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Pista de patinação é nova atração do Shopping Cidade Jardim

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/Shopping Cidade Jardim.

O Shopping Cidade Jardim revive a magia das pistas de patinação dos anos 80 com a inauguração, na próxima quinta, 22 de julho, da Roller Boogie. Instalada no espaço de eventos Casa Bossa, no terceiro piso do shopping, a Roller Boogie terá decoração totalmente instagramável, com um mood vintage repleto de neons, projeção de videoclipes, uma cabine fotográfica para fotos instantâneas e trilha sonora assinada pela DJ Marina Diniz especialmente para embalar a patinação.

Para ingressar na Roller Boogie, o patinador pagará R$60 de segunda à sexta-feira e R$80 aos sábados e domingos. O convite dá direito a duas horas de permanência no local. Acompanhantes pagam R$30 e menores de 4 anos têm entrada gratuita. Os ingressos podem ser comprados na bilheteria da Casa Bossa (não haverá venda on-line de convites) e, para quem precisar, no local haverá aluguel de patins, ao custo de R$20. A ideia é receber todos os tipos de praticantes, dos supertreinados aos iniciantes – para estes, a Roller Boogie oferece aulas particulares com instrutores ao custo de R$80/hora. Para patinar é necessário ter ao menos 6 anos de idade ou calçar ao menos 28.

Seguindo os protocolos de saúde, a lotação da pista será de 60% se sua capacidade total. O uso de máscara é obrigatório durante todo o tempo e não será permitido o consumo de alimentos ou bebidas no local.

Para garantir a ventilação adequada no local, a Casa Bossa disponibiliza um moderno tratamento do ar-condicionado, o Notorius Air. Ele consiste numa instalação de lâmpadas UV-C que eliminam vírus, bactérias e fungos.

Prefeitura de SP realiza Festival Amparo, com shows, teatro, DJs e performances em apoio aos espaços artísticos

São Paulo, por Kleber Patricio

Douglas Germano. Foto: divulgação.

Com o intuito de ajudar espaços culturais e artistas afetados pela pandemia, o Festival Amparo estreia com seis dias de programação de shows, espetáculos de teatro, apresentações de DJs e performances de diversas linguagens artísticas. Promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, o evento ocorre de maneira virtual entre 27 de julho e 1º de agosto, como iniciativa de fomento e mitigação a espaços artísticos e culturais, como casas de shows, casas noturnas e teatros – impedidos de desempenhar plenamente suas atividades pelas restrições de público impostas pela pandemia de Covid-19.

Foram mapeados mais de 100 espaços, antes abertos ao público, em todas as regiões da cidade para a programação, que pode ser acompanhada virtualmente pelo site https://festivalamparo.prefeitura.sp.gov.br/ a partir de três diferentes canais: CCSP, Galeria Olido e Vila Itororó. Em cada canal, dois MCs apresentam as atrações do Festival Amparo: Thiago França e Dani Nega, no CCSP, Marina Mathey e Jaloo, no Centro Cultural Olido e Bixarte e Edgar, na Vila Itororó. Os vídeos foram gravados no mês de julho de 2021.

Entre as apresentações, estão nomes conhecidos como Rincon Sapiência, Francisco El Hombre, Douglas Germano, Anelis Assumpção, Batekoo, e companhias de teatro como o Oficina, Núcleo Experimental de Teatro, Cemitério dos Automóveis e Satyros.

Anelis Assumpção. Foto: divulgação.

A programação do Festival Amparo contempla múltiplas linguagens, como o teatro, a poesia, a dança, o batuque, além de diversos estilos musicais – entre eles, o rap, o rock, o reggae, o samba e ritmos tradicionais da cultura popular. A diversidade de expressões, somada à resistência dos espaços artísticos e culturais, é de fundamental importância para que a cadeia produtiva do setor de eventos possa se manter e se reestruturar para uma retomada segura. “O apoio a essas casas não apenas gera emprego e renda, girando a roda da economia criativa, mas tem um papel fundamental no próprio desenvolvimento da canção, do teatro e de outras linguagens artísticas”, afirma o secretário de Cultura da cidade de São Paulo, Alê Youssef.

O Festival Amparo é uma extensão do Plano de Amparo à Cultura, lançado em fevereiro de 2021 pela Prefeitura de São Paulo. O Plano de R$100 milhões desenvolve um conjunto de medidas diversas de apoio a artistas, técnicos, produtores, espaços culturais, grupos e coletivos impossibilitados de exercer suas funções em razão da pandemia de Covid-19. Além disso, o projeto também é ação fundamental e essencial para garantir o acesso da população à diversidade cultural da cidade, de acordo com a Constituição Federal.

Exposição do SESC São Paulo apresenta obras de artistas indígenas de povos das Américas na unidade da Vila Mariana

São Paulo, por Kleber Patricio

Obra coletiva do povo Huni Kuin. Foto: divulgação/SESC SP.

Encontros Ameríndios, exposição que entra em cartaz no SESC Vila Mariana a partir do dia 31 de julho, traz um recorte da produção artística de povos indígenas das Américas. Compõem a mostra obras de artistas dos povos Guna (Comarca Kuna Yala, Panamá), Haida (Arquipélago de Haida Gwaii, Colúmbia Britânica, Canadá), Huni Kuin (Terra Indígena do Alto Rio Jordão, Acre, Brasil), Shipibo-Konibo (Comunidade de Cantagallo, Lima, Peru, e Alto Ucayali, Amazônia Peruana) e Tahltan (Telegraph Creek e Vancouver, Colúmbia Britânica, Canadá). Com coordenação da Profa. Dra. Sylvia Cauiby Novaes (CEstA – Centro de Estudos Ameríndios da Universidade de São Paulo) e curadoria do Dr. Aristoteles Barcelos Neto (University of East Anglia, Reino Unido), a proposta é reunir trabalhos que dialogam entre si e permitem reflexões sobre ancestralidade e temas contemporâneos, centrando também nas culturas desses povos.

Na exposição, a narrativa proposta pelos curadores torna os mundos ameríndios reconhecíveis e comunicáveis não apenas entre si, mas para todo público. Os conteúdos abordados serão fortalecidos na programação integrada para ampliar o conhecimento sobre os povos – do local onde habitam, passando por filosofias de vida até questões contemporâneas. A mostra apresenta uma seleção de obras, incluindo pinturas, desenhos, arte digital, bordados e entalhe em madeira, enfocando a criatividade individual dos artistas, as mudanças em suas obras ao longo do tempo, o universo temático abordado por elas, as preferências plásticas e estéticas e as questões filosóficas e cosmológicas que as artes desses povos ameríndios apresentam. As diferentes Américas se articulam por meio da escolha dos artistas, sendo o corpo criativo composto por cerca de 30 pessoas, e de 45 trabalhos.

Do Norte, os canadenses Gwaai Edenshaw e seu irmão Jaalen Edenshaw, do povo Haida, se dedicaram entre 2009 e 2017 ao entalhe em madeira para replicar a Grande Caixa de Potlach Haida. Também do Canadá, o artista Alano Edzerza traz ilustrações de animais comuns à tradição do povo Tahltan.

Mulheres do povo Guna, do Panamá, exibem as molas, arte têxtil produzida a partir de camadas de tecidos que criam uma vasta gama de padrões representando desde a vegetação nativa até a vida urbana, cada vez mais presente em seu cotidiano. Mais ao Sul, as peruanas Wilma Maynas Inuma e Olinda Silvano apresentam os bordados do povo Shipibo Konibo. Já a obra coletiva de artistas do povo Huni Kuin (coletivo MAHKU) representa o Brasil por meio de um painel que explora o universo xamanístico do Nixi Pae (conhecido popularmente como ayahuasca), trabalho que também foi elaborado exclusivamente para a mostra, mas na própria comunidade. “A ideia de encontro de alteridades é fundante dos mundos sociocosmológicos ameríndios. Encontros interculturais e intercomunitários são amplamente valorizados pelos povos indígenas tanto da Amazônia quanto da Colúmbia Britânica que, com suas famosas Potlatch, se reúnem para celebrar sua ancestralidade e riqueza cultural e material. Os artistas reunidos nesta exposição são os protagonistas de novas possibilidades dialógicas entre as estéticas, técnicas artísticas e criatividades ameríndias”, afirma o curador Barcelos Neto.

Sobre as obras/artistas | Constam em Encontros Ameríndios obras de Alano Edzerza, artista multimídia do povo Tahltan; o trabalho escultórico dos irmãos Gwaai e Jaalen Edenshaw, artistas Haida; as sobreposições de tecidos de Ana Bella Fernandez, Angelmira Owens Perez, Benilda Mores, Briseida Iglesias, Buna Bipi, Conciencia Grace Rodriguez, Dilma Gardel, Edita Lopez, Emilsy Fernandez, Flor Fernandez, Gilda Tejada, Lea Amelta Tejada, Lonilda Gonzalez, Lucrecia Places, Rosalia Tejada e Victoria Gonzalez, artistas Guna; os padrões geométricos bordados de Olinda Silvano, Wilma Maynas, Silvia Ripoca, Ronin Koshi Arias Silvano e Dora Inuma Ramírez, artistas do povo Shipibo-Konibo e pinturas de artistas Huni Kuin do coletivo Mahku.

O público pode visitar a exposição de forma gratuita e presencial mediante agendamento prévio online por meio da página de cada unidade no Portal do SESC São Paulo ou em sescsp.org.br/exposicoes. Para assegurar o distanciamento recomendado entre os visitantes, as vagas para as sessões são limitadas, sempre respeitando o limite de até cinco pessoas a cada 100 m² e a ocupação limitada da capacidade total de cada local. O uso de máscara é obrigatório durante todo período de permanência na unidade.

Serviço:

Encontros Ameríndios

SESC Vila Mariana – Rua Pelotas, 141, São Paulo – SP

Período expositivo: de 31 de julho de 2021 a 13 de fevereiro de 2022

Horário de funcionamento: terça a domingo, incluindo feriados

Local: Térreo – Torre A

Consulte os horários de agendamento disponíveis em sescsp.org.br/exposicoes

Livre

Grátis

SESC Vila Mariana | Informações

Central de Atendimento (Piso Superior – Torre A)

Estacionamento: R$5,50 a primeira hora + R$2,00 a hora adicional (Credencial Plena: trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no SESC e dependentes). R$12 a primeira hora + R$3,00 a hora adicional (outros) – 111 vagas.

Informações: (11) 5080-3000

sescsp.org.br

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Livros: FGV Editora e Universidade de Columbia lançam “Corrupção e o escândalo da Lava Jato na América Latina”

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

No momento em que o livro Corrupção e o escândalo da Lava Jato na América Latina é lançado em português pela FGV Editora em parceria com a Escola de Relações Públicas e Internacionais (SIPA) da Universidade de Columbia e o Columbia Global Centers do Rio de Janeiro, a estrutura institucional da Lava Jato no Brasil está perdendo o impulso, com a extinção deste modelo de força-tarefa por determinação da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Com o devido distanciamento do período de pleno funcionamento da Lava Jato, o tempo presente parece apropriado para dar um passo atrás e avaliar o real significado de tudo o que aconteceu. O livro, organizado por Paul Lagunes, Fernanda Odilla e Jan Svejnar, contribui para o entendimento desta operação ao separar as dimensões políticas do escândalo que abalou o Brasil das menos aparentes, porém mais importantes “lições aprendidas” da Lava Jato sobre o combate à corrupção.

Nos 15 capítulos da obra, 19 autores e autoras do Brasil e de outros países receberam o desafio de deixar de lado suas inclinações políticas para olhar novamente para este episódio. Os artigos, escritos em linguagem clara e acessível, consideram a questão da corrupção de uma forma que vai muito além de críticas e interpretações de procedimentos criminais e minúcias da aplicação da lei.

Neste livro, a maior investigação contra a corrupção no mundo é analisada sob diferentes perspectivas, abarcando não apenas aspectos judiciais, mas também práticas cotidianas da corrupção sistemática e a forma como a política, a mídia e a administração operaram em tal contexto, com o distanciamento temporal dos acalorados debates políticos, e inclui ainda entrevistas com alguns de seus principais atores, como Deltan Dallagnol, Sergio Moro e Glenn Greenwald.

A coletânea é um chamado à luta, para que cidadãos preocupados exijam transparência e responsabilidade daqueles que nos governam com propósitos corruptos.

Para marcar este lançamento, será promovido um webnário especial com a participação da organizadora da obra, Fernanda Odilla, e das autoras que contribuíram com seus capítulos, Ana Luiza Aranha, Raquel de Mattos Pimenta, Daniela Campello, Denisse Rodriguez-Olivari e Jessie W. Bullock.

Corrupção e o escândalo da Lava Jato na América Latina

Org.: Paul Lagunes, Fernanda Odilla e Jan Svejnar

FGV Editora e Universidade de Columbia | SIPA

Impresso – R$60,00 | Ebook – R$42,00

Lançamento: dia 27/7/2021, às 18h, no Canal FGV no Youtube.

10ª Mostra Ecofalante de Cinema acontece de 11/8 a 14/9 de forma online e gratuita

São Paulo, por Kleber Patricio

Frame de “Nũhũ Yãg Mũ Yõg Hãm: Essa Terra É Nossa!”, que faz parte da seleção de longas da mostra (Divulgação).

A Mostra Ecofalante de Cinema, que chega à sua 10ª edição de forma inteiramente online entre os dias 11 de agosto e 14 de setembro, anuncia os filmes selecionados para seus dois programas competitivos: a Competição Latino-Americana e o Concurso Curta Ecofalante.

Totalmente gratuito, o mais importante evento audiovisual sul-americano dedicado às temáticas socioambientais promove programação que contará com a exibição de mais de 90 títulos de diversos países, além de debates que discutirão temas como ativismo, biodiversidade, cidades, economia, povos e lugares, tecnologia e trabalho. A Mostra já havia organizado, em junho deste ano, uma programação virtual de aquecimento celebrando a Semana do Meio Ambiente, com sessões de filmes e debates sobre a Amazônia.

Competição Latino-Americana | Presente na Mostra Ecofalante desde 2014, a Competição Latino-Americana premia os melhores filmes de temática socioambiental da América-Latina. Dos quase 600 inscritos para esta edição, foram selecionados 30 filmes, entre longas e curtas-metragens produzidos na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Venezuela.

Frame de “Sobradinho”, longa em cartaz na mostra (divulgação).

O júri da Competição Latino-Americana é formado pela montadora Cristina Amaral (de Serras da Desordem e Falsa Loira, entre outros filmes), o cineasta indígena Takumã Kuikuro (codiretor do longa-metragem As Hiper Mulheres), a antropóloga e documentarista Junia Torres (organizadora do festival forumdoc.bh – Festival do Filme Etnográfico e Documentário de Belo Horizonte) e Mário Branquinho, diretor do CineEco – Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela (Seia, Portugal), um dos mais antigos eventos do mundo em sua categoria.

Os filmes selecionados foram:

Longas

499 (México, 2020, 88’) – Dir. Rodrigo Reyes

Chico Rei Entre Nós (Brasil – SP, 2020, 94’) – Dir. Joyce Prado

Edna (Brasil – SP, 2021, 64’) – Dir. Eryk Rocha

Era Uma Vez na Venezuela (Venezuela/Reino Unido/Áustria/Brasil, 2020, 99’) – Dir. Anabel Rodríguez

Luz nos Trópicos (Brasil – RJ, 2020, 260’) – Dir. Paula Gaitán

Mata (Brasil – RJ/Noruega, 2020, 79’) – Dir. Fábio Nascimento e Ingrid Fadnes

Meu Querido Supermercado (Brasil – SP, 2020, 80’) – Dir. Tali Yankelevich

Nũhũ Yãg Mũ Yõg Hãm: Essa Terra É Nossa! (Brasil – MG, 2020, 70’) – Dir. Isael Maxakali, Sueli Maxakali, Carolina Canguçu, Roberto Romero

O Índio Cor de Rosa Contra a Fera Invisível: A Peleja de Noel Nutels (Brasil – RJ, 2020, 71’) – Dir. Tiago Carvalho

Pajeú (Brasil – CE, 2020, 74’) – Dir. Pedro Diógenes

Piedra Sola (Argentina, 2020, 72’) – Dir. Alejandro Telémaco Tarraf

Sobradinho (Brasil – BA, 2020, 70’) – Dir. Marília Hughes e Cláudio Marques

Território Suape (Brasil – PE, 2020, 70’) – Dir. Cecília da Fonte, Laércio Portella, Marcelo Pedroso

Curtas

A Morte Branca do Feiticeiro Negro (Brasil – SC, 2020, 10’) – Direção: Rodrigo Ribeiro

Afeto (Brasil – RJ, 2019, 15’) – Direção: Gabriela Gaia Meirelles e Tainá Medina

Aká (México, 2020, 28’) – Direção: Adolfo Fierro, Juan González

Apiyemiyekî? (Brasil – SP, França, Portugal, 2019, 28’) – Direção: Ana Vaz

Cascarita (México, 2020, 4’) – Direção: Jimena Barrera

Gilson (Brasil – SP, 2020, 5’) – Direção: Vitória Di Bonesso

Janelas Daqui (Brasil – RJ, 2020, 15’) – Direção: Luciano Vidigal e Arthur Sherman

Kopacabana (Brasil – RJ, 2019, 14’) – Direção: Marcos Bonisson & Khalil Charif

Lagoa Negra (Peru, 2020, 34’) – Direção: Felipe Esparza

Mineiros (Brasil – MG, 2020, 23’) – Direção: Amanda Dias

Mundo (Chile, 2020, 19’) – Direção: Ana Edwards

O Submundo de Rogelio (Colômbia, 2019, 12’) – Direção: Álvaro Muñoz Sánchez

Rio das Almas e Negras Memórias (Brasil – GO, 2019, 20’) – Direção: Taize Inácia e Thaynara Rezende

Tapajós Ameaçado (Brasil – SP, 2021, 24’) – Direção: Thomaz Pedro

Topawa (Brasil – PA, 2019, 7’) – Direção: Kamikia Ksedje e Simone Giovine

Twakana Yagan (Argentina, 2020, 15’) – Direção: Rodrigo Tenuta e Ignacio Leonidas

Yaõkwa – Imagem e Memória (Brasil – PE/MT, 2020, 20’) – Direção: Rita Carelli e Vincent Carelli.

Concurso Curta Ecofalante | O Concurso Curta Ecofalante é uma competição voltada para curtas-metragens produzidos por estudantes. Para participar, os filmes inscritos precisavam abordar temáticas relacionadas a pelo menos um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela ONU na Agenda 2030 – são 17 objetivos que abrangem temas como erradicação da pobreza, saúde de qualidade, combate às mudanças climáticas e igualdade de gênero.

O Concurso Curta, que nesta edição tem apoio do WWF-Brasil, selecionou 10 filmes que serão exibidos durante a Mostra e concorrerão ao prêmio de Melhor Curta Ecofalante:

Àprova (Brasil – SP, 2020, 16’) – Direção: Natasha Rodrigues

Beatmakers (Brasil – SP, 2019, 22’) – Direção: Luciana Santos e Sabrina Emanuelly

Casa dos Amigos (Brasil – SC, 2021, 9’) – Direção: Lena Bertanin e Pedro Oliveira

Efeito Zuvuya (Brasil – SP, 2020, 13’) – Direção: Gabriel Guizani

Letícia, Monte Bonito, 04 (Brasil – RS, 2020, 19’) – Direção: Julia Regis

Não toque, é Drag! (Brasil – PE, 2020, 20’) – Direção: Gabriel Cabral

Quarentena Pra Quem? (Brasil – SP, 2020, 22’) – Direção: Laís Maciel e Isabella Vilela

Remanescente (Brasil – SP, 2019, 25’) – Direção: João Victor Avila

Ver a China (Brasil – SP, 2019, 30’) – Direção: Amanda Carvalho

Vila dos Pescadores – Da pesca ao povo (Brasil – SP, 2019, 15’) – Direção: Cintia Neli da Silva Inacio, Geovanne Rafael V. da Silva.

Uma apresentação do Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura, do Governo do Estado de São Paulo – por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa – e da Ecofalante, a 10ª Mostra Ecofalante de Cinema é viabilizada por meio da Lei de Incentivo à Cultura e do Programa de Apoio à Cultura (ProAC). Tem patrocínio do Mercado Livre, Colgate e da Spcine, empresa pública de fomento ao audiovisual vinculada à Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Conta com apoio da White Martins, Valgroup, Itaú, Oji Papéis Especiais e WWF-Brasil. É uma produção da Doc & Outras Coisas e coprodução da Química Cultural. A realização é da Ecofalante, do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, do Ministério do Turismo e do Governo Federal.

Mais informações sobre a programação da 10ª Mostra Ecofalante de Cinema serão divulgadas em breve.

Serviço:

10ª Mostra Ecofalante de Cinema

11 de agosto a 14 de setembro

Online e gratuita

Acesso pelo site ecofalante.org.br

Redes sociais:

www.facebook.com/mostraecofalante

www.twitter.com/mostraeco

www.youtube.com/mostraecofalante

www.instagram.com/mostraecofalante.