Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Arte & Cultura

Rio de Janeiro

Etc e Tal transforma “Dom Quixote” em uma experiência visual arrebatadora e reafirma a força da mímica brasileira no cenário contemporâneo

por Kleber Patrício

Uma das companhias mais importantes do teatro físico brasileiro, a carioca Etc e Tal apresenta Dom Quixote, espetáculo infanto-juvenil sem palavras que reinventa o clássico de Miguel de Cervantes por meio da mímica, da comicidade gestual e de uma sofisticada dramaturgia visual. A estreia acontece no dia 7 de março de 2026 no Teatro Glaucio […]

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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Amor no espectro: Os desafios e encantos do namoro entre pessoas autistas

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

No Dia dos Namorados, quando o amor ganha vitrines, propagandas e timelines coloridas, um tipo de relacionamento ainda é pouco compreendido — e muitas vezes invisibilizado: o namoro entre pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Ao contrário do que muitos pensam, pessoas autistas amam, se apaixonam, desejam conexão e buscam vínculos afetivos reais. Mas, por trás de cada casal autista ou relacionamento misto (entre uma pessoa neurodivergente e uma neurotípica), existem nuances emocionais, desafios de comunicação e preconceitos sociais que ainda precisam ser superados.

Para quem está no espectro, expressar sentimentos pode ser diferente. Gestos românticos, sutilezas, ou “jogos de conquista” nem sempre fazem sentido — e isso, longe de ser um obstáculo, pode tornar os vínculos mais autênticos, diretos e profundos. A comunicação, muitas vezes mais literal e transparente, pode gerar estranhamento, mas também honestidade rara nos relacionamentos amorosos. “A sociedade ainda olha para o autista como alguém eternamente infantilizado, como se fosse incapaz de viver um romance. Isso é desumanizador. O amor está presente em todas as fases da vida, inclusive no espectro”, explica a Dra. Gesika Amorim, pediatra, pós-graduada em Neurologia e Psiquiatria, com especialização em Tratamento Integral do Autismo e Neurodesenvolvimento.

Além disso, o namoro autista envolve acordos únicos. Questões sensoriais, rotina, toques físicos e ambientes sociais são discutidos de forma aberta, o que favorece o respeito mútuo. Por outro lado, a pressão para “performar” um relacionamento dentro dos moldes tradicionais pode causar sofrimento psíquico, ansiedade ou até isolamento.

Apesar de todas essas particularidades, o namoro entre pessoas com TEA é tão real e significativo quanto qualquer outro. E, como qualquer casal, o que sustenta a relação são afeto, respeito, admiração e comunicação — mesmo que em códigos diferentes. “Em datas românticas, a melhor forma de celebrar o amor é expandindo o olhar e reconhecendo que o romantismo no espectro não precisa se encaixar em padrões. Ele apenas precisa ser compreendido”, finaliza Dra. Gesika Amorim.

(Com Mateus Machado/ADIM)

A Esquina que Neva: um palacete centenário, calor nos pratos e magia no centro de Curitiba

Curitiba, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

Em pleno centro histórico de Curitiba, onde prédios centenários contam histórias em cada detalhe da fachada, a tradição acaba de ganhar um toque de encanto inédito: está nevando na esquina da Dr. Muricy com a Augusto Stelfeld. Não é exagero — é a Cantina Baviera, um restaurante que tem nome alemão, alma italiana e um toque francês, que há mais de 50 anos celebra a cultura, a gastronomia e os invernos curitibanos — e que agora convida a cidade a reviver a magia das raras nevascas que marcaram sua memória.

Instalada em um palacete europeu de 1928 (ano da maior nevada já registrada na cidade) a Baviera trouxe um sistema que simula neve com realismo impressionante. Os flocos caem suavemente, criando um cenário que transporta os visitantes para as ruas de Milão ou para as montanhas do norte da Itália — sem sair da capital mais fria do país.

É mais que um efeito. É um resgate do orgulho curitibano de vestir casacos pesados, respirar o ar gelado e transformar o inverno em poesia urbana. A cada floco que cai, um convite: sinta, celebre, aqueça-se com sabor e memória.

E enquanto a neve dança lá fora, dentro da velha cantina um dos fornos a lenha mais antigos de Curitiba acolhe os visitantes com um calor que é quase um abraço. As massas artesanais, o tradicional filé do patrão, o parmegiana com farofa de ovos, o calzone e a famosa sopa de cebola são servidos da mesma forma há 53 anos.

Porque o frio, em Curitiba, pode ser delicioso — e vivido com elegância.

Serviço:

Cantina Baviera

Av. Dr. Muricy, esquina com Augusto Stelfeld

Almoço: segunda a sexta, das 11h30 às 14h30

Neve ativada diariamente nos horários de pico

Ideal para fotos, encontros e momentos de inverno

@cantinabaviera.

(Com Jana Fogaça/Agência Descomplica)

O destino de uma família marcado pela máfia

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro. Foto: Divulgação/LC Design & Editorial.

Bruno é um trabalhador humilde e honesto, e junto com sua família mantinha uma vida pacata e comum até ser envolvido na máfia siciliana de forma repentina. Protagonistas de “O Capo da Máfia: Destino Marcado”, escrito por Marcelo Voigt Bianchi, eles precisam encontrar maneiras de sobreviver quando se deparam com uma teia complexa de assassinatos, crimes, corrupção e conflitos entre pessoas poderosas.

Após um evento trágico que impacta a vida de todos, os personagens se refugiam em Nova Iorque, onde descobrem que o perigo continua perto. Ainda com os traumas dos eventos passados, confrontam a opressão do “Dono do Bairro” onde moram, a violência das gangues juvenis e um sindicato corrupto. Tudo isso enquanto vivenciam as dificuldades de comunicação em um idioma distinto, os percalços da adaptação a um novo contexto cultural e a busca por ressignificar a vida após grandes mudanças.

Com personalidades marcantes, cada um dos Graziani ganha destaque na trama e se conecta com os leitores por enfrentar dilemas essencialmente humanos. Bruno é o patriarca, que luta por uma vida digna para a família, e Isabel é a matriarca, cuja sensibilidade é imprescindível nos períodos de tensão. Já os filhos são Rute, Geovani, Maria, Domênico e Vincenzo – os dois últimos eventualmente assumem as rédeas da família.

A investida do Don era uma intimação e não uma simples pergunta. Bruno pensou muitas coisas enquanto o Don proferia o seu pequeno discurso. Sabia que seu ex-patrão já havia empregado alguém no seu lugar, e, na Sicília, emprego era uma coisa rara no ano de 1911. Tudo o levava a crer que estaria desempregado se não aceitasse aquela proposta. Além disso, nunca soube que Vitório Panagio era dono daquelas terras e os demais moradores daquelas redondezas também não. A única coisa que sabia era que corria perigo a partir daquele momento. (O Capo da Máfia: Destino Marcado, p. 16)

Ao longo do livro, a narrativa se divide em três vertentes para aumentar o suspense: a descoberta de Mazza, o dono do bairro, sobre o passado dos Graziani na Sicília; as retaliações da gangue juvenil com Domênico; e o risco à vida deles quando o chefe do Sindicato dos Portos decide reprimir os trabalhadores. Entre capítulos curtos, a obra se desenrola com diversos cliffhangers para envolver o público na busca por mais informações sobre o que acontecerá nas páginas seguintes.

Com um extenso embasamento histórico, O Capo da Máfia: Destino Marcado retrata os principais problemas da Europa e dos Estados Unidos na década de 1910, como a Primeira Guerra Mundial. Compromissado com os fatos, Marcelo Voigt Bianchi também discorre sobre as condições sociais da população na época e mostra os detalhes da formação de regiões como a Sicília. Em uma viagem ao passado, a publicação conduz os leitores por um mundo repleto de conflito no qual os personagens ousam encontrar motivos para continuarem vivos apesar da constante batalha pela sobrevivência.

FICHA TÉCNICA

Título: O Capo da Máfia

Subtítulo: Destino Marcado – parte 1

Autor: Marcelo Voigt Bianchi

ISBN: 978-65-5278-129-1

Páginas: 248

Preço: R$ 65,88 (físico) | R$ 19,99 (e-book)

Onde comprar: Amazon | Clube de Autores.

Foto: Divulgação/Marcelo Voigt Bianchi.

Sobre o autor: Empresário contábil e co-fundador da ATLAS Contabilidade, que está há mais de 30 anos no segmento, Marcelo Voigt Bianchi é grande referência no setor. Com formações pela Fundação Getúlio Vargas e pela ISCTÈ – Instituto Universitário de Lisboa, ele é mentor, conselheiro empresarial e de entidades, palestrante e filantropo. Em paralelo, investe na carreira de escritor e publicou O Capo da Máfia: Destino Marcado – parte 1, primeiro livro de uma trilogia. O volume 2 da série está previsto para ser lançado no segundo semestre de 2025 e abordará a chegada do poder pelos fascistas na Itália e a perseguição à Máfia, a Lei Seca e o crescimento radical da Ku Klux Klan nos Estados Unidos.

Redes sociais do autor:

Instagram: @marcelovbianchi | @ocapodamafia

LinkedIn: /mvoigtbianchi

Facebook: /mvoigtbianchi

Sites do livro: https://www.ocapodamafia.com.br/.

(Com Maria Clara Menezes/LC Agência de Comunicação)

Orquestra Ouro Preto festeja 25 anos nas areias de Copacabana com estreia da ópera “Feliz Ano Velho” e concertos com Mart’nália e Bloco do Sargento Pimenta

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Orquestra Ouro Preto na Praia de Copacabana, 2024. Foto: Rapha Garcia.

A Orquestra Ouro Preto celebra seus 25 anos e a festa chega às areias de Copacabana. Em um dos cartões-postais mais icônicos do mundo, a formação mineira, reconhecida por sua excelência artística e versatilidade, convida o público a festejar esse grande marco de sua trajetória com a estreia de uma ópera brasileira inédita e um grande carnaval fora de época para arrematar.

Nos dias 28 e 29 de junho, acontece no Posto 2 o Orquestra Ouro Preto Vale Festival 2025, que em sua quarta edição chega ainda mais ousado com a estreia de “Feliz Ano Velho, a Ópera”, adaptação do livro de Marcelo Rubens Paiva, no sábado, dia 28, às 19h, e dois concertos vibrantes no domingo, dia 29, a partir das 18h: um ao lado de Mart’nália e outro com o Bloco Sargento Pimenta. O evento tem patrocínio do Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet.

Feliz Ano Velho, a Ópera. Foto: Divulgação/Douglas Shindy.

Ao longo de mais de duas décadas, o grupo mineiro tornou-se uma referência nacional e internacional, quebrando barreiras e transformando o cenário musical brasileiro ao unir a tradição da música de concerto a novas e surpreendentes abordagens artísticas. Em mais um projeto inovador, a Orquestra compartilha com o público carioca a estreia de Feliz Ano Velho, a Ópera, com música e libreto de Tim Rescala, concepção e direção musical do maestro Rodrigo Toffolo e direção cênica de Julliano Mendes.

A montagem conta com um elenco de destaque que inclui Johny França (Marcelo), Jabez Lima (Rubens Paiva) e Marília Vargas (Eunice Paiva), além de um grande corpo artístico. Unindo música de concerto, teatro e literatura, a montagem propõe uma nova leitura para a obra autobiográfica, um marco da literatura brasileira contemporânea.

O projeto nasceu a partir de conversas entre o maestro Rodrigo Toffolo e Marcelo Rubens Paiva, iniciadas em 2023. Desde o primeiro encontro, a ideia de transformar a obra em ópera entusiasmou o autor. “É emocionante ver Feliz Ano Velho ganhar vida no palco de forma tão intensa e musical. Mal posso esperar para ver e ouvir essa história contada de um jeito novo. Estou me sentindo um ‘erudito’”, afirma Marcelo.

Orquestra Ouro Preto. Foto: Rapha Garcia.

Com assinatura de Tim Rescala, reconhecido por seu trabalho na música de concerto e pelas bem-sucedidas parcerias com a Orquestra, como Auto da Compadecida e Hilda Furacão, a ópera promete unir irreverência, lirismo e emoção, características também presentes no livro original. A direção cênica de Julliano Mendes reforça a força dramática e a leveza que atravessam a narrativa de Paiva, numa montagem que dialoga com diferentes gerações.

Feliz Ano Velho, a Ópera é mais um projeto da Orquestra Ouro Preto que reafirma seu compromisso com a inovação e com o diálogo entre a música de concerto e a cultura brasileira. “O público pode esperar uma ópera emocionante, que transmite uma mensagem de superação e desenvolvimento pessoal, inspirada em uma figura fundamental da cultura brasileira contemporânea”, afirma o maestro Rodrigo Toffolo. “Apresentar essa obra para o público diverso de Copacabana é também uma forma de homenagear a literatura de Marcelo Rubens Paiva e seu legado, que continua ganhando força com o sucesso de Ainda Estou Aqui, completa o regente.

Samba e Beatles em ritmo de Carnaval

As celebrações continuam no domingo, dia 29, com dois concertos que prometem agitar Copacabana. Mart’nália e o Bloco do Sargento Pimenta sobem ao palco pela primeira vez com a Orquestra Ouro Preto para apresentar a energia do samba e dos Beatles em ritmo de Carnaval. As performances mostram toda a versatilidade e a excelência que definem a trajetória do conjunto mineiro.

Mart’nália. Foto: divulgação.

Logo de cara, Mart’nália traz o autêntico suingue carioca em um show que celebra a alma da cidade e do Brasil. Seu repertório dialoga com a paisagem e com o espírito festivo do evento. O público poderá conferir sucessos da carreira da cantora, clássicos do samba e da MPB, como “Canta, Canta Minha Gente”, “Sorriso Negro” e “Tarde em Itapoã”, além dos hits dos anos 90 como “Domingo” e “Cheia de Manias”. “O convite à Mart’nália foi pensado como um presente para o público carioca. Sua musicalidade, carisma e a energia contagiante combinam perfeitamente com o clima do festival e com esse momento especial da Orquestra”, destaca Rodrigo Toffolo.

Em seguida, o Bloco do Sargento Pimenta sobe ao palco ao lado da Orquestra para um concerto arrebatador com arranjos orquestrais de clássicos dos Beatles. Já conhecido pela sua capacidade de transformar a música do quarteto de Liverpool em uma festa brasileira, o grupo promete uma noite de comunhão entre gerações e estilos musicais.

“A escolha dos convidados foi feita com muito carinho. O Bloco do Sargento Pimenta representa uma conexão direta com a juventude do Marcelo Rubens Paiva e de toda uma geração que viu os Beatles florescerem no Brasil. E eles têm essa incrível capacidade de arrastar multidões, algo que casa perfeitamente com o nosso propósito de levar a música a todos os públicos”, conta o maestro.

Bloco Sargento Pimenta. Foto: Rafael Catarcione

O Orquestra Ouro Preto Vale Festival 2025 tem o patrocínio do Instituto Cultural Vale, parceiro fundamental para que projetos de grande impacto cultural cheguem gratuitamente ao público. “Acreditamos no poder transformador da arte e na importância de tornar a cultura acessível a todos. Apoiar a Orquestra Ouro Preto nesse momento tão simbólico é motivo de orgulho para o Instituto Cultural Vale, pois reafirma nosso compromisso com iniciativas que unem excelência artística, inovação e inclusão social”, afirma Hugo Barreto, presidente do Instituto.

Serviço:

Orquestra Ouro Preto Vale Festival 2025

Quando: 28 e 29 de junho

28 de junho, às 19h: Estreia da ópera “Feliz Ano Velho”

29 de junho

18h: Concerto com Mart’nália e Orquestra Ouro Preto

19h30: Orquestra Ouro Preto e Bloco do Sargento Pimenta: The Beatles

Onde: Praia de Copacabana, Posto 2, Rio de Janeiro

Ingressos: Evento gratuito

Informações: www.orquestraouropreto.com.br.

(Com Marina Avellar/Lupa Comunicação)

Galeria Bublitz recebe exposição “Paisagens de Porto Alegre”, de Erico Santos

Porto Alegre, por Kleber Patricio

Arquitetura presente em construções como a da Basílica Nossa Senhora das Dores ganha destaque na mostra. Foto: Reprodução.

As belezas e as cores da arquitetura e da natureza da cidade são celebradas pela exposição “Paisagens de Porto Alegre”. Erico Santos revela seus traços e cores característicos em 16 obras que estarão em exposição na Galeria Bublitz a partir do próximo sábado, 28 de junho. O vernissage será das 11h às 13h e a mostra fica no espaço até o dia 26 de julho com entrada franca.

Erico Santos revela-se um apaixonado pelas paisagens porto-alegrenses. Nascido em Cacequi, ele se radicou em Santa Maria. Depois, foi para São Paulo trabalhar como restaurador no atelier do italiano Renzo Gori e, em 1981, passou a residir na capital gaúcha. “Desde 2013, eu venho me dedicando a pintar Porto Alegre. É uma cidade muito bonita, arborizada, com prédios históricos lindos. Preciso de mais 20 anos para pintar tantas belezas”, reconhece.

Ponte de Pedra, do Largo dos Açorianos, é uma das paisagens retratadas pelo artista. Foto: Reprodução.

A exposição, que já esteve no Paço Municipal, com curadoria de José Francisco Alves, destaca algumas dessas preciosidades da capital gaúcha sob o olhar de Erico Santos. Estão lá o a Praça da Alfândega, a Praça dos Açorianos, o Parque Marinha do Brasil, o Museu Iberê Camargo, a Fonte Talavera, o Mercado Público, o Viaduto Otávio Rocha e tantas outras paisagens que marcam a identidade de Porto Alegre.

“Erico Santos faz parte da história da Galeria Bublitz. Aqui ele já realizou nove exposições individuais e participou de oito coletivas. Recebê-lo nesta exposição icônica é como abrir nossa casa para também homenagear Porto Alegre e esse artista que tão bem nos representa. Também é uma forma de proporcionar que sua arte esteja na casa de mais pessoas”, destaca o marchand Nicholas Bublitz.

Além das 16 obras que compõem a mostra, a Bublitz Galeria de Arte, com a Arte Prints de São Paulo, produziu serigrafias em papel 100% algodão assinadas pelo artista e numeradas que estarão em exposição e disponíveis para comercialização, assim como as próprias obras.

Exposição Paisagens de Porto Alegre

Artista: Erico Santos

Local: Bublitz Galeria de Arte

Endereço: Av. Neusa Goulart Brizola, 143

Vernissage: sábado, 28 de junho, das 11h às 13h

Visitação da exposição: segundas às sextas, das 10h às 18h, e sábados, das 10h às 13h

Período da exposição: até 26 de julho

Entrada franca. 

(Com Tatiana Csordas/Circula Moda)