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Os Melhores do Mundo apresentam espetáculo recordista ‘Hermanoteu na Terra de Godah’

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Nick Elmoor.

A consagrada companhia brasiliense Os Melhores do Mundo volta ao Rio com sua obra, em cartaz desde 1995, na comemoração dos 30 anos da trupe. Se tem Humor Contra-Ataca Vol. 2, tem Os Melhores do Mundo e ‘Hermanoteu na Terra de Godah’. A trupe brasiliense, que comemora 30 anos em 2025, volta à cidade com seu espetáculo mais consagrado no dia 31 de janeiro, às 21h, em noite com abertura de Bia Guedes.

‘Hermanoteu na Terra de Godah’ é o espetáculo mais conhecido da Cia. de Comédia Os Melhores do Mundo. Quando a cena de Hermanoteu e Isaac nos portões do Egito, anunciando o momento em que Moisés abre o Mar Vermelho ganhou a internet, a comédia foi demandada pelo público do Brasil inteiro, apresentada em Portugal e nos EUA e replicada dezenas de vezes por montagens amadoras em todo o país e no exterior.

Foto: Divulgação.

Criada em 1995, reverenciada pelo público e ainda extremamente atual, essa despretensiosa sátira aos antigos filmes sobre o Antigo Testamento se utiliza de notórios fatos e personagens históricos para fazer humor com o dia a dia da nossa realidade. Nos palcos, a Cia. tem o orgulho de contar com a luxuosa e divertida participação de Chico Anysio, que interpreta Deus com textos em off.

A escalação do ‘Humor Contra-Ataca vol. 2’ abriu no dia 24 de janeiro – Rafael Infante com abertura de Giovana Fagundes – e segue agora com:

31 de janeiro: Os Melhores do Mundo em ‘Hermanoteu na Terra de Godah’, com abertura de Bia Guedes;

7 de fevereiro: Fábio Rabin em ‘Ladeira Abaixo’, com abertura de Gui Albuquerque;

21 de fevereiro: Bruna Louise com abertura de Felipe Couceiro;

7 de março: Marco Luque com o novo show ‘É disso que eu to falando’, com abertura de Tatá Mendonça em ‘Cega na Comédia’;

14 de março: Rodrigo Marques com abertura de Hélio de la Peña;

21 de março: Fábio Porchat em ‘Histórias do Porchat’; com abertura de Priscila Castello Branco;

28 de março: Paulinho Gogó com abertura de Thiago Bobs.

Uma iniciativa do Qualistage em parceria com Renata Castro Barbosa, o festival Humor Contra-ataca, em sua primeira edição, lotou a casa com nomes como Nany People, Flávia Reis, Rafael Portugal e outros, além de Paulinho Gogó e os Melhores do Mundo, que voltam para uma segunda dose, em uma onda de humor no Qualistage.

Os Melhores do Mundo em ‘Hermanoteu na Terra de Godah’, com abertura de Bia Guedes

31 de janeiro | sexta

Show às 21h | Abertura dos portões: 19h

Local: Qualistage

Endereço: Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ

Classificação etária: 18 anos – Menores de 18 anos, apenas acompanhados dos responsáveis legais. Sujeito a alteração por decisão judicial.

A partir de R$45,00

Vendas: https://qualistage.com.br/os-melhores-do-mundo ou na Bilheteria Oficial

Shopping Via Parque – Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca, RJ – de segunda a sábado das 11h às 20h / domingo e feriados das 13h às 20h

Em dias de shows o horário de atendimento sofre alterações. Confira a programação do local.

Meia-Entrada: A meia entrada é destinada para estudantes, jovens até 21 anos, jovens de baixa renda, professores, pessoas acima de 60 anos, PCD e funcionários da Comlurb.

Cliente Qualicorp: Desconto de 10% sobre o valor de Inteira até 2 ingressos. Taxa de Serviço: 10%

Capacidade da casa: 9 mil em pé/3.500 sentados.

(Com Rozangela Silva/BT Assessoria de Comunicação)

Exposição ‘Água (verde)’, de Antonio Ballester Moreno, é prorrogada até fevereiro na Gomide&Co

São Paulo, por Kleber Patricio

Azul Verde (2024). Fotos: Estúdio em Obra/Divulgação.

A exposição Água (verde)’, do renomado artista espanhol Antonio Ballester Moreno, que teve início em novembro de 2024 na galeria Gomide&Co, foi prorrogada até 22 de fevereiro de 2025. O público terá a oportunidade estendida de conferir essa experiência única que une arte, ciência e filosofia em uma celebração da vida e da natureza. Esta é a primeira mostra individual do artista no Brasil e a segunda vez que suas obras são exibidas no país, após sua participação na 33ª Bienal de São Paulo:  Afinidades Afetivas (2018), onde atuou tanto como artista quanto como membro da equipe curatorial, sob a curadoria geral de Gabriel Pérez-Barreiro. A curadoria e o texto crítico da exposição são assinados pela curadora e crítica de arte Taisa Palhares.

O título da mostra remete à origem da vida na Terra, há aproximadamente 3,8 bilhões de anos, quando a interação entre água e luz, sob condições atmosféricas específicas, deu origem às primeiras algas verdes, consideradas o primeiro organismo vivo do planeta. Em Água (verde), Ballester Moreno explora a noção de paisagem como um sistema interconectado, onde todos os elementos mantêm uma relação intrínseca.

A mostra apresenta um conjunto inédito de telas em grandes dimensões produzidas em acrílica sobre juta e que funcionam como um cenário integrado. O artista cria um ambiente único por meio da combinação de formas e cores, convidando o espectador a mergulhar em uma experiência sensorial e reflexiva. Segundo Taisa Palhares, “as composições evocam tanto a tradição da pintura abstrata do século 20 quanto a figuração simbólica da natureza, estabelecendo um diálogo poético que estimula a percepção do público.”

Sobre o artista

Antonio Ballester Moreno nasceu em 1977 em Madrid (Espanha), onde vive e trabalha. Estudou artes visuais na Universidad Complutense de Madrid e, posteriormente, na Universität der Künste Berlin. Realizou diversas exposições individuais em Berlim, Madri, Los Angeles e Lisboa, entre outras. Seu trabalho em mostras coletivas esteve em diversas cidades espanholas, além de Nova York, Michigan, e no Brasil, com destaque para a 33ª Bienal de São Paulo: Afinidades afetivas, na qual foi artista-curador no núcleo sentido/comum (São Paulo, 2018), entre outras. Sua obra está presente na coleção de museus e instituições como Museo de Arte Contemporáneo de Castilla y León – MUSAC (León, Espanha); Colección Ella Fontanals Cisneros – CIFO (Miami, EUA); Thyssen-Bornemisza Art Contemporary (Barcelona, Espanha); Centro de Arte Dos de Mayo – CA2M (Móstoles, Espanha); Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía – MNCARS (Madrid, Espanha) e Olbricht Collection (Berlin, Alemanha).

Sobre a Gomide&Co

Fundada em 2013 em São Paulo, a Gomide&Co conquistou uma posição de destaque nacional e internacional, com participação nas mais prestigiadas feiras de arte, nos mercados primários e secundário e uma programação conceituada de exposições rigorosamente construídas.

Entrelaçando diferentes gerações e abordagens, a Gomide&Co representa desde artistas já estabelecidos quanto nomes recentes que vêm se consolidando em trajetórias institucionais e comerciais; entre eles, Lenora de Barros, Marcelo Cipis, Maria Lira, Tiago Mestre, Julia Isidrez, Megumi Yuasa e os espólios de Francisco Brennand e León Ferrari, entre outros. No mercado secundário, artistas como Joseph Beuys, Martin Kippenberger, Antoni Tàpies, Lorenzato e Marcel Broodthaers, que foram exibidos em exposições antológicas, refletindo a preocupação curatorial da galeria em reunir obras históricas e fundamentais para o entendimento e a valorização de suas práticas.

Desde seu início, a Gomide&Co acredita na colaboração com galerias e instituições, com o objetivo de se expandir para novos lugares, levando a arte e seus artistas representados.

Serviço:

Água (verde), individual de Antonio Ballester Moreno

Local: Avenida Paulista, 2644 – São Paulo-SP

Período expositivo: De 13 de novembro de 2024 a 22 de fevereiro de 2025

Horários de visitação: segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, sábado das 11h às 17h

Entrada gratuita

http://gomide.co/ | https://www.instagram.com/gomide.co/.

(Com Carolina Amoedo/A4&Holofote Comunicação)

CAIXA Cultural São Paulo apresenta espetáculo ‘Eu Amarelo: Carolina Maria de Jesus’

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação/Colateral Comunicação.

A CAIXA Cultural São Paulo recebe a peça ‘Eu Amarelo: Carolina Maria de Jesus’, com a direção de Isaac Bernat. O espetáculo terá sua primeira apresentação no dia 25 de janeiro e seguirá nos dias 26, 30 e 31 de janeiro e nos dias 1 e 2 de fevereiro. Com dramaturgia de Elissandro Aquino, a peça, baseada na obra ‘Quarto de Despejo – Diário de uma Favelada’, apresenta um retrato contundente sobre a vida de uma das maiores escritoras negras da literatura brasileira do século XX. O projeto conta com patrocínio da CAIXA e do Governo Federal e tem entrada gratuita.

O espetáculo retrata três momentos significativos da trajetória da escritora: sua vivência na favela que deu origem aos diários, sua ascensão como fenômeno editorial e o período de esquecimento. Quase cinquenta anos após sua morte, o Brasil volta a se debruçar sobre as palavras de Carolina, que um dia afirmou: “ninguém vai apagar as palavras que eu escrevi”.

Protagonizado pela atriz Maiara Carvalho, que ecoa os versos, as histórias, conquistas e sonhos da escritora. O livro Quarto de Despejo serviu de base para a adaptação teatral e evidencia as inquietudes sociais e as experiências emocionais de quem vive na falta, além de apontar a trajetória ímpar da escritora, que deixou mais de 4.500 páginas em seus manuscritos.

Além de Quarto de Despejo, o espetáculo apresenta fragmentos de outras obras da autora, como Diário de Bitita e Casa de Alvenaria, e ainda a pesquisa biográfica e provérbios. As obras da escritora revelam nuances sobre o racismo, a desigualdade social, o feminicídio e o genocídio e só foi redescoberta na década de 1990. No exterior, porém, ela nunca deixou de ser lida e estudada, sobretudo nos Estados Unidos, onde Quarto de Despejo, traduzido como Child of the Dark, é utilizado nas escolas. “As obras de Carolina revelam nuances sobre o racismo, a desigualdade social, o feminicídio e o genocídio. São tantas camadas descortinadas por ela que não resta muito a fazer, a não ser encarar a miséria de um povo e, consequentemente, a nossa. Trazer Carolina à tona é mostrar um Brasil que ainda precisa de ajuda”, destaca o dramaturgo Elissandro de Aquino.

Oficina

O público também poderá participar de uma oficina presencial e gratuita, intitulada “O Olhar do Griot sobre o Ofício do Griot”, ministrada pelo diretor do espetáculo Eu amarelo: Carolina Maria de Jesus, Isaac Bernat, que compartilhará sua vivência com o renomado Griot Sotigui Kouyaté. A atividade acontecerá nos dias 30 e 31 de janeiro, das 9 às 13h, na CAIXA Cultural São Paulo. Serão ofertadas 30 vagas e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail viramundo@viramundo.org.

Sessão promocional e com acessibilidade em LIBRAS | A sessão do 31 de janeiro será gratuita e contará com acessibilidade em LIBRAS.

Serviço:

[Espetáculo] Eu amarelo: Carolina Maria de Jesus

Local: CAIXA Cultural São Paulo – Praça da Sé, 111, Centro, São Paulo

Horários: às 19h

Datas: 25 e 26, 30 e 31 de janeiro e 1 e 2 de fevereiro de 2025

Ingressos: gratuitos – retirada de ingressos com uma hora de antecedência do evento e limitado a um por pessoa

Classificação indicativa: livre

Informações: Fone: (11) 3321-4400/Site CAIXA Cultural/Instagram

Acesso para pessoas com deficiência

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

[Oficina] O olhar do Griot e o ofício do ator

Datas: 30 e 31 de janeiro

Horário: 9h às 13h

Local: Teatro da CAIXA Cultural Fortaleza

Inscrições gratuitas: pelo e-mail viramundo@viramundo.org

Informações: Fone: (11) 3321-4400/ Site CAIXA Cultural/Instagram.​

(Fonte: Assessoria de imprensa CAIXA) 

Margareth Menezes lança novo single ‘Ramalhete de Flor’

Bahia, por Kleber Patricio

Fotos: Lucas Assis.

Uma exaltação à vida, ao movimento, à natureza e à arte – é com essa energia que Margareth Menezes lança ‘Ramalhete de Flor’, novo single de sua autoria que chega ao streaming de música nesta sexta-feira, dia 24 de janeiro. O lançamento abre-alas para diversas ações da artista durante o verão de 2025 que passam por participações, shows, e culminam em diversas apresentações no Carnaval de Salvador.

Composta por Margareth, ‘Ramalhete de Flor’ teve letra escrita ainda no contexto pós-pandemia, inspirada pelo movimento de volta dos artistas aos palcos. “Essa volta dos shows gerou em mim uma reflexão sobre a alegria das pessoas recebendo de volta a música, o canto, a união, a alegria e, claro, a saúde que um show proporciona no povo. Então, essa canção traduz o nosso reencontro com a música na sua forma mais genuína. Com uma saudação à dança, ao movimento, ao sagrado encontro cheio de encanto do povo com nossa música, com a nossa cultura e com a energia do nosso axé”, explica Margareth Menezes. (Ouça aqui)

A música chega às plataformas três anos depois do seu último lançamento, ‘Terra Afefé’, parceria com Carlinhos Brown, lançada em 2022. Nesta saudação à vida, ‘Ramalhete de Flor’ ganha contornos solares, em um arranjo que destaca o Afropop Brasilieiro, gênero que conduz a carreira de Margareth Menezes, com contribuições eletrônicas em House Music, elementos do Afrobeat e claves sonoras do Ijexá, com acústicos percussivos de atabaques, xequerês e agogôs. Na concepção das artes que acompanham a canção, artes em cores vivas e quentes, com referências ao pôr-do-sol e ao verão.

Além da composição, Margareth Menezes assina a produção musical ao lado de Tito Oliveira, também responsável por arranjos, bateria, percussão e mixagem, e de Mano EL Xiri, também arranjo de base, guitarra e teclados. A música conta ainda com Caio Oliveira, nos arranjos, arranjo de base, percussão, beat, mixagem e masterização; Nelmario Marques, no baixo e Pururu, na percussão.
“Nós, os artistas, e suas vozes e canções, somos as flores e o povo escolhe nesse imenso jardim as flores que eles querem compor seus ramalhetes, entre poesia, música, e artes visuais. Cada um cultiva no seu jardim as flores musicais que gosta mais”, completa Margareth sobre o termo que dá nome à música.

Completando 38 anos de carreira em 2025, Margareth Menezes dá início a uma temporada potente de verão com o lançamento de ‘Ramalhete de Flor’. Além de dividir os vocais com Ivete Sangalo em seu novo EP, gravado em Salvador, na faixa ‘Deixa Merecer’, a artista já tem confirmadas na agenda a Enxaguada de Yemanjá, que participa a convite de Carlinhos Brown no dia 2 de fevereiro, uma participação com a Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba), no dia 22 de fevereiro, e uma agenda no Carnaval de Salvador com puxada de trio e shows em camarotes. Ouça Ramalhete de Flor, de Margareth Menezes.

(Com Cris Felix/Assessoria de Imprensa Margareth Menezes)

Contrabaixista pernambucano de 16 anos é destaque no 20º FEMUSC

São Paulo, por Kleber Patricio

Matheus Cabral, de Ipojuca (PE), chamou a atenção de professores do Festival Internacional de Música de Santa Catarina e busca estudar no exterior. Foto: Divulgação.

Aos 16 anos, o pernambucano Matheus Cabral é um dos destaques do curso avançado de contrabaixo do Festival Internacional de Música de Santa Catarina, que está na 20ª edição. O jovem de Ipojuca, que participa pela primeira vez do festival, conheceu a música há três anos e já demonstra potencial para formação internacional, avalia o professor Gustavo D’Ippolito. “Matheus é um menino muito jovem e aplicado e que tem um talento fora do comum. Ele ainda faz poucas aulas e já alcançou um nível muito alto. Eu acredito que com mais estrutura, apoio e orientação, ele vai chegar muito longe”. 

Desde os 13 anos, Matheus faz parte da Orquestra Criança Cidadã, um programa social que atua no bairro de Camela, em Ipojuca. Segundo ele, o projeto é uma iniciativa para levar música a comunidades carentes, muitas vezes afetadas por violência e dificuldades. O objetivo é tirar os jovens da criminalidade e das drogas por meio da música. “Entrei no projeto sem nenhuma experiência, mas com o tempo fui descobrindo uma paixão”. Por fazer o ensino médio em horário integral, ele só frequenta as aulas do projeto a cada 15 dias, mas busca impor a mesma rigidez técnica estudando o instrumento em casa.

Nos últimos três anos, o jovem tem superado os diversos desafios da jornada musical. “Quando comecei no contrabaixo, eu tinha zero habilidade e foi muito difícil – quase precisei trocar de instrumento, porque não estava conseguindo me adaptar. Um dia, fiquei bravo e decidi que ia dar um jeito de verdade, passei a estudar muito mais e consegui.”  

Matheus sonha em conquistar, no futuro, uma bolsa de estudos internacional. “Eu tinha a cabeça muito fechada, só que participar de festivais, como o FEMUSC, abriu minha mente, porque conheci pessoas de fora e os professores disseram que eu tenho muito potencial se eu estudar”, ele diz. “Minha meta agora é dar uma condição melhor para minha família e levar o nome do lugar onde eu moro para o mundo.”

Sobre o FEMUSC | Por meio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), Ministério da Cultura e Governo Federal, o FEMUSC conta com o patrocínio das empresas WEG, Rede Itaú, Grupo Elian, BTG Pactual, Duas Rodas, Martinelli Advogados e Zanotti, e o apoio das empresas Agricopel, Auto Elite, Urbano Alimentos, WPA, Unisociesc e IFSC Santa Catarina – Campus Jaraguá do Sul – Centro – Santa Catarina. O FEMUSC é uma realização da SCAR – Centro Cultural, Instituto FEMUSC e Prefeitura de Jaraguá do Sul.

(Com Ana Farias/A&Z Comunicação)