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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Arte popular brasileira é foco de exposição na Galeria Luis Maluf

São Paulo, por Kleber Patricio

Obra de Chico da Silva. Foto: Edouard Fraipont.

Com título inspirado no conto ‘A terceira margem do rio’, de Guimarães Rosa, a exposição “A terceira margem da estrada: arte popular brasileira”, que abriu em 3 de fevereiro na Galeria Luis Maluf, nos Jardins, em São Paulo, tem curadoria de Renan Quevedo e apresenta 15 artistas de diferentes regiões do país. Com cerca de quarenta obras, a mostra advém do resultado de pesquisas do curador, que percorreu as cinco macrorregiões brasileiras, parte de seu projeto “Novos Para Nós”, que tem entre os objetivos encontrar nomes para a herança da cultura popular.

“É um registro presencial e abreviado da pesquisa que acumula mais de 200 mil quilômetros percorridos pelo país. A curadoria envolve mestres, artistas e seguidores e estabelece relações temáticas, visuais e territoriais com o conto de Guimarães”, explica o curador. Assim, a exposição traz, junto com narrativas sobre obras e vida dos artistas, um conteúdo único que abrange territórios e temáticas, como as relativas ao sertão de Nilda Neves com tempos e costumes de cangaceiros, retirantes, animais e vínculos afetivos, passando pelas matrizes de xilogravuras do pernambucano J. Borges com suas histórias vistas, ouvidas ou inventadas e obras de Efigênia Rolim repletas de papéis de bala e outros itens encontrados nas ruas.

Obra de Mirian Inês. Foto: Tatiana Mito.

Francisco Domingos da Silva, mais conhecido como Chico da Silva, também vem representado nesta exposição. Chico, que foi pintor e desenhista autodidata, começou a desenvolver sua arte em muros e em casebres da cidade de Fortaleza usando giz e carvão. Assim e de forma espontânea, surgiam figuras oriundas de sua imaginação, sempre repletas de cores vibrantes e formas especiais. Eram dragões, peixes voadores, sereias, sapos, galos, cobras, insetos, indígenas e tantos outros que, sob a grandiosidade de seus incomparáveis traços, lhe renderam reconhecimento nacional e internacional.

Outros artistas, como Mirian Inês, Noemisa Batista, Véio, Getúlio Damado, Francisco Graciano, Vieira, Alcides Pereira dos Santos, Delão e Manoel Graciano, fazem parte do elenco da mostra e cujas obras dão a dimensão do vasto acervo cultural que permeia o Brasil.

Galeria Luis Maluf e Usina Luis Maluf | Fundada em 2014, a Luis Maluf Galeria de Arte apresenta-se como espaço de incentivo e fomento à arte contemporânea. Sua história mistura-se com a de seu fundador, homônimo à Galeria. Luis Maluf atua no mercado há mais de dez anos e posiciona-se como um observador do cenário artístico, desenvolvendo projetos culturais, exposições e ações no mundo on-line e off-line. Em junho de 2021, a Usina Luis Maluf surge como espaço de fomento e incentivo à produção artística na região da Barra Funda, que traz como pilares principais a formação artística e o acesso à arte, considerando-se um espaço de construção, debate e acesso à pluralidade da cultura brasileira.

Serviço:

Exposição ‘A terceira margem da estrada: arte popular brasileira’

Curadoria de Renan Quevedo

Local: Galeria Luis Maluf

Endereço: R. Peixoto Gomide, 1.887 – Jardins, São Paulo (SP)

Período expositivo: 5 de fevereiro a 15 de março de 2024

Horário de funcionamento: de segunda à sexta-feira das 10h às 19h e aos sábados das 11h às 17h | fecha aos domingos e feriados.

(Fonte: Ju Vilela Assessoria de Imprensa)

Bloco Forrozin, de Mariana Aydar, irá homenagear Dominguinhos nas ruas do centro de São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Mariana Aydar. Foto: Luiza Ferraz.

O bloco Forrozin, conhecido pelo repertório que celebra os ritmos nordestinos como forró, xote, maracatu, afoxé, arrocha, axé, levará às ruas da capital paulista na segunda-feira de carnaval (12 de fevereiro), a essência e homenagem a um dos maiores instrumentistas brasileiros: Dominguinhos. Até a data do trio é especial, pois é o dia do aniversário do instrumentista! O trio elétrico, comandado pela cantora Mariana Aydar e realizado pelo Carnaval Viva a Rua, do coletivo Pipoca, terá apoio cultural de Brahma, KWAI e Converse, iniciará a concentração do desfile no histórico cruzamento entre a Avenida Ipiranga e a Avenida São João às 11h00.

Com o tema “Isso aqui tá bom demais” em alusão à música eternizada na voz do cantor e compositor Dominguinhos que, se vivo, estaria completando 83 anos na data do desfile, Mariana Aydar convidou alguns discípulos do sanfoneiro, de diferentes gerações, para se juntar a ela no trio: o cantor, compositor e acordeonista sergipano Mestrinho, Cosme Vieira, jovem que ganhou notoriedade ao interpretar Dominguinhos na peça em homenagem a ele, Bella Raiane, participante do reality show da Globo The Voice, em 2021, e Abner Lima, afilhado musical de Mariana Aydar – músico, instrumentista e compositor que nasceu no berço da música nordestina, em Paraíba. É filho do cantor e compositor Flavinho Lima, que viveu anos ao lado do Mestre Dominguinhos. “Cantar e homenagear Dominguinhos é sempre uma alegria pra mim e é algo que quero fazer pro resto da vida, porque ele é uma das pessoas mais importantes pra mim dentro da minha música e da minha vida. Quando vi que o dia do desfile cairia no dia do aniversário dele, vi que o tema deste ano já estava pronto, isso aqui vai ser bom demais. E vai ser muito lindo ver todas as gerações de sanfoneiros homenageando nosso mestre. Viva Dominguinhos eterno”, relata Mariana Aydar, cantora e idealizadora do Forrozin.

Cantora e compositora, Mariana Aydar assina obra sofisticada e contemporânea com raízes na canção, no samba e na música nordestina. Visceral, é no palco que a artista se sobressai. Já cantou com nomes famosos como Elba Ramalho, João Donato, Alcione e Gilberto Gil. Foi diretora de um documentário sobre a obra de Dominguinhos e no final de 2019 lançou o seu quinto disco, dedicado integralmente a essa cultura regional, o ‘Veia Nordestina’, com 12 faixas que misturam ritmos como xote, pagodão, arrocha, frevo, galope, kuduro e rastapé. Esse álbum ganhou o Grammy Latino em 2020. Em 2022, a música “Espumas ao Vento” integrou a trilha sonora da novela Travessia, da TV Globo.

O desfile terá início às 11h00, na Avenida Ipiranga, 770, com dispersão agendada para ocorrer na Praça Ramos, 209 às 16h00.

Serviço:

Bloco Forrozin

Data: 12 de fevereiro de 2024

Horário do desfile: 11h00

Horário da dispersão: 16h00

Endereço: Av. Ipiranga 770

Trajeto: Av. Ipiranga 770, Av. São Luis, R. Xavier de Toledo, Praça Ramos 209

Endereço da dispersão: Praça Ramos 209.

Sobre o Coletivo Pipoca | Criado oficialmente em 2011, o coletivo Pipoca é o maior hub de carnaval do Brasil com três núcleos: um dedicado a produção de grandes projetos de carnaval em sociedade com artistas e grupos como Alceu Valença, BaianaSystem, Monobloco, Mariana Aydar, Chico César, Maria Rita, Bangalafumenga, Orquestra Voadora e Bloco do Sargento Pimenta, outro núcleo dedicado ao planejamento, criação e execução de live experience para marcas como Brahma, Guaraná, Engov After, UBER, KWAI, Takis, Boticário, em cidades como Olinda, Recife, Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, e o terceiro núcleo de Conteúdo e Mídia, sendo criadora de formatos inéditos de cobertura e transmissão do carnaval de rua de artistas como Alceu Valença, Bell Marques, Ivete Sangalo, Monobloco, BaianaSystem e outros. Além de sua atuação no Carnaval, o Pipoca também é responsável pelo maior festival de gastronomia criativa do país, o Smorgasburg, reunindo mais de 100 mil pessoas em 2 dias nas ruas de São Paulo Para mais informações: site, Instagram, Facebook, YouTube, LinkedIn e TikTok.

(Fonte: Agência Lema)

Pinacoteca Benedicto Calixto inaugura instalações acessíveis e anuncia continuidade do projeto Arte na Pinacoteca

Santos, por Kleber Patricio

Foto: VG Comunicação.

A Pinacoteca Benedicto Calixto, um ícone do patrimônio histórico neoclássico do início do século 20 em Santos, anuncia com grande entusiasmo a conclusão das obras de acessibilidade em suas instalações. O projeto, alinhado ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU de Redução das Desigualdades (ODS10), marca um avanço significativo na promoção da inclusão e igualdade de acesso à riqueza cultural oferecida pelo local.

Entre as mudanças implementadas, destacam-se rampas externas, um elevador plataforma (sem poço) projetado para cadeiras de rodas e acompanhantes, além da instalação de banheiros superiores, incluindo um acessível, e a adequação dos banheiros externos. Essas melhorias, com o reconhecimento por meio do selo do programa “Santos Acessível”, tornam a Pinacoteca um espaço verdadeiramente acessível, refletindo seu compromisso em oferecer uma experiência cultural enriquecedora para todos os visitantes.

Pinacoteca Acessível. Foto: VGCOM/Prefeitura de Santos.

“A acessibilidade é parte fundamental da nossa missão, tornando a arte acessível a todos, independentemente de suas habilidades. Esta iniciativa representa um passo significativo em direção a uma sociedade mais inclusiva”, destaca Roberto Clemente Santini, presidente da Pinacoteca Benedicto Calixto.

Além disso, a Pinacoteca tem o prazer de anunciar a continuidade do projeto “Arte na Pinacoteca”, que tem o objetivo de promover e disponibilizar às crianças, jovens, estudantes, professores e interessados manifestações culturais diversas. “A continuidade deste projeto em 2024 promete uma agenda diversificada, com exposições, eventos e atividades culturais que exploram a riqueza artística do local. A iniciativa visa envolver a comunidade e promover uma experiência cultural única”, reitera Leila Cristhiane, diretora executiva do projeto e da Weimar Cultural.

O projeto de acessibilidade, essencial para a promoção da inclusão, contou com a significativa participação do Escritório Modelo de Engenharia e Arquitetura da Unisanta, ressaltando sua relevância como colaborador fundamental. Sob a gestão de Sílvia Teixeira Penteado em 2016, a assinatura do TAC Ambiental MP foi um marco, dando origem a projetos de refrigeração do Casarão, com fundos destinados à sua realização. Destaca-se o papel crucial do Prof. Nelson, então Coordenador do Escritório e Secretário da Prefeitura, cuja contribuição significativa junto aos alunos de Arquitetura e outros professores foi vital para o sucesso do empreendimento.

Pinacoteca Acessível.
Foto: VGCOM/Prefeitura de Santos.

“Convidamos a todos a acompanhar a programação de 2024, que promete uma Pinacoteca revitalizada, mais inclusiva e repleta de oportunidades para explorar a arte em todas as suas formas”, finaliza Fábio Luiz Salgado, produtor cultural da Fundação Pinacoteca Benedicto Calixto.

Pinacoteca Benedicto Calixto

Av. Bartolomeu de Gusmão, 15 – Santos – SP

Visitação gratuita: de terça a domingo, das 9h às 18h

Tel.: (13) 3288-2260 e (13) 99734-6364

Instagram, Facebook e Youtube: @pinacotecabenedictocalixto.

(Fonte: VG Comunicação)

Eduardo Gudin lança álbum “Valsas, Choros e Canções” pelo Selo Sesc

São Paulo, por Kleber Patricio

Na foto, Eduardo Gudin, Naila Galotta e Lela Simões. Crédito: Luis Villaça.

Eduardo Gudin lança, pelo Selo Sesc, o 18º disco de sua carreira, intitulado “Valsas, Choros e Canções”. No álbum, o compositor e instrumentalista se afasta do samba, optando por uma formação camerística que inclui voz, violão, piano e instrumentos de corda. Participações especiais incluem a gaita de Fernando Goldenberg, a voz de Renato Braz e o bandolim de Ronen Altman. Gudin revisita seu repertório nos gêneros mencionados no título prestando também homenagem à obra de Jacob do Bandolim.

Para o show de lançamento, Gudin criou novos arranjos e convidou o Quarteto de Cordas Ensemble SP e o cantor Renato Braz, que participou da gravação do álbum. Além das canções do novo disco, o roteiro incluirá algumas já consagradas, como “Verde”, “Paulista”, “Longe de Casa” e outras.

Mini bio | Eduardo dos Santos Gudin, nascido em São Paulo, é um artista multifacetado: compositor, instrumentista (violonista), arranjador, produtor musical e professor. Ao longo de sua carreira, Gudin colaborou com diversos artistas renomados, participou de projetos musicais significativos e compôs centenas de canções que foram gravadas por diversos intérpretes da música brasileira. Ouça o álbum:  Spotify | YouTube Music.

Serviço:

Eduardo Gudin – Show do álbum Valsas, Choros e Canções

Datas: 24/2, sábado às 20h e 25/2, domingo às 18h

Local: Sesc 24 de Maio – Rua 24 de Maio, 109, São Paulo – a 350 metros da estação República do metrô

Classificação: 12 anos

Ingressos: sescsp܂org܂br/24demaio, por meio do aplicativo Credencial Sesc SP e nas bilheterias das unidades Sesc SP – R$60 (inteira), R$30 (meia) e R$18 (Credencial Plena Sesc)

Duração do show: 90 min

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Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo (SP) – a 350 metros do metrô República

Fone: (11) 3350-6300.

(Fonte: Sesc SP)

“Cores de São Paulo” é o tema da nova exposição fotográfica no MIS

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotografia da série “Cores de São Paulo”, do fotógrafo Rafa Rojas.

No dia 7 de fevereiro, o MIS inaugura a temporada de 2024 do projeto Nova Fotografia, com a série “Cores de São Paulo”, realizada pelo fotógrafo Rafa Rojas. A obra explora uma nova visão da cinza São Paulo buscando uma fuga nas cores da arquitetura da cidade. Com entrada gratuita, a exposição fica em cartaz até 17 de março.

O Nova Fotografia é um projeto anual do MIS que seleciona, por meio de convocatória aberta ao público, seis novos fotógrafos para uma exposição individual no museu. A seleção fica a cargo do Núcleo de Programação com supervisão e coordenação da curadoria geral do MIS. São selecionadas séries fotográficas inéditas de profissionais que se destacam por sua originalidade técnica e estética. Após o período em exposição, as séries escolhidas passam a integrar o acervo do MIS.

Fotografia da série “Cores de São Paulo”, do fotógrafo Rafa Rojas.

“Cores de São Paulo” é uma série do gênero fotografia de rua, caracterizada pelo registro do espaço urbano. Nela, Rafa Rojas, que tem como influências os filmes de Wes Anderson e a obra fotográfica “The Americans”, de Robert Frank, compartilha suas percepções e encontra poesia na geometria do dia a dia da metrópole. Seu olhar fotográfico consegue registrar a cidade de São Paulo, por muitos considerada cinzenta, frenética e caótica, sob uma perspectiva que destaca as cores vivas presentes no seu cotidiano.

Sobre o artista | Rafa Rojas (Santo André, SP, 1989) é fotógrafo e editor. Em 2021, publicou o livro “Underground Stories”; em 2022, cocriou a revista Imagem Vertigem; em 2023, foi editor do livro “Minhocão de cima a baixo” e também editor e curador da revista Imagem Vertigem #2. Participou das exposições “Mirares – Longevidade” e “Mirares – Fotografia urbana”, 2021 e 2023, respectivamente. Suas fotografias apareceram em periódicos como LensCulture, NOICE Magazine, Street Photography Magazine, PhotoVogue, The Avenue Magazine, BROAD Magazine, Reset Chile e Revista Ampolleta Roja, além de outras publicações e exposições brasileiras.

Serviço:

Nova Fotografia 2024 – “Cores de São Paulo”

Local: Museu da Imagem e do Som (MIS) | Espaço Maureen Bisilliat (Expositivo térreo)

Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo (SP)

Abertura: 7/2, das 19h às 22h (evento aberto ao público)

Período: de 7/2 a 17/3

Ingresso: gratuito

Classificação: livre.

(Fonte: Museu da Imagem e do Som)