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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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União Estável entre pessoas do mesmo sexo completa 10 anos no Brasil

Brasil, por Kleber Patricio

Mais de 21,6 mil escrituras de uniões estáveis entre casais do mesmo sexo já foram realizadas por Cartórios de Notas do Nome do Estado no período. Imagem de Julie Rose por Pixabay.

Um dos mais emblemáticos dias para a garantia dos direitos LGBT no Brasil está prestes a completar 10 anos – há uma década, no dia 5 de maio, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecia por meio da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4277 e a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 132, a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Desde então já foram mais de 21.600 uniões homoafetivas realizadas no Nome do Estado que, desde agora, também permite que o ato seja feito online pela plataforma oficial e-Notariado (http://www.e-notariado.org.br).

Num voto histórico, o ministro Ayres Britto, relator das ações, argumentou que o artigo 3º, inciso IV, da Constituição Federal veda qualquer discriminação em virtude de sexo, raça, cor e que, nesse sentido, ninguém pode ser diminuído ou discriminado em função de sua preferência sexual e que, portanto, seria necessário excluir qualquer significado do artigo 1.723 do Código Civil que impedisse o reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo como entidade familiar. “O sexo das pessoas, salvo disposição contrária, não se presta para desigualação jurídica”, observou o magistrado, para concluir que qualquer depreciação da união estável homoafetiva colidia com o inciso IV do artigo 3º da CF.

De acordo com os dados do Colégio Notarial do Brasil – Conselho Federal (CNB/CF), desde a decisão do STF, mais de 21,6 mil escrituras de uniões estáveis entre casais do mesmo sexo já foram realizadas por Cartórios de Notas do Nome do Estado, sendo 2.125 em 2020, ano da pandemia. O ano de 2018, véspera do início do mandato do atual presidente da República, marca também o recorde da década, com 2.595 atos realizados. Dezembro foi o mês mais escolhido para a realização do ato, com uma média de 198 uniões realizadas no período a cada ano, tendo seu pico em 2018, quando 325 uniões homossexuais foram realizadas.

Imagem de Bhakti Kulmala por Pixabay.

A decisão é considerada também um marco para o Direito de Família. O pleito abriu um debate importante na sociedade, que resultou, em 2013, na Resolução nº 175 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que permitiu aos cartórios registarem casamentos homoafetivos. A presidente do CNB/CF, Giselle Oliveira de Barros, ressalta que os atos feitos nos Tabelionatos de Notas representam uma importante ferramenta de segurança jurídica aos casais. “A escritura pública de União Estável é um dos tantos passos importantes que o País deu no que diz respeito à garantia dos direitos de homossexuais. Faz-se extremamente necessário o tratamento igualitário aos casais que buscam comprovar e assegurar sua relação, planos de saúde e, até mesmo, garantir que o companheiro seja considerado como tal ao receber a herança em caso de morte do outro”, explica a presidente.

União Estável Online | Desde junho do ano passado, o ato pode ser realizado de forma online pela plataforma e-Notariado. Para realizá-la, o cidadão precisa de um Certificado Digital Notariado, emitido gratuitamente pelos Cartórios de Notas cadastrados, ou possuir um certificado padrão ICP-Brasil, o mesmo utilizado para envio do Imposto de Renda de Pessoa Física.

Com o certificado digital, o cidadão deve entrar em contato com o Cartório de Notas de sua preferência e solicitar o ato. Um link para a videoconferência será enviado para o e-mail indicado pelo usuário. Após a vídeo-chamada, na qual é realizada a identificação das pessoas e a coleta de sua vontade, o cidadão pode assinar seu documento pelo computador ou celular com um simples clique.

No Brasil, desde a decisão do STF, mais de 21,6 mil escrituras de uniões estáveis entre casais do mesmo sexo já foram realizadas por Cartórios de Notas de todo o País, sendo 2.125 em 2020, ano da pandemia. Dezembro foi o mês mais escolhido para a realização do ato, com uma média de 198 uniões realizadas no período a cada ano, tendo seu pico em 2018, quando 325 uniões homossexuais foram realizadas. O ano de 2018, véspera do início do mandato do atual presidente da República, marca também o recorde da década, com 2.595 atos realizados.

Evolução dos direitos LGBT | Apesar do número expressivo, o País ainda não tem uma lei que regulamente a situação dessas pessoas. Tramita no Congresso o projeto de lei nº 612/2011, de autoria da senadora Marta Suplicy (sem partido), que altera o Código Civil para retirar menções de gênero em relação ao casamento e à união estável – hoje, a lei fala em “homem e mulher”.

A proposta já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e poderia ter sido enviada diretamente à Câmara, mas foi barrada após um recurso do senador Magno Malta (PR-ES), da bancada evangélica, que solicitou que a matéria fosse votada em plenário. O projeto foi colocado na pauta para votação em dezembro do ano passado, mas não houve quórum. Para que vire lei, o PL precisa ser aprovado nas duas Casas do Legislativo e passar por sanção presidencial.

Sobre o CNB – Colégio Notarial do Brasil | O Colégio Notarial do Brasil – Conselho Federal (CNB/CF) é a entidade de classe que representa institucionalmente os tabeliães de notas brasileiros e reúne as 24 Seccionais dos Estados. O CNB/CF é filiado à União Internacional do Notariado (UINL), entidade não governamental que reúne 89 países e representa o notariado mundial existente em mais de 100 nações, correspondentes a 2/3 da população global e 60% do PIB mundial.

Sala de cinema na Galeria Olido será renomeada como ‘Sala Paulo Gustavo’

São Paulo, por Kleber Patricio

Sala será reinaugurada com nova infraestrutura, novo nome e uma mostra de filmes de Paulo Gustavo quando as obras de reforma na Galeria Olido forem concluídas. Foto: reprodução/Wikipedia.

A Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo renomeia a Sala Cine Olido, sala de cinema do Centro Cultural Olido, no centro da cidade, como Sala Paulo Gustavo, em homenagem ao ator e comediante Paulo Gustavo (1978-2021). Uma das principais salas de cinema do Circuito Spcine, na região central da cidade, o espaço foi renomeado por articulação do prefeito em exercício Ricardo Nunes, do Secretário Municipal de Cultura Alê Youssef e da presidente da Spcine Viviane Ferreira. O Decreto Nº 60.225 foi publicado no Diário Oficial do Município na sexta-feira, 7 de maio de 2021.

A sala será reinaugurada com nova infraestrutura, novo nome e uma mostra de filmes de Paulo Gustavo quando as obras de reforma na Galeria Olido forem concluídas. A previsão é que isso ocorra em julho de 2021.

Paulo Gustavo | Paulo Gustavo Amaral Monteiro de Barros nasceu em Niterói em 30 de outubro de 1978 e estudou teatro na Casa das Artes de Laranjeiras, no Rio. A primeira peça da qual participou foi O surto, codirigida com Fernando Caruso, em 2004. Foi no espetáculo que apresentou pela primeira vez a personagem Dona Hermínia, que ganhou peça própria em 2006 e chegou ao cinema sete anos depois. Os três filmes de Minha Mãe É Uma Peça venderam mais de 26 milhões de ingressos entre 2013 e 2020. O terceiro filme teve a maior arrecadação da história do cinema brasileiro, com R$182 milhões de bilheteria.

Além do sucesso de Dona Hermínia, o ator fez os filmes Minha Vida em Marte (2018) e Os Homens São de Marte… e É Para Lá Que Eu Vou (2014). Na TV, Paulo apresentou prêmios e programas no Multishow, inclusive a série Vai Que Cola, um sucesso também na adaptação para o cinema, em 2015.

Paulo Gustavo se casou com o médico Thales Bretas em 2015. Após um processo de barriga de aluguel nos Estados Unidos, eles se tornaram pais de Romeu e Gael, de 1 ano de idade. “Além da sua marcante contribuição à cultura brasileira por meio do Teatro e do Cinema, Paulo Gustavo foi um homem ativo na construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e tolerante e teve sua vida interrompida, ainda muito jovem, aos 42 anos, pela Covid-19”, diz o texto do Decreto.

Serviço:

Cine Olido – Sala Paulo Gustavo

Centro Cultural Olido – Galeria Olido: Avenida São João, 473, Centro, São Paulo (SP)

E-mail: olido@circuitospcine.com.br

Telefone: (11) 2899-7370

Previsão de reabertura: julho de 2021.

Iniciativas locais são o melhor caminho para uma Amazônia sustentável, aponta estudo

Amazônia, por Kleber Patricio

Foto: Rodrigo Kugnharski/Unsplash.

A partir da premissa que iniciativas locais são importantes para uma planejar uma Amazônia sustentável, pesquisadores revisam a literatura acadêmica sobre as transformações dessas iniciativas na região durante os últimos 50 anos. As observações estão em estudo publicado em maio na revista Current Opinion in Environmental Sustainability.

O estudo foi feito por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em parceria com pesquisadores das universidades de Indiana e do Colorado, nos Estados Unidos, da Universidade de Ciências Agrárias da Suécia, da Universidade de Amsterdã, na Holanda, e da Universidade de Estocolmo, na Suécia.  Eles classificaram as transformações destas cinco décadas ocorridas na região em três diferentes fases: o desenvolvimentismo de fronteira, o socioambientalismo e o mercado e corporativismo verde.

Ao longo dos últimos 50 anos, os modelos de desenvolvimento acabaram atendendo interesses de diversos setores e fomentaram, em maior ou menor grau, o desmatamento, a exploração madeireira, a mineração e invasões de terras indígenas. Ainda assim, o estudo mostra que organizações da sociedade civil conseguiram se estruturar, nos últimos 30 anos, para reagir a estas pressões.

Os chamados “facilitadores” de inclusão e iniciativas locais tiveram um papel primordial nestas reações, ressaltam os pesquisadores. Programas como o movimento da Teologia da Libertação, entre as décadas de 70 e 80, o Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil, entre os anos 1990 e 2000, e um conjunto de políticas socioambientais estruturadas entre 2000 e 2010 consolidaram a ideia de uma Amazônia sustentável.

O estudo busca, justamente, dar visibilidade e voz às populações locais responsáveis por essas iniciativas e ações de sustentabilidade, segundo resume a pesquisadora Célia Futemma, coautora do artigo. “Expandidas desde 2000, essas iniciativas visam não só melhorar as condições sociais e ambientais de onde essas populações vivem, mas também querem contribuir para uma trajetória mais sustentável para a região amazônica”, destaca Célia, que é bióloga e antropóloga da Unicamp.

Um banco de dados e mapa preliminar das iniciativas mostra que elas estão localizadas em todo tipo de sistema fundiário, incluindo terras comunitárias, privadas, unidades de conservação, terras indígenas e quilombolas e assentamentos rurais. “São milhares de iniciativas individuais e de ação coletiva que estão expandindo sistemas agroflorestais altamente produtivos e rentáveis, criando viveiros de mudas para produção agrícola e para regeneração de áreas degradadas e pastagens improdutivas”, destaca o pesquisador Eduardo Brondizio, da Unicamp e Universidade de Indiana, também coautor do estudo. Através do corporativismo, essas iniciativas se desenvolvem e procuram agregar valor a produtos locais para conseguir um melhor acesso ao mercado.

O pesquisador Fábio de Castro, da Universidade de Amsterdã, que também contribuiu com o estudo, comenta que essas iniciativas têm grande potencial de contribuir para a sustentabilidade da região, apesar de sofrerem um processo de invisibilidade nos últimos anos. “A narrativa de desenvolvimento regional está mais focada em uma expansão baseada no desmatamento e na mineração e exportação de matérias primas e, neste sentido, dá pouco espaço para iniciativas locais de pequena escala”, afirma. Essas últimas são fundamentais para a produção de alimentos, empregos e melhoria ambiental da região.

Covid-19 e a Amazônia | Outro alerta feito pelos autores remete à delicada confluência de crises que vem afetando uma região já marcada pela precariedade e desigualdade. “Temos, ao mesmo tempo, o colapso do sistema de saúde e de setores econômicos, o aumento do desmatamento e incêndios, a violência e invasão de terras indígenas e áreas de conservação”, aponta Brondizio. Em contraponto, o caminho para um futuro mais sustentável e justo, conclui, depende tanto de políticas coordenadas e inclusivas quanto dos sucessos emergentes das iniciativas locais.

(fonte: Agência Bori)

Sucesso em São Paulo, Maui Poke House inaugura unidade em Campinas

Campinas, por Kleber Patricio

Pokes do Maui Poke House. Fotos: divulgação.

O Maui Poke House, restaurante especializado na culinária havaiana, inaugura no dia 13 (maio) uma unidade em Campinas (SP). A casa está localizada na Rua Sampainho 305, no charmoso bairro do Cambuí, conhecido como “berço da gastronomia” da cidade. O cardápio é assinado pelo chef Amaury Abbondanza, que também é um dos sócios do Maui. Amaury passou pela cozinha de restaurantes do mundo inteiro; entre eles o Nobu, uma das casas de gastronomia japonesa mais conceituadas do mundo.

A marca pertencente à família Maui Poke House nasceu da ideia de unir o lifestyle de um grupo de amigos com uma culinária diferenciada, saudável e prática, com preço justo. Tudo isso somado a um ambiente incrível para se sentir na praia, do almoço ao jantar ou mesmo para um happy hour. Para combinar com a proposta descontraída do restaurante, o arquiteto Walter Gola assina o projeto da nova unidade com 250 m² decorada com artes itinerantes e objetos de esportes como pranchas de surfs.

Drinks foram desenvolvidos para harmonizar com os pratos do restaurante.

Um dos destaques dos restaurantes são os pokes diferenciados como o “Giovanni’s  Scampi Poke” (camarões marinados em alho, azeite de oliva, manteiga de limão e depois grelhado), servido com edamame, wakame, cebola crispy, cebola roxa, cebolinha, molho tradiça (especial da casa), molho tarê e base à escolha. As entradas são outro sucesso à parte como o “Edamame”, uma deliciosa porção de vagem de soja temperada com flor de sal, que é uma das diversas opções Veggies da casa. Pokes Kids estão no cardápio, além de sobremesas como o “Bolo da vovó”, um delicioso bolo de coco molhadinho, de “dar água na boca”.

O mixologista Daniel Neiva, dono do conceituado Cocktail Menu, criou a carta de bebidas do Maui Poke House. Os drinks foram desenvolvidos para harmonizar com os pratos do restaurante. Variedades de cervejas e drinks diferentes estão na carta como o “Jós”, a bebida tem como um dos ingredientes a cachaça de Jambu, além de manga, limão, tônica e xarope de hortelã. Uma dica de drink sem álcool é o “Amor e Amora”, uma combinação perfeita de amora, limão siciliano, espuma de gengibre e hortelã.

O Maui Poke House é pet friendly e seu pet ganha um biscrock e água fresca, que estão sempre à disposição. A casa funcionará do almoço ao jantar, além de serviços de retirada e delivery.  Para reservas e mais informações, o telefone é: (19) 3396-7600.

Uma das delícias da casa.

Sobre a família Maui Poke House | Do amor por praia, esportes, drinks e alimentação saudável dos amigos Phelipe Silva, Thomas Rosén, Juliano Gola e Amaury Abbondanza nasceu a ideia de um novo negócio, o Maui Poke House. Uma casa de culinária havaiana inédita, seguindo o lifestyle dos sócios e inaugurada em Alphaville em novembro de 2018. O estilo de vida dos amigos também está presente no ambiente das casas, proporcionando que o cliente se sinta em uma casa na praia. Além da gastronomia saudável, a carta de bebidas é toda harmonizada com o menu do restaurante de pokes, entradas e opções empanadas a preço justo. O Maui Poke House é uma boa opção do almoço ao jantar e também para o happy hour. Além da unidade de Alphaville, após muita procura, o Maui chegou a São Paulo. São três dark kitchens que atendem delivery e to go nos bairros Butantã, Lapa e no município de Osasco. Atendendo a pedidos, a casa chegou a Campinas (SP). Os sócios não param e fundaram a Família Alma, que engloba, além do Maui Poke House, o restaurante Sharik Arabian Food and Lounge, que é vizinho do Maui em Alphaville. O Sharik é uma casa moderna e aconchegante, especializada em culinária árabe aromática e inesquecível, mas também com preço acessível, seguindo o mesmo estilo de vida dos sócios e do Maui.

Serviço:

Maui Poke House

Unidade de Campinas: Rua Sampainho, 305, no bairro do Cambuí

Telefone: (19) 3396-7600

Site: https://www.mauipokehouse.com.br/

Facebook: https://www.facebook.com/mauipokehouse/

Instagram: https://www.instagram.com/mauipokehouse/.

Eduardo Kobra cria mural em homenagem às vítimas do Covid-19″

São Paulo, por Kleber Patricio

Mural de Eduardo Kobra por todas as vítimas do Covid-19. Foto: Felipe Del Valle.

O muralista Eduardo Kobra inaugurou ontem, 6 de maio, o mural Coexistência – Memorial da Fé por todas as vítimas do Covid-19, feito inicialmente em uma tela, no ano passado. O mural de 28 metros de largura por 7 metros de altura, fica na Rua Henrique Schaumann, em frente à Igreja do Calvário (na esquina com a Rua Cardeal Arcoverde), na zona Oeste de São Paulo. Kobra retrata crianças de cinco religiões – Islamismo, Budismo, Cristianismo, Judaísmo e Hinduísmo. A obra traz uma mensagem de fé e de esperança, ao mesmo tempo em que lembra as vítimas do Covid-19 e destaca a importância da Ciência, simbolizada pelo fundamental uso de máscaras. “Da mesma forma que Deus deu ao homem o dom da arte, também dotou o ser humano da capacidade da produzir Ciência. Por isso não há qualquer contradição em acreditar em Deus e, também, seguir as recomendações dos especialistas no combate ao Covid-19”, diz o muralista, que trabalhou no mural durante 20 dias, atrás de tapumes, para evitar aglomerações.

Estiveram presentes, além de Kobra, representantes das cinco religiões e de convidados de diversas outras religiões. Os líderes religiosos fizeram orações voltadas às vítimas do Covid-19 e também destacaram a importância da ciência, além da fé. Participaram do evento Dom Odilo Pedro Scherer, cardeal arcebispo da Arquidiocese de São Paulo; o padre Norberto Donizete Brocardo, da Paróquia São Paulo da Cruz (Calvário); o padre Leudes Aparecido de Paula, superior provincial dos passionistas; Michel Schlesinger, rabino da Congregação Israelita Paulista (CIP), o monge Ryozan, sensei na comunidade Zen Budista; o sheik Jihad Hammadeh, vice-presidente da União Nacional das Entidades Islâmicas (acompanhado da esposa, Nadia Hussein, diretora do Instituto Cinco Pilares); Sri Prem Baba, mestre espiritual e herdeiro da linhagem de yogues indianos Sachcha; pastor Gustavo Schmitt, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB); Iyalorixa Carmen de Oxum (Mãe Carmen de Oxum) e o Babalorixá Karlito de Oxumarê, sacerdotes do Ilê Olá Omi Ase Opo Araka, do Candomblé. Foi colocada por Kobra, no lado direito do mural, uma caixa para que as pessoas deixem bilhetes com pedidos, agradecimentos e orações.

Veja fotos do mural e da inauguração (https://we.tl/t-mOU4XA4rGX) e vídeo com cenas do mural, depoimento de Eduardo Kobra e falas de alguns dos religiosos durante o evento (https://we.tl/t-1c9or28nXB).