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Osesp e Thierry Fischer se despedem de Tom Borrow, artista em residência de 2024, nos concertos da semana

São Paulo, por Kleber Patricio

Osesp, Fischer e Borrow. Foto: Alexandre Silva.

O ano de 2024 marca as celebrações dos 70 anos da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp, além dos 30 anos de atividades do Coro da Osesp e dos 25 anos da Sala São Paulo – a casa da Osesp, dos Coros e de seus Programas Educacionais, inaugurada em 1999 no edifício onde antes funcionava a Estrada de Ferro Sorocabana. Entre quinta-feira (23/mai) e sábado (25/mai), a Osesp se despede do Artista em Residência da Temporada 2024, o israelense Tom Borrow. O jovem prodígio interpretará, nesta semana, o terceiro Concerto para piano de Ludwig van Beethoven – Borrow retorna como residente no próximo ano para tocar os outros dois concertos para piano do mestre alemão.

O Diretor Musical e Regente Titular, Thierry Fischer, comandará o programa, no qual os músicos apresentam, ainda, a Sinfonia nº 1 – Titã, de Gustav Mahler. O concerto de sexta-feira (24/mai), às 20h30, será transmitido ao vivo no YouTube da Osesp.

Sobre o programa

A partir do Concerto para piano nº 3, Beethoven (1770–1827) passa a pensar a relação orquestra-solista de forma mais sofisticada, com o piano fazendo parte do todo sinfônico. Por mais que o instrumento mantenha o seu perfil solista, há momentos na obra de total integração do piano à massa orquestral, fugindo da ideia da orquestra como apenas um suporte para o solista. Esse novo equilíbrio traz luz à escrita orquestral e inspira a ideia de ambos como verdadeiros parceiros.

Para a sua Primeira sinfonia, Mahler (1860–1911) criou um programa que guiava a narrativa e que até chegou a ser publicado nas primeiras apresentações, embora o próprio compositor o tenha renegado, anos mais tarde. O título ‘Titã’ fazia referência a um romance escrito pelo poeta romântico alemão Jean Paul, um de seus autores de cabeceira. O romance descreve a jornada de um herói cujo único recurso diante do ambiente hostil é uma notável força interna composta de entusiasmo, criatividade e ideais sinceros. Para Mahler, esse herói tinha um profundo significado, análogo à sua própria busca de força para sobreviver à hostilidade do mundo ao redor.

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp

A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp é um dos grupos sinfônicos mais expressivos da América Latina. Com 13 turnês internacionais e quatro turnês nacionais realizadas, mais de uma centena de álbuns gravados e uma média de 120 apresentações por temporada, a Osesp vem alterando a paisagem musical do país e pavimentando uma sólida trajetória dentro e fora do Brasil, obtendo o reconhecimento de revistas especializadas como Gramophone e Diapason, e relevantes prêmios, como o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Clássica de 2007. A Orquestra se destacou ao participar de três dos mais importantes festivais de verão europeus, em 2016, ao se tornar a primeira orquestra profissional latino-americana a se apresentar em turnê pela China, em 2019, e ao estrear em 2022, no Carnegie Hall, em Nova York, apresentando um concerto na série oficial de assinatura da casa e o elogiado espetáculo Floresta Villa-Lobos. Desde 2020, Thierry Fischer ocupa os cargos de Diretor Musical e Regente Titular, antes ocupados por Marin Alsop (2012-19), Yan Pascal Tortelier (2010-11), John Neschling (1997-2009), Eleazar de Carvalho (1973-96), Bruno Roccella (1963-67) e Souza Lima (1953). Mais que uma orquestra, a Osesp é também uma iniciativa cultural original e tentacular que abrange diversos corpos artísticos e projetos sociais e de formação, como os Coros Sinfônico, Juvenil e Infantil, a Academia de Música, o Selo Digital, a Editora da Osesp e o Descubra a Orquestra. Fundada oficialmente em 1954, a Orquestra passou por radical reestruturação entre 1997 e 1999 e, desde 2005, é gerida pela Fundação Osesp.

Thierry Fischer

Thierry Fischer. Foto: Marco Borggreve.

Desde 2020, Thierry Fischer é diretor musical da Osesp, cargo que também assumiu em setembro de 2022 na Orquestra Sinfônica de Castilla y León, na Espanha. De 2009 a junho de 2023, atuou como diretor artístico da Sinfônica de Utah, da qual se tornou diretor artístico emérito. Foi principal regente convidado da Filarmônica de Seul [2017-20] e regente titular (agora convidado honorário) da Filarmônica de Nagoya [2008-11]. Já regeu orquestras como a Royal Philharmonic, a Filarmônica de Londres, as Sinfônicas da BBC, de Boston e Cincinnatti e a Orchestre de la Suisse Romande. Também esteve à frente de grupos como a Orquestra de Câmara da Europa, a London Sinfonietta e o Ensemble Intercontemporain. Thierry Fischer iniciou a carreira como Primeira Flauta em Hamburgo e na Ópera de Zurique. Gravou com a Sinfônica de Utah, pelo selo Hyperion, Des Canyons aux Étoiles [Dos cânions às estrelas], de Olivier Messiaen, selecionado pelo prêmio Gramophone 2023, na categoria orquestral. Na Temporada 2024, embarca junto à Osesp para uma turnê internacional em comemoração aos 70 anos da Orquestra.

Tom Borrow

Tom Borrow. Foto: Michael Pavia.

Nascido em Tel Aviv, em 2000, Tom Borrow iniciou seus estudos no Conservatório de Música de Givatayim e na Escola de Música Buchmann-Mehta, frequentando ainda o Centro de Música de Jerusalém. Recebeu aclamação do público e da crítica após ser chamado com apenas 36 horas de antecedência para substituir a renomada pianista Khatia Buniatishvili em uma série de 12 concertos com a Filarmônica de Israel, em 2019. Em 2021, após estreia muito elogiada junto à Orquestra de Cleveland, a Musical America o indicou como “Novo Artista do Mês”. Nomeado Artista da Nova Geração da BBC, apresenta-se no regularmente no Wigmore Hall. Estreou em 2022 na BBC Proms, no Royal Albert Hall. Dentre suas distinções, destacam-se o Prêmio Terence Judd-Hallé Orchestra [2023], o Concurso de Jovens Artistas da Rádio Israelense e da Sinfônica de Jerusalém, além do prêmio “Maurice M. Clairmont” [2018], concedido pela America-Israel Cultural Foundation e pela Universidade de Tel Aviv. Seus compromissos recentes incluem a Orquestra de Cleveland, as Sinfônicas Nacional Dinarmaquesa, de Milão, de Baltimore, de Atlanta, de St. Louis e da BBC, as Filarmônicas Tcheca e de Londres, além das orquestras do Konzerthaus de Berlim e de Viena e a própria Osesp.

PROGRAMAS

A TITÃ DE MAHLER

ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO — OSESP

THIERRY FISCHER REGENTE

TOM BORROW PIANO [Artista em Residência]

Ludwig van BEETHOVEN | Concerto para piano nº 3 em dó menor, Op. 37

Gustav MAHLER | Sinfonia nº 1 em Ré maior – Titã.

Serviço:

23 de maio, quinta-feira, às 20h30

24 de maio, sexta-feira, às 20h30 – Concerto Digital

25 de maio, sábado, às 16h30

Endereço: Sala São Paulo | Praça Júlio Prestes, 16

Taxa de ocupação limite: 1.484 lugares

Recomendação etária: 07 anos

Ingressos: Entre R$39,60 e R$271,00 (valores inteiros)

Bilheteria (INTI): neste link

(11) 3777-9721, de segunda a sexta, das 12h às 18h.

Cartões de crédito: Visa, Mastercard, American Express e Diners.

Estacionamento: R$28,00 (noturno e sábado à tarde) e R$16,00 (sábado e domingo de manhã) | 600 vagas; 20 para pessoas com deficiência; 33 para idosos.

*Estudantes, pessoas acima dos 60 anos, jovens pertencentes a famílias de baixa renda com idade de 15 a 29 anos, pessoas com deficiências e um acompanhante e servidores da educação (servidores do quadro de apoio – funcionários da secretaria e operacionais – e especialistas da Educação – coordenadores pedagógicos, diretores e supervisores – da rede pública, estadual e municipal) têm desconto de 50% nos ingressos para os concertos da Temporada Osesp na Sala São Paulo, mediante comprovação.

A Osesp e a Sala São Paulo são equipamentos do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerenciadas pela Fundação Osesp, Organização Social da Cultura.

(Fonte: Fundação Osesp)

Projeto ‘A Banda do Villa’ faz concerto e novas gravações em Tatuí

Tatuí, por Kleber Patricio

Ilustração: André Flauzino/UFRJ.

No ano em que completa 70 anos, o Conservatório de Tatuí anuncia mais uma etapa do projeto ‘A Banda do Villa’. Em 23 de maio de 2024, às 20h, a Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, sob a regência de Marcelo Jardim, fará um concerto com obras para banda compostas ou arranjadas por Heitor Villa-Lobos no Rio de Janeiro, nas décadas de 1930 e 1940. O repertório será focado nos arranjos de canções folclóricas, modinhas e canções. As gravações de áudio e registro audiovisual ocorrerão ao longo dos dias que antecedem o concerto e contarão com uma equipe especializada da Fatec-Tatuí, parceira desde projeto. A ação é uma iniciativa do Sistema Pedagógico de Apoio às Bandas de Música, integrante do programa Arte de Toda Gente, parceria entre a Fundação Nacional de Artes (Funarte) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que conta, para este evento, com a parceria do Conservatório Dramático e Musical ‘Dr. Carlos de Campos’ de Tatuí, da Sustenidos Organização Social de Cultura e da Fatec-Tatuí.

O concerto será no Teatro Procópio Ferreira, com entrada gratuita e a retirada de ingressos pode ser feita pela plataforma INTI. Em solidariedade à população do Rio Grande do Sul, o público é convidado a contribuir com a campanha de ajuda humanitária promovida pela Secretaria da Cultura, Economia e Indústrias Criativas e do Fundo Social de São Paulo, que está arrecadando leite em pó, papel higiênico, absorvente, brinquedo, fralda (geriátrica e infantil), toalhas higienizadas e roupas de cama higienizadas (toalhas e roupas de campa devem ser entregues separadamente, dentro de sacolas, com identificação do produto). As doações podem ser entregues na entrada do auditório no dia do evento.

A Banda do Villa: a obra para banda de música de Heitor Villa-Lobos

Villa-Lobos sempre teve um carinho muito grande com a banda de música e contou justamente com essa formação como uma importante ferramenta de suporte ao programa de musicalização que empreendeu no país entre as décadas de 1930 e 1940. As bandas militares, sediadas no Rio de Janeiro, atuaram em parceria com a Superintendência de Educação Musical e Artística e seus maestros – Joaquim Antão Fernandes, Antônio Pinto Jr., Franklin de Carvalho Jr. e Eleazar de Carvalho, entre outros – atuaram também como arranjadores e transcritores, junto a tantos compositores que, de igual forma se conectavam ao programa, tais como Francisco Braga e Assis Republicano. Ao final da década de 1950, algumas obras foram gravadas pela Banda de Música da Polícia Militar de Minas Gerais, o que basicamente representou a única gravação conhecida de algumas dessas obras compostas por Villa.

As primeiras sessões de gravação para ‘A Banda do Villa’ ocorreram em setembro de 2022 com a Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, sob a regência do maestro Marcelo Jardim. O repertório que ressurge agora é carregado de nostalgia, ao mesmo tempo em que nos mostra uma robustez de conteúdo musical e equilíbrio sonoro e traz canções folclóricas, marchas, canções de ofício, quadrilhas, revelando pouco a pouco esse contato direto do compositor com a banda de música e sua preocupação em inseri-la como prática de música de conjunto nas diretrizes de um Brasil musical e artístico.

A parceria entre o Conservatório de Tatuí, através da Sustenidos Organização Social da Cultural, com a Escola de Música da UFRJ, por meio da UFRJ, segue forte e vibrante com o programa Arte de Toda Gente, também uma parceria entre a UFRJ e Funarte. Essa união de forças atuou com o propósito de preparação das partituras de cada uma das obras, mantendo suas características originais, mas com atualização da instrumentação para a banda sinfônica. Para esta nova etapa de gravação, a temática gira em torno das canções, folclóricas e populares, sendo apresentadas em forma de suítes (Quadrilha Brasileira, Suíte de Canções Folclóricas, Quatro Canções da Floresta do Amazonas) ou peças isoladas (Nos Prados Verdes, Tristorosa, Canto do Sertão, Meu Jardim, Choros 5). O projeto conta ainda com as importantes colaborações dos professores do Conservatório de Tatuí, com especial destaque para o maestro Marco Almeida Jr., o compositor Hudson Nogueira, com novos arranjos de obras do Villa, e a Edson Lopes, com a editoração do material, bem como os docentes e estudantes que atuam na Banda Sinfônica. E ainda a parceria com a Faculdade de Tecnologia Professor Wilson Roberto Ribeiro de Camargo, Fatec-Tatuí, por meio do curso de Produção Fonográfica, responsável por toda a captação e mixagem do áudio.

“Villa-Lobos procurou evidenciar a riqueza da cultura e arte no Brasil”, diz Marcelo Jardim. “Ele resgatou preciosidades da música e do folclore nacional, dos recantos do país, das influências de todos os povos que aqui habitaram e que passaram a fazer parte de sua sonoridade”, relata o maestro. “Nesse contexto é festejada essa parceria, que envolve a Sustenidos, a Fatec, o Conservatório de Tatuí, a UFRJ e a Funarte, para que o resgate dessa importante produção musical de um dos mais consagrados compositores da América Latina possa ter ampla difusão”, completa.

Arte de Toda Gente | Sistema Pedagógico de Apoio às Bandas

O Programa Arte de Toda Gente conjuga vários projetos de extensão da Escola de Música da UFRJ, tais como o Sistema Nacional de Orquestras Sociais – SINOS, o Bossa Criativa, o Um Novo Olhar, o Arte em Circuito, o Projeto Bandas: Sistema Pedagógico de Apoio às Bandas de Música e o Projeto Ópera: Plano de Desenvolvimento para a Ópera no Brasil. Todos os projetos foram estruturados a partir da parceria entre a Funarte e a Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, com início em 2020 e com o objetivo de desenvolver uma amplitude de ações em prol do desenvolvimento das ações pedagógicas nas áreas das artes no Brasil e, especificamente, na área musical. A esse conjunto de projetos somaram-se também a realização de duas edições da Bienal de Música Brasileira Contemporânea (XXIV e XXV). Atualmente, o Programa Arte de Toda Gente viabiliza centenas de outras parcerias pelo Brasil com as mais importantes instituições de arte, cultura e educação e avança com o programa de parcerias institucionais, com foco no compartilhamento dos cursos em EAD.

Projeto Bandas (Funarte) | Criado em 1976, o Projeto Bandas da Funarte possui uma trajetória que se confunde com a da própria história da Fundação, que foi estruturada no ano de 1975. Sua função sempre se estabeleceu no apoio sistemático ao desenvolvimento da banda de música no Brasil, com realização de doação de instrumentos musicais, promoção de cursos e oficinas de aperfeiçoamento musical prático e teórico para regentes e instrumentistas, por meio dos Painéis Funarte de Bandas de Música, edição de partituras de obras de compositores brasileiros, preparação de manuais técnicos, organização do cadastramento das bandas no Brasil, entre outras ações. É realizado pela Coordenação de Bandas de Música, ligada à Diretoria de Música da entidade. O Projeto de extensão Sistema Pedagógico de Apoio às Bandas de Música, da UFRJ, foi criado como suporte direto para o Projeto Bandas.

O Maestro | Atual diretor artístico e vice-diretor da Escola de Música da UFRJ, Marcelo Jardim é professor de Regência de Banda e Prática de Orquestra na EM/UFRJ, diretor musical da Orquestra de Sopros da UFRJ, grupo artístico de representação institucional e professor-orientador do PROMUS – Programa do Mestrado Profissional em Música da UFRJ. É Doutor em Práticas Interpretativas pela UniRio e Mestre e Bacharel em Regência e Práticas Interpretativas pela UFRJ. É coordenador do Programa de Extensão Arte de Toda Gente, uma parceria entre a UFRJ e a Funarte, com abrangência nacional e que inclui os projetos Sinos – Sistema Nacional de Orquestras Sociais do Brasil, Bossa Criativa, Projeto Bandas: Sistema Pedagógico de Apoio às Bandas de Música, Um Novo Olhar (destinado a acessibilidade cultural) Projeto Ópera: Plano de Desenvolvimento para a Ópera no Brasil e Arte em Circuito (com foco no hip-hop e artes integradas). Marcelo atuou na coordenação executiva das XXIV e XXV Bienal de Música Brasileira Contemporânea e é consultor artístico e coordenador pedagógico dos cursos de capacitação para regentes e instrumentistas de bandas de música, Painéis Funarte de Bandas de Música, realizados pela Fundação Nacional de Artes, e responsável pelo Projeto de Edições de Partituras para Banda. Mantém constante agenda como regente convidado, palestrante e professor, com atuação com orquestras e bandas sinfônicas, festivais, seminários, simpósios e congressos, no Brasil, América Latina, Estados Unidos e Europa. Em sua agenda, atuações em curadorias de festivais de música internacionais, bem como maestro atuante no resgaste e gravação de música brasileira para bandas de música e bandas sinfônicas.

PROGRAMA

Villa-Lobos (1887–1959)

Pra Frente, ó Brasil (arr.: Marcelo Jardim), 3′

Quadrilha Brasileira (Villa-Lobos, arr.: Everson Moraes), 12’30″

I – Dança dos Caipiras

II – Fui no Itororó

III – Giga

IV – Cortejo

V – Dança dos Caipiras (variação final)

* estreia do arranjo

– Suíte de Canções Folclóricas (1934-1938, arranjo: Villa-Lobos, rev. Marcelo Jardim), 14′

I – A Canoa Virou

II – Na Bahia Tem

III – Ó Ciranda, ó Cirandinha

IV – Vem cá, Siriri

V – Teresinha de Jesus

VI – Nesta Rua

VII – Constância (C)

VIII – Lá na Ponte da Vinhaça (Passa, passa gavião)

IX – Entrei na Roda

* estreia do arranjo

– Nos Prados Verdes (1934, arr.: Marcelo Jardim) – 2’55” * estreia do arranjo

– Canção do Operário Brasileiro (1938, arr.: Villa-Lobos, ed. Marcelo Jardim), 2’45”

– Tristorosa (1923, arranjo: Hudson Nogueira), 5’48” * estreia do arranjo

– O Canto do Sertão, Coral das Bachianas Brasileiras nº 4 (1930-1942, arr. Rafael Ribeiro), 4′

– Choros nº 5 (1925, arranjo: Marcos Rodrigo), 5′

– Quatro Canções da Floresta do Amazonas, 13′

I – Veleiros

II – Cair da Tarde

III – Canção do Amor

IV – Melodia Sentimental.

Serviço:

Concerto ‘A Banda do Villa’

Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí

Data: 23 de maio de 2024, quinta-feira

Horário: 20h

Regente convidado: Marcelo Jardim

Coordenação: Marco Almeida Júnior

Local: Teatro Procópio Ferreira

Rua São Bento, 415, Centro, Tatuí-SP

Entrada gratuita: ingressos podem ser retirados na plataforma INTI ou na Bilheteria do teatro, aberta de terça a sexta-feira, das 13h às 16h e das 17h às 20h. Convidamos o público a contribuir com doações para o Rio Grande do Sul.

Realização:

Fundação Nacional de Artes – Funarte (www.funarte.gov.br)

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) | Escola de Música da UFRJ

Sustenidos Organização Social de Cultura | Conservatório de Tatuí

Gravação: Fatec-Tatuí

Patrocinador platina: Visa  ‎

Patrocinadores Bronze: Sicoob e Cipatex

Sobre o Conservatório de Tatuí | Fundado em 11 de agosto de 1954, o Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí – ou apenas Conservatório de Tatuí (SP), como é conhecido internacionalmente – é uma das mais respeitadas escolas de música e artes cênicas da América Latina. Oferece mais de 100 cursos regulares, livres e de aperfeiçoamento, todos gratuitos, nas áreas de Música Erudita (instrumentos, canto e regência), Música Popular Brasileira, Artes Cênicas e Luteria. Atende aproximadamente 2 mil alunos anualmente, vindos de todas as regiões do Brasil e, também, de outros países, como Argentina, Chile, Coreia do Sul, Equador, Estados Unidos, Japão, México, Peru, Portugal, Síria, Uruguai e Venezuela. É considerado uma das mais bem-sucedidas ações culturais do Estado, oferece ensino de excelência, com a missão de formar instrumentistas, cantores, atores, regentes, educadores e luthiers de alto nível. Sua importância no cenário musical é tão acentuada que garantiu à cidade de Tatuí o título de Capital da Música, aprovado por lei em janeiro de 2007. A instituição é gerida pela Sustenidos Organização Social de Cultura.

(Fonte: Máquina Cohn & Wolfe)

Em sua 7ª edição, Semana Amilar Alves celebra as pioneiras do Cinema de Campinas

Campinas, por Kleber Patricio

Rebeca Ribeiro durante a Oficina de Preservação. Foto: Rodney Cardoso Fotografia.

Consolidada no calendário cultural de Campinas, a Semana Amilar Alves chega à sua 7ª edição entre os dias 23 e 25 de maio. Com exibições e debates gratuitos, o evento tem a proposta de preservar e difundir a memória e a vocação do cinema local, que tem uma história de mais de 100 anos de produções e movimentos.

As atividades serão na Estação Cultura, no auditório do Ceprocamp e na Sala dos Toninhos, e têm como tema este ano ‘As Pioneiras do Cinema de Campinas’, uma homenagem às inúmeras mulheres que atuaram nos filmes realizados na cidade, desde o primeiro (‘João da Matta – um drama caipira’, de 19223), mas que foram invisibilizadas pela historiografia e muitas vezes sequer aparecem nos créditos dos filmes. Os debates sobre este apagamento, intencional, pautam toda a programação do evento, que é gratuita e sem necessidade de inscrição.

No dia 23/5, quinta, às 19h, no auditório do Ceprocamp, tem a estreia do curta-metragem ‘Apagadas’, produzido durante a Oficina de Animação prévia, realizada em abril. A animação motiva o debate, mediado pela pesquisadora Rebeca Ribeiro, com o tema ‘Apagamento e Resistência’, que contará com a presença da diretora Ariane Porto, da educadora Damaris Guedes e da agente cultural Juliana Siqueira.

Na sexta-feira, dia 24/5, as conversas continuam a partir da exibição do documentário de curta-metragem ‘Mamilos Poéticos’, da diretora Lubis Naves, que também compõe a mesa de debates junto da diretora e pesquisadora Natasha Rodrigues, e da pesquisadora, curadora e arte-educadora Maíra Freitas, com mediação da realizadora e cineclubista Claudia Bortolato. O tema desta noite será ‘Gênero e exclusão no cinema de Campinas’.

O encerramento da programação, no sábado, dia 25/5, a partir das 16h, a Sala dos Toninhos recebe a exibição do curta-metragem histórico ‘Um Pedreiro’ (1966) de Dayz Peixoto. Na sequência, sob mediação da produtora Fernanda Viana, o debate ‘Escrevendo uma nova história’ conta com as pesquisadoras Sônia Fardin e Natasha Hernandes, além da realizadora e diretora de fotografia Coraci Ruiz.

Claudia Bortolato, que também está na coordenadoria de organização interna do CTAv, que organiza o evento lembra que “para Walter Benjamin, ‘nunca há um documento de cultura que não seja, ao mesmo tempo, um documento da barbárie’ e, na busca por mulheres que se destacassem nos primórdios do cinema campineiro, verificamos que à primeira vista, não há nomes femininos. Emerge aqui a questão: apagamentos ou foram impedidas de participar? A partir daí, acordamos que para essa 7ª edição faríamos um recorte feminino mais amplo, mantendo o caráter histórico da semana; ou seja, a ideia de olhar para o passado, refletir o presente e planejar o futuro, que será expresso nas três mesas, uma a cada encontro”, comenta.

Sobre a Semana Amilar Alves

Realizada pela Sociedade Civil, organizada através da CTAv (Câmara Temática do Audiovisual de Campinas), a Semana Amilar Alves é prevista pela Lei Municipal nº 15.756/2019 e busca aproximar o público interessado de especialistas e agentes profissionais do Setor Audiovisual. Em sua 7ª edição consecutiva, envolveu oficinas prévias gratuitas no MIS-Campinas, já dentro do tema do pioneirismo feminino no cinema campineiro.

A Oficina de Animação, no dia 27/4, atraiu mais de 30 participantes interessados em aprender na prática as técnicas da animação tradicional com o conceituado animador Maurício Squarisi, do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas, que já realizou mais de 300 filmes. A produção resultou no curta ‘Apagadas’, que será exibida em primeira mão no dia 23 de maio.

Durante os dias 15, 16 e 17/5 (de quarta a sexta), de 19h a 21h, acontece uma Oficina de Preservação dos mais diversos formatos e suportes cinematográficos; da película, passando pelo papel e chegando ao digital, a partir do acervo do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas, com mentoria da pesquisadora Rebeca Ribeiro.

Semana Amilar Alves 2024 – ‘Pioneiras do Cinema de Campinas’

Exibições e Debates

23/5 – 19h – Estação Cultura Pref. Antônio da Costa Santos – Auditório Ceprocamp:

– Exibição de Animação da Oficina: ‘Apagadas’

– Debate: ‘Apagamento e Resistência’, com Ariane Porto, Damaris Guedes, Juliana Siqueira e mediação de Rebeca Ribeiro.

24/5 – 19h – Estação Cultura Pref. Antônio da Costa Santos – Auditório Ceprocamp:

– Exibição de Documentário: ‘Mamilos Poéticos’

– Debate: ‘Gênero e exclusão no cinema de Campinas’, com Lubis Naves, Natasha Rodrigues, Maíra Freitas e mediação de Claudia Bortolato.

25/5 – 16h: Estação Cultura Pref. Antônio da Costa Santos – Sala dos Toninhos:

– Exibição Histórica: ‘O Pedreiro’, de Dayz Peixoto

– Painel: ‘Dayz Peixoto: Uma pioneira do nosso Cinema’, por  Natasha Hernandez Almeida Zapata

– Exibição de História Oral de Dayz Peixoto

– Debate: ‘O futuro do cinema produzido por mulheres’, com Sônia Fardin e Coraci Ruiz e mediação de Fernanda Viana.

ENTRADA GRATUITA

ESTACIONAMENTO GRATUITO NO LOCAL

Entrada pela R. Francisco Teodoro, 1050 – Vila Industrial (Campinas)

Para acesso com acessibilidade física, consultar a organização do evento pelo e-mail ctavcampinas@gmail.com

Mais informações: https://linktr.ee/ctavcampinas.

(Fonte: A2N Comunicação)

Casa das Rosas realiza evento em tributo a Frida Kahlo

São Paulo, por Kleber Patricio

Frida Kahlo. Foto: divulgação/site Toda Matéria.

A fim de retomar o legado de Frida Kahlo e lembrar os 70 anos de sua morte, a Casa das Rosas realiza uma atividade em homenagem à artista mexicana em parceria com o Consulado Geral do México. O Tributo a Frida Kahlo ocorre no dia 25 de maio, das 14h às 16h, também em celebração aos 190 anos de relações diplomáticas entre Brasil e México. Neste dia, serão diversas as atrações, como o lançamento do livro de poemas ‘Eu sou Frida e não me calo’, de Julia Mikita; a fala do cônsul do México, Rodrigo Vásquez Ortega; recital bilíngue de poemas (português-espanhol); uma leitura do monólogo ‘Retrato de uma rosa’; participação online de representante do museu Casa Azul e a instalação ‘70 rosas, 70 anos de saudades de Frida’.

O Museu também realiza de 22 de maio a 12 de junho, às quartas-feiras, das 19h às 21h, a oficina ‘Olhares fotográficos sobre a diversidade de gênero na Av. Paulista’, com os fotógrafos Marco Aurelio Olimpio e Adriana Horvath. A formação pretende sensibilizar os participantes acerca do tema da diversidade de gênero por meio das noções de linguagem fotográfica e da captação de imagens na avenida que é um dos principais palcos das manifestações da comunidade LGBTQIAP+.

Atividade do Núcleo de Ação Educativa   

Finalizando a programação de maio, no dia 24, das 14h às 16h, o Museu oferece a oficina Carimbos artesanais em borracha, com as artistas visuais Victoria Antonoff e Joe Oliveira. Aqui, os participantes poderão construir carimbos autorais utilizando as mesmas técnicas de gravação de imagens utilizadas na gravura em relevo, porém com materiais comuns como a borracha escolar, que será usada como matriz, e o tirador de cutículas, utilizado como goiva.

Para mais informações sobre esses destaques ou a programação completa, acesse o site da Casa das Rosas.

Serviço:  

A seguir, atividades realizadas na área externa: jardim e oficina fotográfica no orquidário

Lançamento de livro TRIBUTO A FRIDA KAHLO

Parceria com o Consulado Geral do México e curadoria de Jam Pawlak

Sábado, 25 de maio, das 14h às 16h

Não há necessidade de inscrição.

Oficina OLHARES FOTOGRÁFICOS SOBRE A DIVERSIDADE DE GÊNERO NA AV. PAULISTA

Com Marco Aurelio Olimpio e Adriana Horvath

Quartas-feiras 22 e 29 de maio, 5 e 12 de junho

Haverá um encontro prático no dia 2 de junho (horário a definir)

Inscrição aqui – Prazo: 21/5

Vagas: 30

Núcleo de Ação Educativa:

Oficina CARIMBOS ARTESANAIS EM BORRACHA

Com Victorya Antonoff e Joe Oliveira

Sexta-feira, 24 de maio, das 14h às 16h

Inscrição aqui – Prazo: 23/05

Vagas: 30

Funcionamento do Museu: terça-feira a domingo, inclusive feriados, das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h) – Jardim aberto de segunda a domingo, das 7h às 22h

Programação gratuita

Visitas mediadas: públicos espontâneos podem aproveitar para conhecer o Museu nos dias e horários de funcionamento. Grupos precisam agendar previamente, entrando em contato com o Núcleo de Ação Educativa do Museu – clique aqui

Visitas guiadas com a duração de 1h30

Acessibilidade: rampa, pisos podotáteis, banheiros adaptados e recursos de acessibilidade no espaço expositivo

Endereço: Avenida Paulista, 37 – Bela Vista, São Paulo (SP) Tel.: (11) 3285-6986

Os contatos estão disponíveis no site.

Sobre a Casa das Rosas

A Casa das Rosas é um dos principais Museus da Cidade de São Paulo e o seu acervo bibliográfico é composto por obras do poeta paulistano Haroldo de Campos, um dos criadores do movimento da poesia concreta na década de 1950. Localizado na Avenida Paulista, em São Paulo, o Museu foi construído em 1935 pelo escritório do arquiteto Ramos de Azevedo e possui características clássicas da arquitetura francesa, atraindo assim milhares de visitantes que buscam conhecer a Cultura Brasileira, bem como o próprio espaço.

Sua programação, diversa e plural, é composta por exposições, cursos, palestras, saraus, oficinas, lançamentos de livros, performance, apresentações teatrais, entre outras. O Museu é gerido pela Poiesis, Organização Social de Cultura, em parceria com a Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.

(Fonte: Poiesis Organização Social de Cultura)

Brasil Jazz Sinfônica toca grandes nomes da música brasileira, do tango e do jazz no Auditório do Museu do Ipiranga

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Lepick – Obra do próprio, CC BY-SA 4.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=44038582.

A Fundação Padre Anchieta e o Museu do Ipiranga promovem mais uma edição do Música no Museu com a Brasil Jazz Sinfônica. Desta vez, a apresentação acontece no dia 25 de maio (sábado), às 16h, com ingressos a preços populares: R$10 (inteira) e R$5 (meia).

A escolha do repertório é do maestro do grupo, João Maurício Galindo. Para esse programa, o regente selecionou composições de Pixinguinha (Carinhoso), Tom Jobim (Luiza), Guinga (Caiu do Céu), Ernesto Nazareth (Odeon), Alfredo Le Pera (Por una Cabeza), Astor Piazzolla (Libertango) e George Gershwin (Nice Work If You Can Get It). A formação para essa apresentação inclui quatro primeiros violinos, três segundos violinos, duas violas, dois violoncelos, um contrabaixo acústico, um contrabaixo elétrico, um piano e uma bateria.

“Nesse próximo concerto teremos uma coisa completamente diferente, uma formação de cordas, acompanhada de baixo, piano e bateria. Desta vez, introduzi algumas peças de dois gêneros que são muito queridos, o jazz norte-americano e o nosso querido tango portenho. Será um mix de pequenas peças de música brasileira, como sempre, de grandes nomes como Ernesto Nazareth, Pixinguinha e Tom Jobim, e algumas peças de autores internacionais, como Gershwin e Piazzolla”, explica Galindo.

PROGRAMA

Pixinguinha: Carinhoso – Arranjo de Cyro Pereira

Pixinguinha: O destino da Rosa – Arranjo de J. M. Galindo

Pixinguinha: Concerto de Bateria – Arranjo de Fábio Prado

Tom Jobim: Luiza – Arranjo de Cyro Pereira

Guinga: Caiu do Céu – Arranjo de Gilson Peranzzetta

Ernesto Nazareth: Odeon – Arranjo de Nelson Ayres

George Gershwin: Nice Work If You Can Get It

Alfredo Le Pera: Por una Cabeza – Arranjo de Cinthia Zanco

Astor Piazzolla: Libertango – Arranjo de Bel Rebello.

Serviço:

Música no Museu – Brasil Jazz Sinfônica

Sábado, 25 de maio, às 16h

Ingressos (disponíveis a partir de 22 de maio): R$10

Auditório Museu do Ipiranga

Duração: aproximadamente 75 minutos

Evento acessível em Libras / Audiodescrição mediante disponibilidade

Classificação Livre

Vendas de ingressos: A partir de 22 de março, às 14h, no site do Museu

Valores: R$10 (inteira) / R$5 (meia-entrada)

Meia-Entrada:

  • Professores, coordenadores, diretores, supervisores e profissionais da rede pública de ensino de todo país
  • Estudantes (ensino público e privado)
  • Idosos com mais de 60 anos
  • Pessoas com deficiência – PcD e seu acompanhante. É necessário laudo médico comprovando a deficiência
  • Jovens de 15 a 29 anos, de baixa renda, cadastrados no programa ID Jovem
  • Crianças de 3 até 6 anos.

Gratuidade: Crianças de colo, com até 2 anos de idade, por não ocuparem assentos individuais.

Museu do Ipiranga

Endereço: Rua dos Patriotas, 100

Funcionamento: Terça a domingo (incluindo feriados), das 10h às 17h (última entrada às 16h)

Bilheteria a partir das 9h

Ingressos: R$30 (quartas e primeiro domingo do mês, grátis)

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Como chegar:

Transporte público: De metrô, há duas estações próximas ao Museu, ambas da linha 2, verde: Alto do Ipiranga (30 minutos de caminhada) e Santos-Imigrantes (25 minutos a pé). A linha 710 da CPTM tem uma parada no Ipiranga (20 minutos de caminhada).

Principais linhas de ônibus: 4113-10 (Gentil de Moura – Pça da República), 4706-10 (Jd. Maria Estela – Metrô Vila Mariana), 478P-10 (Sacomã – Pompéia), 476G-10 (Ibirapuera – Jd.Elba), 5705-10 (Terminal Sacomã – metrô Vergueiro), 314J-10 (Pça Almeida Junior – Pq. Sta Madalena), 218 (São Bernardo do Campo – São Paulo).

Pessoas com deficiência em transporte individual: na entrada da rua Xavier de Almeida, nº 1, há vagas rotativas (zona azul) em 90°. Para quem usa bicicleta, foram instalados paraciclos na área do jardim.

Para quem usa bicicleta, há paraciclos próximos aos portões da R. Xavier de Almeida e R. dos Patriotas.

Dias gratuitos para todos os públicos

  • O acesso é gratuito às quartas-feiras, no primeiro domingo de cada mês e nos feriados do aniversário de São Paulo (25/1) e da Independência (7/9).
  • O ingresso deve ser retirado na bilheteria, na própria data, sem possibilidade de agendamento pelo site.
  • A distribuição ocorre a cada 30 minutos, para entrada na hora cheia seguinte. Por exemplo: o acesso às 14h terá ingressos liberados somente às 13h e 13h30. Entretanto, os ingressos podem esgotar em poucas horas em dias de grande demanda.
  • Ingressos limitados, com possibilidade de esgotar em pouco tempo.
  • Estamos com longas esperas para retirada dos ingressos nos dias gratuitos. Para conforto dos visitantes, recomendamos itens de proteção contra raios solares (protetores, chapéus, guarda sóis etc.)

Públicos com direito a ingresso gratuito

A gratuidade para os públicos citados abaixo é válida para qualquer dia de funcionamento do Museu. Os ingressos devem ser retirados na bilheteria, na data da visita. Bilhetes sujeitos a disponibilidade.

  • Crianças com menos de 6 anos.
  • Comunidade USP (servidores, professores e alunos). A condição de estudante deve ser comprovada com carteirinha de estudante (física ou digital) ou atestado de matrícula.
  • Servidores da Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Técnico-Científica, do estado de São Paulo, em atividade e seus familiares (cônjuge ou companheira/o, filhos e menores tutelados ou sob guarda), mediante último holerite e documento de identificação. Benefício determinado pela resolução SC-39, de 15 de julho de 2010.
  • Guias de turismo credenciados.
  • Membros ativos do ICOM.

Museu do Ipiranga – USP

O Museu do Ipiranga é sede do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, e seguiu em atividade com eventos, cursos, palestras e oficinas em diversos espaços da cidade. As obras de restauro, ampliação e modernização do Museu são financiadas via Lei Federal de Incentivo à Cultura. A gestão do Projeto Novo Museu do Ipiranga é feita de forma compartilhada pelo Comitê Gestor Museu do Ipiranga 2022, pela direção do Museu Paulista e pela Fundação de Apoio à USP (FUSP).

O edifício, tombado pelo patrimônio histórico municipal, estadual e federal, foi construído entre 1885 e 1890 e está situado dentro do complexo do Parque Independência. Concebido originalmente como um monumento à Independência, tornou-se em 1895 a sede do Museu do Estado, criado dois anos antes, sendo o museu público mais antigo de São Paulo e um dos mais antigos do país. Está, desde 1963, sob a administração da USP, atendendo às funções de ensino, pesquisa e extensão, pilares de atuação da Universidade.

As obras do Novo Museu do Ipiranga foram financiadas via Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Patrocinadores e parceiros:

Mantenedor: EDP, Shell, Vale

Patrocinador Master: Itaú

Parceiro Gold: Comgas, EMS, Sabesp, Santander

Patrocínio Silver: Caterpillar

Apoio: BNDES, Fundação BB

Empresas parceiras: Dimensional, Nortel, PWC, Too seguros

Parceria de mídia: Estadão, Revista Piauí, Uol.

(Fonte: Conteúdo Comunicação)