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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Projeto Viva Viola! celebra o centenário de Helena Meirelles

São Paulo, por Kleber Patricio

O Sesc 24 de Maio apresenta o projeto Viva Viola! Centenário Helena Meirelles em comemoração aos 100 anos de nascimento da icônica ‘dama da viola caipira’ Helena Meirelles. O programa destaca a relevância da artista no cenário musical, suas contribuições para a cultura brasileira e sua influência nas gerações contemporâneas. A programação ocorre de 10 de agosto a 1º de setembro no Sesc 24 de Maio.

O projeto ressalta a vitalidade da tradição caipira com a participação de instrumentalistas e pessoas pesquisadoras por meio de rodas de prosa, saraus, oficinas, exibições de filmes e apresentações musicais, com atividades pagas, gratuitas e mediante inscrições. Os ingressos para atrações pagas estarão à venda no portal sescsp.org.br/24demaio ou pelo aplicativo Credencial Sesc SP e nas bilheterias da rede Sesc SP.

Com esta iniciativa, o Sesc busca incentivar a preservação da memória e a valorização de agentes culturais, reconhecendo a diversidade de manifestações, linguagens e regionalidades que caracterizam o contexto artístico brasileiro. Sob uma perspectiva socioeducativa, esta ação visa disseminar a obra de Helena Meirelles celebrando sua trajetória pioneira e inspiradora.

Sobre Helena Meirelles

Helena Pereira Meirelles (1924–2005) foi uma violeira, cantora e compositora que nasceu e cresceu na região do pantanal, em Mato Grosso do Sul. Em uma época de maiores restrições para mulheres, ela desafiou as expectativas da família desde a infância, ignorou as supostas limitações impostas pelo casamento e pela maternidade e estabeleceu sua carreira em bares – na ‘zona’, onde podia exercer o oficio com liberdade, Helena rompeu diversos paradigmas de gênero dando visibilidade às mulheres instrumentistas e à cultura brasileira.

Helena se apresentou em um teatro pela primeira vez aos 67 anos e, em seguida, começou a gravar discos. Em 1993, foi eleita pela revista americana Guitar Player como uma das 101 melhores instrumentistas do mundo, destacando-se em variadas violas. Sua música é amplamente reconhecida por habitantes do Mato Grosso do Sul como uma expressão autêntica das raízes e da cultura da região.

Confira a programação completa:

Oficina

Visita aos ritmos pantaneiros e aos ponteios de Helena Meirelles com Vitória da Viola

A oficina tem como objetivo apresentar os ritmos fronteiriços executados no sertanejo raiz; isto é, Guarânia, Chamamé, Polca Paraguaia e Chamarrita, entre outros. De forma pedagógica e selecionada, aborda a técnica adequada para tocar tais ritmos na viola: postura, posição da mão, divisão de cordas e fluência na execução. Serviço: 10/8, sábado, às 14h. No Espaço de Tecnologias e Artes (4º andar). Classificação: Livre. Ingressos: entrega de senhas no local com 30 minutos de antecedência. Gratuito. * Necessário trazer viola para a participação.

Oficina

Oficina ecológica de confecção de viola caipira com Eddie Luthier

O curso com o músico, arte educador e mestre luthier Eddie, utiliza kits práticos de montar, lixar, colar, previamente desenvolvidos para se obter instrumentos de boa sonoridade, afinação correta e qualidade estética. A proposta é de uma oficina ecológica, pois é realizada com Pinnus e Marupá, madeiras de baixo impacto na natureza aprovadas pelo Inmetro para jogos, utilitários etc. Serviço: de 11/8 a 1/9, domingos, às 10h. Na Sala 2 – Oficinas (6º andar). Classificação: 16 anos. Inscrições: a partir de 6/8 no portal sescsp.org.br/24demaio e no aplicativo. *Valores: R$25 (inteira), R$12 (meia), R$7 (credencial plena).

Roda de prosa

Helena Meirelles, mulheres e violas, com Mirian Cris, Letícia Leal e Adriana Farias e mediação de Bárbara Esmenia e Zulaiê Silva

A roda de prosa convida três violeiras da atualidade para conversarem sobre suas trajetórias no mundo da viola, sobre a vida e obra da grande dama da viola, seu legado e presença de mulheres violeiras na atualidade. Serviço: 13/8, terça, às 18h. Na Praça – Térreo. Classificação: Livre. Gratuito. * Atividade com recurso de acessibilidade Interpretação em libras.

Apresentação musical e prosa 

Roda de Violas – Helena Meirelles, 100 anos!, com Fabiola Beni, Flor Morena, Karoline Violeira, Milton Araújo e Jackson Ricarte

Procurando estimular a memória e a arte de Helena Meirelles, três expoentes violeiras da atualidade, Fabiola Beni, Flor Morena e Karoline Violeira, são convidadas por Milton Araújo, sobrinho de dona Helena, para subirem ao palco numa roda de viola feminina para apresentarem os seus talentos e relatarem a influência recebida pela mítica violeira centenária. Serviço: 13/8, terça, às 20h. No Teatro (1º subsolo). Classificação: 12 anos. Ingressos: a partir do dia 6/8 no portal sescsp.org.br/24demaio ou através do aplicativo Credencial Sesc SP e nas bilheterias das unidades do Sesc SP a partir de 7/8. *Valores: R$60 (inteira), R$30 (meia), R$18(credencial plena).

Apresentação musical e prosa

Helena Meirelles, a Grande Dama da Viola, com Milton Araújo Quarteto e participação de Mário de Araújo

Os dois irmãos, Mário de Araújo e Milton Araújo, ambos sobrinhos e ex-músicos da banda original de Helena Meirelles, conduzirão uma roda de conversa regada a algumas músicas relembrando fatos insólitos da vida da mítica violeira e violonista, seguida de apresentação de viola rio abaixo pantaneira no estilo antigo mais genuíno do pantanal, que teve em Helena Meirelles seu expoente. Serviço: 14/8, quarta, às 18h. Na Praça – Térreo. Classificação: Livre. Gratuito.

Apresentação musical e prosa 

Música, receitas e causos – Sarau musical com Celia & Celma

Um sarau descontraído com as cantoras e irmãs gêmeas Celia e Celma, que passeiam entre prosas, causos e canções. Acompanhadas de músicos, a dupla traz suas vivências desde a infância em Minas Gerais, suas relações com os bailes, a viola, carreira na televisão e receitas. Parte do projeto Viva Viola – Centenário Helena Meirelles, Célia e Celma trazem também histórias e lembranças com a violeira. Serviço: 16/8, sexta, às 17h30. Na Praça – Térreo. Classificação: Livre. Gratuito. * Atividade com recurso de acessibilidade Interpretação em libras.

Apresentação musical

Orquestra Barbarense Feminina de Viola Caipira

Constituída por violas e violões, composta com outros instrumentos como contrabaixo, flauta doce e instrumentos de percussão, a Orquestra Feminina Barbarense de Viola Caipira apresenta o requinte da música raiz, interpretando clássicos dessa vertente e da MPB. Serviço: 17/8, sábado, às 17h – local: Praça – Térreo | 18/8, domingo, às 15h – local: Cafeteria Jardim da Piscina (11º andar) Classificação: Livre. Gratuito.

Exibição 

Sobre pardinhos e afrocaipiras – Exibição do filme e bate-papo com Daniel Fagundes, Salloma Salomão e Kátya Teixeira

Direção: Daniel Fagundes | BRA | 2021 | Doc | 28 min

Jeca Tatu, bandeirante, agroboy: quem é o sujeito caipira? A partir de identidades presentes em modas e batuques, catiras e cururus, percebidas nas entrelinhas do cotidiano de Piracicaba (SP), o filme lança um olhar sobre os traços culturais de matriz afro-indígena apagados pelo discurso de miscigenação e branqueamento da cultura caipira. Serviço: 17/8, sábado, às 17h. Na Varanda – Oficinas (6º andar). Classificação: 10 anos. Ingressos: entrega de senhas no local com 30 minutos de antecedência. Gratuito. * Atividade com recurso de acessibilidade Interpretação em libras.

Apresentação musical e prosa

Viva Helena Meirelles!, com Fabiola Beni e Violeiras Fora da Caixa

Nessa homenagem, as instrumentistas revisitam a música caipira estabelecendo um diálogo com outras linguagens, como folk, rock e música instrumental. Elas também apresentam releituras de temas que se eternizaram no toque de Helena Meirelles, como Molequinho malcriado e Família Arrastapé, além de contarem sobre sua carreira musical e tocarem suas composições. Serviço: 20/8, terça, às 18h. Na Praça – Térreo. Classificação: Livre. Gratuito

Apresentação musical

Vertentes Violeiras, com Marina Ebbecke, Vitória da Viola e Lorvani Karen Diniz

O show apresenta uma mostra de mulheres compositoras no contexto da viola caipira promovendo um encontro entre diferentes estilos musicais em que o instrumento tem atuado. A diversidade de influências musicais entre as violeiras participantes proporcionam um olhar sobre as diversas possibilidades da viola caipira atualmente. Serviço: 22/8, quinta, às 18h. Na Praça – Térreo. Classificação: Livre. Gratuito.

Apresentação musical

Celia & Celma – Viva Viola! 

Baile com a dupla Celia & Celma que revive um repertório tradicional dos grandes bailes de todos os tempos rememorando as épocas em que comandavam as noites do interior de Minas Gerais. Além do repertório variado, a dupla dá destaque para a presença da música caipira nesse repertório. Serviço: 25/8, domingo, às 15h. Exposições – 5º andar. Classificação: Livre. Gratuito.

Apresentação musical 

Tetê Espíndola 

A artista apresenta um repertório inspirado na influência musical e simbólica representada pelo legado de Helena Meirelles propondo uma imersão em ritmos tradicionais pantaneiros e nas influências sul mato-grossense na memória afetiva, musical e na trajetória da cantora.

Serviço: 31/8 e 1/9, sábado, às 20h e domingo, 18h. No Teatro (1º subsolo). Classificação: 12 anos. Ingressos: a partir do dia 6/8 no portal sescsp.org.br/24demaio ou pelo aplicativo Credencial Sesc SP e nas bilheterias das unidades do Sesc SP a partir de 7/8. *Valores: R$60 (inteira), R$30 (meia), R$18(credencial plena).

Oficina

Introdução ao acesso musical na viola caipira, com Eddie Luthier

A artista apresenta um repertório inspirado na influência musical e simbólica representada pelo legado de Helena Meirelles propondo uma imersão em ritmos tradicionais pantaneiros e nas influências sul mato-grossense na memória afetiva, musical e na trajetória da cantora. Serviço: 1/9, domingo, 15h. No Espaço de tecnologias e Artes (4º andar). Classificação: Livre. Ingressos: entrega de senhas no local com 30 minutos de antecedência. Gratuito.

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Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo

350 metros do metrô República

Fone: (11) 3350-6300.

(Fonte: Com Meyre Vitorino/Assessoria de Imprensa Sesc 24 de Maio)

Luísa e os Alquimistas anunciam turnê de despedida no Sesc 24 de Maio marcando o encerramento da banda

São Paulo, por Kleber Patricio

Luisa e os Alquimistas. Fotos: Ian Rassari.

Após nove anos de trajetória, a banda Luísa e os Alquimistas anuncia o encerramento de suas atividades com uma turnê de despedida. O show marcará também o segundo aniversário do álbum Elixir, o quarto e último trabalho autoral do grupo, que traz uma mescla de gêneros, ritmos e composições em cinco línguas diferentes. As apresentações acontecem nos dias 17 e 18/8, sábado, às 20h e domingo, 18h, no Sesc 24 de Maio.

Elixir é o resultado de uma profunda pesquisa sobre alquimia e antigas práticas místicas em busca da imortalidade e longevidade. Este projeto posiciona a arte como uma ferramenta de cura através do poder da música. Com uma fusão rica de estilos, o álbum mantém sua originalidade com composições perspicazes que fluem entre o português, inglês, francês, espanhol e até sânscrito na última faixa, Durga & Saraswati. Estas narrativas se entrelaçam com ritmos cativantes e envolventes criados pelos Alquimistas.

A alquimia inconfundível do grupo também traz à tona uma mescla de estilos e gêneros musicais que passeiam pelo pop, brega, forró, piseiro, reggaeton e reggae, além de uma vasta presença das variadas nuances da música eletrônica e jamaicana e timbragens vintage.

Sobre a banda

A banda Luisa e os Alquimistas surgiu na cidade de Natal (Rio Grande do Norte). Liderada pela cantora e compositora potiguar Luisa Nascim, o grupo possui quatro álbuns lançados, sendo eles: Cobra Coral (2016), Vekanandra (2017), Jaguatirica Print (2019) e seu último trabalho Elixir (2022), que reúne 10 faixas que exploram diversas texturas sonoras.

Ouça: Spotify | Apple Music | YouTube Music | Deezer

Veja: vídeo com o anúncio oficial do encerramento do grupo.

Serviço:

Luísa e os Alquimistas – Turnê de despedida 

Data: 17 e 18/7, sábado, às 20h e domingo, 18h

Local: Sesc 24 de Maio, Rua 24 de Maio, 109, São Paulo – 350 metros da estação República do metrô

Classificação: 12 anos

Ingressos: sescsp.org.br/24demaio ou através do aplicativo Credencial Sesc SP a partir do dia 6/8 e nas bilheterias das unidades Sesc SP a partir de 7/8 – R$60 (inteira), R$30 (meia) e R$18 (Credencial Sesc).

Duração do show: 90 min

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Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo (SP)

350 metros do metrô República

Fone: (11) 3350-6300.

(Fonte: Com Meyre Vitorino/Assessoria de Imprensa Sesc 24 de Maio)

Festa da cultura chinesa terá shows, gastronomia, oficinas e sorteios na Estação Cultura

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

A Estação Cultura, no centro de Campinas, será tomada pela cultura chinesa neste domingo, dia 11. Acontece o Dia do Imigrante Chinês, numa festa com danças típicas, shows de música tradicional e moderna, apresentação de artes marciais, food trucks e barracas de comidas chinesa e brasileira, além de exposição cultural e atividades para crianças e até sorteio de uma moto elétrica. O evento, que acontece das 10h às 18h, é organizado pela Associação Chinesa de Campinas e Região, Prefeitura e Câmara de Campinas, com apoio do Consulado Geral da China em São Paulo. Este ano, comemoram-se ainda os 50 anos de relações diplomáticas entre Brasil e China. A entrada será gratuita, com expectativa de público de mil pessoas.

O Dia do Imigrante Chinês, que oficialmente é celebrado em 15 de agosto, foi estabelecido em Campinas por uma lei aprovada pela Câmara em 2018. A cidade foi a segunda do Brasil a estabelecer a data, seguindo São Paulo. Esta será a quarta edição da festa, organizada como forma de agradecimento à contribuição da comunidade chinesa com a cidade e deverá acontecer anualmente. Durante o evento, haverá a entrega de placas de reconhecimento pela Câmara Municipal de Campinas, com títulos para 30 representantes da comunidade local.

Jia Sun na exposição de fotos.

A programação será dividida entre os shows mais tradicionais na parte da manhã, como apresentação de Kung Fu, e à tarde será mostrado o lado mais moderno da China, como danças pop, rap chinês e hip hop. Entre as atrações, exposição de fotos dos 50 anos de relações diplomáticas entre China e Brasil, exposição de motos elétricas chinesas, workshop de caligrafia, pintura tradicional, arte de papel, máscara da Ópera de Pequim, karaokê e instrumentos, além de oficinas kids com atividades como pintura facial, danças, tatoo digital e jogos tradicionais. Na praça de alimentação, o público poderá consumir pratos como yakisoba chinês, gyoza, prato chinês, pão de vapor, hambúrguer, pastel doce chinês, sorvetes e doces. Pasteis e espetinhos brasileiros completam o cardápio.

Canto em mandarim | Uma atração brasileira do evento na Estação será a Banda Anelo, do Instituto Anelo, que promove a inclusão por meio da música no Jardim Florence, periferia de Campinas. Neste ano, a entidade começou a oferecer aula de canto em mandarim para os alunos. “São apresentações que reúnem descendentes ou imigrantes que vivem em Campinas e na região, em São Paulo e também cantores que já participaram da Copa Cubo da Água. É uma grande mistura de shows variados”, explica Jia Sun Costa, vice-presidente da Associação Chinesa de Campinas e Região.

Apoio | A festa conta com apoios da Associação Geral Promovedora de Unificação Pacífica da China no Brasil, Huaxing Arts Group, Ibrachina – Instituto Sociocultural Brasil-China, Instituto Confúcio da Unicamp, Instituto Shaolin Chan, Instituto Anelo, Associação Brasil-Aliança Pró-Reunificação Pacífica da China (RJ), Associação Geral dos Empresários Chineses do Brasil e Juventude Chinesa do Brasil.

Comunidade | A região de Campinas reúne atualmente cerca de 2 mil chineses ou descendentes, segundo a Associação Chinesa de Campinas e Região. São na maioria profissionais liberais, como advogados, professores, especialistas em tecnologia, empresários etc., além de estudantes e servidores do governo chinês. Muitos trabalham em empresas estabelecidas na cidade, como State Grid, BYD e Zheng Chang do Brasil.

Sorteios e prêmios – Uma moto elétrica AIMA, no valor de R$13.000 | QI China: 10 cursos de chinês online – R$1.500/curso | Kiki&Mily – Roupas Infantis no valor de R$2.500 | Homegoods: 70 itens de utensílios de cozinha | Bailly Presentes: 60 difusores | Supervisor Chefe Zheng Haihua: 4 patinetes infantis | Uma obra de Pintura chinesa do Mestre Li Zhongxin | Sandrinha: 15 vouchers de 30 minutos de massagem | Ellen Hsu 徐素惠: 10 livros didáticos de chinês em português | Restaurante Rongcheng: 2 Jantares no valor de R$1.500.

Serviço:

Festa da Cultura Chinesa

Quando: 11 de agosto, domingo, das 10h às 18h

Onde: Estação Cultura Campinas

Praça Marechal Floriano Peixoto, Centro, Campinas/SP

Entrada gratuita.

(Fonte: Com Silvânia Silva/Conteúdos da Sil)

Lívia Nestrovski e Fred Ferreira apresentam show ‘Na Carne da Pera’ no Sesc Bom Retiro

São Paulo, por Kleber Patricio

Crédito da foto: Juliana Rocha e Bruno Machado.

O duo Lívia Nestrovski e Fred Ferreira se apresenta no teatro do Sesc Bom Retiro no domingo, dia 18 de agosto, às 18h. O show Na Carne da Pera une a tradição da palavra cantada brasileira às sonoridades contemporâneas, com timbres, harmonias e guitarras de Fred Ferreira aliadas à expressividade do canto de Lívia Nestrovski, em performance intimista.

Numa parceria de quinze anos, a dupla gravou o disco DUO (2012) e realizou centenas de shows em vinte países da América do Sul e do Norte, Europa, Oriente Médio e Ásia, além de todas as regiões do Brasil, em uma diversidade de locais que se estende da Amazônia ao Líbano, de festivais de literatura em cidades medievais a aldeias indígenas em áreas remotas do sertão brasileiro, de eventos de moda da América Latina a importantes teatros de Nova York.

Entre os destaques dos espaços que já receberam o show estão Brazil Summerfest (Nova York, EUA), Fundação Gulbenkian (Lisboa, Portugal), Ópera de Damasco (Damasco, Síria), Palazzo Pamphilj (Roma, Itália), Mimo Festival (Amarante, Portugal), Mapas Mercado Cultural (Tenerife, Espanha), Sala São Paulo (São Paulo, Brasil), Casa da Música (Porto, Portugal), Jazzkaar Festival (Tallinn, Estónia), Sala Cecília Meireles (Rio de Janeiro), Seoul Music Week (Seul, Coreia) e Ópera do Cairo (Cairo, Egito).

Foram vencedores do Prêmio Profissionais da Música 2020 na categoria Videoclip Sudeste. Lívia Nestrovski venceu este mesmo prêmio na categoria Cantora, em 2019. Com o espetáculo Na Carne da Pera, venceram, em 2023, o Primeiro Lugar na Gwangju Busking World Cup, grande competição musical internacional na Coreia do Sul.

Lívia Nestrovski | Lívia Nestrovski lançou os discos DUO, com Fred Ferreira, Pós Você e Eu, com Arthur Nestrovski e De Nada Mais a Algo Além, com os compositores Luiz Tatit e Arrigo Barnabé. Como solista, esteve à frente de orquestras como a Jazz Sinfônica, na Sala São Paulo, University of Illinois Concert Jazz Big Band, nos EUA, e Petrobras Sinfônica, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. É bacharel em Canto Popular pela Unicamp e mestre em Musicologia pela UniRio. Foi finalista do Prêmio da Música Brasileira 2016 e vencedora do Prêmio Profissionais da Música 2019, na categoria Cantora.

Fred Ferreira | Fred Ferreira é duplamente graduado pela Unicamp, em Composição e em Viola de Orquestra, sendo paralelamente guitarrista profissional desde a adolescência. Atua como arranjador, diretor musical, trilhista e instrumentista, tanto no meio erudito quanto popular, tendo se apresentado nos últimos anos em aproximadamente 20 países, entre Europa, Ásia, Oriente Médio, América do Sul e do Norte. Foi finalista do Prêmio Profissionais da Música 2019, nas categorias Arranjador e Produtor Musical.

Serviço:

Lívia Nestrovski e Fred Ferreira

Show Na Carne da Pera

Dia 18/8 | domingo, 18h

Ingressos: R$18 (Credencial Plena), R$30 (Meia) e R$60 (Inteira)

Local: teatro (291 lugares). 10 anos.

Venda de ingressos disponíveis pelo APP Credencial Sesc SP, no site sescsp.org.br/bomretiro ou nas bilheterias.

Estacionamento do Sesc Bom Retiro (vagas limitadas): o estacionamento do Sesc oferece espaço para pessoas com necessidades especiais e bicicletário. A capacidade do estacionamento é limitada. Os valores são cobrados igualmente para carros e motos. Entrada: Alameda Cleveland, 529. Valores: R$8 a primeira hora e R$3 por hora adicional (Credencial Plena). R$17 a primeira hora e R$4 por hora adicional (Outros). Valores para o público de espetáculos: R$11,00 (Credencial Plena). R$21,00 (Outros).

Horários: terça a sexta, 9h às 20h; sábado, 10h às 20h; domingo, 10h às 18h. Importante: Em dias de evento à noite no teatro, o estacionamento funciona até o término da apresentação.

Transporte gratuito: O Sesc Bom Retiro oferece transporte gratuito circular partindo da Estação da Luz. O embarque e desembarque ocorrem na saída CPTM/José Paulino/Praça da Luz.

No dia do show, a van atende a partir das 17h30 até o término da apresentação. Consulte os horários disponíveis de acordo com a programação no link https://tinyurl.com/3drft9v8.

Sesc Bom Retiro

Alameda Nothmann, 185 – Campos Elíseos, São Paulo – SP

Telefone: (11) 3332-3600

Siga o @sescbomretiro nas redes sociais: Facebook, Instagram, Youtube

Fique atento se for utilizar aplicativos de transporte particular para vir ao Sesc Bom Retiro. É preciso escrever o endereço completo no destino – Alameda Nothmann, 185 – caso contrário o aplicativo informará outra rota/destino.

(Fonte: Com Flávio Aquistapace/Assessoria de Imprensa Sesc Bom Retiro)

Panmela Castro abre exposição participativa no Museu de Arte do Rio

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Vestido Siamês. Foto: Gabriel Andrade.

A exposição Ideias radicais sobre o amor, da carioca Panmela Castro, será inaugurada nesta sexta-feira, dia 9 de agosto, às 17h, no Museu de Arte do Rio (MAR). Com mais de 20 anos de trajetória, a artista apresentará uma exposição com obras participativas tendo como fio condutor a ideia da psicologia que fala sobre a necessidade de pertencimento como impulso vital dos seres humanos. Com curadoria de Daniela Labra e assistência curatorial de Maybel Sulamita, serão apresentadas 17 obras, sendo 10 inéditas, entre performances, fotografias, pinturas, esculturas e vídeos que exploram questões como afetividade, solidão, visibilidade, empoderamento, autocuidado e memórias.

“Essa individual de Panmela Castro permite ao público conhecer muitas facetas de sua linguagem interdisciplinar. Seu trabalho navega por diferentes mídias e suportes de um modo único, reunindo questões estéticas, afetivas e ativistas em uma obra que é fundamentalmente performática e processual. A exposição no MAR traz obras inéditas e versões de outras já existentes, formando um ambiente lúdico, instigante e transformador”, afirma a curadora Daniela Labra.

A exposição irá se construir através de performances, ações e participações do público, que acontecerão ao longo do período da mostra. “Todas as obras de alguma forma precisam do outro para existir ou se completar – é uma exposição que começa em construção”, ressalta Panmela Castro. A exposição será inaugurada com três telas em branco da série Vigília no Museu, que serão pintadas quando o museu estiver fechado ao público. Em forma de vigílias dentro do MAR durante a noite, a artista se encontrará com pessoas para retratá-las. Um conjunto com 50 fotografias com registros da série Vigília também fará parte da mostra.

Consagrada. Foto: Ana Pigosso.

A exposição conta, ainda, com obras inéditas nas quais o público é convidado a participar. Na obra ‘Chá das Cinco’, por exemplo, o público é convidado a tomar um chá e compartilhar conselhos com outros visitantes da exposição através de bilhetes deixados debaixo do pires. Já em ‘Vestido Siamês’, duas pessoas poderão vestir, ao mesmo tempo, um grande vestido rosa feito em filó. Além disso, o público será convidado a trazer batons para a obra ‘Coleção de Batons’ e objetos para deixar em um casulo, que serão transformados em esculturas pela artista. Esses objetos, que podem trazer memórias boas ou ruins, serão ressignificados e eternizados pela arte.

Inspirada nos tradicionais jogos arcade (fliperama), a obra ‘Luta no Museu’ será um jogo para o público, no qual os lutadores são os artistas Allan Weber, Anarkia Boladona, Elian Almeida, Priscila Rooxo, Vivian Caccuri e Rafa Bqueer. Os cenários retratados são o Museu de Arte do Rio, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e a Escola de Artes Visuais do Parque Lage. A artista propõe o jogo como uma brincadeira de luta entre artistas, onde o vencedor expõe sua obra no museu.

Completando as obras inéditas, estará o vídeo ‘Stories’, uma coleção de pequenos vídeos publicados no Instagram da artista (@panmelacastro) que convidam o público a fazer parte das diferentes situações de sua vida e de seu processo artístico.

Vigília. Foto: Gabriel Andrade.

Além dos trabalhos inéditos, obras icônicas da artista também farão parte da exposição, como ‘Biscoito da sorte’ (2021), que traz os tradicionais biscoitos japoneses com mensagens feministas criadas pela artista; ‘Bíblia feminista’ (2021), na qual o público poderá escrever ideias que guiem a emancipação e a luta por direitos das mulheres cis e trans, e ‘Consagrada’ (2021), foto performance na qual a artista aparece com o peito rasgado com esta escarificação, fazendo uma crítica à forma como o mercado de arte elege seus personagens.

“Não surpreende que Panmela hoje seja respeitada internacionalmente, tanto pela inventividade de sua arte quanto pela postura em relação a assuntos como violência de gênero de diversos tipos. Esse tema há anos a estimula a criar ações artísticas, pinturas, objetos e também desenvolver um trabalho de cunho pedagógico e político através de sua organização que usa as artes para promover direitos, principalmente o enfrentamento à violência doméstica, a Rede NAMI”, diz a curadora Daniela Labra.

Completam a mostra quatro performances que a artista fará ao longo do período da exposição. No dia 17 de agosto, será realizada ‘Culto contra os embustes’ (2020), um ritual onde a autoestima e a energia vital são usadas para afastar indivíduos malévolos da vida de cada participante. No dia 28 de setembro, será a vez de ‘Honra ao mérito’ (2023), realizada na I Bienal das Amazônias, que aborda a falta de reconhecimento das mulheres e propõe uma cerimônia onde medalhas são concedidas ao público feminino como forma valorizar seus talentos e ações dignas de destaque. “É uma reparação histórica”, afirma Panmela Castro. No dia 5 de outubro, será a vez da performance inédita ‘Revanche’ (2019), na qual a artista confronta as imposições do feminino compulsório, convidando o público a apreciar o momento de um acerto de contas com o urso de 4 metros de altura que estará na mostra. Já no dia 12 de outubro, será realizada ‘Ruptura’ (2015), na qual a artista se desfaz de uma espécie de ‘caricatura da feminilidade’, abrindo espaço para discussões mais amplas sobre gênero e alteridade. Todas as obras de performances serão registradas e terão seus vídeos exibidos na exposição.

Panmela Castro

Pílula da série Objetos Afetivos. Foto: Reprodução.

Vive e trabalha no Rio de Janeiro e em São Paulo. Artista visual cuja prática artística é movida por relações de afeto e alteridade. Com base na ideia de ‘Deriva Afetiva’, ela propõe o acaso como o sujeito de uma busca incessante por um sentido de pertencimento. A partir do pensamento da performance, sua produção artística converge em trabalhos que permeiam a pintura, a escultura, a instalação, o vídeo e a fotografia.

Panmela é graduada em pintura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007), possui mestrado em Processos Artísticos Contemporâneos pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2011) e é pós-graduada em Direitos Humanos, Responsabilidade e Cidadania Global na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2023). Seu trabalho faz parte de coleções internacionais, incluindo o Stedelijk Museum e o ICA Miami, assim como importantes coleções no Brasil, como o Instituto Inhotim, MASP, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu Nacional de Belas Artes e Museu de Arte do Rio.

Ativista social e protagonista da quarta onda feminista, segundo Heloisa Buarque de Holanda no seu livro ‘Explosão Feminista’, Panmela Castro é fundadora da organização sem fins lucrativos Rede NAMI. Desenvolve um trabalho de base na promoção dos direitos das mulheres e de enfrentamento à violência doméstica, tendo atingido mais de 200.000 pessoas na última década. Por seus esforços na área de direitos humanos, ela recebeu inúmeros prêmios, incluindo ser nomeada Jovem Líder Global pelo Fórum Econômico Mundial, o DVF Awards, e estar listada pela prestigiada revista americana Newsweek como uma das 150 mulheres corajosas que estão mudando o mundo.

Museu de Arte do Rio

Biscoito da Sorte. Foto: Edouard Fraipont.

O MAR é um museu da Prefeitura do Rio e a sua concepção é fruto de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Cultura e a Fundação Roberto Marinho. Em janeiro de 2021, o Museu de Arte do Rio passou a ser gerido pela Organização de Estados Ibero-americanos (OEI) que, em cooperação com a Secretaria Municipal de Cultura, tem apoiado as programações expositivas e educativas do MAR por meio da realização de um conjunto amplo de atividades. A OEI é um organismo internacional de cooperação que tem na cultura, na educação e na ciência os seus mandatos institucionais.

“O Museu de Arte do Rio, para a OEI, representa um espaço de fortalecimento do acesso à cultura, ao ensino e à pluralidade intimamente relacionado com o território ao qual está inserido. Além de contribuir para a formação nas artes e na educação, tendo no Rio de Janeiro, com sua história e suas expressões, a matéria-prima para o nosso trabalho”, comenta Leonardo Barchini, diretor da OEI no Brasil. Em 2024, a OEI e o Instituto Arte Cidadania (IAC) celebraram a parceria com o intuito de fortalecer as ações desenvolvidas no museu, conjugando esforços e revigorando o impacto cultural e educativo do MAR, a partir de quando o IAC passa a auxiliar na correalização da programação.

O MAR tem o Instituto Cultural Vale como mantenedor, a Equinor e a Globo como patrocinadores master e o Itaú Unibanco como patrocinador. São os parceiros de mídia do MAR: a Globo e o Canal Curta. A Machado Meyer Advogados e a Wilson Sons também apoiam o MAR. O MAR conta ainda com o apoio da Prefeitura do Rio de Janeiro, do Governo do Estado do Rio de Janeiro, do Ministério da Cultura e do Governo Federal do Brasil, também via Lei Federal de Incentivo à Cultura. Mais informações em www.museudeartedorio.org.br.

Exposição Ideias radicais sobre o amor, de Panmela Castro

Museu de Arte do Rio / MAR

Praça Mauá, 5 – Rio de Janeiro – RJ

Abertura: 9 de agosto de 2024, às 17h

Exposição: até 24 de novembro de 2024

De terça a domingo, das 11h às 18h (última entrada às 17h)

R$20 (inteira); R$10 (meia) – às terças-feiras com entrada gratuita

Performances:

Dia 17 de agosto, às 16h – Culto contra os embustes

Dia 28 de setembro, às 16h – Honra ao mérito

Dia 5 de outubro, às 16h – Revanche

Dia 12 de outubro, às 16h – Ruptura

Ativações das obras:

Chá das Cinco – quartas, sextas e domingos, às 17h

Biscoito da sorte – terças, quintas e sábados, às 17h.

(Fonte: Com Beatriz Caillaux/Midiarte Comunicação)