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SAAE obtém R$3,9 milhões a fundo perdido do Fehidro para combate às perdas

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Fotos: DCS/SAAE.

O Serviço Autônomo de Água e Esgotos (SAAE) conquistou uma verba de R$3,9 milhões a fundo perdido, aprovado pelo Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro), implementando dois projetos estratégicos para investir no combate as perdas de água tratada na rede de distribuição, por meio da setorização de duas regiões, a Central e o Jardim Morada do Sol.

O Contrato foi assinado com o Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro); com isso, a obra chega na 5ª Fase, implantada na região Central de Indaiatuba e engloba a setorização do Jardim Morada do Sol. Vale ressaltar que as obras são realizadas com verba a fundo perdido, ou seja, sem a necessidade de reembolso ao órgão estadual.

Dos R$3,9 milhões, a setorização do Centro equivale a R$1.998.458,51 via Fehidro e de R$1.757.575,83 de contrapartida do SAAE. Para setorização no Jardim Morada do Sol, o valor repassado pelo Fehidro é de R$1.922.449,52 e a contrapartida do SAAE o valor é de R$627.386,20. Após o processo licitatório esses valores devem ficar menores.

Setorização

A setorização é uma ferramenta importante no combate às perdas que consiste na instalação de macromedidores, registros, válvulas redutoras de pressão (VRP) e outras ações e possibilita o controle de pressão e o monitoramento das vazões na rede de distribuição por meio da limitação das zonas de influência da cidade, permitindo a localização com maior facilidade dos vazamentos e possibilitando a melhor análise para tomada de decisões, reduzindo custos e minimizando os transtornos à população. A cidade é dividida em 23 setores e os programas em andamento irão fechar cinco setores (4, 10, 11, 18 e 19).

As ações são realizadas com intuito de reduzir os índices de perdas de água do município para garantir a regularidade e qualidade na distribuição de água potável, obter um sistema de abastecimento eficiente e identificar os volumes anuais de vazamentos nos sistemas. Isso coloca em prática as soluções e ações constantes do Plano Diretor de Combate às Perdas de Água em Indaiatuba, que, executadas reduzem as perdas de água na cidade.

Região Central

O primeiro projeto, de número de contrato Fehidro 213.2023.PCJ, orçado em R$3.756.032,34, visa a execução da quinta e última fase da setorização na área central de Indaiatuba. A licitação, já aberta sob a modalidade Concorrência, envolve intervenções em três setores estratégicos para aumentar a eficiência operacional das redes de água.

O Saae, comprometido com a redução de perdas no sistema de abastecimento, destaca que desde a implantação do Plano Diretor de Controle de Perdas de Água, o município está em processo de setorização.  Uma análise ampla da situação atual da setorização é importante para validar os setores propostos e verificar a estanqueidade, movimentos um controle mais eficiente das perdas de água.

Morada do Sol

O segundo projeto, que será implantado no Jardim Morada do Sol, apresenta um orçamento de R$2.549.835,72, com previsão de abertura de licitação para o final de janeiro ou início de fevereiro de 2024. A proposta inclui intervenções em dois setores estratégicos para aumentar a eficiência operacional das redes de água.

O superintendente do SAAE, engenheiro Pedro Claudio Salla, destaca os avanços na modernização do sistema de abastecimento como resultado da gestão eficaz e da obtenção de recursos por meio de projetos bem elaborados pela equipe técnica. Essas iniciativas não apenas fortalecem a eficiência operacional do SAAE, mas também possibilitam uma abordagem mais proativa na identificação e reparo de vazamentos, contribuindo assim para a redução das perdas no sistema de abastecimento de água.

(Fonte: SAAE Indaiatuba)

FGV lança prêmio de responsabilidade social

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Inscrições de projetos já estão abertas e terminam no dia 1º de março. Foto: divulgação.

A Fundação Getulio Vargas lança o Prêmio FGV de Responsabilidade Social com o objetivo de selecionar boas práticas voltadas para a melhoria da qualidade de vida das populações urbanas, em especial aquelas vulneráveis. Serão contempladas ações em quatro eixos temáticos: projetos voltados para educação e cultura, saúde e saneamento; sustentabilidade e pesquisas acadêmicas aplicadas ligadas à segurança pública. As propostas selecionadas serão avaliadas quanto a aspectos referentes a impacto e geração de emprego e renda, replicabilidade, inovação e equidade. A ordem de colocação dos vencedores será decidida de acordo com esses critérios.

O prêmio é uma iniciativa do Fórum Permanente de Responsabilidade Social da Fundação Getulio Vargas. Buscando contribuir para a superação de vulnerabilidades sociais e ambientais, o prêmio é uma oportunidade para jogar luz sobre experiências bem sucedidas em prol do desenvolvimento sustentável e social. Visa ainda multiplicar essas ações exemplares para outras entidades públicas, privadas e, em especial, do Terceiro Setor, em seu sentido o mais amplo possível.

O público-alvo da iniciativa são instituições e organizações da sociedade civil sem fins lucrativos, gestores sociais e pesquisadores poderão apresentar ações realizadas no âmbito das quatro categorias que são alvos da iniciativa. Serão selecionados três projetos ganhadores, classificados em primeiro, segundo e terceiro colocados. A premiação obedecerá aos seguintes valores: R$50 mil para o 1º colocado; R$30 mil para o 2º colocado e R$20 mil para o 3º colocado. Para a categoria pesquisa aplicada, o prêmio é de R$15 mil.

A inscrição pode ser por meio do preenchimento do respectivo formulário online do tipo de inscrição que se pretende concorrer (Projeto ou Pesquisa Aplicada), disponível no site da premiação. Após realizada a inscrição, os proponentes receberão um e-mail de confirmação da inscrição. Cada proponente poderá inscrever quantos trabalhos quiser, mas será selecionado e premiado apenas um trabalho de cada candidato.

O Prêmio FGV de Responsabilidade Social tem o apoio da Aegea e da Globo.

Prêmio FGV de Responsabilidade Social

Inscrições: até 1º de março de 2024

Site para inscrições.

(Fonte: Insight Comunicação)

Coral Heliópolis leva “A Magia do Cantar” para o MASP

São Paulo, por Kleber Patricio

Maestrina Silmara Drezza rege o Coral Heliópolis durante apresentação especial. Foto: Rodrigo Rosenthal.

No dia 3 de dezembro, domingo, às 11h, o Instituto Baccarelli convida o público para uma experiência musical no MASP, com um concerto do Coral Heliópolis. Sob regência da maestrina Silmara Drezza, o evento é nomeado “A Magia do Cantar” e tem a entrada gratuita, com retirada de ingressos com duas horas de antecedência.

O Auditório do MASP será preenchido com as vozes de talentosos jovens que participam da turma de coros infanto-juvenil do Instituto Baccarelli. Com um repertório amplo e diverso, as canções transitam entre o samba, a bossa nova e toques de clássicos internacionais. A performance conta também com arranjos de Ciça Terzini, Nenê Cintra, Juliana Ripke e outros, que prometem emocionar e surpreender. Entre as peças selecionadas, destaca-se um medley de Vinícius de Moraes que homenageia o poeta com canções que marcaram a música brasileira, além de composições de Tom Jobim, Baden Powell e Toquinho.

O concerto, que conta com os patrocinadores master Unilever, B3 e Instituto Cultural Vale, reflete o compromisso do Instituto Baccarelli com a excelência e a diversidade musical, exibindo a capacidade única dos corais de interpretar obras que vão do popular ao erudito, conectando a comunidade por meio da arte. Os corais que integram o projeto Coral Heliópolis do Instituto Baccarelli já realizaram apresentações em diversos espaços culturais de São Paulo, como Sala São Paulo, Teatro Alfa, Theatro Municipal de São Paulo, MASP Auditório, Estádio do Morumbi, Mosteiro de São Bento, Páteo do Colégio, Catedral da Sé e em unidades dos CEUs sob gestão do Instituto Baccarelli. O grupo integra a proposta pedagógica da instituição voltada para crianças e adolescentes de 4 a 14 anos da comunidade de Heliópolis e região. Sob a coordenação pedagógica de Silmara Drezza ao lado de uma competente equipe de professores, são trabalhadas a voz e a expressão corporal, praticando atividades que têm como objetivo a formação centrada no desenvolvimento de valores para a vida em sociedade, por meio do aprendizado da música de forma prazerosa. Além da coordenadora, os alunos contam com a preparação vocal de Marília Vargas e a cênica de Lucas Migliorini.

Sobre o Instituto Baccarelli | O Instituto Baccarelli é uma organização sem fins lucrativos que oferece formação musical e artística de excelência a crianças e jovens de Heliópolis e região. Além de seu compromisso com a música, o Instituto também é responsável pela gestão de 12 Centros Educacionais Unificados (CEUs) na cidade de São Paulo, promovendo uma ampla variedade de atividades esportivas, culturais e educativas, reforçando seu papel fundamental na transformação e desenvolvimento social das comunidades atendidas.

Patrocinadores e parceiros que apoiam as atividades artístico-pedagógicas por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Programa de Ação Cultura de São Paulo – ProAC ICMS e do Programa Municipal de Apoio a Projetos Culturais – Pro-MAC: Patrocínio Master – Unilever Brasil, B3 – Brasil, Bolsa, Balcão, Instituto Cultural Vale; Patrocínio Ouro – Instituto CCR, Instituto Votorantim; Patrocínio Prata – Zurich, Kinea, Klabin, BTG Pactual, Ultra, Pfizer, Drogasil e Pró-Vida e Patrocínio Bronze – Bradesco, Bain & Company, EMS, Alelo, Eletrobras, Banco BV. Apoio: Jive, Velt Partners, IGC, Trench Rossi Watanabe, Cacau Show, Dexco, Sky, EDP, Havan, Ibiuna Investimentos, Astra, Magazine Luiza, Amatools, Verde Asset, Haganá, Automob, IRitec. Apoio Institucional: MASP, Mazars.

Serviço:

Concerto ‘A Magia do Cantar’

Coral Heliópolis

Silmara Drezza, maestrina

Data: domingo, 3 de dezembro de 2023 – 11h

Local: Auditório MASP, São Paulo

Entrada franca (ingressos retirados 2 horas antes na bilheteria do MASP).

(Fonte: DC Comunicação)

Solar Fábio Prado realiza auto de natal com Coral do Museu de Arte Sacra de São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

O Solar Fábio Prado, instituição paulistana administrada pela Fundação Padre Anchieta, realiza no dia 17 de dezembro, a partir das 11h, um Auto de Natal com a participação do Coral do Museu de Arte Sacra de São Paulo e regência de Denise Castilho. A apresentação é gratuita e livre para todas as idades, e faz parte do projeto do espaço cultural, Música no Jardim, que traz diversas apresentações musicais ao Solar Fábio Prado.

Sobre o Coral do Museu de Arte Sacra de São Paulo | A criação de um coral no Museu de Arte Sacra de São Paulo objetiva proporcionar uma atividade musical oferecendo um espaço para a integração e enriquecimento cultural dos membros envolvidos e, ao mesmo tempo, dialoga com a cidade de São Paulo ao apresentar-se em diferentes locais da metrópole. Servindo como um polo agregador, o Coral do Museu de Arte Sacra de São Paulo reuniria seus participantes de visões e ideias afins, refletindo em seu resultado final sua forma de pensar e de se expressar. Em atividade desde 2017, o Coral tem como regente Denise Castilho Cocareli.

Serviço:

Música no Jardim | Auto de Natal com Coral do Museu de Arte Sacra

Data: 17 de dezembro, às 11h

Local: Solar Fábio Prado – Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2705, Jardim Paulistano – São Paulo, SP

Entrada gratuita

Mediante capacidade do espaço | 250 pessoas

Bicicletário com 40 vagas.

(Fonte: Fundação Padre Anchieta)

Galeria Lume apresenta novas mostras individuais de Renata Egreja e Eduardo Coimbra

São Paulo, por Kleber Patricio

Obra de Renata Egreja. Fotos: divulgação.

Em sua nova mostra, “Renata Egreja: uma crônica mole”, inaugurada na quinta-feira, 30 de novembro, Renata Egreja apresenta sua segunda individual na Galeria Lume com obras inéditas que variam entre grandes telas, aquarelas e cerâmicas. Com curadoria de Mariana Leme, a mostra traz o universo de criação feminino de cores e formas, natureza já emblemática da artista.

Mergulhada no bucolismo de Ipaussú, interior de São Paulo, Egreja encontra grande inspiração na natureza ao seu redor e concebe seu trabalho de maneira gestual, trazendo certa ordem ao caos. Em meio a inúmeros substantivos femininos – natureza, criação, vida – o trabalho de Renata opera uma orquestra de estímulos visuais, como Gaia, Deusa da terra, mãe geradora de toda vida, a artista adentra o caos de possibilidades e com a ponta do pincel ordena seus pequenos, porém grandes, universos que encontramos em suas obras. E como todo universo, se apresenta de maneiras infinitas, ora sobre tela, ora sobre papel, ora em cerâmica, mas sempre transbordando a identidade Egreja da criação.

Como escreve Mariana Leme, curadora da exposição, “a obra de Egreja não se trata de uma fabulação ideal ou inventada: é a própria vida, em sua materialidade, que acontece. Uma bolsa, um saco, indefinido e mole, que traz em si a potência da transformação incessante”.

Em “Renata Egreja: uma crônica mole”, o visitante adentra o universo de cores e formas de Renata Egreja perambulando por cosmos dinâmicos e vívidos, conhecendo lugares e traçando caminhos novos por entre suas criações e, assim como Renata, “rescrever novas estórias, cheias de começos sem fim, de iniciações, de perdas, de transformações e traduções, e muito mais artimanhas do que conflitos, muito menos triunfos do que armadilhas e delírios”.

No espaço expositivo II acontece a exposição “Sonho de vôo, medo da queda”, de Eduardo Coimbra, que explora por meio de céus e precipícios, imagens elementares da poesia, o sonho de voar e a queda, o lugar onde o homem se converte em imagem, em espaço, e os contrários se fundem. Da realidade à mitologia, o céu sempre foi um playground arriscado para o homem.

Obra de Eduardo Coimbra.

Questionar as leis da gravitação, tentar escapar da superfície terrestre, lançar-se no desconhecido. Entre duas turbulências, queremos voar, por hedonismo, por ativismo, ou para nos salvar, fugir do peso insustentável do mundo, por isso construímos utopias. A obra de Coimbra trata da nossa necessidade de contemplar e remete tanto ao flâneur benjaminiano como ao apreciador de imagens na galeria das palavras de Bachelard; ambos partilham de uma solidão e são capazes de penetrar em outro mundo, o mundo misterioso do símbolo ou da alegoria, o partilhar da imagem poética.

Ao explorar fortes componentes do psiquismo humano, o sonho de voar e o medo da queda, a exposição de Eduardo Coimbra questiona onde guardamos as imagens que nos tecem? Como a imagem pode dizer o que, por natureza, a linguagem parece incapaz?

Sobre os artistas:

Renata Egreja – São Paulo, Brasil, 1984. Vive e trabalha em Ipaussú, Brasil | Renata Egreja bacharelou-se em Artes Plásticas em 2010, pela École des Beaux Arts de Paris, onde também realizou o mestrado. Egreja, trabalha com diferentes mídias como instalações, vídeos, esculturas e desenhos. Mas é a pintura o grande eixo de seu trabalho.

A artista pinta por meio de experimentos com processos construtivos. Renata Egreja ganhou alguns prêmios como Prêmio Itamaraty de arte Contemporânea e Residência artística FAAP e Itamaraty Sanskriti Foundation. Participou também das exposições “Os Primeiros Dez Anos e Correspondências”, no Instituto Tomie Ohtake, “Novas aquisições”, no MAC Sorocaba, e “Ellas na FAAP”, entre outras. Realizou exposições individuais em diversas galerias e museus, como Zipper Galeria, em São Paulo, Museu de Arte de Curitiba, MAG Goiânia etc. Sua obra faz parte de coleções como Fundação Armando Alvares Penteado, MAC Sorocaba e Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty.

Eduardo Coimbra – Rio de Janeiro, 1955. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil.

Eduardo Coimbra é conhecido pelas suas instalações arquitetônicas site‐specific com mídias variadas. Seus primeiros trabalhos usam objetos cotidianos resgatados do anonimato por meio de pequenos motores e circuitos luminosos. Muitas vezes convidando à participação do público, a obra de Coimbra inclui paisagens construídas, bem como maquetes de ambientes por vezes imaginários.

Coimbra iniciou sua atividade artística no começo dos anos 90. Participou de exposições individuais e coletivas nas seguintes instituições: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea de Niterói, Museu do Açude, Museu da República, Paço Imperial, CAIXA Cultural, Centro Cultural Banco do Brasil, Centro de Arte Hélio Oiticica, Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Espaço Cultural Sérgio Porto, Casa de Cultura Laura Alvim, no Rio de Janeiro; Museu de Arte Moderna de São Paulo, Bienal de São Paulo, Museu da Casa Brasileira, Centro Cultural São Paulo, Centro Universitário Maria Antonia, Instituto Tomie Ohtake, Galeria Nara Roesler, em São Paulo; Museu de Arte da Pampulha, Palácio das Artes em Belo Horizonte, MG; Centro Cultural Banco do Brasil, FUNARTE, Espaço Cultural 508 Sul, em Brasília, DF; Museu Vale do Rio Doce, em Vila Velha, ES; OK, Offenes Kulturhaus Oberösterreich, Linz, Galerie der Stadt Schwaz, Schwaz, na Áustria; Museo de Arte Moderno de Buenos Aires, Palácio Pereda, em Buenos Aires, Argentina; Somerset House, Parasol unit, em Londres, Inglaterra; Fundação Kalouste Gulbenkian, em Lisboa, Portugal; Centre Gallery, em Miami, EUA; Centro per l’arte contemporanea Luigi Pecci, em Prato, Italia.

Realizou trabalhos no espaço público nos seguintes locais: Praça XV de Novembro, Praça Tiradentes e Jardins do Palácio do Catete, no Rio de Janeiro; Praça Charles Miller e Largo da Batata, em São Paulo; Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, em Porto Alegre, RS; Kusnetsky Most, em Moscou, Russia; Lange Voorhout, em Haia, Holanda.

Sobre a Galeria Lume

Obra de Renata Egreja.

A Galeria Lume foi fundada em 2011 com a proposta de fomentar o desenvolvimento de processos criativos contemporâneos ao lado de seus artistas e curadores convidados.

Dirigida por Paulo Kassab Jr. e Victoria Zuffo, a Lume se dedica a romper fronteiras entre diferentes disciplinas e linguagens por meio de um modelo único e audacioso que reforça o papel de São Paulo como um hub cultural e cidade em franca efervescência criativa.

A galeria representa um seleto grupo de artistas estabelecidos e emergentes, dedicada à introdução da arte em todas as suas mídias, voltados para a audiência nacional e internacional, por meio de um programa de exposições plural e associado a ideias que inspiram e impulsionam a discussão do espírito de época. Foca-se também no diálogo entre a produção de seus artistas e instituições, museus e coleções de relevância.

A presença ativa e orgânica da galeria no circuito resulta na difusão de suas propostas entre as mais importantes feiras de arte da atualidade, além de integrar e acompanhar também feiras alternativas. A galeria aposta na produção de publicações de seus artistas e realização de material para pesquisa e registro. Da mesma forma, a Lume se disponibiliza como espaço de reflexão e discussão. Recebe palestras, performances, seminários e apresentações artísticas de natureza diversa.

Serviço:

Renata Egreja: Uma crônica mole, de Renata Egreja

Curadoria: Mariana Leme

Local: Galeria Lume, espaço expositivo I

Sonho de voo, medo da queda, de Eduardo Coimbra

Curadoria: Paulo Kassab Jr.

Local: Galeria Lume, espaço expositivo II

Abertura: 30 de novembro, quinta-feira, das 18h às 22h

Período expositivo: 30 de novembro de 2023 a 27 de janeiro de 2024

Horário de visitação: segunda a sexta, das 10h às 19h; sábados, das 11h às 15h

Endereço: Rua Gumercindo Saraiva, 54 – Jardim Europa, São Paulo – SP

Entrada gratuita

Informações para o público: tel.: (55) 11 4883-0351

e-mail: contato@galerialume.com

www.instagram.com/galerialume/

www.facebook.com/GaleriaLume

www.galerialume.com/.

(Fonte: Isabella Boyadjian Comunicação)