Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Arte & Cultura

Rio de Janeiro

Etc e Tal transforma “Dom Quixote” em uma experiência visual arrebatadora e reafirma a força da mímica brasileira no cenário contemporâneo

por Kleber Patrício

Uma das companhias mais importantes do teatro físico brasileiro, a carioca Etc e Tal apresenta Dom Quixote, espetáculo infanto-juvenil sem palavras que reinventa o clássico de Miguel de Cervantes por meio da mímica, da comicidade gestual e de uma sofisticada dramaturgia visual. A estreia acontece no dia 7 de março de 2026 no Teatro Glaucio […]

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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Livros: “Cortella, o professor que levou a sala de aula para o mundo” é lançado pela Cortez Editora

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa – Cortella, o professor que levou a sala de aula para o mundo. Fotos: Divulgação/Cortez Editora.

Em 1954, nascia Mario Sergio Cortella, batizado com o nome do galã da época.  Alegre e curioso, sempre foi muito sociável. Mas, aos sete anos, a hepatite o levou ao hospital. Foram 100 dias de internação e o menino falante se viu solitário e entediado. Quando acabaram os gibis, mergulhou na literatura e, junto a Monteiro Lobato, Alexandre Dumas, Miguel de Cervantes, Dostoiévski e Dante Alighieri, deu início a uma jornada sem volta.

Em “Cortella, o professor que levou a sala de aula para o mundo”, a escritora de livros infanto-juvenis Silmara Rascalha Casadei reúne os principais acontecimentos que marcam a vida e os 50 anos de carreira do professor, palestrante, filósofo e escritor. Com ilustrações de Ednei Marx, a publicação da Cortez Editora diverte e encanta e conta com as contribuições do próprio homenageado: frases selecionadas por ele com pensamentos, ensinamentos e curiosidades. Quem imaginaria que o pequeno Mario Sergio teria uma aranha-caranguejeira, chamada Matilde, como animal de estimação?

A biografia ilustrada retrata a partida de Londrina (PR) para São Paulo, aos 13 anos, junto à família. Na capital paulista, Cortella comprou o primeiro livro de filosofia, Meditações Metafísicas, de Descartes. Em 1972, decidiu cursar Filosofia na Faculdade Anchieta para transformar-se em um “amigo da sabedoria”. Dois anos depois, deu início à carreira de docente, que surgiu paralela à experiência na vida religiosa, no convento Ordem dos Carmelitas Descalços, onde viveu por três anos.

Mario Sergio Cortella. Foto: Bruno Nogueirão.

Quando começa a pensar em suas obras, em tudo que já produziu, Cortella costuma dizer que ainda se sente aquele menino, cheio de ideias, esperança e imaginação, com afeto e coragem para fazer boas apostas nos jogos da convivência, da ética e da dignidade humana, como fazia no jogo de bets [também chamado de “taco”], lá da sua infância.

(Cortella, o professor que levou a sala de aula para o mundo, p. 40)

Inspiração para jovens leitores, professores e público em geral, Cortella, o professor que levou a sala de aula para o mundo reúne as conquistas, alegrias, perdas e desafios de um dos pensadores brasileiros mais influentes da atualidade. Apoiada por uma linha do tempo com fotografias que marcam os principais acontecimentos, a autora detalha a história do escritor que acumula mais de 50 livros publicados e alcançou 23 milhões de seguidores em seus canais digitais.

Silmara Rascalha Casadei destaca a inteligência brilhante e humanizada de Mario Sergio Cortella, propagada na voz forte e melodiosa, com sotaque do Sul do Brasil, que dissemina ensinamentos a milhares e milhares de pessoas. Conhecimento que, segundo o texto de abertura do livro, flui despido de arrogância, porque “gente grande sabe que é pequena”, mas consegue, com sabedoria, imprimir sua marca por onde passa.

Ficha Técnica

Título do livro: Cortella, o professor que levou a sala de aula para o mundo

Autora: Silmara Rascalha Casadei

Ilustrador: Ednei Marx

Editora: Cortez Editora

ISBN/ASIN: 978-6555555660

Páginas: 48

Preço: 64,00

Onde comprar: Amazon.

Sobre a autora | Silmara Rascalha Casadei é Mestre e Doutora em Educação e psicanalista, mentora do Saber Ampliado. Escreve muito desde criança, sempre se interessando por livros, histórias de vida inspiradoras e pela educação. Foi professora e diretora de escola por mais de 30 anos. É autora de 34 livros infanto-juvenis, dentre os quais muitas biografias ilustradas; a Coleção A menina e seus pontinhos; Chinelinhos brasileiros; O pequeno mundo criativo; O que é a pergunta?, com Mario Sergio Cortella, com o qual coordenou a Coleção ‘tá sabendo? – todos pela Cortez Editora. Instagram: @silmaracasadei_oficial.

Sobre o ilustrador | Ednei Marx descobriu seu gosto pelo desenho na infância e desde então seguiu seu sonho de tornar-se ilustrador. Iniciou a carreira como caricaturista ao vivo e, ao profissionalizar-se como ilustrador, fundou o Studio58 em 2002, em São Paulo. Graduou-se em Artes Visuais com extensão em Linguagem Cinematográfica. E em mais de 30 anos de trabalho, especializou-se em criação de personagens, linguagem de histórias em quadrinhos e ilustração científica. Seu portfólio diversificado inclui ilustrações para livros didáticos, paradidáticos, campanhas publicitárias e projetos de turismo. Notavelmente, é o ilustrador das tirinhas do Professor Cortella & Philó. Instagram: @edneimarx.

Sobre a Cortez Editora | Foi a solidez do trabalho feito que estimulou a Cortez Editora a expandir e mostrar ao mundo toda a riqueza da cultura brasileira e a densidade ímpar de seus autores. Seu catálogo é referência nas áreas de Literatura Infantil e Juvenil, Educação, Serviço Social, Ciências da Linguagem, Ciências Sociais, Ciências Ambientais e Psicologia.

Site: Cortez Editora

Instagram: Cortez Editora | Youtube: TV Cortez | Facebook: Cortez Editora.

(Com Caroline Arnold/LC Agência de Comunicação)

Festival de Campos do Jordão inicia 55ª edição nesta semana

Campos do Jordão, por Kleber Patricio

Osesp no Auditório Claudio Santoro. Foto: Iris Zanetti.

Criado em 1970 e reconhecido como o maior e mais tradicional evento de música clássica da América Latina, o Festival de Inverno de Campos do Jordão chega à sua 55ª edição em 2025. A programação artística acontece de 5 de julho a 3 de agosto  e estará distribuída entre quatro palcos em Campos do Jordão e quatro na capital paulista, com eventos na Sala São Paulo e no Instituto Mackenzie. O Festival de Campos do Jordão é uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, da Fundação Osesp, do Ministério da Cultura e do Governo Federal, via Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet.

Serão 84 apresentações neste ano, entre música e dança, todas elas com entrada gratuita e programadas em quatro locais da cidade da Serra da Mantiqueira: o tradicional Auditório Claudio Santoro (apresentações de sexta a domingo); o popular Parque Capivari (todo sábado e domingo, e também no dia 09/jul); a impactante Capela São Pedro Apóstolo, localizada no Palácio Boa Vista (sábados e domingos, e também em 31/jul); e o histórico Espaço Cultural Dr. Além, que volta a integrar a programação do Festival depois de seis anos, com agenda distribuída nos dias de semana.

A capital paulista também terá um calendário de performances diverso: na Sala São Paulo, elas acontecem aos sábados e domingos na Sala de Concertos; nos dias 8, 9 e 11/jul na Sala do Coro; e estão distribuídas ao longo de todo o evento na nova Estação Motiva Cultural. Será repetida nesta edição a parceria iniciada em 2024 com o Instituto Mackenzie, que receberá três recitais de professores e bolsistas, entre os dias 23 e 25/jul, dentro da programação da 18ª International Conference on Music Perception and Cognition (ICMPC) – que pela primeira vez será organizada em um país do Sul Global.

Orquestra de Câmara da Usp no Capivari. Foto: Ana Clara Miranda.

Considerado a “espinha dorsal” do Festival, seu Módulo Pedagógico oferece nesta edição 141 bolsas de estudo a jovens músicos: são 123 bolsas para instrumentistas, seis para regentes, seis para piano e seis para violão. Durante um mês, os alunos terão atividades de Orquestra, Música de Câmara (Instrumento), Núcleo de Música Antiga (dividido em Grupo Instrumental e Madrigal), Camerata, Regência, Piano e Violão, além de integrarem a Orquestra do Festival, a Orquestra Bach do Festival (de Música Antiga) e a Camerata do Festival, com diversos concertos agendados em Campos do Jordão e em São Paulo. “O conceito pedagógico do Festival cresce ano após ano, já que os professores convidados não participam ‘apenas’ dando aulas. Buscamos o aprendizado lado a lado, no qual estes músicos-professores, do Brasil e de fora, chegam preparados não somente para ensinar, mas também para tocar junto de nossos bolsistas e, dessa maneira, intensificar o aprendizado de cada um”, explica o coordenador artístico-pedagógico do evento, Fabio Zanon.

DESTAQUES DA PROGRAMAÇÃO

Destacam-se, na Programação Artística em Campos do Jordão, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp com o maestro alemão Marc Albrecht, interpretando a Sinfonia doméstica, de Strauss, no concerto de abertura (5/jul); o Coro da Osesp na companhia de seu novo regente residente, Kaique Stumpf (11/jul); e apresentações de quatro grupos sinfônicos de fora do Estado de São Paulo: a Orquestra Filarmônica de Goiás, com o regente Neil Thomson no pódio e a pianista Sonia Rubinsky como convidada (19/jul); a Orquestra Sinfônica de Pernambuco, tendo à frente o maestro Nilson Galvão Jr. (20/jul); a Orquestra Sinfônica do Paraná, com Roberto Tibiriçá na batuta e peças de Wagner e Tchaikovsky no programa (26/jul); e a Orquestra Filarmônica Catarinense, regida por Roberto Minczuk e com Pablo Rossi no piano solo (1/ago). Receberemos novamente grupos parceiros como a Orquestra Jovem do Estado – Ojesp com seu regente titular, Cláudio Cruz, interpretando a Sinfonia nº 3 de Rachmaninov (6/jul); a Sinfônica Municipal de Santos dirigida por Luís Gustavo Petri (6/jul); a Orquestra Sinfônica da USP – Osusp com Tobias Volkmann no pódio e o talentoso violinista Guido Sant’Anna como convidado (11/jul); a Orquestra Experimental de Repertório – OER conduzida por Wagner Polistchuk (20/jul) e com o flautista João Vitor Mendes; e a Sinfônica Municipal de Campinas com Carlos Prazeres à frente e, novamente, o violinista Guido Sant’Anna como solista (27/jul).

Recital na Capela de São Pedro. Foto: Ana Clara Miranda.

Na agenda dedicada à música de câmara, receberemos uma atração internacional: os norte-americanos do Quarteto Ulysses, que apresentam obras para este formato escritas por Beethoven e Mendelssohn-Bartholdy, além de uma seleção de músicas folclóricas dinamarquesas (18/jul); e diversas formações brasileiras, como o Quinteto Villa-Lobos (9/jul), o Quarteto Zahir (12/jul), o Quarteto Camargo Guarnieri (13/jul), a Camerata Grecco (26/jul) e o Brazilian Winds Ensemble (2/ago).

Uma das novidades desta edição do Festival de Inverno são os espetáculos da Jornada Paulista de Dança que poderão ser apreciados no palco da Estação Motiva Cultural, localizada ao lado da Sala São Paulo. Ao longo de uma semana, os grupos e companhias paulistas que participam da Jornada vivenciarão atividades intensivas em dança e artes do corpo que culminarão em três apresentações abertas ao público, nos dias 10, 11 e 12/jul, sempre às 19h.

A agenda artística completa pode ser acessada no site oficial do Festival de Campos do Jordão.

MÓDULO PEDAGÓGICO

O Festival receberá, ao todo, 141 alunos e 84 professores. Novamente, os bolsistas terão duas semanas de prática orquestral e duas semanas de música de câmara, música antiga e camerata, totalizando aproximadamente 1.200 horas-aula. Entre os maestros convidados, dois são brasileiros: Luis Otávio Santos (que estará com a Orquestra Bach do Festival em repertório dedicado a Vivaldi, Leclair e Bach) e Claudia Feres (regendo a Camerata do Festival em programa com Mozart e Chopin). E três deles são de fora do Brasil: a francesa Stéphanie-Marie Degand (dirigindo a Camerata do Festival em obras de Grétry e Schubert, dia 19/jul) e, à frente da Orquestra do Festival, o russo Mikhail Agrest (26/jul) e o espanhol Josep Caballé Domenech (03/ago).

Orquestra do Festival com maestro Marcelo Lehninger na 54ª edição do evento, em julho/2024. Foto: Íris Zanetti.

Com a Orquestra do Festival, os bolsistas farão um programa que inclui o emocionante Concerto para piano, de Ravel (26/jul); e repertório com a participação do violoncelista solista Kim Bak Dinitzen, a ser anunciado (02/ago). Já os alunos de regência farão um concerto no Parque Capivari à frente da GRU Sinfônica (02/ago). A agenda programada para a Sala São Paulo terá, entre outras, apresentações da Orquestra Bach do Festival (12/jul); da Filarmônica de Goiás (20/jul); da Camerata do Festival (21/jul); da Sinfônica do Paraná (26/jul); e da Orquestra do Festival (27/jul e 03/ago) – três concertos do Festival na Sala São Paulo serão transmitidos ao vivo no canal do evento no YouTube, em datas a serem divulgadas.

Como também é tradição, ao final do evento haverá a entrega do Prêmio Eleazar de Carvalho, cujo nome homenageia o maestro criador do Festival de Campos do Jordão e celebra o músico-bolsista de maior destaque do evento. Outra novidade nesta edição é o Prêmio Anna Laura de Música Antiga – PALMA, uma correalização da Associação Anna Laura, da Fundação Osesp e do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas. Esta premiação busca reconhecer e promover performances de jovens músicos brasileiros dedicados ao repertório que compreende o período que vai da Idade Média até meados do século XVIII, usando técnicas de execução e convenções estilísticas historicamente informadas. Após a avaliação de uma comissão julgadora, os três primeiros colocados inscritos no PALMA serão premiados com valores entre R$ 3.000 e R$ 10.000, e terão a oportunidade de realizar um recital, cada, nesta edição do Festival (todos serão no dia 20/jul).

“Costumo dizer que considero a Orquestra do Festival de Campos do Jordão a sua principal atração, já que ela é a aposta que estamos fazendo no futuro, por meio da formação e do aperfeiçoamento dos jovens músicos. O núcleo educativo é o cerne deste evento, e, quando colocamos todos esses músicos juntos, de diversas partes do Brasil e também do exterior, para formar uma orquestra sem que nunca antes tenham tocado juntos, já temos aí um dos melhores grupos sinfônicos em atividade no país, antes de tocarem uma só nota”, completa Fabio Zanon.

Sinfônica de Jundiaí no Capivari. Foto:Ana Clara Miranda.

“A Fundação Osesp tem realizado este grande Festival desde 2012, mas a Osesp tem uma ligação histórica com esse programa de formação de tanto sucesso no Brasil, já que a maior parte dos músicos brasileiros da Osesp foi bolsista, e o Auditório Cláudio Santoro, em Campos do Jordão, foi a casa da Orquestra por décadas durante o inverno”, diz o diretor executivo da Fundação Osesp, Marcelo Lopes. “O Festival movimenta a economia na região da Serra da Mantiqueira, leva ao público uma programação diversa, gratuita e de altíssima qualidade. Ao longo de mais de cinquenta anos, vem enriquecendo enormemente o cenário brasileiro da música clássica, além de promover oportunidades de intercâmbio de nível internacional entre alunos e professores”, finaliza.

PRÊMIOS E BOLSAS

O Prêmio Eleazar de Carvalho contemplará o/a bolsista que mais se destacar nessa edição, concedendo a ele/a uma bolsa de US$ 1.400 mil (um mil e quatrocentos dólares) mensais para estudar por um período de até nove meses em uma instituição estrangeira de sua escolha, além de ter cobertas as despesas de traslado entre o Brasil e o exterior. A Fundação Osesp poderá, ainda, premiar outros bolsistas que se destacarem durante as atividades do Festival com bolsas na Academia de Música da Osesp.

ACESSIBILIDADE

A programação do 55º Festival de Inverno de Campos do Jordão oferecerá cinco concertos com recursos de acessibilidade: audiodescrição (todos os concertos) e interpretação em Libras (apresentação de 6/jul no Auditório Claudio Santoro), realizadas sob demanda do público, pela empresa parceira Ver com Palavras. Nestas apresentações, é necessário confirmar presença até três dias antes do evento, pelo e-mail contato@vercompalavras.com.br.

SOBRE O FESTIVAL DE INVERNO DE CAMPOS DO JORDÃO

Criado em 1970 pelos maestros Eleazar de Carvalho, Camargo Guarnieri e Souza Lima, o Festival de Campos do Jordão combina, com excelência, uma programação de música de concerto a um trabalho pedagógico amplo e qualificado. Ao longo de suas 54 edições, o evento se consolidou como o maior e mais importante festival de música clássica da América Latina, oferecendo aos bolsistas a vivência com importantes nomes da música nacional e internacional e, paralelamente, uma programação cultural de qualidade, que beneficia não somente a cidade de Campos do Jordão (SP) como todo o seu entorno, ampliando as oportunidades de acesso à música erudita.

REALIZAÇÃO

A 55ª edição do Festival de Inverno de Campos do Jordão tem o patrocínio de Sabesp, Itaú, Yelum Seguradora e Toyota, e apoio de UNISA, Minalba e CAS Tecnologia, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e da Lei Paulo Gustavo. Parceiro de Mídia: Folha de São Paulo. Apoio institucional: Emesp Tom Jobim e Prefeitura Municipal de Campos do Jordão. Realização: Fundação Osesp, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Ministério da Cultura e Governo Federal – União e Reconstrução. O Festival tem direção geral de Marcelo Lopes, coordenação artístico-pedagógica de Fabio Zanon, direção pedagógica de Rogério Zaghi e coordenação de planejamento artístico de Gabriela de Souza. A coordenação de produção executiva e técnica é de Alessandra Cimino.

Serviço:

55º Festival de Inverno de Campos do Jordão

Data: 5 de julho a 3 de agosto de 2025

Ingressos: Entrada gratuita.

Auditório Claudio Santoro, Sala São Paulo, Sala do Coro e Estação Motiva Cultural: ingressos neste link cinco dias antes de cada apresentação, ao meio-dia (limitada a quatro por pessoa). Observação: há uma cota de 100 ingressos para serem retirados no dia de cada apresentação na Sala São Paulo e no Auditório Claudio Santoro, e de 50 ingressos na Estação Motiva Cultural. Eles estarão disponíveis 1h antes dos concertos.

Capela São Pedro Apóstolo e Espaço Cultural Dr. Além: distribuição de ingressos presencial, 1h antes, na entrada dos locais (limitada a dois por pessoa).

Parque Capivari: entrada livre.

LOCAIS (Campos do Jordão e São Paulo):

Auditório Claudio Santoro – Av. Dr. Luís Arrobas Martins, 1.880, Alto da Boa Vista, Campos do Jordão, SP. Tel. (12) 3662-2334. 814 lugares. Gratuito. Horário de funcionamento: somente em dias de concerto, a partir de 2h30 antes do início das apresentações.

Concerto acessível – recursos de acessibilidade: audiodescrição e interpretação em Libras no dia 06/jul; e audiodescrição no dia 12/jul. É necessário confirmar presença até três dias antes do evento pelo e-mail contato@vercompalavras.com.br.

Parque Capivari – R. Eng. Diogo José de Carvalho, 1.291, Capivari, Campos do Jordão, SP. Gratuito (entrada livre, sem necessidade de retirada de ingressos). Horário de funcionamento: diariamente, das 9h às 20h.

Espaço Cultural Dr. Além – Avenida Dr. Januário Miraglia, 1.582, Abernéssia, Campos do Jordão, SP. Tel. (12) 3664-2300. 186 lugares. Gratuito. Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 8h às 17h30.

Palácio Boa Vista – Capela São Pedro Apóstolo – Av. Adhemar Pereira de Barros, 3.001, Jardim Dirce, Campos do Jordão, SP. 90 lugares. Gratuito. Horário de funcionamento: de quarta a domingo, das 10h às 12h e das 14h às 17h.

Sala São Paulo – Sala de Concertos – Praça Júlio Prestes, 16, Térreo, Campos Elíseos, São Paulo, SP. Tel. (11) 3367-9500. 1.388 lugares. Gratuito. Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 18h.

Concerto acessível – recurso de acessibilidade: audiodescrição nos dias 13 e 27/jul, e 03/ago. É necessário confirmar presença até três dias antes do evento pelo e-mail contato@vercompalavras.com.br.

Sala São Paulo – Sala do Coro – Praça Júlio Prestes, 16, 2º andar, Campos Elíseos, São Paulo, SP. Tel. (11) 3367-9500. 150 lugares. Gratuito. Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 18h.

Estação Motiva Cultural – Praça Júlio Prestes, 16, Térreo, Campos Elíseos, São Paulo, SP. Tel. (11) 3367-9500. 543 lugares. Gratuito. Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 18h.

Concerto acessível – recurso de acessibilidade: audiodescrição no dia 17/jul. É necessário confirmar presença até três dias antes do evento pelo e-mail contato@vercompalavras.com.br.

Instituto Mackenzie – Auditório Escola Americana – Rua Piauí, 130, Higienópolis, São Paulo, SP. Tel. (11) 2114-8000. 250 lugares. Gratuito.

Mais informações e conteúdos:

Site oficial | YouTube oficial | Instagram oficial | Facebook oficial.

(Com Alexandre Félix/Fundação Osesp)

No programa A(u)tores, texto de Caio Fernando Abreu que retrata homofobia ganha destaque na voz da companhia mineira de teatro Luna Lunera

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

No livro ‘Aqueles Dois’, Caio Fernando Abreu retrata a relação de Saul e Raul, colegas de trabalho em uma repartição pública, e a discriminação que sofrem por parte dos outros funcionários que acreditam que eles formam um casal. Imagem: Divulgação.

Uma linda amizade ou o início de uma história de amor? Em seu livro, “Aqueles Dois”, Caio Fernando Abreu retrata a relação de Saul e Raul, colegas de trabalho em uma repartição pública, e a discriminação que sofrem por parte dos outros funcionários que acreditam que eles formam um casal. A obra será abordada no episódio desta semana do programa A(u)tores, do canal Futura, e vai ao ar nesta sexta-feira, dia 4 de julho, às 22h30. Na atração, artistas da televisão, do teatro e da música vivenciam experiências por meio da leitura de grandes autores da literatura mundial. Quem fará a leitura será a Cia Luna Lunera, grupo de teatro de Belo Horizonte que já deu vida à obra nos palcos.

“O trabalho da companhia com o Caio nasce a partir de uma necessidade do grupo de realizar algumas pesquisas. A gente estava desenvolvendo estudos sobre contato e improvisação, que são técnicas de dança nas quais o contato entre duas pessoas vai criando imagens e desenhando dois corpos no espaço. Ao mesmo tempo, a gente buscava as ações vocais de Constantin Stanislavski (ator, diretor, pedagogo e escritor russo mundialmente conhecido pelo seu ‘sistema’ de atuação, no qual reflete sobre as melhores técnicas de treinamento) para encontrar um texto que nos permitisse desenvolver as pesquisas. Nessa época, a gente começou a ler o livro ‘Morangos Mofados’, do Caio Fernando Abreu, e depois, mais especificamente, a gente trabalhou com o conto ‘Aqueles Dois’. Então, essa relação com o Caio nasce dessa necessidade de ter um texto para utilizar nos nossos processos de criação. Estamos muito felizes em reviver essa obra, agora no programa A(u)tores”, explica Cláudio Dias, ator da Cia. Luna Lunera.

O artista também explica o processo criativo do espetáculo. “Os atores dirigem e escrevem a dramaturgia da peça. Este é um trabalho muito pautado no conto, em que a gente se dividiu. Cada semana um trouxe uma proposta de direção e, na última semana, além do conto ‘Aqueles Dois, a gente utilizava o livro ‘Caio em 3D’, uma obra que o Caio Fernando Abreu mandava para outras pessoas. A gente leva também para o espetáculo músicas e filmes das nossas vidas, além de músicas que são citadas nessa grande obra do Caio, que é a literatura e as cartas dele”.

Sucesso de público, a Cia Luna Lunera conquistou não apenas o público mineiro com a obra inspirada no texto de Caio Fernando, mas também o coração de fãs pelo Brasil e pelo mundo. “O espetáculo estreou em 2007 e a gente se apresentou, desde então, em Belo Horizonte, outras regiões do Brasil e em mais nove países. Estreamos em um teatro pequeno, em Belo Horizonte, e depois já fizemos o espetáculo em grandes espaços. Este ano, por exemplo, apresentamos a peça aqui em Belo Horizonte, no Grande Teatro Cemig, no Palácio das Artes, que tem capacidade para receber 1700 pessoas. É um projeto muito bem recebido por onde passa, tanto em Belo Horizonte como nos outros estados. Já passamos por 25 capitais brasileiras, fizemos apresentações no Rio de Janeiro, saímos em turnê por países da América Latina, e, inclusive, apresentamos o espetáculo em espanhol. O público tem um carinho muito grande com a peça”, finaliza Cláudio.

Programa com novo formato

A grande novidade da produção A(u)tores, do canal Futura, é o seu formato inédito, que apresenta leituras de obras consagradas, de autores contemporâneos ou do passado, feitas por artistas renomados ou coletivos culturais relevantes para o público do canal. Ao todo, são 13 episódios de 30 minutos de duração.

Nesta temporada, com a ampliação do tempo de exibição da série – que antes era de cinco minutos – Thiago Sacramento, diretor e roteirista do programa ao lado de Marcio Vianna, ambos da Guaraná Conteúdo, buscam ampliar o contato dos expectadores com a leitura de obras a partir de autores que marcaram a literatura nacional e internacional. Outra novidade é a presença da Fabiana de Pinho, doutora em Literatura, Cultura e Contemporaneidade. Ela traz um olhar acadêmico sobre cada autor, com depoimentos em todos os episódios. “Esperamos que o público seja capturado pela beleza, atemporalidade e magnitude de obras escritas por Machado de Assis, Lima Barreto, Clarice Lispector, Carolina Maria de Jesus, Caio Fernando Abreu, Shakespeare, entre outros, e que se permita tanto o prazer de revisitá-las quanto de conhecê-las. E, principalmente, que a série desperte no espectador o enorme prazer que é estar diante de um livro aberto, que certamente é uma das maiores janelas para o mundo”, afirma Thiago.

Marcio complementa: “A série nasceu para mostrar como a leitura pode nos transportar para diferentes universos, das aventuras eletrizantes até as mais tocantes reflexões sobre a vida. A atração sempre contou com o carisma e o talento de artistas para apresentar os textos, tornando o convite ainda mais irresistível para o público. Nessa temporada, com episódios maiores e uma curadoria de autores consagrados, conseguimos mergulhar mais fundo nessa jornada. Com mais profundidade nessa conversa entre o público e os convidados que protagonizam os episódios, numa troca cheia de afeto sobre o prazer de conhecer cada livro, poema ou letra de música declamada”.

No programa, o público poderá embarcar nas obras de Clarice Lispector, Machado de Assis, Carolina Maria de Jesus, Literatura Indígena, Lima Barreto, Fernando Sabino, Mário de Andrade, Cazuza, Djamila Ribeiro, Shakespeare, Caio Fernando de Abreu, Conceição Evaristo e Solano Trindade. A ideia é, junto com eles, despertar conexões e emoções a partir das histórias apresentadas.

Para Mariana Seivalos, supervisora do Canal Futura, essa nova roupagem do A(u)tores mostrará que diferentes linguagens artísticas podem conversar com a literatura. “Ver artistas que admiramos mergulhando nas obras de seus escritores favoritos é uma experiência poderosa. Revela conexões profundas entre diferentes linguagens artísticas e mostra como a literatura continua a inspirar, provocar e transformar. Estamos muito orgulhosos de lançar a quarta temporada deste projeto — agora com episódios mais longos — e de trazer para a tela autores fundamentais como Lima Barreto, Carolina Maria de Jesus, Mário de Andrade, Machado de Assis, entre tantos outros que moldaram a literatura brasileira.”

Os episódios desta temporada trazem Beth Goulart, Martinho da Vila, Maria Gal, Zahy Tentehar, Luis Miranda, Verônica Sabino, Hugo Germano, Emílio Dantas, Luana Xavier, Grupo Galpão, Cia Luna Lunera, Complexo Negra Palavra, Tatiana Tiburcio, Damiana Inês e Luciana Lopes.

Programação

Estreia aconteceu em 25 de abril, às 22h30

Horários alternativos: sábado 12h; domingo 21h; segunda 2h15; terça 15h30; quarta 1h; quinta 10h30

25 de abril – Clarice Lispector por Beth Goulart: interpretou Clarice Lispector nos palcos e compartilha sua jornada

2 de maio – Machado de Assis por Martinho da Vila: debutou no samba-enredo com uma canção sobre Machado de Assis e segue admirando sua obra

9 de maio – Carolina Maria de Jesus por Maria Gal: interpretou Carolina Maria de Jesus no teatro, encantada pelos textos e atitudes ousadas da escritora

16 de maio – Literatura Indígena por Zahy Tentehar: destacou a importância de Ailton Krenak na Academia de Letras e sua conexão com as palavras

23 de maio – Lima Barreto por Luis Miranda: interpretou Lima Barreto no cinema e, desde então, admira sua obra

30 de maio – Fernando Sabino por Verônica Sabino: filha do escritor e cronista, deu um depoimento íntimo sobre sua relação com a Literatura e sobre a obra do seu pai

6 de junho – Mário de Andrade por Hugo Germano: fala sobre sua adaptação de “Macunaíma” no teatro e a obra de Mário de Andrade

13 de junho – Cazuza por Emílio Dantas: interpretou Cazuza em espetáculo musical, compartilha seu processo, valorização das letras e poesias das canções do artista

20 de junho – Djamila Ribeiro por Luana Xavier: brilhou no teatro com o monólogo adaptado do livro de Djamila Ribeiro e nos convidou a conhecer mais sobre a escritora.

27 de junho – Shakespeare por Grupo Galpão: único grupo brasileiro a se apresentar no Globe Theatre, compartilhou sua versão inovadora do clássico “Romeu e Julieta”

4 de julho – Caio Fernando de Abreu por Cia Luna Lunera: companhia encenou texto baseado em um conto de Caio Fernando Abreu, celebra a escrita do autor e sua relação com o cotidiano

11 de julho – Conceição Evaristo por Tatiana Tiburcio, Damiana Inês e Luciana Lopes: texto de Conceição Evaristo foi o ponto de partida do espetáculo “Ponciá”

18 de julho – Solano Trindade por Complexo Negra Palavra: coletivo artístico homenageia o poeta Solano Trindade.

Sobre o Canal Futura

O Futura é uma experiência pioneira de comunicação para transformação social que, desde 1997, opera a partir de um modelo de produção audiovisual educativa, participativa e inclusiva. É uma realização da Fundação Roberto Marinho e resultado da aliança estratégica entre organizações da iniciativa privada unidas pelo compromisso de investir socialmente, líderes em seus segmentos: Sesi – DN / Senai – DN, Fiesp / Sesi – SP / Senai – SP, Fundação Bradesco, Itaú Social, Globo e Sebrae. O Futura está presente nas principais operadoras de TV por assinatura no Brasil e ainda em uma rede de TVs universitárias parceiras com sinal disponível em TV aberta e parabólicas digitais. Acesso gratuito via Globoplay (link) para acompanhar o sinal ao vivo da programação e um catálogo audiovisual com mais de 185 títulos e 4.500 vídeos.

(Com Carmen Lúcia da Silva/Approach Comunicação)

Teatro Sérgio Cardoso recebe estreia nacional de “Que Tal o Impossível?”, nova obra da Cisne Negro Cia de Dança

São Paulo, por Kleber Patricio

Obra é inspirada na música homônima de Itamar Assumpção e mergulha no universo sonoro e teatral do artista, combinando movimentos contemporâneos, sensibilidade e ludicidade para celebrar a cidade de São Paulo e sua vibrante diversidade cultural. Fotos: divulgação/Reginaldo Azevedo.

O Teatro Sérgio Cardoso recebe nos dias 25, 26 e 27 de julho a estreia nacional de “Que Tal o Impossível?”, novo espetáculo da Cisne Negro Cia de Dança, uma das mais tradicionais e conceituadas companhias de dança do país. Coreografada por Jorge Garcia, a obra é inspirada na música homônima de Itamar Assumpção e mergulha no universo sonoro e teatral do artista, combinando movimentos contemporâneos, sensibilidade e ludicidade para celebrar a cidade de São Paulo e sua vibrante diversidade cultural.

Com ambientação noturna inspirada na vida boêmia da metrópole, a montagem apresenta cenários visuais impactantes e uma narrativa que mistura poesia, ludicidade e a efervescência urbana. Além da estreia de Que Tal o Impossível?, o público também poderá conferir Lampejos: Uma Degustação Visual, obra criada por Andressa Miyazato em 2022.

Antes da estreia oficial, o espetáculo foi apresentado em uma pré-estreia itinerante, que percorreu cinco municípios do estado de São Paulo: Jundiaí, Sorocaba, Americana, São José dos Campos e Santos.

Como parte da programação cultural, o projeto inclui ainda workshops de dança ministrados pelo coreógrafo Jorge Garcia e palestras sobre a vida e a obra de Itamar Assumpção, que foram realizadas durante a pré-estreia itinerante nos municípios citados.

No Teatro Sérgio Cardoso, o público também poderá participar de atividades complementares gratuitas:

26/7 (sábado) 18h00/19h00 — Workshop “Desenho do Corpo”, com o coreógrafo Jorge Garcia. 30 vagas disponíveis.

Inscrições gratuitas pelo e-mail produção@cisnenegro.com.br;

27/7 (domingo) 14h00/15h00 — Palestra com Anelis Assumpção, filha de Itamar Assumpção, sobre a vida e obra do artista.

Inscrições gratuitas pelo e-mail produção@cisnenegro.com.br.

A direção artística de Que Tal o Impossível? é assinada por Dany Bittencourt, com trilha sonora criada por Maurício Badé e mixagem de Bruno Buarque. A curadoria musical ficou a cargo de Anelis Assumpção, enquanto a cenografia é assinada por Leo Ceolin. O figurino, que contribui para a atmosfera única da montagem, foi desenvolvido pelo renomado estilista João Pimenta.

Com quase 50 anos de trajetória, a Cisne Negro Cia de Dança reafirma seu compromisso com a inovação e a excelência artística, promovendo diálogos entre a dança e outras expressões culturais. Que Tal o Impossível? é uma verdadeira celebração da arte e da cultura paulistana, unindo a força da dança contemporânea à irreverência e genialidade de Itamar Assumpção.

Serviço:

Cisne Negro Cia. de Dança em Que Tal o Impossível?

Datas: 25 e 26 de julho, sexta e sábado às 20h | 27 de julho, domingo, às 16h

Ingressos: Plateia: R$ 40,00 e R$ 20,00 (meia entrada)

Balcão: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia entrada) | Sympla

Local: Teatro Sérgio Cardoso | Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo – SP

Duração: 90 minutos com 15 minutos de intervalo

Classificação indicativa: Livre

Capacidade: 827 lugares (623 na Platéia e 204 no Balcão)

Ficha Técnica – Que Tal o Impossível?

Direção Artística: Dany Bittencourt

Concepção e coreografia: Jorge Garcia

Trilha Sonora: Maurício Badé

Mixagem: Bruno Buarque

Participação Especial: Anelis Assumpção e Rubi Assumpção

Curadoria Musical: Anelis Assumpção

Cenografia: Leo Ceolin

Iluminação: Rossana Boccia

Figurino: João Pimenta

Sobre Jorge Garcia

Responsável pela coreografia de Que Tal o Impossível?, Jorge Garcia é um dos grandes nomes a dança contemporânea brasileira. Iniciou seus estudos em 1991, em Recife. Em 1995 integrou a Cisne Negro Cia de Dança, e, em 1997, passou a atuar no Balé da Cidade de São Paulo, onde também coreografou obras como Divinéia (2001), Desatino do Norte, Desatino do Sul (2003), R.G. (2006), T.A.T.O. (2012) e Árvore do Esquecimento (2015). Em 2005, fundou a Jorge Garcia Companhia de Dança, com um repertório vasto que inclui peças como Um Conto Idiota, Caixa de Vidro, Take a Deep Breath e Plano Sequência.

Garcia também colaborou com importantes nomes da cena internacional, como a coreógrafa alemã Constanza Macras, e participou da estreia de Água, obra de Pina Bausch, no Tanztheater Wuppertal. Coreografou para cinema, teatro, óperas e espetáculos de rua, com destaque para Carandiru, de Hector Babenco, e Anna, de Heitor Dhalia. Desenvolve, desde 2003, um trabalho de pesquisa em improviso, vídeo e performances urbanas com o grupo GRUA – Gentlemen de Rua, em cidades do Brasil e da Europa.

Sobre o Teatro Sérgio Cardoso

Localizado no boêmio bairro paulistano do Bixiga, o Teatro Sérgio Cardoso mantém a tradição e a relevância conquistada em mais de 40 anos de atuação na capital paulista. Palco de espetáculos musicais, dança e peças de teatro, o equipamento é um dos últimos grandes teatros de rua da capital, e foi fundamental nos dois anos de pandemia, quando abriu as portas, a partir de rígidos protocolos de saúde.

Composto por duas salas de espetáculo, quatro dedicadas a ensaios, além de uma sala de captação e transmissão, o Teatro tem capacidade para abrigar 827 pessoas na sala Nydia Licia, 149 na sala Paschoal Carlos Magno, além de apresentações e aulas de dança no hall do teatro.

Sobre a Cisne Negro Cia de Dança

Fundada em 1977 por Hulda Bittencourt, a Cisne Negro Cia de Dança é uma das mais renomadas companhias de dança contemporânea do Brasil. Com quase cinco décadas de história, a companhia é reconhecida pela inovação artística, técnica apurada e um repertório diversificado que abrange clássicos do balé e criações contemporâneas. A Cisne Negro tem se destacado tanto em palcos nacionais quanto internacionais, representando o Brasil em importantes festivais e turnês em países como Alemanha, Estados Unidos, China, Africa do Sul, Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Cuba, Escócia, Espanha, Inglaterra, Moçambique, Paraguai, Romênia, Tailândia e Uruguai, onde o grupo exibiu-se como um modelo de trabalho dentro da dança brasileira, construído com profissionalismo e paixão.

A companhia é conhecida por suas montagens criativas, incluindo a tradicional temporada de O Quebra Nozes, realizada anualmente, que se tornou um marco na cena cultural brasileira. Com uma equipe de talentosos bailarinos e sob a direção artística de Dany Bittencourt, a Cisne Negro continua a encantar e desafiar plateias ao explorar novos horizontes na dança.

A Cisne Negro Cia de Dança tem em seus valores a inclusão e está sempre atenta à acessibilidade do público, buscando garantir que sua arte seja apreciada por todos. Com um compromisso inabalável com a excelência e a promoção da arte, a companhia segue firme em sua missão de transformar e enriquecer a vida cultural através da dança.

(Com Vanessa Luckaschek/Luar Conteúdo)

Temporada França-Brasil 2025 celebra 200 anos de relações diplomáticas com extensa programação em todo o país

Paris, por Kleber Patricio

Do passado compartilhado à construção de um futuro sustentável, Temporada 2025 une França e Brasil em cultura, ciência e diálogo global. Foto: ®-A-Robin.

A Temporada França-Brasil 2025 – organizada de abril a setembro na França e de agosto a dezembro no Brasil – é um conjunto de eventos e encontros que celebram 200 anos de relação diplomática e amizade entre os 2 países. A decisão de organizar a Temporada foi tomada pelos presidentes Emmanuel Macron e Luiz Inácio Lula da Silva em junho de 2023, em Paris, com o objetivo de impulsionar a cooperação bilateral, fortalecer as respostas conjuntas aos desafios políticos, sociais e ecológicos contemporâneos e apresentar a riqueza e diversidade da cultura de ambos os países. “Da missão artística de Debret à voz de Ailton Krenak, a Temporada 2025 honra uma trajetória de fascínio e enriquecimento mútuo”, afirma Emmanuel Lenain, Embaixador da França no Brasil.

A Temporada está coordenada pelo Institut Français e o Instituto Guimarães Rosa em estreita colaboração com as Embaixadas da França no Brasil e do Brasil na França, sob a autoridade dos ministérios das Relações Exteriores e da Cultura de ambos os países. Os comissários são Anne Louyot (programação no Brasil) e Emilio Kalil (programação na França).

A Temporada no Brasil

300 eventos acontecerão em 15 cidades brasileiras, com participantes vindo de 16 regiões francesas, assim como de vários países africanos, com o objetivo de estreitar as relações e o diálogo entre os 3 continentes. A participação ativa das regiões francesas das Américas (Guiana Francesa, Martinica, Guadalupe) deve ser destacada.

Gê Viana – Loja de ervas, da série Atualizações Traumáticas de Debret, 2020 Impressão digital em papel algodão. Foto: Galeria Superfície/divulgação.

Os eventos são frutos de intercâmbios e cooperações entre festivais, museus, teatros, universidades, empresas, ONGs, artistas, pensadores, pesquisadores, jovens, sociedades civis dos dois países com foco em 3 temas prioritários:

Democracia e globalização justa e inclusiva: Bandeiras comuns dos presidentes Macron e Lula, em defesa dos valores democráticos e do diálogo internacional;

Diversidade e diálogo com a África: valorização da riqueza das culturas indígenas e afrodescendentes na França e no Brasil e desenvolvimento das cooperações com a África, prioridade diplomática e cultural dos dois países;

Clima e transição ecológica: contribuições conjuntas à luta contra a mudança do clima em articulação com a Conferência das Nações Unidas sobre os Oceanos (Nice, França – junho de 2025) e a COP30 (Belém, Brasil – novembro de 2025).

Vindos de histórias diferentes, mas compartilhando valores e interesses comuns, nossos dois países aspiram a conjugar ainda mais seus trunfos e criatividades, a fim de ‘mudar e perdurar trocando’, para usar as palavras de Edouard Glissant. A Temporada é o momento de reencontro, um momento-incubadora para testar as melhores formas de trabalhar juntos, criar juntos, enfrentar juntos os desafios globais como o futuro do planeta ou a defesa da democracia e da diversidade cultural”, destaca Anne Louyot, comissária geral francesa.

Além de seu impacto simbólico e cultural, a Temporada desempenhará um papel estratégico nas relações internacionais e diplomáticas, consolidando o Brasil como principal parceiro da França na América do Sul nas áreas de cultura, ciência, sustentabilidade e inovação.

Essa iniciativa representa uma oportunidade única para fortalecer os vínculos entre as sociedades francesa e brasileira, promovendo o diálogo, a diversidade e a construção conjunta de um futuro mais sustentável, criativo e solidário.

A Temporada França-Brasil 2025 é apoiada por um comitê de 15 mecenas: Engie, LVMH, ADEO, JCDecaux, Sanofi, Airbus, CMA CGM, CNP Seguradora, L’Oréal, Total Energies, Vinci, BNP Paribas, Carrefour, VICAT e SCOR.

Serviço:

Site Oficial: www.francabrasil2025.com

Instagram: @francabrasil2025

Tiktok: @francabrasil2025

Facebook: https://www.facebook.com/francabrasil2025

Youtube: https://www.youtube.com/@francabrasil2025

LinkedIn: www.linkedin.com/company/francabrasil2025.

(Com Carolina Amoedo/A4&Holofote Comunicação)