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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Eventos pós-pandemia: especialista acredita que formato presencial será protagonista novamente

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Antenna/Unsplash.

Você consegue lembrar a sensação de estar em um show, ouvindo e vendo seu artista favorito cantando ao vivo? Quando foi a última vez que você marcou presença em um evento empresarial para fazer networking? A pandemia de Covid-19 alterou brutalmente o setor de eventos. Mas, isso tudo um dia vai passar. Com a vacinação caminhando, mesmo que a passos lentos no Brasil, em breve será possível “aglomerar novamente”.

O setor teve muitas perdas financeiras. As estimativas apontam para uma representação de 13% do Produto Interno Brasileiro (PIB), com cerca de 60 mil empresas ligadas diretamente ao segmento. Segundo o Sebrae, o setor teve um prejuízo de R$270 bilhões – somente entre março e dezembro de 2020 – com o cancelamento de cerca de 98% dos eventos.

Volta gradativa | Segundo a estudiosa na área e professora da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap) Tânia Teixeira Pinto, a volta dos eventos presenciais será gradativa, respeitando as normas de segurança. “O retorno deve iniciar em formatos menores quando estivermos livres desta pandemia. Estamos reprimindo nossas relações pessoais: os seres humanos são sociais, precisam de pessoas e de confraternização; os eventos proporcionam isso e voltarão mais fortes para atender à necessidade das pessoas”.

Lives devem perder força | A professora diz que os eventos, como shows, representam experiência e sensações. Por isso, as lives, que ficaram tão populares como forma de aproximar as pessoas durante o distanciamento social, devem perder força. “O on-line não substitui como as pessoas se sentem. Um happy hour virtual, por exemplo, não é igual ao encontro presencial, sempre tem alguém rindo atrasado de uma piada por causa do delay da conexão da internet. Um show em formato live tem a mesma sensação de assistir a um show gravado na TV; é ok, mas não tem cheiro, emoção, suor, pessoas, gargalhadas. Não é igual. Este está sendo o grande aprendizado; eventos são e envolvem pessoas e sensações, é sensorial, não dá para ser à distância.”

Contudo, segundo a especialista, as lives serão usadas para os fãs assistirem seus ídolos à distância. “Os grandes nomes da música certamente vão usar o híbrido para aquelas pessoas que estão longe e, também, para mostrar como aqueles fãs que estão presentes se divertem muito mais, divulgando e criando necessidade naqueles que não puderam estar presencialmente.”

Hora de recuperar o prejuízo | Todas as áreas estão paradas e mesmo os shows que foram substituídos pelas lives tiveram um retorno financeiro muito abaixo do esperado.

Eventos corporativos foram substituídos por reuniões virtuais e, em alguns casos, com a locação de estúdios para transmissão de um ou mais palestrantes. Um evento corporativo que antes alugava um espaço de 1.000 m² e uma equipe de 100 pessoas, agora conta com um estúdio de 50 m² e uma equipe de 10 pessoas. “O Brasil, antes da pandemia, era um dos países que mais realizavam e promoviam eventos no mundo. Aqui, temos as melhores e mais capacitadas empresas e profissionais do setor. Sem dúvida alguma, estamos preparados para qualquer tipo de evento”, finaliza.

Foto: divulgação.

A especialista | Tânia Teixeira Pinto é Doutoranda em Letras pela PUC-SP, Mestra em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (ECA/USP), com extensão universitária em Gestão da Comunicação Organizacional pela ECA/USP e graduação em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero.

Atualmente, é docente dos cursos de graduação em Relações Públicas e Publicidade e Propaganda da Fecap e também do curso de Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero. É a responsável pelo site e páginas no Facebook e Instagram do grupo musical Secos & Molhados.

Possui experiência profissional no Banco do Brasil há 30 anos nas áreas de comunicação organizacional, assessoria de imprensa, eventos e marketing esportivo. Especializações: social media, social networking, educational technology, hipermidia, hypermedia, marketing interativo, marketing digital, redes sociais, mídias sociais, comunicação empresarial, comunicação organizacional e planejamento de eventos.

Sobre a Fecap | A Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap) é referência nacional em educação na área de negócios desde 1902. A Instituição proporciona formação de alta qualidade em todos os seus cursos: Ensino Médio (técnico, pleno e bilíngue), Graduação, Pós-graduação, MBA, Mestrado, Extensão e cursos corporativos. Dentre os diversos indicadores de desempenho, comprova a qualidade superior de seus cursos com os resultados do ENADE (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) e do IGC (Índice Geral de Cursos), no qual conquistou o primeiro lugar entre os Centros Universitários do Estado de São Paulo. Em âmbito nacional, considerando todos os tipos de Instituição de Ensino Superior do País, está entre as 5,7% IES cadastradas no MEC com nota máxima.

Marcelo D2 apresenta festival virtual Roda Cultural

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Fotos: Wilmore Oliveira

Ancestralidade, arte, espiritualidade, música – Marcelo D2 está pronto para rufar os seus tambores mais uma vez. E se as primeiras batidas abriram caminho para a conectividade e a colaboração criativa em um processo inovador, os batuques agora ecoam ao som do legado dos seus antepassados e das raízes populares. É com este espírito que o artista se prepara para realizar a Roda Cultural, um festival virtual, entre os dias 14 e 23 de maio, que transmitirá ao vivo a produção do Volume 2 do álbum Assim tocam os meus tambores. As transmissões diárias serão realizadas partir das 14h no canal de Marcelo D2 na Twitch (http://www.twitch.tv/marcelod2).

O Volume 2 de Assim tocam os meus tambores, com lançamento previsto para junho, dá sequência ao intenso fluxo de trocas despertado no Volume 1, quando, mesmo isolado em casa, D2 construiu a obra mais participativa de sua carreira, reunindo milhões de pessoas de todos os cantos do país em sua sala por meio de uma câmera conectada ao seu computador.

O primeiro ciclo foi concluído – a efervescência de ideias, a busca por uma compreensão mais profunda, a torrente de informações e os laços criados, no entanto, permaneceram. Somado a tudo isso, tem-se um despertar espiritual de um Marcelo que, com a perda recente de sua mãe, se torna o membro mais velho de sua família.

O desejo por conexão atinge, então, uma dualidade interessante: encurtar distâncias em um momento marcado por todos os tipos de ausência e resgatar os ensinamentos do passado a fim de ressignificar o futuro. É imerso neste contexto que Marcelo D2 convoca uma grande Roda Cultural virtual em que reúne arte popular, moda, cinema, artes plásticas, história, tecnologia e, claro, música para que o público possa participar efetivamente de todo o universo de ideias e de toda a pluralidade de referências e inspirações abarcadas na concepção de Assim tocam os meus tambores Volume 2.

Programação ao vivo contempla sessões de estúdio ao vivo, shows, DJ sets, entrevistas, bate-papos e mostra de cinema | A Roda Cultural marca o início do processo de feitura da obra em uma grande celebração à ancestralidade. Serão 10 dias com uma programação que contempla shows e DJ sets, entrevistas e bate-papos, mostras de cinema e as tradicionais sessões de estúdio ao vivo em que o artista compartilha com o público a produção do álbum.

Entre os convidados confirmados, temos os produtores musicais do álbum Kiko Dinucci, Mario Caldato Jr e Nave, além do engenheiro de som Pedro Garcia; Bia Ferreira, DJ Nuts, DJ Zegon e o rapper Sain (filho de D2), o historiador Luiz Antônio Simas, o jornalista e curador Leonel Kaz, a empresária Nicole Balestro, os artistas plásticos Bárbara Quintino e Diego Mouro, a cientista da computação Nina da Hora, os designers Pedro Andrade e Cocker Shoes, e DJ Tamenpi, que assume algumas das conversas no quadro Só Pedrada Musical.

A programação conta ainda com a exibição dos média-metragens Amar é para os fortes e Assim tocam os meus tambores, de Marcelo D2, Kbela (Yasmin Thainá), Skate pelas Sombras (Ronaldo Land) e do documentário Punk Molotov (João Carlos Rodrigues).

A Roda Cultural é inteiramente gratuita e pode ser acompanhada diariamente a partir das 14h no canal da Twitch do Marcelo D2: Twitch.tv/marcelod2.

Serviço:

Roda Cultural

Apresentação: Marcelo D2 e Luiza Machado

Datas: de 14 a 23 de maio

Horários: de 14h às 22h

Link: http://www.twitch.tv/marcelod2.

Editora FGV lança livro sobre o ensino de história nas universidades

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Em um momento de grandes transformações e crise na educação brasileira e de discussão do lugar da história e do papel dos historiadores, revisitar o percurso dos cursos de história pode trazer contribuições importantes. Esta é a proposta do livro Universidade e ensino de história, organizado pela historiadora Marieta de Moraes Ferreira e publicado pela FGV Editora.

A obra apresenta trabalhos com enfoque em diferentes conjunturas e regiões que pretendem estimular uma reflexão para o enfrentamento dos desafios na renovação da formação dos professores. Visa ainda levar o conhecimento histórico para um público mais amplo. O formato das licenciaturas e o papel do docente, tendo em vista a desvalorização da carreira e a pouca atratividade que o magistério oferece também é um ponto de reflexão.

Por outro lado, os licenciandos em geral se sentem pouco preparados para as tarefas que imaginam serem as suas no futuro: deslocar o que aprenderam na graduação para a complexa sala de aula de colégios, lidar com crianças e adolescentes e dialogar e se expressar diante desse público específico. Com isso, emergiram debates acerca da dicotomia bacharelado-licenciatura.

Este livro sobre o ensino de história nas universidades visa contribuir para o entendimento do percurso das graduações de história em diferentes universidades, em diferentes momentos e regiões. Busca também focalizar os embates produzidos no campo da historiografia e das memórias produzidas em torno de momentos fundadores dos respectivos cursos e seus professores.

Para marcar este lançamento, a organizadora da obra Marieta de Moraes Ferreira se encontrará em webnário para um bate-papo com as professoras Margarida Maria Dias de Oliveira, Mara Cristina de Matos Rodrigues e Aryana Lima Costa. As docentes também assinam artigos do livro junto a vários outros professores e professoras. O webnário será realizado no dia 18 de maio, às 18h, no canal da FGV no Youtube.

Universidade e ensino de história

Org.: Marieta de Moraes Ferreira

252 páginas

Impresso: R$52

Ebook: R$37

Bate-papo e lançamento do livro Universidade e ensino de história

Data: 18/5

Horário: 18h às 20h

Youtube FGV

Link de inscrição: http://evento.fgv.br/universidade_ensinodehistoria/.

Helô Ribeiro lança single de novo álbum com poemas de João Cabral de Melo Neto

São Paulo, por Kleber Patricio

Em seu novo álbum, a cantora, compositora e percussionista corporal Helô Ribeiro se debruçou sobre a obra de João Cabral de Melo Neto (1920-1999) e musicou dez de seus poemas, que agora compõem A Paisagem Zero, que sai pelo Selo SESC. Uma comunhão entre música e literatura, o trabalho completo chega às plataformas de streaming no próximo mês, mas desde 12 de maio já é possível conferir a faixa O Rio, também disponível no SESC Digital. O single tem a participação do Barbatuques, grupo de percussão corporal do qual Helô é integrante desde sua criação, em 1995, e o clipe da canção será lançado no mesmo dia, no canal do Selo SESC no YouTube.

Nessa releitura da obra do poeta pernambucano, celebrado em 2020 pelo seu centenário de nascimento, a compositora transformou poemas consagrados em canções contemporâneas, com toques “de balada, rock e pop”, nas palavras do músico e pesquisador Luiz Tatit. Faz, assim, uma fusão entre o Nordeste de João Cabral e o cenário paulistano do qual Helô faz parte.

No álbum, o som das guitarras elétricas, teclados e efeitos eletrônicos reverberam e se fundem aos instrumentos tradicionais de orquestra, como cordas e metais, em uma estética múltipla e fragmentada. As faixas procuram lançar os poemas para além do universo acadêmico e borram a fronteira entre o culto e o popular.

Foto: Claus Lehmann.

O Rio conta com participação do Barbatuques nas vozes de Mairah Rocha, Lu Horta, Luciana Cestari, Taís Balieiro e Helô Ribeiro; João Simão e Taís Balieiro na percussão corporal; Bruno Buarque no beat box; Zé Nigro no baixo e programação; Dustan Gallas no violão de aço e guitarra; e o arranjo de Helô Ribeiro, Zé Nigro, Dustan Gallas e Thomas Harres. A produção musical é de Zé Nigro.

Helô Ribeiro é uma cantora e compositora paulistana. Integra o grupo Barbatuques desde a sua primeira formação, em 1995, com o qual se apresenta e ministra workshops regularmente no Brasil e no exterior. Também faz parte do grupo Sons e Furyas, com o escritor André Sant’Anna e a compositora Vanessa Bumagny, projeto músico-literário nascido no Teatro dos Satyros, na Praça Roosevelt. É formada em Letras pela FFLCH-USP, onde estudou com José Miguel Wisnik e Luiz Tatit e, desde então, busca explorar a intersecção entre música e literatura em seu trabalho. Já tem um disco solo autoral lançado em 2010, o Espaço Invade.

Ficha técnica

O Rio

Poema musicado por Helô Ribeiro e participação do grupo Barbatuques

Serviço:

Selo SESC lança o single O Rio, de Helô Ribeiro

No SESC Digital e nas demais plataformas de streaming a partir de 12 de maio

Selo SESC nas redes:

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Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social promove 15º Bunka Matsuri

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Rémi Bertogliati/Unsplash.

A Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social (Bunkyo) promove de 13 a 23 de maio o 15º Bunka Matsuri – Festa da Cultura Japonesa. A comissão organizadora, formada por cerca de 40 voluntários, está se reunindo desde o começo do ano para preparar uma edição especial, estruturada em diversos eventos e atrações, desenvolvidas com o objetivo de promover uma interação direta com o público. O tema principal do evento será A Harmonia que nos Conecta. “A nossa expectativa para o Bunka Matsuri é bastante otimista, teremos um evento com muitas novidades e devido ao agravamento da pandemia, com algumas adaptações para atender este momento. Estamos trabalhando bastante, as engrenagens estão se encaixando, e será um evento lindo com experiências de contato com a cultura japonesa e atividades para toda família”, revela o coordenador geral do evento, Takayuki Kato.

Confira os destaques da programação:

Experiências Online | Leve o Bunka Matsuri para a sua casa – são 4 tipos de experiências online que podem ser adquiridas antecipadamente. Já foram realizadas as experiências Kodomo (Crianças) e Artesanato. Ainda há vagas para os kits Wagashi (doces tradicionais japoneses) e Anibento (obentô – marmita tradicional japonesa, com tema do animê Meu Amigo Totoro)

Datas:

15/5, 16h – Wagashi

16/5, 10h – Anibento

http://bunkyo.org.br/bunkamatsuri/experiencias-online/.

Bunka Experience | Uma imersão nas tradições da cultura japonesa, com uma experiência presencial única no Pavilhão Japonês, seguindo as orientações sanitárias. As atividades incluem conhecer o Pavilhão Japonês no Parque do Ibirapuera e fazer uma visita guiada; participar de uma cerimônia do chá tradicional e conhecer os princípios e valores do Chadô (cerimônia do chá); conhecer a história e curiosidades sobre kimonos por meio de exposição e palestra e participar de uma oficina para fazer o próprio wagashi (doce tradicional japonês) e entender sua importância dentro da cultura japonesa.

Data: 16/5, 08h30 e 13h

Local: Pavilhão Japonês

http://bunkyo.org.br/bunkamatsuri/bunka-experience.

Delivery | Uma das principais novidades é que o evento terá delivery de pratos da culinária japonesa. Os restaurantes parceiros do Bunka Matsuri vão preparar pratos deliciosos, como o obentô (marmita tradicional japonesa) e o yakisoba, que o público receberá em casa de 13 a 23 de maio. Além de São Paulo/SP, haverá restaurantes atendendo em Porto Alegre/RS, Goiânia/GO, Brasília/DF e Campo Grande/MS.

Datas: 13/5 a 23/5

http://bunkyo.org.br/bunkamatsuri/delivery.

Live Bunka Kids | Uma live diferente, toda voltada para o público infantil, em parceria com a escola Heisei, com a temática da cultura japonesa para os pequenos, trazendo kamishibai (teatro de papel), culinária japonesa, soroban (ábaco) e dança.

Data: 23 de maio, 14h30

Canal: www.youtube.com/bunkyodigital.

Live Bunka Matsuri | Dois dias de Live sobre a cultura japonesa, para acompanhar no conforto da sua casa e curtir com toda a família, com os temas Gastronomia (izakaya – botecos japoneses e yogashi – doces japoneses), Mundo Pop (com dubladores e tradutores) e atrações artísticas (música e dança).

Datas: 22 e 23 de maio, 17h

Canal: www.youtube.com/bunkyodigital.

Histórico | Conhecido como “A Festa da Cultura Japonesa”, até 2019 o Bunka Matsuri ocupava todo o amplo espaço do Bunkyo (Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social), no bairro da Liberdade, em São Paulo/SP. Os participantes podiam experimentar sabores, vivenciar atividades práticas, acompanhar as apresentações culturais e aprender sobre a história e significados da cultura. Com público estimado em 20 mil pessoas, a programação envolvia toda a família. Em 2020, devido à pandemia, foi realizado o Bunka Matsuri #emcasa, o primeiro matsuri online do Brasil. Em 2021 chegamos à 15ª edição do evento, em um formato inovador e totalmente adaptado para a situação atual.

Serviço:

15º Bunka Matsuri – A Festa da Cultura Japonesa

Tema: A Harmonia que nos Conecta

Programação online e presencial no mês de maio

www.bunkamatsuri.org.br

www.youtube.com/bunkyodigital

www.instagram.com/festivalbunkamatsuri

www.facebook.com/festivalbunkamatsuri.

Realização: Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social

Patrocínio: Fundação Kunito Miyasaka, Café Fazenda Aliança, Kei Arte e Kikkoman Brasil.

Apoio: Jornal Nippak/Nikkey Shinbum, Revista Mundo OK, Yomitai, Alfa Alimentos,

Comissão de Jovens do Bunkyo e JCI Brasil-Japão.