Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

Continuar lendo...

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

Semana do meio ambiente proporciona aprendizado e diversão em Indaiatuba (SP)

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação – RIC/PMI.

No dia 5 de junho foi comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente e é claro que o Museu da Água, uma iniciativa tão importante de proteção ambiental, não poderia deixar essa data passar em branco.

Para comemorar esse dia, foi organizada no Museu a Semana do Meio Ambiente com atividades voltadas para escolas e também abertas ao público. Entre os dias 1 e 8 de junho, trilhas, visitas guiadas, plantio e até uma peça de teatro agitaram a semana.

Entre terça e sexta-feira, 8 escolas marcaram presença no Museu, somando cerca de 240 alunos do 5° ano do ensino fundamental. Dentre tantas atividades, cada turma pôde plantar uma muda de árvore na floresta junto a trilha ecológica do Museu, eternizando um momento de amizade e aprendizado entre os colegas.

Ações como essa são importantes para resgatar o contato da sociedade com o planeta em que vivemos. A conservação dos recursos hídricos e da natureza são algumas das prioridades do Saae, e a educação e conscientização são as ferramentas mais poderosas para atingir esse objetivo.

(Fonte: Saae Indaiatuba)

Instituto Unibanco prorroga inscrições do Edital de Fortalecimento Institucional – Equidade Étnico-Racial

São Paulo, por Kleber Patricio

As inscrições para o Edital de Fortalecimento Institucional – Equidade Étnico-Racial na Educação foram prorrogadas até o dia 18 de junho. Fruto de uma parceria entre o Instituto Unibanco e a Imaginable Futures, a iniciativa selecionará 20 organizações da sociedade civil com ações destinadas a promoção da equidade étnico-racial na educação básica em seus projetos. As instituições selecionadas receberão, individualmente, uma soma de R$300 mil, ao longo de três anos, além do acesso a trilhas de aprendizagem com foco em liderança, gestão, advocacy, comunicação e sustentabilidade financeira, entre outros temas, para que possam fortalecer ainda mais sua atuação e impacto nos territórios onde estão inseridas.

Metade das vagas do edital serão reservadas para instituições indígenas e quilombolas, sendo 25% para cada. Além disso, todas as organizações participantes devem ser lideradas por pessoas negras, indígenas ou quilombolas, ter um histórico de ao menos dois anos de atuação na promoção da educação para as relações étnico-raciais e receita anual de até R$1 milhão para estarem elegíveis para participarem da seleção.

Organizações não formalizadas com CNPJ também podem se inscrever, mas devem estar disponíveis para participar de um processo de formalização após a sua seleção e, se selecionadas, é preciso finalizar essa diligência em até quatro meses. Durante este processo, as organizações não formalizadas que forem selecionadas receberão apoio técnico gratuito, com orientação especializada, assessoria na elaboração de documentos e acompanhamento do processo de formalização.

Desde 2015, o Instituto Unibanco promove editais em parceria com organizações de investimento social, tais como Fundo Baobá, Fundo Elas de Investimento Social, Fundação Carlos Chagas (FCC), Fundação Itaú Social, Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades e Instituto Maria e João Aleixo. Por meio dessas iniciativas, busca gerar coletivamente proposições para o avanço contínuo da educação pública brasileira, considerando sua multidimensionalidade e heterogeneidades regionais.

As inscrições devem ser realizadas, de forma gratuita, até às 23h59, no horário de Brasília, do dia 18 de junho, pelo site. O anúncio do resultado está previsto para 7 de outubro de 2024.

Sobre o Instituto Unibanco | O Instituto Unibanco é uma organização sem fins lucrativos que atua pela melhoria da qualidade da educação pública por meio do aprimoramento da gestão educacional. Seu objetivo é contribuir para a permanência dos estudantes na escola, a melhoria da aprendizagem e a redução das desigualdades educacionais. Tem como valores acelerar transformações, conectar ideias, valorizar a diversidade e ser orientado por evidências. Fundado em 1982, integra o grupo de instituições responsáveis pelo investimento social privado do grupo Itaú-Unibanco.

Sobre a Imaginable Futures | Organização de investimento filantrópico global voltada pelo impacto em primeiro lugar e pela crença de que a aprendizagem é a chave para o bem-estar e para sistemas equitativos e saudáveis. Está comprometida com a mudança de sistemas não equitativos e com o desmantelamento de barreiras que impedem estudantes, famílias e comunidades de prosperar e alcançar seu potencial. Para isso, colabora com agentes de mudança e comunidades para resolver desafios complexos de educação e coprojetar soluções que funcionem para os que mais precisam. Com parceiros nos setores público, privado e social que atuam no Brasil, na África Subsaariana, nos Estados Unidos e além, está cocriando soluções transformacionais em contextos locais, nacionais e globais para estudantes de todas as idades.

(Fonte: CDN Comunicação)

Histórias orais dos povos originários do Brasil são reunidas em livro por autor nativo

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro Sucuriju. Fotos: Divulgação.

Reunidos no livro ‘Sucuriju: Histórias que meu Povo conta’ (Editora Alpharrabio, 2024), personagens da cultura amazônida como a Curupira, a cobra Sucuri e a Mãe d’Água protagonizam ensinamentos sobre a importância do respeito à vida e à natureza, além de fazer parte das tradições orais dos povos originários da Amazônia. O livro foi viabilizado pelo mecanismo de incentivo fiscal ProAC 23/2023, de Produção e Realização de Projeto de Incentivo à Leitura. O autor do livro, Ronny Abreu, disse que as histórias trazem memórias afetivas de sua infância e reuni-las em um livro é uma forma de preservar a cultura cabocla-indígena da qual faz parte. “É urgente a necessidade de falar às infâncias e juventudes sobre os valores ancestrais presentes nas histórias dos encantados, cuja sabedoria resgata o sentido de pertencimento e responsabilidade no cuidado com toda a vida no planeta Terra”, afirma.

Voltado ao público infanto-juvenil, o livro é ilustrado por André Vazzios e revela as histórias que fazem parte das narrativas contadas pelos povos que vivem às margens dos igarapés do interior do Pará. Para Ronny, o livro se diferencia por apresentar a visão de mundo dos povos locais e aprendizados para enfrentar desafios sociais e ambientais.

A publicação do livro também é uma forma de propor a reflexão às pessoas sobre o impacto da exploração desenfreada da natureza no modo de vida dos povos locais, reforça o autor. “Por muito tempo, a tradição de contar histórias era a única maneira de repassar as culturas, mitos e lendas do oeste do Pará, mas não é só isso. As narrativas fazem uma convocatória para dentro da mata e trazem um olhar para os povos da floresta que insistem em ficar e continuar no solo místico e sagrado dos ancestrais.”

Eventos

Ronny vai interpretar dois contos dos livros ‘Sucuriju’ e ‘Jaguaretê Onça Mãe’ ao lado da atriz Fernanda Henrique. No dia 14 de junho, acontece a apresentação será na Biblioteca Machado de Assis, aberta aos estudantes da Escola Pública do Riacho Grande, em São Bernardo do Campo, onde parte dos alunos vêm de comunidades indígenas.

Ronny vai conduzir uma oficina de escrita no dia 15/6 no Centro Educacional Unificado (CEU) Sapopemba e apresentar uma live sobre o projeto no dia 21/6 no canal do projeto Sucuriju no YouTube. Ambas as atividades são gratuitas e abertas ao público.

O projeto também contemplará a distribuição de 30 exemplares do livro em Salas de Leitura de Escolas Públicas de Ensino Fundamental I e II, Bibliotecas, Museu das Culturas Indígenas de São Paulo e outros espaços promotores da leitura, instituições e projetos situados no Estado de São Paulo.

Sobre Ronny Abreu

Ronny Abreu.

Ator e dramaturgo, Ronny é formado pela Escola Livre de Teatro (ELT) de Santo André e cursou 5 períodos na Licenciatura de Letras e Artes na Universidade Federal do Pará (UFPA). Como artista paulista e migrante do Estado do Pará, Ronny trabalha com a valorização de sua origem cultural indígena e a contribuição dos povos originários na formação cultural do Brasil.

Atuou em espetáculos como ‘Nô Caminho – Sete Passos para Dentro’ (Formão 6 da ELT), ‘A queda’ (Teatro de Asfalto), ‘Caixa Casa Mundo: histórias re-veladas ou sobre como vencer os monstros’ (Coletiva de Teatro Feminista Pontos de Fiandeiras), ‘A Festa dos Bárbaros’ (Cia São Jorge de Variedades) e ‘Vozes da Independência’ (Dione Carlos).

Serviço:

Contação de histórias ‘Sucuriju’ e ‘Jaguaretê Onça Mãe’

Apresentação: Ronny Abreu e Fernanda Henrique

Data e horário: 14/6 (junho) às 9h30

Local: Biblioteca Machado de Assis – Av. Araguaia, 284 (Rio Grande), São Bernardo do Campo – SP

Público: estudantes de escolas públicas da região do Riacho Grande (SBC)

Oficina de Escrita e Narrativa

Facilitador: Ronny Abreu

Data e horário: 15/6 (junho) às 9h00

Local: CEU EMEF Tatiana Belinky – R. Manuel Quirino de Mattos, S/N (Jardim Sapopemba), São Paulo – SP

Público: livre, participação gratuita

Live Projeto Sucuriju

Apresentação: Ronny Abreu

Convidados: Juão Nyn e Geonilson Cunha Fonseca

Data e horário: 21/6 (junho) às 19h30

Local: YouTube – Canal Clã do Sucuri (https://youtube.com/@cladosucuri?si=P8D8hnSctBglPuTl) e Instagram @cladosucuri

Vídeo explicativo do projeto: https://youtu.be/Z44NHvIQKaw

Público: livre, participação gratuita.

(Fonte: Betini Comunicação)

Instituto Moreira Salles promove a 12ª edição da Bolsa ZUM/IMS, voltada para projetos artísticos inéditos em foto e vídeo

São Paulo, por Kleber Patricio

Arte de divulgação da 12ª Bolsa ZUM/IMS de autoria de Namibia Chroma.

Com o intuito de incentivar a produção artística contemporânea, a ZUM, revista de fotografia do IMS, promove sua bolsa de fomento. O prêmio chega agora à 12ª edição. As inscrições abrem hoje (6 de junho) e vão até 21 de julho. O edital e o formulário de inscrição já estão disponíveis no site da revista.   ‎

Serão selecionados dois projetos inéditos elaborados por artistas ou coletivos brasileiros e estrangeiros residentes no Brasil. As candidaturas escolhidas receberão bolsas no valor de R$80 mil para o desenvolvimento e a entrega das obras. Os projetos devem ser relacionados à fotografia ou vídeo, em suas mais diversas vertentes, sem restrição de tema, perfil ou suporte. Todo o processo de inscrição é digital.

As pessoas ou coletivos contemplados terão um prazo de oito meses para a entrega dos resultados finais, que serão incorporados à Coleção Contemporânea do IMS. A iniciativa se soma aos esforços realizados pelo IMS para ampliar seu acervo, estabelecer diálogos e valorizar as múltiplas vozes que compõem a diversidade cultural do país.

Nas edições passadas, foram contemplados projetos de artistas e coletivos como Musa Michelle Mattiuzzi (2023), Coletivo Lakapoy (2023), Igi Lola Ayedun (2022), Glicéria Tupinambá (2022), Tiago Sant’Ana (2021), Castiel Vitorino Brasileiro (2021), Val Souza (2020), Aleta Valente (2019), Aline Motta (2018), Dias & Riedweg (2018), Tatewaki Nio (2017) e Sofia Borges (2017), entre outros.

As candidaturas são avaliadas por uma comissão constituída por profissionais do IMS e pessoas convidadas com trabalho reconhecido na área. São consideradas a qualidade artística e a viabilidade do projeto. Os projetos vencedores deste ano serão divulgados em agosto no site da ZUM.

Mais sobre os projetos selecionados em 2023

Gente de verdade investiga a relação do povo Paiter Suruí com a imagem através da construção de um arquivo de fotografias guardadas pelos próprios Paiter, desde o momento em que começaram a utilizar câmeras, há pouco mais de 50 anos. O projeto também inclui a criação de retratos atuais feitos por Ubiratan Suruí, o primeiro fotógrafo profissional de seu povo, e a construção de um site que disponibilizará o acervo para os Paiter Suruí.

Corpo preta, composições com rosas vermelhas para um arquivo em preto e branco, de Musa Michelle Mattiuzzi, é um projeto de performance fotográfica que utiliza a ideia de fabulação crítica para construir novas imagens a partir do estudo de arquivos históricos coloniais de pessoas negras na Bahia. A fotoperformance é pensada como uma rota de fuga da violência colonial, orientada pelos debates propostos pela filosofia contemporânea e pelo pensamento radical negro no Brasil. Para saber mais sobre as edições anteriores, acesse aqui.

Serviço:

Inscrições da bolsa

Acesse o edital e o formulário de inscrição, já disponíveis no site da ZUM

Inscrições: de 6 de junho até 21 de julho

Arte: Namibia Chroma.

(Fonte: Instituto Moreira Salles)

MAM São Paulo e Sesc levam exposição ‘Sonhos Yanomami’, de Claudia Andujar, ao Sesc Ribeirão Preto

Ribeirão Preto, por Kleber Patricio

Claudia Andujar. ‘Desabamento do céu/O fim do mundo’, da série Sonhos Yanomami (2002). Cortesia Galeria Vermelho.

A partir de 12 de junho, a exposição ‘Sonhos Yanomami’, de Claudia Andujar, será exibida no Sesc Ribeirão Preto. Com realização do Sesc São Paulo em parceria com o MAM São Paulo, a itinerância leva ao interior do estado um conjunto de 20 imagens em que Andujar apresenta os rituais xamanísticos do povo Yanomami. “A parceria entre MAM e Sesc São Paulo nos ajuda a expandir o alcance das exposições do museu, indo a regiões diversas e enriquecendo a experiência do público”, comenta Elizabeth Machado, presidente do Museu de Arte Moderna de São Paulo.

O gerente do Sesc Ribeirão Preto, Mauro César Jensen, destaca as leituras que podem ser criadas com essa parceria: “É uma honra reabrir nossa sala expositiva ao público apresentando obras do acervo do MAM. Trazer à discussão a sabedoria dos povos indígenas por meio de uma mediação consistente é importante para repensarmos o presente e sonhar com futuros melhores”.

Claudia Andujar. ‘Êxtase’ – da série Sonhos Yanomami 2002. Foto: cortesia Galeria Vermelho.

Artista e ativista, Claudia Andujar nasceu na Suíça, em 1931, e cresceu na Transilvânia em uma família de origem judaica e protestante. Sobrevivente do holocausto, chegou ao Brasil em 1955, onde começou sua carreira como fotojornalista e artista, e se estabeleceu no país. A fotografia era o meio usado por ela para conhecer as pessoas e aprender sobre o novo país. Em 1971, encontrou os Yanomami pela primeira vez e decidiu passar mais tempo com eles. ‘Sonhos Yanomami’ é um dos últimos trabalhos realizados por Andujar a partir de seu acervo de imagens sobre o povo Yanomami.

Desde o primeiro contato com os Yanomami, Claudia Andujar voltou várias vezes para a região e lá permaneceu por longos períodos, desenvolvendo laços estreitos com seus membros, os fotografando em suas casas coletivas – chamadas ‘yano’ – e os acompanhando na floresta para fotografar diversas atividades.

Claudia Andujar. ‘Floresta amazônica, Pará’ – da série Sonhos Yanomami 2002. Foto: cortesia Galeria Vermelho.

“Considero a série ‘Sonhos Yanomami’ um turning point em minha experiência com os Yanomami. As imagens que compõem a série revelam os rituais xamanísticos dos Yanomami, sua reunião com os espíritos. A partir de sua criação, eu comecei a conceber uma interpretação imagética acerca dos rituais, fato que me deu acesso à genealogia do povo, aglutinando aspectos da cultura e dissolvendo as fronteiras entre os seres humanos, seus deuses e a natureza, integrando todos em um fluxo contínuo”, contou a artista em entrevista publicada na ocasião da exposição ‘Identidade’, exibida em 2005 na Fondation Cartier, em Paris.

A série é composta por 20 imagens geradas por meio da sobreposição de cromos negativos fotografados a partir de 1971. “Trata-se de uma obra do período maduro da artista, que já possuía grande intimidade com a cultura do povo que a acolheu. As imagens revelam algo dos rituais dos líderes espirituais Yanomami e a importância do sonho em sua cosmologia”, comenta Cauê Alves, curador-chefe do museu, em texto que acompanha a mostra.

Claudia Andujar. ‘Guerreiro de Toototobi’ – da série Sonhos Yanomami 2002. Foto: cortesia Galeria Vermelho.

O conjunto de imagens exibidos na itinerância é, também, reflexo de um momento de respiro de Andujar e do povo Yanomami. Ao lado de outros ativistas, Andujar fundou em 1978 a Comissão pela Criação do Parque Yanomami (CCPY) – conhecida como Comissão Pró-Yanomami. A Comissão, coordenada por ela, organizou a campanha pela demarcação do território Yanomami, a fim de garantir a preservação e a sobrevivência desse povo originário da Amazônia. A Terra Indígena Yanomami foi reconhecida pelo governo brasileiro em 1992, entretanto ela continua sendo invadida pelo garimpo ilegal que tem provocado centenas de mortes. Andujar fez da luta pela preservação do povo, da cultura e da terra Yanomami o trabalho de sua vida. “A fotografia é minha forma de comunicação com o mundo. Um processo de mão dupla em que você recebe tanto quanto dá. Se o registro fotográfico de culturas pode ser considerado uma forma de compreensão do outro, eu acredito que com a série Sonhos eu consegui entender a essência do povo Yanomami”, afirmou Andujar na ocasião da mostra na Fondation Cartier.

Sobre o MAM São Paulo

Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de 5 mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas.

Claudia Andujar. ‘Hélio para os brancos’ – da série Sonhos Yanomami 2002. Foto: cortesia Galeria Vermelho.

O Museu mantém uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescrição das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.

Localizado no Parque Ibirapuera, a mais importante área verde de São Paulo, o edifício do MAM foi adaptado por Lina Bo Bardi e conta, além das salas de exposição, com ateliê, biblioteca, auditório, restaurante e uma loja onde os visitantes encontram produtos de design, livros de arte e uma linha de objetos com a marca MAM. Os espaços do Museu se integram visualmente ao Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx para abrigar obras da coleção. Todas as dependências são acessíveis a visitantes com necessidades especiais.

Sobre o Sesc

Claudia Andujar. ‘Jovem em transe’ – da série Sonhos Yanomami 2002. Foto: cortesia Galeria Vermelho.

Serviço Social do Comércio é uma instituição privada, sem fins lucrativos, criada em 1946 pelos empresários do comércio e de serviços em todo o Brasil. No estado de São Paulo, o Sesc conta com 42 unidades que congregam suas áreas de atuação nos campos de cultura, educação, esportes, lazer e saúde. As ações do Sesc São Paulo se norteiam por seu caráter educativo e pela busca do bem-estar social com base em uma compreensão ampla do termo cultura. Nesse sentido, a acessibilidade plena aos espaços e conteúdos oferecidos pela instituição tem em vista a democratização dos bens culturais como forma de autonomia do indivíduo.

No campo das artes visuais, a instituição cumpre o papel de difusora da produção artística contemporânea e dos demais períodos históricos, bem como das intersecções com outras linguagens artísticas, tendo como diretriz a realização de exposições para todos os públicos. São realizados, ainda, projetos com instalações, intervenções e performances, bem como atividades de ação educativa e mediação em formatos variados, tendo como foco o atendimento qualificado tanto a grupos agendados quanto ao público espontâneo, buscando, sobretudo, o alcance de uma formação sensível e o estímulo à autonomia e à liberdade de escolha.

Claudia Andujar. ‘Jovem grávida’ – da série Sonhos Yanomami 2002. Foto: cortesia Galeria Vermelho.

O Sesc desenvolve, assim, uma ação de educação informal e permanente com intuito de valorizar as pessoas ao estimular a autonomia, a interação e o contato com expressões e modos diversos de pensar, agir e sentir.

Serviço:

Sonhos Yanomami, de Claudia Andujar

Abertura: 12 de junho de 2024, quarta-feira, às 19h

Período expositivo: 13 de junho a 22 de setembro de 2024

Local: Sesc Ribeirão Preto | Sala de Exposições

Endereço: R. Tibiriçá, 50 – Centro, Ribeirão Preto

Horários: Aberto de ter a sex, 13h às 22h, sábado e domingo, das 9h30 às 18h30

Entrada gratuita

Sesc Ribeirão Preto

www.instagram.com/sescribeiraopreto/

https://www.facebook.com/sescribeiraopreto/

www.youtube.com/sescribeirao/

MAM São Paulo

www.instagram.com/mamsaopaulo/

https://www.facebook.com/mamsaopaulo/

www.youtube.com/@mamsaopaulo/.

(Fonte: A4&Holofote Comunicação)