Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Arte & Cultura

Rio de Janeiro

Etc e Tal transforma “Dom Quixote” em uma experiência visual arrebatadora e reafirma a força da mímica brasileira no cenário contemporâneo

por Kleber Patrício

Uma das companhias mais importantes do teatro físico brasileiro, a carioca Etc e Tal apresenta Dom Quixote, espetáculo infanto-juvenil sem palavras que reinventa o clássico de Miguel de Cervantes por meio da mímica, da comicidade gestual e de uma sofisticada dramaturgia visual. A estreia acontece no dia 7 de março de 2026 no Teatro Glaucio […]

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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Férias na Cozinha: Le Cordon Bleu São Paulo promove curso especial para pais e filhos

São Paulo, por Kleber Patricio

Com duração de três horas e metodologia Le Cordon Bleu, curso inclui desde o preparo até a degustação das receitas. Foto: Divulgação.

Que tal os pequenos colocarem a mão na massa nestas férias? Nos dias 19/7 e 26/7, o Le Cordon Bleu São Paulo promove 2 edições do workshop Les Petits Cordons Bleus – Duo, voltado para crianças de 10 a 14 anos com acompanhante. A proposta é unir famílias em torno da gastronomia, incentivando a criatividade, a colaboração e o prazer de cozinhar juntos.

Com duração de três horas e metodologia Le Cordon Bleu, o curso inclui desde o preparo até a degustação das receitas. Avental, apostila, certificado e os ingredientes estão inclusos no pacote — e o que for preparado na aula vai direto para casa.

As vagas são limitadas e as inscrições já estão abertas. Uma experiência saborosa e educativa para compartilhar durante as férias de julho. Faça sua inscrição pelo link.

Sobre Le Cordon Bleu

Le Cordon Bleu é a principal rede global de institutos de artes culinárias e gestão de hospitalidade, com uma herança de 130 anos. A rede mantém presença global com 35 escolas em mais de 20 países, formando cerca de 20 mil alunos de mais de 100 nacionalidades diferentes todos os anos. As técnicas culinárias tradicionais francesas permanecem no coração do Le Cordon Bleu, mas seus programas acadêmicos são constantemente adaptados para incluir novas tecnologias e as inovações necessárias para atender às necessidades crescentes da indústria. Presente no Brasil desde 2018, possui unidades no Rio de Janeiro e em São Paulo, onde oferece programas de alta qualidade, como o Grand Diplôme, o Diploma de Cozinha Brasileira, o Diplôme de Wine & Spirits, Diplôme de Plant Based, entre outros.

(Com Guilherme Messina/Anima Educação)

Arte, paixão e um assassinato que abala a costa: conheça um retrato vivo do Brasil caiçara

São Paulo, por Kleber Patricio

Imagem: Divulgação.

Jacurici é uma praia fictícia, mas poderia ser real: um recanto na mata atlântica onde as ondas escondem histórias de amor, traição e morte. Na Leitura Coletiva de “Vento Endiabrado”, a premiada autora Regina Helena de Paiva Ramos conduz o leitor por uma narrativa intensa que atravessa décadas e dá contornos de drama, desejo e destino a um amor proibido.

No centro da trama está o romance impossível entre Veridiana, uma artista plástica cosmopolita e intensa, e Venâncio, um pescador dividido entre a lealdade às suas raízes e o sonho de ascensão social. Mas quando um assassinato à beira-mar rompe o curso das marés, o vilarejo se vê envolto em uma rede de antigos desafetos, disputas familiares e segredos enterrados sob a areia branca.

A narrativa pulsa com personagens inesquecíveis: Carolina, com seus muitos filhos e amores; a matriarca inflexível Izaltina; Tereza, que cria o filho sozinha; e José Luiz, o médico que adota um lar e um menino que não são seus. Cada trajetória forma o tecido denso e fascinante do lugar, que é transformado aos poucos pela chegada dos veranistas e forasteiros nos anos 70.

Com linguagem viva e repleta de expressões locais, Regina Helena de Paiva Ramos, hoje com 94 anos, retrata um “caiçarês” em extinção. Jornalista há mais de sete décadas, visitou a região retratada no livro nos anos 1970 e, atenta aos detalhes, registrou paisagens, conversas e impressões que agora ganham corpo na fictícia Jacurici.

A estrutura do romance alterna entre narração tradicional, diários íntimos, reportagens e cadernos de anotações, o que confere ritmo cinematográfico e riqueza de pontos de vista à narrativa. Nesta Leitura Coletiva, você encontra um retrato lírico e contundente sobre identidade, pertencimento e a beleza que, teimosamente, resiste às ondas do tempo.

Conheça as belezas e os mistérios de Jacurici

Os selecionados para a Leitura Coletiva receberão o livro gratuitamente, poderão debater a obra com outros leitores e devem postar a resenha nas mídias sociais. Inscreva-se agora: https://forms.gle/N4Y45unKHnjTsgKM9.   

Conheça a trajetória da autora: Jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero, Regina Helena de Paiva Ramos tem mais de sete décadas de atuação na imprensa, com passagens por jornais como O Tempo, A Gazeta e Popular da Tarde, além das revistas Manchete e Visão. Atuou também na TV Excelsior e Bandeirantes.

É autora de obras diversas, como Mulheres Jornalistas – A Grande Invasão (2010), que resgata a história de 67 pioneiras da imprensa, Mata Atlântica: 20 Razões para Amá-la (2005), além de livros de culinária e ensaios sobre o cotidiano feminino. Em Vento Endiabrado, transforma a fictícia praia de Jacurici em um espelho feroz e profundamente brasileiro.

(Com Alessandra Blaessing/LC Agência de Comunicação)

Espetáculo “Arquiteto e o Imperador da Assíria” de Fernando Arrabal estreia em julho na Praça Roosevelt

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Isadora Baptista.

O grupo Egregora estreia em julho a peça “Arquiteto e o Imperador da Assíria”, livremente inspirada na obra do dramaturgo e cineasta espanhol Fernando Arrabal, um dos grandes nomes do teatro do absurdo. Com direção de Lilian Luchesi e atuação de Diogo Guermandi e Samuel Mota, o espetáculo terá dez apresentações gratuitas no Teatro do Curso Ator, na Praça Roosevelt, em São Paulo.

Em um jogo provocador e insano de poder, identidade e dominação, dois personagens se enfrentam e se confundem numa ilha isolada, desafiando as fronteiras entre civilização e barbárie, controle e loucura. O texto, carregado de humor ácido e de linguagem surrealista, conduz o público por uma experiência radical que reflete, por meio do absurdo, as contradições da vida moderna.

Nesta versão, o espetáculo se atualiza e ressoa com os dilemas contemporâneos: a hiperconectividade, a ansiedade de seguir trends passageiras, e o esgotamento de viver sob o olhar permanente do outro. A encenação propõe uma crítica feroz aos excessos do presente — onde tudo é exposto, vigiado, performado — e onde a identidade oscila entre o ser e o parecer.

Mais do que oferecer respostas, Arquiteto e o Imperador da Assíria convida o espectador a mergulhar em suas próprias perguntas. Cada olhar, cada vivência, cada repertório encontra na cena um espelho particular. É o absurdo como provocação — desconcertante, poético e, sobretudo, aberto à interpretação de quem assiste.
Criador do movimento Pânico, Fernando Arrabal propõe uma estética marcada pelo delírio, o caos e a euforia como forma de subversão. Com essa mesma liberdade, o Grupo Egregora mergulha na obra como parte de sua pesquisa cênica e pedagógica no Curso Ator.

O projeto conta com apoio da Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo, viabilizado por emenda parlamentar do vereador Manoel Del Rio.

SERVIÇO:

Arquiteto e o Imperador da Assíria

Local: Teatro do Curso Ator – Praça Franklin Roosevelt, 134 – Consolação – São Paulo

Classificação indicativa: 16 anos

Entrada gratuita – 75 lugares por sessão

Datas e horários:

De 1º a 18 de julho, em dez sessões gratuitas:

Terças, quartas e sextas às 20h (1, 2, 4, 8, 9, 11, 15 e 18 de julho)

Domingos às 18h (6 e 13 de julho)

Ingressos disponíveis em: Sympla

+infos: @egregora.teatro | @cursoator

FICHA TÉCNICA

Texto: Fernando Arrabal

Idealização: Grupo Egregora

Direção: Lilian Luchesi

Elenco: Diogo Guermandi e Samuel Mota

Assistência de direção: Ariel Miceli

Produção geral: Caio Gama

Iluminação: Ivan Fagundes

Sonorização: Suelen Monteiro

Figurino: Fernando Fecchio e Lilian Luchesi

Concepção cenográfica: Diogo Guermandi

Cenotécnico: Gabriel Gombossy.

(Com Analu Barbosa/Evva Comunicação)

Semana de Música de Câmara da Orquestra Sinfônica da Unicamp traz concertos gratuitos com o Quinteto de Metais e o Quinteto de Sopros na ADunicamp

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: Ton Telles.

A Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU) promove, entre os dias 1º e 3 de julho, mais uma edição da sua Semana de Música de Câmara, com dois concertos gratuitos no Auditório da ADunicamp (Associação dos Docentes da Unicamp) que evidenciam a versatilidade e o talento de seus músicos.

Na terça-feira, 1º de julho, o destaque é o Quinteto de Metais da OSU, que sobe ao palco da ADunicamp às 20h com um programa eclético reunindo obras originais e tradicionais para esta formação.

Já na quinta-feira, 3 de julho, também às 20h na ADunicamp, é a vez do Quinteto de Sopros da OSU apresentar um repertório com forte presença da música brasileira em parceria com o Centro de Documentação de Música Contemporânea (CDMC).

Ambos os concertos oferecem ao público a oportunidade de conhecer o repertório e a sonoridade de formações camerísticas menos frequentes nas salas de concerto, com interpretações que equilibram tradição e inovação. A entrada é gratuita e aberta a toda a comunidade.

A Orquestra Sinfônica da Unicamp

A Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU) é um corpo artístico profissional, mantido pela Universidade Estadual de Campinas, que está vinculado ao Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural da Unicamp (Ciddic).

Fundada em 1982, a OSU realiza concertos, óperas, gravações, espetáculos multimídia, programas de educação e formação de público, música de câmara, atuando paralelamente como laboratório de pesquisa em criação e performance musical. Seus projetos também incluem o Fórum Gestão Orquestral e Compromisso Social, que tem por objetivo a atualização de líderes e gestores do meio sinfônico, e o Projeto Identidade, Música e Arquitetura, em parceria com o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), que leva música e história aos prédios e espaços públicos da cidade de Campinas.

Serviço:

Semana de Música de Câmara da Orquestra Sinfônica da Unicamp
Quinteto de Metais

Data:1º de julho, terça-feira

Horário: 20 horas

Quinteto de Sopros

Data: 3 de julho, quinta-feira

Horário: 20 horas

Local: Auditório da Associação dos Docentes da Unicamp (ADUnicamp)

Av. Érico Veríssimo, 1479 – Cidade Universitária, Campinas – SP. CEP 13083-851

Telefones: (19) 3521-2470 | (19) 3521-2471.

(Fonte: Ciddic/Unicamp)

Exploding Star Orchestra lança novo álbum pelo Selo Sesc

São Paulo, por Kleber Patricio

Exploding Star Orchestra. Foto: Acervo Sesc Audiovisual.

Direto de Chicago, a Exploding Star Orchestra, dirigida pelo trompetista e compositor estadunidense Rob Mazurek, lança pelo Selo Sesc o álbum digital “Holy Mountains”. O disco chegou às principais plataformas de áudio em 27/6 e é fruto do encontro musical inédito do grupo no Sesc Pompeia durante o Sesc Jazz de 2022.
Contemporânea e multicultural, a Exploding Star Orchestra nasce em 2005 representando a diversidade musical de Chicago. Já especialmente para as apresentações no Sesc Jazz, Mazurek reuniu músicos dos Estados Unidos, Itália e Brasil, dando assim um caráter único para a presença do grupo no Brasil.

Bastante autêntico, o som traz características estéticas singulares: jazz espiritual, efeitos sonoros variados, voz e percussões, em composições altamente rítmicas, que são a cara da orquestra. Por meio da spoken word, a voz entra em cena como mais um dos instrumentos. Formando poemas sonoros, as vozes de Damon Locks e Rodrigo Brandão se engendram nas melodias de maneira etérea.

Foto: Anderson Rodrigues.

A partir da inédita gravação do show ao vivo, o grupo trabalhou sobre o material gerando uma nova produção fonográfica com a inclusão de elementos e remixagem da gravação, o que transformou a performance original numa nova obra artística.

A intenção da Exploding Star Orchestra é se afirmar como grupo além dos músicos que a compõem ou dela participam eventualmente. É sobre a projeção do som pertencente à imaginação e à trajetória do som como movimento no tempo e no espaço, tecendo padrões e não padrões ao redor e dentro da ideia do poema. “Eu faço o papel de maestro, diretor, compositor, todas essas coisas. O grupo é um veículo para a imaginação. Eu confio nos músicos implicitamente em tudo. Eu digo ‘faça algumas das coisas que eu faço, mas não todas. Você pode tomar suas próprias decisões, claro’. Todos são mestres da improvisação e músicos criativos, então eu não preciso falar muita coisa. Você também traz sua cultura para a música. O máximo de liberdade possível”, diz Mazurek.

Composto por 6 faixas, o disco abre com Spirit Flare – Part 1 – Summon The Spirits, seguida das partes 2 e 3, Shaman Awake e Língua de Cobra, respectivamente. Afterburn (Parable 400), Parable 3000 e The Mountain Speaks, lançada como single, completam o disco.

Foto: Anderson Rodrigues.

Quanto ao nome do grupo, Exploding Star Orchestra conversa intimamente com a ideia que Mazurek tem de mundo e de como o ser humano se encontra dentro dele. “A ideia de espaço e ficção científica e ficção especulativa na obra tem tudo a ver com isso. Para mim é tentar imaginar um futuro mais utópico. Estou sempre pensando em termos de que nós viemos das estrelas. Se todos viemos de matéria estelar e todos percebessem isso e acreditassem nisso, não haveria guerras, quase não haveria conflitos porque todos concordaríamos em algo. Muitas vezes quando penso seja em Stars Have Shapes, ou Dimensional Stardust, ou A Wrinkle in Time Sets Concentric Circles Reeling ou alguns desses títulos que eu uso, é tudo muito específico e tem a ver com criar uma energia e tentar encontrar essas rachaduras e fissuras dentro da regularidade das coisas que fazemos todos os dias. Poder achar essas rachaduras onde a magia se encontra”, completa.

SOBRE A EXPLODING STAR ORCHESTRA

Enquanto o trabalho de Rob Mazurek como músico se expande desde estudos com corneta, piano e trompete piccolo até incorporar música concreta e experimentações eletrônicas, suas composições para grandes conjuntos revelam um senso intuitivo de escala. Convidado pelo Chicago Cultural Center e pelo Jazz Institute of Chicago em 2005 para montar um grupo que representasse a diversidade da vanguarda contemporânea da cidade, Mazurek reuniu um ensemble de 14 músicos e começou a compor músicas para o que se tornaria sua Exploding Star Orchestra. Incluindo músicos das frequentemente segregadas comunidades das zonas norte, sul e oeste de Chicago – desde seus colaboradores de longa data ligados ao universo expansivo da banda Tortoise, até destaques da Great Black Music da reverenciada Association for the Advancement of Creative Musicians (AACM), passando por revivalistas do free jazz do grupo Umbrella Music – a Exploding Star Orchestra (ESO) estreou no epicentro urbano do Millennium Park de Chicago e, pouco depois, foi ao Soma Studios do produtor e engenheiro de gravação John McEntire para gravar We Are All From Somewhere Else (Thrill Jockey, 2007). Na época do lançamento de Galactic Parables Vol. 1, o álbum triplo de 2015 da ESO, Mazurek comentou à Pop Matters que a ESO é “o centro conceitual, composicional e filosófico de todo o meu trabalho. Uma estrela vital de ideias musicais, visuais e conceituais”, completa.

FAIXAS

1 – Spirit Flare – Part 1 – Summon The Spirits (Robert Allen Mazurek)

2 – Spirit Flare – Part 2 – Shaman Awake (Robert Allen Mazurek)

3 – Spirit Flare – Part 3 – Língua de Cobra (Robert Allen Mazurek)

4 – Afterburn (Parable 400) (Robert Allen Mazurek)

5 – Parable 3000 (Robert Allen Mazurek)

6 – The Mountain Speaks (Robert Allen Mazurek)

FICHA TÉCNICA

Holy Mountains

Rob Mazurek – direção musical, trompete, corneta e percussão

Chad Taylor – bateria

Damon Locks – voz e eletrônicos

Guilherme Granado – sampler, teclados e percussão

James Brandon Lewis – saxofone tenor

Luke Stewart – contrabaixo

Mikel Patrick Avery – bateria eletrônica

Pasquale Mirra – vibrafone

Philip Somervell – piano

Rodrigo Brandão – voz

Thomas Rohrer – rabeca e saxofone soprano

Gravado em outubro/2022 no Sesc Pompeia

Produção executiva: Camila Miranda

Produção Musical: Rob Mazurek, Guilherme Granado e Rodrigo Brandão

Composição e arranjos: Rob Mazurek

Gravação: André KBELO Sangiacomo

Mixagem e edição: Scotty Hard no estúdio Duro of Brooklyn, Nova York.

Masterização: Mike Fossenkemper no estúdio Turtle Tone, Nova York.

Ouça Holy Mountains.

SOBRE O SELO SESC

Desde 2004 o Selo Sesc traz a público obras que revelam a diversidade e a amplitude da produção artística brasileira, tanto em obras contemporâneas quanto naquelas que repercutem a memória cultural, estabelecendo diálogos entre a inovação e o histórico. Em catálogo, constam álbuns em formatos físico e digital que vão de registros folclóricos às realizações atuais da música de concerto, passando pelas vertentes da música popular e projetos especiais. Entre as obras audiovisuais em DVD, destacam-se a convergência de linguagens e a abordagem de diferentes aspectos da música, da literatura, da dança e das artes visuais. Os títulos estão disponíveis nas principais plataformas de áudio, Sesc Digital e Lojas Sesc. Saiba mais em: sescsp.org.br/selosesc. Selo Sesc nas redes: Instagram | YouTube.

(Fonte: Assessoria de imprensa Selo Sesc)