Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

Antonia Frering realiza live com Carolina Larriera, viúva de Sergio Vieira de Mello

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Nesta segunda feira (29), a atriz Antonia Frering conversará em seu Instagram com Carolina Larriera, economista e ativista pelos Direitos Humanos e viúva do diplomata Sergio Vieira de Mello, cuja biografia foi retratada no filme Sergio, da Netflix, estrelado por Wagner Moura.

Resiliência, diplomacia e o papel da mulher serão alguns dos temas abordados nesse bate-papo entre as duas.

Sobre Antonia Frering

Nascida no Rio de Janeiro, Antonia Frering é filha do empresário Antônio Alfredo Mayrink Veiga com Carmen Mayrink Veiga, socialite carioca referência em estilo – nos anos 1980, fez parte da seleta lista de pessoas mais bem-vestidas do mundo da revista americana Vanity Fair.

Antônia descobriu a vocação de atriz há cerca de vinte anos, quando morava em Londres com a família. O filho do meio, Lorenzo – que na época tinha 13 anos e seus irmãos Guilherme, 15, e Maria, 9 – queria fazer um curso de teatro e não podia ir sozinho. Como teria que levá-lo e buscá-lo, aproveitou para se matricular nas aulas também. Assim que pisou no palco pela primeira vez, teve certeza de que era aquilo que queria fazer: lembrou-se imediatamente da infância, quando o passatempo preferido era encenar e escrever pequenas peças, além de dançar nos espetáculos do colégio.

Antônia é casada com Guilherme Frering e mãe de três filhos, Maria Teresa, Guilherme e Antônio Lorenzo. Esposa e mãe dedicada e atriz talentosa, Antônia é prova de que sempre é tempo de perseguir a felicidade. Atualmente, Antonia tem feito conteúdos estratégicos em seu perfil no Instagram, que já acumula mais de 70mil seguidores. Em suas lives, aborda sobre assuntos que fazem parte do seu dia a dia, como saúde, beleza, bem-estar, wellness, moda e comportamento.

Sobre Carolina Larriera

Carolina tem uma década de experiência trabalhando nas Nações Unidas, na sede em Nova York e em Operações de Manutenção da Paz da ONU. No Timor-Leste, ela esteve envolvida no desenvolvimento de pequenas divisões do governo e na sua consequente transformação em ministérios de pleno direito. Para o recém-criado Ministério de Finanças, ela estabeleceu o primeiro escritório alfandegário do país e constituiu 12 postos alfandegários na fronteira com a Indonésia (West Timor). Também treinou uma equipe de 50 pessoas e lançou o primeiro programa de gerenciamento para o recém-criado Serviço Público Civil. A sua missão terminou o com a declaração da independência de Timor-Leste, em 20 de maio de 2002.

Enquanto no Timor-Leste, Carolina também executou um projeto para o Banco Mundial, o SEP (Small Enterprises Project) do TFET (Trust Fund for East Timor), estabeleceu a primeira iniciativa de microcrédito no Timor-Leste e distribuiu mais de 400 projetos desde a indústria de processos de fabricação, até o transporte de passageiros.

A sua seguinte missão política com a ONU foi em Bagdá, durante a guerra dos EUA no Iraque. Após a queda de Saddam Hussein, ela organizou a primeira Conferência Internacional de Justiça em Transição (Transitional Justice) em Bagdá, com a participação de mais de 20 ONGs internacionais, no início de julho de 2003.

Trabalhou desenvolvendo políticas públicas para a empregabilidade e os direitos econômicos das viúvas, como parte do portfólio da ONU de direitos humanos.

Ela também coordenou os preparativos para a primeira Conferência Internacional de Doadores para o Iraque (suspendida pelo atentado). Carolina sobreviveu ao ataque terrorista no escritório da ONU em Bagdá, em 2003 e teve que lutar contra o PTSS (Síndrome do Estresse Pós-Traumático).

Data: 29/6

Horário: 17h

Local: live no perfil de Antonia Frering @antoniafrering com @carolina.larriera.

Indaiatuba Clube comemora aniversário com live no dia 4 de julho

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Os 63 anos de fundação do Indaiatuba Clube serão comemorados de uma maneira diferente. Em virtude da quarentena decretada por conta da pandemia do novo Coronavírus, que impede a realização de eventos com aglomeração de pessoas, a Diretoria Executiva optou pela realização de uma live que será transmitida pelo canal do IC no Youtube (https://youtu.be/XKa_7s-sGzI) a partir das 20h do sábado, dia 4 de julho.

A comemoração terá como atração principal a banda 4Head, que vai tocar o melhor do pop rock nacional, internacional e clássicos. Durante a live, membros do Conselho Deliberativo e da Diretoria vão parabenizar o Clube, imagens históricas do IC serão apresentadas e o tradicional corte do bolo de aniversário será feito ao vivo. O show será feito dentro do Espaço Órion e terá duração de duas horas.

Segundo o presidente do IC, Paulo Finatti, essa foi a maneira encontrada para que a data seja lembrada e os associados possam participar. “Todo ano o aniversário do Indaiatuba Clube é muito comemorado pelos diretores, conselheiros e associados. As festas de aniversário do IC sempre foram eventos marcantes dentro do nosso calendário de eventos e não poderíamos deixar a data ser esquecida. Por isso, tivemos a ideia de fazer a live e permitir que todos os associados e simpatizantes do Indaiatuba Clube possam celebrar com a gente os 63 anos de fundação”.

Exemplo da importância da data para os associados, o evento já estava programado para este ano. “Infelizmente, por conta de todos os desdobramentos da pandemia do novo Coronavírus, nós tivemos que adiar o show dos Titãs, que seria o grande evento em comemoração ao aniversário do Clube, programado para acontecer no dia 18 de julho (a nova data será confirmada). Porém, mesmo com todas as adversidades, nós vamos conseguir comemorar juntos, cada um na sua casa”.

Fiocruz anuncia acordo para produção de vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Crédito da foto: Ana Limp.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) firmará acordo com a biofarmacêutica AstraZeneca para compra de lotes e transferência de tecnologia da vacina para Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford. O acordo será resultado da cooperação entre o governo brasileiro e a biofarmacêutica, anunciado neste sábado (27/6) pelo Ministério da Saúde.

Trata-se de uma encomenda tecnológica em que a instituição adquire o produto antes do término dos ensaios clínicos previstos, em função do movimento global de mobilização e para aquisição de vacinas. O acordo com a biofarmacêutica prevê duas etapas de produção. A primeira consiste na produção de 30,4 milhões de doses antes do término dos ensaios clínicos, o que representaria 15% do quantitativo necessário para a população brasileira, ao custo de 127 milhões de dólares. O investimento inclui não apenas os lotes de vacinas, mas também a transferência de tecnologia para que a produção possa ser completamente internalizada e nacional. “A produção dessa vacina é mais uma importante iniciativa da Fiocruz, que, combinada a outras ações, poderá contribuir para o enfrentamento da pandemia de Covid-19. Como instituição estratégica do Estado brasileiro, carregamos 120 anos de experiência e atuação na saúde pública. Num momento como esse, de emergência sanitária, já temos uma infraestrutura robusta e com capacidade produtiva para incorporar novas tecnologias e introduzir novas vacinas rapidamente no Sistema Único de Saúde (SUS). Isso é resultado direto desse acúmulo e de todo o investimento que se fez na Fiocruz nos últimos anos, especialmente na atualização de seu parque tecnológico”, destaca a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima.

A expectativa da AstraZenica é de que um primeiro lote, com 15,2 milhões de doses, possa ser produzido até dezembro de 2020 e outro lote, com as 15,2 milhões de doses restantes, possa ser entregue em janeiro de 2021. Após essa produção, ainda seriam necessárias etapas de registro e validação antes de uma possível distribuição.

Nesse momento, a Fiocruz já teria capacidade de executar todo o processamento final da vacina a partir do recebimento do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) da AstraZeneca, contemplando as etapas de formulação, envase, rotulagem, embalagem e controle de qualidade. Em paralelo, a Fundação deverá fazer as adequações necessárias em suas instalações para incorporar a produção do IFA, de modo a se tornar autossuficiente em todas as fases do processo. A previsão é de que a incorporação completa do IFA possa ser concluída nos primeiros meses de 2021.

Ao término dos ensaios clínicos e com a eficácia da vacina comprovada, o acordo prevê uma segunda etapa, com a produção de mais 70 milhões de doses, ao preço de custo de 2,30 dólares por dose. “Caso a vacina se mostre realmente eficaz, por sermos uma referência na região e termos larga capacidade produtiva, o acordo com a AstraZenica ainda nos coloca a possiblidade de sermos responsáveis pelo fornecimento da vacina para a América Latina”, acrescenta a presidente da Fiocruz.

Por designação do Ministério da Saúde, como a instituição com capacidade de avaliar tecnologias, a Fiocruz vem realizando análises prospectivas de diversos projetos de vacinas que estão sendo desenvolvidos pelo mundo nos últimos meses, considerando também os riscos associados a cada uma delas. “Nosso foco tem sido em vacinas em estágio mais avançado, com potencial tecnológico para atender às demandas do Ministério da Saúde e que utilizem plataformas que possam vir a ser reaproveitadas para outras emergências. A vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford atende a esses critérios. Isso significa que, como não estamos apenas comprando os lotes de vacinas e sim internalizando a produção, caso ela não se mostre eficaz após os ensaios clínicos, ainda assim poderemos aproveitar essas novas plataformas tecnológicas adquiridas e aprimoradas para outras linhas de produção”, comenta o vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Marco Krieger.

40 milhões de doses mensais

A Fiocruz tem capacidade de atuar imediatamente nas etapas de formulação e processamento final da vacina por meio de seu Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), podendo chegar a produção de 40 milhões de doses mensais sem prejudicar qualquer outra linha de produção atual, considerando a estrutura já instalada e o aumento da produtividade, calculado por meio do estabelecimento de novos turnos de trabalho e do rearranjo das atividades produtivas.

Segundo o diretor de Bio-Manguinhos, Mauricio Zuma, “o estabelecimento do acordo pelo governo brasileiro é fundamental para garantir a disponibilidade de doses para o país tão logo se chegue ao registro da vacina. E Bio-Manguinhos possui competência tecnológica e capacidade industrial para abastecer o SUS rapidamente e incorporar a tecnologia, de modo a garantir a soberania nacional em relação a este imunobiológico essencial para o combate à pandemia”.

A vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford foi desenvolvida através da plataforma tecnológica de vírus não replicante (a partir do adenovírus de chimpanzé, obtém-se um adenovírus geneticamente modificado por meio da inserção do gene que codifica a proteína S do vírus SARS-COV-2). Embora seja baseada uma nova tecnologia, esta mesma plataforma já foi testada anteriormente para outras doenças, como, por exemplo, nos surtos de ebola e MERS (síndrome respiratória do Oriente Médio causada por outro tipo de coronavírus), e é semelhante a outras plataformas de Bio-Manguinhos/Fiocruz, o que facilita a sua implantação em tempo reduzido.

Atualmente, a instituição atende às demandas do Programa Nacional de Imunização (PNI/MS) com o fornecimento de 7 vacinas, que imunizam contra 8 doenças – febre amarela, pneumonia, poliomielite, rotavírus, sarampo, caxumba, rubéola e varicela.

Vacina está em estudo no Brasil

Considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um dos projetos mais promissores até o momento, a vacina está em fase 3 dos ensaios clínicos, que é a última etapa de testes em seres humanos para determinar sua segurança e eficácia.

Estudos preliminares das fases 1 e 2 demostraram que a vacina apresenta respostas imunológicas promissoras. Na fase 3, a vacina tem sido testada em diversos países. No Brasil, o protocolo prevê 2 mil participantes recrutados em São Paulo, pela Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp) e, no Rio de Janeiro, pelo Instituto D’Or. O estudo avalia o chamado “esquema vacinal”: um grupo recebe uma dose da vacina e outro recebe duas doses, sendo a segunda dose administrada 4 semanas após a primeira. O estudo deve ser ampliado no Brasil para 5.000 participantes. Há uma expectativa de que já haja resultados preliminares dessa fase em outubro ou novembro deste ano.

Especialistas avaliam que a realização de estudos clínicos no país será muito importante para determinar a eficácia da vacina na população brasileira. “A população brasileira tem caraterísticas próprias e temos avançado muito na pesquisa clínica. É importante testarmos as vacinas considerando tanto as variações genéticas da nossa população, como as variantes de vírus que têm circulado no país. Isso vai nos garantir uma segurança muito maior do que se tivéssemos incorporando uma vacina testada em outras condições e com outro perfil de população”, comenta Krieger.

Desenvolvimento de vacina nacional

A Fiocruz atua também em outras iniciativas na busca por um imunizante, como em seus dois projetos de desenvolvimento:

– Vacina sintética, com base em peptídeos antigênicos de células B e T – ou seja, com pequenas partes de proteínas do vírus capazes de induzir a produção de anticorpos específicos para defender o organismo contra agentes desconhecidos – neste caso, o Sars-CoV-2; e

– Vacina com a plataforma de subunidade (que utiliza somente fragmentos de antígenos capazes de estimular a melhor resposta imune), que testa diferentes construções da proteína S, a principal proteína para a ligação do vírus Sars-CoV-2 nas células do paciente, responsável pela geração de anticorpos protetores/neutralizantes.

Além disso, a Fiocruz está desenvolvendo uma vacina que utiliza o vírus da influenza como vetor vacinal para gerar resposta imunológica. Com esse processo, uma das possibilidades é desenvolver uma vacina bivalente, que possa ser usada contra influenza e contra o novo coronavírus.

Essas ações dão materialidade ao papel estratégico da instituição pública no estabelecimento da autossuficiência nacional na produção de insumos para a saúde.

Saiba mais: facebook.com/oficialfiocruz.

Cantora, pianista e atriz, Cida Moreira se apresenta em live no Festival #CulturaEmCasa nesta segunda (29)

São Paulo, por Kleber Patricio

Crédito da foto: divulgação.

Cida Moreira fará live na plataforma de streaming e vídeo Cultura Em Casa nesta segunda-feira, 29 de junho, às 21h30. A plataforma foi criada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerida pela Organização Social Amigos da Arte e os conteúdos podem ser assistidos gratuitamente por televisão, computador, tablets e celulares. O acesso é por meio do site http://www.culturaemcasa.com.br.

Em sua live no Festival #CulturaEmCasa, a artista apresentará o show Soledade Solo, que tem ligação direta com o álbum homônimo gravado na Casa de Francisca. A apresentação trará a já conhecida identidade multifacetada de Cida Moreira.

Serviço:

Festival #CulturaEmCasa

Live Cida Moreira

29 de junho (segunda-feira) às 21h30

Site: www.culturaemcasa.com.br

Redes Sociais:

http://www.facebook.com/culturaemcasasp/

http://www.instragram.com/culturaemcasasp/

http://twitter.com/culturaemcasasp.

Casa Guilherme de Almeida apresenta lançamento de obras estrangeiras pela ótica dos tradutores brasileiros

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: André Hoff.

O Centro de Estudos de Tradução Literária da Casa Guilherme de Almeida apresenta, a partir de julho, o Ciclo “Livro Falado”, uma série de lançamentos de obras estrangeiras dos gêneros teatro, poesia e romance pela ótica de quem as traduziu para o português do Brasil. A Casa Guilherme de Almeida integra a Rede de Museus-Casas Literários da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo e é gerenciada pela Poiesis.

Por meio de encontros gratuitos e via Google Meet, às quintas-feiras, das 19h às 21h, o público interessado poderá entrar em contato com os processos de trabalho dos profissionais que traduziram obras de escritores como Johann Wolfgang von Goethe. Para participar e receber os links de acesso, é preciso se inscrever pelo site http://www.casaguilhermedealmeida.org.br/programacao/index.php?mes=07&ano=2020. A programação completa do museu também pode ser conferida pelo hotsite http://poiesis.org.br/maiscultura/. Cada um dos três encontros do Ciclo oferece 200 vagas. A seguir, confira a temática de cada um deles.

O dia 2 de julho será sobre O Ensaio, do dramaturgo britânico Maurice Baring, com a tradutora literária Alzira Allegro, também professora de Tradução e de Literaturas de Língua Inglesa na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC e ministrante da Oficina de Tradução de Prosa (Inglês-Português) do Programa Formativo para Tradutores Literários da Casa Guilherme de Almeida. Participantes e egressos desse Programa, co-tradutores da peça O Ensaio participarão de uma conversa sobre esse projeto de tradução coletiva sob supervisão de Allegro e sobre os desafios da tradução de teatro.

Foto: Pixabay.

Essa obra de Baring joga com o gênero da peça dentro de uma peça, colocando em cena a montagem de uma peça de Shakespeare. Entre os desafios específicos dessa tradução, inclui-se o tratamento da linguagem do clássico elizabetano diante das propostas de inovação dos atores, em geral ‘ousadas’ e cômicas. O livro eletrônico com essa tradução estará disponível no site da Casa Guilherme de Almeida a partir da data do lançamento. A inscrição está aberta até 30/6 neste link: http://bit.ly/37SjM9a.

Alzira Allegro é doutora em Letras pela Universidade de São Paulo (USP), tradutora juramentada e tradutora literária. Com várias obras literárias e de ciências humanas que traduziu para o português, suas áreas de interesse são ensino de literaturas de língua inglesa, tradução, idiomatismos e coloquialismos. Também, com Adauri Brezolin, é coautora de The word is the thing – Dicionário português-inglês de fórmulas situacionais, frases feitas e provérbios (2019), da Lexikos Editora.

Daniel Martineschen, especializado em tradução alemã e docente da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), estará no Ciclo “Livro Falado” com uma palestra sobre a tradução que realizou da obra Divã Ocidento-Oriental, do escritor e filósofo alemão Johann Wolfgang von Goethe. Esta tradução é a primeira em português do Brasil com a íntegra da poesia e da prosa que compõem o título, sendo o resultado do doutorado do tradutor e pesquisador Martineschen. No dia 16 de julho, as abordagens serão em torno das dificuldades da tradução e as peculiaridades dessa poesia de contato entre Oriente e Ocidente, que Goethe explorou no século XIX. Pelo link http://bit.ly/3hULarF é possível se inscrever até 14/7.

Foto: Gerhard Gellinger.

Em 30 de julho, o Ciclo traz uma conversa com Dilson Ferreira da Cruz, tradutor e doutor em Semiótica pela USP, sobre a tradução que ele fez de O Abatedouro, do escritor e jornalista francês Émile Zola. Cruz mostrará os desafios do processo tradutório dessa obra considerada o primeiro romance com um operário como protagonista e a usar, em discurso indireto livre, a linguagem e gírias dessa classe trabalhadora. Para participar, é preciso fazer a inscrição pelo link http://bit.ly/2zZzPFS até 28/7.

Além de tradutor, Dilson Ferreira da Cruz é doutor em Semiótica pela USP, foi pesquisador na Universidade de Paris e tradutor residente do Collège International de Traducteurs Littèraries d’Arles. Na França, organizou as coletâneas Trois contes e L’homme qui parlait Javanais (2010 e 2012). É autor, dentre outros, de O ethos do enunciador dos romances de Machado de Assis (2008), traduziu diversos títulos na área de Ciências Humanas e, quanto às obras de Zola, Cruz traduziu também A besta humana e Noites de Medan.

Serviço:

Ciclo “Livro Falado” – Centro de Estudos de Tradução Literária da Casa Guilherme de Almeida

O Ensaio, de Maurice Baring

Com Alzira Allegro e demais profissionais do Programa Formativo para Tradutores Literários da Casa Guilherme de Almeida

Quinta-feira, 2 de julho, das 19h às 21h

Plataforma: Google Meet

Inscrição até 30/06: http://bit.ly/37SjM9a.

200 vagas | grátis.

Divã Ocidento-Oriental, de Johann Wolfgang von Goethe

Com Daniel Martineschen

Quinta-feira, 16 de julho, das 19h às 21h

Plataforma: Google Meet

Inscrição até 14/07: http://bit.ly/3hULarF

200 vagas | grátis.

O Abatedouro, de Émile Zola

Com Dilson Ferreira da Cruz

Quinta-feira, 30 de julho, das 19h às 21h

Plataforma: Google Meet

Inscrição até 28/7: http://bit.ly/2zZzPFS

200 vagas | grátis.

Casa Guilherme de Almeida

Museu: R. Macapá, 187 – Perdizes | São Paulo/SP | Anexo: Rua Cardoso de Almeida, 1943 – Sumaré, São Paulo/SP

Tel.: 11 3673-1883 | 3803-8525 | 3672-1391 | 3868-4128 | e-mail: contato@casaguilhermedealmeida.org.br

Horário de funcionamento: para agendamento de visitas – 55 11 3672-1391 | 3868-4128. Visitação: de terça-feira a domingo, das 10h às 18h. Atividades culturais e educativas: de terça a sexta-feira, das 19h às 21h, e aos finais de semana, das 10h às 19h.

Acessibilidade: rampa de acesso, elevador, piso podotátil e banheiro adaptado; videoguia em Libras e réplicas táteis.

Durante o distanciamento social devido à Covid-19, toda a programação está sendo realizada de forma virtual.

Programação gratuita

http://www.casaguilhermedealmeida.org.br/.

SOBRE A CASA GUILHERME DE ALMEIDA

Inaugurada em 1979, a Casa Guilherme de Almeida, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo gerenciada pela Poiesis, está instalada na residência onde viveu o poeta, tradutor, jornalista e advogado paulista Guilherme de Almeida (1890-1969), um dos mentores do movimento modernista brasileiro. Seu acervo é constituído por uma significativa coleção de obras, gravuras, desenhos, esculturas, pinturas, em grande parte oferecidas ao poeta pelos principais artistas do modernismo brasileiro, como Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Emiliano Di Cavalcanti, Lasar Segall e Victor Brecheret. Hoje, o museu oferece uma série de atividades gratuitas relacionadas a todas as áreas de atuação de Guilherme de Almeida, da literatura traduzida ao cinema, passando pelo jornalismo e pelo teatro. Trata-se da primeira instituição não acadêmica a manter um Centro de Estudos de Tradução Literária no país.

SOBRE A POIESIS

A Poiesis – Organização Social de Cultura é uma organização social que desenvolve e gere programas e projetos, além de pesquisas e espaços culturais, museológicos e educacionais, voltados para a formação complementar de estudantes e do público em geral. A instituição trabalha com o propósito de propiciar espaços de acesso democrático ao conhecimento, de estímulo à criação artística e intelectual e de difusão da língua e da literatura.