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Arte & Cultura

Rio de Janeiro

Etc e Tal transforma “Dom Quixote” em uma experiência visual arrebatadora e reafirma a força da mímica brasileira no cenário contemporâneo

por Kleber Patrício

Uma das companhias mais importantes do teatro físico brasileiro, a carioca Etc e Tal apresenta Dom Quixote, espetáculo infanto-juvenil sem palavras que reinventa o clássico de Miguel de Cervantes por meio da mímica, da comicidade gestual e de uma sofisticada dramaturgia visual. A estreia acontece no dia 7 de março de 2026 no Teatro Glaucio […]

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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Lenda da música brasileira, Rosa Passos será homenageada com o “Troféu Tradições” pela UBC Cantora, compositora e violonista baiana será a homenageada da quinta edição do prêmio, em cerimônia na Casa UBC, no Rio de Janeiro, no dia 9 de junho

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Rosa Passos. Foto: Thamires Santiago.

Com sua voz acolhedora, seu violão refinado e uma trajetória que atravessa fronteiras sem perder as raízes, Rosa Passos será a grande homenageada da quinta edição do Troféu Tradições. A cerimônia, realizada pela União Brasileira de Compositores (UBC), acontece no dia 9 de junho, às 19h, na Casa UBC, no Rio de Janeiro, e celebra a artista que se tornou uma das maiores embaixadoras da música brasileira no mundo. Dona de um repertório que combina sofisticação e simplicidade, Rosa receberá a honraria das mãos da cantora, compositora e presidenta da UBC, Paula Lima, em uma noite especial de celebração à sua arte e legado.

Rosa Passos interpretará canções que marcaram sua carreira em uma noite especial. Aos 73 anos, a artista baiana tem 24 álbuns em sua discografia, incluindo muitos com composições autorais, como Recriação (1979), Curare (1991), Pano pra Manga (1996), Dunas (2001), Amanhã vai ser verão (2018), From Paulelli to Rosa Passos (2020) e É Luxo Só (2011). Fortemente influenciada pela maneira de cantar e tocar violão de João Gilberto, Rosa se destacou interpretando clássicos da Bossa Nova e obras de grandes compositores brasileiros como Ary Barroso, Dorival Caymmi, Djavan, João Bosco e Gilberto Gil.

Foto: Divulgação.

Sobre ser homenageada, Rosa Passos declarou: “Ao ser homenageada pela UBC, recebo essa distinção com grande alegria. Vindo de uma casa que congrega aqueles que se dedicam ao sagrado ofício da música, tem um brilho e significado especial para mim. Cantar, tocar e compor canções representam a tradução da essência mais pura do que sou.”

Ao longo de sua carreira, Rosa Passos conquistou reconhecimento em mercados importantes como Japão, Europa e Estados Unidos, e foi agraciada com o título de doutora honoris causa pela Berklee College of Music, uma das mais prestigiadas instituições de ensino musical do mundo.

Segundo Paula Lima, a escolha de Rosa para a homenagem simboliza perfeitamente a proposta do ‘Troféu Tradições’. “É uma grande honra para nós homenagearmos a embaixadora da música brasileira Rosa Passos na nossa nova Casa UBC, na quinta edição do Troféu Tradições. Esse prêmio que reconhece e homenageia grandes mulheres. A sua contribuição para a nossa música é gigantesca. Com sua voz brilhante, interpretações únicas, uma habilidade especial como violonista, Rosa tem uma sensibilidade rara, e une técnica e emoção. É referência, é ícone e é inspiração. A nossa dama tem legado e história. Será uma noite das mais bonitas, memoráveis e inesquecíveis”, celebra a presidenta da UBC.

O diretor-executivo da UBC, Marcelo Castello Branco, também destacou a importância da artista: “Rosa Passos, cantora, compositora e violonista, tem uma trajetória digna de grandes estrelas e é um dos talentos brasileiros mais reconhecidos no exterior, com seu estilo único e sua voz encantadora. Para a UBC é uma honra ter Rosa como uma de nossas titulares mais ilustres e reverenciar seu talento com o Prêmio Tradições 2025.” 

Fernanda Takai, cantora, compositora, multi-instrumentista e diretora da UBC, reforça a admiração por Rosa: “Rosa Passos tem o aconchego na voz. Ela é a cantora de afinação impecável que escolhe seu repertório com sabedoria. Sofisticação e simplicidade. Se não bastasse tudo isso, ainda compõe e toca um violão magistral. Ah, Rosinha, somos todos apaixonados por você! Não é à toa que seu canto tem representado o Brasil pelos palcos mais importantes do mundo. Acho que tenho sorte de poder te abraçar a cada show seu que vejo. Obrigada, querida Rosa.” 

Esta será a quinta edição do Troféu Tradições, criado pela UBC para reconhecer a contribuição de mulheres fundamentais para a história da música brasileira. Anastácia, Dona Onete, Lia de Itamaracá e Alaíde Costa foram as artistas homenageadas nas edições anteriores.

Sobre a UBC | A União Brasileira de Compositores – UBC é uma associação sem fins lucrativos, dirigida por autores, que tem como objetivo principal a defesa e a promoção dos interesses dos titulares de direitos autorais de músicas e a distribuição dos rendimentos gerados pela utilização das mesmas, bem como o desenvolvimento cultural. A UBC foi fundada em 1942 por autores e atua até hoje com dinamismo, excelência em tecnologia da informação e transparência, representando mais de 70 mil associados, entre autores, intérpretes, músicos, editoras e gravadoras.

(Fonte: Lupa Comunicação)

Brasil ganha Centro de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas

São Paulo, por Kleber Patricio

Na foto, Marilia Marton, Renata Motta, Sonia Guajajara, Marco Antonio Zago, Altaci Kokama, Eduardo Neves e Carlos Gilberto Carlotti Junior. Fotos: Ana Laura.

O Brasil é habitado por mais de 305 povos indígenas e é um dos países mais multilíngues do mundo. Embora a maior parte da população desconheça, além do português, são faladas no território nacional mais de 175 línguas indígenas – muitas delas ameaçadas de desaparecer. O Museu da Língua Portuguesa (MLP) e o Museu de Arqueologia e Etnologia da USP (MAE-USP) se uniram para a criação do Centro de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas, iniciativa que pretende contribuir, com comunidades indígenas e instituições parceiras, para a pesquisa, documentação e difusão da diversidade linguística e cultural dos povos indígenas no país.

Com financiamento de R$ 14,5 milhões da Fapesp, o Centro surge com o objetivo de desenvolver pesquisas inéditas e se tornar referência nacional e internacional para constituição de coleções digitais de conhecimentos intangíveis e práticas indígenas a partir de relações de confiança e respeito para com as comunidades e especialistas indígenas envolvidos. Línguas e culturas indígenas têm forte ligação com a história do Estado de São Paulo que, com a sua rede acadêmica e museológica, além de sua importante capacidade tecnológica, coloca-se em situação privilegiada para promover essa iniciativa.

Renata Motta, do Museu da Língua Portuguesa, e Eduardo Neves, do MAE-USP.

O Museu da Língua Portuguesa, o MAE-USP e a FAPESP são instituições do Governo do Estado de São Paulo. O lançamento desta iniciativa aconteceu no dia 20 de maio no auditório do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, com a presença da ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara. O evento marcou o início dos trabalhos de implementação do Centro e das ações que irão se desenvolver ao longo de cinco anos. Todas as informações do Centro estarão concentradas no link https://linguaseculturasindigenas.org.br/. “A ciência e a tecnologia têm um papel estratégico na preservação e difusão de línguas indígenas. A Antropologia e a Linguística, entre outras áreas do conhecimento, associadas às tecnologias digitais e de comunicação, possibilitarão que a sociedade conheça e valorize as línguas e os conhecimentos tradicionais, blindando as culturas originárias do risco do esquecimento”, diz Marco Antonio Zago, presidente da Fapesp.

A iniciativa contará com duas pesquisadoras responsáveis nas áreas de Antropologia e Linguística: respectivamente, Maria Luisa Lucas e Luciana Storto. O Centro também abrirá processo seletivo para 14 bolsistas de graduação e pós-graduação e ainda para 5 bolsistas técnicos, com especial atenção às candidaturas indígenas.

Com um plano de trabalho de cinco anos iniciais, as atividades começam com as reuniões do Conselho Consultivo e Comitê de Ética, a formalização das parcerias institucionais, o desenvolvimento técnico do repositório digital, a seleção dos bolsistas e a estruturação das pesquisas, a realização de encontros temáticos e a realização de um seminário internacional em novembro, que fará parte da programação da Temporada França-Brasil 2025.

Ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara.

A necessidade de promoção e fortalecimento das línguas e conhecimentos de povos indígenas é um tópico de preocupação internacional. O tema ganhou relevância na última década especialmente a partir do protagonismo de lideranças indígenas oriundas de países marcados pelos processos de colonização. Por essa razão, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o período entre 2022 e 2032 como a Década Internacional das Línguas Indígenas (DILI), com uma série de ações encabeçadas pela Unesco em todo o mundo. O Centro integra-se a esse esforço das Nações Unidas e ao plano global da DILI.

No Brasil, cerca de 20% das línguas presentes no território nunca foram estudadas e muitas delas correm o risco de desaparecer ante a interrupção da sua transmissão entre as gerações. Tal situação tem levado a que muitas comunidades indígenas lutem pelo registro de conhecimentos e práticas diretamente relacionadas à manutenção de suas línguas. Documentá-las em texto, áudio e vídeo é uma forma de valorizar e apoiar o fortalecimento não apenas das línguas, mas de sistemas de conhecimento que abrangem as artes verbais indígenas, os processos de fabricação de objetos, as práticas de ocupação territorial, manejo agroflorestal e de produção de alimentos.

Por isso, a implantação do Centro de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas será realizada a partir de parcerias sólidas com comunidades indígenas. O Centro atuará em três linhas principais de ação: pesquisa e documentação; construção do repositório digital de acesso gratuito no qual estarão armazenadas as coleções; e comunicação cultural que se concentrará em ações de mediação intercultural e de difusão. O objetivo é dar visibilidade a esta diversidade e contribuir para que a sociedade brasileira reconheça e valorize as línguas indígenas e os complexos sistemas de conhecimento desses povos.

Sonia Guajajara.

As coleções digitais serão constituídas a partir da pesquisa e documentação linguística com foco nos territórios indígenas em Rondônia e na Região das Guianas, importantes áreas multilíngues do país; e de projetos de documentação antropológica voltados ao registro abrangente de práticas e conhecimentos indígenas, sob demanda e interesse das comunidades envolvidas. As ações de difusão serão realizadas em colaboração com instituições parceiras e comunidades indígenas por meio de seminários, oficinas, exposições, programação cultural, ações educativas e produtos editoriais, tendo como públicos-alvo as comunidades indígenas, pesquisadores, estudantes, professores, profissionais de museus e pessoas interessadas em geral.

Para o Museu da Língua Portuguesa, a iniciativa do Centro significa a continuidade e aprofundamento de um processo iniciado em 2022: “Foi quando realizamos a exposição Nhe’ẽ Porã: Memória e Transformação, com curadoria da Daiara Tukano, que marcou o lançamento da Década Internacional das Língua Indígenas no Brasil. Desde então, o Museu tem atuado em diferentes iniciativas voltadas à promoção e valorização das línguas indígenas, culminando agora na criação do Centro de Documentação. As línguas são veículos de sistemas de conhecimento e formas de expressão essenciais para a vida dos povos e o uso livre das línguas é central para o desenvolvimento sustentável das sociedades”, diz Renata Motta, diretora executiva do Museu da Língua Portuguesa.

Já para o Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, o projeto permite ampliar o trabalho para outras frentes: “O MAE é hoje um dos mais importantes museus antropológicos do mundo. Os mais de 150.000 objetos indígenas que guardamos são registros únicos de formas de conhecimento de povos que muitas vezes tiveram suas histórias apagadas. Além da pesquisa e ensino, parte da nossa missão é promover o acesso a esses objetos e desenvolver formas de curadoria compartilhada que permitam a expansão de nosso acervo. O Centro de Documentação Indígena permitirá a formação de novas coleções em formato digital, formadas em parceria com pesquisadores indígenas, em um trabalho pioneiro de registro e comunicação de patrimônios ameaçados”, diz Eduardo Góes Neves, diretor do MAE-USP.

Sobre o Museu da Língua Portuguesa | Localizado na Estação da Luz, o Museu da Língua Portuguesa tem como tema o patrimônio imaterial que é a língua portuguesa e faz uso da tecnologia e de suportes interativos para construir e apresentar seu acervo. O público é convidado para uma viagem sensorial e subjetiva, apresentando a língua como uma manifestação cultural viva, rica, diversa e em constante construção. O Museu da Língua Portuguesa é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido e implantado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.

Sobre o MAE-USP | O Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, criado em 1989, possui um dos mais importantes acervos arqueológicos e etnográficos do Brasil. Na condição de museu universitário, dedica-se aos pilares da vida acadêmica (pesquisa, ensino e extensão) e conta com dois programas de pós-graduação (Arqueologia e Museologia), além de oferecer cursos de graduação regulares à comunidade USP. Herdeiro de coleções etnográficas de instituições como o Museu Paulista e o Acervo Plinio Ayrosa, o MAE-USP abriga hoje importantes coleções como aquelas de Harald Schultz, Herbert Baldus, Curt Nimuendajú, Dina e Claude Lévi-Strauss e Vera Penteado Coelho. Nas últimas décadas, somaram-se ao acervo outras coleções, como as do Banco Santos, de Lux Vidal e de Regina Muller. Destacam-se, ainda, as coleções com peças arqueológicas (em especial aquelas com cerâmicas marajoaras e tapajônicas), africanas, afro-brasileiras e mediterrâneas. Juntas, tais coleções têm fomentado um grande número de projetos de pesquisa dentro e fora do MAE-USP, de pedidos de empréstimo para exposições dentro e fora do país e, de maneira cada vez mais exponencial, demandas de acesso e de estabelecimento de parcerias e projetos colaborativos com as comunidades implicadas nestas coleções.

Sobre a Fapesp | A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo é uma das principais agências de fomento à pesquisa científica e tecnológica do país. Com um orçamento anual correspondente a 1% do total da receita tributária do Estado, a Fapesp está ligada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo e apoia a pesquisa científica e tecnológica, além da formação de recursos humanos para a CT&I no Brasil e no Exterior.

(Com Alan de Faria/IDBR)

Musical ‘Pimentinha – Elis Regina para Crianças’ chega dia 31/5 à EcoVilla Ri Happy

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Fotos: Junior Mandriola.

‘Pimentinha – Elis Regina para Crianças’ conta a história de Lilica, uma menina apaixonada por música e por suas grandes cantoras que faz de tudo para sua mãe levá-la a um concurso de jovens talentos no rádio. Chegando lá, a menina de óculos e cabelo desgrenhado se sente intimidada pelo visual que a impõem. Em busca de sua própria essência, Lilica vai desafiar os padrões de beleza e mostrar que toda pessoa é linda quando dá espaço para sua real personalidade. O musical entra em cartaz dia 31 de maio na EcoVilla Ri Happy.

Inspirado em passagens da infância de Elis Regina, que foi uma menina tímida que se escondia atrás dos óculos fundo de garrafa, mas sempre buscou se sentir representada na sociedade e através do seu visual. Na trilha sonora, estão grandes clássicos da MPB imortalizados por Elis Regina, como ‘Fascinação’, ‘O Bêbado e a Equilibrista’, ‘Madalena’ e ‘Como nossos pais’, em arranjos pensados para as novas gerações.

Nome: Pimentinha – Elis Regina para crianças

Data: 31 de maio a 29 de junho, aos sábados e domingos

Horário: 16h

Valor do ingresso: R$40 (meia)
Classificação: LIVRE

Duração: 60 min

Sobre a Ecovilla Ri Happy

O espaço integra a Sala de Espetáculos Tom Jobim, que estava fechada desde 2017, localizado dentro do bicentenário Jardim Botânico do Rio de Janeiro. A EcoVilla Ri Happy apresenta às crianças e famílias a integração do entretenimento com a busca pelo conhecimento e pela responsabilidade socioambiental, através de uma programação lúdica e inclusiva.

Acessibilidade

Além de espetáculos e atividades voltadas para inclusão dos pequenos, a acessibilidade é compromisso dos realizadores da EcoVilla Ri Happy, que tem como um dos pilares principais ser o primeiro espaço infantil do Rio de Janeiro desenvolvido para todos os perfis de público. O espaço conta com tradução em LIBRAS e legendas em português para pessoas surdas e com deficiência auditiva, audiodescrição para o público com deficiência visual e baixa visão, além de fones abafadores de ruídos para crianças com hipersensibilidade auditiva. Com uma equipe preparada para o receptivo de todos os públicos, o teatro possui rampas e cadeiras de rodas, assentos reservados para pessoas em cadeira de rodas ou pessoas com pouca mobilidade, sinalização em braille, banheiros PCD, e, mediante agendamento, oferecemos visita tátil ao cenário. Os recursos estão disponíveis em todas as sessões do Teatro EcoVilla Ri Happy.

A EcoVilla chegou ao mercado com o naming rights da Ri Happy, que surfa sua primeira experiência neste formato. Além do próprio nome assinando o espaço, a maior rede de lojas de brinquedos do país tem na EcoVilla, uma loja foyer/conceito pensada exclusivamente para o local. Esse formato garante a integração do clássico ambiente de compra de brinquedos, com espetáculos, atividades lúdicas e muita diversão para toda a família. O espaço fica aberto de domingo a domingo das 9 às 17h.

Com cerca de 300 lojas no país, próprias e franquias, e presente em mais de 80 cidades, a Ri Happy está construindo sua loja conceito na EcoVilla com cerca de 277 metros quadrados. Um espaço todo pensado para alcançar a psiquê lúdica, dos sonhos das crianças e dos adultos. Já imaginou poder fazer compras, testar brinquedos, acessar um espaço repleto de programação cultural, tudo em um só lugar? Essa já é uma realidade.

A EcoVilla Ri Happy é uma iniciativa da Aventurinha, marca dedicada ao público infanto-juvenil da empresa Aventura, comandada por Aniela Jordan e Luiz Calainho, referência absoluta de produção teatral no país e que também lançou os já tradicionais Teatro Riachuelo e Teatro Prudential. Os ingressos para os espetáculos e atrações podem ser garantidos no site Eventim.

Serviço:

Local: EcoVilla Ri Happy

Endereço: dentro do Parque Jardim Botânico, Rua Jardim Botânico, 1008

Loja Conceito Ri Happy: aberta todos os dias de 9h às 17h

Funcionamento Bilheteria da Casa: Terça a domingo, 9h às 18h

Contato: (21) 97281-1987

E-mail: casa@ecovilla.art.br

Site: Casa EcoVilla Ri Happy.

(Com Flávia Motta/Lupa Comunicação)

Ballet Clássico de San Petersburgo apresenta ‘Carmen’, de Georges Bizet, e trechos de ‘O Lago dos Cisnes’ no Teatro Liberdade

São Paulo, por Kleber Patricio

Ballet de San Petersburgo é formado por bailarinos oriundos da prestigiada escola Vaganova, referência internacional em formação clássica. Foto: Divulgação.

O aclamado Ballet Clássico de San Petersburgo chega ao Brasil para duas apresentações exclusivas nos dias 2 e 3 de junho, segunda e terça-feira, às 20h, com a versão em um único ato de ‘Carmen’, baseada na novela de Prosper Merimée e na música da ópera de Georges Bizet. A montagem conta com participação especial de Alexander Volchkov.

Ambientada em Sevilha, na Espanha, a trama gira em torno da paixão e do destino trágico dos personagens. A segunda parte da noite será dedicada a grandes clássicos do repertório do ballet mundial, incluindo trechos de O Lago dos Cisnes, entre outras peças.

Reconhecido mundialmente pela elegância e perfeição técnica, o Ballet de San Petersburgo é formado por bailarinos oriundos da prestigiada escola Vaganova, referência internacional em formação clássica. O grupo encanta plateias ao redor do mundo com seu virtuosismo e expressividade.

Mais informações sobre o Teatro Liberdade e sua programação em

www.instagram.com/teatroliberdadesp | www.teatroliberdade.com.br.

Serviço:

Ballet Clássico de San Petersburgo – ‘Carmen’, de Georges Bizet, e trechos de ‘O Lago dos Cisnes’

Datas: 2 e 3 de junho de 2025, segunda e terça-feira, 20h

Duração: 1h30 + 15 minutos de intervalo

Local: Teatro Liberdade

End: Rua São Joaquim nº129 – Liberdade – São Paulo

Abertura da casa: 1h antes do início do evento

Ingressos: De R$97,50 a R$430

– Online (com taxa de conveniência):

https://bileto.sympla.com.br/event/93823/d/255371

– Físico (sem taxa de conveniência): Bilheteria do Teatro

Terça a sábado, de 13h às 19h

Domingos e feriados (apenas em dias de espetáculos de 13h até o início da apresentação)

Obs.: Em dias de espetáculos, a bilheteria permanece aberta até o início da apresentação.

(Com Valentina Dewers/Agência TAGA)

João Suplicy apresenta show com Samba e Blues dia 31/5, no teatro do Sesc Bom Retiro

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Alexandre Suplicy.

O compositor, violonista e cantor João Suplicy apresenta o show do álbum Samblues no teatro do Sesc Bom Retiro, sábado, dia 31/5, às 20h. No repertório canções autorais e releituras de clássicos da música brasileira, como ‘Tem Gente’ (com Alice Ruiz) e ‘Lágrimas de Um Blues’ (parceria com Leci Brandão na versão de estúdio), ‘Retalhos de Cetim’ (de Benito di Paula) e ‘Disritmia’ (Martinho da Vila). Embora tanto o Samba como o Blues tenham origem na diáspora negra, possuem características musicais bem distintas entre si e que, por sua vez, tornam-se complementares sob a interpretação de João. Além de João Suplicy na voz e violão, a banda é formada por Vitor da Candelária e Buiu (ambos na percussão), Diego Pereira (bateria), José Alejandro (baixo) e Pepe Cisneros (teclados). Samblues foi tema de documentário no Globoplay, além de recentemente apresentado em show com a Orquestra Brasil Jazz Sinfônica.

João Suplicy

Seus três primeiros álbuns, Musiqueiro (1998), Cafezinho (2002) e Caseiro (2004), exclusivamente com canções autorais, destacam sua forte ligação com a MPB e seu compromisso com a excelência da música brasileira, recebendo elogios da crítica especializada. Em 2006, João se uniu a Roberto Menescal para lançar um CD com sucessos de Elvis Presley em Bossa Nova. Depois, formou a banda Brothers of Brazil com seu irmão Supla, assinando com o selo americano Sideonedummy e realizando inúmeros shows internacionais. Participaram de festivais como Lollapalooza, Warped Tour, Rock in Rio (RJ/Lisboa) e SWU, além de apresentarem o programa ‘Brothers’ na Rede TV e ‘Brothers na Gringa’ na Mix TV. A banda teve músicas em trilhas de novelas (Globo e Record), e a canção ‘On My Way’ foi eleita uma das melhores de 2012 pela Rolling Stone. Retomando sua carreira solo em 2016, João lançou o álbum ‘João’ em 2017, com a música ‘Dicionário do amor’ como trilha da novela ‘Carinha de Anjo” (SBT). Desde então, lançou diversos singles, incluindo colaborações com Zeca Baleiro, Evandro Mesquita, Alexandre Carlo (Natiruts) e, mais recentemente, com Ney Matogrosso. Este último, pela gravadora Biscoito Fino, pela qual também lançou o intimista e autoral EP Ao pé do Ouvido, em 2024.

Serviço:

João Suplicy | Show Samblues

Dia 31/5 – sábado, às 20h

Ingressos: R$18 (Credencial Plena), R$30 (Meia) e R$60 (Inteira).

Local: teatro (291 lugares)

Classificação etária: 10 anos

Venda de ingressos disponíveis pelo APP Credencial Sesc SP, no site sescsp.org.br/bomretiro ou nas bilheterias.

Estacionamento do Sesc Bom Retiro – (vagas limitadas)

O estacionamento do Sesc oferece espaço para pessoas com necessidades especiais e bicicletário. A capacidade do estacionamento é limitada. Os valores são cobrados igualmente para carros e motos. Entrada: Alameda Cleveland, 529.

Valores: R$8 a primeira hora e R$3 por hora adicional (Credencial Plena). R$17 a primeira hora e R$4 por hora adicional (Outros). Valores para o público de espetáculos: R$ 11 (Credencial Plena). R$ 21 (Outros).

Horários: Terça a sexta: 9h às 20h. Sábado: 10h às 20h. Domingo: 10h às 18h. IMPORTANTE: Em dias de evento à noite no teatro, o estacionamento funciona até o término da apresentação.

Transporte gratuito

O Sesc Bom Retiro oferece transporte gratuito circular partindo da Estação da Luz. O embarque e desembarque ocorre na saída CPTM/José Paulino/Praça da Luz. Consulte aqui os horários disponíveis de acordo com a programação.

Fique atento se for utilizar aplicativos de transporte particular para vir ao Sesc Bom Retiro. É preciso escrever o endereço completo no destino, Alameda Nothmann, 185, caso contrário o aplicativo informará outra rota/destino.

Sesc Bom Retiro

Alameda Nothmann, 185, Campos Elíseos, São Paulo – SP

Telefone: (11) 3332-3600

Siga o @sescbomretiro nas redes sociais: Facebook, Instagram – @sescbomretiro.

(Com Flávio Aquistapace/Assessoria de imprensa Sesc SP)