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Junho no Theatro Municipal tem programação especial para entusiastas da música, com diversos concertos e apresentações na Central Técnica Chico Giacchieri

São Paulo, por Kleber Patricio

Orquestra Sinfônica Municipal. Foto: Larissa Paz.

Em abril, a programação do Theatro Municipal de São Paulo tem eventos diversos para os entusiastas da música, comoWar Requiem’, o concerto especial de 35 anos da Orquestra Experimental de Repertório e uma apresentação da Orquestra Sinfônica Municipal que celebra Florence Price e Frédéric Chopin, além de apresentações de teatro na Central Técnica de Produções Chico Giacchieri.

A programação do mês se inicia com Teatro no Theatro apresenta Mãos Trêmulas, nos dias 5, quinta-feira, e 6, sexta-feira, às 19h, no Galpão de Cenografia na Central Técnica Chico Giacchieri. Com idealização e realização de Catarina Milani e Victor Nóvoa, e direção de Yara de Novaes.

Galpão de Cenografia na Central Técnica Chico Giacchieri. Foto: Divulgação.

A obra traz a história de uma mulher e um homem, ambos por volta dos oitenta anos, que já perderam todos os seus entes queridos. Ao se aprofundarem nas memórias íntimas que configuram seus passados, abre-se um contexto social que aponta diversas formas de violência que uma sociedade capitalista baseada na lógica hegemônica da eficiência e desempenho faz ao corpo envelhecido. Os ingressos custam R$30, classificação de 12 anos, duração de 60 minutos.

A Orquestra Sinfônica Municipal e o Coral Paulistano, sob regência de Roberto Minczuk, apresentam ‘War Requiem’, que conta com a participação do Coro Lírico Municipal e Coro Infantojuvenil da Escola Municipal de Música de São Paulo, além da soprano Natalya Romaniw, o tenor Joshua Stewart e o barítono Homero Velho. As apresentações acontecem nos dias 6, sexta-feira, às 20h, e 7, sábado, 17h, na Sala de Espetáculos.

O repertório terá Requiem de Guerra, op. 66, de Benjamin Britten. Concluído em janeiro de 1962, o Réquiem de Guerra, de Benjamin Britten, foi escrito para a consagração da nova catedral de Coventry, no condado inglês de Warwickshire, construída após a estrutura original do século XIV ter sido destruída em um bombardeio da Segunda Guerra Mundial. Esta é uma obra de larga escala que incorpora as crenças pacifistas e humanitárias de Benjamin Britten. Os ingressos custam de R$11 a R$70, a classificação é livre e a duração é de 80 minutos, sem intervalo.

Quarteto de Cordas da Cidade. Foto: Larissa Paz.

O Quarteto de Cordas da Cidade apresenta Serestas, no dia 12, quinta-feira, às 20h, na Sala do Conservatório, com Betina Stegmann e Nelson Rios, violinos, Marcelo Jaffé, viola e Rafael Cesario, violoncelo. O repertório terá Suite Chiquinha Gonzaga, de Silvia Goes, Seresta Piracicaba, de Eunice Katunda, e Quarteto nº 3 (1954), de Claudio Santoro, estreado pelo Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, do início dessa nova fase estética, incorporando elementos de inspiração popular ora na rítmica, ora no caráter seresteiro. Os ingressos custam R$35, a classificação é livre e a duração de 60 minutos, sem intervalo.

Com a Orquestra Sinfônica Municipal, sob regência de Mélanie Léonard, e a pianista Ingrid Uemura, a apresentação Entre-Eras: Price e Chopin celebra os compositores nos dias 13, sexta-feira, às 20h e 14, sábado, às 17h, na Sala de Espetáculos.

O repertório terá Starburst, de Jessie Montgomery, Concerto para piano nº 2, de Frédéric Chopin e Sinfonia nº 1, de Florence Price. Além de uma das composições da juventude do renomado Chopin, também contará com Florence Price, a primeira compositora negra norte-americana a ter uma sinfonia estreada por uma grande orquestra. Os ingressos custam de R$11 a R$70, a classificação é livre e duração de 110 minutos, com intervalo.

Apresentação Orquestra Experimental de Repertório. Foto: Rafael Salvador.

Em comemoração aos seus 35 anos, a Orquestra Experimental de Repertório realiza um concerto especial, sob regência de Wagner Polistchuk, no dia 15, domingo, às 11h, na Sala de Espetáculos. O repertório terá Sinfonia nº 5, em dó sustenido menor, de Gustav Mahler. Os ingressos custam R$35, a classificação é livre e a duração de 70 minutos, sem intervalo.

Nos dias 20, sexta-feira, às 20h, e 21, sábado, às 17h, na Sala de Espetáculos, a Orquestra Sinfônica Municipal e o Coral Paulistano, sob regência de Roberto Minczuk, apresentam Mahler: Ode à Natureza, com a participação do Coro Infanto-juvenil da Escola Municipal de Música de São Paulo, do Coro Jovem da Escola Municipal de Música de São Paulo E da mezzosoprano Carolina Faria.

O repertório terá Sinfonia nº 3, de Gustav Mahler. De um autor pouco conhecido em sua época para um dos compositores mais executados na atualidade: em 25 anos de uma produtividade surpreendente, Gustav Mahler criou todo um universo de emoções na música. Em suas 45 canções e 10 sinfonias, mergulha nas profundezas da alma humana. Suas obras orquestrais são hoje presença obrigatória nas salas de concerto de todo o mundo. Os ingressos custam de R$11 a R$70, a classificação é livre, a duração é de 100 minutos, sem intervalo.

Maestro Roberto Minczuk em Clamor Pela Paz. Foto: Larissa Paz.

Com oferecimento Shell, o Coro Lírico Municipal canta Rossini, dia 22, domingo, às 11h, na Sala de Espetáculos. A regência é de Hernán Sánchez Arteaga, com Marcos Aragoni e Leandro Roverso nos pianos, a pianista convidada Cecília Moita, além da soprano Elayne Caser, a mezzo-soprano Keila de Moraes, mezzosoprano, o tenor Miguel Geraldi e o baixo Rafael Thomas.

O repertório terá Petite messe solennelle de Gioachino Rossini. No início do século XIX, Rossini foi reconhecido como o maior compositor italiano de sua época. O compositor conhecido por suas óperas cómicas, em idade avançada, se dedicou à música sacra, quando aos 71 anos compôs a missa solene. Os ingressos são gratuitos, 50% dos ingressos serão disponibilizados para retirada no site com 72 horas de antecedência, e os 50% restantes serão distribuídos na bilheteria presencial no dia do concerto, 2h antes do início. A classificação é livre e a duração de 90 minutos, sem intervalo.

No dia 26, quinta-feira, às 20h, na Sala do Conservatório, o Quarteto de Cordas da Cidade convida Grupo Pau Brasil, com Nelson Ayres no piano, Rodolfo Stroeter no baixo, Paulo Bellinati no violão, Teco Cardoso na flauta e Ricardo Mosca na bateria. O repertório terá composições de Heitor Villa-Lobos, Bachianas Brasileiras nº 4, Lenda do Caboclo, Cair da Tarde, entre outras. Os ingressos custam R$35, a classificação é livre e a duração de 60 minutos, sem intervalo.

Hernán Sánchez Arteaga, regente do Coro Lírico Municipal. Foto: Divulgação.

Com direção cênica de Fernanda Vianna e co-direção de Piero Schlochauer, o projeto Ópera Fora da Caixa apresenta O Afiador de Facas, uma ópera de Piero Schlochauer com libreto também do autor e de Beatriz Porto. As apresentações acontecem na Central Técnica de Produções, na Central Técnica Chico Giacchieri, às sexta-feiras, dias 27 de junho e 03 de julho, às 19h, e nos fins de semanas, 28 e 29 de junho, e 04 e 05 de julho, às 17h. Os ingressos custam R$30, a classificação é livre e a duração de 60 minutos, sem intervalo. Mais informações disponíveis no site.

(Com André Santa Rosa/Assessoria de imprensa do Theatro Municipal)

‘Todo Mês Sangra’, do grupo TEAF, estreia em São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Victor Taruma.

O TEAFTeatro Experimental de Alta Floresta (MS), há quase quatro décadas produzindo arte na cidade localizada no extremo norte do estado do Mato Grosso, na área conhecida Território Portal da Amazônia, apresenta ‘Todo Mês Sangra’ dias 16 e 17 de maio, às 19h, no Centro de Referência da Dança (Galeria Formosa – Baixos do Viaduto do Chá s/nº, Praça Ramos de Azevedo – Centro Histórico de São Paulo, São Paulo).

As ações integram o projeto Mato Adentro, Mato Afora, viabilizado por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso, que também possibilitou a apresentação de ‘Labirinto Ruído – Uma Quase Jornada de um Meio Herói’ no Teatro Arthur Azevedo dias 9 a 11 de maio. “Foram pouquíssimas as circulações que conseguimos fazer ao longo da nossa trajetória. Então, quisemos aproveitar a oportunidade para mostrar que o teatro é muito mais do que aquilo que é produzido no eixo Rio-São Paulo”, conta Elenor Junior, um dos produtores do TEAF.

“O TEAF mantém uma pesquisa contínua desde 1988. Somos o grupo mais longevo do Mato Grosso e organizamos outras importantes atividades, como o Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense e o Seminário de Cultura. Queremos contribuir na formação de público para o teatro e na troca de experiências entre os profissionais e os interessados na área”, declara Angélica Müller, presidenta do Grupo.

Todo Mês Sangra

O espetáculo marcou a estreia do TEAF na união entre dança e teatro, abordando a violência contra a mulher em suas múltiplas formas — física, psicológica, moral, sexual e patrimonial. Com atuação solo de Cassiane Leite, a obra parte das próprias vivências da intérprete, desdobradas durante o processo criativo conduzido por Clodoaldo Arruda, também diretor do espetáculo.

Cassiane conduz o público por dores e julgamentos enfrentados historicamente pelas mulheres, propondo uma ressignificação dessas experiências. Segundo Arruda, a narrativa é dividida em oito momentos, que percorrem temas como culpa, repressão, libertação, cura e autonomia corporal.

O espetáculo busca provocar uma reflexão profunda em homens e mulheres sobre as violências estruturais enfrentadas pelas mulheres e o caminho possível para superá-las.

Sinopse | Uma protagonista, num momento de recortes, colagens e lembranças, questiona e ressignifica sua vida na contemporaneidade. A poesia está em ser mulher e ser respeitada por isso. Por meio da dança, o trabalho aborda a violência enfrentada por essa população, tanto as agressões físicas quanto as silenciosas.

Ficha Técnica

Todo Mês Sangra

Direção e concepção: Clodoaldo Arruda

Coreografia em Processo colaborativo: Clodoaldo Arruda

Ensaiador: Ronaldo Adriano

Bailarina-intérprete: Cassiane Leite

Pesquisa Musical: Clodoaldo Arruda

Cenografia e figurino: Clodoaldo Arruda

Operação de som e luz: Fernando Zilio Produção: Elenor Cecon Júnior

Comunicação: Mequiel Zacarias Ferreira.

Serviço:

Todo Mês Sangra

Data: 16 e 17 de maio, sexta e sábado, às 19h

Centro de Referência da Dança (CRD)

Endereço: Galeria Formosa – Baixos do Viaduto do Chá s/nº, Praça Ramos de Azevedo – Centro Histórico de São Paulo, São Paulo, SP

Ingressos gratuitos: distribuídos com uma hora de antecedência na bilheteria do CRD
Telefone: (11) 3214-3249

Duração: 40 minutos

Classificação: 12 anos.

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Assessoria de Imprensa)

Cisne Negro Cia de Dança apresenta espetáculo ‘Que Tal o Impossível?’, inspirado na obra homônima de Itamar Assumpção

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Reginaldo Azevedo.

A Cisne Negro Cia de Dança, uma das mais tradicionais e conceituadas companhias de dança do país, apresenta seu novo espetáculo ‘Que Tal o Impossível?’, coreografado por Jorge Garcia. Inspirada na música homônima de Itamar Assumpção, a obra mergulha no universo sonoro e teatral do artista, combinando movimentos contemporâneos, sensibilidade e ludicidade para homenagear a cidade de São Paulo e sua vibrante diversidade cultural. Esta nova obra da Companhia está sendo fomentada pelo Edital Fomento CultSP – ProAC nº 23/2024 – Produção e Temporada de Espetáculo de Dança Inédito, do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo.

O espetáculo terá uma pré-estreia itinerante, passando por cinco municípios do estado de São Paulo antes de sua estreia oficial – que acontece em julho no Teatro Sérgio Cardoso, na região da Bela Vista, considerado um dos principais palcos para a dança no Brasil.  A nova criação traz uma ambientação noturna inspirada na vida boêmia da metrópole, com cenários visuais impactantes e uma narrativa que mistura poesia, ludicidade e efervescência urbana. Além da estreia de ‘Que Tal o Impossível?’, a companhia também apresentará ‘Lampejos: Uma degustação visual’, obra criada por Andressa Miyazato em 2022. Como parte da programação cultural, o projeto inclui workshops de dança ministrados pelo coreógrafo Jorge Garcia e palestras sobre a vida e obra de Itamar Assumpção em cada município citado.

A direção artística do espetáculo é assinada por Dany Bittencourt, enquanto a trilha sonora foi criada por Maurício Badé e Bruno Buarque. A curadoria musical ficou a cargo de Anelis Assumpção e a cenografia é de Leo Ceolin. O figurino, que contribui para a atmosfera única da montagem, foi desenvolvido pelo estilista João Pimenta.

Com quase 50 anos de trajetória, a Cisne Negro Cia de Dança reafirma seu compromisso com a inovação e a excelência artística, promovendo diálogos entre a dança e outras expressões culturais. ‘Que Tal o Impossível?’, é uma celebração da arte e da cultura paulistana, unindo a força da dança contemporânea à irreverência e genialidade de Itamar Assumpção. Todas as apresentações serão gratuitas, proporcionando ao público a oportunidade de vivenciar essa experiência artística única.

FICHA TÉCNICA – QUE TAL O IMPOSSÍVEL?

Direção Artística: Dany Bittencourt

Concepção e coreografia: Jorge Garcia

Trilha Sonora: Maurício Badé

Mixagem: Bruno Buarque

Participação Especial: Anelis Assumpção e Rubi Assumpção

Curadoria Musical: Anelis Assumpção

Cenografia: Leo Ceolin

Iluminação: Rossana Boccia

Figurino: João Pimenta

Sobre Jorge Garcia

Responsável pela coreografia de Que Tal o Impossível?, Jorge Garcia é um dos grandes nomes da dança contemporânea brasileira. Iniciou seus estudos em 1991, em Recife. Em 1995, integrou a Cisne Negro Cia de Dança e, em 1997, passou a atuar no Balé da Cidade de São Paulo, onde também coreografou obras como Divinéia (2001), Desatino do Norte, Desatino do Sul (2003), R.G. (2006), T.A.T.O. (2012) e Árvore do Esquecimento (2015). Em 2005, fundou a Jorge Garcia Companhia de Dança, com um repertório vasto que inclui peças como Um Conto Idiota, Caixa de Vidro, Take a Deep Breath e Plano Sequência.

Garcia também colaborou com importantes nomes da cena internacional, como a coreógrafa alemã Constanza Macras, e participou da estreia de Água, obra de Pina Bausch, no Tanztheater Wuppertal. Coreografou para cinema, teatro, óperas e espetáculos de rua, com destaque para Carandiru, de Hector Babenco, e Anna, de Heitor Dhalia. Desenvolve, desde 2003, um trabalho de pesquisa em improviso, vídeo e performances urbanas com o grupo GRUA – Gentlemen de Rua, em cidades do Brasil e da Europa.

Sobre a Cisne Negro Cia de Dança

Fundada em 1977 por Hulda Bittencourt, a Cisne Negro Cia de Dança é uma das mais renomadas companhias de dança contemporânea do Brasil. Com quase cinco décadas de história, a companhia é reconhecida pela inovação artística, técnica apurada e um repertório diversificado que abrange clássicos do balé e criações contemporâneas. A Cisne Negro tem se destacado tanto em palcos nacionais quanto internacionais, representando o Brasil em importantes festivais e turnês em países como Alemanha, Estados Unidos, China, Africa do Sul, Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Cuba, Escócia, Espanha, Inglaterra, Moçambique, Paraguai, Romênia, Tailândia e Uruguai, onde o grupo exibiu-se como um modelo de trabalho dentro da dança brasileira, construído com profissionalismo e paixão.

A companhia é conhecida por suas montagens criativas, incluindo a tradicional temporada de ‘O Quebra Nozes’, realizada anualmente, que se tornou um marco na cena cultural brasileira. Com uma equipe de talentosos bailarinos e sob a direção artística de Dany Bittencourt, a Cisne Negro continua a encantar e desafiar plateias ao explorar novos horizontes na dança.

A Cisne Negro Cia de Dança tem em seus valores a inclusão e está sempre atenta à acessibilidade do público, buscando garantir que sua arte seja apreciada por todos. Com um compromisso inabalável com a excelência e a promoção da arte, a companhia segue firme em sua missão de transformar e enriquecer a vida cultural por meio da dança.

(Com Vanessa /Conteúdo Comunicação)

Sonia Di Morais celebra Gilberto Gil e lança primeiro EP autoral em show gratuito no Ciaei

Indaiatuba, por Kleber Patricio

A cantora, maestra e compositora Sonia Di Morais, uma das vozes mais expressivas da cena cultural de Indaiatuba, sobe ao palco do Ciaei no dia 16 de maio, às 20h, para apresentar o espetáculo Sonia Di Morais canta Gilberto Gil, uma homenagem emocionante a um dos maiores nomes da música brasileira. O evento, com entrada gratuita, é também o momento escolhido por Sonia para o lançamento de seu primeiro EP autoral, que estará disponível nas principais plataformas de música no mesmo dia do show.

Com vasta experiência como intérprete e regente, Sonia propõe neste projeto uma viagem pela diversidade rítmica, melódica e poética da obra de Gil, conectando gerações e valorizando a riqueza da cultura brasileira. A direção musical é assinada por Sonia Di Morais e Eron Guarnieri, que também é responsável pelos arranjos e pela produção musical do espetáculo.

Ao lado de Sonia, o palco será ocupado por músicos de excelência: Kuki Stolarski (bateria), Serginho Carvalho (contrabaixo), Marcelo Pereira (flauta transversal), além de lindas participações especiais que prometem emocionar o público e dar ainda mais brilho à apresentação.

Mais do que uma homenagem, o projeto se insere em um momento simbólico: a despedida dos palcos de Gilberto Gil após décadas de contribuições à música e à cultura do Brasil. O espetáculo surge como um gesto de reconhecimento e gratidão, reforçando a importância de manter viva a memória de artistas que moldaram nossa identidade artística.

Radicada em Indaiatuba desde a infância, Sonia Di Morais tem trajetória marcada por seu trabalho dedicado à formação musical, à valorização da música brasileira e à inclusão cultural. Agora, com o lançamento de seu primeiro EP autoral, ela dá mais um passo importante em sua carreira, apresentando ao público composições próprias que dialogam com suas raízes e vivências.

Serviço:

Sonia Di Morais canta Gilberto Gil | Lançamento do EP Autoral

Teatro Ciaei – Indaiatuba/SP

16 de maio – 20h

Entrada gratuita

EP disponível nas plataformas digitais no mesmo dia

Acessível em Libras.

Grandes Árias Italianas em Homenagem a Pavarotti no Castro Mendes nesta quinta, 15

Campinas, por Kleber Patricio

No dia 15 de maio, às 20h, o Teatro Municipal Castro Mendes, em Campinas, recebe uma noite dedicada às grandes óperas italianas com entrada gratuita. O espetáculo integra o projeto ‘A Caminho do Interior’, idealizado pelo Consulado Geral da Itália em São Paulo, em parceria com o Istituto Italiano di Cultura San Paolo e o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas e da Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA). Com legendas em português, o concerto celebra os 90 anos de nascimento do tenor Luciano Pavarotti, um dos maiores nomes da história da ópera.

A apresentação contará com trechos consagrados de óperas de Verdi, Donizetti, Rossini e Puccini interpretados por um conjunto de excelência: a Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU), sob regência de Cinthia Alireti, e o Collegium Vocale Campinas, coro dirigido por Sérgio Akira Kawamoto.

Participam ainda os solistas Laura Duarte (soprano), Richard Bauer (tenor), Rafaela Duria (mezzo-soprano) e Willian Donizetti (barítono). A Direção Cênica e Artística é de Paulo Abraão Esper.

Essa união de forças entre instituições culturais brasileiras e italianas proporciona ao público uma rara oportunidade de mergulhar no repertório lírico com alto nível artístico, acessível e gratuito.

Serviço:

A Caminho do Interior – Homenagem a Pavarotti

Quando: 15 de maio de 2025, às 20h

Local: Teatro Municipal Castro Mendes | Rua Conselheiro Gomide, 62 – Vila Industrial, Campinas/SP

Entrada: gratuita, por ordem de chegada.

(Fonte: Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural da Unicamp – CIDDIC)