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Dangriga e Hopkins: tradição garífuna, selva e mar em Belize Entre ritmos ancestrais dos tambores garífunas, tradições vivas e praias tranquilas, descubra uma expressão singular do sul de Belize

Belize, por Kleber Patricio

Entre ritmos ancestrais dos tambores garífunas, tradições vivas e praias tranquilas, descubra uma expressão singular do sul de Belize. Fotos: Divulgação/Belize Tourism Board.

Localizado na ensolarada costa sudeste de Belize, o distrito de Stann Creek preserva um dos patrimônios culturais mais vibrantes e autênticos do país. É nessa região que a cultura ganha um significado profundo por meio de duas de suas comunidades mais emblemáticas: Dangriga e Hopkins. Ambas representam o orgulho, a história e a alegria da herança garífuna, reconhecida pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, proporcionando aos viajantes uma imersão acolhedora e genuína nas tradições caribenhas que moldam a identidade belizenha há gerações.

Conhecida carinhosamente como “Griga”, Dangriga é considerada a capital cultural do país. A cidade é cheia de energia, marcada pela arte, pela história e pelo contagiante ritmo da Punta, enquanto o som dos tambores ecoa às margens do rio, dando as boas-vindas a quem deseja compreender as raízes da região. A poucos quilômetros ao sul, a charmosa vila costeira de Hopkins complementa essa experiência com uma atmosfera mais tranquila e ligada ao mar. Conhecida por estar entre as comunidades mais amigáveis de Belize, Hopkins combina praias de areia dourada cercadas por coqueiros com um estilo de vida simples e hospitaleiro, onde tudo pode ser explorado de bicicleta.

Dangriga e Hopkins formam a combinação perfeita entre imersão cultural e ecoturismo de aventura. Estrategicamente posicionadas entre a imponente selva das Montanhas Maias e o cristalino Mar do Caribe, essas duas joias costeiras não apenas convidam os visitantes a saborear a gastronomia tradicional e conhecer a arte nativa, como também funcionam como porta de entrada para algumas das melhores reservas naturais, trilhas tropicais e recifes do sul de Belize.

Principais atrativos de Dangriga

O Museu Garífuna Gulisi oferece uma fascinante viagem pela história, língua e costumes dessa comunidade reconhecida como Patrimônio Imaterial pela UNESCO. Também merece destaque a Sabal’s Cassava Food Products, empresa familiar onde os visitantes podem conhecer o processo tradicional de transformação da mandioca em ereba (pão de mandioca), um alimento fundamental da gastronomia garífuna. Galerias de arte locais, como a Pen Cayetano Studio Gallery, oferecem outra perspectiva sobre o patrimônio cultural da comunidade.

 

 

Participe de uma aula de percussão garífuna para aprender os ritmos tradicionais da Punta, acompanhe o animado desfile e as danças do Garifuna Settlement Day, celebrado todos os anos em 19 de novembro, sinta a energia da dança Wanaragua (Jankunu) durante a anual Habinahan Wanaragua Competition, realizada em dezembro, e caminhe pelas margens do rio North Stann Creek.

Onde se hospedar

Dangriga oferece uma variedade de hospedagens autênticas e funcionais,

desde um tradicional hotel à beira-mar com vista para os cayes até pequenas pousadas familiares, ideais para vivenciar a hospitalidade local.

Como chegar

A cidade está localizada a apenas duas horas de carro de Belize City, pela cênica Hummingbird Highway. Também conta com o Dangriga Airstrip, que recebe voos diários de 20 minutos partindo da capital, operados pela Maya Island Air e Tropic Air.

Hopkins: tradição garífuna com clima de praia

Hopkins.

Hopkins é uma acolhedora comunidade litorânea que preserva o charme descontraído de uma vila pesqueira e é conhecida por estar entre as comunidades mais amigáveis e culturalmente ricas de todo Belize.

Participe de uma noite de tambores à beira-mar (drumming circle), faça aulas de culinária local para aprender a preparar o autêntico hudut (sopa de peixe com purê de banana-da-terra verde, leite de coco e pimenta habanero) e faça passeios de um dia ao Santuário de Vida Selvagem Cockscomb Basin, nas proximidades, para fazer trilhas em busca de rastros de onças-pintadas ou praticar tubing pelos rios.

Onde se hospedar

A vila oferece desde sofisticados resorts boutique premiados até charmosas pousadas e cabanas à beira-mar.

Como chegar

Hopkins fica a cerca de 30 minutos de carro ao sul de Dangriga. O acesso pode ser feito facilmente pela estrada, a partir da saída da Thomas Vincent Ramos Highway, ou por meio de um traslado terrestre de aproximadamente 40 minutos a partir da pista de pouso de Dangriga.

A viagem rumo a Belize tem como opção para os brasileiros convenientes conexões com a Copa Airlines, via Cidade do Panamá, principal hub da companhia. Já para quem parte dos Estados Unidos, o destino conta com uma ampla malha aérea, com voos diretos operados por companhias como American Airlines (via Miami e Dallas), United Airlines (Houston), Delta Air Lines (Atlanta) e Alaska Airlines (Los Angeles), entre outras. Conectividade que facilita o acesso ao sul de Belize, tornando a imersão na cultura garifuna e nas paisagens naturais da região ainda mais acessível para viajantes de diferentes mercados. Para mais informações sobre o destino, visite o site: https://www.travelbelize.org/br/.

(Com Carol Maia/Agência em Foco)

Espetáculo infanto-juvenil “A Bicicleta Que Tinha Bigodes” estreia no Sesc Bom Retiro em agosto

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Com direção artística de Suzana Aragão e dramaturgia Kiusam de Oliveira, peça é uma jornada poética e musical sobre o poder da palavra, a memória ancestral e a magia do sonhar. Foto: Ariane Artioli.

A amizade, a escrita como forma de libertação e a tradição oral são temas do espetáculo infanto-juvenil “A Bicicleta Que Tinha Bigodes”, adaptação da obra do premiado autor angolano Ondjaki. O espetáculo, com direção de Suzana Aragão e dramaturgia de Kiusam de Oliveira, tem sua temporada de estreia no Sesc Bom Retiro de 30 de agosto a 16 de setembro, com sessões aos domingos, às 12h (e apresentações extras no dia 7/9, às 12h, e no dia 16/9, às 10h e às 14h.)

O trabalho ainda tem direção musical e canções originais de Renato Gama. E, no elenco, estão Andreas Mendes, Conceni Paulina, Mawusi Tulani, João Invenção, Geni Cavalcante e Tenca Silva (stand-in).

A história de Ondjaki apresenta uma infância que vive entre a dureza do cotidiano e a força ancestral da imaginação. Na trama, tudo começa com um anúncio vibrante vindo da Rádio Nossa: o concurso de redação do bairro vai premiar o texto mais bonito e cheio de encantamentos com uma reluzente bicicleta preta, vermelha e amarela.

É a partir desse anúncio que entram em cena os dois amigos e protagonistas da história: Isaura e Ondjaki. Movidos pelo grande sonho de ganhar a bicicleta, eles descobrem que, para vencer o concurso, precisam encarar um desafio ainda maior e responder a uma pergunta fundamental: como se começa uma história?

Nessa busca por ideias, Isaura e Ondjaki mergulham no cotidiano vívido e afetuoso de seu bairro. Entre as sabedorias da Vó — que ouve nos ventos as cantigas e a força dos Guerreiros Nagô —, o carinho rigoroso e as “lições de vida e limonada” da Tia Alice, as memórias cômicas de um sapo poeta atropelado e a figura lendária do Tio Rui (cujo bigode parece espirrar palavras e poesias soltas no ar), os dois amigos descobrem o verdadeiro mistério da escrita.

Guiado pelo sobrevoo encantado do grande bigode do Tio Rui, Ondjaki (com o apoio inseparável de Isaura) aprende que as histórias mais bonitas não são tiradas das caixas dos outros: elas já moram nos ancestrais, no quintal, nos amigos e na coragem de colocar o próprio coração no papel.

Com muita delicadeza, humor e lirismo, a peça articula política e poesia, sonho e realidade, criando uma reflexão sobre a importância da sociedade comunitária, de descobrir a própria identidade e do respeito aos mais velhos e de sua tradição oral.

A encenação conta com trilha cantada ao vivo pelo elenco e une poesia corporal (“Antes do sonho, o corpo…”) a cantigas de roda (Guerreiros Nagô), resgatando a oralidade como espaço de cura e preservação da memória.

Um dos pontos altos da montagem é a presença do mítico Bigode do Tio Rui, que flutua no palco e ganha os ares sobrevoando a plateia. Em um diálogo direto com o público, o Bigodão lembra a cada criança e adulto que “todos carregam um mundo dentro de si e só precisam de coragem para escrever”.

Outro aspecto interessante de notar é que o espetáculo já começa no primeiro sinal do teatro, acolhendo a plateia com movimentos e sons do mar. E, no terceiro sinal, a penumbra toma conta do palco, revelando a magia de instrumentos musicais iluminados por luz fluorescente e LED.

Sobre Ondjaki

Nascido em Luanda, em 1977, o escritor Ondjaki é um dos grandes nomes atuais da literatura angolana, muito conhecido por retratar em seus livros, de forma lúdica e nostálgica, a dureza do cotidiano vivido em sua terra natal, por meio do olhar de uma criança.

Entre os livros que escreveu, estão “Os da minha rua” (2008), “Avó Dezanove e o segredo do soviético” (2009), “Bicicleta Que Tinha Bigodes” (2011), “Os Transparentes” (2013), “Bom Dia, Camaradas” (2014), “O Livro do Deslembramento” (2022) e “O Convidador de Pirilampos” (2022).

Ganhou os prêmios Sagrada Esperança (2004), Grande Prêmio do Conto (2007), Grinzane – Young African Writer (2008), FNLIJ – Juvenil (2010) e Jabuti – Juvenil (2010). É também membro da União dos Escritores Angolanos.

Ficha técnica

Autor da Obra Original: Ondjaki

Direção Artística: Suzana Aragão

Dramaturgia: Kiusam de Oliveira

Atuação: Andreas Mendes, Conceni Paulina, Mawusi Tulani, João Invenção e Geni Cavalcante

Standin Andreas Mendes: Tenca Silva

Direção Musical e Composições Originais: Renato Gama

Desenho de Luz: Danielle Meireles

Figurino: Thais Dias

Cenário e Adereços: Bira Nogueira

Direção de Palco e Contrarregragem: Giovanna Gonçalves

Cenotécnico: PalhaAssada Atêlie

Técnico de som: Leandro Simões

Técnica de Luz: Stella Politti

Produção Executiva: Taís Cabral

Coordenação de Produção: Geni Cavalcante e Suzana Aragão

Assessoria de Comunicação: Pombo Correio

Mídias Sociais: Keka Jasmin

Design Gráfico e Ilustrações: Saulo Martin

Fotos: Ariane Artioli.

Sinopse

Tudo começa com um anúncio vibrante vindo da Rádio Nossa: o concurso de redação do bairro vai premiar o texto mais bonito e cheio de encantamentos com uma reluzente bicicleta preta, vermelha e amarela!

É a partir desse anúncio que entram em cena os dois amigos e protagonistas da história: Isaura e Ondjaki. Movidos pelo grande sonho de ganhar a bicicleta, eles descobrem que, para vencer o concurso, precisam encarar um desafio ainda maior e responder a uma pergunta fundamental: como se começa uma história?

Nessa busca por ideias, Isaura e Ondjaki mergulham no cotidiano vívido e afetuoso de seu bairro. Entre as sabedorias da Vó — que ouve nos ventos as cantigas e a força dos Guerreiros Nagô —, o carinho rigoroso e as “lições de vida e limonada” da Tia Alice, as memórias cômicas de um sapo poeta atropelado e a figura lendária do Tio Rui (cujo bigode parece espirrar palavras e poesias soltas no ar), os dois amigos descobrem o verdadeiro mistério da escrita.

Guiado pela magia e pelo sobrevoo encantado do grande bigode do Tio Rui, Ondjaki (com o apoio inseparável de Isaura) aprende que as histórias mais bonitas não se tiram das caixas dos outros: elas já moram nos ancestrais, no quintal, nos amigos e na coragem de colocar o próprio coração no papel.

SERVIÇO:

A Bicicleta Que Tinha Bigodes

Temporada: 30 de agosto a 16 de setembro de 2026

Aos domingos, às 12h.

Sessões extras nos dias 7/9, às 12h; e 16/9, às 10h e às 14h.

Sesc Bom Retiro – Teatro – Alameda Nothmann, 185 – Campos Elíseos, São Paulo

Ingressos: R$40 (inteira), R$20 (meia-entrada) e R$12 (credencial plena) – Crianças até 12 anos: grátis.

Duração: 60 minutos

Classificação: Livre. Recomendado para crianças a partir de 5 anos

Acessibilidade: Libras – dia 13/9.

Vendas online em sescsp.org.br ou presencialmente na bilheteria de qualquer unidade do Sesc São Paulo

Estacionamento do Sesc Bom Retiro – (vagas limitadas)

O estacionamento do Sesc oferece espaço para pessoas com deficiência, além de bicicletário. A capacidade do estacionamento é limitada. Os valores são cobrados igualmente para carros e motos. Entrada: Alameda Cleveland, 529.

Valores: R$10 a primeira hora e R$4 por hora adicional (Credencial Plena). R$20 a primeira hora e R$5 por hora adicional (Outros). Horários: Terça a sexta: 9h às 20h. Sábado: 10h às 20h. Domingo: 10h às 18h.

Sesc Bom Retiro

Alameda Nothmann, 185. CEP 01216-000 – Campos Elíseos, São Paulo – SP. Telefone: (11) 3332-3600

Siga o @sescbomretiro nas redes sociais: Facebook, Instagram, Youtube /sescbomretiro.

Com Flávio Aquistapace/Assessoria de imprensa Sesc Bom Retiro)

MAM São Paulo reabre dia 12 de setembro no Parque Ibirapuera e inaugura nova fase com exposições, programas e espaços renovados

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Fachada do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Fotos: Ding Musa.

O Museu de Arte Moderna de São Paulo reabre suas portas ao público no dia 12 de setembro, no Parque Ibirapuera, marcando o retorno à sua sede e o início de uma nova fase de sua trajetória. A reabertura acontece com a inauguração do 39º Panorama da Arte Brasileira: Depois que tudo foi dito, exposição com curadoria de Diane Lima que reúne 33 artistas de 11 estados brasileiros.

Fechado desde agosto de 2024 em razão das obras realizadas na Marquise do Ibirapuera, o MAM iniciou, logo após a entrega do espaço, em janeiro de 2026, uma reforma de requalificação de seus próprios ambientes. Agora, o museu retorna ao parque com espaços renovados e uma série de novidades que ampliam a experiência do público. O projeto de reforma arquitetônica foi assinado pelo escritório Metrópole_arq, de Anna Helena Villela e Silvio Oksman, e contempla intervenções que atualizam a infraestrutura e a relação entre os ambientes do museu, preservando as características arquitetônicas do edifício e sua integração com o Parque Ibirapuera.

A intervenção promoveu a reorganização dos fluxos internos para criar uma experiência de acolhimento mais fluída e acessível, eliminando desníveis e removendo a antiga escada do acesso ao auditório, além da implementação de um forro técnico com trilhos flexíveis nas salas expositivas, do reposicionamento da bilheteria para a área externa e da renovação integral do educativo, da biblioteca e da loja. O resultado é um museu mais preparado para receber novamente o público com mais conforto, funcionalidade e melhores condições para a realização de exposições, atividades educativas e demais programas.

Como parte desse processo de renovação, o MAM também apresenta um novo sistema de sinalização, desenvolvido pelo Estúdio CLDT, de Celso Longo e Daniel Trench, que reorganiza a comunicação dos espaços e facilita a circulação dos visitantes. “A volta ao Parque Ibirapuera representa muito mais do que a reabertura de um edifício. É o reencontro do MAM com seu público e com o território que faz parte de sua história. Durante o período da reforma, o museu permaneceu em movimento, realizando exposições, projetos e ações em diferentes espaços da cidade. Agora, retornamos à nossa casa trazendo conosco tudo o que aprendemos e construímos nesse percurso, ao mesmo tempo em que abrimos uma nova etapa para o MAM”, afirma Elizabeth Machado, presidente do MAM São Paulo.

39º Panorama da Arte Brasileira marca reabertura

A primeira grande exposição a ocupar o MAM após seu retorno ao Parque Ibirapuera é o 39º Panorama da Arte Brasileira: Depois que tudo foi dito, com curadoria de Diane Lima. A mostra bienal e história do museu reúne, nesta edição, 33 artistas de 11 estados brasileiros e propõe uma reflexão sobre o que permanece, se transforma ou surge depois que determinados acontecimentos parecem ter chegado ao fim. A mostra será aberta ao público em 12 de setembro e permanecerá em cartaz até 24 de janeiro de 2027.

A exposição dá continuidade à tradição do Panorama da Arte Brasileira, uma das iniciativas mais importantes do MAM para acompanhar a produção artística do país, ao mesmo tempo em que propõe uma leitura contemporânea sobre as questões que atravessam a arte brasileira atualmente.

Nova edição do Clube de Colecionadores

A reabertura do MAM também será acompanhada por uma nova edição do Clube de Colecionadores MAM, programa criado para aproximar diferentes públicos da produção artística contemporânea e estimular a formação de coleções. A cada ano, são lançadas três obras em tiragens limitadas de 70 exemplares, especialmente produzidas ou selecionadas para o programa, ampliando as possibilidades de contato dos associados com artistas e com o universo do colecionismo. Além de receber as três obras de arte, os participantes do Clube têm acesso a uma programação exclusiva de encontros e experiências relacionadas ao museu e à produção artística.

A edição 2026/27 traz obras produzidas pelos artistas León Ferrari, Mayara Ferrão e Rodrigo Cass, com lançamento na SP-Arte Rotas Brasileiras 2026, de 26 a 30 de agosto, na ARCA.

2026 também marca os 40 anos do Clube de Colecionadores MAM e para comemorar a data, o museu convidou Carmela Gross a criar uma obra inédita. Em Brasil à mão livre, a artista parte de um mapa do Brasil desenhado de memória e à mão livre, retomando uma pesquisa sobre mapas desenvolvida por ela desde a década de 1980. O múltiplo é banhado a ouro e produzido em edição limitada de 70 exemplares, poderá ser adquirido individualmente.

O trabalho também se desdobra em uma versão de grandes dimensões instalada no restaurante do MAM. Nela, o mesmo mapa desfigurado é construído em tubos de LED rosado, sobre uma grade ortogonal. Em materiais e dimensões diferentes, as duas versões compartilham o mesmo desenho, propondo uma reflexão sobre território, memória e as formas de representação do Brasil.

MAM Educativo amplia formatos e experiências

O retorno à sede também inaugura uma nova etapa para o MAM Educativo, que apresenta novidades em seus formatos de atuação e nas maneiras de promover encontros entre público, arte e educação, agora dividido em quatro programas permanentes: Programa de Visitação, MAM Escolas, MAM na Marquise e Ateliê Aberto.

A programação passa a incorporar uma agenda ainda mais diversificada de visitas mediadas, oficinas de criação, cursos de formação, contações de histórias e encontros investigativos voltados a crianças, jovens, adultos, educadores e famílias, com ações direcionadas à inclusão e ao acolhimento de públicos plurais, ampliando as possibilidades de participação e de construção de experiências a partir das exposições e da coleção do museu.

Outra novidade do Educativo é o Ateliê Aberto: Práticas Inclusivas em Arte Contemporânea, um programa realizado pelo museu em colaboração com a Universidade de Leeds, que propõe encontros voltados a pessoas com deficiência intelectual e autismo. O projeto integra uma perspectiva de educação inclusiva à programação do museu e reforça o compromisso do MAM com a ampliação do acesso à arte contemporânea.

Com a retomada das atividades na sede, o MAM também volta a oferecer uma programação mensal e gratuita, sempre disponível no site (www.mam.org.br/agenda).

Novo restaurante amplia a experiência de visita ao MAM

Outra novidade da reabertura é a chegada do Petí no MAM. Comandado pelo chef Victor Dimitrow e pela restauratrice Bárbara Camargo, o Petí é reconhecido com o selo Bib Gourmand do Guia Michelin, concedido a estabelecimentos que oferecem excelente gastronomia com ótima relação custo-benefício.

O restaurante vai funcionar na mesma agenda do museu, de terça a domingo, das 10h às 18h, com a última entrada às 17h30, com opções de menu fixo e sazonal, com pratos inspirados nas exposições do museu.

Sobre o MAM São Paulo

Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma instituição cultural sem fins lucrativos dedicada à pesquisa, preservação, produção e difusão da arte moderna e contemporânea. Localizado no Parque Ibirapuera, a maior área verde da cidade de São Paulo, o museu abriga um dos mais importantes acervos de arte moderna e contemporânea do país, com mais de 5 mil obras, em sua maioria de artistas brasileiros.

Além de sua programação de exposições, o MAM promove cursos, seminários, palestras, performances, atividades educativas e programas de formação artística voltados a diferentes públicos. Entre suas principais iniciativas estão o Panorama da Arte Brasileira, um dos mais importantes projetos dedicados à produção contemporânea no país; o Clube de Colecionadores, referência nacional no incentivo ao colecionismo e à produção de múltiplos; e o MAM Educativo, pioneiro entre os museus brasileiros, que desenvolve ações de mediação, formação e acessibilidade para públicos diversos.

Comprometido com a democratização do acesso à cultura, o museu oferece recursos de acessibilidade como visitas mediadas em Libras, audiodescrição e videoguias em Libras, além de desenvolver programas voltados à inclusão e à participação de pessoas com deficiência. Sua Biblioteca Paulo Mendes de Almeida reúne um acervo especializado com cerca de 65 mil livros, periódicos, documentos e materiais audiovisuais, consolidando o MAM como um importante centro de pesquisa em arte moderna e contemporânea. Saiba mais em www.mam.org.br e acompanhe o museu nas redes sociais: @mamsaopaulo.

Mais informações:

MAM São Paulo

instagram.com/mamsaopaulo/

facebook.com/mamsaopaulo/

youtube.com/@mamsaopaulo/.

(Com Evandro Pimentel/MAM SP)

Cinco vinícolas no Alentejo para descobrir rótulos inesquecíveis

Alentejo, Portugal, por Kleber Patricio

O Alentejo, maior região de Portugal, é reconhecido internacionalmente pela excelência de seus vinhos, produzidos em terroirs únicos que combinam clima, tradição e inovação. Para quem deseja mergulhar na cultura local, visitar as vinícolas é uma oportunidade de conhecer o processo de produção, conversar com especialistas, apreciar a gastronomia regional e, claro, degustar alguns dos melhores vinhos do mundo.

Adega Cartuxa

Adega Cartuxa – Quinta de Vabom. Foto: Nelson Cavalheiro.

A poucos minutos do centro histórico de Évora, a Adega Cartuxa é um dos grandes símbolos da viticultura portuguesa. Instalado em um edifício histórico cercado por vinhas, o espaço preserva séculos de história ligados aos jesuítas e é responsável pela produção do famoso Pêra-Manca, um dos vinhos mais prestigiados de Portugal.

A visita percorre as instalações de produção, apresenta a evolução das técnicas de vinificação e termina com degustações de diferentes rótulos da casa. A combinação entre patrimônio histórico, arquitetura e vinhos de excelência transforma a experiência em uma das mais procuradas do Alentejo.

Ervideira

Prova monocastas – Ervideira. Foto: Nelson Carvalhal.

Com tradição desde 1880, a Ervideira reúne mais de um século de história e inovação. Suas vinhas estão distribuídas entre Vidigueira e Reguengos de Monsaraz, duas das mais importantes zonas vinícolas da região.

Além das visitas à adega, o espaço oferece diversas experiências de enoturismo, como provas harmonizadas com produtos típicos do Alentejo, piqueniques entre as vinhas, degustações às cegas, atividades em que o visitante assume o papel de enólogo por um dia e programas exclusivos para pequenos ou grandes grupos. O moderno Ervideira Wine Lounge complementa a experiência com uma vista privilegiada sobre a paisagem alentejana.

Herdade do Esporão

Caves – Esporão. Foto: Nelson Carvalheiro.

Localizada em Reguengos de Monsaraz, a Herdade do Esporão proporciona uma experiência completa para quem deseja conhecer o universo da produção agrícola do Alentejo.

O roteiro inclui visitas às vinhas, às adegas, ao olival, ao lagar e às hortas, revelando todas as etapas de produção dos vinhos e azeites da propriedade. As degustações apresentam rótulos clássicos e premium da marca, enquanto o restaurante e o Wine Bar valorizam ingredientes locais em harmonizações cuidadosamente elaboradas, tornando a visita ainda mais especial.

Fitapreta

Fitapreta. Foto: Nelson Carvalheiro.

A apenas 10 quilômetros de Évora, a Fitapreta une inovação, patrimônio histórico e experiências personalizadas. Instalada em um paço medieval, a vinícola oferece visitas guiadas, provas comentadas, degustações de azeites e programas voltados tanto para iniciantes quanto para apreciadores experientes. O complexo também abriga o restaurante A Cozinha do Paço, distinguido com uma Estrela Michelin e uma Estrela Verde Michelin.

Entre as experiências disponíveis estão workshops de enogastronomia, produção de pão, harmonizações, atividades artísticas, programas de vindima e até a oportunidade de ser enólogo por um dia. Famílias também encontram espaço na vinícola, que oferece atividades especiais para crianças, tornando a visita acessível para todas as idades.

Adega Mayor

Adega Mayor. Foto: Gonçalo Villaverde.

Na região de Campo Maior, a Adega Mayor está rodeada por vinhas, montados e olivais e oferece visitas guiadas com diferentes formatos de degustação, harmonizações com chocolates e tapas, piqueniques na vinha, workshops e cursos dedicados ao universo do vinho.

Do terraço panorâmico é possível contemplar a paisagem alentejana que se estende até a fronteira com a Espanha, encerrando a experiência com uma das vistas mais bonitas da região.

Sobre o Alentejo 

Considerado o destino mais genuíno de Portugal, o Alentejo é a maior região do país. Privilegiando um lifestyle tranquilo em que a experiência de viver bem dá o tom, conta com belas praias intocadas e cidades repletas de atrações ímpares, como castelos e monumentos históricos. Detentor de quatro títulos da Unesco e diversos outros prêmios e reconhecimentos internacionais no setor do turismo, o Alentejo oferece opções para todos os tipos de viajantes, sejam famílias, casais em lua de mel ou aventureiros. A promoção turística do Alentejo, efetuada pela Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo, conta com o apoio dos fundos comunitários através do Alentejo 2030, do Portugal 2030 e da União Europeia. Para mais informações, visite www.turismodoalentejo.com.br.

(Com Lisia Minelli/AFT Comunicação Digital)

Praias paradisíacas, imersão na floresta e cultura: viva a essência de Alter do Chão

Alter do Chão , PA, por Kleber Patricio

Mudanças no nível dos rios transformam a paisagem ao longo do ano e permitem diferentes experiências de natureza e cultura. Fotos: Divulgação/Vivalá.

Conhecida pelas praias de areia branca, Alter do Chão, distrito de Santarém (PA), entrega muito mais do que dias de descanso. Localizada na margem direita do Rio Tapajós, a região também é uma porta de entrada para a floresta e para a cultura viva das comunidades ribeirinhas, protagonistas de experiências que aproximam os visitantes dos modos de vida locais. As praias são um dos principais atrativos, mas por lá a paisagem muda ao longo do ano de acordo com o regime das águas, que determina diferentes possibilidades de conhecer o território.

Entre agosto e dezembro, durante a temporada seca, o nível dos rios baixa e revela as praias fluviais de areia branca, além de ampliar as possibilidades de trilhas em terra firme e passeios de barco. Já entre janeiro e julho, período de cheia, as águas sobem e encobrem boa parte das praias, enquanto a floresta alagada passa a fazer parte dos roteiros, com navegação por igarapés e outras experiências ligadas ao ciclo das águas.

É a partir da diversidade de roteiros que um mesmo lugar oferece que a experiência sai do convencional e atinge outras camadas. Trilhas pela floresta, encontros com comunidades e atividades conduzidas por moradores locais colocam o viajante em contato com uma Amazônia que se revela por meio de conhecimentos ancestrais, histórias e práticas construídas e mantidas ao longo das gerações.

Floresta e uma cultura viva

Entre as experiências durante os meses de cheia, estão as trilhas, a visita à Samaúma gigante com mais de mil anos, o mergulho e banho em igarapés e a canoagem pelos igapós na Floresta Encantada. Também é possível navegar pelo Canal do Jari e pelo Encontro das Águas, com a possibilidade de avistar botos. A observação da fauna e de aves é mais uma das atividades da região.

Com as diversas possibilidades que Alter do Chão oferece, a interação com o território também aparece por meio da cultura. Oficinas de artesanato, seringa e borracha, ervas medicinais e farinhada apresentam as práticas tradicionais para os viajantes. A farinhada — vivência do processo tradicional de produção de farinha de mandioca — também faz parte das experiências. Há ainda o Pirarimbó, uma vivência de carimbó junto à piracaia, uma forma ancestral de assar peixe na brasa à beira do rio.

Na comunidade de Maguari, uma das responsáveis por transformar conhecimento em experiência para quem visita a região é Dona Nira. Responsável pela alimentação e pelas oficinas de artesanato, ela integra o grupo Natureza Viva de Biojoias e conduz atividades em que apresenta o processo de produção das peças, conta histórias e compartilha a cultura local por meio de um jantar com pratos típicos. “É muito satisfatório para a gente contar e relatar as histórias lindas da nossa comunidade para os viajantes, eles ficam muito felizes. Sempre tem um momento que eles perguntam sobre as ervas e como eu as conheço e entendo um pouco, eu compartilho meus conhecimentos sobre para o que serve. Eles saem encantados e maravilhados”, conta. Dona Nira recebe viajantes há anos e, ao longo do tempo, passou a oferecer um jantar para os grupos que visitam a comunidade. “Sempre fica para o último dia na comunidade, para mostrar um pouco do que a gente come e da nossa comida. Eu procuro fazer uns quatro ou cinco pratos diferentes para destacar o nosso tempero e sabor. Eu vejo que o jantar repercute muito bem e os viajantes se sentem maravilhados com os sabores diferenciados e os peixes assados na caldeirada”, afirma.

Experiências construídas pelas comunidades

Para aproximar os viajantes das comunidades e de experiências verdadeiras e marcantes, desde 2018, a Vivalá – Turismo Sustentável no Brasil atua na região em parceria com comunidades como a que Dona Nira reside, Maguari, e em Jamaraquá. A atuação envolve expedições de turismo sustentável, capacitações com os empreendedores locais e iniciativas voltadas ao desenvolvimento de pequenos negócios, sempre colocando os moradores como parte da construção dos roteiros e das experiências.

A participação dos moradores locais contribui com a geração de renda e o giro da economia, já que o trabalho durante os roteiros passa pelo desenvolvimento das próprias atividades turísticas e pela preparação dos espaços para receber os viajantes. Para Daniel Sousa, facilitador que atua com a Vivalá desde 2022, a parceria também contribui para ampliar a profissionalização de quem atua com turismo no local. “Os locais, como comunidade e como espaço turístico, trabalham em prol de melhorar cada vez mais o desenvolvimento turístico, cada qual em seus ambientes. Desenvolvem atividades e organizam espaços para receber os visitantes que chegam por terra e por água. Transformam seus meios de vida e suas experiências em momentos únicos para aqueles que vêm buscar esse contato, mesmo que seja só para fazer trilha ou tomar banho de rio. Hoje eles estão cada vez mais organizados e buscam melhorar mais a forma de como receber os visitantes”, afirma.

Após anos de capacitação comunitária por meio de uma metodologia própria, batizada de Universidade Vivalá de Negócios, a Vivalá sente hoje os efeitos positivos desse processo de qualificação. “Tivemos uma alta de 50% no número de viajantes em Alter do Chão de 2023 a 2025, sendo este um dos nossos destinos mais buscados e mais bem avaliados, com destaque para a profundidade das experiências, que faz com que as pessoas voltem pra casa inspiradas e transformadas”, explica Daniel Cabrera, cofundador e diretor executivo da Vivalá.

Alter do Chão tem maior efeito multiplicador da Vivalá 

A atuação com as comunidades também gera movimentação econômica. Em 2025, foram realizadas 13 operações em Alter do Chão, com 174 viajantes embarcados, que movimentaram mais de R$ 149 mil na economia local, considerando os valores injetados pela Vivalá e apresentando o maior efeito multiplicador entre os destinos operados, com mais de 47% do valor repassado vindo de gastos indiretos dos próprios viajantes. O impacto alcançou diretamente 116 comunitários envolvidos na operação e seus familiares, enquanto a área de atuação diretamente apoiada pelo negócio social na conservação chegou a 19.388,18 hectares. Os dados são do Relatório de Impacto 2025, publicado pela Vivalá em julho deste ano.

Para quem viaja, a experiência de conhecer a região e contribuir para a economia local também pode mudar a percepção sobre o destino. A enfermeira Maria Isabel da Silva esteve no distrito há poucos meses e destaca que, antes da viagem, imaginava um lugar sóbrio e calmo, com muita vegetação e rios. Mas ao chegar, se surpreendeu com a estrutura, segurança e receptividade das pessoas, além da adaptação dos moradores às mudanças no nível dos rios. “Vivenciar a natureza com a experiência e contato com a população local foi completamente diferente do que ficar em hotel. A experiência que mais me marcou, sem dúvida, foram os dias na comunidade Maguari, pela sua passividade, preocupação em manter tradições e natureza, mas também pelo extremo respeito que possuem pela Vivalá. Percebi um respeito à cultura local e à natureza”, afirma Maria Isabel.

Conheça a região em roteiros de grupos ou privativos

A Expedição Amazônia Alter do Chão (PA) tem opções de 4, 5 ou 8 dias e começa em Alter do Chão, com passagem pela Floresta Nacional do Tapajós e pelas comunidades de Maguari e Jamaraquá. Os roteiros incluem hospedagem, refeições previstas em cada opção, vivências culturais e de natureza, transportes fluviais e terrestres a partir do ponto de encontro até o retorno ao aeroporto de Santarém, acompanhamento do time de Facilitação e Condução Vivalá e seguro aventura. As acomodações são em quartos compartilhados e podem ser individuais, duplos, triplos ou quádruplos, conforme disponibilidade.

Na opção de 4 dias, estão incluídas três noites em pousada de Alter do Chão, além de três cafés da manhã, dois almoços e um jantar. O investimento é a partir de R$ 3.752,50 no PIX ou transferência, com 5% de desconto. Para o roteiro de 5 dias, são duas noites em pousada de Alter do Chão e duas noites na Pousada e Redário Abílio, além de quatro cafés da manhã, três almoços, um café da tarde e dois jantares, a partir de R$ 3.942,50.

Já o roteiro de 8 dias prevê duas noites em pousada de Alter do Chão e cinco noites na Pousada e Redário Abílio, com sete cafés da manhã, seis almoços e cinco jantares, e um investimento a partir de R$ 4.835,50 no PIX ou transferência. Todas as opções de roteiro podem ser parceladas em até oito vezes sem juros ou doze vezes com juros. As inscrições não incluem passagem aérea até Santarém, traslado entre o aeroporto e Alter do Chão, refeições em Santarém no primeiro e último dia, bebidas e compras pessoais. As saídas em grupo estão programadas ao longo de todos os meses até o fim de 2027.

Além das expedições em grupo, a Vivalá oferece roteiros privativos de um dia, em parceria com a Pérola, com experiências que passam pela Floresta Nacional do Tapajós, Canal do Jari, Floresta Encantada, praias do Rio Tapajós, Rio Arapiuns e Comunidade de Coroca. Também estão entre as opções experiências como Pirarimbó, focagem de jacaré, Turismo de Cura e Farinhada. Os roteiros têm valores a partir de R$ 180 por pessoa e chegam a R$ 370, conforme a experiência escolhida. As taxas comunitárias e outros itens não incluídos variam de acordo com o roteiro, e os dias de saída devem ser consultados no momento da reserva. Para mais informações sobre a Expedição Amazônia Alter do Chão (PA) clique aqui.

Sobre a Vivalá 

A Vivalá é referência em turismo sustentável e programas de impacto socioambiental positivo, atendendo pessoas físicas e algumas das maiores organizações do país, com agendas de inovação, bioeconomia, tecnologia, cultura tradicional e responsabilidade social, promovendo experiências que buscam ressignificar a relação que as pessoas têm com o Brasil. Atualmente, a Vivalá atua em 30 operações nos biomas da Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal, em conjunto com mais de 1.600 famílias envolvidas na operação.

Com 17 prêmios e reconhecimentos nacionais e internacionais da Organização Mundial do Turismo, ONU Meio Ambiente, Braztoa, Embratur, Abeta, Fundação do Grupo Boticário, Yunus & Youth, entre tantos outros. A Vivalá tem uma operação 100% carbono neutro e é uma empresa B certificada, tendo a maior nota do setor no Brasil e a 7ª maior no mundo. Até junho de 2026, a Vivalá já contava com mais de 6 mil clientes, além de ter injetado mais de R$ 9 milhões em economias locais por meio da compra de serviços de base comunitária. Para mais informações, acesse: https://www.vivala.com.br/

(Com Sabrina Fernandes/DePropósito Comunicação de Causas)