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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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“Variações sobre o prazer”, obra de Rubem Alves, retorna às livrarias em nova edição

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro.

“Eu acredito nas metamorfoses no tempo da vida dos indivíduos. Metamorfoses e ressurreições: é por isso que escrevo.”

Parte de um imenso legado literário, a obra “Variações sobre o prazer”, do escritor e psicanalista brasileiro Rubem Alves, ganha nova edição. Autor com mais de 400 mil exemplares vendidos, o livro retorna ao mercado com projeto gráfico repaginado e conteúdo revisto. Importante nome nas áreas de educação, teologia e psicanálise, o autor é um dos pensadores contemporâneos mais celebrados e já conquistou o 2º lugar na categoria Contos e Crônicas no Prêmio Jabuti de 2009 com a obra “Ostra feliz não faz pérola”.

Para Rubem Alves, filosofar não era um exercício árido, mas uma forma de liberdade presente no cotidiano. Segundo o psicanalista, prazer não seria apenas um tema, mas um modo de ver, viver e saborear o mundo. É a partir desta crença que nasce a obra Variações sobre o prazer. Entre filosofia, poesia e memórias, o autor se propôs a conduzir leitores e leitoras por um caminho em que a sabedoria se desprende da utilidade para se tornar encanto e experiência.

Com uma escrita que transforma cada página em um espaço de descoberta, Alves faz reflexão e emoção se entrelaçarem. A prosa do autor conversa com quem a lê como um amigo que compartilha histórias, dúvidas e fascínios, tornando o conhecimento algo vivo e vibrante. A cada página, a narrativa é construída para que seja saboreada e sentida, sem pressa – como uma boa refeição ou uma melodia inesquecível – que desperta sensações que permanecem para além do ponto final.

Atemporais, as obras de Rubens Alves provocam quem as leem a refletirem sobre a condição humana, o papel transformador de uma educação libertadora, o amor e, até mesmo, o conceito de Deus. Mesmo após 10 anos do próprio encantamento – como ele preferia chamar a morte –, os ensinamentos do escritor continuam inspirando. O legado literário de Rubem Alves conecta a essência da humanidade com a sabedoria que apenas os grandes mestres sabem oferecer, lembrando que o prazer é que dá sabor à vida, e de que a sabedoria, quando vivida plenamente, é a mais deliciosa das aventuras.

FICHA TÉCNICA

Título: Variações sobre o prazer

Autor: Rubem Alves

ISBN: 978-85-422-3632-3

224 páginas

R$67,90

Editora Planeta | Selo Paidós.

Sobre o autor

Rubem Alves (1933–2014) foi um pedagogo, educador, poeta, cronista, contador de histórias, ensaísta, teólogo, acadêmico, escritor e psicanalista brasileiro. Querido e celebrado por seus escritos, deixou um imenso legado literário. Dentre suas obras, foram publicadas pelo selo Paidós, da Editora Planeta: Rubem Alves essencial – 300 pílulas de sabedoria, Ao professor, com carinho e Ostra feliz não faz pérola, esta última tendo conquistado o 2º lugar na categoria Contos e Crônicas no Prêmio Jabuti de 2009.

SOBRE O SELO PAIDÓS

Criado na Argentina em 1945, quando dois professores universitários decidiram publicar Carl Gustav Jung pela primeira vez no país, o selo Paidós passou a integrar o Grupo Planeta em 2003, chegando ao Brasil em 2020. Hoje conta com mais de 2 mil títulos lançados na Espanha e em países da América Latina. De origem grega, a palavra “paidós” significa “criança” e, assim como o espírito questionador dos pequenos, o selo tem como objetivo discutir e buscar perguntas certeiras para algumas das principais questões da humanidade com base em obras de psicologia, psicanálise, psiquiatria, neurociência e outras áreas de ciências humanas para o público geral. No Brasil, o selo conta com nomes como Christian Dunker, Contardo Calligaris, Ana Suy, Alexandre Coimbra Amaral, Geni Núñez, Alexandre Patricio, Rubem Alves, Irvin D. Yalom, Erich Fromm e Silvia Ons.

(Fonte: Editora Planeta)

Curitiba recebe individual “Personificação da Natureza”, de Dhi Ferreira

Curitiba, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação Artestil.

Neste sábado, 17 de maio, às 11 horas, a Artestil Galeria de Arte, no bairro Cabral, em Curitiba, abre as portas para a nova exposição do artista plástico Dhi Ferreira, intitulada “Personificação da Natureza”. A mostra traz pinturas em óleo sobre tela do paranaense e poderá ser visitada até o dia 21 de junho.  Na abertura, os visitantes poderão apreciar as obras ao som de jazz com apresentação do duo formado por Nil Oliveira (piano) e Belém Mardock (baixo acústico).

As obras de Dhi Ferreira propõem uma imersão sensível na relação entre o ser humano — especialmente o feminino — e os ciclos da natureza. Com uma paleta vibrante e formas fluidas, o artista evoca imagens oníricas onde mulher, flores, frutos e paisagens se fundem em um só corpo simbiótico. Para ele, a pintura não deve ser interpretada por um viés racional ou intelectualizado, mas experimentada com emoção e empatia.

“A mulher, a terra com suas flores e seus frutos, são uma coisa só. É a mesma natureza desdobrando-se, comunicando entre si. Cada um desses elementos tem, potencialmente, a maravilhosa capacidade de criar sem condicionamentos em um espaço onírico onde a própria criação se torna o único ato puramente libertário”, afirma o artista.

Dhi Ferreira vê o feminino como um universo vasto, complexo e misterioso, que extrapola os papéis sociais que historicamente lhe foram atribuídos. Em suas telas, ele busca traduzir esse enigma por meio de trilhas cromáticas e formas simbólicas, tentando alcançar e celebrar a essência do feminino em sua multiplicidade: mãe, amante, amiga, parceira e muito mais.

“Através de meus quadros construo trilhas imaginárias feitas de cores e formas, caminhos pelos quais procuro me aproximar e penetrar em seu íntimo para entendê-lo e, certamente, consagrá-lo”, explica.

Com essa proposta sensível e poética, “Personificação da Natureza” convida o público a refletir sobre o elo ancestral entre a mulher e o mundo natural, entre a criação artística e a liberdade do sentir.

Serviço:

Exposição Personificação da Natureza – Dhi Ferreira

Abertura: 17 de maio, às 11h, com apresentação de jazz (Nil Oliveira e Belém Mardock)

Período de visitação: de 17 de maio até 21 de junho

Horário: de segunda a sexta das 9h30 às 18h30 e aos sábados, das 9h30 à 13h30.

Artestil Galeria de Arte – Avenida Nossa Senhora da Luz, 850, Cabral, Curitiba

Estacionamento no local.

(Com Emelin Leszczynski/Isabela França Conteúdo Estratégico)

Maior mostra já realizada sobre Cazuza estreia em 12 de junho no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Exposição ocupará mais de 1.500 metros quadrados no terraço do Shopping Leblon, com 9 salas imersivas, centenas de itens pessoais e tecnologia de ponta.

Maior mostra já realizada para celebrar a vida e obra de um dos grandes nomes da música nacional, a exposição Cazuza Exagerado terá sua estreia nacional em 12 de junho, quando ocupará uma área de mais de 1.500 metros quadrados, montada no terraço do Shopping Leblon, no bairro onde Cazuza viveu e se tornou uma figura marcante na cena cultural carioca e de todo o país. A venda para o público em geral está disponível desde 26 de maio pelo site cazuzaexposicao.com.br.

Com inúmeros itens de um acervo pessoal preservado durante décadas por Lucinha Araújo, mãe do artista e presidente da Sociedade Viva Cazuza, a exposição será dividida em nove salas e é a maior já realizada sobre o cantor, compositor e poeta. A curadoria é assinada por Ramon Nunes Mello, que organizou os livros Meu Lance é Poesia e Protegi Teu Nome por Amor, sobre Cazuza, e a direção artística é do Caselúdico. A realização da mostra é da Hit Makers, empresa do Grupo 4ZERO4. “Cazuza nos inspira a enxergar a vida com mais coragem, irreverência e arte”, destaca Fernando Ligório, CEO do Grupo 4ZERO4. “Depois de tantas exposições dedicadas a grandes nomes e marcas internacionais, chegou a hora de exaltarmos um dos nossos maiores ícones, com a mesma estrutura, qualidade e experiência de uma grande exposição internacional.”

Apresentada pelo Ministério da Cultura e Bradesco, com patrocínio do Shopping Leblon e da Helloo, Cazuza Exagerado celebra os 40 anos de Exagerado, álbum que marcou o início da carreira solo de um dos artistas mais inquietos e geniais da música brasileira. A exposição propõe uma imersão sensorial e emocional por meio de ambientes temáticos que revisitam todas as fases da trajetória de Cazuza — da infância ao auge da fama, passando pelos anos à frente do Barão Vermelho, a carreira solo e sua atuação como cronista da geração 80. Ambientes cenográficos, recursos tecnológicos e experiências interativas criadas com inteligência artificial e hologramas completam a jornada.

Entre os destaques do acervo de itens, que em sua maioria nunca foram apresentados ao grande público, estão roupas e figurinos de palco, cartas, documentos, manuscritos de letras e poemas, objetos pessoais, desenhos e registros raros em áudio e vídeo. Alguns documentos como um álbum do bebê Agenor, uma caderneta escolar e um diário do artista, estão sendo replicados fielmente, para que o público possa manuseá-los. Fotos, bilhetes, lembretes, anotações e documentos pessoais recriam quase que cronologicamente toda a história da vida singular do artista.

A música está presente em toda a exposição e em vários momentos o público poderá ouvir as canções do artista e assistir seus vídeos. Lucinha sempre guardou todas as críticas e matérias sobre Cazuza em jornais e revistas, e tudo isso estará digitalizado e disponível para o público. Vídeos também estarão acessíveis, bem como as letras originais das canções datilografadas pelo próprio artista. Tudo cuidadosamente preservado pela família e guardado pela Sociedade Viva Cazuza.

A mostra também traz depoimentos de dezenas de artistas e profissionais, como Caetano Veloso, Caio Fernando Abreu, Frejat, Gilberto Gil, Ney Matogrosso e Fernanda Montenegro, entre muitos outros, cujos caminhos cruzaram com o do artista em algum momento ou cujas carreiras e vidas foram impactadas por ele. “Reunimos memórias, sons, imagens e emoções que estavam comigo e que agora poderão tocar novas pessoas”, afirma Lucinha Araújo. “É uma exposição feita com o coração, pensando em quem ama música e acredita na força da arte.”

A exposição

As nove salas da mostra foram concebidas para criar uma narrativa visual e sonora da vida de Cazuza. A exposição percorre diferentes momentos da vida e da carreira de Cazuza. Na Sala 1, intitulada Agenor Caju, o visitante entra em contato com o ambiente familiar, os primeiros anos escolares e os encontros iniciais com o teatro e o circo — experiências que moldaram a personalidade inquieta do artista desde cedo.

Na sequência, a Sala 2, Maior Abandonado, mergulha nos anos iniciais da trajetória musical, destacando sua atuação como vocalista do Barão Vermelho. Registros de shows, imagens de bastidores e materiais originais dos três álbuns gravados com a banda ajudam a compor o retrato de um período de efervescência criativa e descobertas.

A fase solo é abordada na Sala 3, Eu Sou Manchete Popular / Álbuns Solo, por meio de uma cenografia interativa que projeta críticas, matérias e imagens raras preservadas ao longo das décadas. A ambientação sonora e visual dá corpo à transformação de Cazuza em um artista de voz própria e presença intensa na mídia.

Momentos emblemáticos da relação do cantor com a televisão ganham destaque na Sala 4, Viva o Chacrinha, Viva o Palhaço. Nela, o clima irreverente de suas participações no programa do Velho Guerreiro é recriado com luzes e elementos cênicos, incluindo a presença de projeções que aproximam o artista e o apresentador do público em uma interação inesperada.

A Sala 5, Cazuza por Toda Parte, amplia essa dimensão midiática em um ambiente audiovisual que sincroniza trilhas e imagens em painéis e monitores. O efeito é o de um fluxo contínuo de memórias, como se o visitante transitasse pelas múltiplas camadas da presença cultural de Cazuza ao longo do tempo.

A exposição também aborda os últimos anos de vida do artista com sensibilidade. A Sala 6, Caravana do Delírio, recria a famosa veraneio preta com a qual Cazuza cruzava o Rio de Janeiro ao lado dos amigos. Projeções ao volante e réplicas dos álbuns de família criam uma atmosfera intimista e comovente.

Já a Sala 7, Camarim / O Tempo Não Para, reconstrói o camarim do último show no Canecão e propõe uma imersão no repertório do disco ao vivo que marcou sua maturidade artística. A cenografia evoca a força das apresentações finais, revelando um artista consciente do tempo e de sua urgência.

No trecho final do percurso, a Sala 8, Na Mídia, na Novidade Média, traz vitrines de filmes em que teve participações e fachadas icônicas da vida carioca que eram frequentadas por Cazuza — como a Galeria Alaska e a Pizzaria Guanabara. Esses espaços são recriados com projeções de vídeos, novelas e clipes, contextualizando sua presença marcante na cultura pop nacional.

Fechando a experiência, a Sala 9, Eu Ando Muito Bem Acompanhado, simula um dos lugares mais frequentados por Cazuza e sua turma, o salão da icônica Pizzaria Guanabara, onde o público pode interagir com personagens reais da vida de Cazuza. Sentados nas mesas, o público escolhe o personagem com quem quer “conversar” e através de depoimentos em vídeo interage com os amigos e parceiros como Ney Matogrosso, Gilberto Gil, Frejat, Bebel Gilberto e Sandra de Sá, revelando camadas afetivas de sua trajetória. “Cada sala foi pensada para provocar emoção, como se o público caminhasse pelos bastidores da vida e da obra de Cazuza”, resume Ramon Nunes Mello, curador da mostra.

A exposição também conta com uma loja oficial, onde o público poderá adquirir produtos inspirados na obra e na imagem de Cazuza, como vinis dos álbuns Burguesia, O Tempo Não Para, Ideologia e Por Aí…, pins, camisetas, azulejos decorativos e outros itens exclusivos.

Serviço:

Onde: Terraço do Shopping Leblon

Endereço: Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – Leblon, Rio de Janeiro – RJ, 22430-060

Quando: a partir de 12 de junho de 2025

Classificação Etária: Livre

Horário: segunda a sábado, das 10h às 22h / domingos e feriados: das 13h às 21h

Ingressos em cazuzaexposicao.com.br

Venda geral

Preços:

De segunda a sexta-feira (dias úteis):

Meia-entrada: R$ 40,00 / Inteira: R$ 80,00

Flex: R$ 100,00*

Finais de semana e feriados:

Meia-entrada: R$ 50,00 / Inteira: R$ 100,00

Flex: R$ 120,00*

*Ingresso Flex permite acesso à experiência em qualquer horário do dia selecionado.

Observações: Clientes pessoa física dos cartões de crédito Bradesco, Bradescard, next e Digio têm desconto de 20% também durante a venda geral.

Ingresso Social: R$ 50 (válido para todos os dias, com venda somente na bilheteria).

(Com Vanessa Rosseto/Approach Comunicação)

Pabllo Vittar anuncia shows internacionais

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Gabriel Renne.

Dando sequência ao sucesso da turnê de Batidão Tropical 2.0 pelo Brasil, a cantora Pabllo Vittar agora se prepara para cruzar continentes com seus shows. Ao todo, serão 11 datas contemplando cidades dos Estados Unidos, México, Portugal e Brasil. Seguindo a temporada 2025, Pabllo apresentará ao vivo no palco seu primeiro single do ano, ‘Fantasía’, lançado em parceria com a cantora argentina Nathy Peluso. “Estou muito feliz em levar os shows de Batidão Tropical mundo afora! Não vejo a hora de apresentar e ver de perto o público que me acompanha nesses países. Tenho certeza de que serão performances marcantes e inesquecíveis.”, afirma Pabllo.

Acompanhada por seus bailarinos, Pabllo Vittar vai interpretar com toda energia e performance sucessos do álbum “Batidão Tropical Vol. 2”, como “São Amores” e “Rubi”; do Volume 1, como “Zap Zum” e “Triste com T”, além de outros hits da carreira, como “Alibi” e “Sua Cara”, entre muitos outros.

2025 vem se apresentando um grande ano para a artista. Após a segunda edição do Bloco da Pabllo, que reuniu mais de 1 milhão de pessoas em SP, uma agenda intensa de shows no carnaval pelo Brasil, e o lançamento em abril de “Fantasía”, sua primeira música de trabalho da temporada, Pabllo anunciou ainda a estreia do projeto “Club Vittar”, uma festa em que a cantora vira DJ e fica à frente das pick-ups. As duas primeiras apresentações aconteceram em São Paulo e no Rio de Janeiro, e, agora, a artista já tem data marcada em Recife, Belo Horizonte, Goiânia e Fortaleza.

Em 2024 Pabllo lançou “Batidão Tropical Vol.2” com grande sucesso, alcançando 4,7 milhões de streams no Spotify em 24 horas e com cinco músicas do álbum no TOP 50. Em maio, a cantora foi destaque no show histórico realizado por Madonna na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Em meio à turnê do volume 2 do Batidão Tropical, Pabllo viu seu nome ganhar as paradas musicais de todo o mundo, batendo recordes com a música “Alibi”, parceria com a irani-neerlandesa Sevdaliza e a francesa Yseult. A música rendeu um disco de platina e entrou no TOP 50 do Spotify Global, fazendo com que a artista se tornasse a primeira drag brasileira a entrar no ranking global e ser dona do terceiro maior pico de um artista brasileiro na plataforma de música. No mesmo ano, Pabllo ganhou ainda o MTV European Music Awards (EMA), uma das maiores premiações da música, na categoria “Melhor Artista Brasileiro”.

BATIDÃO TROPICAL TOUR

31/05 – Outloud Music Festival @ Los Angeles, USA

06/06 – Pridefest @ Milwaukee, USA

07/06 – World Pride @ Washington, USA

26/06 – Auditorio BB @ Cidade do México, MEX

28/06 – Lady Land Festival @ Brooklyn, USA

12/07 – Cute Pride Festival @ Monterrey, MEX

19/07 – Dour Festival @ Dour, BEL

26/07 – Campo Pequeno @ Lisboa, POR

03/08 – Na Praia Festival @ Brasília/DF

16/08 – Grande Vitória/ES [TBA]

20/09 – Viçosa/MG [TBA]

15/11 – Spotted Festival @ Natal/RN.

(Com Fernanda Miranda/Lupa Comunicação)

Sesc Pinheiros recebe Boca Livre com repertório de “Rasgamundo” e clássicos da carreira

São Paulo, por Kleber Patricio

Com mais de quatro décadas de trajetória, quarteto apresenta seu 16º álbum, unindo composições inéditas e memórias afetivas da MPB, com participação especial de João Carlos Coutinho e Marcelo Costa. Foto: Alexander Landau.

O show Rasgamundo integra a série de apresentações do grupo vocal Boca Livre com repertório de seu mais recente trabalho de estúdio, lançado em 2023. Com mais de quatro décadas de carreira, o conjunto – formado por Mauricio Maestro, David Tygel, Zé Renato e Lourenço Baeta – sobe ao palco do Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros, nos dias 13 e 14 de junho, sexta e sábado, às 21h. A apresentação conta com a participação especial dos músicos João Carlos Coutinho (piano) e Marcelo Costa (bateria e percussão).

O título do álbum, inspirado em uma canção de Zé Renato e Lourenço Baeta, “Rasgamundo”, que traduz em suas palavras a ideia de deslocamento e travessia como metáforas da experiência humana e da criação artística. A música fala sobre a necessidade constante de romper barreiras, internas e externas, para encontrar novos caminhos e manter viva a força da arte. Dando o tom ao show.

Foto: Leo Aversa.

Com técnica vocal refinada e lirismo característico, o Boca Livre interpreta arranjos que destacam a diversidade de timbres e a precisão harmônica do grupo. O espetáculo alterna momentos de delicadeza e vigor, valorizando as nuances de cada composição. No repertório, canções como “Rio Grande” (Zé Renato e Nando Reis), “Mesmo Se Você Não Vê” (Tim Bernardes) e “O Vento” (Rodrigo Amarante) se somam a canções marcantes da trajetória do quarteto, como “Toada” e “Ponta de Areia”, reafirmando o diálogo contínuo entre passado e presente que marca a identidade do quarteto.

Desde sua formação em 1978, o Boca Livre se consolidou como referência na MPB pela precisão vocal e qualidade dos arranjos. O quarteto se mantém vivo artisticamente, renovando seu repertório sem perder a identidade que o consagrou. O espetáculo no Sesc Pinheiros reforça essa trajetória de inovação e tradição, apresentando ao público uma síntese da evolução do grupo.

Boca Livre | Formado em 1978 no Rio de Janeiro, o grupo Boca Livre é um dos principais representantes da harmonia vocal na música brasileira. Com influências que vão do regional ao erudito, seu trabalho destaca-se por arranjos sofisticados, letras poéticas e interpretações marcantes. O grupo conquistou o Grammy Internacional de Melhor Álbum Pop Latino em 2023 com Pasieros, álbum em homenagem a Rubén Blades. Além do 31º Prêmio da Música Brasileira na categoria Melhor Grupo de MPB.

Ficha Técnica

Boca Livre

Zé Renato – Voz e violão

David Tygel – Voz e viola

Lourenço Baeta – Voz, violão e flauta

Mauricio Maestro – Voz, contrabaixo e arranjos

Músicos Convidados

João Carlos Coutinho – Piano

Marcelo Costa – Bateria e percussão

Equipe Técnica

Sonorização – Kaka (tecnico PA), Eduardo Ohata (técnico monitor)

Iluminação – Pedro Altman (criação e operação)

Técnico de palco – Moskito

Produção

Direção de Produção – Memeca Moschkovich

Produção Executiva- Guete Oliveira

Produção: Rubra Ros.

Serviço:

Boca Livre

Dias: 13 e 14 de junho, sexta e sábado às 21h.

Local: Teatro Paulo Autran

Classificação: 12 anos

Duração: 120 minutos

Ingressos: R$ 70,00 (inteira), R$ 35,00 (meia) e R$ 21,00 (credencial plena)

Vendas Online: 3/6 a partir das 17h, pelo site e pelo aplicativo Credencial Sesc SP
Vendas Presencial: 4/6 a partir das 17h, nas bilheterias da rede Sesc SP

Sesc Pinheiros

Rua Paes Leme, 195

Estacionamento com manobrista: Terça a sexta, das 7h às 21h30; sábados das 10h às 21h; Mais informações: www.sescsp.org.br.

(Com Gleice Nascimento/Assessoria de Imprensa Sesc Pinheiros)