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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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[Tocaia]: Banda de forró formada por mulheres leva apresentação vibrante ao Sesc Bom Retiro

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Maria Magalhães.

A banda carioca Tocaia se apresenta no teatro do Sesc Bom Retiro no sábado 7/3, às 20h, em evento que traz o forró como protagonista central. Formada por mulheres, a banda se destaca pela originalidade voltada ao gênero (forró), sendo inteiramente representada pela força feminina através das artistas Renata Neves, Mari Jasca, Paloma Ronai e Bela Ciavatta, que defendem com mestria o legado de Elba Ramalho, Marinês (1934-2017), Anastácia, Carmélia Alves (1923-2012), mulheres que abriram o caminho para a força feminina, quando o forró ainda era predominado por homens.

Das raízes tradicionais do forró mesclado a outros ritmos populares, o grupo garante uma sonoridade moderna com seus arranjos próprios. Em agosto de 2022, a banda realizou uma turnê independente pela Europa, passando por França e Alemanha e participando de festivais como o Festival Internacional de Forró (FIF), Miudinho Festival em Berlim e no Festival Trópix d’Été em Marselha. Depois, em novembro, gravou o primeiro single – uma releitura da música Casa Forte, do cantor, compositor e instrumentista Edu Lobo.

Durante sua trajetória, o conjunto tem participações em alguns eventos nacionais, como o encerramento do Arraial de 2023 no Circo Voador (famoso centro cultural localizado no bairro da Lapa no Rio Janeiro), espaço em que também puderam apresentar o Baile da Tocaia, no mesmo ano. Entre participações com outros artistas e lançamentos recentes, estão o EP Fagulha, com 4 faixas autorias (2024) e apresentações ao lado de Letrux, Lucy Alves, Mariana Aydar, Juliana Linhares, Bebê Kramer, Vitória Rodrigues e a banda Forró da Taylor.

Serviço:

Tocaia

Apresentação: Sábado, 7/3, às 20h

Local: Teatro (291 lugares) – 10 anos.

Ingressos: R$ 18,00 (Credencial Plena), R$ 30,00 (Meia) e R$ 60,00 (Inteira)

Venda de ingressos disponível pelo APP Credencial Sesc, no site sescsp.org.br ou nas bilheterias.

Estacionamento do Sesc Bom Retiro – (Vagas Limitadas):

O estacionamento do Sesc oferece espaço para pessoas com deficiência, além de bicicletário. A capacidade do estacionamento é limitada. Os valores são cobrados igualmente para carros e motos. Entrada: Alameda Cleveland, 529.

Valores: R$8 a primeira hora e R$3 por hora adicional (Credencial Plena). R$17 a primeira hora e R$4 por hora adicional (Outros). Valores para o público de espetáculos: R$ 11 (Credencial Plena). R$ 21 (Outros).

Horários: Terça a sexta: 9h às 20h; sábado: 10h às 20h e, domingo, 10h às 18h.

Importante: Em dias de evento à noite no teatro, o estacionamento funciona até o término da apresentação.

Transporte gratuito: O Sesc Bom Retiro oferece transporte gratuito circular partindo da Estação da Luz. O embarque e desembarque ocorre na saída CPTM/José Paulino/Praça da Luz.

Consulte os horários disponíveis de acordo com a programação no link

Sesc Bom Retiro

Alameda Nothmann, 185. CEP 01216-000

Campos Elíseos, São Paulo – SP. Telefone: (11) 3332-3600

Siga o @sescbomretiro nas redes sociais: Facebook, Instagram: @sescbomretiro.

(Com Flávio Aquistapace/Assessoria de imprensa Sesc Bom Retiro)

Exposição sobre Jung no MIS ultrapassa 73 mil visitantes e ganha nova prorrogação

São Paulo, por Kleber Patricio

Exposição “A alma humana, você e o universo de Jung”, que é um convite ao autoconhecimento, seguirá em cartaz até 22 de março. Foto: Divulgação.

A exposição “A alma humana, você e o universo de Jung”, realizada nos MIS, consolida-se como o grande sucesso da temporada de exposições. Com mais de 73 mil visitantes, a mostra ganha nova prorrogação e fica em cartaz no Museu até 22 de março de 2026.

“É sempre muito gratificante ver o museu lotado. Há pessoas vindo de diversas cidades do Brasil para visitar a exposição e por isso decidimos prorrogá-la novamente”, afirma André Sturm, diretor do Museu. Para a idealizadora da exposição, Luciana Branco, o sucesso deve-se ao convite que a exposição faz ao visitante: por meio da obra do psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, o público é convidado a mergulhar em si mesmo, respondendo perguntas que o levam a se conhecer melhor. “Em um momento de grave crise de saúde mental em todo o mundo, a exposição ousa mexer delicadamente em sentimentos complexos que, quando ignorados, podem nos adoecer”, explica.

Sobre a exposição

A exposição “A alma humana, você e o universo de Jung” é um contundente convite ao autoconhecimento, criado a partir do legado do pensador suíço Carl Gustav Jung (1875–1961). A mostra tem curadoria do IJEP (Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa) e foi criada por Luciana Branco, Flavio Vieira e Camila Whitaker, com produção executiva de Naiclê Leônidas.

Em 2025, completaram-se 150 anos do nascimento de Carl Gustav Jung, cuja obra revela um pensador interessado em diferentes culturas e tradições. Ao longo de 85 anos, o suíço visitou mais de 15 países em busca de conhecer a alma humana. Foi esse interesse que deu origem ao conceito de inconsciente coletivo, de onde parte toda a psicologia junguiana e que a difere, já na origem, do pensamento freudiano.

Em 550m2, o visitante percorre a psique humana de forma simbólica e imagética, por meio de instalações criadas para dialogar em três diferentes dimensões: a pedagógica, já que os conceitos criados ou trabalhados por Jung são explicados de forma acessível; a sensorial, tendo em vista que cada instalação artística pode provocar sensações no visitante; e ainda a provocativa, já que sempre há uma pergunta convidando o público à introspecção, movimento necessário para o autoconhecimento.

Serviço:

Exposição A alma humana, você e o universo de Jung

Data: até 22 de março de 2026

Local: MIS – Avenida Europa, 158 – Jd. Europa – São Paulo

Horários: terças a sextas, das 10h às 19h; sábados, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 18h.

Ingressos: terças-feiras: gratuito; de quarta a domingo: R$ 30 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Classificação: livre

A exposição é uma realização do hub de comunicação [ EM BRANCO ] com curadoria do IJEP – Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa, com parceria da Weleda, apoio institucional da Editora Vozes, Instituto Focus Têxtil, Associação Junguiana do Brasil e apoio de mídia do UOL e JCDecaux.

A programação é uma realização do Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo, e Museu da Imagem e do Som, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O MIS tem patrocínio institucional da Livelo, Vivo, Goldman Sachs, Ituran e Goodstorage e apoio institucional das empresas Delboni, EAÍ?! Marketing, Unisys, Volkswagen Caminhões e Ônibus, Unipar, Campari, Colégio Albert Sabin, PWC, Telium, Kaspersky e Play Audiovisual.

(Fonte: Assessoria de Imprensa do MIS)

Zezé Motta celebra obra de Caetano Veloso em show no Sesc 24 de Maio

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

No dia 7 de março, sábado, às 20h, o palco do Sesc 24 de Maio recebe uma das maiores personalidades da cultura brasileira: Zezé Motta. No espetáculo “Coração Vagabundo – Zezé canta Caetano”, a artista revisita o repertório do compositor baiano em um formato sensível de voz e piano.

Com seu marcante timbre de contralto e força interpretativa, Zezé imprime novas emoções a clássicos imortais como “Luz do Sol”, “Odara”, “Sampa” e “Tigresa”. O show é um convite à memória e uma celebração à riqueza da MPB, unindo a sofisticação da escrita de Caetano à presença magnética de uma artista com mais de 60 anos de dedicação às artes.

Zezé Motta iniciou sua carreira em 1968 na peça “Roda Viva”, de Chico Buarque, e desde então trilhou um caminho como atriz e cantora. Com mais de 10 discos lançados e passagens por palcos internacionais como o Carnegie Hall (EUA) e o Olympia de Paris, Zezé soma ainda mais de 50 projetos na TV e 70 filmes, consolidando-se como uma das artistas mais respeitadas do Brasil e do mundo.

Assista: YouTube – Show Coração Vagabundo – Zezé canta Caetano.

Serviço:

Zezé Motta | Coração Vagabundo – Zezé canta Caetano

Data: 7/3/2026, sábado, às 20h

Local: Sesc 24 de Maio – Rua 24 de Maio, 109, São Paulo – 350 metros da estação República do metrô

Classificação: 12 anos

Ingressos: sescsp.org.br/24demaio ou através do aplicativo Credencial Sesc SP e nas bilheterias das unidades Sesc SP – R$50 (inteira), R$25 (meia) e R$15 (Credencial Sesc).

Duração do show: 90 minutos

Serviço de Van: Transporte gratuito até as estações de metrô República e Anhangabaú. Saídas da portaria a cada 30 minutos, de terça a sábado, das 20h às 23h, e aos domingos e feriados, das 18h às 21h.

Acompanhe nas redes:

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sescsp.org.br/24demaio

Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo

350 metros do metrô República

Fone: (11) 3350-6300.

(Com Meyre Vitorino/Sesc 24 de Maio)

Balé da Cidade de São Paulo apresenta “Encruzilhada”, coreografia inédita de Renan Martins

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Foto do ensaio de Encruzilhada. Crédito: Rafael Salvador.

Em sua primeira temporada de 2026, o Balé da Cidade de São Paulo estreia “Encruzilhada” na Sala de Espetáculos do Theatro Municipal, com apresentações nos dias 14, 15, 18, 19, 20, 21 e 22 de março. Encruzilhada é uma obra coreográfica sobre a celebração como espaço de resistência e a negociação como prática compartilhada, sobre encontro e conflito. Os ingressos variam de R$13 a R$100 e a duração é de aproximadamente 70 minutos, sem intervalo. O espetáculo tem patrocínio do Nubank.

Com concepção e coreografia de Renan Martins, Iolanda Sinatra assina a dramaturgia e o acompanhamento artístico; Helena Araújo, a assistência de coreografia; EPX e Alana Ananias, a trilha sonora e sua execução ao vivo; Jo Rios, o design de luz e, Tom Martins, o figurino. A coreografia articula gestos do imaginário coletivo, práticas corporais populares e arquivos ancestrais, colocando a coletividade no centro da cena como prática instável e necessária. “A obra abraça um conjunto de arquivos de danças que ampliam o nosso entendimento sobre danças contemporâneas: gestos do imaginário coletivo, práticas corporais populares e formas de movimento que, geralmente, não ocupariam contextos institucionais. A coletividade está no centro da peça, não como imagem idealizada, mas como prática instável e necessária”, explica Renan Martins, coreógrafo e responsável pela concepção.

Em um contexto atravessado pela fragmentação, pela lógica competitiva e pela ideia de uma felicidade individualizada, o deslocamento coletivo se afirma como um exercício de invenção e como gesto político. Entre encontros, atritos, pausas, convergências, os intérpretes constroem acordos de presença e escuta, tentando instaurar um pulso compartilhado no interior do conflito.

Foto do ensaio de Encruzilhada. Crédito: Rafael Salvador

Antes da estreia, o grupo realiza o projeto Quase em Cena: Encruzilhada nos dias 3, 5 e 6, sempre às 11h, na Sede do Balé da Cidade de São Paulo, Praça das Artes. Ao abrir o processo criativo, o projeto aproxima espectadores do cotidiano da companhia, permitindo o acesso a camadas de trabalho normalmente restritas aos bastidores. A entrada é gratuita, mediante inscrição prévia no site. A classificação é livre, a duração aproximada é de 60 minutos, com intervalo.

O Balé da Cidade também realiza o Antes da Cena nos dias 14, 15, 18, 19, 20, 21 e 22 de março no Salão Nobre, uma hora antes dos espetáculos, como atividade complementar ao Encruzilhada. O evento contará com a presença de Luiz Rufino, pedagogo, escritor e desenvolve pesquisas sobre Crítica ao Colonialismo, Linguagens, Conhecimentos e Educações Populares nos dias 14, 15, 20, 21 e 22. Destinada ao público que possui ingresso para a apresentação, a iniciativa propõe encontros realizados sempre antes dos espetáculos, com duração aproximada de 30 minutos, combinando trechos de obras e reflexões conduzidas por artistas e especialistas, com o objetivo de ampliar as possibilidades de interpretação e apreciação da dança a partir de diferentes contextos culturais e temporais.

SERVIÇO:

Encruzilhada, de Renan Martins

Sala de Espetáculos

BALÉ DA CIDADE DE SÃO PAULO

Datas e horários

14 de março (sábado), às 17h

15 de março (domingo), às 17h

18 de março (quarta-feira), às 20h

19 de março (quinta-feira), às 20h

20 de março (sexta-feira), às 20h

21 de março (sábado), às 17h

22 de março (domingo), às 17h

Direção artística do Balé da Cidade

Alejandro Ahmed

Direção, concepção e coreografia

Renan Martins

Dramaturgia e acompanhamento artístico

Iolanda Sinatra

Assistente de coreografia

Helena Araújo

Trilha sonora e execução ao vivo

EPX e Alana Ananias

Design de luz

Jo Rios

Figurino

Tom Martins

Elenco

Alyne Mach, Ana Beatriz Nunes, Ariany Dâmaso, Bruno Rodrigues, Camila Ribeiro, Carolina Martinelli, Cleber Fantinatti, Cleia Santos, Erika Ishimaru, Fabiana Ikehara, Fabio Pinheiro, Fernanda Bueno, Grecia Catarina, Gutielle Ribeiro, Harry Gavlar, Isabela Maylart, Jessica Fadul, Leonardo Hoehne Polato, Leonardo Muniz, Leonardo Silveira, Luiz Crepaldi, Luiz Oliveira, Manuel Gomes, Marcel Anselmé, Márcio Filho, Marina Giunti, Marisa Bucoff, Odu Ofá, Rebeca Ferreira, Renata Bardazzi, Reneé Weinstrof, Silvia Kamyla, Victor Hugo Vila Nova e Victoria Oggiam.

Ingressos a partir de R$ 13,00 (inteira)

Duração de 80 minutos

Classificação: 12 anos.

(Com André Santa Rosa /Assessoria de imprensa do Theatro Municipal)

Com dramaturgia de Fran Ferraretto e direção de Eugenio Lima, peça infanto-juvenil “RUA” reflete sobre sonhos e oportunidades

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Espetáculo estreia no Sesc Pinheiros e utiliza muita música e batalhas de passinho para tratar de questões sociais. Fotos: Sergio Silva.

Dois meninos com realidades bem diferentes acreditam, em um primeiro momento, que não podem ser amigos. No entanto, resolvem procurar a Senhora Sociedade para mudar essa realidade: esse é o ponto de partida de RUA, primeiro espetáculo infanto-juvenil dirigido por Eugenio Lima. O trabalho faz sua temporada de estreia no auditório do Sesc Pinheiros, com sessões nos dias 1º, 8, 15, 22 e 29 de março, às 15h e às 17h.

Com texto de Fran Ferraretto, a peça conecta dois universos por meio de uma rua: de um lado, um dos bairros mais ricos de São Paulo; do outro, uma comunidade. Na trama, a aproximação desses dois mundos revela aspectos bons e ruins da sociedade.

“Queremos abordar a desigualdade social, de uma maneira direta, sem subestimar as crianças. E sem difundir as ideias fatalistas e estereotipadas sobre a pobreza ou de que as diferenças entre as pessoas são naturalmente irreconciliáveis. Temos que combater essas visões, porque quando naturalizamos uma situação qualquer, deixamos de lutar para mudá-la”, conta Lima.

É a terceira dramaturgia infantojuvenil de Fran Ferraretto, que mantém em RUA o mesmo modelo de criação de seus trabalhos anteriores: além de assinar o texto, a artista também idealiza e atua na peça. Por seu espetáculo anterior, Valentim Valentinho, a autora foi indicada ao Prêmio APCA 2024 por sua dramaturgia, e Marcelo Varzea e Erica Rodrigues na categoria direção. No palco, contracenam com Fran os atores Barroso, Fernando Lüfer, Jennifer Souza e Rodrigo Pavon.

“Minha infância no interior foi a grande inspiração, porque eu vivi essa rua que aproximava dois mundos. Quis resgatar essa memória porque ela formou a pessoa que sou, e, consequentemente, a artista que me tornei. É a primeira vez que trago algo tão pessoal para uma dramaturgia, mas tenho certeza de que a identificação será grande, porque, infelizmente, esse é o panorama do país”, conta.

Fran desenvolve obras que exaltam a inteligência das crianças e adolescentes. “É possível tratar de temas importantes e atuais com esse público. Aliás, eu só vejo sentido assim: de igual para igual, claro que com a abordagem correta, mas sem diminuir o alcance deles, ainda mais nos dias de hoje. Foi assim nos meus dois primeiros projetos infantojuvenis, e o resultado na plateia é imediato”, completa.

 

Lucas Então a gente não pode brincar juntos e nem ser amigos porque a senhora sociedade fez a gente morar em lugares diferentes?

Jeffinho Acho que sim. Pelo menos eu nunca vi isso. Lá no meu bairro todo mundo acha que vocês têm medo da gente.

Lucas Que pena. É porque eu não tenho muitos amigos e seria muito legal aprender uns passinhos…

Jeffinho Mas se você quiser eu posso te dar umas dicas.

(Trecho da dramaturgia de RUA)

 

Sobre a encenação

Como é comum nos espetáculos de Eugenio Lima, a música tem um papel decisivo na narrativa de RUA. Com canções que vão do eletro funk do DJ, cantor, compositor, produtor e ativista estadunidense Afrika Bambaataa ao trap, a peça também está recheada de batalhas de passinho. Também há composições com letras que utilizam do texto de Ferraretto.

Já o cenário é construído pelas projeções de Vic von Poser. Trata-se de uma rua metafórica que serve como um portal para a imaginação. “Ela se inspirou na pop art inspirada na cultura do grafite produzida pelo artista norte-americano Keith Haring (1958-1990). Tem muitas cores e referências a desenhos infantis, remetendo a uma certa artesania”, explica o encenador.

RUA é definido como um espetáculo contagiante, que, além das danças, explora muito o humor. “Para além de tratar da desigualdade, criamos uma obra que destaca as nossas oportunidades e a importância de sonhar”, reflete Fran.

Sinopse

O espetáculo narra a história de Jeffinho, um menino muito talentoso que adora fazer rimas e passinhos. Ele mora em uma comunidade que faz divisa através de uma RUA com um dos bairros mais ricos da cidade.

Um dia, brincando, ele conhece Lucas, um garoto da mesma idade e que mora do lado de lá. Apesar das diferenças, eles se tornarão amigos e viverão, juntos, descobertas boas e ruins sobre o mundo e a sociedade. Com muita música, dança, aprendizado e diversão, a história fala sobre oportunidades, sonhos e amizade.

Ficha Técnica

Idealização e texto: Fran Ferraretto

Direção e direção musical: Eugenio Lima

Elenco: Barroso, Fernando Lüfer, Fran Ferraretto, Jennifer Souza, Rodrigo Pavon

Trilha Sonora: Barroso e Eugênio Lima

Preparadora corporal: Luaa Gabanini

Workshop Passinho: Khalifa Idd

Figurino: Claudia Schapira

Desenho de Luz: Matheus Brant

Videografia: Vic von Poser

Operação de luz: Matheus Espessoto

Operação de vídeo: Júlia Fávero

Operação de som: Viviane Barbosa

Cenotécnico: Wanderley Wagner

Design Gráfico: Murilo Thaveira

Assessoria de imprensa: Canal Aberto – Márcia Marques, Daniele Valério e Carina Bordalo

Mídias sociais: Rafael Américo

Fotos: Sérgio Silva

Direção de Produção: Paula Malfatti

Coordenação de Produção: Fatto Realizações

Apoio: Oficina de Atores Nilton Travesso.

Serviço:

RUA

Temporada: 1º a 29 de março de 2026

Horários: Domingos, dias 1º, 8, 15, 22 e 29 de março, em duas sessões, às 15h e às 17h
Sessão com LIBRAS dia 22/3

Local: Sesc Pinheiros – Auditório – R. Pais Leme, 195 – Pinheiros, São Paulo, SP

Ingressos: R$12 (credencial plena)/R$20 (meia entrada)/R$40 (inteira)/Grátis para crianças até 12 anos – vendas em sescsp.org.br ou na bilheteria de qualquer unidade

Duração: 50 min | Classificação: Livre | Recomendação: a partir de 8 anos
Capacidade: 100 lugares

Acessibilidade: Teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Comunicação)