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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Estiagem extrema impacta turismo de base comunitária na Amazônia e pousada ribeirinha interrompe atividades

Amazônia, por Kleber Patricio

À esquerda, imagem da Comunidade Santa Helena do Inglês na cheia. Foto: Roldolfo Pongelupe. À direita, na seca. Foto: Lucas Bonny.

O Rio Negro atingiu no dia 16 de outubro o nível mais baixo já registrado na história, superando a seca de 2010, de acordo com dados do Porto de Manaus. Os efeitos da estiagem severa são sentidos pelas comunidades no entorno da capital amazonense. Santa Helena do Inglês e Saracá, polos vibrantes do turismo de base comunitária na região, enfrentam a dificuldade de acesso a itens básicos, como alimentos e água potável. No lugar dos típicos barcos, tratores estão sendo usados para o transporte de alimentos, em um trajeto de 20 minutos ou de quase uma hora a pé no sol escaldante.

Nessas comunidades ribeirinhas localizadas na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Negro, distante cerca de 1h30 de Manaus, outro fator tem piorado a qualidade de vida dos moradores: a poluição da fumaça dos incêndios florestais, que têm aumentado nessa temporada. “Acho que essa seca tá pior que a de 2010, porque tá mais difícil pra sair e chegar nas comunidades. E naquela época não tinha fumaça”, afirma Sebastião Brito, presidente comunitário do Saracá.

Seca extrema obriga pousada comunitária a fechar as portas para a temporada

Os efeitos severos da seca também são sentidos nas fontes de renda dessas comunidades, que há mais de uma década trabalham uma alternativa econômica sustentável: o turismo de base comunitária. Em Santa Helena do Inglês, a pousada Vista do Rio Negro vai fechar as portas pelos próximos dois meses pela falta de condições de manter a logística e estrutura para receber novos turistas durante a estiagem. “A gente teve que desmarcar reservas e devolver dinheiro. Eu nunca tinha visto uma seca tão forte assim”, conta a gestora da pousada, Adriana de Siqueira, que lamenta o impacto no negócio, que aquece a economia local. “Algumas doações estão chegando (para a comunidade), mas a gente não queria viver de doação; a gente queria viver do nosso trabalho”. 

A pousada, assim como outros empreendimentos turísticos na região do Rio Negro, foi implementada pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS) com recursos do Fundo Amazônia. O objetivo da fundação é estimular o desenvolvimento do turismo protagonizado pelas pessoas que vivem nas comunidades mantendo a floresta em pé e promovendo a prosperidade social.

Em Santa Helena do Inglês também funciona um projeto de energia solar. O sistema, que conta com 132 painéis solares, 54 baterias de lítio e 9 inversores híbridos, abastece as residências e propriedades privadas, igreja, centro comunitário, escola, fornece iluminação pública e atende as mais de 30 famílias que moram na comunidade, uma parceria da FAS com a Unicoba. Contudo, a seca do Rio Negro afeta igualmente a disponibilidade dos serviços estaduais e municipal de saúde e educação. “Os médicos não estão mais visitando as comunidades e as aulas estão suspensas”, diz Adriana.

Aliança Amazônia Clima leva ajuda emergencial a comunidades afetadas pela estiagem

Diante de uma temporada de estiagem sem precedentes, organizações da sociedade civil juntaram-se na iniciativa chamada Aliança Amazônia Clima. Facilitada pela Fundação Amazônia Sustentável, a aliança está mobilizando doações de itens de primeira necessidade e destinando às comunidades mais afetadas pela seca. No dia 13, a aliança realizou a entrega de cestas básicas na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Negro que beneficiaram cerca de 150 pessoas nas comunidades Santa Helena do Inglês e Saracá. “A Aliança Amazônia Clima atendeu o pedido da Associação da RDS do Rio Negro, que representa os moradores da região, e levou 38 cestas básicas, que foram distribuídas para as famílias e regiões mais necessitadas mapeadas no território”, informa Valcleia Solidade, superintendente de Desenvolvimento Sustentável da FAS.

Valcleia conta que a missão de entrega dos donativos foi dificultada pelo baixo volume do Rio Negro e pela intensa camada de fumaça que cobriu o céu nos últimos dias em Manaus e região, mas o objetivo imediato foi alcançado. “Tivemos muita dificuldade de chegar, mas chegamos, e é importante dizer que a Aliança Amazônia Clima tem tudo para contribuir com o poder público e trazer um alento para as comunidades impactadas pela seca. É desafiador, é difícil, mas não é impossível, e esse é só o começo do trabalho que temos pela frente”, afirma a superintendente da FAS.

Como ajudar 

A Aliança Amazônia Clima está arrecadando alimentos não perecíveis, água potável e valores financeiros para compra de itens de necessidade básica em apoio às comunidades afetadas pela seca extrema na região. As doações podem ser entregues na sede da FAS, localizada na Rua Álvaro Braga, 351, bairro Parque Dez, em Manaus (AM). As contribuições financeiras podem ser feitas por meio da chave PIX 03351359000188 – Fundação Amazônia Sustentável e pelo site bit.ly/doe-amazonia.

Desde o dia 1º de outubro, a FAS vem realizando campanhas para ajudar regiões e comunidades impactadas pela seca, como a vila de Nossa Senhora Nazaré do Arumã, em Beruri (AM), que foi atingida por um deslizamento de terra, e as comunidades Betel e Braga, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Lago do Piranha (AM). As doações arrecadadas até o momento ultrapassam os R$100 mil e foram convertidas na compra de cestas básicas, kits de higiene, galões de água mineral, materiais para construção de sistemas de captação e tratamento de água, entre outros itens.

(Fonte: Edelman)

O pulso de inundação no rio Solimões e a vulnerabilidade da pesca na Amazônia em meio à seca extrema

Amazônia, por Kleber Patricio

Acordo de pesca na RDS Mamirauá, Amazonas (2021). Foto: Vinicius Galvão Zanatto.

Por Vinícius Zanatto e Patrícia Rosa — Todos os anos, o volume das águas do rio Solimões aumenta e diminui durante a enchente e a seca – o que, entre pesquisadores, é conhecido como pulso de inundação. Esse movimento impulsiona todas as atividades produtivas e as relações sociais dos povos indígenas e ribeirinhos que vivem nas áreas inundáveis de várzea na Amazônia.

Na região amazônica, é a partir da sazonalidade imposta pelo ambiente que são definidos os momentos de plantar, pescar, coletar e extrair madeira. As casas são construídas em palafitas ou flutuantes para se adaptarem às constantes cheias e secas.

Na região do Médio Solimões, a pesca é uma das principais atividades econômicas e fonte alimentar para a população. O período mais propício para pescar é quando o rio está secando, e lagos e paranãs ficam represados, facilitando a captura de espécies como Tambaqui (Colossoma macropomum), Pirarucu (Arapaima gigas) e Aruanã (Osteoglossum bicirrhosum). Mas, em secas severas, como a atual, toda a cadeia produtiva sofre impacto negativo.

Apesar de a seca facilitar a pesca, a logística para o escoamento da produção é prejudicada, já que o acesso aos lagos é dificultado, exigindo o transporte dos peixes em canoas ou por terra para o armazenamento nos barcos que ficam distante das áreas. O processo implica em gastos maiores com combustível e gelo, prolongando a duração da atividade. Assim, aumentam as despesas individuais de pescadores e pescadoras, afetando diretamente seus ganhos finais.

Além disso, algumas áreas ficam isoladas, sem acesso para barcos e pescadores, levando ao cancelamento da pesca ou ao atraso na atividade. Para evitar a interrupção das atividades pesqueiras, coletivos de pescadores, pesquisadores e assessorias técnicas têm dialogado com as autoridades ambientais a fim de alterar o período de defeso do pirarucu em 2023. Se poderia, assim, minimizar perdas econômicas e mitigar os impactos sociais negativos da estiagem extrema para mais de 300 comunidades de 22 municípios do estado do Amazonas.

Os processos naturais também sofrem alterações durante períodos de estiagem prolongada ou extrema, afetando o ciclo reprodutivo de diversas espécies de peixes. Nesse período, os animais estão chocando ovos ou em estágio muito jovem, tornando-os mais vulneráveis à predação e mudanças ambientais. Recentemente, observou-se a mortandade de diversas espécies aquáticas que ficam expostas a predadores, como jacarés, que consomem grandes quantidades de peixes adultos e alevinos.

A mortalidade também é causada pela falta de oxigenação e altas temperaturas da água, o que impede os peixes de respirarem e os leva à morte. Esses fatores resultam na diminuição da população local afetando a reprodução nos anos seguintes à estiagem, o que compromete os estoques de pesqueiros e a economia local.

É interessante que o poder público se envolva na questão da mortalidade dos animais, promovendo pesquisas e monitoramentos constantes das espécies. Uma alternativa relevante seria investir no monitoramento de desembarque pesqueiro nas principais cidades da calha do rio Amazonas. Tal iniciativa auxilia na regulação do uso dos recursos naturais subsidiando com informações não só sobre a quantidade e tamanho de peixes capturados, mas também sobre o estado de conservação de diversas espécies de grande importância econômica, contribuindo, assim, na tomada de decisão e nas políticas públicas para o setor pesqueiro.

Sobre os autores:

Vinícius Zanatto é geógrafo e pesquisador no Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM-OS/MCTI), vinculado ao grupo de pesquisa em Territorialidades e Governança Socioambiental na Amazônia.

Patrícia Rosa é Doutora em Antropologia e pesquisadora titular no Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM-OS/MCTI), líder do grupo de pesquisa em Territorialidades e Governança Socioambiental na Amazônia.

(Fonte: Agência Bori)

Avenida Paulista recebe Festival de Doces Temáticos de Halloween

São Paulo, por Kleber Patricio

Doces ou Travessuras? Esta será a resposta do 1º Festival de Doces Temáticos de Halloween, que acontece em 28 e 29 de outubro, das 12 às 20h, no Club Homs São Paulo.

Com entrada grátis e promovido pela Art Shine, o evento, que acontece juntamente com o Mercado das Bruxas, terá muitas opções de guloseimas assustadoras e deliciosas e promoverá um final de semana completo de diversões, aprendizado, momentos felizes e compras para adultos e crianças.

Além da parte gastronômica, o Mercado das Bruxas ainda contará com muitas experiências e atrações do mundo bruxo, tais como oraculistas, expositores, shows de danças e palestras.

O 1º Festival de Doces Temáticos de Halloween e o Mercado das Bruxas acontecerão no Club Homs, localizado na Av. Paulista 735, das 12h às 20h. Mais informações nas páginas oficiais do evento no Instagram e Facebook.

Serviço:

1º Festival De Doces Temáticos de Halloween e Mercado das Bruxas

Quando: dias 28 e 29 de outubro (sábado e domingo)

Horário: das 12h às 20h

Local: Club Homs

Endereço: Avenida Paulista, 735 – Bela Vista – São Paulo (SP)

Entrada: Gratuita

Transporte público: 300 metros da estação Brigadeiro do Metrô (Linha 2 -Verde) – dezenas de linhas de ônibus disponíveis no local

Estacionamento: várias opções pagas na região

Informações: https://www.instagram.com/mercadodasbruxas/ e https://www.facebook.com/people/Mercado-das-Bruxas.

(Fonte: Estrela Comunicação)

Artista visual Estevan Davi apresenta em São Paulo sua primeira exposição individual

São Paulo, por Kleber Patricio

Obras que fazem parte da mostra. Fotos: divulgação.

A primeira exposição individual do artista visual Estevan Davi, sob o título “A Queda do Primeiro Sol”, acontece 9 de novembro de 2023, das 16h às 22h, em uma casa no Jardim Paulistano, em São Paulo. Com organização da Radar e curadoria de Victor Uchôa, o evento propõe um mergulho na jornada pessoal e criativa do artista, explorando uma narrativa que transcende fronteiras religiosas e culturais.

A mostra apresenta uma coleção única e inédita, de cerca de 40 obras, formada por pinturas a óleo, esculturas e instalações, todas criadas a partir de um material central na pesquisa teórica e prática do artista: o concreto.

Este material, conhecido por sua durabilidade e resistência ao longo dos séculos, evoca objetos encontrados em sítios arqueológicos, fazendo-nos questionar se o concreto será um símbolo futuro da nossa era em escavações. Concreto, a “Pedra do século XXI”? O material que contará às futuras gerações a história do momento em que vivemos? Esta é uma das várias questões trazidas por Estevan nesta primeira individual, na qual o artista explora temas que abrangem culturas ancestrais ao mesmo tempo em que se aprofunda em suas próprias raízes religiosas buscando por uma compreensão mais ampla do mundo.

As pinturas expostas fazem referência a um período denominado pelo próprio artista como “pré-humanidade e selvageria”. Suas telas exibem paisagens que evocam atmosfera e gravidade próprias, convidando o público a explorar um mundo desconhecido e misterioso. O cerne de seus maiores trabalhos são os “Agricultores Celestes”, seres imateriais e energéticos que, de acordo com a narrativa do artista, semearam a vida na Terra. Esses personagens enigmáticos são retratados em cenas do cotidiano, envolvidos em atividades como observação, colheita e plantio.

Suas imagens trazem uma sensação de conexão entre a humanidade e as forças que moldaram nosso mundo. “A Queda do Primeiro Sol” busca explorar a jornada de Estevan Davi à medida em que este se afasta das restrições de sua criação cristã e se aventura em territórios culturais e espirituais diversos. A exposição convida os espectadores a refletirem sobre a durabilidade do concreto em comparação com a efemeridade da existência humana e a conexão entre o passado, o presente e o futuro.

Sobre o artista | Estevan Davi nasceu em São Paulo, em 1999, onde vive e produz.

Participou da coletiva “Passe” (2023). Em 2019, iniciou Artes Visuais na FAAP. Cursou design em Auckland e Wellington, Nova Zelândia, de 2017 a 2018, onde também realizou murais. Em 2014 teve seu primeiro contato com a arte urbana, onde começou a realizar graffitis e murais na cidade de São Paulo até o início de sua produção de ateliê, em 2019, assim focando mais em suas pinturas e esculturas

Sobre a Radar | A Radar, mostra itinerante de arte foi idealizada por um trio de artistas plásticas e empresárias da área das artes – Daniela Junqueira Schiller, Flávia Renault e Mariana Porto – que se propõe a fazer mostras em escala maiores contemplado um maior número de artistas e também exposições individuais e projetos menores ao longo do ano. A primeira mostra aconteceu no Ateliê 284, em março/2022, a segunda numa casa do jardim Guedala, em março/02023 e, a terceira, está agendada para fevereiro/2024, todas em São Paulo.

Serviço:

Mostra “A Queda do primeiro Sol”, de Estevan Davi

Realização: Radar

Curadoria e Texto: Victor Uchôa

Discotecagem: Jorge Du Peixe

Período: até 9 de novembro de 2023 (quarta-feira a sábado, 11h-18h; outros dias, mediante agendamento)

Onde: Rua Marechal Bitencourt, 443 – Jardim Paulistano – São Paulo – SP

Ingresso: gratuito e livre

Redes sociais:

Estevan Davi: @_estevandavi

Radar: @radar_arte

Victor Uchôa: @victoruchoa_

Jorge Du Peixe: @jorgedupeixe.

(Fonte: Marmiroli omunicação)

Semana Literária 2023 apresenta novidades na programação

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Músico Mauro Braga encarna o Palhaço Azevedo no concerto da Orquestra Sinfônica. Fotos: Felipe Gomes.

Promovida pela Prefeitura de Indaiatuba por meio da Secretaria Municipal de Cultura, a Semana Literária 2023 acontece de 23 a 29 de outubro com diversas atrações. Duas novidades foram confirmadas esta semana: o espetáculo “E o Palhaço, tem Concerto?”, da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba, entra na programação, e o filme “Uma Fada Veio Me Visitar”, protagonizado por Xuxa Meneghel e baseado no livro da escritora Thalita Rebouças, será a nova atração no dia 25 no Topázio Cinemas do Shopping Jaraguá.

O evento, que integra a programação do Outubro Literário, contará com oficinas, feira de troca de livros, shows musicais e bate-papo com a escritora Sue Hecker e o quadrinista Pedro Mauro, convidados especiais desta edição, além de duas sessões especiais no Topázio Cinemas, com a troca de ingressos por livros, que serão doados à Biblioteca Municipal ‘Antonio Modanesi’.

“Uma Fada Veio Me Visitar”, novo filme com Xuxa Meneghel, é novidade na programação.

O objetivo da Semana Literária é fomentar e difundir o segmento literário, estimulando a formação de público em Indaiatuba e região. A novidade desta edição é a Feira Literária & Cultural, que acontece no Museu Ferroviário nos dias 27, 28 e 29 com diversas atrações, como o Encontro de Escritores, Feira de Troca de Livros, Sarau Todas Palavras, Jardim das Letras, Concurso de Cosplay e a presença da Biblioteca Itinerante, expositores da Feira de Artes de Indaiatuba e praça de alimentação.

A programação completa da Semana Literária 2023 você confere abaixo. Vale lembrar que, para as duas sessões no Topázio Cinemas, os ingressos devem ser trocados por um livro (com exceção de didáticos, pedagógicos ou de religião e espiritualidade) a partir do dia 19, das 15h30 às 21h, nas bilheterias do multiplex no Shopping Jaraguá Indaiatuba.

24 de outubro, das 19h às 22h

Oficina de Mangá com Léo Tatarana

Local: Complexo Cultural Viber

Classificação: a partir de 11 anos

Vagas: 20

Inscrições: https://forms.gle/1ALZAhFEjwZh45y76

A oficina terá como objetivo a apresentação da cultura HQ através do Mangá com o desenvolvimento de exercícios de melhoria do traço, comportamento, postura, movimento e narrativa, criação de personagens, rosto, corpo, expressões e proporção.

25 de outubro, às 19h30

Uma Fada Veio Me Visitar

Local: Topázio Cinemas do Shopping Jaraguá

Classificação indicativa: Livre

Trailer do filme: https://youtu.be/-XUf-aMuIcM

Depois de quatro décadas congelada, a Fada Tatu (Xuxa Meneghel) é escolhida para uma missão: fazer Luna e Lara, duas adolescentes que se odeiam, virarem melhores amigas. Enquanto Tatu tenta se adaptar aos tempos atuais, percebe que os problemas da adolescência continuam os piores do mundo. Com Antonia Perissé, Dani Calabresa, Livia Inhudes, Manuela Kfouri, Vitória Valentini, Henrique Camargo, Lucas Burgati, Thalita Rebouças e Zezeh Barbosa.

25 de outubro, às 19h30

Bate-papo e Noite de Autógrafos com a escritora Sue Hecker

Local: Casarão Pau Preto

Classificação indicativa: 18 anos

Inscrições: https://forms.gle/feSiuv7CCuyDoSzs7

Sue Hecker nasceu em 1972 em São Bernardo do Campo e hoje mora em Indaiatuba. Começou a escrever como passatempo, porém, desde sua primeira publicação, se surpreende com a receptividade de milhares de leitoras que não só passaram a acompanhá-la fielmente, como também se tornaram suas amigas. Com mais de 16 milhões de leituras na internet, seu livro “O Lado Bom de Ser Traída” ganhou nova edição pela Harlequin Books e foi adaptado como filme pela Netflix, com estreia confirmada para 25 de outubro.

Neste bate-papo, Sue Hecker falará sobre sua paixão pela literatura, seu processo de criação e também sobre a adaptação de sua obra para o streaming. Ao final, a autora estará disponível para autografar seus livros. O trailer do filme pode ser conferido em https://youtu.be/hqFVSHWIE14.

26 de outubro, das 14h às 17h

Oficina de Fanzine com Mariane Sievert

Local: Complexo Cultural Viber

Faixa etária: 7 a 12 anos

Vagas: 20

Inscrições: https://forms.gle/77KtSDRhPGZcvsA7A

Com o uso de tintas naturais, os participantes serão estimulados a conhecer ferramentas que auxiliem a produção literária, percebendo assim que existem maneiras caseiras de apresentar e distribuir seus trabalhos. Além de revelar, dentro de cada um, o escritor latente esperando para acordar.

Abordando transversalmente o tema da sustentabilidade, o objetivo é ampliar o universo criativo de cada participante.

26 de outubro, às 19h30

Bate-papo e Noite de Autógrafos com o ilustrador e quadrinista Pedro Mauro

Local: Casarão Pau Preto

Classificação indicativa: 10 anos

Inscrições: https://forms.gle/9Jx6q4KCDyMv9sACA

Pedro Mauro nasceu em Nova Europa, interior de São Paulo. Seu primeiro trabalho com história em quadrinhos foi uma série de faroeste para a Editora Taika em 1970. Criou e desenhou o personagem Pancho por dois anos. Depois migrou para o mercado publicitário como ilustrador, em agências de São Paulo e Nova York, onde viveu por doze anos.

Voltou a desenhar HQs em 2014, iniciando sua colaboração com a Sergio Bonelli Editore (Itália), desenhando dois episódios de Adam Wild, o álbum Mugiko e quatro episódios da série Cani Sciolti, todos com Gianfranco Manfredi. Neste período ilustrou também um álbum da série L’Art Du Crime, de Marc Omeyer e Olivier Berlion para a Editora Glénat (França).

Entre 2017 e 2019 lançou independentemente a trilogia Gatilho (Gatilho, Legado e Redenção) com roteiro de Carlos Estefan. Em 2021, a trilogia foi lançada em cores pela editora Pipoca & Nanquim em uma edição definitiva compilada. Em 2022 colaborou com sua arte em “Batman: O Mundo”, projeto da DC Comics que levou Batman para as ruas de São Paulo. Seu mais recente projeto é o western “O Procurador” junto com Gianfranco Manfredi para a Pipoca & Nanquim.

Recentemente, anunciou que será o primeiro brasileiro a desenhar uma história fechada de Tex Willer, criado em 1948 e um dos personagens de westerns mais longevos da história dos quadrinhos.

27 de outubro, às 10h e 14h

Oficina de Marcadores com Analma Moura

Local: Biblioteca Municipal ‘Antonio Modanesi’

Faixa etária: 5 a 13 anos

Inscrições: (19) 3834-6319

A oficina infantil de confecção de marcadores em EVA visa desenvolver a criatividade e o lado lúdico dos participantes, através da criação de marcadores de páginas personalizados nos mais variados temas e cores, respeitando a individualidade e personalidade de cada um. Serão disponibilizadas duas turmas com 12 vagas cada, às 10h e 14h.

27 de outubro

Feira Literária & Cultural

Local: Museu Ferroviário

19h – Encontro de Escritores

19h30 – Sarau Todas Palavras, com Daniel Vieira

Esta edição do Sarau Todas Palavras terá como tema Halloween. A participação é livre e a organização pede que todos compareçam fantasiados. O sarau é um evento cultural que acontece toda a última sexta-feira de cada mês, onde as pessoas se encontram para se expressar ou manifestar artisticamente.

Daniel Vieira tem 24 anos, atua na cultura de Batalha de Rima há oito e escreve poesia desde os 10 anos de idade. Ministra o Sarau Todas Palavras desde 2023 e já participou de vários eventos do tipo na região.

28 de outubro

Feira Literária & Cultural

Local: Museu Ferroviário

10h – Abertura e Encontro de Escritores

10h30 – Contação de Histórias com Tati Mendes

11h – Mashmellow Duo Acústico (pop)

12h às 14h – Almoço

14h30 – Contação e Tocação de Histórias com Mabel Zattera, Rafael Meira e Renato Sarmento

Contação e tocação de histórias do livro Brasileirinho, de Mabel Zattera e Rafael Meira, em comemoração ao ano de centenário de Waldir Azevedo. A dupla, junto com Renato Sarmento, conta com muito bom humor e boa música como o pedido do menino Deo inspirou a criação de uma música reconhecida internacionalmente. Indicado para todas as idades.

15h – Concurso de Cosplay

16h – Patrícia Alice (pop rock)

17h – Kico Motta (pop rock)

18h – Tavinho Rezende (blues e folk)

– Poesia Sussurrada com Mariane Sievert (intervenções ao longo do dia)

29 de outubro, às 10 horas

Feira Literária & Cultural

Local: Museu Ferroviário

9h30 – Contação de Histórias com Coletivo Cultural Valamandana

Grupo de contadoras de histórias composto por Val Brasil e suas duas filhas. Criado em 2018, o trio conta a história de A Menina, o Céu e o Mar, de Jussara Reis, um livro cheio de fantasias, sonhos e imaginação, que envolve seres da natureza como os peixes, polvos, baleias e uma sereia, em um conto repleto de alegria, entusiasmo e diversão.

10h – Orquestra Sinfônica de Indaiatuba com E o Palhaço, tem Concerto?

Um encontro de duas artes, que mescla tropeços, tombos e caretas do Palhaço Azevedo, personagem do músico Mauro Braga, às obras de compositores como Mozart, Albinoni e Carlos Gomes. O palhaço quer ser o grande solista da tarde. Para isso, terá que ganhar a confiança dos músicos da Sinfônica e do maestro, demonstrando as suas incríveis habilidades no violoncelo.

11h – Jardim das Letras: Tributo a Rita Lee com Thaís Steimbach, do projeto Leia Mulheres, e a cantora Lucy Campos

O projeto Jardim das Letras mistura música e literatura e nesta edição especial para a Semana Literária reúne Thaís Steimbach, publicitária, poeta, escritora e mediadora do projeto Leia Mulheres (apaixonada por Rita Lee), com a cantora Lucy Campos, em uma homenagem a cantora, compositora e escritora, falecida em maio deste ano.

29 de outubro, às 19 horas

Geek Sinfônico com a Orquestra Sinfônica de Indaiatuba

Local: Sala Acrísio de Camargo (Centro Integrado de Apoio à Educação de Indaiatuba)

A segunda edição do concerto Geek Sinfônico reúne trilhas sonoras de filmes e séries, com participação da banda Vila Jazz. No repertório, clássicos do compositor e maestro americano John Williams para filmes como “Superman” (1978) e “Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida” (1981), além da saga Star Wars.

Também integram o repertório músicas de séries icônicas como “Friends” e “Big Band Theory”, e games como Sonic e Super Mario Bros. O programa reserva ainda muitas surpresas aos fãs de filmes, games e séries. A entrada é franca e por ordem de chegada.

Endereços:

Biblioteca Municipal ‘Antonio Modanesi’ – Rua das Primaveras, 450, Vila Bergamo

Casarão Cultural Pau Preto – Rua Pedro Gonçalves, 477, Centro

Topázio Cinemas do Shopping Jaraguá – Rua 15 de Novembro, 1.200, Centro

Complexo Cultural Viber – Rua Paraná, s/nº, Cidade Nova II

Museu Ferroviário – Praça Newton Prado, s/nº, Jardim Pompeia

Sala Acrísio de Camargo (CIAEI) – Avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé, 3.665, Jardim Regina.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)