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Chefs estrelados criam jantar exclusivo no Palácio Tangará

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

No dia 21 de agosto, o Palácio Tangará, hotel conhecido como um oásis no coração urbano de São Paulo, oferece uma experiência gastronômica imperdível para os amantes da gastronomia: um jantar exclusivo a quatro mãos preparado por dois chefs com estrela Michelin. Com início às 19h, o evento conta com a presença do chef executivo do restaurante Tangará Jean-Georges, Filipe Rizzato, e do aclamado chef Kazuo Harada, proprietário do restaurante Kazuo.

O jantar promete uma fusão de sabores e técnicas refinadas, mesclando o estilo contemporâneo de Rizzato com as influências orientais do chef Kazuo. Este último, vencedor do prêmio Chef do Ano 2023/2024 pela Veja Comer & Beber, construiu sua carreira com passagens por hotéis de luxo e experiências internacionais no Japão e Dubai. Harada, que foi agraciado com uma estrela Michelin por quatro anos consecutivos, atualmente lidera, além do Kazuo Restaurante, em São Paulo, o Emy by Kazuo, em Curitiba.

A experiência gastronômica será dividida em seis tempos, onde os chefs apresentarão pratos que refletem suas respectivas filosofias culinárias. Filipe Rizzato trará criações como o Tortellini de Ricota de Búfala e Yuzu, acompanhado de um delicado dashi de miso e lagosta confitada, demonstrando sua habilidade em unir ingredientes de diferentes culturas de forma harmoniosa.

Por sua vez, Kazuo Harada apresentará um dos pratos mais icônicos da culinária asiática: o Pato de Pequim, que será servido com coxa e sobrecoxa de pato crocante, alho-poró e pepino frescos, temperados com óleo de gengibre, pimenta dedo-de-moça e molho à base de soja, oferecendo uma combinação perfeita de texturas e sabores.

O evento exclusivo pode ser comprado por R$847 pelo site do Palácio Tangará.

Confira o menu completo do jantar:

Amuse bouche

Rizzato: Tartelette de bluefin, ova de mujjol, shiso e marinada de gengibre

Kazuo: Kaki tokubetsuna – Ostras frescas, gema de codorna, ovas de ouriço com molho cítrico

Entrada Fria

Rizzato: Crudo de vieira, coulis de jalapeño, pimenta sichuan e macadâmia tostada

Entrada quente

Kazuo: Gung chae – Camarão fresco, maionese e óleo de gergelim, ovas de salmão e crocante de camarão

Primeiro prato

Rizzato: Tortellini de ricota de búfala e yuzu, dashi de miso e lagosta confitada

Segundo prato

Kazuo: Pato de Pequim – Coxa e Sobrecoxa de pato crocante, com alho poró e pepino frescos, óleo de gengibre, pimenta dedo-de-moça e molho à base de soja

Terceiro prato

Rizzato: Flat Iron steak, roulade de abobrinha e molho de habanero fermentado

Sobremesa

Kazuo: Mango sticky rice – Arroz glutinoso com leite de coco, espuma de manga, crocante de arroz e sorvete de coco queimado.

Sobre o Palácio Tangará

Com sua excepcional localização na capital financeira do Brasil, São Paulo, o Palácio Tangará abriu suas portas em 2017. Cercado pelo Parque Burle Marx, cujos jardins foram projetados pelo mundialmente reconhecido paisagista homônimo, o hotel oferece 141 espaçosos apartamentos, sendo 59 suítes, todos com vistas para a vegetação exuberante do parque. Premiado como ‘O Melhor Hotel Para Ir a Dois’ pela revista Prazeres da Mesa, e como o ‘Melhor Hotel do Brasil’, pela revista Condenast Traveller, o hotel oferece também, dois restaurantes: Tangará Jean-Georges, reconhecido com uma estrela Michelin, e Pateo do Palácio. Já a área de lazer do hotel é composta por uma academia equipada com modernos aparelhos Technogym, o SPA Lancôme Absolue, primeiro spa da marca francesa na América Latina, além de piscinas interna e externa semiolímpicas, aquecidas, e Kids Club com programação especial de atividades e brincadeiras aos finais de semana e feriados.

Serviço:

Palácio Tangará

Endereço: R. Dep. Laércio Corte, 1501 – Panamby, São Paulo – SP

Telefone: (11) 4904-4040

Reservas: (11) 4904-4001

Instagram: @palaciotangara | Site.

(Fonte: Com Carol Algaves/Index)

Planos de combate às mudanças climáticas em regiões costeiras ignoram desigualdades sociais, aponta livro

São Paulo, por Kleber Patricio

São Sebastião (SP) é um dos municípios cuja população mais pobre está suscetível a aumento do nível do mar, inundações e deslizamentos de terra. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil.

No litoral brasileiro, a população mais pobre, que vive em áreas suscetíveis ao aumento do nível do mar, a inundações e a deslizamentos de terra, sentirá de forma mais intensa os impactos dasmudanças climáticas. Por isso, as ações de adaptação e mitigação devem ter foco nessas comunidades – o que não acontece atualmente. É o que aponta o livro ‘Justiça Climática em Regiões Costeiras no Brasil’, organizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), lançado na segunda (5).

A obra identifica, por exemplo, a vulnerabilidade da comunidade Brasília Teimosa, de Recife (PE), frente a uma maior recorrência de eventos climáticos extremos na cidade. Tradicionalmente ocupado por construções populares como palafitas, o bairro é apontado por políticas públicas municipais de adaptação às mudanças do clima como uma área que pode sofrer com erosões costeiras e inundações. Porém, os planos oficiais ainda carecem de metas eficazes para proteger a população local e garantir justiça climática – ou seja, o direito de habitarem o território com segurança conservando suas tradições e cultura.

O livro começou a ser produzido em agosto de 2023, motivado por uma lacuna de informações sobre o tema no Brasil. Os organizadores acompanharam os desdobramentos de casos de racismo ambiental evidentes após episódios de chuvas intensas, como as que atingiram o litoral de São Paulo no início de 2023. A obra foi concluída durante a ocorrência de outro evento climático extremo: as fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul em maio de 2024. Além de relatos de experiências de injustiças climáticas na costa brasileira, o livro analisa a presença do assunto em documentos e planos para lidar com as consequências do aquecimento global em nível local.

O pesquisador da USP Pedro Henrique Campello Torres, um dos organizadores da obra, explica que os capítulos dão visibilidade aos casos de injustiça climática na zona costeira considerando os registros e denúncias da população e a proposição de alternativas. “O livro possibilita o fortalecimento de uma agenda que articule teoria e prática e que una atores acadêmicos e não acadêmicos, como gestores públicos, povos e comunidades tradicionais e movimentos sociais”, afirma o especialista, que também ressalta a importância da publicação como aliada no planejamento de medidas de mitigação.

A publicação é organizada em sete capítulos escritos por 21 autores com foco na demonstração de que os efeitos das mudanças climáticas são sentidos de formas diferentes e desencadeiam reações distintas para cada parcela da população. “O capítulo sobre a Vila do Sahy, em São Sebastião, São Paulo, exemplifica isso: passados seis meses da tragédia-crime que aconteceu na região, os territórios periféricos atingidos estavam ainda com escombros e marcas do evento climático, enquanto, na parte mais nobre, à beira mar, a realidade era oposta”, relata Torres.

Segundo o organizador, a produção do livro evidenciou a necessidade de ações institucionais que andem juntas com as demandas da sociedade. Conforme Torres, é preciso garantir uma maior participação da população na construção da agenda climática, “aproximando essas inovações da vida cotidiana e, principalmente, dos saberes locais e dos territórios”. Para o pesquisador, a população deve ser incluída nas diversas esferas da formulação e aplicação de iniciativas pró-justiça climática desde o planejamento até a fiscalização. “Não existem políticas públicas para promoção dela sem a participação popular como centralidade”, conclui.

(Fonte: Agência Bori)

Médicos Sem Fronteiras lança relatório sobre as restrições e a violência que impedem palestinos de acessar a saúde na cidade de Hebron, na Cisjordânia

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Em Hebron, na Cisjordânia, palestinos sofrem com a violência e as restrições de movimento impostas pelas forças israelenses. Foto: MSF.

Médicos Sem Fronteiras lança relatório sobre as restrições e a violência que impedem palestinos de acessar a saúde na cidade de Hebron, na Cisjordânia. Lesões físicas, traumas mentais e acesso restrito a cuidados médicos são uma realidade cotidiana para muitos palestinos que vivem na cidade de Hebron, na Cisjordânia, e arredores, conclui um relatório publicado por Médicos Sem Fronteiras (MSF) na terça-feira (6/8). Em ‘Vidas ocupadas: o risco de transferência forçada de palestinos em Hebron’, a organização detalha o acesso cada vez mais precário a cuidados médicos para palestinos em Hebron por causa das restrições impostas pelas forças israelenses e pela violência perpetrada por soldados e colonos israelenses.

“As restrições de movimento, o assédio e a violência por parte das forças israelenses e colonos estão causando um sofrimento imenso e desnecessário para os palestinos em Hebron”, diz Frederieke van Dongen, coordenadora de Assuntos Humanitários de MSF. “Isso está tendo um impacto desastroso na saúde mental e física das pessoas.”

As clínicas do Ministério da Saúde em toda a província de Hebron foram forçadas a fechar, as farmácias ficaram sem medicamentos e as ambulâncias que transportavam doentes e feridos foram obstruídas e atacadas. Diante das restrições de movimento e da ameaça de violência, muitas pessoas doentes adiam a consulta médica ou não têm escolha a não ser interromper o tratamento completamente.

Além disso, famílias em Hebron estão passando por graves dificuldades financeiras após perderem seus meios de subsistência, forçando muitas a cancelar seu seguro de saúde, limitar a alimentação e ficar sem medicamentos essenciais, pelos quais não podem mais pagar.

Por meio dos depoimentos de pacientes e de pessoas das comunidades palestinas apoiadas por MSF, o relatório expõe as consequências das restrições de movimento e da violência física impostas por Israel no acesso dos palestinos aos cuidados médicos. O material também descreve o impacto devastador no bem-estar físico e psicológico das pessoas.

Uma das áreas mais restritas na Cisjordânia é conhecida como H2, onde 21 postos de controle permanentes são operados por forças israelenses que regulam o movimento de residentes palestinos e representam barreiras significativas para os profissionais de saúde que tentam acessar a área. Após 7 de outubro, início da escalada brutal da guerra em Gaza, as clínicas do Ministério da Saúde dentro do H2 ficaram fechada por dois meses. Apenas uma clínica conseguiu abrir, pois a maioria da equipe do Ministério da Saúde não tinha permissão para cruzar o posto de controle israelense para o H2. “Atualmente, não há clínicas operando dentro da área fechada [H2] e, mesmo que houvesse, os residentes vivem com medo de perder a vida por causa da falta de medicamentos”, disse um integrante da equipe de MSF e morador do H2, em novembro de 2023, após as forças israelenses bloquearem o acesso de todo o pessoal do Ministério da Saúde na região, forçando-os a fechar suas portas para os pacientes. “Você não pode ficar doente aqui, não é permitido.”

“Nos meses imediatamente após os ataques de 7 de outubro, as restrições de movimento e a violência na área H2 da cidade de Hebron foram tão intensas que os pacientes precisaram escalar cercas e telhados, arriscando suas vidas para conseguir acessar cuidados médicos”, relata van Dongen.

A ameaça contínua da violência coloca uma pressão intensa sobre a saúde mental das pessoas, afirmam profissionais de MSF. “Quando os soldados vêm à noite para incursões domiciliares, meus filhos e minha esposa se escondem atrás de mim para proteção, mas eu não consigo protegê-los”, conta um paciente palestino em Masafer Yatta, nas Colinas Sul de Hebron. “Eles têm o poder; eles podem fazer o que quiserem.”

O relatório de MSF também lança luz sobre o deslocamento forçado na província de Hebron. Políticas e práticas cada vez mais coercitivas e violentas por parte de autoridades israelenses e colonos estão levando um número crescente de famílias palestinas a fugir de suas casas, o que pode configurar uma transferência forçada, diz MSF.

O relatório descreve de que maneira, desde outubro de 2023, as equipes de MSF têm respondido às necessidades urgentes de mais de 1.500 palestinos em Hebron que foram deslocados à força de seus vilarejos ou cujas casas foram demolidas e seus bens destruídos. “Apesar de suas responsabilidades como poder ocupante, as autoridades israelenses falharam em cumprir suas obrigações com o povo palestino”, afirma van Dongen. “As políticas israelenses implementadas em Hebron já estão tendo consequências profundas na saúde física e mental dos palestinos. Apelamos às autoridades israelenses para que garantam acesso irrestrito aos cuidados de saúde e outros serviços essenciais, protejam os palestinos contra o deslocamento forçado e facilitem o retorno seguro das comunidades deslocadas para suas casas”.

Para acessar o relatório, clique aqui.

(Fonte: Assessoria de Imprensa MSF)

Projeto Viva Viola! celebra o centenário de Helena Meirelles

São Paulo, por Kleber Patricio

O Sesc 24 de Maio apresenta o projeto Viva Viola! Centenário Helena Meirelles em comemoração aos 100 anos de nascimento da icônica ‘dama da viola caipira’ Helena Meirelles. O programa destaca a relevância da artista no cenário musical, suas contribuições para a cultura brasileira e sua influência nas gerações contemporâneas. A programação ocorre de 10 de agosto a 1º de setembro no Sesc 24 de Maio.

O projeto ressalta a vitalidade da tradição caipira com a participação de instrumentalistas e pessoas pesquisadoras por meio de rodas de prosa, saraus, oficinas, exibições de filmes e apresentações musicais, com atividades pagas, gratuitas e mediante inscrições. Os ingressos para atrações pagas estarão à venda no portal sescsp.org.br/24demaio ou pelo aplicativo Credencial Sesc SP e nas bilheterias da rede Sesc SP.

Com esta iniciativa, o Sesc busca incentivar a preservação da memória e a valorização de agentes culturais, reconhecendo a diversidade de manifestações, linguagens e regionalidades que caracterizam o contexto artístico brasileiro. Sob uma perspectiva socioeducativa, esta ação visa disseminar a obra de Helena Meirelles celebrando sua trajetória pioneira e inspiradora.

Sobre Helena Meirelles

Helena Pereira Meirelles (1924–2005) foi uma violeira, cantora e compositora que nasceu e cresceu na região do pantanal, em Mato Grosso do Sul. Em uma época de maiores restrições para mulheres, ela desafiou as expectativas da família desde a infância, ignorou as supostas limitações impostas pelo casamento e pela maternidade e estabeleceu sua carreira em bares – na ‘zona’, onde podia exercer o oficio com liberdade, Helena rompeu diversos paradigmas de gênero dando visibilidade às mulheres instrumentistas e à cultura brasileira.

Helena se apresentou em um teatro pela primeira vez aos 67 anos e, em seguida, começou a gravar discos. Em 1993, foi eleita pela revista americana Guitar Player como uma das 101 melhores instrumentistas do mundo, destacando-se em variadas violas. Sua música é amplamente reconhecida por habitantes do Mato Grosso do Sul como uma expressão autêntica das raízes e da cultura da região.

Confira a programação completa:

Oficina

Visita aos ritmos pantaneiros e aos ponteios de Helena Meirelles com Vitória da Viola

A oficina tem como objetivo apresentar os ritmos fronteiriços executados no sertanejo raiz; isto é, Guarânia, Chamamé, Polca Paraguaia e Chamarrita, entre outros. De forma pedagógica e selecionada, aborda a técnica adequada para tocar tais ritmos na viola: postura, posição da mão, divisão de cordas e fluência na execução. Serviço: 10/8, sábado, às 14h. No Espaço de Tecnologias e Artes (4º andar). Classificação: Livre. Ingressos: entrega de senhas no local com 30 minutos de antecedência. Gratuito. * Necessário trazer viola para a participação.

Oficina

Oficina ecológica de confecção de viola caipira com Eddie Luthier

O curso com o músico, arte educador e mestre luthier Eddie, utiliza kits práticos de montar, lixar, colar, previamente desenvolvidos para se obter instrumentos de boa sonoridade, afinação correta e qualidade estética. A proposta é de uma oficina ecológica, pois é realizada com Pinnus e Marupá, madeiras de baixo impacto na natureza aprovadas pelo Inmetro para jogos, utilitários etc. Serviço: de 11/8 a 1/9, domingos, às 10h. Na Sala 2 – Oficinas (6º andar). Classificação: 16 anos. Inscrições: a partir de 6/8 no portal sescsp.org.br/24demaio e no aplicativo. *Valores: R$25 (inteira), R$12 (meia), R$7 (credencial plena).

Roda de prosa

Helena Meirelles, mulheres e violas, com Mirian Cris, Letícia Leal e Adriana Farias e mediação de Bárbara Esmenia e Zulaiê Silva

A roda de prosa convida três violeiras da atualidade para conversarem sobre suas trajetórias no mundo da viola, sobre a vida e obra da grande dama da viola, seu legado e presença de mulheres violeiras na atualidade. Serviço: 13/8, terça, às 18h. Na Praça – Térreo. Classificação: Livre. Gratuito. * Atividade com recurso de acessibilidade Interpretação em libras.

Apresentação musical e prosa 

Roda de Violas – Helena Meirelles, 100 anos!, com Fabiola Beni, Flor Morena, Karoline Violeira, Milton Araújo e Jackson Ricarte

Procurando estimular a memória e a arte de Helena Meirelles, três expoentes violeiras da atualidade, Fabiola Beni, Flor Morena e Karoline Violeira, são convidadas por Milton Araújo, sobrinho de dona Helena, para subirem ao palco numa roda de viola feminina para apresentarem os seus talentos e relatarem a influência recebida pela mítica violeira centenária. Serviço: 13/8, terça, às 20h. No Teatro (1º subsolo). Classificação: 12 anos. Ingressos: a partir do dia 6/8 no portal sescsp.org.br/24demaio ou através do aplicativo Credencial Sesc SP e nas bilheterias das unidades do Sesc SP a partir de 7/8. *Valores: R$60 (inteira), R$30 (meia), R$18(credencial plena).

Apresentação musical e prosa

Helena Meirelles, a Grande Dama da Viola, com Milton Araújo Quarteto e participação de Mário de Araújo

Os dois irmãos, Mário de Araújo e Milton Araújo, ambos sobrinhos e ex-músicos da banda original de Helena Meirelles, conduzirão uma roda de conversa regada a algumas músicas relembrando fatos insólitos da vida da mítica violeira e violonista, seguida de apresentação de viola rio abaixo pantaneira no estilo antigo mais genuíno do pantanal, que teve em Helena Meirelles seu expoente. Serviço: 14/8, quarta, às 18h. Na Praça – Térreo. Classificação: Livre. Gratuito.

Apresentação musical e prosa 

Música, receitas e causos – Sarau musical com Celia & Celma

Um sarau descontraído com as cantoras e irmãs gêmeas Celia e Celma, que passeiam entre prosas, causos e canções. Acompanhadas de músicos, a dupla traz suas vivências desde a infância em Minas Gerais, suas relações com os bailes, a viola, carreira na televisão e receitas. Parte do projeto Viva Viola – Centenário Helena Meirelles, Célia e Celma trazem também histórias e lembranças com a violeira. Serviço: 16/8, sexta, às 17h30. Na Praça – Térreo. Classificação: Livre. Gratuito. * Atividade com recurso de acessibilidade Interpretação em libras.

Apresentação musical

Orquestra Barbarense Feminina de Viola Caipira

Constituída por violas e violões, composta com outros instrumentos como contrabaixo, flauta doce e instrumentos de percussão, a Orquestra Feminina Barbarense de Viola Caipira apresenta o requinte da música raiz, interpretando clássicos dessa vertente e da MPB. Serviço: 17/8, sábado, às 17h – local: Praça – Térreo | 18/8, domingo, às 15h – local: Cafeteria Jardim da Piscina (11º andar) Classificação: Livre. Gratuito.

Exibição 

Sobre pardinhos e afrocaipiras – Exibição do filme e bate-papo com Daniel Fagundes, Salloma Salomão e Kátya Teixeira

Direção: Daniel Fagundes | BRA | 2021 | Doc | 28 min

Jeca Tatu, bandeirante, agroboy: quem é o sujeito caipira? A partir de identidades presentes em modas e batuques, catiras e cururus, percebidas nas entrelinhas do cotidiano de Piracicaba (SP), o filme lança um olhar sobre os traços culturais de matriz afro-indígena apagados pelo discurso de miscigenação e branqueamento da cultura caipira. Serviço: 17/8, sábado, às 17h. Na Varanda – Oficinas (6º andar). Classificação: 10 anos. Ingressos: entrega de senhas no local com 30 minutos de antecedência. Gratuito. * Atividade com recurso de acessibilidade Interpretação em libras.

Apresentação musical e prosa

Viva Helena Meirelles!, com Fabiola Beni e Violeiras Fora da Caixa

Nessa homenagem, as instrumentistas revisitam a música caipira estabelecendo um diálogo com outras linguagens, como folk, rock e música instrumental. Elas também apresentam releituras de temas que se eternizaram no toque de Helena Meirelles, como Molequinho malcriado e Família Arrastapé, além de contarem sobre sua carreira musical e tocarem suas composições. Serviço: 20/8, terça, às 18h. Na Praça – Térreo. Classificação: Livre. Gratuito

Apresentação musical

Vertentes Violeiras, com Marina Ebbecke, Vitória da Viola e Lorvani Karen Diniz

O show apresenta uma mostra de mulheres compositoras no contexto da viola caipira promovendo um encontro entre diferentes estilos musicais em que o instrumento tem atuado. A diversidade de influências musicais entre as violeiras participantes proporcionam um olhar sobre as diversas possibilidades da viola caipira atualmente. Serviço: 22/8, quinta, às 18h. Na Praça – Térreo. Classificação: Livre. Gratuito.

Apresentação musical

Celia & Celma – Viva Viola! 

Baile com a dupla Celia & Celma que revive um repertório tradicional dos grandes bailes de todos os tempos rememorando as épocas em que comandavam as noites do interior de Minas Gerais. Além do repertório variado, a dupla dá destaque para a presença da música caipira nesse repertório. Serviço: 25/8, domingo, às 15h. Exposições – 5º andar. Classificação: Livre. Gratuito.

Apresentação musical 

Tetê Espíndola 

A artista apresenta um repertório inspirado na influência musical e simbólica representada pelo legado de Helena Meirelles propondo uma imersão em ritmos tradicionais pantaneiros e nas influências sul mato-grossense na memória afetiva, musical e na trajetória da cantora.

Serviço: 31/8 e 1/9, sábado, às 20h e domingo, 18h. No Teatro (1º subsolo). Classificação: 12 anos. Ingressos: a partir do dia 6/8 no portal sescsp.org.br/24demaio ou pelo aplicativo Credencial Sesc SP e nas bilheterias das unidades do Sesc SP a partir de 7/8. *Valores: R$60 (inteira), R$30 (meia), R$18(credencial plena).

Oficina

Introdução ao acesso musical na viola caipira, com Eddie Luthier

A artista apresenta um repertório inspirado na influência musical e simbólica representada pelo legado de Helena Meirelles propondo uma imersão em ritmos tradicionais pantaneiros e nas influências sul mato-grossense na memória afetiva, musical e na trajetória da cantora. Serviço: 1/9, domingo, 15h. No Espaço de tecnologias e Artes (4º andar). Classificação: Livre. Ingressos: entrega de senhas no local com 30 minutos de antecedência. Gratuito.

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Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo

350 metros do metrô República

Fone: (11) 3350-6300.

(Fonte: Com Meyre Vitorino/Assessoria de Imprensa Sesc 24 de Maio)

Luísa e os Alquimistas anunciam turnê de despedida no Sesc 24 de Maio marcando o encerramento da banda

São Paulo, por Kleber Patricio

Luisa e os Alquimistas. Fotos: Ian Rassari.

Após nove anos de trajetória, a banda Luísa e os Alquimistas anuncia o encerramento de suas atividades com uma turnê de despedida. O show marcará também o segundo aniversário do álbum Elixir, o quarto e último trabalho autoral do grupo, que traz uma mescla de gêneros, ritmos e composições em cinco línguas diferentes. As apresentações acontecem nos dias 17 e 18/8, sábado, às 20h e domingo, 18h, no Sesc 24 de Maio.

Elixir é o resultado de uma profunda pesquisa sobre alquimia e antigas práticas místicas em busca da imortalidade e longevidade. Este projeto posiciona a arte como uma ferramenta de cura através do poder da música. Com uma fusão rica de estilos, o álbum mantém sua originalidade com composições perspicazes que fluem entre o português, inglês, francês, espanhol e até sânscrito na última faixa, Durga & Saraswati. Estas narrativas se entrelaçam com ritmos cativantes e envolventes criados pelos Alquimistas.

A alquimia inconfundível do grupo também traz à tona uma mescla de estilos e gêneros musicais que passeiam pelo pop, brega, forró, piseiro, reggaeton e reggae, além de uma vasta presença das variadas nuances da música eletrônica e jamaicana e timbragens vintage.

Sobre a banda

A banda Luisa e os Alquimistas surgiu na cidade de Natal (Rio Grande do Norte). Liderada pela cantora e compositora potiguar Luisa Nascim, o grupo possui quatro álbuns lançados, sendo eles: Cobra Coral (2016), Vekanandra (2017), Jaguatirica Print (2019) e seu último trabalho Elixir (2022), que reúne 10 faixas que exploram diversas texturas sonoras.

Ouça: Spotify | Apple Music | YouTube Music | Deezer

Veja: vídeo com o anúncio oficial do encerramento do grupo.

Serviço:

Luísa e os Alquimistas – Turnê de despedida 

Data: 17 e 18/7, sábado, às 20h e domingo, 18h

Local: Sesc 24 de Maio, Rua 24 de Maio, 109, São Paulo – 350 metros da estação República do metrô

Classificação: 12 anos

Ingressos: sescsp.org.br/24demaio ou através do aplicativo Credencial Sesc SP a partir do dia 6/8 e nas bilheterias das unidades Sesc SP a partir de 7/8 – R$60 (inteira), R$30 (meia) e R$18 (Credencial Sesc).

Duração do show: 90 min

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Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo (SP)

350 metros do metrô República

Fone: (11) 3350-6300.

(Fonte: Com Meyre Vitorino/Assessoria de Imprensa Sesc 24 de Maio)