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Theatro Municipal de São Paulo inaugura obra de restauro da fachada da Sala do Conservatório

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Fachada da Sala do Conservatório ao lado da Praça das Artes e próxima ao Vale do Anhangabaú. Fotos: Rafael Salvador.

O Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, edifício histórico localizado na Praça das Artes, recebe um evento especial que marca a conclusão da obra de conservação da sua fachada. Este trabalho preserva a memória do edifício que abrigou a primeira escola de música erudita e arte dramática do Estado de São Paulo e de elementos arquitetônicos de grande valor histórico e permanece como um importante espaço dedicado à música de câmara, a atividades culturais e educacionais no centro da cidade, pois integra o conjunto da praça das artes onde funcionam as escolas municipais de dança e de música. O evento acontece no dia 24 de março, a partir das 17h, na Sala de Exposições, é gratuito e tem duração de 180 minutos.

A programação celebra a preservação desse patrimônio e propõe um diálogo entre arquitetura, memória e criação artística. Ao longo da tarde, o público poderá acompanhar conversas com especialistas, uma apresentação musical e a abertura de uma ocupação expositiva dedicada à história e aos acervos ligados ao Conservatório e ao complexo cultural do Theatro Municipal.

Com a mesa-redonda Praça das Artes em Diálogo: Restauro, Acervo e Exposição, às 17h, o público poderá participar de uma conversa mediada por Eduardo Spinazzola, gerente do setor de Arquitetura e Patrimônio do Theatro Municipal, e Ana Lucia Lopes, gerente de Formação, Acervo e Memória do Theatro Municipal, e contará com a participação de Toninho Sarasá, fundador e Diretor Executivo do Instituto Sarasá, Gustavo Kerr, arquiteto do setor de Arquitetura e Patrimônio do Theatro Municipal, e Rafael Araújo, coordenador do Núcleo de Acervo e Pesquisa do Theatro Municipal. Durante o evento, serão discutidos os processos de restauro, preservação e pesquisa relacionados ao patrimônio arquitetônico e documental da instituição.

“A renovação da fachada do Conservatório contribui para a memória coletiva deste local, que abrigou a primeira escola de música erudita e arte dramática do Estado de São Paulo, não só pela preservação do edifício histórico, de arquitetura emblemática, mas pela sua inserção na Praça das Artes, onde temos abrigadas as escolas municipais de dança e de música, e também, por ser parte integrante do Complexo do Theatro Municipal, gerido pela Sustenidos, que promove ali intensa programação de eventos, apresentações teatrais e musicais, oficinas educativas, exposições e tantas outras ações que mantém viva a memória do Conservatório”, explica Eduardo Spinazzola, gerente do setor de Arquitetura e Patrimônio do Theatro Municipal.

Já às 18h10, o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo realiza uma apresentação na Sala do Conservatório, seguida, às 18h30, pela abertura da ocupação expositiva do saguão da Sala de Exposições. A entrada é gratuita, mediante lotação, a classificação é livre e a duração total aproximada da programação é de 180 minutos, sem intervalo.

Por fim, das 18h30 até 20h, na Sala de Exposições, será aberta a Ocupação Expositiva do Saguão.

SERVIÇO:

Inauguração do Restauro da Fachada da Sala do Conservatório

Sala do Conservatório e Sala de Exposições na Praça das Artes

24 de março, sexta-feira, às 17h

Programação

17h – 18h | Sala de Exposições

Mesa redonda “Praça das Artes em Diálogo: Restauro, Acervo e Exposição”

Mediação

Eduardo Spinazzola (gerente do setor de Arquitetura e Patrimônio do Theatro Municipal)

Ana Lucia Lopes (gerente de Formação, Acervo e Memória do Theatro Municipal).

Convidados

Toninho Sarasá (Fundador e Diretor Executivo do Instituto Sarasá)

Gustavo Kerr (Arquiteto do setor de Arquitetura e Patrimônio do Theatro Municipal)

Rafael Araújo (Coordenador do Núcleo de Acervo e Pesquisa do Theatro Municipal)

18h10 – 18h30 | Sala do Conservatório

Apresentação do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo

18h30 – 20h | Sala de Exposições

Abertura da Ocupação Expositiva do Saguão

Ingressos gratuitos e entrada livre até atingir a capacidade máxima

Classificação: livre para todos os públicos – sem conteúdos potencialmente prejudiciais para qualquer faixa etária

Duração de aproximadamente 180 minutos (sem intervalo).

SOBRE O COMPLEXO THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO

O Theatro Municipal de São Paulo é um equipamento da Prefeitura da Cidade de São Paulo ligado à Secretaria Municipal de Cultura e à Fundação Theatro Municipal de São Paulo.

O edifício do Theatro Municipal de São Paulo, assinado pelo escritório Ramos de Azevedo em colaboração com os italianos Claudio Rossi e Domiziano Rossi, foi inaugurado em 12 de setembro de 1911. Trata-se de um edifício histórico, patrimônio tombado, intrinsecamente ligado ao aperfeiçoamento da música, da dança e da ópera no Brasil. O Theatro Municipal de São Paulo abrange um importante patrimônio arquitetônico, corpos artísticos permanentes e é vocacionado à ópera, à música sinfônica orquestral e coral, à dança contemporânea e aberto a múltiplas linguagens conectadas com o mundo atual (teatro, cinema, literatura, música contemporânea, moda, música popular, outras linguagens do corpo, dentre outras).

Oferece diversidade de programação e busca atrair um público variado. Além do edifício do Theatro, o Complexo Theatro Municipal também conta com o edifício da Praça das Artes, concebido para ser sede dos Corpos Artísticos e da Escola de Dança e da Escola Municipal de Música de São Paulo.
Sua concepção teve como premissa desenhar uma área que abraçasse o antigo prédio tombado do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e que constituísse um edifício moderno e uma praça aberta ao público que circula na área.

Inaugurado em dezembro de 2012 em uma área de 29 mil m², o projeto vencedor dos prêmios APCA e ICON AWARDS é resultado da parceria do arquiteto Marcos Cartum (Núcleo de Projetos de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura) com o escritório paulistano Brasil Arquitetura, de Francisco Fanucci e Marcelo Ferraz.

Quem apoia institucionalmente seus projetos via Lei de Incentivo à Cultura: Bradesco, CAIXA Vida e Previdência, Elevadores Atlas Schindler, Mobilize, igc Partners, Scotiabank, CAIXA Seguridade. Pessoas físicas também fortalecem as atividades através de doações incentivadas.

(Com André Santa Rosa/Theatro Municipal de São Paulo)

Galeria de Arte André apresenta exposição individual de Ana Augusta Silveira

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Feroz, o.s.t – 95×150 cm.

A Galeria de Arte André apresenta a exposição Cores que curam, de Ana Augusta Silveira. Primeira individual da artista na galeria, a exposição apresenta mais de 20 telas, realizadas entre 2025 e 2026, evidenciando a força de sua produção recente e sua ampla mobilidade no campo da abstração.

Ana Augusta pratica uma espécie de “arqueologia da imagem”, segundo o texto crítico assinado por Mario Gioia. “Com cromatismo intenso e desenvoltura pelas grandes escalas, em especial, Ana Augusta incorpora novas estratégias plásticas em seu corpus de obra na exposição, como o uso do branco como fundo, além de utilizar mais tons como o verde turquesa e o rosa”, afirma o crítico.

SemTítulo, acr.s.tela – 155×231 cm.

“Ver como experiência, olhar como presença, contemplar como possibilidade de silêncio e reorganização interna”, afirma a artista, que tem na aproximação com a psicanálise um de seus eixos conceituais. “As telas não representam o mundo exterior nem propõem significados fechados”, conta.

Nas suas obras, o processo ocupa lugar central em sua prática. Após cada tela atingir um aparente estado de conclusão, é o percurso — feito de sobreposições, apagamentos e reiterações — que se revela fundamental. A sucessão de experiências plásticas guarda proximidade tanto com o espiritual, quanto com a visualidade contemporânea, na repetição e serialização que afastam a obra do campo narrativo.

Sem Título, acr.s.tela – 155×231 cm.

Ao eleger a pintura — linguagem tradicional na história da arte — como veículo de sua poética, Ana Augusta reafirma sua atualidade. Em seu ateliê, localizado na zona norte da capital paulista, a artista mantém um processo de trabalho contínuo, orientado mais pela presença do que por explicações literais. “A cor se manifesta como vibração, como estado, como energia em movimento”, sintetiza, definindo a natureza de sua investigação.

Sobre Ana Augusta Silveira 

A artista, nascida em 1977, em São Paulo, atualmente reside em Ribeirão Preto. Autodidata, participou de exposições na Europa e em São Paulo e é membro da Ward-Nasse Gallery, em Nova York. Sua produção se destaca pela pesquisa contínua no campo da abstração e pela intensidade cromática que marca sua pintura.

Sobre a Galeria de Arte André

Sem Título, acr.s.tela – 155×231 cm.

Com 67 anos de atuação no circuito das artes, a Galeria de Arte André foi fundada em 1959 pelo romeno André Blau. É considerada a maior galeria de arte da América Latina, tendo se tornado uma referência no mercado de arte brasileira. Atualmente dirigida por Juliana Blau, a casa ajudou a forjar o mercado de arte no Brasil e passou por diversos endereços, até se consolidar na Rua Estados Unidos, entre a Avenida Rebouças e a Alameda Gabriel Monteiro da Silva.

Conhecida pelo seu acervo de esculturas e obras de artistas como Aldemir Martins, Alfredo Volpi, Bruno Giorgi, Carlos Araujo, Carlos Scliar, Cícero Dias, Clóvis Graciano, Di Cavalcanti, Frans Krajcberg, Guignard, Hector Carybé, Manabu Mabe, Orlando Teruz, Roberto Burle Marx, Sonia Ebling e Tomie Ohtake, entre muitos outros, a casa oferece ao público exposições periódicas e projetos educacionais e culturais.

Sem Título, acr.s.tela – 107×145 cm.

Oferece um calendário de exposições ao longo do ano, tendo diversos projetos curatoriais com artistas da casa e que fizeram parte da história e de seu acervo. Além disso, tem o projeto Multimuros, com obras de arte públicas pintadas na fachada da galeria, localizada na Avenida Rebouças.

A galeria também dispõe de uma loja virtual com obras de arte a preços acessíveis no link www.galeriandre.com.br/loja-virtual. Também mantém um blog com notícias e análises do mundo da arte, em www.galeriandre.com.br/blog.

Serviço:

Exposição Cores que curam, de Ana Augusta Silveira

Curadoria: Octavio Guastini

Texto crítico: Mario Gioia

Período expositivo: de 14 de março a 11 de abril de 2026

Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 19h; sábados, das 10h às 14h

Galeria de Arte André

Rua Estados Unidos, 2.280 – Jardim Paulistano – 01427-002 – São Paulo – SP

(11) 3081-9697 / 3081-3972 / 3063-0427

www.galeriaandre.com.br.

(Com Carina Bordalo/Buriti Comunicação)

NOTRE-DAME: Expedição em realidade virtual convida a descobrir a história e os segredos da catedral mais famosa do mundo

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Imagem: Divulgação.

Verdadeira obra-prima da arquitetura gótica, a Catedral de Notre-Dame de Paris vigia a capital francesa há mais de 800 anos. Com mais de 12 milhões de visitantes anuais, o monumento é um dos mais emblemáticos e visitados do mundo. Agora, essa história milenar ganha uma nova forma de ser vivenciada pelo público brasileiro com a expedição imersiva “Notre-Dame de Paris – Sagrada e Eterna”, que estreia dia 21 de março de 2026 no Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual, no Shopping Cidade São Paulo.

Produzida pela Orange, realizada pela Excurio e Bruno Sellier em colaboração com a Amaclio Productions, o estabelecimento público responsável pela conservação e restauração da catedral, a Diocese e a Cidade de Paris, a experiência propõe um novo olhar sobre a história e as transformações da Notre-Dame — da Idade Média à restauração após o incêndio que a devastou em 2019.

Com duração de 45 minutos, a expedição leva os visitantes a uma viagem através dos séculos, explorando partes inacessíveis ao público e revelando os bastidores de uma das mais complexas e emblemáticas obras de restauração do século XXI. 

Uma viagem no tempo guiada pelos construtores da catedral

Guiada pela figura simbólica de um “Companheiro do Dever”, a experiência começa em 1240 e se estende até a entrega das chaves da catedral ao arcebispo de Paris, após anos de reconstrução. Ao longo do percurso, o público acompanha o trabalho de pedreiros medievais, carpinteiros, mestres vidreiros, arquitetos e restauradores contemporâneos, descobrindo os ofícios, os gestos e o conhecimento transmitido por gerações.

Entre os personagens históricos apresentados, estão Guillaume d’Auvergne, bispo de Paris no século XIII, e o arquiteto Eugène Viollet-le-Duc, responsável pela grande restauração do século XIX e pela criação da icônica flecha da catedral.

Equipados com óculos de realidade virtual de última geração, os visitantes caminham livremente durante 45 minutos por ambientes cuidadosamente reconstruídos com base em pesquisas históricas, arquitetônicas e científicas, desenvolvidas com o apoio de um comitê científico especializado.

Arquitetura, espiritualidade e emoção em uma experiência coletiva

Ao longo da visita, o público atravessa momentos marcantes da história da Notre-Dame: a ampliação da nave e a construção das capelas no século XIII, a transformação do altar por ordem de Luís XIV, a restauração conduzida por Viollet-le-Duc, a descoberta de espaços invisíveis ao olhar do visitante — como a “floresta” de mil carvalhos que sustenta o telhado — e, por fim, o delicado processo de restauração após o incêndio de 2019.

A experiência culmina com a reconstrução da flecha e a devolução do monumento à cidade, simbolizando a permanência da Notre-Dame como um patrimônio vivo que atravessa séculos sem perder sua força simbólica, espiritual e cultural.

Tecnologia a serviço da memória e do patrimônio

A experiência permite a circulação simultânea de grupos em grandes espaços, promovendo uma vivência coletiva e envolvente. Os visitantes enxergam os avatares uns dos outros, evitando o isolamento comum em experiências de realidade virtual e reforçando o caráter compartilhado da jornada.

Com mais de 20 anos de experiência, a Excurio já assinou expedições imersivas de sucesso mundial, como Horizonte de QuéopsMundos Desaparecidos e Uma Noite com os Impressionistas, que juntas já atraíram mais de 4 milhões de visitantes em cerca de 30 cidades ao redor do mundo.

“Notre-Dame de Paris – Sagrada e Eterna” é uma criação da Excurio, apresentada no Brasil pelo banco francês Crédit Agricole e realizada pela produtora Bonfilm. Ela é exibida no Centro Cultural CNP de Realidade Virtual, cujos patrocinadores principais são CNP Seguros Holding Brasil, Crédit Agricole, Essilor/Luxottica (Varilux), além do Ministério da Cultura através da Lei Rouanet e do Governo do Estado de São Paulo – Secretaria de Cultura, Economia e indústria criativa – lei do ProAC-SP. Outros parceiros importantes são Air France (transportadora oficial), Grupo Accor e Indigo. O evento tem o apoio institucional da Embaixada da França no Brasil.

Serviço:

Expedição Imersiva “Notre-Dame de Paris – Sagrada e Eterna”

Local: Shopping Cidade São Paulo – Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual
2º Subsolo – Avenida Paulista, 1230 – Bela Vista – São Paulo

Data: A partir de 21 de março de 2026

Horário de Funcionamento: Segunda, quinta, sexta, finais de semana e feriados, das 10h às 21h20

Duração: 45 minutos

Ingressos: de R$ 29 a R$ 98 (conforme dia e horário) | Meia-entrada e condições especiais para famílias e grupos

Classificação etária: a partir de 8 anos

Onde comprar: espacoculturavr.com.br e Fever ou no próprio local da exposição.

Classificação etária: a partir dos 8 anos

Trailer: https://vaai.la/gvuz.

(Com Valéria Blanco/Atti Comunicação)

Sinfônica de Indaiatuba abre temporada 2026 com violinista da Osesp

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Temporada 2026 da Sinfônica tem início no próximo dia 21. Fotos: Daniel Cardoso.

Orquestra Sinfônica de Indaiatuba abre a Temporada 2026 no próximo dia 21, às 20h, com um concerto especial sob regência do maestro Paulo de Paula e participação do violinista Emmanuele Baldini, spalla da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) e um dos principais nomes do instrumento em atividade no país. O programa reúne obras de Gioachino Rossini e Ludwig van Beethoven e deve atrair público de diversas cidades da região. Durante o evento será realizada a pintura de uma obra ao vivo e a entrada é gratuita.

O concerto marca o início da programação anual da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba, um dos principais projetos de difusão da música de concerto do interior paulista. A apresentação propõe um encontro entre dois estilos marcantes do início do século 19: o lirismo e a leveza da ópera italiana de Rossini e a força dramática da música sinfônica de Beethoven.

A abertura La Scala di Seta (A Escada de Seda), de Rossini, foi composta para uma ópera cômica marcada por intrigas amorosas e situações divertidas. A obra traduz em música o clima leve e bem-humorado típico do compositor italiano.

Concerto tem participação do violinista Emmanuele Baldini.

Já o Concerto para Violino em Ré Maior, op. 61, de Beethoven, é considerado uma das obras mais importantes do repertório para violino e orquestra. Composto pouco antes da célebre Quinta Sinfonia, o concerto ampliou as dimensões do gênero ao incorporar uma escrita de caráter sinfônico e dramático. A obra é estruturada em três movimentos: Allegro, ma non troppo; Larghetto e Rondo.

Convidado

Para interpretar essa peça, a Sinfônica recebe o violinista Emmanuele Baldini, artista italiano radicado no Brasil e reconhecido internacionalmente. Spalla da Osesp, Baldini também é regente titular da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí e integrante do Quarteto de Cordas da Osesp.

Ao longo da carreira, venceu importantes concursos internacionais, como o Virtuositè de Genebra e o Fórum Junger Künstler de Viena, além de realizar turnês pela Europa, América, Ásia e Oceania. Em 2017 recebeu o Prêmio APCA de Melhor Instrumentista e, em 2021, foi agraciado pelo Governo do Estado de São Paulo com a Medalha Tarsila do Amaral, em reconhecimento aos seus méritos artísticos.

Arte urbana 

Durante o concerto o artista visual Suzanito pintará uma obra. Curador atuante na arte urbana desde 2010, sua pesquisa conecta graffiti, educação e transformação social. O artista conquistou a primeira colocação no 9º Salão de Artes Visuais de Indaiatuba e participou do Meeting Of Favela, no Rio de Janeiro.

O concerto de abertura da Temporada 2026 é realizado com apoio do Programa de Ação Cultural – ProAC, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo e idealizado pela Amosi (Associação Mantenedora da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba), em parceria com a Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, tem patrocínio das empresas Tuberfil, Plastek e John Deere, apoio da MMídia e Atom Lab.

SERVIÇO:

Sinfônica de Indaiatuba – Concerto de abertura da Temporada 2026

Direção artística e regência: Paulo de Paula

Solista convidado: Emmanuele Baldini (violino)

Data: 21/03 l Horário: 20h

Local: Sala Acrísio de Camargo – Ciaei l Endereço: avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé, 3665 – Jardim Regina, Indaiatuba/SP – MAPA AQUI

REPERTÓRIO

Gioachino Rossini (1792–1868)

Abertura La Scala di Seta

Ludwig van Beethoven (1770–1827)

Concerto para Violino em Ré Maior, op. 61

Movimentos

Allegro, ma non troppo

Larghetto

Rondo

Para mais informações, siga nos canais oficiais:

Site Sinfônica |Instagram Sinfônica | Facebook Sinfônica  |Youtube Sinfônica

Apoie a Cultura | A Amosi mantém suas atividades graças ao patrocínio de empresas que destinam parte de seus impostos – por intermédio de leis de incentivo – doações e colaborações. Se você acredita no poder da música para transformar vidas, contribua com a Amosi e ajude a levar cultura a mais pessoas. Faça uma doação:

PIX orquestradeindaiatuba@gmail.com

Transferência bancária Agência: 0001 l Conta: 1872039-2 l Instituição: 403 – Cora SCD.

(Com Samanta De Martino/Armazém da Notícia)

Museu da Casa Brasileira anuncia nova sede na Casa Olivo Gomes

São José dos Campos, por Kleber Patricio

Foto: Claudio Vieira/PMSJC.

Museu da Casa Brasileira (MCB) terá uma nova sede em São José dos Campos, no interior paulista. A Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo anuncia a instalação do museu na histórica Casa Olivo Gomes, com previsão de retomada das atividades ainda neste semestre. Localizado no Parque da Cidade Roberto Burle Marx e pertencente à Prefeitura de São José dos Campos, o imóvel passa atualmente por obras de conservação e adaptação para receber o museu e sua programação expositiva e cultural. A iniciativa é realizada em parceria com o município.

Projetada pelo arquiteto Rino Levi na década de 1950 para o industrial Olivo Gomes, fundador da Tecelagem Parahyba, a residência é considerada um dos mais importantes exemplares da arquitetura moderna paulista. O conjunto arquitetônico dialoga diretamente com a paisagem e com o espelho d’água que acompanha sua fachada, reforçando a integração entre arquitetura e natureza, um dos princípios centrais do modernismo brasileiro. O entorno paisagístico, concebido por Roberto Burle Marx, completa o conjunto ao articular arquitetura, paisagem e memória industrial.

A instalação do museu no espaço carrega também um simbolismo particular: uma instituição dedicada à reflexão sobre a casa, o morar e o design passa a ocupar uma residência que é, por si só, um marco da arquitetura doméstica moderna no país.

A iniciativa é realizada com a Associação Pinacoteca Arte e Cultura (APAC), Organização Social responsável pela gestão da Pinacoteca e do Memorial da Resistência, que atua ao lado da Secretaria na condução do restauro e na implementação das etapas necessárias para a reabertura do museu.

A EDP, uma das maiores empresas do setor elétrico, responsável pela distribuição de energia no vale do Paraíba, será Mantenedora do Museu da Casa Brasileira.

Sobre o Museu da Casa Brasileira

O Museu da Casa Brasileira (MCB) é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo dedicada às questões da morada brasileira, referência nacional e internacional no segmento de design e arquitetura. Desde 1986 o museu promove o Prêmio Design MCB com o objetivo de incentivar a produção do design brasileiro.

Em 2024, o MCB promoveu a exposição “Sentar, Guardar e Dormir: Museu da Casa Brasileira e Museu Paulista em diálogo”, em parceria com o Museu Paulista da USP e, em 2025, retomou o Prêmio Design MCB.

(Com Gabriel Fabri/Assessoria de Imprensa Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas)