Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Arte & Cultura

Rio de Janeiro

Etc e Tal transforma “Dom Quixote” em uma experiência visual arrebatadora e reafirma a força da mímica brasileira no cenário contemporâneo

por Kleber Patrício

Uma das companhias mais importantes do teatro físico brasileiro, a carioca Etc e Tal apresenta Dom Quixote, espetáculo infanto-juvenil sem palavras que reinventa o clássico de Miguel de Cervantes por meio da mímica, da comicidade gestual e de uma sofisticada dramaturgia visual. A estreia acontece no dia 7 de março de 2026 no Teatro Glaucio […]

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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Ellen Oléria e Sérgio Vaz participam do “Sempre Um Papo” no Sesc Pinheiros, em São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

A cantora e compositora Ellen Oléria e o escritor e ativista Sérgio Vaz participam de uma conversa sobre o tema “Vozes da Periferia: Literatura, Arte e Justiça Social”. O encontro é uma iniciativa do Sesc SP, em parceria com o projeto Sempre Um Papo. O evento terá a mediação da jornalista Semayat Oliveira e acontecerá no Teatro Paulo Autran do Sesc Pinheiros no dia 8 de julho, terça-feira, às 19h30. A entrada é gratuita e os ingressos ficam disponíveis para retirada uma hora antes na bilheteria do Sesc. Depois da conversa, Ellen e Sérgio participam de uma sessão de autógrafos.

Neste encontro, dois expoentes da cultura periférica brasileira — o poeta Sérgio Vaz e a cantora, compositora e ativista Ellen Oléria — refletem sobre como a arte nascida nas margens das grandes cidades transforma-se em instrumento de afirmação identitária, resistência política e justiça social. A partir de suas vivências e produções, os convidados propõem um diálogo sobre como literatura e música — articuladas a outras expressões como o slam, o rap, o grafite e o teatro de rua — tornam-se ferramentas de denúncia, consciência e esperança para as populações historicamente invisibilizadas.

Sérgio Vaz é autor de nove livros. Em 2025, ele completa 37 anos dedicados à poesia. No ano de 2021, o livro “Literatura, Pão e Poesia” (Global Editora) do autor foi escolhido pelo Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD). Sérgio é cofundador do Sarau da Cooperifa (2001), movimento cultural que transformou um bar na periferia de São Paulo em centro cultural. Em 2007, em parceria com vários coletivos da região elaborou a Semana de Arte Moderna da Periferia Além disso, criou projetos como o Cinema na Laje, Prêmio Cooperifa, Poesia no ar, Natal com livros, entre outros.

Ellen Oléria é uma das vozes mais marcantes da música brasileira contemporânea. Ao longo de 25 anos de carreira, acumula prêmios em festivais e já lançou quatro álbuns que evidenciam sua potência criativa e conexão com as raízes musicais do Brasil. Ellen é também uma voz ativa no campo político e social, articulando arte e militância com sensibilidade e firmeza. Soprano dramática de impressionante domínio técnico e emocional, ela condensa em suas interpretações a diversidade e a força do povo brasileiro. Com um sorriso que ilumina cada canção, transforma suas apresentações em encontros de afeto, identidade e celebração.

Sempre um Papo – 39 anos

Criado em 1986, pelo jornalista Afonso Borges, o “Sempre Um Papo” é reconhecido como um dos programas culturais de maior credibilidade do país. O projeto realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Em sua história, chegou a 30 cidades de oito estados do País, tendo sido realizado também na Espanha e Portugal. Em 39 anos de trabalho, aconteceram mais de 7 mil eventos, que reuniram um público superior a 2,5 milhões de pessoas. Atua em conjunto com o Sesc SP há 23 anos consecutivos, tendo passado por diversas unidades da instituição.

Serviço:

Sempre Um Papo com Ellen Oléria e Sérgio Vaz

Dia 8 de julho, terça-feira, às 19h30

Retirada de ingressos, gratuitos, na bilheteria da unidade, 1h antes do início da atividade.

Local: Teatro Paulo Autran (Rua Paes Leme, 195, Pinheiros, São Paulo).

Informações: (11) 3095-9400 – https://www.sescsp.org.br/programacao/sempreumpapo/

Informações: www.sempreumpapo.com.br – @sempreumpapo

Informações para a imprensa: imprensa@sempreumpapo.com.br

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Assessoria de Imprensa)

Deborah Colker apresenta espetáculo “Sagração” em Campinas

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: Flavio Colker.

Deborah Colker, bailarina e coreógrafa brasileira, internacionalmente conhecida por seus balés que mesclam movimentos de dança com malabarismos audaciosos, estará em Campinas nos dias 28 e 2 de junho, no Teatro Municipal José de Castro Mendes, para apresentar “Sagração”, um espetáculo em que a música clássica de Stravinsky encontra ritmos brasileiros, inspirado por visões ancestrais sobre a origem do mundo. No sábado, dia 28 de junho, a apresentação será às 20h. No domingo, dia 29, às 18h. Os preços dos ingressos variam de R$ 25,00 e R$ 140,00, dependendo do setor e estão à venda na bilheteria e no site https://bileto.sympla.com.br. O Teatro Municipal José de Castro Mendes fica na Rua Conselheiro Gomide, 62, Vila Industrial, em Campinas. O espetáculo é apresentado pelo Ministério da Cultura, Petrobras e Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A produção local é da Teatro GT.

O processo criativo de “Sagração” durou dois anos e meio. Déborah explica que o espetáculo é uma livre adaptação de “A Sagração da Primavera”, obra composta pelo russo Igor Stravinsky, que ganhou projeção mundial pela montagem estreada em Paris em 1913, com coreografia de Vaslav Nijinsky e produção de Sergei Diaghilev para os Ballets Russes. A composição musical é considerada revolucionária por introduzir estruturas rítmicas e harmônicas nunca antes utilizadas em partituras. “Quando decidi recontar esse clássico, pensei que teria de ser a partir da cosmovisão de povos originários do Brasil”, lembra Deborah, que também é pianista. “Stravinsky foi responsável por pontos de ruptura e provocação entre o erudito e o primitivo. ‘A Sagração da Primavera’ representa esses pontos de evolução da humanidade”, diz. Foi em uma viagem para o Xingu, durante o Kuarup, e no encontro com as aldeias indígenas Kalapalo e Kuikuro, que Deborah conheceu Takumã Kuikuro. O cineasta contou a ela como o povo do chão recebeu o fogo do Urubu Rei. Essa história é dançada e acompanhada por narração do próprio Takumã e faz parte da coleção de cosmogonias que a diretora reuniu para montar a dramaturgia do espetáculo.

“Tudo só poderia ter começado com uma mulher. Uma avó. A avó do mundo”, conclui Deborah que, com a assessoria de Nilton Bonder, revisitou a mitologia judaico-cristã. Do livro “Gênesis”, as passagens sobre Eva e a serpente e também Abraão ganham cenas que destacam momentos de ruptura. “São dois mitos que elaboram sobre a consciência humana: pela autonomia de uma mulher que desperta para caminhos interditados e transgride; e de um homem que sai da sua casa e cultura em direção a si mesmo”, destaca Nilton Bonder. Além das alegorias bíblicas, a coreógrafa também buscou referências na literatura científica. “A versão mais recente da nossa espécie é a Homo sapiens sapiens que, assim como outros seres, precisa se adaptar constantemente”, pontua Deborah, destacando a presença das personagens que representam bactérias, herbívoros e quadrúpedes no espetáculo. “Nossa dramaturgia é feita da poesia presente em mitos e teorias que pensam a existência da vida em nosso planeta”. A coreógrafa, em parceria com o diretor musical Alexandre Elias, introduziu à partitura instrumental de Stravinsky a sonoridade pujante das florestas e ritmos brasileiros. Boi bumbá, coco, afoxé e samba foram introduzidos à criação de Stravinsky. Aos acordes de instrumentos de orquestra, o diretor musical adicionou flauta de madeira, maracá, caxixi e tambores. Os paus de chuva também entram em cena no arranjo executado ao vivo pelos bailarinos. Para dar vida às narrativas e trajetórias do espetáculo, o cenógrafo Gringo Cardia incorpora 170 bambus de 4 metros de altura que simbolizam resistência e flexibilidade.

(Com Vera Longuini/Ateliê da Notícia)

“Fuga” estreia no Sesc Belenzinho e coloca o público dentro de um museu em meio a uma catástrofe climática

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Duda Portella.

O espetáculo “Fuga”, criação da Frente Coletiva, estreia no dia 4 de julho no Sesc Belenzinho. A montagem mistura diferentes linguagens artísticas para propor uma imersão nos efeitos da crise climática. A estreia acontece dia 4 de julho, com sessões às sextas e sábados, às 20h, e aos domingos e feriados, às 18h, até 3 de agosto, com sessões às quintas a partir de 17 de julho. Os ingressos variam de R$15 a R$50.

Idealizado pela diretora geral e encenadora Beatriz Barros e pela produtora e atriz Jennifer Souza, o espetáculo parte da premissa de que o capitalismo é um dos motores da degradação ambiental e das desigualdades sociais que dela decorrem. Desde 2023, as criadoras em conjunto com a Frente Coletiva (coletivo de artistas transdisciplinares) pesquisam o tema, tendo como ponto de partida o romance Parábola do Semeador, da escritora afro-americana Octavia Butler (1947–2006), referência central do afrofuturismo. Publicado em 1993, o livro retrata o mundo em 2025 em puro colapso climático, e essa atmosfera foi o ponto de partida para a construção de narrativas mais próximas do cotidiano contemporâneo. “Usamos essa ideia como base para criar situações que o público pudesse reconhecer como parte de sua própria realidade”, explica Beatriz.

A dramaturgia original, escrita por Louise Belmonte com colaboração da diretora e das intérpretes, se constrói por meio de uma linguagem cênica que provoca sensações físicas e emocionais: sons de chuvas intensas, trovões, falhas de energia, vento e água em cena criam um ambiente de instabilidade constante. Beatriz destaca que o som tem um papel fundamental nessa narrativa e que a presença da água no cenário interfere diretamente nas interpretações, tornando a encenação uma verdadeira orquestração de experiências sensoriais.

A história se passa dentro de um museu em São Paulo, durante uma tempestade que paralisa a cidade. Quatro trabalhadoras de um Museu ficam presas no trabalho, enquanto outras tentam chegar na instituição museológica a qualquer custo. Impedidas de retornar para casa por conta do desastre climático, elas seguem trabalhando ou seguem tentando chegar de qualquer forma ao trabalho, movidas pela urgência de garantir o sustento em meio ao caos.

Suas presenças no local revelam como o racismo ambiental afeta, de forma desigual, a população periférica. “Elas seguem trabalhando porque não têm escolha: a necessidade de garantir o sustento falou mais alto que o medo da catástrofe. Isso diz muito sobre o sistema em que vivemos”, observa Jennifer, que também atua na peça ao lado de Julia Pedreira, Joy Catharina e Tricka Carvalho.

A encenação propõe uma espécie de visita mediada a esse museu fictício. O público acompanha, em tempo real, um dia de trabalho que é rompido por uma emergência climática. A estrutura dramatúrgica se transforma junto com a narrativa: o que começa como uma cena cotidiana evolui para um espaço extracotidiano, mais instável, quase apocalíptico. Jennifer destaca essa transição ao dizer que o espetáculo começa com duas pessoas em seu ambiente de trabalho, mas aos poucos tudo se altera — a espacialidade, a relação com o corpo, o tom das falas. “O colapso também toma conta da linguagem”, conclui.

Sobre a encenação

O trabalho corporal ganha cada vez mais importância ao longo da encenação. Por isso, Castilho trouxe em sua pesquisa práticas como mindfulness, terapia somática e atividades ao ar livre. Ao mesmo tempo, o grupo estudou a maneira como o corpo se comporta após eventos traumáticos, como catástrofes naturais.

O cenário concebido por Maíra Sciuto também usou os elementos naturais ao longo do espetáculo: água, vento, lama e até o meteorito de Bendegó, o maior encontrado no Brasil e que estava exposto no Museu Nacional, dominam a cena, contribuindo para a sensação de angústia do público.

A sonoplastia segue essa mesma linha, como se a natureza estivesse se comunicando. A trilha de Lua Oliveira brinca com o efeito da água e constrói uma espacialidade tridimensional no espaço cênico. “Pensamos em muitas coisas que pudessem deixar Fuga bem sensorial. Não queremos que os espectadores saiam indiferentes do teatro”, defende Beatriz.

Para a Frente Coletiva, o apocalipse não é uma questão, porque o planeta já está em colapso. “A obra pretende dar forma a tudo que vemos e escutamos. De dizer que sim, ouvimos: cada queimada, cada deslizamento, cada espécie desaparecida, cada corpo que afunda”, completa.

Ficha Técnica

Idealização: Beatriz Barros e Jennifer Souza

Encenação e Direção geral: Beatriz Barros

Assistência de Direção: Jennifer Souza

Dramaturgia: Louise Belmonte

Colaboração dramatúrgica: Jennifer Souza, Julia Pedreira, Joy Catharina, Tricka Carvalho e Beatriz Barros

Elenco: Jennifer Souza, Julia Pedreira, Joy Catharina e Tricka Carvalho

Direção Musical e Trilha Sonora Original: Lua Oliveira

Direção de Movimento e Preparação Corporal: Castilho

Cenografia: Maíra Sciuto

Assistente de Cenografia: Matheus Muniz

Cenotécnico: Alicio Silva

Figurino: Ayomi Domenica

Costureiro: Jonhy Karlo

Assistente de figurino: Regina Torres

Videografia: Gabriela Miranda

Desenho e Operação de Luz: Matheus Brant

Operação de Luz e Vídeo: Matheus Espessoto

Operação de Som: Caike Souza

Fotografia: Duda Portella

Assessoria de Imprensa: Canal Aberto – Márcia Marques, Daniele Valério e Flávia Fontes

Produção: Corpo Rastreado | Jack dos Santos.

Serviço:

Espetáculo Fuga

De 4 de julho a 3 de agosto. Sextas, sábados, às 20h. Domingos, 18h30. E a partir de 17 de julho também às quintas, às 20h.

Ingressos: R$ 50,00 (inteira); R$ 25,00 (meia-entrada); R$ 15,00 (Credencial Plena).

Vendas no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc.

Local: Sala de Espetáculos I (130 lugares). Duração: 100 min. Classificação: A partir de 14 anos.

Acessibilidade em libras de 1 a 3 de agosto.

Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000. Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700 | sescsp.org.br/Belenzinho

Estacionamento: De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 8,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 17,00 a primeira hora e R$ 4,00 por hora adicional.

Transporte público: Metrô Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

Sesc Belenzinho nas redes: Facebook | Instagram | YouTube –

Foto: Duda Portella.

@sescbelenzinho

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Assessoria de Imprensa)

Musical “O Mágico de Oz”, com direção de Billy Bond, leva versão repaginada à Vibra São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Bianca Tatamiya.

Para celebrar os 22 anos da primeira montagem no repertório da Black & Red Produções, o clássico musical “O Mágico de Oz” – Versão 2025, dirigido por Billy Bond, retorna em grande estilo a São Paulo. A megaprodução terá apenas duas apresentações especiais, no dia 9 de julho, às 11h e 15h (com audiodescrição e libras), no palco da Vibra São Paulo, uma das principais casas de shows e espetáculos do país. No papel da icônica Dorothy, a talentosa Paula Canterini conduz o público por essa viagem mágica repleta de emoção e fantasia.

A montagem volta à capital paulista também presta homenagem ao centenário de Judy Garland, atriz que eternizou Dorothy no cinema e se consagrou como uma das maiores artistas de todos os tempos. Completados em 2022, os 100 anos de nascimento de Garland são celebrados nesta peça que reforça seu legado como cantora, atriz e ícone da cultura mundial.

Os ingressos custam a partir de R$19,80 e estão à venda em uhuu.com e pontos autorizados. Mais informações no serviço abaixo.

O Mágico de Oz, dirigido por Billy Bond, foi um dos primeiros grandes musicais a chegar ao Brasil, com estreia realizada em setembro de 2003, na Via Funchal. Naquele tempo, o espetáculo já contava com mais de 40 pessoas em cena, cenários rotativos e figurinos elaborados. Os personagens principais do espetáculo ganharam quatro capas da Revista Veja. Nessa trajetória, entre os atores que interpretaram o personagem-título estão Carlos Capeletti, Diego Luri e Felipe Tavolaro. O Homem de Lata foi vivido pelo ator argentino Franco Masine (hoje na série Rebelde, da Netflix), em Buenos Aires, em 2019.

O musical transporta para o palco a obra de L. Frank Baum, de 1900, criador de um dos mais populares livros escritos na literatura americana infantil. Trata-se da história de Dorothy e seu cãozinho Totó, que são levados por um terrível ciclone de uma fazenda no Kansas, nos Estados Unidos, até o Mundo de Oz. Uma terra mágica e distante, além do arco-íris.

O filme, de mesmo título, é conhecido como um dos primeiros no cinema a usar bem as cores, em uma época onde quase tudo era preto e branco. Foi também considerado o melhor filme musical de todos os tempos, pelo American Film Institute.

Italiano naturalizado argentino, Billy Bond é um dos mais talentosos diretores de musicais em atividade no Brasil, responsável por produções como Les Miserables, Rent, O Beijo da Mulher Aranha, Um Dia na Broadway, além de espetáculos que encantam famílias há anos, como Cinderella, Alice no País das Maravilhas, Peter Pan, Natal Mágico, A Bela e a Fera, entre outros.

Superprodução

Com diálogos e músicas cantadas em português, criadas especialmente para esta versão, o musical é rico em efeitos especiais, como o vento produzido por ventiladores de grandes dimensões que fazem o público se sentir como a menina Dorothy: no interior de um ciclone.

Entre os recursos cênicos que transportam o espectador para o interior da cena, destaque para os telões de led de altíssima resolução e projeções de videomapping, além de equipamentos em 4D, usados para envolver e encantar a plateia, como efeitos especiais que simulam folhas secas de papoulas caindo. O público vai sentir também o perfume das flores e os aromas da floresta.

A produção do musical conta com 200 profissionais, entre eles 50 atores e técnicos. O espetáculo reúne mais de 100 figurinos, trocas de cenários, cinco toneladas de equipamentos e efeitos visuais.

Sobre Billy Bond 

O diretor é um dos mais importantes encenadores de musicais para a família em atividade no Brasil. Nome de destaque no cenário do showbizz, o artista italiano naturalizado argentino fez carreira no Brasil. É responsável também por produções como Peter Pan, Branca de Neve, After de Luge, Rent, Les Miserables e O Beijo da Mulher Aranha, entre outras. Hoje, à frente da Black & Red Produções, descobriu uma nova fórmula para produzir e dirigir musicais de sucesso que arrebatam cerca de 900 mil espectadores pelo Brasil.

Ficha Técnica

Adaptação: Billy Bond e Lilio Alonso.

Direção de Cena: Marcio Yáccof.

Assistentes de Produção: Paula Canterini, Luana Marthin e Ítalo Rodrigues.

Coreografia: Ítalo Rodrigues.

Direção Vocal: Thiago Lemmos.

Direção Musical: Bond e Villa.

Figurinos: Carlos Alberto Gardin.

Realização de Figurinos: Anna Cristina Cafaro Driscoll, Benedita Calistro, Hilda de Oliveira, Israel Alves.

Caracterização e Maquiagens: Beto França.

Perucas e postiços: Inês Sakai, Eurico Sakai.

Camareiras de Figurinos: Meire Serra, Miriane Serra, Dilu Carvalho.

Cenários e Adereços: Silvio Galvão.

Transporte de Figurino: Amilton Rodrigues de Carvalho e Caio Bragha.

Efeitos especiais: Gabriele Fantine.

Filmes e animações: George Feller e Lucas Médici.

Mappings: Nicolas Duce.

Fotos: Bianca Tatamiya

Diretor técnico: Isaac Tibúrcio

Direção de Produção: Andréa Oliveira.

Direção Geral: Billy Bond.

Serviço:

São Paulo

Espetáculo musical O Mágico de Oz – versão 2025

ProNAC 2310173

Lei Federal de Incentivo à Cultura

Apresentado por: Youse Seguros

Produção: Black & Red Produções

Realização: Opus Entretenimento e Ministério da Cultura, Governo Federal – Brasil, União e Reconstrução

Data: 9 de julho (terça-feira)

Local: Vibra São Paulo

Endereço: Av. das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida, São Paulo

Sessões: 11h e 15h (com libras e audiodescrição)

Classificação: LIVRE

Duração: 120 minutos

Setores:

Cadeira Vip: a partir de R$ 100,00+ taxas

Cadeira Setor 1: a partir de R$ 80,00+ taxas

Cadeira Setor 2: a partir de R$ 70,00+ taxas

Poltrona Central: a partir de R$ 60,00+ taxas

Poltrona Lateral: a partir de R$ 50,00+ taxas

Camarote Central: a partir de R$ 70,00+ taxas

Camarote Lateral: a partir de R$ 60,00+ taxas

Plateia Sup 1: a partir de R$ 19,80+ taxas

Plateia Sup 2: a partir de R$ 19,80+ taxas

Ingressos online: uhuu.com

Pontos de venda:

A Uhuu é o canal oficial de vendas deste evento. Não nos responsabilizamos por ingressos adquiridos fora dos canais oficiais.

Bilheteria Vibra São Paulo • Sem incidência de Taxa de Serviço

Avenida das Nações Unidas 17955 • Vila Almeida • São Paulo – SP.

Horário de funcionamento bilheteria Vibra SP – Segunda-feira a Sexta-feira 12h às 15h e das 16h às 19h.Sábados, domingos e feriados – FECHADO, salvo em dias de show com horário das 14h até o início do show.

Bilheteria do Teatro Bradesco • Sem incidência de Taxa de Serviço

3º Piso do Bourbon Shopping São Paulo

Rua Palestra Itália, nº 500 • Loja 263 • 3° Piso I Perdizes • São Paulo • SP

Horário de funcionamento: segunda-feira a domingo das 12h às 15h e das 16h às 20h. Em dias de evento o funcionamento será a partir das 12h até o final do evento.

Bilheteria do Teatro Sabesp Frei Caneca • Sem incidência de Taxa de Serviço

7º Piso do Shopping Frei Caneca

Rua Frei Caneca, nº 569 • 7° Piso I Consolação • São Paulo • SP

Horário de funcionamento: terça-feira a domingo das 12h às 15h e das 16h às 19h e segunda-feira bilheteria fechada.

Formas de pagamento:

Internet: Pix e Cartões Visa, Master, Diners, Hiper, Elo e American.

Bilheteria: Dinheiro, Pix, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo,

Parcelamento no cartão de crédito: até 1x sem juros, de 2x até 12x com juros

Os ingressos e-Ticket em arquivo .PDF são entregues automaticamente ao e-mail do titular do pedido em até 30 minutos após o recebimento da confirmação de compra. Apresente no acesso do evento. Caso não tenha recebido o e-mail, verifique também sua caixa anti-spam.

Descontos:

50% Idosos: (com idade igual ou superior a 60 anos): Lei Federal nº 10.741/2003 (Estatuto do Idoso) – obrigatória apresentação de identidade ou documento oficial com foto que comprove a sua condição;

50% Estudantes: Os estudantes terão direito ao benefício da meia-entrada mediante a apresentação da CIE no momento da aquisição do ingresso e na portaria ou na entrada do local de realização do evento. Podendo ser emitida por entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos, mesmo que estas entidades não estejam filiadas a ANPG, UNE e Ubes.  Consulte também: www.documentodoestudante.com.br.

50% para pessoas com deficiência e acompanhante quando necessário: Conforme a Lei Geral da Meia-Entrada (Decreto nº 8.537/15, que regulamenta a Lei 12.933/13), mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.

50% Professores da rede pública estadual e das redes municipais de ensino: carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto, conforme a Lei Estadual nº 14.729/12.

50% Diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes estadual e municipais: Conforme a Lei Estadual nº 15.298/14, mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto.

50% jovens pertencentes a famílias de baixa renda, com idades de 15 a 29 anos

Conforme a Lei Geral da Meia-Entrada (Decreto nº 8.537/15, que regulamenta a Lei 12.933/13), mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.

50% APOSENTADOS – Apresentar documento de identidade oficial com foto e cartão de benefício do INSS que comprove a condição. Conforme Lei Municipal SP n°12.325/1997.

O benefício de meia-entrada é assegurado para 40% do total de ingressos disponíveis para cada evento, conforme o Decreto nº 8.537/15.

Demais descontos:

40% de desconto para Sócios Clube Opus, limitado a 02 ingressos por sócio, limitado a 5% por setor. Confira a disponibilidade de setores. Válido para compras através do site e bilheteria, mediante a informação do CPF no ato da compra. Desconto não acumulativo. Ainda não é sócio? Cadastre-se já através do site e garanta seu ingresso com desconto! Maiores informações em clubeopus.com consulte eventos disponíveis

Atenção:

– Os descontos não são cumulativos, devendo ao beneficiário optar pelo desconto de sua preferência, mediante a apresentação de documentos que comprovem o direito.

– Os documentos para validação de descontos deverão ser apresentados no ato da compra e no dia da sessão adquirida, na portaria do evento. Nas compras feitas através da internet, a apresentação do(s) documento(s) de comprovação será exigida no acesso ao evento.

– Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no acesso ao evento, será exigido o pagamento da diferença de valor dos mesmos.

Estacionamento VIBRA São Paulo:

Para maior comodidade, os clientes podem adquirir o estacionamento conveniado no local de forma antecipada através do link https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/estacionamento-vibra-sao-paulo-12536.

Objetos proibidos: cigarro eletrônico; câmeras fotográficas ou filmadoras profissionais, Go-Pro (ou similares); cartazes de qualquer tipo; bandeiras e faixas com mastro; guarda-chuvas; bebidas alcoólicas; materiais ou objetos que possam causar ferimentos; armas de fogo ou branca de qualquer espécie; fogos de artifício; copos de vidro ou qualquer outro tipo de embalagem; papel em rolo, jornais e revistas; capacetes de motos ou similares; correntes, cinturões e pingentes; roupas ou acessórios com partes pontiagudas que podem machucar; drogas ilegais, substâncias tóxicas, medicamentos sem receita médica ou produtos compartilhados com outras pessoas por motivos médicos (*quem precisar levar os medicamentos, deve apresentar receita médica em seu nome); desodorante, cosmético ou perfume em recipientes com volume superior a 90 ml; materiais destinados à fabricação de bombas ou que possam causar incêndios; lasers, walkie-talkie e drones; pistolas de água, cadeiras, panfletos e adesivos; utensílios de armazenagem; cadeiras ou bancos; bastão para tirar foto; buzinas de ar; mochilas ou bolsas maiores do que 20x30cm; outros objetos que possam causar riscos, dano ou importunação, sujeitos ao critério da produção, segurança e policiamento no local.

(Com Costábile Salzano/Opus Entretenimento)

Brasil recicla 410 mil toneladas de embalagens PET

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Erik Mclean/Unsplash.

O Brasil reciclou 410 mil toneladas de embalagens PET pós-consumo em 2024, um volume 14% superior às 359 mil toneladas registradas em 2022, de acordo com a 13ª edição do Censo da Reciclagem do PET no Brasil. As informações foram divulgadas em março, em São Paulo, pela Associação Brasileira da Indústria do PET (ABIPET).

O Censo também mostra que a indústria da reciclagem do PET manteve a sua solidez, com um faturamento da ordem de R$ 5,66 bilhões, ou 32% de todo o faturamento do setor, representando forte geração de renda para a base da pirâmide social: aproximadamente 40% desse total permanece com catadores, cooperativas e sucateiros.

O volume de reciclagem e o faturamento são consequência de investimentos em capacidade instalada e do desenvolvimento de demanda para o material reciclado, a partir de um trabalho feito a pelo menos três décadas pela indústria. O setor, no entanto, vive um desafio. A falta de uma política pública consistente de coleta seletiva está impedindo que as embalagens descartadas pelos consumidores tenham uma destinação correta. “As empresas recicladoras chegam a atuar com uma ociosidade média de 23%, chegando a picos de até 40%”, afirma Auri Marçon, presidente executivo da ABIPET. “Com isso, a indústria de reciclagem do PET está chegando no seu limite, por não ter a matéria-prima necessária para seus processos produtivos, ao mesmo tempo em que toneladas de embalagens são destinadas aos aterros comuns ou descartadas incorretamente no meio ambiente.”

Circularidade em alta: de uma garrafa para outra

A embalagem PET também continua intensificando uma imagem de grande circularidade. Em 2024, o principal destino da resina reciclada – 37% do total – foi a fabricação de uma nova embalagem (preformas e garrafas), utilizadas principalmente pela indústria de água, refrigerantes, energéticos e outras bebidas não alcoólicas, dentro do sistema bottle to bottle grau alimentício. No último levantamento, esse segmento de mercado já havia chegado à liderança, com um índice de 29%. “Esse crescimento decorre da demanda de grandes usuários da embalagem PET, que confiam nas qualidades e características do material e mantiveram o seu compromisso com a sustentabilidade, mesmo em um período em que a resina reciclada é comercializada por um valor acima do produto virgem”, afirma o presidente executivo da ABIPET.

O setor têxtil vem em segundo lugar entre os maiores usuários, com um consumo de 24% de todo o material reciclado, seguido pela indústria química (13%), lâminas & chapas (13%), fitas de arquear (10%) e outras aplicações que somam 3% do total.

Design pela reciclagem e pelo meio ambiente

Um memorando inédito firmado nesta segunda-feira (24/3) também buscará incentivar o desenvolvimento de embalagens PET com alto valor para a reciclagem, dentro do princípio de “design for environment”, ampliando a circularidade do produto, gerando renda para a base da pirâmide. Participam desse acordo a própria ABIPET, a Associação Brasileira das Indústria de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas (ABIR), a Associação Brasileira da Indústria do Óleo Vegetal (ABIOVE) e a Associação Nacional dos Catadores (ANCAT).

A ABIPET fez a atualização das Diretrizes para a Reciclabilidade da Embalagem PET, com o apoio das demais entidades empresariais, que também ficarão responsáveis pela sua divulgação e sensibilização de seus associados. A ação busca evitar o desenvolvimento e a produção de embalagens mal projetadas, que não são aproveitadas pelos catadores e recicladores e acabam virando resíduos que são direcionados aos aterros comuns.

A ANCAT será responsável por identificar, junto às cooperativas associadas, quais são as embalagens sem atratividade para reciclagem – e suas respectivas marcas – para que sejam buscadas soluções para o problema. “Sabemos que a reciclabilidade da embalagem começa no seu projeto, uma vez que as características do corpo, rótulo e tampa influenciam diretamente no reaproveitamento pós-consumo. O lançamento da nova edição das Diretrizes tem o objetivo de colaborar e alertar os profissionais ligados a essa fase do processo sobre as consequências de suas escolhas, mesmo antes da embalagem chegar ao mercado”, afirma o presidente executivo da ABIPET, Auri Marçon.

Luz científica no debate sobre sustentabilidade

O Censo da Reciclagem do PET no Brasil e o relançamento das Diretrizes para a Reciclabilidade da Embalagem PET fazem parte de um amplo trabalho desenvolvido pela ABIPET, para jogar luz científica sobre a discussão da circularidade, a sustentabilidade e o impacto ambiental das embalagens.

Nesse sentido, a Associação já havia colocado à disposição do mercado o estudo de Avaliação de Ciclo de Vida do PET (ACV do PET), lançado no final de 2024, que mostra a ampla vantagem do ponto de vista ambiental do PET em relação às embalagens de vidro, alumínio e aço. Pela primeira vez no Brasil, um trabalho como este foi realizado com base no Inventario do Ciclo de Vida, considerando dados primários de toda cadeia produtiva no Brasil.

Além disso, contou com ampla validação técnica e científica externa, do Centro de Tecnologia de Embalagens, do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL/CETEA), ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, além do apoio da participação ativa da Associação Brasileira da Indústria de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas (ABIR) e da Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (ABIOVE), além de importantes contribuições de empresas destes setores.

Os dados ainda foram submetidos à revisão crítica feita por especialistas de grandes universidades brasileiras, a fim de assegurar que os resultados para as afirmações comparativas estejam de acordo com os requisitos de qualidade da norma ABNT NBR ISSO 14040:2009 e ABNT NBR ISSO 14044:2006.

Conferência Internacional em São Paulo

Os anúncios feitos pela ABIPET são feitos durante a edição 2025 do PETtalk – Conferência Internacional da Indústria do PET, que reúne nesta segunda-feira (24/3) as mais importantes empresas do mercado de embalagens PET, do Brasil e do mundo, e alguns dos seus mais relevantes executivos e especialistas. O evento traz informações mercadológicas e palestras focadas em inovação, sustentabilidade, tendências e novidades do setor.

O PETtalk é reconhecido internacionalmente como espaço para a troca de informações atualizadas e a apresentação das mais modernas tecnologias aplicadas pelo setor. Esta edição também conta com a participação das associações internacionais – a norte-americana NAPCOR e a europeia PETCORE – que trazem uma visão do mercado de embalagens PET nos Estados Unidos, Canadá, México e Comunidade Europeia.

O PETtalk conta com o patrocínio das maiores empresas globais do setor – Alpek, Amcor, Engepack, Indorama Ventures, Valgroup, Cirklo, Husky, Krones e Polymetrix – além do apoio da Coca Cola, uma das maiores usuárias da embalagem PET para envase de seus produtos, com importantes projetos ligados à reciclagem e práticas ESG. O evento também conta com o apoio institucional das principais entidades representativas do setor.

Sobre a Abipet

Fundada em 1995, a Associação Brasileira da Indústria do PET (ABIPET) é uma entidade sem fins lucrativos que reúne a cadeia produtiva do setor de PET: fabricantes de resina, embalagens, equipamentos e recicladores de PET. A Entidade representa aproximadamente 80% da indústria no Brasil e é a maior do segmento em toda a América Latina. Tem como objetivos promover a utilização e reciclagem das embalagens de PET, incentivar o desenvolvimento tecnológico, aplicações para o material reciclado e divulgar as ações do setor. Saiba mais sobre a ABIPET e a reciclagem do PET no Brasil em www.abipet.org.br.

(Com Adriane do Vale/Oboé Comunicação)