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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Theatro Municipal de São Paulo abre temporada de óperas com remontagem de ‘O Guarani’, de Carlos Gomes, e início da comemoração dos 90 anos do Quarteto de Cordas da Cidade

São Paulo, por Kleber Patricio

Remontagem de ‘O Guarani’ apresentada em 2021. Foto: Rafael Salvador.

Em fevereiro, a programação do Theatro Municipal de São Paulo abre a temporada de óperas e conta pluralidade de eventos, como o espetáculo ‘Whitacre: O véu sagrado’, o concerto Conexões Musicais – em comemoração aos 90 anos do Quarteto de Cordas da Cidade – e a estreia da remontagem de ‘O Guarani’, com libreto de Antonio Scalvini e Carlo D’Ormeville.

Nos dias 13, quinta-feira, e 14, sexta-feira, às 20h, o Coral Paulistano, sob regência de Maíra Ferreira, realiza a apresentação ‘Whitacre: O véu sagrado’, na Sala do Conservatório, da Praça das Artes, com participação do violoncelista Rafael Cesário e a pianista Rosana Civile. O repertório terá ‘The Sacred Veil’, de Eric Whitacre.

O amor, a perda e a busca por consolo são questões cruciais para todos os seres humanos e constituem o eixo poético da obra The Sacred Veil (2018), escrita por Eric Whitacre (1970) para coro a quatro vozes, piano e violoncelo. Estreada em 16 de fevereiro de 2019 no Wall Disney Concert Hall de Los Angeles sob a regência do compositor, possui texto assinado pelo poeta e romancista Charles Anthony Silvestri (1965), sua esposa Julie Silvestri e pelo próprio Whitacre. Dividida em 12 partes, a composição é dedicada a Julie, que faleceu no ano de 2005 em decorrência de um câncer de ovário. Os ingressos custam R$35, a classificação é livre e duração de aproximadamente 60 minutos, sem intervalo.

Saguão do Theatro Municipal. Foto: Larissa Paz.

No dia 13, terça-feira, às 16h, acontece a Conversa de Bastidor, no Salão Nobre, com participantes a serem anunciados. A Conversa de Bastidor promove debates que exploram as experiências da criação artística e o contexto cultural das óperas da temporada. Os ingressos são gratuitos, a classificação é livre e a duração, de 60 minutos.

A temporada das óperas abre com O Guarani, de Carlos Gomes, com libreto de Antonio Scalvini e Carlo D’Ormeville. As apresentações acontecem em fevereiro, nos dias 15 e 16 às 17h, e dias 18, 19, 21, 24 e 25, às 20h. A remontagem da obra, que foi sucesso de crítica e público em 2023, com concepção de Ailton Krenak, direção musical de Roberto Minczuk e direção cênica de Cibele Forjaz (Teatro Oficina Uzyna Uzona e Cia. Livre), direção artística e cenografia de Denilson Baniwa, direção artística e figurino de Simone Mina, e dramaturgismo de Ligiana Costa. O espetáculo tem participação da Orquestra Sinfônica Municipal, do Coro Lírico Municipal e da Orquestra e Coro Guarani do Jaraguá Kyre’y Kuery.

No elenco de solistas, nos dias 15, 18, 21 e 25 estão confirmados Enrique Bravo como Peri, Laura Pisani como Ceci, e Bongani Justice Kubheka como Gonzales. Já nos dias 16, 19 e 24, teremos Marcello Vannucci como Peri, Maria Carla Pino Cury, Ceci e David Marcondes como Gonzales. E em todas as datas Lício Bruno será o Cacique e David Popygua será Peri Eté (ator), e Zahy Tentehar como Onça Pajé, nos dias 15, 16, 18, 19, e Araju Ara Poty como Onça Pajé, nos dias 21, 24, 25. Adaptada do romance de mesmo nome do escritor José de Alencar, O Guarani narra uma história de amor, em que a jovem Cecília, filha de um nobre português, se apaixona por Peri, um indígena guarani. Os ingressos custam de R$33 a R$210, a classificação é de 12 anos e a duração de 180 minutos, com intervalo.

Quarteto de Cordas. Foto: Larissa Paz.

No dia 20, quinta-feira, às 20h, na Sala do Conservatório, da Praça das Artes, o Quarteto de Cordas da Cidade apresenta Conexões Musicais, sua primeira apresentação do ano em celebração aos seus 90 anos de existência. Com a participação de Betina Stegmann e Nelson Rios nos violinos, Rafael Cesario no violoncelo e Marcelo Jaffé na viola. Uma celebração a gênese e a vocação desse corpo artístico: unindo clássico e popular e com obras dedicadas ao Quarteto, o programa reverencia os ideais estéticos de Mário de Andrade, responsável pela criação do grupo, em 1935, e sua missão de fomentar a produção brasileira para essa formação. Por diferentes ângulos, as peças dialogam com o Movimento Armorial, corrente liderada por Ariano Suassuna que, a partir dos anos 1970, buscava produzir uma nova arte brasileira inspirada nas raízes da cultura do Nordeste.

O repertório terá Cantiga, Baião e Frevo, de Hercules Gomes (dedicado ao Quarteto), Quarteto Nordestinados, de Clóvis Pereira (dedicado ao Quarteto) e Quarteto nº 2, de César Guerra-Peixe (dedicado ao Quarteto). Os ingressos custam R$35, a classificação é livre e a duração, de aproximadamente 60 minutos sem intervalo. Mais informações disponíveis no site.

(Com Letícia Santos/Assessoria de imprensa do Theatro Municipal)

Ópera de Arame recebe Hermanos Gutierrez para show da turnê Sonido Cósmico

Curitiba, por Kleber Patricio

Curitiba Jazz Sessions apresenta estreia brasileira da dupla suíço-equatoriana em uma noite de ritmos envolventes. Fotos: Divulgação.

No dia 11 de abril, a atmosfera da Ópera de Arame será palco de um encontro especial entre a música e a sensibilidade artística dos Hermanos Gutiérrez. A dupla suíço-equatoriana, conhecida por suas composições instrumentais hipnotizantes e pela fusão de influências latinas, faz sua estreia em solo brasileiro com a turnê do álbum Sonido Cósmico. O show integra a programação do Curitiba Jazz Sessions, projeto que tem se consolidado como uma das principais plataformas de jazz e música instrumental no Brasil.

Com mais de 3 milhões de ouvintes mensais no Spotify, os irmãos Alejandro e Stephan Gutiérrez vêm conquistando o público global com suas composições. Seu quinto álbum de estúdio, ‘El Bueno y El Malo’, foi indicado ao prêmio de Álbum do Ano no American Music Honors & Awards 2023. Além disso, o produtor Dan Auerbach, que trabalhou no disco, recebeu uma indicação ao 65º Grammy Awards Anual na categoria Produtor do Ano, Não Clássico.

Agora, em turnê mundial com o mais recente álbum, ‘Sonido Cósmico’, os Hermanos Gutiérrez continuam a encantar plateias ao redor do mundo. A apresentação na capital será uma oportunidade imperdível de vivenciar o seu som, que mistura delicadeza e profundidade.

O Curitiba Jazz Sessions reforça sua missão de proporcionar experiências musicais inesquecíveis, trazendo ao Brasil artistas que dialogam com a riqueza e a diversidade do jazz contemporâneo. A apresentação promete transportar a plateia para um universo onde cada acorde conta uma história e cada nota ressoa com emoção.

A apresentação está agendada para 11 de abril, às 19h, na Ópera de Arame (Rua João Gava, 970 – Abranches, Curitiba, PR). Os últimos ingressos do primeiro lote podem ser adquiridos pelas plataformas Cheers e EventRid. Não perca a oportunidade de vivenciar essa jornada musical única.

(Com Ana/P+G Comunicação)

Escola de Música do Parque Ibirapuera abre inscrições para curso que promete imersão prática no mundo do canto

São Paulo, por Kleber Patricio

Escola de Música do Parque Ibirapuera. Foto: Divulgação/Urbia Parques.

Para quem é cantor de chuveiro e sonha em soltar a voz em público sem medo, o curso ‘De Tudo Se Faz Canção’, da Escola de Música do Parque Ibirapuera, é a oportunidade perfeita para participar de um grupo e acolhedor e descobrir o prazer de cantar com plateia. Com início previsto para 10 de março de 2025, a formação não exige experiência prévia e promete uma imersão prática no mundo da música. As inscrições podem ser realizadas por meio de formulário.

O programa oferecerá um conteúdo diversificado, que inclui tanto o desenvolvimento da técnica vocal, quanto a experiência prática de cantar em grupo, além de elementos introdutórios da linguagem musical. Os alunos desenvolverão sua voz por meio de aulas práticas abordando emissão, projeção e respiração, além de aprender fundamentos de ritmo, melodia e percepção musical. Por meio de exercícios de consciência corporal, o curso também prepara os participantes para uma performance de palco competente. E, para encerrar, os estudantes também viverão a emoção de se apresentar no icônico Auditório Ibirapuera.

A formação será conduzida pelo regente Daniel Reginato, educador, artista e pesquisador de música nos múltiplos contextos educacionais. Com ampla experiência no ensino musical, tanto para crianças, quanto para adultos, em escolas regulares e vocacionais, Reginato tem como foco as experiências de intersecção entre a música e outras linguagens. Utilizando o canto como sua paixão e ferramenta de trabalho, ele tem se destacado na prática profissional como regente de coral. Daniel é mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) e bacharel em Música pela Universidade de São Paulo (ECA/USP) e leva para o curso uma bagagem de conhecimento e sensibilidade pedagógica que promete enriquecer a experiência de cada aluno.

O curso é destinado a pessoas com idade a partir de 18 anos. Para garantir o acompanhamento individualizado, avaliações periódicas serão realizadas para medir o progresso dos estudantes nos aspectos de técnica vocal, percepção musical e domínio do repertório. As aulas serão semanais e acontecerão na sede da Escola de Música do Parque Ibirapuera, às segundas-feiras, das 19h30 às 21h30, totalizando 16 encontros, além de ensaios e uma apresentação final.

Curso De Tudo Se Faz Canção

Data de início: 10 de março de 2025

Horário: das 19h30 às 21h30

Local: Escola de Música do Parque Ibirapuera

Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral – Parque Ibirapuera – Portão 2 – São Paulo, SP

Público: maiores de 18 anos

Inscrições: via formulário

Valor: 10% de desconto para os 16 primeiros inscritos, totalizando 6x de R$390. Para os demais, o valor passa a ser 6x de R$433,33.

(Com Mylena Zintl Rodrigues/Máquina Cohn & Wolfe)

Exposição dos artistas Bárbara Wagner & Benjamin de Burca abre para visitação a partir de 20 de fevereiro no Sesc Avenida Paulista

São Paulo, por Kleber Patricio

Bárbara Wagner & Benjamin de Burca, Espelho do Poder, 2025 (still).

‘Espelho do Poder’ é o título da exposição concebida como um show audiovisual pela dupla de artistas Bárbara Wagner & Benjamin de Burca especialmente para o Sesc Avenida Paulista. Com curadoria geral de Clarissa Diniz e curadoria de acessibilidade e coordenação do projeto educativo pelo coletivo alingua, a mostra parte de uma reflexão sobre as políticas do olhar e as práticas de espelhamento presentes em ‘Swinguerra’ (2019) e ‘One Hundred Steps’ (Cem Degraus, 2020).

Os filmes serão exibidos como um espetáculo, no qual o público será conduzido pela voz da mestra de cerimônias Indra Haretrava, que comenta as obras da dupla, seus contextos e métodos. Com audiodescrição, legendagem e videolibras, Espelho do Poder ficará disponível para visitação de 20 de fevereiro a 3 de agosto de 2025, no Sesc Avenida Paulista (5º andar).

Wagner & de Burca são conhecidos por realizar filmes experimentais que investigam manifestações artísticas não hegemônicas. Concebidas como ambientes e instalações, suas obras em audiovisual sempre trazem a música como fio condutor das narrativas híbridas, que navegam pelos gêneros do documentário e da ficção, colocando em evidência práticas culturais, como o brega, o funk, o gospel, o hip-hop e o agitprop.

Elemento central de sua metodologia é a colaboração – em seus filmes, os protagonistas respondem por elaborar e reencenar suas próprias formas de representação diante da câmera. Essa abordagem colaborativa não apenas traz profundidade às suas narrativas, mas também questiona a relação tradicional entre artista e sujeito retratado, dissolvendo barreiras e ampliando o campo de representação cultural. Sobre este processo, a curadora comenta: “Encarando a lente da câmera como espelho, reflexivamente, cada participante agencia sua própria recriação como personagem e integra a roteirização dos filmes em diálogo com Wagner & de Burca. Um método de trabalho que instiga trocas entre os artistas e as perspectivas poético-políticas que a criação coletiva dos filmes faz aproximar”.

Ainda acerca do movimento colaborativo, a equipe do coletivo alingua ressalta que seu procedimento envolve o reconhecimento das especificidades das exposições para o desenvolvimento de projetos de educativo e acessibilidade estética. Em ambos os casos, a proposta é ampliar os caminhos de comunicação dentro do contexto de cada exposição. Nesse processo, essas dimensões se entrelaçam, tornando difícil definir onde uma começa e a outra termina, como partes distintas de um só corpo.

A mostra conta ainda com direção de arte e projeto expográfico de Juliana Godoy, luz de Anna Turra, design do Estúdio Margem, música de Carlos Sá e dramaturgia de João Turchi.

Sobre as obras

Swinguerra (2019)

O trabalho foi desenvolvido em estreita colaboração com grupos de dança da periferia do Recife, acompanhando sua intensa rotina de ensaios para competições em torno de ritmos como a swingueira, o brega funk e o passinho. Com a performatividade de traços provocativos e por vezes bélicos, esses gêneros musicais reinventam a resistência cultural e política das comunidades ao atualizarem suas memórias por meio do ritmo, da dança e da poesia.

One Hundred Steps (Cem Degraus, 2020)

O filme reencena visitas guiadas a casas-museus das elites inglesas e francesas, confrontando sua riqueza e poder por meio da presença dos corpos, das vozes e da musicalidade daqueles historicamente expropriados por essas elites. Dessa forma, profana a suposta sacralidade desses ambientes, onde a barbárie colonial se disfarçou de patrimônio cultural.
O trabalho faz referência à obra de Bob Quinn – cineasta irlandês cujas produções se dedicaram a desconstruir o imaginário eurocêntrico hegemônico e a aprofundar o papel que as culturas norte-africanas desempenharam na formação da cultura irlandesa.

Sobre os artistas

Bárbara Wagner (Brasília, 1980) & Benjamin de Burca (Munique, 1975)

Trabalhando em parceria há mais de uma década, Wagner & de Burca vêm produzindo filmes e videoinstalações em diálogo com outros artistas e coletivos ligados ao som e à cena. A dupla desenvolveu um método de pesquisa a partir da investigação e observação documental, construindo a direção, o roteiro, os figurinos e as trilhas sonoras em colaboração com os protagonistas de cada projeto. Essa maneira horizontal de trabalhar é crucial para veicular o conteúdo frequentemente urgente, social e historicamente determinado, da investigação audiovisual da dupla. Em suas abordagens do fazer artístico permanecem os tipos sociais e dinâmicas de atrito político como elementos formadores do discurso.

Wagner & de Burca participaram de bienais como o 33º Panorama de Arte Brasileira (2013) e 32ª Bienal de São Paulo (2016). Em 2017, participaram da decenial Skuptur Projekte (Münster, Alemanha) e do 20º Festival Sesc VideoBrasil. Em 2019, representaram o Brasil na 58ª Bienal de Veneza. Seus filmes já foram apresentados em diversas edições do Festival Internacional de Cinema de Berlim (67ª, 68ª, 69ª e 71ª Berlinale) e foram instalados em mostras individuais no New Museum (New York, USA) e MASP (São Paulo, Brasil).

Sobre a curadora

Clarissa Diniz é curadora e escritora especializada em arte, com longa trajetória acadêmica e profissional. Graduada em Educação Artística/Artes Plásticas pela UFPE, mestre em Artes pela UERJ e doutoranda em Sociologia e Antropologia pela UFRJ, atuou como gerente de conteúdo do Museu de Arte do Rio (MAR) entre 2013 e 2018, desenvolvendo importantes projetos curatoriais. Editora da Tatuí, revista de crítica de arte (2006-2015), contribuiu significativamente para a crítica de arte no Brasil. É autora e coautora de obras como Crachá: Aspectos da legitimação artística (2008) e Crítica de arte em Pernambuco: escritos do século XX (2012). Dentre suas curadorias, destacam-se exposições como Do Valongo à Favela: imaginário e periferia (MAR, 2014), Dja Guata Porã: Rio de Janeiro Indígena (MAR, 2017) e A Nordeste (Sesc 24 de Maio, 2019). Participou como curadora assistente do Programa Rumos Artes Visuais (2008-2009) e integrou o Grupo de Críticos do Centro Cultural São Paulo (CCSP).

Sobre o Sesc São Paulo

O Sesc – entidade privada com finalidade pública, criada por iniciativa do empresariado do setor de comércio de bens, serviços e turismo – tem como missão contribuir para a qualidade de vida dos trabalhadores dessas categorias, seus dependentes, e da sociedade em geral. Fundada em 1946, desde então a instituição tem elaborado propostas que efetivam uma atuação educativa continuada no campo da cultura em sua diversidade. No estado de São Paulo, o Sesc conta com uma rede de 43 unidades operacionais, incluindo centros culturais e esportivos, um cinema e um centro especializado em ações formativas na área de gestão cultural, além de quatro unidades com atividades não-presenciais: Sesc Digital, SescTV, Edições Sesc e Selo Sesc. Oferece, ademais, ações em turismo social, programas de saúde, educação para sustentabilidade, para a diversidade e para acessibilidade, alimentação, programas especiais para crianças, jovens e pessoas idosas, além do Sesc Mesa Brasil – programa institucional de combate à fome e ao desperdício de alimentos. O Sesc desenvolve, assim, uma ação de educação não formal permanente com o intuito de valorizar as pessoas ao estimular a autonomia, a convivência e o contato com expressões e modos diversos de pensar, agir e sentir.

Saiba mais sobre o Sesc São Paulo em sescsp.org.br.

Serviço:

Exposição Espelho do Poder

Visitação: 20 de fevereiro a 3 de agosto, no horário de funcionamento da unidade – terça a sexta, das 10h às 21h30; sábados, das 10h às 19h30; domingos e feriados, das 10h às 18h30

Agendamento para grupos: expo.avenidapaulista@sescsp.org.br

Local: Arte I (5º andar) Mezanino I (6º andar)

Recursos de acessibilidade: audiodescrição, legendas, mesa tátil, piso podotátil, vídeo libras

Grátis | 12 anos

Sesc Avenida Paulista

Avenida Paulista, 119, Bela Vista, São Paulo, SP

Fone: (11) 3170-0800

Transporte público: Estação Brigadeiro do Metrô – 350m.

(Com Fernanda Porta Nova/Assessoria de Imprensa Sesc Avenida Paulista)

‘Tesouros da Terra’, exposição inédita em São Paulo, apresenta a inovação, tecnologia e a ciência que estão por trás do desenvolvimento da agricultura

São Paulo, por Kleber Patricio

Exposição Tesouros da Terra – Sementes da Inovação terá vários espaços com informações e atividades interativas sobre o mundo Agro. Fotos: Divulgação.

A exposição ‘Tesouros da Terra, semente da inovação’ chega em São Paulo com o propósito de despertar a consciência da sociedade para os desafios da segurança alimentar em 2050, quando o mundo, de acordo com a ONU, será habitado por 9,7 bilhões de pessoas e haverá a necessidade de aumentar em 60% a produção de comida e ainda superar tantos desafios climáticos previstos por especialistas. Tesouros da Terra é uma iniciativa cultural idealizada e produzida pela YABÁ Consultoria, especializada em ESG. O projeto é realizado com patrocínio da GDM via Lei Federal de Incentivo à Cultura e apresenta de forma leve e didática as biotecnologias que estão sendo utilizadas no campo tornando a agricultura cada vez mais produtiva e sustentável.

Em uma jornada de conhecimento, os visitantes irão compreender sobre o DNA das plantas e como a agricultura tem se modernizado com o uso de diferentes tecnologias de gestão e informação, incluindo a inteligência artificial. A exposição é uma experiência imersiva, um programa para toda a família que trata da chegada dos imigrantes ao Brasil como ponto de partida unindo, de forma sensível, nostalgia e inovação. Enquanto por um dos dispositivos interativos mostra a realidade do campo nos dias de hoje, por outros são apresentadas as histórias de agricultores rurais e de seus familiares que dedicam suas vidas nas lavouras de soja, milho e trigo, entre outros cultivos.

Maquete com todos os espaços criados para interação dos visitantes numa exposição que vai mostrar ‘da enxada ao drone’ as inovações do segmento Agro.

Da enxada aos drones, os visitantes têm a oportunidade de vivenciar a lavoura sob a ótica da agricultura de precisão e produtiva do século XXI. A biotecnologia e o trabalho dos cientistas também são apresentados em uma jornada que envolve diferentes etapas: desde pesquisa, desenvolvimento em ambiente de laboratório e análise no campo, até averiguar se as sementes estão adequadas para serem multiplicadas e comercializadas, gerando grande impacto na sociedade. Jogos e experiências táteis também apresentam o dia a dia de profissionais que se dedicam ao campo, desde biotecnólogos, agrônomos e bioquímicos, entre outras formações que são, inclusive, absorvidas por empresas que atuam no segmento do agronegócio. “A exposição Tesouros da Terra faz um convite para olharmos para o futuro. O ODS 2 (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) destaca como meta acabar com todas as formas de fome e má nutrição até 2030. Conectar a arte à um tema tão complexo é fundamental para que a sociedade compreenda as oportunidades da biotecnologia, bem como a importância do melhoramento genético das plantas para assegurar a alimentação da polução daqui a 30 anos”, explica a produtora cultural Andrea Moreira da YABÁ Consultoria.

Serviço:

Exposição Tesouros da Terra – Sementes da inovação

Data: de 20 de fevereiro a 20 de abril | Horário: das 9h30 às 18h30

Local: Biblioteca de São Paulo (Avenida Cruzeiro do Sul, 2630 – Santana) – referência: dentro do Parque da Juventude – Obs: a Biblioteca não abre às segundas-feiras

Site.

Sobre a YABÁ Consultoria, proponente cultural e idealizadora do projeto | Criada em 2013, a Yabá Consultoria é especializada no ‘s’ do ESG, em que os aspectos ambientais, sociais e de governança são estratégicos para a gestão de empresas ou organizações sociais. A sua fundadora Andrea Moreira, mestre em Gestão Humana e Social com mais de 20 anos na área de Sustentabilidade, dedica-se a integrar temas complexos à projetos artísticos-culturais levando informação de qualidade e experiência imersivas para diferentes públicos de empresas que destinam parte dos impostos para iniciativas socioculturais. A consultoria customiza projetos culturais alinhando estratégias corporativas, interesses da sociedade e as políticas públicas, contribuindo assim para que os impostos sejam utilizados de forma eficaz e com acesso gratuito à população.

Sobre a GDM Genética – empresa incentivadora | GDM é um grupo global que pesquisa, desenvolve e comercializa produtos com propriedade intelectual em genética de plantas de cultivos extensivos. Está presente no Brasil há 20 anos e na Argentina desde 1982. Opera em 15 países com 3.400 colaboradores. A GDM apoia o Projeto Tesouros da Terra – Sementes da Inovação via Lei Federal de Incentivo à Cultura.

(Com Mara Ribeiro)