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Espetáculo inspirado em Ailton Krenak chega à CAIXA Cultural São Paulo

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Foto: Dalton Valério.

“Somos mesmo uma humanidade?” Essa é a pergunta que ecoa no palco de “Ideias para adiar o fim do mundo”, espetáculo protagonizado por Yumo Apurinã com direção de João Bernardo Caldeira, que chega à CAIXA Cultural São Paulo para temporada gratuita de 9 a 12 de abril, sempre às 19h. A apresentação integra a programação do Abril Indígena, mês dedicado à luta e à visibilidade dos povos originários no Brasil, e contará ainda com bate-papo com o público, oficina de atuação e sessão em Libras.

Inspirado no best-seller de Ailton Krenak, o espetáculo leva ao teatro reflexões sobre as ficções que sustentam as ideias de humanidade e de Brasil. Após temporadas no Rio de Janeiro, a montagem inicia sua circulação nacional por São Paulo.

Em cena, Yumo Apurinã interpreta a si mesmo: um homem do povo Apurinã que, evangelizado na infância, tenta reconstruir sua relação com a ancestralidade, soterrada pelas estruturas contemporâneas de dominação. Morador do Sudeste, Yumo enfrenta em sua vida cotidiana estereótipos persistentes: “Você é índio de verdade? Come carne de macaco? Por que não está na sua aldeia?”. Em cena, esse corpo racializado pela sociedade, que lhe imputa a pecha de “índio”, atravessa estereótipos, enquadramentos e racismos vivenciados inclusive em sua carreira.

“Sou constantemente colocado à prova. Meu corpo não corresponde ao ‘índio’ do imaginário da cidade, mas também não caibo em outras classificações. Ainda assim, sei quem sou: um Pupỹkary Apurinã. O pertencimento é o que me orienta. Sei de onde vim, onde estou e penso meu futuro a partir disso”, afirma Yumo.

A partir das trajetórias de Ailton Krenak e Yumo Apurinã, a peça explicita a violência fundadora do Estado brasileiro: a distinção entre corpos considerados civilizados e aqueles historicamente destinados ao apagamento, à expropriação e à morte.

Até a Constituição de 1988, os povos indígenas eram tutelados pelo Estado e considerados “relativamente incapazes”. A obra recupera esse processo histórico e evoca o gesto de Ailton Krenak na Assembleia Constituinte de 1987, quando pintou o rosto de preto em protesto contra o retrocesso nos direitos indígenas.

Em um planeta marcado por forças como tiro, boi, cimento e cruz, o espetáculo evidencia como processos de extermínio, etnocídio e devastação ambiental seguem em curso, atravessados pelas forças coloniais que moldaram o país.

“A crise ambiental é também uma crise de imaginação. O teatro pode nomear e preencher ideias que vão se esvaziando, como ‘crise climática’ e ‘colonização’, até perdermos a relação com essas catástrofes. Não existe floresta sem os povos que nela habitam. Reflorestar o imaginário é ampliar horizontes, mas também uma forma de reparação”, explica o diretor e dramaturgo João Bernardo Caldeira.

Para Yumo Apurinã, o espetáculo surge a partir de uma escuta coletiva: “Se eu busco adiar o meu próprio fim todos os dias, minha primeira tarefa é estar presente. Quando escuto Krenak, sei que estou ouvindo muitas outras vozes de sábios e parentes. Quando estou em cena, minha mãe, meu pai e meus antepassados estão ali. Nunca estamos sozinhos.”

A peça circulará ainda por outras unidades da CAIXA Cultural em Curitiba, Belém e Brasília. No Rio, se apresentará no Circo Crescer e Viver, nos dias 24, 25 e 26 de abril.

Histórico do Espetáculo

O espetáculo estreou com temporadas de ingressos esgotados no Rio de Janeiro, nos teatros Futuros e Municipal Sérgio Porto. Integrou ainda o 14º Festival Interculturalidades, em Niterói, e o 3º Festival Amir Haddad. A convite das ONGs La Clima e File Foundation, foi selecionado para integrar a programação da COP 30, em Belém do Pará, no âmbito do ‘Dia da Justiça Climática’, ampliando sua circulação para o circuito internacional de debates sobre crise do clima, territórios e direitos dos povos originários.

Sinopse

Num planeta em crise, devastado por tiro, boi, cimento e cruz, um indígena nascido na Aldeia Mawanaty, na Amazônia, investiga as raízes de seu povo sabotadas pela colonização. Pela primeira vez no teatro, “Ideias para adiar o fim do mundo” percorre o pensamento do líder indígena Ailton Krenak para abordar as ficções que sustentam as ideias de humanidade e de Brasil.

Yumo Apurinã

Yumo Apurinã nasceu em Cacoal, interior de Rondônia, onde o povo Apurinã, original do Amazonas, firmou-se na Aldeia Mawanaty, do povo Cinta Larga, no município de Pimenta Bueno. Começou a fazer teatro no ensino médio, em Espigão D’Oeste, quando atuou e escreveu a peça “Myrunguêre e Nara”, premiada no Festival Estudantil Rondoniense de Artes e apresentada em Porto Velho. Aos 19 anos, foi para o Rio de Janeiro sob o sonho de dedicar-se à carreira de ator. Nos últimos anos, formou-se como ator pela Casa das Artes de Laranjeiras e foi indicado duas vezes, em 2022 e 2023, ao Prêmio APTR de Ator Jovem Talento pelas peças “Por Detrás de O Balcão” e “O Balcão” (ambas sob direção de Renato Carrera). Atuou ainda em “Karaiba” (2023), uma adaptação da obra de Daniel Munduruku, que circulou por todo país. Em 2023, atuou em “Vôo Livre”, da Companhia Brasileira de Teatro, direção de Márcio Abreu, e em “Guasu”, dirigida por Vilma Melo. Escreveu e atuou nos solos “Os Meus Olhos” (2021) e “Tibira e a Mãe” (2020), com o qual ganhou o prêmio de melhor ator do FestiCAL Online. Entre seus últimos trabalhos estão ainda “Ricos de Amor 2” (2023), de Bruno Garotti; “O Turista Aprendiz” (2022), de Murilo Salles, além dos espetáculos “Krum” (2021) e “Tybyra, Uma Tragédia Yndygena Brasileira” (2021).

João Bernardo Caldeira 

Doutor em Artes Cênicas pela ECA-USP, desenvolveu a pesquisa “Derrocada do sujeito universal e reflorestamento de existências: teatros de falas”, que investiga a cena contemporânea a partir da emergência de corpos dissidentes. Pós-graduado em Gestão e Políticas Culturais pelo Itaú Cultural e pela Universidade de Girona, é mestre em Artes da Cena e graduado em Comunicação e Direção Teatral pela UFRJ. É autor, diretor, professor, produtor e pesquisador teatral, além de jornalista cultural. Idealizou e produziu a peça “Para Meu Amigo Branco”, em 2023/24, com direção de Rodrigo França e inspirada no livro de Manoel Soares. Dirigiu, produziu e escreveu espetáculos como “Eu Quem Eu Somos”, “Avenida Central” e “Atafona O Fim”. Produziu e escreveu o espetáculo “Funk Brasil – 40 Anos de Baile”, entre outros. Desde 2008, é colaborador de cultura do jornal Valor Econômico.

Ailton Krenak 

Ailton Krenak é um líder indígena, ambientalista e escritor brasileiro da etnia indígena Krenaque. Nasceu em 1953 no estado de Minas Gerais, na região do Médio Rio Doce. É imortal da Academia Brasileira de Letras e da Academia Mineira de Letras. Natural de Itabirinha, em Minas Gerais, escreveu livros como “Ideias para adiar o fim do mundo”, “A vida não é útil” e “Futuro ancestral”. Conquistou grande destaque por sua atuação em prol dos direitos indígenas. Na década de 1980, passou a dedicar-se exclusivamente ao movimento indígena. Em 1985, fundou a organização não governamental Núcleo de Cultura Indígena, visando promover a cultura indígena. Na Assembleia Constituinte, em 1987, que elaborou a Constituição Brasileira de 1988, Ailton protagonizou uma das cenas mais marcantes da mesma: em discurso na tribuna, vestido com um terno branco, pintou o rosto com tinta preta para protestar contra o retrocesso na luta pelos direitos indígenas. Em 1988, participou da fundação da União dos Povos Indígenas, organização de representação dos interesses indígenas no cenário nacional. Em 1989, participou da Aliança dos Povos da Floresta, movimento que busca o estabelecimento de subsistência econômica através de reservas naturais na Amazônia.

Programação formativa

Oficina de atuação “Teatro, identidade e imaginação: outras formas de ser e estar em cena”

Ministrada por Yumo Apurinã e João Bernardo Caldeira, a oficina compartilha práticas de atuação desenvolvidas durante o processo de criação do espetáculo “Ideias para adiar o fim do mundo”. A partir de exercícios de corpo, imaginação e composição cênica, os participantes investigam modos de construir presença em cena, articulando memória, identidade e narrativa pessoal.

A atividade é gratuita e aberta ao público, voltada a artistas, estudantes de teatro e interessados em artes cênicas em geral, a partir de 16 anos.

Datas: 11 e 12 de abril (sábado e domingo)

Horário: das 14h às 17h

Local: Auditório da CAIXA Cultural São Paulo

Vagas: até 25 participantes

Classificação indicativa: 16 anos

Certificação: haverá emissão de certificados

Bate-papo com os criadores do espetáculo

Após a sessão do dia 10 de abril (sexta-feira), o público poderá participar de um bate-papo com o ator Yumo Apurinã e o diretor João Bernardo Caldeira.

Data: 10 de abril (sexta-feira)

Duração: 30 minutos.

SERVIÇO:

TEATRO

Ideias para adiar o fim do mundo

Local: CAIXA Cultural São Paulo – Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo/SP (próxima à estação Sé do Metrô).

Temporada: De 9 a 12 de abril de 2026.

Dias e Horários: Quinta a domingo, às 19h

Sessão com acessibilidade Libras – sexta, dia 10/04

Entrada Franca: Os ingressos serão distribuídos 1h antes da sessão, limitados a um ingresso por pessoa.

Duração: 75 minutos.

Classificação indicativa: 12 anos

Patrocínio: CAIXA e Governo do Brasil.

Oficina de atuação “Teatro, identidade e imaginação: outras formas de ser e estar em cena”

Ministrada por Yumo Apurinã e João Bernardo Caldeira

Datas: Dias 11 e 12 de abril (sábado e domingo) – Início às 14h / Término às 17h

Duração: 3 horas/dia

Vagas: 25 participantes

Classificação indicativa: 16 anos

Público-alvo: atores, atrizes, estudantes de artes cênicas e interessados(as) em geral.

Inscrições gratuitas pelo link https://forms.gle/nFfQWj5SSNzNaPSW7.

Ficha técnica

Atuação, texto e cenário: Yumo Apurinã

Direção, texto, cenário, idealização e direção de produção:

João Bernardo Caldeira

Voz em off: Ailton Krenak

Direção assistente: Carol Ozório

Preparação corporal: Giovanna Aguirre

Figurinos: Wangleys Manaó

Iluminação: Djalma Amaral

Trilha sonora original: Felipe Storino

Bases e paisagens sonoras: Xipu Puri, Felipe Storino, Juão Nÿn, Kae Guajajara e Kandu Puri

Projeções mapeadas: Renato Krueger

Consultoria iconográfica: Juão Nÿn

Colaboração artística: Cesar Augusto

Visagismo: Sandro Akroá

Cenotécnico: Humberto Silva Jr.

Fotografia: Dalton Valério e Clarissa Ribeiro

Identidade visual: Leticia Andrade

Assessoria de imprensa: Marina Franco – Expressiva Comunicação

Residência artística: Aldeia Marakanã

Produção executiva: Ludimila Dangelis

Produção local: Iza Marie Miceli

Assistência de produção local: Natasha Di Santiago e Gabriel Barbosa

Realização: São Bernardo

Patrocínio: Caixa Cultural.

(Com Marina Franco/Expressiva Comunicação)

Simões de Assis apresenta exposição da artista Thalita Hamaoui

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Thalita Hamaoui. Crédito: Nina Jacobi.

Até o dia 9 de maio, a Simões de Assis apresenta, em São Paulo, a exposição Corpo de Vento, individual da artista Thalita Hamaoui, com texto crítico assinado pela socióloga, professora e pesquisadora brasileira Ana Paula Cavalcanti Simioni. A mostra apresenta onze pinturas inéditas realizadas em tinta a óleo e pastel oleoso sobre tela e linho em dimensões variadas. Entre os destaques estão “Corpo de Vento” (2026), pintura de grande formato que se estende por mais de cinco metros; e “Acontecimento Memorável” (2026).

Com trajetória iniciada na estamparia têxtil – onde aprofundou seus estudos sobre cor e forma –, Hamaoui dedica-se integralmente à pintura desde 2013. Suas pinturas constroem paisagens de caráter fantástico, nas quais formas orgânicas se expandem por superfícies luminosas e figura e fundo se misturam. Elementos botânicos, como folhagens, flores e frutos, aparecem em sobreposições que combinam cores saturadas e tonalidades mais suaves. Esses arranjos não buscam o realismo, mas se organizam em ritmos que aproximam matéria vegetal e construções fictícias, sugerindo um modo de habitar próximo do onírico.

Vista da exposição. Crédito_ Estúdio em Obra.

Em “Corpo de Vento”, a artista apresenta obras desenvolvidas a partir de um aprofundamento no uso do óleo e do pastel oleoso, em que amplia a escala das obras e experimenta diferentes formatos, incluindo pinturas compostas por duas ou três telas articuladas e suportes de contorno orgânico, como em “Vento Correnteza” (2026). Produzidas simultaneamente, as pinturas foram concebidas em diálogo umas com as outras, estabelecendo continuidades cromáticas e formais no espaço expositivo.

Sobre a produção da artista, Ana Paula Cavalcanti Simioni comenta: “A pintura de Thalita se apresenta como sugestiva, sem nos impor um sentido prévio. É um convite ao encantamento, ao prazer por saborear opticamente cada tela devagar, com encanto. É nas grandes telas que Thalita afirma sentir-se mais à vontade, pois nelas pode explorar com maior liberdade e fluidez o caráter gestual de sua prática”.

Thalita Hamaoui, Corpo de vento, 2026. Crédito: Estúdio em Obra.

Todas as obras foram produzidas especialmente para a exposição, que permanece em cartaz até 09 de maio de 2026. Thalita Hamaoui também participa de “A World Far Away, Nearby and Invisible”, mostra coletiva com trabalhos selecionados pela Coleção Jorge M. Pérez, que acontece até agosto deste ano, no El Espacio 23, em Miami, EUA.

Sobre a artista

Thalita Hamaoui (São Paulo, 1981) vive e trabalha em São Paulo. É formada em Artes Plásticas pela FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado. Iniciou sua carreira na estamparia têxtil, onde aprofundou seus estudos sobre cores e formas. Desde 2013, dedica-se integralmente à pintura – primeiro ao guache e à aquarela e, posteriormente, à tinta à óleo.

Thalita Hamaoui, Corpo de vento, 2026. Crédito: Estúdio em Obra.

As paisagens que constrói são fantásticas, caleidoscópicas, marcadas por formas orgânicas e uma luminosidade singular. Ao utilizar tinta a óleo e bastão oleoso sobre tela e linho, elabora um repertório imagético em constante transformação, no qual figura e fundo se misturam.

Normalmente, suas telas são produzidas de maneira simultânea, tomando por completo as paredes de seu ateliê e criando uma hibridização formal. As paisagens que constrói são repletas de vida botânica, com uma paleta característica que combina cores saturadas e tons pastéis equilibrados. Seus arranjos, repletos de texturas vegetais, não buscam o realismo, mas se organizam em camadas rítmicas de folhagens, flores, frutos, justapostos a construções fictícias que configuram um modo de habitar onírico.

Thalita Hamaoui, Acontecimento memorável, 2026. Crédito_ Estúdio em Obra.

Thalita Hamaoui foi selecionada pelo edital do Centro Cultural São Paulo de 2017, realizando “Um Passo Irreparável”, sua primeira exposição individual, e participou do programa de residência artística do Pivô, em 2018. Entre outras mostras solo estão “Nascer da Terra” (2025), Marianne Boesky Gallery, Nova York; “Auroras” (2024), Simões de Assis, Balneário Camboriú; “A terra e o devaneio da vontade” (2023), Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Curitiba; “Gaia: seu corpo, sua carne, seu sopro” (2023), Simões de Assis, São Paulo. Dentre participações em coletivas destacam-se “A World Far Away Nearby and Invisible Territory Narratives in the Jorge M. Pérez Collection”(2025), El Espacio 23, Miami; “Sublime Spirit” (2024), Marianne Boesky Gallery, Nova York; “Mothering” (2022), Kupfer Project, Londres; Infinitess (2019), Lazy Susan Gallery, Nova York; “Áurea” (2018), LÁFF, Hamburgo. Possui trabalhos nas coleções Museu Oscar Niemeyer (MON), Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), Coleção Ricardo Britto e Coleção Jorge M. Pérez.

Sobre a Simões de Assis

Com mais de 40 anos de história, a Simões de Assis é uma das principais galerias da América Latina dedicadas à arte moderna e contemporânea. Inaugurada em Curitiba, Brasil, em 1984, é conduzida por duas gerações da família fundadora, operando em três sedes – São Paulo, Curitiba e Balneário Camboriú.

Thalita Hamaoui, Corpo de vento, 2026. Crédito: Estúdio em Obra.

A galeria representa um grupo curado de 37 artistas e espólios, com foco especial na arte brasileira, mas também na arte latino-americana em diálogo com perspectivas globais. A Simões de Assis é profundamente comprometida com a internacionalização de seu programa, estabelecendo parcerias com importantes galerias, museus e curadores ao redor do mundo. Em estreita colaboração com colecionadores e instituições, busca posicionar seus artistas em importantes coleções públicas e privadas, por meio da participação regular nas feiras de arte mais relevantes – o que reflete sua visão estratégica e sua crescente atuação internacional.

Como pioneira na promoção de diálogos transgeracionais, a Simões de Assis trabalha com artistas consagrados e emergentes, construindo um programa que combina elementos históricos e uma visão voltada para o futuro. Como um projeto multigeracional, é uma plataforma de amplo alcance para intercâmbios culturais, moldando o legado da arte brasileira e latino-americana dentro de um sistema artístico globalizado e interconectado.

Serviço:

Corpo de Vento”, individual da artista Thalita Hamaoui

Entrada gratuita

Período de visitação: até 9 de maio de 2026

Local: Galeria Simões de Assis | Alameda Lorena, nº 2050 – Jardins, São Paulo/SP

Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 15h

Site: www.simoesdeassis.com

Instagram: @simoesdeassis_

Facebook: fb.com/simoesdeassisgaleria

(Com Patrícia Marrese/Marrese Assessoria)

Filarmônica de Berlim apresenta concertos na Sala São Paulo com renda revertida ao tratamento do câncer infanto-juvenil

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

A Filarmônica de Berlim em sua sede na capital alemã. Foto: Stephan Rabold.

São Paulo viverá um dos acontecimentos mais marcantes de sua história musical, com impacto direto na ampliação do tratamento do câncer infanto-juvenil. Pela primeira vez em sua trajetória, a Filarmônica de Berlim, considerada por crítica e público a mais influente orquestra sinfônica do planeta, tocará na Sala São Paulo em um evento com a renda destinada ao tratamento de crianças e adolescentes com câncer.

Mais do que receber uma das maiores orquestras do mundo, o projeto transforma um acontecimento cultural de escala internacional em mobilização em prol das centenas de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade atendidos pela TUCCA em parceria com o Santa Marcelina Saúde. Juntas, as entidades oferecem tratamento com índices de cura comparáveis aos principais centros de referência do mundo. “Trazer a Filarmônica de Berlim ao Brasil com esse propósito é transformar excelência artística em impacto direto na vida das crianças que atendemos. Cada concerto representa acesso a tratamento completo, com tecnologia, equipe especializada e cuidado integral. É a prova de que cultura e saúde podem caminhar juntas de maneira efetiva e, ainda, oferecer a melhor chance de cura para nossas crianças”, afirma o oncologista pediátrico Dr. Sidnei Epelman, presidente da TUCCA.

Serão duas noites de gala, nos dias 18 e 19 de outubro de 2026, em apresentações pela série Música pela Cura, promovida pela TUCCA com a renda destinada ao tratamento das crianças e adolescentes; e, em parceria com a Fundação Osesp, com a realização de ações educacionais por meio da Academia de Música da Osesp. “Receber a Filarmônica de Berlim na Sala São Paulo, agora em parceria com a TUCCA, é motivo de grande orgulho para nós. Trata-se de um projeto que une excelência artística, relevância internacional e compromisso social, valores que há mais de duas décadas estão no centro da atuação da Fundação Osesp”, afirma Marcelo Lopes, presidente e CEO da Fundação Osesp.

Sobre os concertos

“A presença da Filarmônica de Berlim neste projeto é simbólica em muitos níveis. Estamos falando de uma das maiores orquestras do mundo, com um programa de enorme força expressiva, em um contexto em que a música ultrapassa o palco e se conecta diretamente a uma causa urgente. É um encontro entre excelência artística e propósito e que marcará tanto a cena cultural da cidade como a vida das crianças atendidas pela TUCCA”, destaca Bela Pulfer, diretora artística do Música Pela Cura da TUCCA.

A última passagem da orquestra pelo país aconteceu em maio de 2000. Quase três décadas depois, o retorno da lendária formação alemã marca um momento histórico para a vida musical brasileira e para o público da capital paulista.

Fundada em 1882, a Filarmônica de Berlim construiu ao longo de seus 144 anos de existência um legado artístico que a tornou referência mundial em música sinfônica. Sob a liderança de regentes lendários como Wilhelm Furtwängler, Herbert von Karajan, Claudio Abbado e Simon Rattle, a orquestra consolidou um som característico — poderoso, refinado e expressivo — e passou a exercer forte influência sobre a música clássica no mundo.

Formada por cerca de 130 músicos, a Filarmônica realiza aproximadamente 250 concertos por ano, em Berlim e em turnês internacionais. Entre suas singularidades está o fato de que os próprios integrantes da orquestra participam das decisões artísticas do grupo e chegam inclusive a eleger o regente titular por votação secreta, uma tradição rara entre grandes instituições musicais.

Desde 2019, a orquestra é liderada pelo maestro Kirill Petrenko, um dos regentes mais respeitados de sua geração, conhecido por interpretações de grande intensidade e precisão musical. Antes de assumir o posto em Berlim, Petrenko foi diretor musical da Bavarian State Opera, onde construiu uma carreira amplamente celebrada.

Dois programas na Sala São Paulo

Para sua passagem por São Paulo, a Filarmônica de Berlim apresentará dois programas distintos com regência de seu maestro-titular, Kirill Petrenko.

18 de outubro de 2026

Brahms – Concerto para piano nº 1

R. Strauss – Assim falou Zaratustra 

19 de outubro de 2026

Mendelssohn – Abertura As Hébridas

Elgar – Variações Enigma

Tchaikovsky – Sinfonia nº 4

Na primeira data, a orquestra terá como solista o pianista Daniil Trifonov, um dos artistas mais celebrados de sua geração. O músico ganhou projeção internacional ao vencer o International Tchaikovsky Competition, aos 20 anos, e desde então se apresenta com as principais orquestras e maestros do circuito internacional, inclusive a Osesp, com quem tocou e gravou um disco recentemente.

São Paulo e TUCCA no circuito internacional da música clássica

Receber a Filarmônica de Berlim reforça o papel da cidade de São Paulo como um dos principais pólos culturais do hemisfério sul e da Associação TUCCA como uma das principais organizações promotoras de eventos filantrópicos do país.

Inaugurada em 1999, a Sala São Paulo é considerada o principal palco da música sinfônica na América Latina e referência internacional em qualidade acústica. Sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, o espaço recebe cerca de 200 concertos por ano, atraindo mais de 200 mil espectadores.

Músicos brasileiros na orquestra

Embora seja uma instituição profundamente ligada à tradição musical alemã, a Filarmônica de Berlim reúne artistas de diversas nacionalidades. Entre eles está o violinista brasileiro Luiz Filipe Coelho, exemplo da presença cada vez mais relevante de músicos brasileiros no cenário internacional da música clássica.

Música pela Cura

Fundada em 1998, a Associação TUCCA para Crianças e Adolescentes com Câncer atua para ampliar as taxas de cura e melhorar a qualidade de vida de crianças e jovens em tratamento oncológico em situação de vulnerabilidade social.

Criado em 2000, o projeto Música pela Cura foi idealizado para garantir a sustentabilidade do tratamento integral e multidisciplinar oferecido às crianças e adolescentes atendidos pela instituição, em parceria com o Santa Marcelina Saúde.

BIOGRAFIAS

Filarmônica de Berlim

Com mais de um século de história, a Filarmônica de Berlim possui uma das discografias mais extensas e premiadas da música clássica. Suas gravações receberam diversos reconhecimentos internacionais, incluindo Grammy Awards, Gramophone Awards e Echo Klassik, além de distinções da crítica especializada em todo o mundo. Ao longo das últimas décadas, registrou obras fundamentais do repertório sinfônico para gravadoras como Deutsche Grammophon e EMI. A orquestra também é pioneira na difusão digital da música clássica com a plataforma Digital Concert Hall, que transmite seus concertos para público em todo o mundo.

Kirill Petrenko

Regente titular da Filarmônica de Berlim desde 2019, Kirill Petrenko é amplamente reconhecido pela crítica internacional por suas interpretações intensas. Sua carreira ganhou destaque em importantes teatros de ópera europeus, especialmente na Bavarian State Opera, onde foi diretor musical entre 2013 e 2020. Petrenko recebeu diversos prêmios da crítica alemã e europeia por gravações operísticas e sinfônicas, e é frequentemente convidado para reger algumas das principais orquestras do mundo. Sob sua liderança, a Filarmônica de Berlim segue ampliando sua presença internacional em turnês e gravações.

Daniil Trifonov

Considerado um dos pianistas mais virtuosos de sua geração, Daniil Trifonov ganhou reconhecimento internacional ao vencer o International Tchaikovsky Competition em 2011. Desde então, tornou-se presença frequente nas principais salas de concerto do mundo, colaborando com orquestras como a Filarmônica de Berlim, Filarmônica de Nova York e Orquestra de Paris. Suas gravações para o selo Deutsche Grammophon receberam importantes distinções da crítica, incluindo Gramophone Awards e indicações ao Grammy. Além da carreira como intérprete, também atua como compositor.

SERVIÇO:

Filarmônica de Berlim

Kirill Petrenko, regente

Daniil Trifonov, piano

18 de outubro de 2026 – 18h – Sala São Paulo

19 de outubro de 2026 – 20h30 – Sala São Paulo

Duração: cerca de 100 minutos

Praça Júlio Prestes, 16 – Luz

Ingressos:

As vendas serão realizadas em lotes, a partir de abril, primeiramente para assinantes, doadores e patrocinadores de ambas as instituições, TUCCA e Fundação Osesp. Em maio, iniciam-se as vendas avulsas, já sendo possível se cadastrar na lista de espera através dos nossos canais de venda (11 94722-5643 – Whatsapp | vendas@tucca.org.br).

Tucca em números

– 25 anos de parceria com o Santa Marcelina Saúde no tratamento do câncer infantojuvenil;

– Mais de 400 crianças e adolescentes tratados por ano em parceria com o Santa Marcelina Saúde;

– 6.000 crianças e adolescentes atendidos em parceria com o Santa Marcelina Saúde, com taxas de cura comparáveis às de centros de referência especializados no mundo;

– 2013: primeiro hospice pediátrico do Brasil;

– 2018: primeiro Laboratório de Patologia Molecular dedicado a crianças e adolescentes vulneráveis;

– Santa Marcelina Saúde | TUCCA: único centro especializado brasileiro e latino-americano no SNF Global Program | MSK Kids.

O que é a TUCCA

A TUCCA – Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer, fundada em 1998 pelo oncologista pediátrico Sidnei Epelman e pela psicanalista Claudia Epelman (in memoriam), oferece tratamento multidisciplinar de excelência a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, com o objetivo de aumentar as taxas de cura do câncer infanto-juvenil.

Em parceria com o Santa Marcelina Saúde, mantém o primeiro e único serviço de oncologia pediátrica da Zona Leste e oferece, gratuitamente, um tratamento integral baseado no diagnóstico rápido e preciso, terapias de ponta, equipe qualificada e medicamentos de alto custo.

O tratamento inclui o cuidado social e emocional a partir de uma equipe multidisciplinar que acompanha os pacientes e suas famílias durante todo o percurso. Um olhar humanizado que amplia resultados. A assistência oferecida pela TUCCA é integralmente mantida por doações, patrocínios e pela arrecadação por meio de concertos, leilões, jantares e bazares beneficentes.

Os programas da TUCCA em parceria com o Santa Marcelina Saúde já beneficiaram quase 6.000 pacientes, alcançando índices de cura comparáveis aos centros de referência no tratamento do câncer infantojuvenil do Brasil, Europa e Estados Unidos.

A Sala São Paulo e a Osesp são equipamentos do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerenciadas pela Fundação Osesp, Organização Social da Cultura, desde 2005.

(Com Fabio Rigobelo/Fundação Osesp)

Páscoa nas Maldivas

Maldivas, Oceano Índico, por Kleber Patricio

Pôr do sol Prestige Vadoo. Fotos: Aitken Spence Hotels/Divulgação.

Na próxima Páscoa, o convite é trocar o frio da primavera por dias ensolarados e noites estreladas nas Maldivas – resorts voltados apenas para adultos prepararam uma programação especial que combina gastronomia à beira-mar, competições divertidas, jantares temáticos e momentos de pura conexão.

No Adaaran Prestige Vadoo, cada detalhe foi pensado para celebrar o amor. A programação começa com uma divertida competição de coquetéis, seguida de uma caça aos ovos em dupla na praia principal — uma brincadeira que mistura espírito lúdico e parceria. Quando o sol se põe, o resort ganha vida com um churrasco de praia e festa ao luar, em clima de celebração e romantismo. Durante todo o mês de abril, o Vadoo ainda oferece 15% de desconto em jantares privativos e pacotes de casamento, perfeitos para quem deseja transformar a viagem em um momento inesquecível.

Prestige Water Villa interior.

Enquanto isso, no Adaaran Prestige Water Villas, o cenário é de serenidade e exclusividade. Suspensas sobre as águas cristalinas do Atol Raa, as villas são palco de uma Páscoa sofisticada e tranquila. O domingo começa com um brunch temático no restaurante Jaafaiy, seguido de um jantar de lagosta na praia Serenity — um clássico romântico reinventado com o toque das Maldivas. Há ainda promoções de vinhos e champanhes, uma atividade de decoração de bolos de Páscoa com o chef e uma animada noite de karaokê com DJ, encerrando o feriado em tom descontraído e elegante.

Entre os dias 1º e 30 de abril de 2026, ambos os resorts celebram o mês da Páscoa com experiências voltadas ao bem-estar e à reconexão. Mais do que uma data, trata-se de um convite para viver o tempo com leveza — entre mergulhos, risadas e sabores compartilhados.

Saiba mais: Adaaran Prestige Vadoo | Adaaran Prestige Water Villas.

Sobre o grupo Aitken Spence Hotels

Imagem aérea Water Villas.

A Aitken Spence Hotels, parte do conglomerado cingalês Aitken Spence PLC, administra uma coleção de 18 hotéis e resorts no Sri Lanka, Maldivas, Índia e Omã. Com marcas reconhecidas como Heritance Hotels & Resorts, Adaaran Hotels & Resorts e Turyaa, o grupo é referência em hospitalidade de luxo e sustentabilidade. A Heritance, sua marca principal, abriga o maior acervo de hotéis projetados pelo arquiteto Geoffrey Bawa, ícone do design tropical moderno.

(Com Marcello Mognon Biasuz/Promonde)

MIS oferece curso de direção para cinema em abril

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Imagem de rawpixel/banco de Imagens Freepik.

O curso de direção para cinema, que aborda o papel do diretor em todas as etapas da construção de um filme, é o destaque da agenda de cursos que o MIS – Museu da Imagem e do Som oferece em abril. Além disso, há ainda diversas opções nas áreas de cinema, fotografia, literatura e história da arte.

Confira abaixo todas as opções de cursos que o MIS oferece no mês. Outros detalhes, como valores, datas, duração e descontos, podem ser conferidos no site do Museu: https://mis-sp.org.br/cursos/. 

Direção para cinema

Curso presencial | 01, 02, 08, 09 e 16 de abril, quartas e quintas, das 19h às 21h

O curso apresenta o caminho do diretor desde o roteiro até a construção da imagem final. O conteúdo percorre todas as etapas de um filme de ficção, das estratégias para organizar ideias e conduzir a equipe criativa, da pré à pós-produção, abordando as funções e a postura do diretor no set e fora dele.

Produção de curta-metragem independente de terror

Foto de Nathan J Hilton/banco de imagens Pexels.

Curso presencial | 06, 07, 13, 14, 27 e 28 de abril e 04 e 05 de maio, segundas e terças, das 19h às 22h

O curso propõe a produção de curta-metragem de terror, voltada para iniciantes e pessoas interessadas em compreender, na prática, os processos criativos e técnicos do cinema independente.

Jornada do Pequeno Príncipe

Foto de cottonbro studio/Licença Gratuita.

Curso online | 08, 13, 15, 22, 27 e 29 de abril, segundas e quartas, das 19h às 21h

“O Pequeno Principe”, quinta obra do francês Antoine de Saint-Exupéry, lançada em 1943 e traduzida para mais de 500 línguas, se diferencia de suas obras anteriores por se dirigir às crianças, com ilustrações do próprio autor e podendo ser interpretada como síntese de seu pensamento. O curso parte do texto e das ilustrações do escritor para convidar a uma releitura que considera elementos menos estudados. Esse estudo é proposto à luz da biografia do autor, já que ele mesmo afirmou que só era capaz de escrever sobre o que realmente viveu.

Processo criativo para roteiristas

Crédito: Ron Lach/banco de imagens Pexels.

Curso presencial | 09, 14, 16, 23, 28 e 30 de abril, terças e quintas, das 19h às 21h

Integrando teoria e prática, o curso oferece uma imersão nos métodos de criação utilizados por roteiristas e escritores. Desde estratégias conceituais até exercícios criativos, os participantes serão conduzidos por um caminho que explora não apenas a técnica, mas também a expressão artística inerente à criação de roteiros. A formação oferece uma gama de exercícios desenvolvidos para catalisar a imaginação e desbloquear a criatividade. Essas práticas são fundamentais para superar o temido bloqueio criativo, fornecendo ferramentas valiosas para os participantes cultivarem e expandirem suas habilidades narrativas.

Curso completo de fotografia digital

Crédito: Marcelo Andrade.

Curso presencial | 13, 22, 25, 27 e 29 de abril e 04, 06, 09, 11, 13 e 18 de maio, segundas e quartas, das 19h às 21h30, e sábados, das 08h às 11h

Este curso é voltado para quem ama fotografia e quer aprender a manusear o equipamento e aplicar as técnicas fotográficas com os recursos que sua câmera proporciona, seja com regulagem manual ou digital. Serão apresentados conceitos e instrumentos para a elaboração de projetos de iluminação em estúdio ou externa, a fim de proporcionar ao fotógrafo a capacidade de avaliar as condições de iluminação para realizar um bom registro fotográfico e ensaios diversos.

Cenografia

Crédito: Lu Grecco.

Curso presencial | 23 e 30 de abril e 05, 07, 12 e 14 de maio, terças e quintas, das 19h às 21h

O curso introdutório aborda o tema da cenografia aplicada em diversas áreas, como cenários para audiovisual, teatro e exposições. Além disso, serão dadas muitas dicas práticas do fazer cenografia no dia a dia. As aulas serão ministradas pela arquiteta Lu Grecco, responsável pela cenografia de programas da TV Cultura, como Castelo Rá-Tim-Bum, Cocoricó, X-Tudo, O Mundo da Lua, Glub-Glub, Ilha Rá-Tim-Bum, entre outros.

Introdução à história da arte | Do Barroco à arte acadêmica

Mestre Ataíde, Igreja de São Francisco de Assis, Wiki Images.

Curso online | 27 e 29 de abril e 04, 06, 11 e 13 de maio, segundas e quartas, das 19h às 21h30

O curso “Introdução à história da arte” é dividido em cinco módulos, que podem ser cursados separadamente. As aulas tratam da produção cultural visual e das manifestações artísticas desde a chamada pré-história até os movimentos artísticos que surgiram na primeira metade do século 20. O terceiro módulo aborda o período que vai do Barroco até a arte acadêmica na Europa e no Brasil.

(Com Diego Andrade de Santana/MIS)