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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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MIS recebe trio de jazz para sonorizar ao vivo o filme “Cinzas e diamantes”

São Paulo, por Kleber Patricio

Os músicos Daniel Latorre, Piotr Krzemiński e Arek Skolik. Foto: Robert Wierzbicki/Divulgação.

A edição de junho do Cinematographo, programa mensal do MIS que apresenta longas-metragens com trilha sonora executada ao vivo, traz o filme polonês “Cinzas e diamantes”, de 1958. E para realizar a sonorização, o Museu recebe o The Special Trio, grupo de jazz formado pelo organista brasileiro Daniel Latorre e os poloneses Piotr Krzemiński (trompete) e Arek Skolik (bateria). A sessão acontece no dia 22, às 15h, e os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), podendo ser adquiridos pela plataforma Megapass (online) ou na bilheteria física do MIS.

Com nomes importantes do gênero, o trio de jazz formado em 2023 lançou seu disco de estreia, “You Know?”, em fevereiro deste ano e a apresentação no MIS integra a turnê que eles realizam pelo Brasil no mês de junho. Daniel Latorre é referência brasileira do órgão Hammond B3 e já colaborou com artistas como Caetano Veloso e Ed Motta. Já o baterista Arek Skolik tocou com nomes importantes do jazz mundial, como o saxofonista Lee Konitz. E o trompetista Piotr Krzemiński, por sua vez, foi premiado por dois anos como o Melhor Jazzista de Łódź, na Polônia.

No palco do Auditório MIS, eles sonorizam ao vivo “Cinzas e diamantes”, filme baseado no romance de 1948 do escritor polonês Jerzy Andrzejewski. O título vem de um poema do século 19 de Cyprian Norwid e se refere à maneira pela qual os diamantes são formados a partir de calor e pressão agindo sobre o carvão.

“Cinzas e diamantes”, filme polonês de 1958, ganha exibição com trilha sonora executada ao vivo no MIS. Foto: divulgação.

O longa, dirigido por Andrzej Wajda, começa no último dia da Segunda Guerra Mundial, com Maciek (Zbigniew Cybulski), ex-soldado do Armia Krajowa – Exército de Livre Resistência Polonesa — ao lado de alguns parceiros numa missão para assassinar Szczuka (Waclaw Zastrzezynski), líder comunista daquela região. A direção de Wajda se ancora desde cedo em uma oposição visual entre a figura aparentemente calma e meio apaixonada de Maciek com a de sua ação como assassino, uma linha que o roteiro baseado no livro de Jerzy Andrzejewski irá expandir, principalmente após Krystyna (Ewa Krzyzewska), uma garçonete por quem Maciek se apaixona, entrar em cena.

Sobre o Cinematographo | O Cinematographo é um programa mensal do MIS que resgata o clima das antigas sessões de cinema com um toque especial: em cada edição, músicos convidados criam uma trilha sonora ao vivo. É uma maneira diferente e envolvente de assistir aos filmes, com uma nova camada de som, que leva o público para dentro da história.

Serviço:

Cinematographo – Cinzas e diamantes

Data: 22.06, às 15h

Local: Auditório MIS (172 lugares)

Avenida Europa, 158, Jd. Europa, São Paulo – SP

Ingresso: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), disponíveis na plataforma Megapass e na bilheteria física do MIS

Classificação: 12 anos

A programação é uma realização do Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo, e Museu da Imagem e do Som, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e com o apoio do ProAC. O MIS tem patrocínio institucional da B3, Vivo, Valid, Kapitalo Investimentos, Goldman Sachs, Sabesp e TozziniFreire Advogados e apoio institucional das empresas Unisys, Unipar, Grupo Comolatti, Colégio Albert Sabin, PWC, TCL SEMP, Telium e Kaspersky.

(Com Diego Andrade de Santana/Assessoria de Imprensa MIS)

Apesar da matriz energética renovável, Brasil está atrasado nas políticas para descarbonizar indústria do aço

Brasil, por Kleber Patricio

Tecnologias como fornos elétricos movidos a hidrogênio verde podem reduzir em até 90% a emissão dos fornos convencionais, baseados em carvão mineral. Foto: Francisco Fernandes/Unsplash.

A indústria do aço responde por cerca de 26% das emissões industriais e de 7 a 9% das emissões totais de dióxido de carbono no mundo. O Brasil, apesar de possuir uma matriz energética mais renovável que a de outros países, precisa de mudanças estruturais e políticas de incentivo para garantir a descarbonização do setor siderúrgico. É o que aponta levantamento inédito do projeto “Descarbonização e Política Industrial: Desafios para o Brasil” (DIP-BR), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) publicado no último dia 15 de maio.

O autor do relatório, Germano Mendes de Paula, professor da Universidade Federal de Uberlândia, explica que as emissões de carbono dependem da rota tecnológica utilizada. Usinas integradas de alto-forno a coque, baseadas em carvão mineral, são responsáveis por 70% da produção de aço, gerando 2,32 toneladas de CO2 por tonelada de aço bruto. Em contrapartida, tecnologias como a redução direta com fornos elétricos a arco (DRI-EAF), movidos a hidrogênio verde, podem reduzir essa emissão em até 90%, chegando a 0,2 toneladas de CO2 por tonelada de aço bruto. No Brasil, o uso de carvão vegetal reflorestado e sucata de aço na cadeia produtiva já confere emissões menores (0,7 e 0,4 toneladas de COpor tonelada de aço bruto produzida, respectivamente).

Mendes de Paula ressalta, porém, que o alto-forno é uma tecnologia difícil de substituir em termos de custo, escala e qualidade de produção, o que torna a modernização lenta. O autor aponta outros desafios, como insumos alternativos caros, como o hidrogênio verde, e uma forte escassez de sucata para a reciclagem, especialmente em países emergentes, como o Brasil. “O perfil de consumo de aço do Brasil faz com que tenhamos pouca oferta de sucata. Carros que em outros países viram ‘lata-velha’ e viram insumos ainda estão rodando no Brasil, por exemplo”, contextualiza Mendes de Paula. “O Brasil também exporta muito aço, gerando sucata no estrangeiro”, completa.

O relatório também analisa iniciativas da União Europeia, Estados Unidos, Canadá, México, Japão, China e Índia, que figuram entre os maiores produtores de aço, para a descarbonização na cadeia produtiva do aço. Na comparação, o Brasil demonstra vantagem por contar com uma matriz energética mais renovável, mas peca na questão de incentivos financeiros e políticas públicas. Por exemplo, Mendes de Paula menciona o subsídio de 700 milhões de dólares que a JFE, a segunda maior indústria japonesa, recebeu para trocar o alto-forno pela a rota baseada em forno elétrico, à base de sucata.

No Brasil, apesar de iniciativas como o Programa BNDES Hidrogênio Verde e a recente Lei nº 14.948/2024, que estabelece o marco legal para a economia de baixo carbono, ainda faltam políticas mais robustas e subsídios diretos à descarbonização da siderurgia. O mercado siderúrgico brasileiro também cresce lentamente, o que limita a viabilidade de novos projetos sustentáveis, e o mercado regulado de carbono encontra-se relativamente atrasado.

No âmbito das estratégias tecnológicas, os esforços mais relevantes têm se concentrado na redução das emissões de gases de efeito estufa na matriz energética por meio de investimentos em energias eólica e solar. “Dadas as limitações, a indústria brasileira tem feito o dever de casa e acredito que o governo entenda a necessidade de investir em iniciativas de descarbonização. A dificuldade é tornar isso uma prioridade pública”, finaliza Mendes de Paula.

(Fonte: Agência Bori)

Andropausa atinge até 21,3 milhões de homens com mais de 40 anos no Brasil

Campinas, por Kleber Patricio

Dr. George Mantese: tratamento da andropausa ainda é um tabu entre o público masculino. Foto: Divulgação.

Ao contrário da menopausa, que atinge o público feminino, a andropausa ainda é pouco conhecida entre os homens, além de enfrentar tabus. Trata-se de uma condição fisiológica caracterizada pela diminuição gradual dos níveis de testosterona, que provocam sintomas como a fadiga crônica, irritabilidade, ganho de peso abdominal e queda na libido. Segundo estimativas mundiais, até 25% do público masculino acima de 40 anos podem estar com andropausa. No Brasil, calcula-se que 21,3 milhões de homens sejam afetados pela condição fisiológica. Na região, de Campinas, estima-se 121.400 homens na andropausa.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia, a “menopausa masculina” é a Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino (DAEM), caracterizada pela queda progressiva da testosterona após os 40 anos de idade.

George Mantese, médico de Família e Comunidade Doutorando em Educação e Saúde (USP), especialista em Longevidade, Anti-Aging e Wellness, além de fundador e diretor do Instituto Mantese, explica que a andropausa é uma epidemia ignorada, já que 30% dos homens afetados não têm um diagnóstico do problema. “Dados da Sociedade Brasileira de Urologia revelam que 3 em cada 10 homens acima de 50 anos têm DAEM, mas menos de 20% recebem tratamento”, alerta ele. “O tabu e a falta de campanhas públicas agravam o problema e elevam os riscos, sendo que homens com baixa testosterona têm três vezes mais risco de depressão”, acrescente o médico especialista.

PREVENÇÃO

George Mantese afirma que é de extrema importância o homem fazer os exames assim que alguma das manifestações da andropausa surgirem. O primeiro passado, explica o especialista, é ter um diagnóstico do problema, através de exames. “A dosagem de testosterona deve ser feita entre 7h e 10h, em jejum, e combinada com avaliação clínica. Novos exames, como a testosterona livre por ultrassensibilidade, aumentam a precisão dos resultados”, conta.

Outras prevenções citadas pelo médico são o estilo de vida que preserva a testosterona. “Estudo da Universidade de Harvard comprovou que homens com dieta rica em zinco (castanhas, carne magra) e exercícios regulares têm 30% menos risco de desenvolver DAEM precoce”, explica George Mantese.

Mantese também faz um alerta importante. “A terapia com testosterona só é indicada para casos comprovados, mas a procura por automedicação cresceu 40% pós-pandemia.”

Homens na andropausa: Considerando que cerca de 20% da população são homens acima de 40 anos, estima-se que: • Campinas: aproximadamente 121.400 homens na andropausa. • Região Metropolitana de São Paulo: aproximadamente 2.165.000 homens na andropausa. • Porto Alegre: aproximadamente 148.800 homens na andropausa.

(Com Marcelo Oliveira/Comunicação Estratégica Campinas)

Urbia reinaugura cachorródromo do Parque Ibirapuera com melhorias e novas funcionalidades para pets e seus responsáveis

São Paulo, por Kleber Patricio

Cachorródromo do Parque Ibirapuera. Foto: Divulgação/Grupo Petz

A Urbia acaba de reinaugurar o cachorródromo do Parque Ibirapuera, agora batizado de Petz Park, com uma série de melhorias que ampliam o conforto do local e a infraestrutura para pets e seus responsáveis. O espaço passa a contar com o patrocínio do Grupo Petz e integra as ações da concessionária para transformar o parque em um ambiente ainda mais acolhedor, plural e voltado à qualidade de vida dos frequentadores.

Com 9 mil m², o Petz Park se consolida como um dos maiores espaços dedicados ao lazer pet em parques públicos da capital paulista, além de ocupar o posto de segundo maior cachorródromo da América Latina. O projeto contou com o patrocínio do Grupo Petz, que viabilizou a realização das melhorias no espaço. Entre as reformas realizadas no local incluem: renovação de mobiliários, pintura, instalação de oito lixeiras com orientações para os responsáveis, além de nove bebedouros para pets personalizados, sendo três deles dentro do Petz Park e os outros seis espalhados pelo Ibirapuera.

O objetivo da iniciativa é proporcionar uma experiência de qualidade para os amantes de pets em meio à natureza. “Nosso compromisso é oferecer experiências cada vez mais diversas para os frequentadores do parque. O novo cachorródromo amplia as possibilidades de convivência entre os pets e seus responsáveis, reforçando a vocação do Ibirapuera como um lugar de bem-estar, cuidado e inclusão”, ressalta Samuel Lloyd, diretor da Urbia.

Inaugurado em 2022, o cachorródromo surgiu a partir de uma escuta ativa da Urbia junto aos frequentadores do Parque Ibirapuera. Desde o início da gestão, a empresa realiza pesquisas periódicas para mapear as principais demandas do público, e a criação de um cachorródromo bem estruturado e integrado ao parque estava entre os pedidos mais recorrentes. “Ao ouvir atentamente as demandas da população, garantimos que o Parque Ibirapuera evolua para atender às reais necessidades de seus diferentes públicos. Por isso, a implantação do cachorródromo marcou um avanço importante na criação de ambientes dedicados aos pets na cidade de São Paulo”, descreve Lloyd. Agora, em uma nova fase de melhorias e com o patrocínio do Grupo Petz, a Urbia amplia a infraestrutura e conforto, elevando o padrão de qualidade de ambientes destinados à pets.

“É uma grande satisfação fazer parte da revitalização deste espaço no Parque Ibirapuera. A parceria com a Urbia reflete nosso compromisso em promover bem-estar animal e criar espaços de convivência mais inclusivos, confortáveis e conectados às necessidades dos pets e seus responsáveis. Acreditamos que iniciativas como essa fortalecem nosso propósito de incentivar relações cada vez mais harmoniosas entre pessoas, pets e a cidade”, explica Marcelo Maia, VP de Marketing, Digital e Inovação do Grupo Petz.

Durante a reinauguração, que aconteceu no dia 31 de maio, o público que passou pelo cachorródromo pôde participar de uma série de atividades interativas gratuitas, como aulas de Pet Yoga, distribuição de brindes personalizado, ações de foto lembrança, personalização de tags para coleiras e encontros com a mascote Super Secão do Grupo Petz.

A parceria entre a Urbia e o Grupo Petz vai além do cachorródromo e traz benefícios concretos para toda a experiência dos visitantes. O patrocínio permite a ampliação dos investimentos em infraestrutura, manutenção e implementação de novos serviços, o que impacta diretamente na qualidade do parque como um todo. Essa iniciativa fortalece a responsabilidade com a valorização do Ibirapuera como um parque mais moderno e conectado às necessidades da população, consolidando-o como uma das principais referências em lazer ao ar livre e bem-estar da cidade de São Paulo.

O Petz Park, localizado próximo aos Portões 5 e 6 do Ibirapuera, já está aberto ao público e funciona diariamente com acesso gratuito.

(Mylena Zintl Bernardes/Máquina Cohn & Wolfe)

Uma palhaça no hospital: histórias contadas por Tereza Gontijo ganham versão impressa

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Arquivo pessoal.

No livro “Do riso ao soro – Reflexões de uma palhaça no hospital e a incrível jornada dos afetos” (Editora Urutau), a multiartista Tereza Gontijo convida o leitor a partilhar sua experiência como palhaça profissional atuando em hospitais de grandes cidades brasileiras por meio da associação Doutores da Alegria.

A publicação, primeiro apresentada em formato digital, em agosto de 2024, acaba de ganhar a versão impressa, pela editora Urutau, e será oficialmente levada ao público na Bienal do Livro no Rio de Janeiro. Não seria mero acaso a obra ser lançada na terra onde viveu a tia-avó da autora, a escritora Maria Clara Machado, consagrada pela criação de famosas peças infantis e fundadora do teatro O Tablado.

Há 17 anos, Tereza dá vida a Guadalupe, e com a palhaça vivencia histórias de luta em alas pediátricas e adultas de instituições públicas de saúde em Belo Horizonte (BH), São Paulo e Rio de Janeiro. Mineira de BH radicada em São Paulo, ela constrói uma narrativa afetuosa e introspectiva que conecta episódios pessoais e o que lhe é apresentado nos hospitais, um trabalho que, segundo Tereza, transforma sua percepção de humanidade. “Posso afirmar que a principal matéria-prima do palhaço não é o riso, é a humanidade comum a todos nós”, destaca Tereza no capítulo “Quando a morte chegar, que ela te encontre vivo”, onde relata o dia em que a Guadalupe atendeu a um pedido especial de uma paciente que seria sedada em seguida à sua apresentação.

Essa e outras histórias – como a “Mãe palhaça”, que conta o dia em que Tereza e Guadalupe se encontram em um grande dilema – pela primeira vez ela deixa a filha internada para atender outras crianças hospitalizadas – podem ser lidas em “Do riso o soro”. “Hoje sei que a Guadalupe sou eu, e que esta máscara que eu achava que me protegia, me escancara e me revela como um ser humano”, conclui.

No texto “Quando um cometa cruza o céu”, Tereza conta sobre um super menino, de três anos, que viveu o Super Homem por um dia, junto com Guadalupe em uma das suas apresentações, e veio a óbito dois dias depois. “Não vou me esquecer do semblante daquele menino olhando para a fantasia, como se fosse o próprio super-herói admirando sua roupa mágica, lustrada e poderosa”, lembra ela. São relatos e histórias reais contados em 210 páginas carregadas de afeto e conexão.

A artista conta que, a partir dos lançamentos das versões digital e física, com essas etapas amadurecidas, está elaborando uma palestra sobre o que chama de “inteligência artesanal” – uma forma de olhar e vivenciar o cotidiano de forma mais humana, a partir da experiência relatada na obra em articulação com pensamentos de outros autores e filósofos. “É uma proposição que visa contribuir para uma cultura de mais afeto e trocas mais humanas em empresas, escolas e organizações de trabalho”, aponta.

Para ela, o novo livro chega como um bebê que nasce ou um velho amigo chegando de uma viagem longa. “Está aqui. Está aí. Para encontrar vocês. Uma nova etapa dessa aventura e eu estou animada”. O lançamento oficial foi em 14 de junho no Riocentro.

A apresentação do livro segue para São Paulo, Belo Horizonte e para a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip).

Jornada dos afetos

A jornada é de levar alegria para pacientes, famílias, enfermeiros, médicos e funcionários. “O livro é um mergulho investigativo. Examino como o encontro do humor com a dor, o desconforto e a morte possibilitaram o desvelamento da profundeza humana, suas fragilidades, potências e mistérios”, diz Tereza. Tudo o que guia sua carreira e revela sua grande paixão: as pessoas, suas histórias de vida e a possibilidade do encontro.

A narrativa não apenas explora a transformação pessoal da autora, como instiga o leitor a refletir sobre a autenticidade e os afetos em sua própria vida. Oferece a oportunidade de apreciar a beleza das experiências humanas e pensar sobre as conexões que tornam a existência mais significativa.

Sobre a autora

Tereza tem 38 anos, é atriz, musicista, professora e diretora teatral, além de especialista na palhaçaria, e uma artista premiada. Para ela, cada pessoa carrega um valor inestimável e uma história a ser honrada, uma expressão única. “A beleza da diversidade é divina e partilhar humanidades há de ser das experiências mais transformadoras que temos o privilégio de vivenciar. Não à toa, além de palhaça, inventei-me profissões novas: detetive de metrô, jardineira de humanidades, pescadora de afetos”.

(Com Lorena Cecília/Agência Guindaste)