar superfícies ocultas, a artista constrói uma metáfora visual sobre a sobreposição de culturas que moldam a sociedade brasileira. Os grafismos presentes nas peças narram encontros e tensões entre diferentes matrizes culturais, evidenciando tanto o rigor geométrico das influências externas quanto a fluidez orgânica dos padrões ancestrais indígenas.

Cada obra funciona como um vestígio, um fragmento simbólico escavado do tempo no qual marcas, linhas e relevos evocam memórias inscritas na própria matéria. Ao riscar, revelar e recompor a superfície, Gisela Pedroso transforma a cerâmica em um território narrativo onde passado e presente dialogam de forma poética e contundente.

A Coleção Miscigenação reafirma, assim, a importância da cerâmica como suporte artístico contemporâneo e como meio potente de reflexão sobre pertencimento, diversidade e identidade cultural brasileira, convidando o observador a um olhar atento sobre as camadas que formam quem somos individual e coletivamente.

Sobre Gisela Pedroso | Ceramista e arquiteta há mais de 20 anos, Gisela Pedroso dedica sua trajetória à conexão entre arte, natureza e cidade. Idealizadora do Sarau Atelier-Escola, localizado no Centro Histórico de Itu, Gisela é especialista em cerâmica e pintura que unem técnica, expressão artística e olhar sensível para o belo. Sua produção e seu trabalho buscam valorizar as formas orgânicas e as cores da natureza, aproximando-as da vida urbana e estimulando novas experiências estéticas e criativas.

(Com Alessandra Barbieri/A4&Holofote Comunicação)

Galatea Salvador e Nara Roesler anunciam “Barracas e Fachadas do Nordeste”

Salvador, por Kleber Patricio

Adenor Gondim, Barraca de festas de largo da Bahia, dec. 1980/2026 [1980s/2026]. Crédito: Cortesia do artista

Galatea Salvador abre a programação de 2026 com duas exposições paralelas. Na primeira, une-se à galeria Nara Roesler para inaugurar “Barracas e Fachadas do Nordeste”, coletiva que propõe um diálogo entre Montez Magno, Mari Ra, Zé di Cabeça, Fabio Miguez e Adenor Gondim a partir de obras que retratam paisagem urbana e cultural do Nordeste. E, no espaço expositivo do Cofre, apresenta “Gabriel Branco: A luz sem nome”, série de pinturas em que o artista aprofunda sua pesquisa que parte do corpo, da luz e da cor como elementos estruturantes da composiçãoAmbas as aberturas acontecem no dia 30 de janeiro e alinham-se ao calendário festivo da cidade, que celebra Iemanjá no dia 2 de fevereiro.

Com curadoria de Tomás Toledo, sócio fundador da Galatea, e Alana Silveira, diretora da unidade Salvador, Barracas e Fachadas do Nordeste reúne mais de 60 obras, entre pinturas, fotografias e trabalhos em diferentes suportes, dos artistas Montez Magno, Mari Ra, Zé di Cabeça, Fabio Miguez e Adenor Gondim. A exposição toma como eixo temático as arquiteturas vernaculares que atravessam o cotidiano urbano e as manifestações culturais do Nordeste, propondo um diálogo entre diferentes gerações e linguagens.

Adenor Gondim 1950, Barraca de festas de largo da Bahia [Bahian Street Party Stall], década de 1980/2026.

Fachadas urbanas, platibandas ornamentais, barracas de festas populares e estruturas aparecem como elementos centrais da exposição, entendidos não apenas como construções funcionais, mas como formas carregadas de memória social e cultural. Esses elementos, recorrentes na paisagem nordestina, operam como dispositivos visuais e simbólicos que articulam práticas cotidianas, circulação urbana e expressão cultural.

Adenor Gondim e Montez Magno convergem ao destacar as formas vernaculares do Nordeste a partir de abordagens distintas. Gondim, fotógrafo convidado especialmente para uma série para a coletiva, apresenta registros das barracas que marcaram as festas de largo de Salvador, enquanto Magno é representado por obras das séries Barracas do Nordeste (1972–1993) e Fachadas do Nordeste (1996–1997), nas quais referências da cultura popular são sintetizadas por meio da abstração geométrica.

Já Fabio Miguez, artista representado pela Nara Roesler, investiga as fachadas de Salvador como um mosaico de variações arquitetônicas, a partir de um olhar atento sobre o casario urbano e suas composições formais, em que geometria e cor estruturam a pintura. Para a exposição, o artista realizou uma viagem de pesquisa a Salvador e à Ilha de Itaparica, da qual resulta uma série inédita de pinturas concebidas especialmente para a mostra.

Adenor Gondim 1950, Barraca de festas de largo da Bahia [Bahian Street Party Stall], década de 1980/2026.

A dimensão urbana e migratória da mostra se amplia com Zé di Cabeça, criador do Acervo da Laje, cujas pinturas derivam de um amplo inventário visual do subúrbio ferroviário soteropolitano e evidenciam seu processo de transposição do desenho para o azulejo e, posteriormente, para a pintura. Enquanto Mari Ra aproxima fachadas de Recife e Olinda encontradas na Zona Leste de São Paulo, revelando vínculos formais produzidos pelos fluxos migratórios nordestinos.

Entre corpo, luz e abstração | Gabriel Branco: A luz sem nome é a primeira exposição individual de pinturas do artista paulistano Gabriel Branco (1997, São Paulo). A mostra ocupa o espaço expositivo do Cofre da unidade e reúne 10 pinturas inéditas, realizadas em 2025, com texto crítico assinado por Paulo Monteiro.

Na série apresentada, Branco aprofunda uma pesquisa que parte do corpo, da luz e da cor como elementos estruturantes da composição. Trabalhando com óleo e cera de abelha sobre tela, o artista constrói superfícies veladas e luminosas, nas quais formas orgânicas parecem emergir e, ao mesmo tempo, se dissolver. A pintura abstrata surge como um desdobramento direto com seus trabalhos na fotografia, especialmente no modo como a luz atua como agente de instabilidade e transformação da imagem.

Gabriel Branco 1997, Sem título [Untitled], 2025.

Na abstração, o corpo aparece como referência inicial para o surgimento das formas. Partes de um corpo conformam outro corpo, que se adapta ao formato da tela e se reorganiza como uma espécie de estrutura orgânica. Essas formas, no entanto, não são fixas: ora evocam imagens reconhecíveis, ora se desfazem sob a ação da luminosidade, criando um campo ambíguo entre o abstrato e o figurativo.

Paulo Monteiro comenta em seu texto crítico que “Como toda arte abstrata que se livrou do apego aos argumentos racionais da vanguarda, a pintura de Gabriel é livre, e nessas formas podemos ver o que quisermos ver: um órgão sexual, ou o começo de uma onda, um astro no céu, a luz do sol. Tudo isso está ali presente, pulsando. E, de fato, não se está falando aqui da universalidade da arte abstrata. Estamos diante do avesso dela.”

A geometria também atravessa essa pesquisa. Em trabalhos anteriores, padrões visuais presentes em portões e estampas da periferia de São Paulo serviram como ponto de partida para o uso livre da cor. O triângulo, forma recorrente nesse momento inicial, adquire posteriormente uma dimensão luminosa e quase mística, articulando tensões entre o universal e o específico, entre símbolos compartilhados e experiências culturais situadas no contexto brasileiro.

Gabriel Branco 1997, Sem título [Untitled], 2025.

A luz, no entanto, não atua apenas como elemento formal, mas como força capaz de desestabilizar as próprias formas do quadro. Em alguns trabalhos, a luminosidade incide de tal maneira que dissolve contornos e embaralha referências corporais e geométricas. Essa instabilidade aproxima a pintura da fotografia, outra prática central na trajetória de Gabriel Branco, na qual a luz e o ambiente urbano — especialmente das periferias de São Paulo — produzem camadas múltiplas de significado.

Na sequência de Gabriel Branco: A luz sem nome, o artista realiza uma exposição individual na ARCO Madrid, uma das principais feiras internacionais de arte contemporânea, marcando o início de sua representação pela Galatea.

As duas exposições e a parceria com a galeria Nara Roesler marcam a celebração dos dois anos da Galatea em Salvador e reafirmam o papel de sua sede na capital baiana como um espaço de convergência e articulação no circuito de arte contemporânea. Desde a sua chegada à cidade, em janeiro de 2024, a galeria tem atuado como plataforma de intercâmbio entre artistas, curadores, galerias, agentes culturais, colecionadores e o público, em diálogo com o momento de revitalização do centro histórico de Salvador e de fortalecimento de sua vida cultural. 

Serviço:

Barracas e Fachadas do Nordeste

Curadoria: Tomás Toledo e Alana Silveira

Local: Galatea Salvador

Endereço:  R. Chile, 22 – Centro, Salvador – BA

Abertura: 30 de janeiro das 18h às 21h

Período expositivo: 30 de janeiro a 30 de maio de 2026

Horários: Terça a quinta das 10h às 19h | Sexta das 10h às 18h | Sábado das 11h às 15h

Ingresso: Gratuito

Mais informações: https://www.galatea.art/

Instagram: @galatea.art_

Gabriel Branco: A luz sem nome

Texto crítico: Paulo Monteiro

Local: Galatea Salvador

Endereço:  R. Chile, 22 – Centro, Salvador – BA

Abertura: 30 de janeiro das 18h às 21h

Período expositivo: 30 de janeiro a 30 de maio de 2026

Horários: Terça à quinta das 10h às 19h | Sexta das 10h às 18h | Sábado das 11h às 15h

Ingresso: Gratuito

Mais informações: https://www.galatea.art/

Instagram: @galatea.art_.

(Com Edgard França/Cor Comunicação)

Osesp faz dois concertos de pré-abertura da Temporada 2026 com pianista russo Daniil Trifonov

São Paulo, por Kleber Patricio

A Sala São Paulo. Foto: Manuel Sá.

Fundação Osesp apresenta os concertos de pré-abertura da Temporada Osesp 2026. Na sexta-feira (13/fev), às 20h, e no sábado (14/fev), às 16h30, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp realiza na Sala São Paulo as performances que marcam a pré-abertura da Temporada de 2026. Com o russo Daniil Trifonov ao piano e também na regência, o programa especial terá como fio condutor o Sul do continente americano — com sua combinação única de vozes, espiritualidade, ritmos, cores e religiosidade popular.

Trata-se de um marco histórico para a música clássica no Brasil: além de apresentar estes dois concertos, esta será a primeira vez que uma orquestra brasileira gravará um álbum para o selo alemão Deutsche Grammophon, referência máxima mundial em registros sinfônicos. Intitulado História Americana: Sul, a iniciativa é capitaneada por Trifonov, um dos maiores pianistas de nosso tempo — e que, com a Osesp, também fará a direção musical do projeto.

O programa reúne a Orquestra e o pianista em torno de Cuadros del Sur, obra do venezuelano Gonzalo Grau composta a partir de A Paixão segundo São Marcos, do argentino Osvaldo Golijov, em uma perspectiva latino-americana contemporânea, espiritual e profundamente ligada às raízes culturais de nosso continente. “Sinto profunda gratidão ao incrível Daniil Trifonov por ter motivado a criação de ‘Cuadros del Sur’ e por poder tocá-la e gravá-la. Adoro o que o multi-instrumentista Gonzalo Grau fez com a música da minha ‘Paixão segundo São Marcos’: a versão dele demonstra a mesma imaginação sem limites que o arranjo de Gil Evans para a música de ‘Porgy and Bess’ representa para Miles Davis”, afirma Osvaldo Golijov.

Daniil Trifonov. Foto: Dario Acosta.

Além e interpretar a peça de Grau com a Osesp, Trifonov tocará peças solo de outros compositores latinos, como Heitor Villa-Lobos, Alberto Ginastera, Camargo Guarnieri e Ary Barroso, além de uma composição de sua autoria (Tango). Os ingressos custam a partir de R$ 50,00 (valor inteiro) e estão à venda através deste link.

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp
Desde seu primeiro concerto, em 1954, a Osesp tornou-se parte indissociável da cultura paulista e brasileira, promovendo transformações culturais e sociais profundas. A cada ano, a Osesp realiza em média 130 concertos para cerca de 150 mil pessoas. Thierry Fischer tornou-se diretor musical e regente titular em 2020, tendo sido precedido, de 2012 a 2019, por Marin Alsop. Seus antecessores foram Yan Pascal Tortelier, John Neschling, Eleazar de Carvalho, Bruno Roccella e Souza Lima. Além da Orquestra, há um coro profissional, grupos de câmara, uma editora de partituras e uma vibrante plataforma educacional. A Osesp já realizou turnês em diversos estados do Brasil e também pela América Latina, Estados Unidos, Europa e China, apresentando-se em alguns dos mais importantes festivais da música clássica, como o BBC Proms, e em salas de concerto como o Concertgebouw de Amsterdã, a Philharmonie de Berlim e o Carnegie Hall em Nova York. Mantém, desde 2008, o projeto “Osesp Itinerante”, promovendo concertos, oficinas e cursos de apreciação musical pelo interior do estado de São Paulo. É administrada pela Fundação Osesp desde 2005.

Daniil Trifonov regência e piano
O pianista Daniil Trifonov nasceu em 1991 em Níjni Novgorod, Rússia. Foi premiado em alguns dos mais prestigiados concursos internacionais, incluindo o Tchaikovsky de Moscou. Em 2016, foi considerado o Artista do Ano pela revista Gramophone e, em 2018, conquistou um Grammy de Melhor Álbum Solo Instrumental com Transcendental. O álbum duplo com obras de Liszt marcou seu terceiro título como artista exclusivo da Deutsche Grammophon. Trifonov teve ascensão espetacular no mundo da música clássica como solista, concertista, camerista e compositor. Combinando técnica consumada com sensibilidade e profundidade, suas performances são altamente admiradas. Daniil Trifonov é apontado como um dos maiores talentos da nova geração e tem se apresentado com as mais importantes orquestras mundiais, como a Concertgebouw de Amsterdã e a Filarmônica de Viena.

A Osesp. Foto: Lilian Alves.

A Osesp e a Sala São Paulo são equipamentos do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerenciadas pela Fundação Osesp, Organização Social da Cultura.

PROGRAMA

OSESP

DANIIL TRIFONOV regência e piano

Juan GARCÍA | Sambumbia — Rhapsodia Dominicana

Heitor VILLA-LOBOS | Valsa da dor

Rafael LANDESTOY | El vals de Santo Domingo

Alberto GINASTERA | Milonga

Daniil TRIFONOV | Tango

Rafael LANDESTOY | Estudio en zamba

Mozart CAMARGO GUARNIERI | Dança negra

Heitor VILLA-LOBOS | Bachianas Brasileiras nº 4

Osvaldo GOLIJOV / Gonzalo GRAU | Cuadros del Sur [a partir de A Paixão segundo São Marcos, de Golijov, para piano e ensemble de câmara | Coencomenda da Deutsche Grammophon junto à Osesp, à Orchestre de Radio France e ao Festival de Aspen]

Ary BARROSO | Aquarela do Brasil [transcrição para piano de Gonzalo Grau].

SERVIÇO:

13 de fevereiro, sexta-feira, 20h00

14 de fevereiro, sábado, 16h30

Endereço: Praça Júlio Prestes, 16, Campos Elíseos, São Paulo, SP

Capacidade: 1.388 lugares (Sala São Paulo)

Recomendação etária: 7 anos

Ingressos: Entre R$ 50,00 e R$ 330,00 (valores inteiros*)

Bilheteria (Fever): neste link

Telefone: (11) 3777-9721, de segunda a sexta, das 12h às 18h.

Estacionamento: Rua Mauá, 51 | a partir de R$ 27,00 | 600 vagas

Mais informações nos sites oficiais da Osesp e da Sala São Paulo.

*Estudantes, pessoas acima dos 60 anos, jovens pertencentes a famílias de baixa renda com idade de 15 a 29 anos, pessoas com deficiências e um acompanhante, e servidores da educação (servidores do quadro de apoio – funcionários da secretaria e operacionais – e especialistas da Educação – coordenadores pedagógicos, diretores e supervisores – da rede pública, estadual e municipal) têm desconto de 50% nos ingressos para os concertos da Temporada Osesp na Sala São Paulo, mediante comprovação.

(Com Fabio Rigobelo /Fundação Osesp)