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Arte & Cultura

Rio de Janeiro

Etc e Tal transforma “Dom Quixote” em uma experiência visual arrebatadora e reafirma a força da mímica brasileira no cenário contemporâneo

por Kleber Patrício

Uma das companhias mais importantes do teatro físico brasileiro, a carioca Etc e Tal apresenta Dom Quixote, espetáculo infanto-juvenil sem palavras que reinventa o clássico de Miguel de Cervantes por meio da mímica, da comicidade gestual e de uma sofisticada dramaturgia visual. A estreia acontece no dia 7 de março de 2026 no Teatro Glaucio […]

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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Formigas agricultoras fazem ninho de todo tamanho e regeneram o solo

São Paulo, por Kleber Patricio

Aspectos externos de Ninhos de formigas Attini. Acima: Mycetarotes (esq.) e Mycocepurus (dir.); abaixo: duas entradas de ninhos de Trachymyrmex. Foto: Reprodução/BJB.

Pequenas agricultoras que cultivam fungos como alimento há milhões de anos, formigas cultivadoras de fungo pertencentes à tribo Attini constroem lares tão diferentes quanto quitinetes e arranha‑céus, influenciando diretamente a saúde dos solos e o ciclo de nutrientes. Ao radiografar 49 ninhos, pesquisadores acharam desde câmaras solitárias a 30 cm da superfície até túneis com 2,05 m de profundidade que ventilam o solo, reciclam nutrientes e guardam pistas sobre a própria evolução desses insetos‑fazendeiros. O novo estudo foi publicado nesta sexta‑feira (20 de junho) no Brazilian Journal of Biology.

As formigas, de cinco gêneros diferentes, foram seguidas até as entradas dos ninhos, localizados no campus da Unesp em Rio Claro, São Paulo, Brasil, que foram marcadas e escavadas manualmente, e medidas como largura, profundidade e tamanho das câmaras foram registradas. Operárias e materiais encontrados nas câmaras, como fungos, larvas e pupas, foram levados ao laboratório para observações adicionais.

Também participaram pesquisadores da Uesb (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia), UFV (Universidade Federal de Viçosa), Uema (Universidade Estadual do Maranhão) e Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina), em colaboração com a Uner (Universidad Nacional de Entre Ríos, Argentina).

A arquitetura dos ninhos mostrou-se altamente adaptável, variando conforme a linhagem evolutiva de cada gênero. Estruturas profundas e multi‑câmaras, como as do gênero Trachymyrmex (31 ninhos), aumentam a ventilação natural e aceleram a decomposição da matéria orgânica. Já ninhos superficiais, como os de Cyphomyrmex (4 ninhos) e Mycetarotes (3 ninhos), provocam impactos ambientais mais localizados.

Entender esse espectro ajuda a prever como as formigas responderão a mudanças climáticas, a calibrar práticas de recuperação de solos degradados e até a inspirar projetos de ventilação passiva em obras subterrâneas. Também foram analisados ninhos de Mycocepurus (7) e Myrmicocrypta (4). “Essa variação revela que a construção do ninho é altamente adaptativa e não um traço fixo, o que surpreende e amplia nossa compreensão sobre a nidificação dessas espécies”, explica Aldenise Alves Moreira da Uesb, autora do estudo desenvolvido como parte de seu pós-doutorado, com a supervisão de Odair Correa Bueno, na Unesp. Para ela, o resultado aponta que, embora todas cultivem fungos, as estratégias de construção diferem bastante, refletindo distintas trajetórias evolutivas e ecológicas dentro do grupo Attini.

A pesquisadora ressalta que essas descobertas ajudam a entender melhor as relações históricas desses insetos. “Ao comparar as estruturas, é possível inferir padrões de ancestralidade e divergência entre os gêneros estudados”, diz. “As informações sobre os ninhos complementam dados genéticos e morfológicos, possibilitando uma visão mais integrada da evolução das formigas cultivadoras de fungos”, acrescenta. Moreira acredita que os dados podem ajudar a construir uma linha do tempo até as características observadas atualmente. “Isso ajuda a identificar como mudanças na organização do ninho podem ter sido respostas adaptativas a pressões ambientais ou funcionais, fornecendo pistas sobre a história natural desses insetos”, argumenta.

A investigação também pode ter papel na formulação de estratégias que levem em conta o impacto desses insetos sobre a agricultura e os ecossistemas florestais. “As formigas dessa tribo cultivam fungos porque eles metabolizam o material forrageado que as operárias coletam, transformando-o em alimento digerível”, explica. “Entender como fazem isso permite compreender a forma como organizam seu espaço, o que influencia o fluxo de nutrientes, a decomposição da matéria orgânica e a estrutura do solo”, diz. Como exemplo, cita que ninhos mais complexos, como os de Trachymyrmex, podem acelerar a ciclagem de nutrientes e favorecer a fertilidade do solo em ambientes florestais.

A equipe pretende, agora, ampliar o número de espécies analisadas para obter um panorama mais completo da diversidade estrutural. “Os próximos passos incluem o estudo das variações arquiteturais dentro das espécies, para entender o comportamento de escavação dos ninhos, a investigação da relação entre a arquitetura do ninho e a produtividade dos fungos cultivados e a exploração de como essas diferenças influenciam o papel ecológico das formigas em diferentes habitats”, conclui Aldenise Moreira.

(Fonte: Agência Bori)

‘Suco’ de bactéria dado a frango ajuda a impedir e tratar infecção por Salmonella

São Paulo, por Kleber Patricio

Pesquisa mostra que substância derivada de bactéria pode reduzir infecção por Salmonella sem uso de antibióticos. Foto: FreePik.

Substâncias produzidas pela bactéria Enterococcus faecium mostraram eficácia contra Salmonella Heidelberg em frangos de corte, patógeno associado a doenças e contaminação de ovos e carne. A descoberta é resultado de um estudo realizado na Unesp, em parceria com a canadense Universidade de Calgary, e foi publicada na revista Ciência Rural na última sexta (20). Os resultados indicam a possibilidade de controlar a salmonelose aviária sem antibióticos, favorecendo um manejo sustentável e prevenindo a resistência antimicrobiana.

Para investigar os efeitos do filtrado de E. faecium — uma mistura rica em compostos bioativos produzidos por essa bactéria — contra a Salmonella Heidelberg (Heidelberg, no caso, é uma variante, não o epíteto de espécie, que é enterica: Salmonella enterica), causadora da salmonelose, os pesquisadores dividiram 32 frangos jovens em quatro grupos. Um deles recebeu o filtrado por via oral, uma vez ao dia, durante cinco dias antes do contato com a bactéria, enquanto outro grupo recebeu o mesmo tratamento após a infecção para observar uma possível ação terapêutica. Os demais grupos serviram como controle, permanecendo sem tratamento, para comparação dos resultados.

Entre as aves que receberam o filtrado antes da exposição à Salmonella, 62,5% apresentaram ausência ou baixos níveis da bactéria no intestino aos 21 dias, contra 37,5% das não tratadas. Essa diferença, porém, não foi estatisticamente significativa. No grupo tratado após a infecção, a quantidade da bactéria foi 174 vezes menor que no grupo controle. “Estudos apontam que bactérias ácido-lácticas, como a E. faecium, podem produzir peptídeos autoindutores, que podemos chamar de filtrado ou posbiótico”, explica Fernanda Barthelson, autora do estudo.

“Esse filtrado induz a comunicação bacteriana na microbiota intestinal, modulando-a no controle de patógenos”, acrescenta. Ela ainda ressalta que a E. faecium já está naturalmente presente nas aves, então o uso do filtrado não aumenta o risco de infecções. “Damos apenas um ‘start’ para estimular um processo de modulação, onde elas produzirão outras substâncias sinalizadoras com função específica, como a inibição da Salmonella”, diz.

De acordo com Barthelson, a compreensão de mecanismos como o investigado pelo estudo pode favorecer a produção avícola, contribuir para a saúde de humanos e, até mesmo, permitir a criação de mecanismos preventivos e tratamentos para outras espécies. “O conhecimento desse comportamento dessas bactérias é necessário para o desenvolvimento de produtos que permitam melhor desempenho das aves e reduzam a contaminação de produtos avícolas”, argumenta. “Acreditamos no potencial de inserção do posbiótico em outras áreas, além das cadeias comerciais, inclusive, na manutenção de uma microbiota saudável, por exemplo, em animais de companhia e humanos”, defende.

Os resultados da pesquisa também são importantes na prevenção da resistência antimicrobiana — apontada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das principais ameaças à saúde pública global. Esse fenômeno ocorre quando bactérias e outros microrganismos desenvolvem mecanismos que os tornam resistentes aos antibióticos e uma das principais estratégias para combatê-lo é a redução do uso desses medicamentos.

 “O controle das salmonelas se tornou mais desafiador devido à restrição do uso de antibióticos na indústria avícola”, explica a pesquisadora. “Nesse cenário, nosso estudo demonstrou os efeitos protetores da microbiota intestinal estimulada pelo filtrado no controle da S. Heidelberg, com potencial como abordagem não antibiótica para o manejo dessa importante doença”, afirma.

A equipe de autores pretende intensificar as investigações sobre a ação do filtrado. Segundo Barthelson e Adriano Okamoto, orientador do trabalho, os próximos passos devem incluir a identificação da molécula específica presente no filtrado que induz a modulação da microbiota e favorece o combate à bactéria. Ainda que os resultados sejam positivos, ela salienta que é necessário aprofundar os conhecimentos sobre o tema antes de utilizar o filtrado em larga escala. “O uso comercial deste filtrado ainda precisa de pesquisas para melhor elucidação e comprovação de sua eficácia no campo”, conclui Barthelson.

(Fonte: Agência Bori)

Inverno na Serra do Rio: destino perfeito para quem ama cultura, paisagem deslumbrante e boa gastronomia

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

A Catedral de Petrópolis. Fotos: Divulgação.

Com a chegada do inverno nas terras cariocas oficialmente na última sexta (20), Petrópolis desponta como um dos destinos mais charmosos do estado do Rio para quem busca cultura, paisagens encantadoras e boa gastronomia em meio às montanhas.

Localizado no coração do Centro Histórico da cidade, o Teatro Imperial, apresentado pela Enel e com realização da Natureza Produções, oferece uma excelente programação para todos os públicos nesta época do ano, como as apresentações de Whindersson Nunes (29/6), o show dos Canarinhos de Petrópolis (4/7) e a Histórias do Porchat (10/8). Além disso, o projeto gratuito Leiturinha oferece uma leitura guiada e imersiva para crianças no palco do teatro, todo domingo, às 11h.

O Palácio de Cristal. 

E que tal unir a cultura petropolitana nesta visita? Vale aproveitar a ida ao teatro para caminhar pelas ruas históricas, visitar o Museu Imperial, a Casa de Santos Dumont e o Palácio de Cristal, que fica ainda mais encantador durante a Bauernfest, com suas luzes e decorações típicas.

A cidade, localizada na Serra do Rio de Janeiro, também conta com eventos para quem deseja aproveitar a estação mais fria do ano, desde festivais tradicionais, como a 36º edição da Bauernfest (27/6 a 13/7), que celebra a cultura germânica com danças típicas, comidas deliciosas e muito chope, até experiências gastronômicas como o Festival de Fondue, Caldos e Cremes (28/6 a 28/7), que aquece os visitantes nos melhores restaurantes da região, além do Festival de Cerveja Artesanal (26/6 a 13/7), na Praça Visconde de Mauá.

O Palácio Quitandinha.

E para quem quer curtir os dias frios da serra além dos eventos, a cidade oferece passeios imperdíveis, como os charmosos cafés no entorno do Parque de Itaipava, trilhas no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, além dos tradicionais passeios pelo Vale do Amor e pelos belíssimos jardins do Palácio Quitandinha. Seja para saborear uma fondue, brindar com vinho ou se divertir nos festivais, Petrópolis é o convite perfeito para viver um inverno cheio de experiências na serra do Rio.

(Com Andrea Pessoa)

Lançamento do romance “Sob o céu de Isaías” reúne nomes da literatura contemporânea no Rio

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Capa do livro.

O romance “Sob o céu de Isaías”, primeiro livro de ficção de Vítor Kappel, chega ao Rio de Janeiro, depois de uma estreia especial em São Paulo, no dia 3 de julho, às 19h, na Livraria Janela, no Jardim Botânico, na Zona Sul.

O evento contará com uma mesa literária inédita com a presença especial de dois nomes em destaque na cena literária atual: o escritor Alex Andrade, semifinalista do Prêmio Oceanos 2023, e o professor e criador de conteúdo literário Marco Medeiros, responsável por um dos perfis mais ativos na divulgação de autores contemporâneos brasileiros.

Sob o céu de Isaías narra, com leveza e inteligência, o amadurecimento de Isaías, um jovem às voltas com o fim do ensino médio em uma cidade pequena que lhe parece cada vez mais apertada. Apesar de ser visto como um aluno responsável e exemplar, Isaías se envolve em episódios imprevisíveis, incluindo a descoberta de uma rede criminosa local, que colocam à prova sua visão de mundo e seus planos para o futuro.

“O livro é uma comédia dramática única na literatura brasileira, com matizes agridoces, culminando num desfecho tocante, que ressoa em quem já entendeu que buscar a própria identidade é se agarrar a uma linha fina no novelo do caos”, conta Vítor Kappel.

Com humor sutil e um olhar sensível sobre os dilemas da juventude, o autor constrói uma trama ágil e tocante sobre o desejo de partir, os laços de pertencimento e as pequenas revoluções que nos transformam.

Vítor Kappel nasceu em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, em 1986. Formado em engenharia, trabalhou por anos com projetos de inovação, pesquisa e audiovisual. Nos últimos tempos, tem se dedicado à escrita literária. Sob o céu de Isaías, lançado pela Editora Patuá, é seu romance de estreia.

Serviço:

Lançamento de Sob o céu de Isaías, romance de Vítor Kappel (@vitor_kappel_)

Local: Livraria Janela – Rua Maria Angélica, 171, loja B, Jardim Botânico, Rio de Janeiro – RJ

Data: 3 de julho

Horário: 19 h

Participação: Marco Medeiros (@pegaumlivroevai) e Alex Andrade (@alexdeandrade)

Entrada gratuita

Compre online: https://www.editorapatua.com.br/sob-o-ceu-de-isaias-romance-de-vitor-kappel/p?srsltid=AfmBOorzKV_uhPjIXPaAh_rZy0K7rXneNG_jexhKsGlbT5kH05QIuxSg.

(Com Amanda Galdino/DR Comunicação)

Sucesso de crítica e público no Rio de Janeiro, “Claustrofobia” tem temporada paulistana no Sesc Pinheiros

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Nil Canindé.

O monólogo “Claustrofobia”, de Rogério Corrêa, chega a São Paulo para uma temporada no Auditório do Sesc Pinheiros, de 5 de junho a 12 de julho, com apresentações de quinta a sábado, sempre às 20h. A peça tem direção de Cesar Augusto e atuação de Márcio Vito, que celebra seus 35 anos de carreira.

O espetáculo fez duas temporadas de sucesso no Rio de Janeiro e, desde então, foi vencedor do Prêmio Shell 2025 na categoria de melhor cenário – assinado por Beli Araújo e Cesar Augusto -, no qual também concorreu na categoria de Melhor Ator; e ainda disputa pelo Prêmio APTR em três categorias: ator (Márcio Vito), direção (Cesar Augusto) e iluminação (Adriana Ortiz).

A trama acompanha três personagens: um ascensorista, uma executiva ambiciosa e um porteiro que sonha em ser policial. Pressionados pelo sistema, os três se cruzam dentro de um prédio empresarial no centro de uma metrópole brasileira.

Através de três vidas que se entrelaçam, a peça expõe o isolamento e a alienação da vida urbana atual. O prédio onde se passa a história é um microcosmo das relações trabalhistas, humanas e sociais do país. O espetáculo parte de uma circunstância em que essas questões são não apenas a base das relações interpessoais, mas até definitivas para como os personagens enxergam a si próprios e julgam o outro. “O texto põe uma lupa nos pensamentos e preconceitos que separam as personagens em classes às quais eles julgam pertencer, que realmente são diferentes entre si, mas eles apenas se imaginam mais distantes uns dos outros do que de fato estão”, diz Márcio Vito.

Desdobrando-se entre os três personagens, o ator ilustra a realidade com um humor ácido, característico da dramaturgia de Rogério Corrêa. O trio está comprimido entre o elevador e a portaria de um prédio de escritórios. Imigrante do interior do Brasil, Marcelino é tímido, introvertido e trabalha como ascensorista para mandar dinheiro para casa. Ele passa seus dias enclausurado, descendo e subindo, dentro de uma caixa metálica. Stella é uma executiva ambiciosa, uma espécie de coach de si mesma, que está começando em um novo emprego. O porteiro Webberson controla tudo da portaria, até mesmo a música que toca no elevador. Ele sonha em ser policial e ter em mãos uma arma que lhe traga poder.

“Esses três personagens se esbarram num mesmo contexto arquitetônico, que é um prédio típico de centro empresarial. Se nos aprofundarmos um pouco mais, as situações acontecem em torno do ascensorista, que está dentro do elevador. São representações de um sistema traduzido pela arquitetura de um prédio. A partir daí vamos entendendo as humanidades”, diz Cesar Augusto.

Idealizador do projeto, o autor Rogério Corrêa faz sua estreia no Rio de Janeiro como dramaturgo em espetáculo presencial. Radicado em Londres há 30 anos, já teve seus textos encenadas no formato on-line, em São Paulo e na Inglaterra. Afeito a temas políticos e polêmicos, ele teve a ideia de escrever Claustrofobia em 2009, durante uma temporada no Rio. “Neste período no Brasil, percebi como ainda tem muito ascensorista trabalhando. Descobri que, para mim, aquele trabalho era uma metáfora da alienação do capitalismo, do trabalho contemporâneo”, diz Rogério.

Ficha Técnica

Elenco: Márcio Vito

Dramaturgia: Rogério Corrêa

Direção: Cesar Augusto

Cenografia: Beli Araújo e Cesar Augusto

Figurino: Beli Araújo

Iluminação: Adriana Ortiz

Trilha Sonora Original: André Poyart

Direção de Movimento: Andrea Maciel

Assistente de direção: João Gofman

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Redes Sociais: Rafael Teixeira

Programação Visual/ Mídias: Rita Ariani

Produção São Paulo: Pedro de Freitas/Périplo

Diretora de Produção: Malu Costa.

Sinopse | Um ascensorista, uma executiva ambiciosa e um porteiro que sonha em ser policial. Pressionados pelo sistema, os três se cruzam dentro de um prédio empresarial no centro de uma metrópole brasileira. Através de três vidas que se entrelaçam, a peça expõe o isolamento e a alienação da vida urbana atual.

Serviço:

Claustrofobia, de Rogério Corrêa

Temporada: 5 de junho a 12 de julho de 2025

De quinta a sábado, às 20h, e feriados às 18h

Sesc Pinheiros – Rua Paes Leme, 195, Pinheiros

Estacionamento com manobrista: Terça a sexta, das 7h às 21h30; sábados das 10h às 21h

Ingressos: R$50 (inteira), R$25 (meia-entrada) e R$15 (credencial plena)

Vendas online em Link

Classificação: 14 anos

Duração: 60 minutos

Capacidade: 100 lugares

Acessibilidade: Teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida

Nas redes sociais: claustofobia.teatro.

(Com Gleice Nascimento/Assessoria de Imprensa Sesc Pinheiros)