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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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‘Mãe de Santo’ estreia no CCBB com Vilma Melo e conta a história de mulheres negras que transformaram suas realidades

São Paulo, por Kleber Patricio

‘Mãe de Santo’. Vilma Melo. Foto: Guga Melgar.

A peça ‘Mãe de Santo’ estreia na próxima quinta-feira (19/12) no Centro Cultural do Banco do Brasil em São Paulo e apresenta uma narrativa inspirada nas vivências da filósofa Helena Theodoro e de tantas outras mulheres negras, trazendo ao palco histórias de força, ancestralidade e resistência feminina. A peça é protagonizada por Vilma Melo, a primeira atriz negra a conquistar o Prêmio Shell de Teatro e protagonista da série ‘Encantados’, da TV Globo, e a montagem destaca uma personagem empoderada que, ao conduzir uma palestra internacional, entrelaça histórias marcantes e provoca reflexões sobre o que realmente importa contar e mostrar. A dramaturgia de Renata Mizrahi, sob a direção de Luiz Antônio Pilar, propõe um mergulho no princípio feminino da tradição africana, evidenciando as milhares de possibilidades e verdades da realidade feminina. A narrativa leva o público a pensar como cada fragmento de história é como um pedaço de espelho, limitado pelo ponto de vista de onde se encontra.

Sob a condução de palavras que conectam o passado, o presente e o futuro, o espetáculo rompe o silêncio imposto às mulheres negras por séculos. ‘Mãe de Santo’ revela a força e a importância de se ter um compromisso com a ancestralidade, criando um encontro no tempo entre gerações — bisavós, avós, mães, tias e filhas — e destacando a determinação e o papel da mulher preta, que é ao mesmo tempo, secreta, política e sagrada. Helena Theodoro dedica a peça às suas raízes com um agradecimento especial aos seus pais, Jurandyr e Lea Theodoro, e aos mestres Didi e Agenor Miranda, que a ensinaram a traçar seu caminho com sabedoria.

‘Mãe de Santo’ estreia no Centro Cultural Banco do Brasil. Foto: Daniel Leite.

A temporada de ‘Mãe de Santo’ começa no dia 19 de dezembro de 2024 e segue até o início de janeiro de 2025, com apresentações às quintas e sextas às 19h e, aos sábados e domingos, às 18h. O espetáculo faz parte da programação da ocupação em homenagem à filósofa Helena Theodoro e é o primeiro da trilogia Matriarcas, composta ainda pelos espetáculos ‘Mãe Baiana’ e ‘Mãe Preta’, que estreiam posteriormente em janeiro e fevereiro de 2025. Com capacidade para 120 pessoas e classificação indicativa de 12 anos, o teatro também receberá uma sessão extra de ‘Mãe de Santo’ no dia 26 de janeiro às 15h.

Sobre o CCBB SP
O Centro Cultural Banco do Brasil iniciou suas atividades em São Paulo há mais de 20 anos e foi criado para formar novas plateias, democratizar o acesso e contribuir para a promoção, divulgação e incentivo da cultura. A instalação e manutenção de nosso espaço em um prédio, em pleno centro da capital paulista, reflete também a preocupação com a revitalização da área, que abriga um inestimável patrimônio histórico e arquitetônico, fundamental para a preservação da memória da cidade. Tem como premissa ampliar a conexão dos brasileiros com a cultura, em suas diferentes formas. Essa conexão se estabelece mais genuinamente quando há desejo de conhecer, compreender, pertencer, interagir e compartilhar. Tem consciência de que o apoio à cultura contribui para consolidar sua relevância para a sociedade e seu poder de transformação das pessoas. Acredita que a arte dialoga com a sustentabilidade, uma vez que toca o indivíduo e impacta o coletivo, olha para o passado e faz pensar o futuro. Com uma programação regular e acessível a todos os públicos, que contempla as mais diversas manifestações artísticas e um prédio, que por si só, já é uma viagem na história e arquitetura, o CCBB SP é uma referência cultural para os paulistanos e turistas da maior cidade do Brasil.

Serviço:

Mãe de Santo

Data: 19 de dezembro 2024 a 5 de janeiro 2025

Local: Teatro CCBB SP e Anexo| Centro Cultural Banco do Brasil

Endereço: Teatro | Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico – SP

Anexo | Rua da Quitanda, 80 – Centro Histórico – SP

Entrada gratuita

Ingressos: Retirada de ingressos em bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB

Duração: 50 minutos

Classificação: 12 anos

Capacidade: 120 lugares

Acessibilidade: Teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.

Entrada acessível CCBB SP: Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e outras pessoas que necessitem da rampa de acesso podem utilizar a porta lateral localizada à esquerda da entrada principal.

Informações CCBB SP

Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças

Telefone: (11) 4297-0600

Estacionamento: O CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14 pelo período de 6 horas – necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB). O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12h às 21h.

Van: Ida e volta gratuita, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República. Das 12h às 21h.

Transporte público: O CCBB fica a 5 minutos da estação São Bento do Metrô. Pesquise linhas de ônibus com embarque e desembarque nas Ruas Líbero Badaró e Boa Vista.

Táxi ou Aplicativo: Desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m).

bb.com.br/cultura

instagram.com/ccbbsp | facebook.com/ccbbsp | tiktok.com/ccbbcultura

E-mail: ccbbsp@bb.com.br

Nas redes sociais: instagram.com/trilogiamatriarcas.

(Com Ghabriella Costermani/Assessoria de Imprensa CCBB SP)

Osesp, maestro Thierry Fischer e flautista Emmanuel Pahud fazem concertos de encerramento da Temporada 2024

São Paulo, por Kleber Patricio

Osesp e Thierry Fischer. Foto: Beatriz de Paula.

O ano de 2024 marca as celebrações dos 70 anos da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp, além dos 30 anos de atividades do Coro da Osesp e dos 25 anos da Sala São Paulo – a casa da Osesp, dos Coros e de seus Programas Educacionais, inaugurada em 1999 no edifício onde antes funcionava a Estrada de Ferro Sorocabana.

Um dos mais importantes solistas de seu instrumento na atualidade e principal flauta da Filarmônica de Berlim, Emmanuel Pahud é o convidado da Osesp nos concertos que marcam o encerramento da Temporada 2024, entre quinta-feira (19/dez) e sábado (21/dez) na Sala São Paulo. A regência será novamente do diretor musical e regente titular da Orquestra, Thierry Fischer, e a música de Frank Martin inicia o programa (In Terra Pax), com participação dos cantores solistas Lina Mendes (soprano), Giovanni Tristacci (tenor), Sávio Sperandio (baixo), Ana Lucia Benedetti (mezzo soprano) e Benjamin Russell (barítono).

Osesp, Coro e Thierry Fischer. Foto: Mario Daloia.

A Pahud cabe fazer a primeira audição latino-americana do Concerto para flauta – Lux Stellarum, do estoniano Erkki-Sven Tüür. A obra estreou em maio de 2022 com a Filarmônica de Berlim e é dedicada a nosso solista. Por fim, o Coro une-se à Orquestra para fechar os concertos com os excertos Abertura e Aleluia, de O Messias, de Händel.

A apresentação de sexta-feira (20/dez) integra a série Osesp duas e trinta, com início às 14h30 e ingressos a preço único de R$39,60 (valor inteiro) – ela também será transmitida ao vivo no canal oficial da Osesp no YouTube.

Sobre o programa
Embora tenha sido escrito para ser executado na Semana Santa, tornou-se uma tradição ouvir O Messias, de Georg Friedrich Händel [1685–1759], no tempo do Advento. Esse deslocamento temporal, acolhido ou demandado pelo público, pode ser resultado tanto do caráter da obra, majoritariamente festivo, quanto da sobreposição musical e teológica do coro ‘For unto us a Child is born’ [Pois para nós nasceu uma Criança], que festeja a primeira vinda de Cristo, com o Hallelujah [Aleluia], que celebra sua segunda vinda, para estabelecer o reino de Deus na terra.

Na prática dos séculos XVII e XVIII, o termo sinfonia designava uma introdução instrumental de uma peça de múltiplos movimentos. A sinfonia de O Messias, escrita para as cordas, tem o modelo formal de uma abertura francesa, com suas duas partes contrastantes. A primeira é lenta e ritmicamente marcada por motivos pontuados que lhe dão um caráter majestoso, elegante e solene. A segunda é viva e ágil, de textura imitativa.

Sala São Paulo. Foto: Mariana Garcia.

Concerto para flauta – Lux Stellarum, do estoniano Erkki-Sven Tüür [1959-], foi estreada em maio de 2022 pela Filarmônica de Berlim e é dedicada ao solista Emmanuel Pahud. Para escrever a peça, Tüür voltou o seu olhar para o universo. O compositor transforma eventos astrais em sons musicais, principalmente com efeitos sutis de percussão. Sons sussurrados pelo solista e trinados executados em diversas notas ao mesmo tempo também são utilizados como efeitos. Glockenspiel, vibrafone e pratos retratam acusticamente o ‘lux stellarum’, o show de luzes das estrelas.

In Terra Pax foi encomendada a Frank Martin [1890–1947] por René Dovaz, diretor da Rádio Genebra, que lhe pediu que escrevesse uma peça para ser transmitida imediatamente após a declaração do fim das hostilidades da II Guerra Mundial, em 1944. Naturalmente, só poderia ser uma obra religiosa. O autor foi obrigado a confrontar as imagens de guerra e de paz, e as expressões de todo o sofrimento e júbilo, bem como as emoções das pessoas no momento daquele alívio enorme, o lampejo de animação que a notícia maravilhosa desencadearia. Mais ainda, era impossível prever a forma que o grande acontecimento tomaria. Apenas uma coisa era certa: as hostilidades cessariam. Assim, no verão de 1944, Martin evocaria a alegria transbordante do momento tão aguardado em meio à ansiedade em relação ao futuro, à tristeza incomensurável e às ubíquas ruínas da guerra.

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp
Desde seu primeiro concerto, em 1954, a Osesp tornou-se parte indissociável da cultura paulista e brasileira, promovendo transformações culturais e sociais profundas. A cada ano, a Osesp realiza em média 130 concertos para cerca de 150 mil pessoas. Thierry Fischer tornou-se diretor musical e regente titular em 2020, tendo sido precedido, de 2012 a 2019, por Marin Alsop. Seus antecessores foram Yan Pascal Tortelier, John Neschling, Eleazar de Carvalho, Bruno Roccella e Souza Lima. Além da Orquestra, há um coro profissional, grupos de câmara, uma editora de partituras e uma vibrante plataforma educacional. Possui quase 100 álbuns gravados (cerca de metade deles por seu próprio selo, com distribuição gratuita) e transmite ao vivo mais de 60 concertos por ano, além de conteúdos especiais sobre a música de concerto. A Osesp já realizou turnês em diversos estados do Brasil e também pela América Latina, Estados Unidos, Europa e China, apresentando-se em alguns dos mais importantes festivais da música clássica, como o BBC Proms, e em salas de concerto como o Concertgebouw de Amsterdam, a Philharmonie de Berlim e o Carnegie Hall. Mantém, desde 2008, o projeto Osesp Itinerante, promovendo concertos, oficinas e cursos de apreciação musical pelo interior do estado de São Paulo. É administrada pela Fundação Osesp desde 2005.

Coro da Osesp
O Coro da Osesp, além de sua versátil e sólida atuação sinfônica e de seu repertório histórica e estilisticamente abrangente, enfatiza em seu trabalho a interpretação, o registro e a difusão da música dos séculos XX e XXI e de compositores brasileiros. Destacam-se em sua ampla discografia os álbuns Canções do Brasil (Biscoito Fino, 2010), Aylton Escobar: Obras para coro (Selo Digital Osesp, 2013), José Maurício 250 (Selo Digital Osesp, 2017) e Heitor Villa-Lobos: Choral transcriptions (Naxos, 2019). Fundado em 1994, como Coro Sinfônico do Estado de São Paulo, pelo maestro e compositor Aylton Escobar, à época, diretor técnico da Universidade Livre de Música (atual Emesp Tom Jobim), instituição à qual o grupo estava vinculado, o Coro foi integrado à Osesp em 2000, passando a se chamar Coro da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Em seu primeiro ano, o conjunto foi regido por José Ferraz de Toledo, Mônica Meira Vasques e o próprio Aylton. Porém, já em 1995, Naomi Munakata assumiria como coordenadora e regente, funções que desempenharia de modo profundamente transformador e marcante até 2015. De 2000 a 2016, Marcos Thadeu foi o Preparador Vocal do grupo. Entre 2017 e 2019, o Coro esteve sob coordenação e regência de Valentina Peleggi, que contou com a colaboração de William Coelho como maestro preparador.

Thierry Fischer regente
Desde 2020, Thierry Fischer é diretor musical da Osesp, cargo que também assumiu em setembro de 2022 na Orquestra Sinfônica de Castilla y León, na Espanha. De 2009 a junho de 2023, atuou como diretor artístico da Sinfônica de Utah, da qual se tornou diretor artístico emérito. Foi principal regente convidado da Filarmônica de Seul [2017-20] e regente titular (agora convidado honorário) da Filarmônica de Nagoya [2008-11]. Já regeu orquestras como a Royal Philharmonic, a Filarmônica de Londres, as Sinfônicas da BBC, de Boston e Cincinnatti e a Orchestre de la Suisse Romande. Também esteve à frente de grupos como a Orquestra de Câmara da Europa, a London Sinfonietta e o Ensemble Intercontemporain. Thierry Fischer iniciou a carreira como Primeira Flauta em Hamburgo e na Ópera de Zurique. Gravou com a Sinfônica de Utah, pelo selo Hyperion, Des Canyons aux Étoiles [Dos cânions às estrelas], de Olivier Messiaen, selecionado pelo prêmio Gramophone 2023, na categoria orquestral. Na Temporada 2024, embarca junto à Osesp para uma turnê internacional em comemoração aos 70 anos da Orquestra.

Emmanuel Pahud flauta

Emmanuel Pahud. Foto: Josef Fischnaller.

O franco-suíço Emmanuel Pahud é, desde 1993, flautista principal da Filarmônica de Berlim e mantém uma extensa carreira internacional como solista e músico de câmara, apresentando-se regularmente em recitais junto a pianistas como Alessio Bax, Yefim Bronfman, Hélène Grimaud e Stephen Kovacevich, além de explorar o jazz com Jacky Terrasson. O flautista também participa de importantes séries de concertos, festivais e colabora com orquestras ao redor do mundo, tendo atuado como solista com maestros como Claudio Abbado, Pierre Boulez, Sir John Eliot Gardiner e Paavo Järvi. Em 1993, fundou o Festival de Música de Verão em Salon-de-Provence juntamente com Eric Le Sage e Paul Meyer. Integra o grupo Les Vents Français, um dos principais quintetos de sopros do mundo, composto por François Leleux, Paul Meyer, Gilbert Audin e Radovan Vlatkovic. Gravou 40 álbuns exclusivamente para a EMI/Warner Classics, todos aclamados pela crítica e premiados. É Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras por sua contribuição à música, membro honorário da Royal Academy of Music e Embaixador da Unicef.

PROGRAMA

OSESP
CORO DA OSESP
THIERRY FISCHER regente
EMMANUEL PAHUD flauta
LINA MENDES soprano
ANA LÚCIA BENEDETTI mezzo soprano
GIOVANNI TRISTACCI tenor
BENJAMIN RUSSELL barítono
SÁVIO SPERANDIO baixo
Georg Friedrich HÄNDEL | O Messias: Abertura
Erkki-Sven TÜÜR | Concerto para flauta – Lux Stellarum [estreia latino-americana]
Frank MARTIN | In Terra Pax
Georg Friedrich HÄNDEL | O Messias: Aleluia.

Serviço:

19 de dezembro, quinta-feira, 20h30
20 de dezembro, sexta-feira, 14h30 [Osesp duas e trinta] — Concerto Digital
21 de dezembro, sábado, 16h30
Endereço: Sala São Paulo | Praça Júlio Prestes, 16
Taxa de ocupação limite: 1.484 lugares
Recomendação etária: 7 anos
Ingressos: Entre R$39,60 e R$ 271; e R$39,60 [Osesp duas e trinta] (valores inteiros*)
Bilheteria (INTI): neste link | (11) 3777-9721, de segunda a sexta, das 12h às 18h.
Estacionamento: R$35,00 (noturno e sábado à tarde) | 600 vagas; 20 para pessoas com deficiência; 33 para idosos.

*Estudantes, pessoas acima dos 60 anos, jovens pertencentes a famílias de baixa renda com idade de 15 a 29 anos, pessoas com deficiências e um acompanhante e servidores da educação (servidores do quadro de apoio – funcionários da secretaria e operacionais – e especialistas da Educação – coordenadores pedagógicos, diretores e supervisores – da rede pública, estadual e municipal) têm desconto de 50% nos ingressos para os concertos da Temporada Osesp na Sala São Paulo, mediante comprovação.

A Osesp e a Sala São Paulo são equipamentos do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerenciadas pela Fundação Osesp, Organização Social da Cultura.

Acompanhe a Osesp: Site | Instagram | YouTube | Facebook | TikTok | LinkedIn.

(Com Fabio Rigobelo/Fundação Osesp)

CAIXA Cultural São Paulo apresenta show ‘Pizindim’ em homenagem a Pixinguinha

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Bruno Braz.

A CAIXA Cultural São Paulo apresenta nos dias 19, 20, 21 e 22 de dezembro, o show ‘Pizindim’, em homenagem a Pixinguinha, com o grupo vocal carioca Ordinarius. No palco, as músicas são apresentadas em arranjos originais do maestro Augusto Ordine, diretor musical e fundador do grupo.

Pizindim é uma referência ao apelido dado a Pixinguinha pela avó materna e significa ‘menino bom’, em dialeto africano. O repertório reúne clássicos do músico, como Carinhoso, Um a Zero, Rosa, Urubatã e Lamentos (parceria com Vinícius de Moraes), em versões que utilizam as vozes como instrumentos principais com a percussão.

O show é enriquecido pela performance teatral do grupo, fruto de pesquisas cênicas realizadas ao longo de 15 anos de existência. Ordinarius é formado por Maíra Martins, Fabiano Salek, Matias Correa, Beatriz Coimbra e Antonia Medeiros.

No dia 21, o grupo também ministrará uma oficina de canto coral gratuita sobre técnicas vocais, a partir da experiência de seus integrantes.

Sobre Ordinarius

O sexteto vocal e percussivo tem 15 anos de estrada e oito discos lançados, levando nesta trajetória a música brasileira pelo Brasil e pelo mundo. O grupo tem foco na pesquisa, resgate e difusão da memória da arte e cultura nacional, usando a voz como instrumento acompanhada pela percussão, com arranjos inéditos do diretor musical Augusto Ordine. Ritmos brasileiros como choro, baião, bossa, samba e ijexá são visitados pelo grupo, que traz um repertório baseado em grandes compositores brasileiros, além do álbum autoral Nós, lançado recentemente.

Serviço:

[Música] Show Pizindim com Ordinarius

Local: CAIXA Cultural São Paulo – Praça da Sé, 111, Centro, São Paulo – SP

Data: 19, 20, 21 e 22 de dezembro de 2024

Horário: quinta a sábado, às 19h; domingo às 18h

Ingressos: gratuitos e distribuídos uma hora antes do início do espetáculo, limitado a um ingresso por pessoa

Classificação indicativa: Livre

Informações: (11) 3321-4400

Acesso para pessoas com deficiência

[Oficina] Oficina de Canto Coral com o grupo Ordinarius

Data: 21 de dezembro de 2024 – sábado

Horário: 15h

Duração: 120 minutos

Classificação Indicativa: a partir de 16 anos.

Inscrições: gratuitas na CAIXA Cultural São Paulo

Informações: (11) 3321-4400.

(Fonte: Assessoria de Imprensa da CAIXA)

Theatro Municipal de São Paulo termina 2024 com Concerto de Natal e ‘La Bohème’, de Giacomo Puccini

São Paulo, por Kleber Patricio

Coral Paulistano. Foto: Stig de Lavor.

Na Escadaria Interna do Theatro Municipal, no dia 18, quarta-feira, às 13h, acontece o Concerto de Natal, com o Coral Paulistano e participação especial do Coral dos Colaboradores do Theatro Municipal de São Paulo, ambos sob as regências de Maíra Ferreira e Isabela Siscari. O repertório terá obras como ‘O Magnum Mysterium’, de Giovanni Gabrieli, ‘Northern Lights’, de Ola Gjeilo, ‘Tantum ergo in G-flat major’, de Gabriel Fauré, e ‘Have yourself a Merry Little Christmas’, Hugh Martin e Ralph Blanc, com arranjo de Angelo Fernandes, entre outras. A entrada é gratuita, por ordem de chegada até atingir a capacidade, a classificação é livre e a duração de 50 minutos.

Nos dias, 20, sexta-feira, às 20h, e 22, domingo, às 17h, na Sala de Espetáculos, a Orquestra Sinfônica, sob regência de Roberto Minczuk, ao lado do Coro Lírico, sob regência de Érica Hindrikson, e participação especial do Coro Infanto-juvenil da Escola Municipal de Música de São Paulo, sob regência de Regina Kinjo, apresenta a ópera em concerto ‘La Bohème’, de Giacomo Puccini. O elenco conta com Gabriella Pace como Mimi, Matthew White como Rodolfo, Michel de Souza como Marcello, Raquel Paulin como Musetta, Johnny França como Schaunard, Andrey Mira como Colline, Sandro Christopher como Alcindoro e Benoit. Os ingressos custam de R$12 a R$66, classificação livre e duração de 150 minutos, com intervalo.

Orquestra Experimental de Repertório. Foto: Rafael Salvador.

No dia 22, domingo, às 11h, na Sala de Espetáculos, acontece apresentação ‘Noite, Luzes e Sons’, da Orquestra Experimental de Repertório, sob regência de Wagner Polistchuk. O repertório terá ‘A Christmas Fanfare’, de James A. Beckel, ‘Blue Cathedral’, de Jennifer Higdon, e ‘O Quebra Nozes, Suíte nº 1’, de Piotr Ilyich Tchaikovsky, entre outros clássicos natalinos. Os ingressos variam de R$12 a R$33, a classificação é livre e a duração de 60 minutos, sem intervalo. Mais informações disponíveis no site.

(Com Leticia Santos/Assessoria de imprensa do Theatro Municipal)

Blue Note Rio encerra 2024 com MPB4, Paulo Ricardo, a dupla Gilson Peranzzetta e Marcel Powell, banda Bossacucanova e muito mais

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

MPB4. Foto: Leo Aversa.

A programação das duas últimas semanas do ano no Blue Note Rio vai reunir artistas de diversos estilos musicais. Ótima dica para a confraternização de fim de ano. Na quinta-feira (19), com apresentação do pianista, compositor, arranjador e pesquisador Cliff Korman, que em mais de 40 anos de carreira, já tocou em festivais e clubes do jazz internacionais; entre eles o Village Vanguard, Smoke, Smalls e os Blue Notes de Nova Iorque, Tokyo, Osaka, Yokohama e Rio de Janeiro. Às 22h30, o cantor e compositor Carlos Sales sobe pela primeira vez no palco do Blue Note para o show ‘O Jogo Vira’, com lançamento de “Lote B”, versão de uma música anteriormente lançada pelo português Antônio Zambujo, e participação especial surpresa.

Depois de percorrer o Brasil e vários teatros e casas de espetáculos, a tour Paulo Ricardo – Voz, Violão & Rock’n’Roll volta ao palco do Blue Note para a segunda apresentação da residência, sexta, dia 20, em dois horários, 20h e 22h30. No sábado, 21, o grupo MPB4 volta ao palco do Blue Note Rio para o segundo show em homenagem aos 60 anos da banda. Serão duas sessões (20h e 22h30) muito especiais, com repertório que reúne clássicos. No domingo musical, o grupo Quarteto do Rio traz para o Blue Note Rio o melhor da Bossa Nova e da MPB, com canções que marcaram a trajetória do Quarteto do Rio. ‘Rio’, ‘Ah se eu pudesse’, ‘O Barquinho’ e tantos outros clássicos da Música Popular Brasileira estarão no repertório deste show que é uma homenagem ao Rio e uma celebração à Bossa Nova.

Gilson Peranzzetta e Marcel Powell. Foto: Divulgação.

Após as comemorações do Natal, no dia 26, quinta-feira, a casa recebe a banda carioca PopCast, com o Tributo a Phil Collins. O repertório será lotado de hits e baladas emocionantes que marcaram a carreira do cantor, compositor e multi-instrumentista britânico. PopCast é formada por músicos que colaboraram com artistas consagrados da música brasileira, como Lenine, Leo Jaime, Toni Garrido, Geraldo Azevedo, Jorge Vercilo, Monobloco, Paula Toller, Rede Globo entre muitos outros. Ainda na quinta, às 22h30, Fabio Rizental, um autêntico guitarrista brasileiro de fusion, vai levar ao palco do Blue Note suas harmonias complexas que, somadas a sua aprimorada técnica como solista, exploram um universo de rica criatividade artística. Nascido no Rio de Janeiro, berço da Bossa Nova e do Samba, sua música traz influências de compositores brasileiros como Tom Jobim, Chico Buarque e Milton Nascimento.

Na sexta-feira, dia 27, o maestro Gilson Peranzzetta e Marcel Powell, filho do grande Baden, farão tributo a Sebastião Tapajós. No segundo horário, a banda Black Monkees retorna ao Blue Note com um de seus shows mais aclamados da casa, o ‘Beatles x Stones’, combinando hits dos cabeludos de Liverpool com pedradas sonoras dos bocudos de Londres. No sábado, a Dave Matthews se apresenta em dois horários, com o melhor do repertório da Dave Matthews Band original. Serão 30 músicas ao todo, executadas em dois shows, às 20h e outro às 22h30, sem repetir nenhuma música. Sucessos como ‘Crash Into Me’, ‘Ants Marching’, ‘Grey Street’ e ‘Satellite’ estão garantidas. Encerrando a programação do ano de forma especialíssima, o Blue Note Rio vai receber no domingo a banda Bossacucanova.

Bossacucanova – Márcio Menescal e Marcelinho Dalua. Foto: Divulgação.

Sem perder o contato com a tradição, mas com mentes e ouvidos plugados na modernidade, os produtores Márcio Menescal (Baixo) e Marcelinho Dalua (DJ), deram novas cores ao tradicional e inesquecível som da bossa nova e da MPB adicionando batidas eletrônicas e arranjos atuais a clássicos inesquecíveis da nossa música. Contando com o auxílio luxuoso de Heitor Nascimento na guitarra, Guilherme Gê nos teclados, Dadobrother na percussão e a participação de Cris Delanno na voz, o passado e o futuro da bossa nova e da MPB certamente vão se encontrar mais uma vez e colocar todo mundo pra dançar.

19/12

20h: Cliff Korman Quarteto – Urban Tracks

22h30: Carlos Sales – O Jogo Vira

20/12

20h: Paulo Ricardo – Voz, Violão & Rock N Roll 2

22h30: Paulo Ricardo – Voz, Violão & Rock N Roll 2

21/12

20h: MPB4 60 Anos

22h30: MPB4 60 Anos

22/12

19h: Domingos Musicais – Quarteto do Rio

26/12

20h: POPCAST – Tributo a Phil Collins

22h30: Fabio Rizental – Jazz Rock Trio

27/12

20h: Gilson Peranzzetta e Marcel Powell – Tributo a Sebastião Tapajós

22h30: Black Monkees – Beatles X Stones

28/12

20h: Dave Matthews Band Cover – Dois Sets 100% Diferentes

22h30: Dave Matthews Band Cover – Dois Sets 100% Diferentes

29/12

20h: Bossacucanova – Revisited Classics – Part. Especial Cris Delanno.

Blue Note Rio

O Blue Note Rio ocupa um espaço com aproximadamente 700 m², sendo dividido em três ambientes: Calçadão, na área externa, em pleno calçadão de Copacabana, com capacidade para 110 lugares; Piano Bar, no primeiro piso, com 140 lugares; Palco, no segundo andar, com capacidade para 200 pessoas, espaço onde acontecem os shows e também conta com uma varanda. No Calçadão e no Piano Bar os clientes podem jantar, ouvir música ambiente e usufruir dos espaços sem a necessidade de pagar ingresso. A franquia chegou ao Brasil por meio do empresário Luiz Calainho. No time de patrocinadores estão as cervejarias Heineken e Blue Moon, o Hotel Fairmont, além do patrocínio master da Porto Bank.

A marca Blue Note

Inaugurado em 1981 em Nova York pelo proprietário e fundador Danny Bensusan, o Blue Note possui filiais no Havaí, Califórnia, Japão (Tóquio), Itália (Milão) e China (Pequim e Xangai). A noite de estreia, em 30 de setembro, contou com o Nat Adderley Quintet. Logo o lugar se estabeleceu como a principal casa de shows da cidade, já tendo recebido nomes como Ray Charles, Dizzy Gillespie, Sarah Vaughan, Carmen McRae, Lionel Hampton, Oscar Peterson, Chick Corea, Keith Jarrett e muitos outros.

BLUE NOTE RIO

Endereço: Av. Atlântica, 1910 – Rio de Janeiro – RJ

Ingressos aqui

Associados da UBC terão desconto de 50% em toda a programação do mês.

(Com Flavia Motta/Lupa Comunicação)