No último dia 23 de abril 23 de abril, educação amazonense viveu um momento histórico


Manaus
O texto “Zebra sem nome” foi escrito pela dramaturga e roteirista Maria Shu ao lado de sua filha Heloísa, na época com sete anos. Curiosa sobre temas como representatividade, gênero e classe social – perguntas motrizes da menina – a dramaturgia aborda esses assuntos de forma lúdica com personagens divertidos e que andam em bando. A peça, que estreia agora no teatro Sesc Belenzinho, no dia 1º de julho e fica em cartaz até o dia 30 do mesmo mês, também marca o segundo encontro entre as artistas negras e pesquisadoras das narrativas cênicas Shu e a diretora Marina Esteves.
O primeiro encontro entre as artistas aconteceu na montagem da peça infanto-juvenil de autoria de Maria Shu “Quando eu morrer, vou contar tudo a Deus”, pelo coletivo O Bonde, grupo em que Marina Esteves é cofundadora, produtora e atriz. O espetáculo foi visto por mais de oito mil pessoas em São Paulo, Belo Horizonte e Florianópolis. “Zebra sem nome” é o primeiro trabalho em que Marina assina a direção e concepção geral, depois de sete anos de pesquisa das infâncias e de atuar sete peças para infâncias. “De certa forma, a peça é uma reverberação do meu encontro com a Maria Shu, artistas negras que se propõem a realizar coisas do mundo”, revela Marina Esteves.
No enredo de “Zebra sem nome”, a personagem Zebra sai da savana africana em busca da sua identidade e de um nome para chamar de seu. No percurso, ao conhecer novos lugares, também se depara com figuras importantes para suas descobertas e sua busca por identidade. “A peça tem como recorte a união de mulheres negras. A Zebra, enquanto passa por esses espaços, encontra personalidades negras, como Glória Maria, Lélia Gonzales, Conceição Evaristo, Palhaça Chamego, primeira palhaça negra no Brasil. Essas pessoas a fazem se reconhecer como indivíduo. Ela também aprende que, andando em bando – as zebras sabem disso, elas andam em bandos femininos –, ela consegue encontrar sua própria identidade”, conta a diretora.
No palco, atores e musicistas. A peça é embalada por uma trilha sonora ao vivo que mescla canções originais, a sonoridade e a musicalidade do centro-oeste da África, particularmente na República do Congo. Há também influência do hip hop. Com uma DJ em cena, as músicas sampleadas vão conduzindo o caminho e os encontros das personagens. “Nosso público será surpreendido com a musicalidade altiva, festiva e vibrante que se inicia no espaço”, diz Marina.
Depois de tantas voltas, a Zebra sem nome volta para a savana cheia de conhecimentos, disposta a ensinar o que aprendeu e a valorizar sua terra e sua ancestralidade. E também encontra um nome e uma profissão especial.
Sinopse | Uma jovem e inquieta zebra moradora da savana africana faz uma jornada mundo afora em busca de autoconhecimento e do direito mais básico de todos: um nome para chamar de seu, um sinal que a caracterize como indivíduo na manada e na sociedade. Para isso, Zebra sem nome contará com aliados e passará por espaços aprendendo os conceitos de liberdade, empatia, solidariedade e justiça. Esta heroína retornará à savana com sua bagagem cheia de conhecimento para dividir com os seus iguais e com uma descoberta surpreendente: a alcunha mais incrível que poderia ter.
Ficha técnica
Concepção e Direção geral: Marina Esteves
Dramaturgia: Maria Shu
Reelaboração textual e dramaturgismo: Jhonny Salaberg, Joy Catharina e Marina Esteves
Elenco: Joy Catharina e Jhonny Salaberg
Direção musical e trilha sonora original: Felipe Gomes Moreira
Produção musical: Dani Nega
Musicistas: DJ K-Mina, Jonatah Cardoso e Larissa Oliveira
Preparação corporal, direção de movimento e coreografias: Marina Esteves
Desenho de luz: Matheus Brant
Operação de luz: Juliana Jesus
Figurino: Felipa Damasco
Modelista: Raquel Brandão
Cenografia e adereços: Livia Loureiro
Execução de cenário e mobiliário: Mateus Fiorentino
Desenho e operação de som: André Papi
Videografismo: Gabriela Miranda
Ilustrações e quadrinhos: Gabu Brito
Orientação cômica e circense – cena circo: Filipe Bregantim
Orientação em jogos e encantarias: Vanessa Rosa
Provocação cênica: Filipe Celestino
Estágio: Chidi Portuguez
Cenotécnica: Helen Lucinda
Fotografia: Ethel Braga
Mídias sociais: Isabela Alves
Assessoria de imprensa: Márcia Marques – Canal Aberto
Produção jurídica: Corpo Rastreado
Produção executiva: Thiago Moreira
Produção artística: Katia Manfredi
Idealização: Marina Esteves e Maria Shu
Realização: Sesc SP
Apoio: Prêmio Zé Renato
Na canção de abertura “Não há mais nada para aprender aqui” é feita uma citação à canção “Raízes”, do compositor José Geraldo Rocha, que cedeu gentilmente sua obra. Agradecimentos:
Ailton Barros, Circo Guarany, Casa 11, Cristiano Gouveia, Família Gomes Moreira, Gabriela Gonçalves, Gisely Alves, Graciane Diniz, Jessica Turbiani, José Geraldo Rocha, Kalu Manfredi, Lucas Cardoso, Mariana Gabriel e família, Murilo de Lima Giavarotti, Nara Dias Gugliano, Nouve, O Bonde, Rosemary Martins, Wagner Antonio e a todas as pessoas que direta ou indiretamente contribuíram para esse sonho se tornar realidade.
Zebra Sem Nome
De 1 a 30 de julho de 2023; quintas, às 15h; sábados e domingos, às 12h
Local: Teatro (374 lugares)
Valores: R$8,00 (credencial plena), R$12,50 (meia), R$25,00 (inteira). Crianças até 12 anos não pagam
Ingressos disponíveis para compra online a partir de 20/6, às 17h. E nas bilheterias das unidades Sesc a partir do dia 21/6, às 17h
Classificação: Livre
Duração: 50 minutos
SESC Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho – São Paulo (SP)
Telefone: (11) 2076-9700
Estacionamento
De terça a sábado, das 9h às 21h; domingos e feriados, das 9h às 18h
Valores:
Credenciados plenos do Sesc: R$5,50 a primeira hora e R$2,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$12,00 a primeira hora e R$3,00 por hora adicional.
Transporte Público: Metrô Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m).
(Fonte: Canal Aberto Assessoria de Imprensa)
Depois de ter sido apresentada com muito sucesso no Hall Monumental da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo entre os dias 1 e 10 de junho, a segunda edição da exposição “O Caminho da Arte” ganha destaque agora no Shopping Parque da Cidade, reduto da Art A3 Gallery. A galerista Rosita Cavenaghi resolveu ampliar a mostra, uma vez que o acervo, de 38 obras de 19 artistas, é muito rico em estilo artístico distinto. De 1º até 15 de julho, a exposição poderá ser visitada no piso térreo do Shopping, que fica na Av. das Nações Unidas, 14401, Chácara Santo Antônio, Zona Sul de São Paulo. O vernissage será no dia 1º de julho das 16 às 21h.
Nesta edição, “O Caminho da Arte” contém, entre as obras apresentadas, pinturas tradicionais produzidas em óleo ou acrílico sobre tela, mosaicos em vidro, artes digitais fotográficas, esculturas e colagens, entre outras técnicas que, juntas, ajudaram a compor a vasta história da arte. “Queremos reforçar que os vários tipos de manifestações artísticas se cruzam em vários momentos. Até por isso o nome da exposição é ‘O caminho da arte’”, explica Rosita Cavenaghi, da Art A3 Gallery.
Com curadoria de Oscar D’Ambrosio, o foco da exibição se encontra em dar visibilidade aos diversos artistas, assim como à enorme variedade de formas de produzir arte. Os artistas participantes são Amin, Andre Bringuenti, Ara Vilela, Christian Piason, Charles Chaim, Cris Bevilacqua, Eliane Mattos , Elisabeth Wortsman, Fatima Marques, Gisele Faganello, Gisele Ulisses, Ju Barros, Marcelo Neves, Marco Briones, Maria Estanislava, Paulo Vitor Carneiro, Ricardo Kovacs, Solange Rabello, Van Xavier e Zé Mário Passos.
Rosita também ressalta a importância de realizar uma exposição de grande porte em um local público, onde os artistas possam atingir mais pessoas por meio de seus trabalhos, daí a continuidade de apresentar “O Caminho da Arte” na própria galeria, localizada num dos shoppings mais concorridos da capital paulista. “Precisamos de mais exibições em locais públicos, onde pessoas de todas as camadas da sociedade tenham acesso à cultura de qualidade”, completa. A mostra é gratuita e aberta ao público.
Serviço:
Exposição: “O caminho da Arte – II edição”
Local: Shopping Parque da Cidade
Quando: 1º até 15 de julho – Horário: das 10h às 21h
Vernissage: 1º de julho das 16 às 21h
Endereço: Av. das Nações Unidas, 14401 – Chácara Santo Antônio (Zona Sul), São Paulo
Curadoria: Oscar D’Ambrosio
Info: Rosita Cavenaghi (11 94219-1834)
Valores: gratuito e aberto ao público.
(Fonte: Gisele M F C Lahoz Press)
Lançamento do evento, que terá o tema “Sustentabilidade: um olhar para gastronomia”, aconteceu no dia 27. Fotos: Firmino Piton.
O Chefs Campinas, um dos mais tradicionais e charmosos eventos de gastronomia da Região Metropolitana de Campinas, será realizado no dia 16 de julho na Praça Carlos Gomes. O evento faz parte da programação do mês de aniversário de Campinas. É a 10ª edição e reunirá 23 restaurantes tradicionais e 14 cervejarias do Polo Cervejeiro de Campinas, que levarão para a praça comidas e bebidas a preços acessíveis para todos os públicos.
O lançamento do evento para a Imprensa e convidados foi realizado na noite da terça-feira, 27 de junho, com a presença da secretária de Cultura e Turismo de Campinas, Alexandra Caprioli, e do diretor de Turismo, Eros Vizel; do presidente do Visite Campinas (Campinas e Região Convention & Visitors Bureau – CRC&VB), Vanderlei Costa, e demais parceiros. O prefeito Dário Saadi também prestigiou o evento.
Ao longo de todo o domingo, haverá também uma extensa programação musical e cultural.
A programação gastronômica e cultural do Chefs Campinas terá início às 10h e se estenderá até às 17h. No dia, as operações, de variados estilos gastronômicos, vão oferecer seus menus com valores de até R$45,00.
O Chefs Campinas é realizado pelo Visite Campinas (Campinas e Região Convention & Visitors Bureau – CRC&VB) e pela Prefeitura Municipal de Campinas, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. A edição 2023 terá o patrocínio do Polo Cervejeiro de Campinas, com 14 fabricantes.
A secretária de Cultura e Turismo de Campinas, Alexandra Caprioli, ressalta que comemorar o aniversário da cidade com o Chefs Campinas é motivo de orgulho. “Este é um evento que virou uma tradição, que é celebrado pela cidade e a população espera ansiosamente por ele. Para nós, é, sobretudo, a oportunidade de trabalhar com um dos pilares do Turismo, a gastronomia de Campinas, que é referência regional. O Chefs Campinas é um dos pontos de atratividade para a nossa cidade, que une o evento público, num espaço público, para trazer a população a se conectar com os chefs e para perto do Centro da cidade, no caso, para a Praça Carlos Gomes”, avalia. Caprioli completa: “Esta parceria entre a Secretaria de Cultura e Turismo com o CRC&VB é de sucesso. Começou em 2013 e já completou 11 anos”.
Vanderlei Costa, presidente do CRC&VB, explica que o objetivo da entidade é o de promover a cidade como atrativo turístico e gastronômico, o centro e as praças da cidade. “A ocupação das praças pela população em eventos como o Chefs Campinas estimula a economia, o setor gastronômico e o convívio social entre famílias e amigos.”
Tema
O tema desta edição é “Sustentabilidade: um olhar para gastronomia”, como forma de reconhecer que todas as culturas podem contribuir para o desenvolvimento por meio da alimentação. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de um terço de todos os alimentos cultivados no mundo são desperdiçados.
Neste ano, o Chefs Campinas vai abrir espaço para três entidades sociais exporem seus trabalhos e produtos. Na área educacional, o Colégio Elementar fará uma exposição focada na sustentabilidade na culinária. Durante a exposição, serão compartilhadas curiosidades, receitas e exibidas plantas alimentícias não convencionais (PANCs) e espécies provenientes da cultura indígena e afro-brasileira.
Órgãos do poder público ligados ao setor de gastronomia também marcarão presença na edição deste ano, como é o caso da Centrais de Abastecimento de Campinas S.A. (Ceasa), que desenvolverá uma ação no dia. Quem também estará na edição 2023 é a Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas, com uma tenda voltada para ações pets, já que o evento reúne famílias e seus animais de estimação.
Restaurantes confirmados
Outback, Elixir Restaurant & Lounge Bar, Armazém Cambuí, Pallure Gelateria, Delícias Árabes & Campinas Café Festival, Prime Italian, Estação Marupiara, Raízes Zen, Sulinas Parrilla e Restaurante, Bellini, Kindai, Cacau Craveiro, Projeto Social Jovem Chef, Kansa Barbecue, Cabanha Campestre 53, Temby´u Ete, Casa Malta, Bronco Burger, Bar Candreva, IGA Escola de Gastronomia e Confeitaria, Original Cheesecake, Casa do Apoio Espiritual Hospital da Luz e El Tambo.
Serviço:
Evento: Chefs Campinas – 10ª edição
Data: 16 de julho (domingo)
Horário: 10h às 17h
Local: Praça Carlos Gomes, Centro.
(Fonte: Prefeitura de Campinas)
No próximo domingo, dia 2 de julho, das 11h às 12h, a Casa Museu Ema Klabin recebe o Toninho Ferragutti Quinteto. O grupo apresenta o espetáculo “A Gata Café”, com obras autorais do acordeonista criadas ao longo de sua carreira. O espetáculo tem 100 lugares presenciais.
Em razão de seu décimo álbum “A Gata Café”, o acordeonista Toninho Ferragutti ganhou o Prêmio de Música Brasileira 2017 como o Melhor Instrumentista na modalidade Solista.
O espetáculo traz Toninho Ferragutti acompanhado pelos músicos Cássio Ferreira (saxofone), Cleber Almeida (bateria), Zé Alexandre Carvalho (contrabaixo) e Fábio Leal (guitarra).
Grandes nomes da música | Em quase 40 anos de carreira, o músico, compositor e arranjador Toninho Ferragutti possui uma extensa participação em centenas de álbuns e shows de artistas consagrados, como Gilberto Gil, Maria Bethânia, Maria Schneider, Lenine e Spok Frevo, entre outros.
Serviço:
Toninho Ferragutti Quinteto
Espetáculo A Gata Café
Domingo, 2 de julho de 2023, das 11h às 12h
100 lugares por ordem de chegada
Rua Portugal, 43 – Jardim Europa – São Paulo, SP
Entrada franca*
https://emaklabin.org.br/espetaculos/toninho-ferragutti-quinteto-a-gata-cafe
Acesse as redes sociais:
Instagram: @emaklabin
Facebook: https://www.facebook.com/fundacaoemaklabin
Linkedin: https://www.linkedin.com/company/emaklabin/?originalSubdomain=br
YouTube: https://www.youtube.com/c/CasaMuseuEmaKlabin
Site: https://emaklabin.org.br
Vídeo institucional: https://www.youtube.com/watch?v=ssdKzor32fQ
Vídeo de realidade virtual: https://www.youtube.com/watch?v=kwXmssppqUU
*Como em todos os seus eventos gratuitos, a Casa Museu Ema Klabin convida quem aprecia e pode contribuir para a manutenção das suas atividades a apoiar com uma doação.
(Fonte: Mídia Brazil Comunicação Integrada)
O Museu da Imagem e do Som (MIS) de Campinas recebe o workshop “Potencialidades sensoriais da luz e do som”, com Julia Zakia, neste sábado, 1º de julho, das 14h às 18h, e domingo, 2 de julho, das 14h às 18h. A entrada é gratuita. O curso é voltado para a investigação das potencialidades narrativas e sensoriais da luz e do som.
Segundo os organizadores, um desenho de memória é proposto como ponto de partida e, por meio dessas memórias luminosas de cada participante, conceitos básicos da fotografia, como fontes de luz, recortes, intensidades e temperaturas de cor, serão introduzidos e aprofundados a cada desenho de luz esboçado. Essas noções irão ajudar o público participante a reproduzir e reinventar luminosidades, desenvolvendo temas sobre como criar sensações por meio das escolhas de iluminação e da combinação de sons, tensão, leveza, suspense e infinitas outras sensações.
Julia Zakia estudou Cinema e Teatro na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), com especialização em direção e cinematografia. Desde 2004, trabalha nas duas funções, tendo escrito, dirigido e fotografado espetáculos e performances, curtas e longas metragens exibidos em importantes festivais nacionais e internacionais. Julia também produz e ilumina espetáculos de teatro e performances.
Serviço:
Workshop “Potencialidades sensoriais da luz e do som”
Data: 1º de julho (sábado)
Horário: 14h às 18h
Data: 2 de julho (domingo)
Horário: 14h às 18h
Local: MIS – Museu da Imagem e do Som – Rua Regente Feijó, 859, Centro.
(Fonte: Prefeitura de Campinas)