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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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No Dia Mundial do Oceano, mulheres cientistas ainda estão longe da equidade

Brasil, por Kleber Patricio

Vida marinha é tema central da ciência oceânica, mas as mulheres seguem sub-representadas na produção científica. Foto: Pexels.

Por Germana Barata e Washington Segundo — Neste Dia Mundial do Oceano (8), ainda não há o que comemorar quando se trata da equidade de mulheres cientistas. A Década do Oceano chega à metade em 2025, e a primeira avaliação sobre a contribuição de mulheres na produção científica sobre o oceano no Brasil não é nada animadora.

Por meio da rede Ressoa Oceano em parceria com o Instituto Brasileiro de Informação de Ciência e Tecnologia (Ibict) avaliamos 1,3 milhão de artigos, de 2018 a 2024, com ao menos uma autoria brasileira, disponíveis no banco de dados OpenAlex, um dos mais representativos bancos de publicações científicas do mundo. Desse total, 4,6% estão relacionados ao oceano.

A partir desse vasto universo de publicações, selecionamos 31 tópicos categorizados no OpenAlex relacionados ao oceano e identificamos a autoria de especialistas homens e mulheres, a partir do primeiro nome, além de sua posição de liderança na autoria e o tipo de acesso do artigo.

O levantamento mostra que as mulheres estão próximas de atingir a equidade na produção científica quando consideramos todas as áreas do conhecimento, com 46% de participação contra 48% de homens. Porém, quando se trata do oceano, elas ainda são minoria: 38% contra 57%. O percentual residual corresponde a artigos em que não foi possível definir o gênero pelo primeiro nome.

E as perspectivas futuras não são animadoras, já que os valores têm se mantido estáveis desde 2018, sem perspectivas de mudanças para as mulheres que investigam o oceano. O mais impressionante é que os dados do Censo do Ensino Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (Inep), realizado entre 2009 e 2022, informam que mais de 56% de estudantes de graduação em oceanografia são mulheres – 60,9% no mestrado e 52,2% no doutorado. Portanto, elas são maioria na área mais diretamente ligada ao oceano, a oceanografia.

Além disso, identifica-se no estudo realizado que há um claro crescimento do número de coautores por publicação.  O que isso quer dizer? Que, apesar da produção científica ter diminuído mundialmente, principalmente com a pandemia da Covid-19, como algumas análises reforçam (vide a realizada em 2023 pela Agência Bori com a editora científica Elsevier), a colaboração de cientistas do Brasil cresceu, saindo da média de 4 autores por artigo em 2018 para chegar ao valor médio de 6 coautores por artigo em 2024.

A colaboração pode ser uma alternativa aos impactos negativos provocados pela diminuição de recursos para a ciência combinada ao aumento nos custos de publicação, que podem variar de US$ 2.000 a US$ 3.400, e chegar a chocantes US$ 12.000! Esses efeitos, se não mitigados, poderão seguir impactando as mulheres cientistas, e suas representações de liderança na pesquisa.

Esse é o primeiro levantamento de uma série anual que visa monitorar a produção científica sobre o oceano ao longo da década do Oceano, uma iniciativa da Unesco para melhorar as condições de degradação da saúde do oceano até 2030.

Até aqui, os dados mostram que será preciso grandes investimentos das agências de fomento e instituições de pesquisa voltadas para o oceano. Apesar de ocupar pouco mais de 70% da superfície do planeta, o oceano recebe apenas 1,7% dos recursos para a ciência. E, neste dia, lembramos que o oceano é absolutamente essencial para a vida neste planeta azul, como pede a comunidade científica. Acrescenta-se o fato de que hoje se inaugura o Congresso do Oceano das Nações Unidas, na cidade litorânea francesa de Nice, quando negociações serão acordadas pelos países membros, incluindo o Brasil.

Políticas científicas precisam ser desenhadas e executadas para que as mulheres cientistas que se dedicam a desvendar o oceano possam comemorar, em 2030, a equidade de gênero.

Sobre os autores:

Germana Barata é pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp e coordena a rede de comunicação sobre o oceano Ressoa Oceano, que produz e compartilha conteúdos sobre oceano, além de analisar dados relacionados à produção científica e a cobertura jornalística sobre o oceano.

Washington Segundo é coordenador-geral de informação científica e técnica do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) e lidera projetos voltados à Ciência Aberta, repositórios digitais, interoperabilidade de sistemas e gestão de dados científicos.

Os artigos de opinião publicados não refletem, necessariamente, a opinião da Agência Bori ou do site Kleber Patricio Online.

(Fonte: Agência Bori)

No Sesc Santana: sabores da Paulistânia são celebrados em vivência gastronômica

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

Nos dias 14 e 15, o Sesc Santana promove uma vivência que convida o público a explorar a riqueza da cultura alimentar caipira por meio de um passeio sensorial e afetivo pelos sabores da Paulistânia — região histórico-cultural que abrange o estado de São Paulo e áreas do Sudeste e Sul do Brasil.

Conduzida por Úrsula Ferro, pesquisadora da alimentação tradicional e idealizadora da Ayá Comidas Nativas, a atividade reúne histórias, objetos, causos e, claro, muita comida. Durante o encontro, serão preparados e degustados pratos típicos da culinária caipira, todos com base no milho — ingrediente central dessa tradição — e outros produtos vegetais.

A proposta valoriza o uso de alimentos regionais, ao mesmo tempo em que apresenta uma abordagem contemporânea, com receitas exclusivamente vegetais que ampliam o repertório gastronômico e nutricional dos participantes. Mais do que cozinhar, o encontro é um convite à prosa e à escuta das memórias que fazem parte do jeito caipira de viver e comer.

Serviço: 

Datas dos eventos: 14/6 | sábado | 12h30 — 15/6 | domingo | 12h30

Classificação livre. A partir de 12 anos. Gratuito – Entrega de senhas no local com 30 minutos de antecedência

Endereço: Sesc Santana – Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Jd. São Paulo.

Local: 30 lugares – Espaço de Tecnologia e Artes (ETA)

Duração: 180 minutos.

Acesso para pessoas com deficiência – estacionamento.

Estacionamento – R$ 17,00 a primeira hora e R$ 4,00 a hora adicional – desconto para credenciados.

Paraciclo: gratuito (obs.: é necessário a utilização de trava de segurança). 19 vagas.

Para informações sobre outras programações, acesse o portal Sesc SP.

(Com Leandro Pereira/Sesc SP)

Habermas explora tensão entre naturalismo e religião

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro.

A oposição entre naturalismo e religião tem sido um tema central nas discussões filosóficas e sociais. Em Entre naturalismo e religião, lançamento pela Editora Unesp, o filósofo alemão Jürgen Habermas oferece uma análise profunda das implicações epistemológicas e políticas desse confronto, examinando modernidade, pluralismo e as exigências das sociedades pós-seculares. A tradução é de Antonio Segatto e Rúrion Melo.

No primeiro eixo, Habermas explora as condições pós-metafísicas de uma razão destranscendentalizada, discutindo como a filosofia contemporânea deve abordar a normatividade intrínseca às formas de vida socioculturais. Ele conecta o desenvolvimento histórico-natural da humanidade com as demandas práticas da razão, destacando a importância da comunicação na formação do conhecimento por meio da relação entre linguagem, objetividade e intersubjetividade.

O segundo eixo examina os desafios que as teorias normativas do Estado de direito enfrentam diante do pluralismo religioso e ideológico. Habermas analisa como manter a solidariedade cívica em sociedades contemporâneas, preservando os valores constitutivos de suas visões de mundo. Ele enfatiza a necessidade de uma esfera pública onde crentes e não crentes interajam de forma igualitária, contribuindo para a formação democrática da vontade coletiva.

No terceiro eixo, o foco está no pensamento pós-metafísico em relação ao naturalismo e à religião, abordando as dicotomias entre liberdade e determinismo, fé e saber, razão e natureza. Habermas defende que a filosofia pode mediar um diálogo produtivo entre religião e racionalidade, especialmente em sociedades pós-seculares, e critica o naturalismo forte por suas visões reducionistas, sugerindo que ele deve ser repensado.

O quarto eixo conecta o controle estatal do pluralismo à ambiguidade da tolerância religiosa, refletindo sobre as condições para uma convivência pacífica em uma sociedade globalizada. Habermas argumenta que a secularização parcial pode ser reformulada por uma teoria que respeite tanto os limites filosóficos quanto as exigências políticas contemporâneas.

Habermas observa que a oposição entre naturalismo e religião esconde uma “cumplicidade secreta” em que ambas as partes, sem autorreflexão, podem ameaçar a coesão política por conta da polarização. Ele ressalta que a cidadania liberal exige uma reflexão sobre os limites tanto da fé quanto do saber, essencial para manter o common sense mesmo nas democracias mais antigas.

Sobre o autor | Um dos mais importantes filósofos da atualidade, Jürgen Habermas, nascido na Alemanha em 1929, criou uma nova visão sobre as relações entre linguagem e sociedade. Foi professor de Filosofia da Universidade de Heidelberg e da New York School for Social Research, além de codiretor do Instituto Max Plank para a Investigação das Condições de Vida do Mundo Técnico-Científico, em Starnberg. A Editora Unesp tem diversas obras de sua autoria publicadas na Coleção Habermas.

Título: Entre naturalismo e religião: Ensaios filosóficos

Autor: Jürgen Habermas

Tradução: Antonio Ianni Segatto, Rúrion Melo

Número de páginas: 551

Formato: 13,7x 21 cm

Preço: R$ 138

ISBN: 978-65-5711-225-0

Mais informações sobre a Editora Unesp estão disponíveis no site oficial.

(Com Diego Moura/Pluricom Comunicação Integrada)

IMS lança curta-metragem sobre arquivo de Dalton Trevisan (1925-2024), com registro raro do escritor

São Paulo, por Kleber Patricio

Frame do curta-metragem sobre o arquivo de Dalton Trevisan. Crédito: Instituto Moreira Salles.

No dia 13 de junho (sexta-feira), o Instituto Moreira Salles lança um curta-metragem sobre o escritor Dalton Trevisan (1925–2024), em celebração ao centenário do autor paranaense, completado no dia seguinte (14/6). O curta-metragem, que estará disponível no canal de YouTube do IMS, gira em torno do arquivo de Trevisan, doado ao IMS em 2024. Filmado na residência do autor em Curitiba, o filme traz uma raridade: um breve registro de Trevisan, conhecido pelas poucas aparições públicas, trabalhando em frente ao seu computador, aos 99 anos.

Com cerca de 10 minutos, o curta é narrado por sua agente literária e amiga Fabiana Faversani, que mostra materiais do arquivo do escritor, naquele momento armazenados no apartamento onde ele morava. São livros, fotografias, correspondências, recortes de jornais e diários, entre outros itens. Segundo Faversani, Trevisan doou seu arquivo ao IMS “por ter plena ciência da importância de o material estar disponível para pesquisa e provocar uma série de novas discussões sobre a obra”. 

O filme dialoga com uma série de iniciativas realizadas em celebração ao centenário do escritor. A editora Todavia, por exemplo, que representa o autor desde 2024, publicará os primeiros seis de um conjunto de 37 livros de Trevisan, mais uma antologia inédita organizada por Caetano W. Galindo e Felipe Hirsch. As demais obras ganharão novas edições ao longo dos anos.

Sobre o arquivo

Doado pelo escritor ao IMS em 2024, o arquivo de Dalton Trevisan inclui cadernetas, diários, fotografias, cartas, recortes de jornais e livros. A doação concluiu um ato iniciado em outubro de 2020, quando o IMS recebeu do autor a extensa correspondência trocada com Otto Lara Resende (1922–1992).

Entre os destaques, estão pastas com recortes de jornais e revistas, incluindo desde crônicas suas publicadas na imprensa, grande quantidade de resenhas e reportagens sobre seus livros, como também material reunido por temas específicos: crimes, cinema, Star Trek, saga da qual era fã, e escândalos políticos, entre outros. O arquivo traz ainda dezenas de gravuras e ilustrações de Poty Lazzarotto (1924–1998), amigo desde a juventude e ilustrador de suas obras, e correspondências trocadas com nomes como Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade e Pedro Nava.

Com a chegada ao IMS, o arquivo de Trevisan passará por etapas de conservação, catalogação e digitalização, para então começar a ser disponibilizado para pesquisas, de modo que o público tenha acesso ao material.

Sobre o autor

Dalton Trevisan nasceu em Curitiba em 14 de junho de 1925 e faleceu no dia 9 de dezembro de 2024, aos 99 anos. Formou-se em direito pela Universidade Federal do Paraná e chegou a exercer a advocacia durante alguns anos, tendo atuado também como crítico de cinema e repórter policial. Em 1946, aos 21 anos, com amigos como Erasmo Pilotto e Poty Lazzarotto, criou a revista literária Joaquim, da qual era editor e onde publicou seus primeiros contos.

Seu primeiro livro, Novelas nada exemplares, o tornou nacionalmente conhecido – a reunião de contos ganhou o Prêmio Jabuti, primeiro dos quatro que colecionou ao longo da carreira, consagrada ainda com os prêmios Ministério da Cultura de Literatura (1996), Portugal Telecom de Literatura Brasileira, atual Oceanos, dividido com Bernardo Carvalho (2003), Camões (2012) e Machado de Assis, da ABL (2012).

Entre seus livros, destacam-se ainda Cemitério de elefantes (1964), O vampiro de Curitiba (1965), do qual herdou a alcunha Vampiro de Curitiba, Contos eróticos (1984), A guerra conjugal (1975), Macho não ganha flor (2006) e o único romance, A polaquinha (2013). A partir deste ano, sua obra completa será relançada pela editora Todavia.

Ficha técnica do curta-metragem

Direção e montagem: Matheus Balbino

Assistente de direção: Matheus Nogueira

Operação de câmera: Matheus Balbino, Matheus Nogueira

Color grading: João Felipe Moreira

Pesquisa literária e roteiro e narração: Fabiana Faversani

Acessibilidade: AHU – Acessibilidade Humanista Ltda.

(Com Mariana Tessitore/Assessoria de imprensa IMS)

Em comemoração aos seus 35 anos, Orquestra Experimental de Repertório realiza concerto especial de aniversário

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Rafael Salvador.

Em comemoração de seu 35º aniversário, dia 15, domingo, às 11h, a Orquestra Experimental de Repertório apresenta um concerto especial na Sala de Espetáculos do Theatro Municipal de São Paulo. Com regência de Wagner Polistchuk, o repertório terá abertura Experimental, de Nelson Ayres, e Sinfonia nº 5, de Gustav Mahler. Os ingressos custam de R$35, a classificação é livre e a duração de 70 minutos, sem intervalo.

Fundada em 1990, a partir de uma proposta apresentada pelo maestro Jamil Maluf, a Orquestra Experimental de Repertório (OER) foi inspirada pelo projeto da Chicago Civic Orchestra adaptado às realidades brasileiras. Com foco na última etapa da profissionalização dos instrumentistas, o propósito é que, com essa vivência, os integrantes sigam para grandes orquestras e abra portas para experiências internacionais.

Em três décadas muitas coisas mudaram, segundo o coordenador artístico, Pedro Pernambuco, não apenas na jovem orquestra, como no mundo, e as adaptações foram necessárias para acolher e se adaptar às realidades dos músicos. “O mundo mudou, e na OER não é diferente, ela teve que se adaptar aos novos tempos: mudar dia e horário de ensaios para atender melhor aos bolsistas que fazem faculdade. As oportunidades hoje são maiores do que há 35 anos, hoje está mais fácil se comunicar com outras instituições, prestar provas para estudar em outros países e buscar outras orquestras.” 

“Os objetivos da OER se mantêm, como a formação de profissionais, a difusão da música sinfônica através de um repertório variado e a formação de público para música de concerto. Sem dúvida a vida de cada músico que passou pela orquestra mudou, muitos seguiram seu caminho em grandes orquestras no Brasil e fora dele e em conservatórios renomados”, acrescenta Pernambuco.

Em seus anos de trajetória, diversos nomes já estiveram à frente da orquestra, como Carlos Eduardo Moreno, em 2014, Jamil Maluf em 2017, e Guilherme Rocha em 2023, como maestro e diretor musical. Os principais objetivos da OER são a formação de profissionais e a difusão de um repertório abrangente, diversificado e capaz de mostrar o extenso alcance da arte sinfônica, além de estimular a formação de novas plateias. A Orquestra Experimental é reconhecida por diversos prêmios, entre eles, o Prêmio Carlos Gomes, na categoria Destaque de Música Erudita.

Três décadas de história em concerto

Atualmente a OER está sob regência de Wagner Polistchuk. O trombonista iniciou seus estudos musicais na Banda Municipal Infanto-Juvenil de Rudge Ramos, em São Bernardo do Campo, sob orientação de Romilson Curvelo. Para celebrar essa ocasião especial, o maestro Wagner Polistchuk, que é titular desde abril de 2024, explica como ocorreu a seleção de repertório: “Para este concerto de 35 anos decidimos consultar os próprios músicos da orquestra para definirmos um programa. A pergunta foi: Qual sinfonia de Mahler os músicos gostariam de tocar? E a dramática e ousada 5ª Sinfonia de Mahler foi massivamente escolhida.”  

E baseado em um dos pilares da orquestra de valorizar composições nacionais e sua raiz experimental, o programa trará também uma obra de Nelson Ayres, produtor musical, arranjador e instrumentista brasileiro. O maestro da jovem orquestra reforça a importância de “ensinar que o repertório vai além do clássico europeu e apresentar músicas contemporâneas de diversas origens e nacionalidades. Então para este programa não poderíamos deixar faltar alguma obra brasileira, que tivesse uma relação ainda mais direta com a OER, e a abertura Experimental do paulista Nelson Ayres.” 

O regente reforça a importância da Experimental na formação de novos talentos: “São centenas de instrumentistas espalhados pelo Brasil que passaram pelas estantes da Orquestra Experimental de Repertório. E todos eles, com certeza, incorporaram ensinamentos que definiram suas carreiras”, finaliza Polistchuk.

Serviço:

15 jun, domingo, 11h

Sala de Espetáculos – Theatro Municipal de São Paulo

Orquestra Experimental de Repertório

Programa

NELSON AYRES

Abertura “Experimental” (7’35)

GUSTAV MAHLER

Sinfonia nº 5 (68’)*

*Editor original Edition Peters, Leipzig.

Representante exclusivo Barry Editorial

Ingressos R$35,00 (inteira)

Classificação livre para todos os públicos – Sem conteúdos potencialmente prejudiciais para qualquer faixa etária.

Duração aproximadamente 70 minutos (sem intervalo)

Mais informações disponíveis no site.

(Com Letícia Santos/Assessoria de imprensa do Theatro Municipal)