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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Países-ilha pedem ‘mutirão’ para salvar o oceano

Nice, França, por Kleber Patricio

Atol Alif Alif, Maldivas. Para nações insulares, o oceano é mais do que fonte de alimento e renda — é também paisagem sagrada, identidade cultural e beleza natural que atrai visitantes de todo o mundo. Foto: Secret Travel Guide/Unsplash.

Com praias de areias brancas, recifes coloridos e culturas profundamente conectadas ao mar, os pequenos Estados insulares não são apenas destinos paradisíacos. Eles estão na linha de frente da crise climática — e pedem que o mundo retribua sua beleza com solidariedade. Por isso, a Aliança dos Pequenos Estados Insulares (AOSIS), invoca o conceito brasileiro de mutirão, adotado pela presidência da COP30, para cobrar ações climáticas que priorizem a proteção dos oceanos.

O chamado foi feito durante a Terceira Conferência das Nações Unidas sobre os Oceanos (UNOC3), que está sendo realizada esta semana em Nice, na França. “O oceano sustenta nossas economias, molda nossas culturas e alimenta nossas comunidades. Como guardiões de quase 30% de sua vasta extensão, abraçamos tanto um profundo privilégio quanto uma responsabilidade solene — um dever compartilhado por todas as nações que veem o mar como parte de sua herança e de seu futuro”, afirmou o presidente Surangel Whipps Jr., de Palau, atual presidente da Aliança dos Pequenos Estados Insulares (AOSIS). “No espírito do mutirão, estamos comprometidos a fazer nossa parte. Mas os outros estão igualmente comprometidos a fazer a deles?”, acrescentou.

Em coletiva realizada nesta terça (10) em Nice, a presidenta das Ilhas Marshall, Hilda Heine, enfatizou que a mudança climática é a maior ameaça à segurança nacional dos países-ilha. “Devemos lembrar: não há ação climática sem ação oceânica. O oceano está arcando com as maiores consequências do nosso fracasso em enfrentar a mudança do clima e em abandonar os combustíveis fósseis. Não podemos correr o risco de comprometer a capacidade do oceano de absorver carbono”, afirmou Heine.

A presidenta das Ilhas Marshall cobrou a França a impulsionar os demais países ricos: “Pedi ao presidente Macron que leve a União Europeia a adotar uma meta de 95% [de redução de gases] em sua Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC). Isso é fundamental para garantir um futuro seguro. As NDCs precisam focar não em compensações, mas em reduções domésticas. Também solicitamos que Macron seja um defensor das Ilhas do Pacífico na UE, no G20 e no G7. Espero que ele conduza esses grupos rumo a uma maior ambição climática.”

O apelo dos países-ilha chega em um momento crucial. Dez anos após a assinatura do Acordo de Paris, as nações insulares continuam a arcar com as consequências da lentidão global em agir. À medida que os países preparam sua próxima rodada de compromissos climáticos (as Contribuições Nacionalmente Determinadas, ou NDCs), a AOSIS está pedindo à comunidade internacional que coloque o oceano no centro desta década decisiva para o clima.

“Instamos todas as nações — especialmente as grandes economias — a se alinharem à meta de 1,5°C por meio da submissão de planos climáticos nacionais reforçados e baseados na ciência no caminho para a COP30. Esses planos são essenciais para proteger a saúde dos oceanos, fortalecer a resiliência e investir em tecnologias limpas que possam impulsionar a economia oceânica.”

A ameaça do plástico

A mobilização também ecoou entre defensores do turismo sustentável e da economia azul reunidos em Nice, que veem nas águas cristalinas dessas ilhas não só um atrativo natural, mas um ativo ameaçado pela poluição plástica. E a mobilização deu resultado – mais de 90 países já assinaram na tarde desta terça (10) a “Declaração de Nice por um Tratado Ambicioso sobre Poluição Plástica”, que terá uma rodada final de negociações em Genebra, de 5 a 14 de agosto de 2025.

Derivados de combustíveis fósseis, os plásticos são difíceis de reciclar e se converteram em uma das principais fontes de poluição marinha em todo o mundo. A Declaração de Nice apresenta os elementos essenciais de um acordo à altura da crise da poluição plástica. Ela destaca a necessidade de enfrentar o problema ao longo de todo o ciclo de vida do plástico, incluindo limites à produção e proibições de substâncias químicas perigosas. Esses pontos centrais foram justamente o foco do impasse em Busan, na Coréia do Sul, em dezembro passado, quando países petroleiros bloquearam avanços ao tentar restringir o alcance do tratado.

Sobre a UNOC3

A Terceira Conferência das Nações Unidas sobre os Oceanos (UNOC3), coorganizada por França e Costa Rica, ocorre de 9 a 13 de junho de 2025 e tem como objetivo acelerar a ação global em torno do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14 (ODS14): conservar e usar de forma sustentável o oceano, os mares e os recursos marinhos. Realizada às vésperas da COP30, a UNOC3 acontece em um momento decisivo, à medida que os países preparam sua próxima rodada de compromissos climáticos (NDCs), com crescente impulso para integrar soluções baseadas no oceano à ação climática global.

Sobre a AOSIS

Desde 1990, a Aliança dos Pequenos Estados Insulares (AOSIS) representa os interesses de 39 pequenos Estados insulares e países em desenvolvimento com zonas costeiras baixas nas negociações internacionais sobre mudança do clima, desenvolvimento sustentável e oceanos. Como voz dos mais vulneráveis, a AOSIS é essencial para garantir que o mandato das Nações Unidas de “não deixar ninguém para trás” seja cumprido. No cenário internacional, a AOSIS costuma ter uma atuação muito além de seu tamanho, negociando compromissos globais históricos para a redução de emissões de gases de efeito estufa, entre outras conquistas.

(Com Marie-France Watson/Aosis)

Orquestra Rock apresenta tributo ao Queen em Campinas em prol do Centro Boldrini

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: Andrea de Lima.

Esse show promete ser histórico para quem gosta do bom e velho rock ‘n’ roll. No próximo dia 5 de julho, a partir das 20h, Campinas recebe a Orquestra Rock tocando os grandes clássicos de Fred Mercury e companhia em um imperdível Tributo ao Queen com vocal e todo carisma do cantor Guga Costa. Uma noite para relembrar os grandes sucessos como “Bohemian Rhapsody”, “We Will Rock You”, “Under Pressure”, “Radio Ga Ga”, “We are the Champions”, “Love of my Life”, “Crazy Litlle Thing Called Love”, “I Want to Break Free” e muito mais.

O evento será realizado na Expo Dom Pedro e terá toda renda revertida para o Centro Infantil Boldrini, referência mundial no tratamento de câncer infantil e doenças do sangue. Os ingressos custam a partir de R$ 35,00 e a apresentação contará com intérprete de libras. Menores de 18 anos entram somente acompanhados de responsáveis.

A iniciativa do evento é da produtora Articular de projetos culturais, por meio do Programa de Ação Cultural – ProAC/ICMS e do Selo Arte do Bem, projeto sociocultural que procura popularizar a música instrumental e, ao mesmo tempo, ajudar instituições sólidas que atuam no terceiro setor. Patrocínio da empresa DHL.

Orquestra Rock

A pergunta que sempre aparece quando é anunciado um show da Orquestra Rock é: mas é rock ou música clássica? E a resposta é simples, os dois. Um espetáculo vibrante que junta o bom e velho rock n’ roll, com releituras de clássicos em versões instrumentais de bandas como Led Zeppelin, Pink Floyd, Nirvana, Iron Maiden, Queen e AC/DC, além de grandes nomes da música brasileira como Titãs, Paralamas do Sucesso, Lulu Santos, Skank e Jota Quest.

Há mais de uma década na estrada, a Orquestra Rock é formada por 36 músicos de formação clássica e regidos pelo irreverente maestro búlgaro Martin Lazarov.  Mas essa história começou em 2013, em Campinas, interior do Estado de São Paulo, como parte do projeto Arte do Bem. Uma iniciativa que nasceu com o objetivo de democratizar o acesso à música instrumental de qualidade e ampliar o alcance da cultura por meio de apresentações impactantes e ações sociais.

Ernesto Brisolla Manzur, diretor da produtora Articular, que agencia a Orquestra Rock e também é um dos criadores do projeto Arte do Bem, lembra que a maioria das apresentações durante essa trajetória arrecadou fundos significativos para dezenas de instituições beneficentes. “Foram shows emocionantes, muitas vezes acompanhados de um grande nome da música brasileira como Frejat, Titãs, Os Paralamas do Sucesso, CPM 22, Dinho Ouro Preto e muitos outros artistas, que também se encantaram em dividir o palco com a orquestra”, afirma.

Além das apresentações em grandes casas de shows, a Orquestra Rock realiza concertos gratuitos em espaços públicos, além de eventos em cidades do interior paulista, sempre com foco em ações sociais, arrecadando alimentos, promovendo inclusão cultural e conectando novas plateias à música instrumental.

Serviço:

Orquestra Rock Tributo ao Queen

Local: Expo Dom Pedro – avenida Guilherme Campos, 500, Bloco II, Jardim Santa Genebra, Campinas.

Data: 5/7 – sábado

Horário: a partir das 20h

Ingressos: a partir de R$ 35,00 (meia-entrada) + taxas. Para comprar, acesse www.ingressosdobem.com.br.

(Com Mayra Barreto/Dora Press)

Cinco coisas que você precisa saber antes de visitar os Lençóis Maranhenses

Maranhão, por Kleber Patricio

Alta temporada, quando as lagoas estão cheias e o clima é predominantemente ensolarado, vai de junho a agosto. Fotos: Divulgação/Civitatis.

Os Lençóis Maranhenses são um dos tesouros naturais mais impressionantes do Brasil. Um céu intensamente azul cobre dunas de areia branca esculpidas pelo vento, intercaladas por lagoas cristalinas que transformam a paisagem em um cenário quase surreal — único no mundo.

Mas para viver essa experiência em sua plenitude, é fundamental escolher a época certa. A alta temporada, quando as lagoas estão cheias e o clima é predominantemente ensolarado, vai de junho a agosto. Para quem pretende visitar o novo Patrimônio Natural da Humanidade reconhecido pela Unesco em 2024, a Civitatis, plataforma líder em venda de passeios e experiências no mundo todo, reuniu cinco dicas essenciais para planejar essa viagem inesquecível:

1 – Faça uma parada estratégica em São Luís

Para quem sai das regiões Sul e Sudeste, o trajeto até os Lençóis pode ser cansativo. Primeiro, é necessário um voo até São Luís, seguido por um transfer terrestre de cerca de 4 horas até uma das cidades-base do parque, como Barreirinhas ou Santo Amaro do Maranhão. A dica é pernoitar em São Luís na ida e/ou na volta para evitar o desgaste de combinar voo e estrada no mesmo dia. Além disso, vale a pena explorar a capital maranhense, especialmente durante as festas juninas, quando o Centro Histórico ganha ainda mais charme e cores.

2 – Barreirinhas é a maior cidade, mas também a mais distante

O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses pode ser acessado a partir de três locais: Barreirinhas, Santo Amaro do Maranhão e o vilarejo rústico de Atins. Barreirinhas é a maior cidade e oferece melhor infraestrutura de hospedagem, comércio e serviços, mas também é a mais distante das lagoas. Em média, o trajeto até o parque dura cerca de uma hora em veículos 4×4, por estradas de terra esburacadas, e você muito provavelmente estará sentado em um banco na traseira aberta. Já a partir de Santo Amaro, esse deslocamento é mais curto e tranquilo — cerca de 20 a 30 minutos. Vale considerar esses fatores ao escolher onde se hospedar.

3 – Os Lençóis são incríveis, mas há muito mais a explorar

As dunas e lagoas são, sem dúvida, o ponto alto da viagem, e vale a pena fazer pelo menos 2 ou 3 passeios para conhecer diferentes áreas do parque. Afinal, as lagoas variam entre si e cada passeio revela paisagens únicas. Mas não se limite às lagoas, diversifique seu roteiro e faça outras opções de passeio, como a flutuação no rio Formiga, o passeio noturno para observar o plâncton brilhante, ou a famosa lancha pelo rio Preguiças. Assim, você desfruta mais do que a natureza abundante da região tem a oferecer.

4 – Escolha com atenção as empresas de passeio e transfer

Esta é uma viagem em que o viajante obrigatoriamente terá que contratar prestadores de serviço como transfers, trajetos de lancha (para ir de Barreirinhas para Atins, por exemplo), entre outros. O parque tem acesso controlado e todos os passeios e deslocamentos precisam ser feitos com empresas autorizadas. Não é possível visitar por conta própria. Para garantir uma boa experiência, é fundamental escolher muito bem as empresas contratadas. Muitos turistas relatam experiências negativas com empresas locais que pecam na pontualidade, qualidade ou organização. Com a Civitatis, o viajante pode reservar com confiança: todos os prestadores passam por um processo rigoroso de seleção e qualidade, garantindo uma experiência segura e tranquila.

5 – Não vá embora sem provar os sorvetes regionais

Depois de um dia explorando as dunas, nada melhor do que se refrescar com os sorvetes artesanais típicos da região. Sabores como bacuri, buriti, murici, castanha e cajá são imperdíveis. As sorveterias são points das cidades-base e vale muito a pena a visita. Em Barreirinhas, experimente o sabor Atins na Bolinha Sorvetes. Em Atins, vá até a sorveteria do Restaurante Ça Va. E em Santo Amaro do Maranhão, conheça a Sorveteria Quero-Quero.

Sobre a Civitatis | A Civitatis é a empresa líder na venda de visitas guiadas e excursões em português ao redor do mundo, com mais de 90 mil atividades em 4 mil destinos de 160 países. Desde sua fundação em 2008, mais de 40 milhões de pessoas completaram suas viagens com a curadoria de passeios da Civitatis.

(Com Ananda Saori/Civitatis)

Clóvis de Barros Filho descomplica clássicos da literatura de Homero sob a ótica contemporânea

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro.

Célebre por tornar a filosofia compreensível e aplicável a todos os públicos, o jornalista, filósofo, professor e palestrante Clóvis de Barros Filho inaugura a coleção Clóvis Explica com a obra Ilíada & Odisseia. Em formato 2 em 1, o livro contempla os poemas épicos do escritor grego Homero que se tornaram clássicos na literatura e, com frequência, são recomendados em listas para vestibulares.

Neste lançamento publicado pela Citadel Editora, o escritor best-seller explora as lições atemporais presentes nas aventuras de heróis como Aquiles e Odisseu em reflexões sobre coragem, honra e o sentido da vida. O autor conecta as narrativas à realidade contemporânea, compara disputas mitológicas com as semifinais da Champions League e relaciona batalhas imponentes aos cenários de home office, tornando a leitura leve e instigante.

Na primeira parte, dedicada à Ilíada, o filósofo contextualiza os eventos que antecedem a Guerra de Troia. Relata, por exemplo, como a rivalidade entre as deusas Hera, Atena e Afrodite desencadeou o conflito, e como Zeus, incomodado com o crescimento da população humana, “patrocinou” os combates para aliviar a pressão sobre Gaia (Terra). A partir da história trágica do semideus Aquiles, aborda assuntos como integridade, consequências das decisões e liderança em períodos de crise.

O enredo ganha um toque familiar no segundo texto, destinado à Odisseia, quando o professor relembra diálogos da infância com o pai para explicar as aventuras de Odisseu no retorno a Ítaca. A análise reúne lições sobre a importância da perseverança e das escolhas diante dos imprevistos. As provações enfrentadas pelo protagonista revelam como a jornada do “retorno para casa” representa mais que um trajeto — é uma metáfora sobre resiliência, prioridades e crescimento pessoal.

Clóvis de Barros Filho. Foto: Divulgação|Arquivo pessoal.

Se em Ilíada o pensador aborda a busca por dignidade e a aceitação da mortalidade, em Odisseia ele explora a volta ao lar como um processo de transformação profunda. Os 12 estágios da Jornada do Herói são apresentados em ambas as obras, destacando como as dificuldades enfrentadas pelos personagens simbolizam desafios universais.

Com analogias criativas, Ilíada & Odisseia é indicada tanto para aqueles que desejam compreender os clássicos de forma descomplicada, quanto estudantes que buscam uma introdução acessível às histórias do poeta grego. Este livro é um convite para amantes de literatura, filosofia, mitologia e para quem deseja refletir sobre os dilemas da vida com leveza, profundidade e pitadas de humor filosófico, típicos de Clóvis de Barros Filho.

FICHA TÉCNICA

Título: Ilíada & Odisseia – Reflexões sobre as obras-primas de Homero

Autor: Clóvis de Barros Filho

Editora: Citadel Grupo Editorial

ISBN: 978-6550475864

Número de páginas: 288

Preço: R$ 64,90

Onde encontrar: Amazon.

Sobre o autor | Clóvis de Barros Filho é doutor e livre-docente pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). É autor de vários livros sobre ética, felicidade, autoconhecimento e valores. Palestrante que cativa as mais diversas plateias sem o uso de aparatos tecnológicos. Recorrendo a exemplos do cotidiano e histórias divertidas, ensina conteúdos densos de maneira leve e fascinante.

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Sobre a editora

Transformar a vida das pessoas. Foi com esse conceito que o Citadel Grupo Editorial nasceu. Mudar, inovar e trazer mensagens que possam servir de inspiração para os leitores. A editora trabalha com escritores renomados como Napoleon Hill, Sharon Lechter, Clóvis de Barros Filho, entre outros. As obras propõem reflexões sobre atitudes que devem ser tomadas para quem quer ter uma vida bem-sucedida. Com essa ideia central, a Citadel busca aprimorar obras que tocam de alguma maneira o espírito do leitor.

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(Com Dielin da Silva/LC Agência de Comunicação)

“O Menino Teresa” diverte e emociona ao retratar a curiosidade da infância

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Drika Bourkim.

O espetáculo “O Menino Teresa”, da Banda Mirim, faz temporada no Sesc Bom Retiro a partir do dia 15 de junho de 2025 até 9/7, com apresentações aos domingos, às 12h, e nos feriados dia 19/6, quinta, e 9/7, quarta, sempre às 12h. Na peça, Teresa, interpretada por Cláudia Missura, é uma menina de apenas sete anos e, como toda criança dessa idade, é muito curiosa. Num dia qualquer, decide explorar o quarto dos meninos. Com um bloquinho na mão, uma vela e um mapa, ela inicia uma brincadeira de caça ao tesouro no mundo masculino, discute o que vai achando com o público e faz um placar com as diferenças entre gêneros. Com texto e direção de Marcelo Romagnoli, o espetáculo foi reconhecido com o Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) em 2008 de Melhor Cenário e o Prêmio Coca-Cola FEMSA de Melhor Atriz e Melhor Cenário. A peça conta ainda com música original ao vivo, executada pela compositora e instrumentista Tata Fernandes.

“Curiosidade é a palavra que move a infância”, explica Romagnoli. “Em O Menino Teresa, discutimos diferenças e identidades e ampliamos suas possibilidades. Teresa é uma personagem divertida, empática e que, através do humor, subverte a ordem ao entrar no universo proibido dos meninos”, ressalta. Espetáculo delicado e intimista, O Menino Teresa busca também, nesse desvendamento do masculino, o reencontro da menina com a figura paterna. Os mistérios do outro sexo são tratados de forma divertida e suave, onde vale mais a diversão do que as certezas dos adultos. Ao descortinar um mundo em que há mais igualdade do que diferenças, Teresa apresenta os desafios da infância ao investigar o mundo, o outro e a si mesmo.

Banda Mirim

Com sede em São Paulo, o grupo pesquisa, difunde e cria desde 2004 espetáculos para toda família, unindo teatro e música, com um olhar especial voltado à infância e juventude. Com 12 integrantes fundadores, recebeu 29 prêmios; montou 10 espetáculos; lançou quatro CD´S (dois indicados ao Prêmio da Música Brasileira em 2014), três livros(um deles com sete peças do grupo), cinco DVD´S, um documentário comemorativo dos 18 anos de grupo e três especiais para televisão; publicou três revistas, uma série em jornal e um podcast com quatro episódios; produziu uma webserie com 5 episódios, oficinas audiovisuais de música e teatro, transmissões online, lives e algumas Mostras de Repertório. Realizou viagens e trocas artísticas com grupos de vários Estados através de oficinas e debates e atingiu um público de mais de 300 mil pessoas.

Serviço:

O Menino Teresa

Direção Marcelo Romagnoli

15 de junho a 9 de julho

Domingos, 12h. Dias 19/6 e 9/7, quinta e quarta, feriado, 12h.

Local: teatro (297 lugares). Livre.

Valores: R$12 (Credencial Plena), R$20 (Meia) e R$40 (Inteira). Crianças até doze anos: Grátis.

Sessões com Acessibilidade: 29/6 – Libras e audiodescrição.

Venda de ingressos disponíveis pelo APP Credencial Sesc SP, no site sescsp.org.br/bomretiro, ou nas bilheterias.

Estacionamento do Sesc Bom Retiro – (vagas limitadas)

O estacionamento do Sesc oferece espaço para pessoas com necessidades especiais e bicicletário. A capacidade do estacionamento é limitada. Os valores são cobrados igualmente para carros e motos. Entrada: Alameda Cleveland, 529.

Valores: R$8 a primeira hora e R$3 por hora adicional (Credencial Plena). R$17 a primeira hora e R$4 por hora adicional (Outros). Horários: Terça a sexta, 9h às 20h; sábado, 10h às 20h e, domingo, 10h às 18h.

Sesc Bom Retiro

Alameda Nothmann, 185. CEP 01216-000.

Campos Elíseos, São Paulo – SP. Telefone: (11) 3332-3600

Siga o @sescbomretiro nas redes sociais: Facebook, Instagram, Youtube /sescbomretiro

Fique atento se for utilizar aplicativos de transporte particular para ir ao Sesc Bom Retiro. É preciso escrever o endereço completo no destino, Alameda Nothmann, 185, caso contrário o aplicativo informará outra rota/destino.

(Com Flávio Aquistapace/Assessoria de imprensa Sesc Bom Retiro)